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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Serviços pouco municipalizados


Quem dá e tira vai para o inferno e o povo de Coimbra devia certamente nas próximas eleições autárquicas mandar para o inferno os políticos do sistema que nos últimos anos têm desgovernado a cidade.
Hoje é capa dos jornais, mais uma pérola desta câmara e dos seus serviços municipalizados.
Os comerciantes tão prejudicados pela greve dos trabalhadores dos transportes, pensaram que de alguma maneira nem tudo estava perdido, mas rapidamente perceberam que se tinham enganádo os SMTUC, deram com uma mão mas tiraram com outra.
Nesta altura do ano, onde o comércio tradicional pode aspirar a um balão de oxigénio, a baixa de Coimbra está mais insegura, sem transportes públicos e com parquímetros a pagar por falta de informação.
Lembramos também, que alguns comerciantes tinham feito um apelo aos trabalhadores dos transportes, para que a greve fosse de zelo; isto é que os autocarros circulassem mas sem se cobrar bilhete, mas claro que caiu em saco roto, os terroristas dos sindicatos não têm capacidade ou não se interessam por este tipo de greves, corre-lhes no sangue a politica de terra queimada bem ao sabor comunista que nunca vão abandonar.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O Povo unido jamais será vencido


Paralisação dos autocarros em vésperas de Natal “arruína negócio” no Mercado
D. Pedro V. Comerciantes estão apreensivos e sugerem outras formas de luta.
Goreti Paixão, vendedora de peixe, chega mesmo a sugerir que, em vez de pararem os autocarros, os motoristas os ponham na rua, «mas com toda a gente a circular sem pagar».
«Têm os autocarros parados, não têm de pagar combustível. Os motoristas estão de greve, não têm de lhes pagar. E já lá têm o dinheiro dos passes e das senhas. Eles que deixem as pessoas andarem nos autocarros à borla durante essa semana. Isso é que era greve», remata Maria Conceição Francisco. Uma sugestão apoiada por quase todos os presentes.
Este tipo de greve já foi tentado em Coimbra, com bons resultados. Para além de pressionar a entidade patronal, não prejudica quem necessita dos transportes públicos e combate a ideia de que as greves são uma forma de evitar trabalhar.
Percebendo a justa luta dos trabalhadores, não deixamos de estar solidários com os vendedores do Mercado Pedro V, já tão prejudicados pelas grandes superfícies que não param de crescer em Coimbra e que afinal não são alternativa nem em preço nem em qualidade.
Do povo para o povo de trabalhador para trabalhador a solidariedade não deve ser uma mera palavra usada hipocritamente.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Cantanhede - CONCURSO TÔMBOLA DE NATAL 2009


A AEC – Associação Empresarial de Cantanhede, com o intuito de dinamizar o Comércio Tradicional do concelho de Cantanhede está a prepara mais uma edição do CONCURSO TOMBOLA DE NATAL 2009.

O Concurso realizar-se-á de 15 de Novembro 2009 a 6 de Janeiro de 2010 , com 12 Óptimos Prémios!

Os estabelecimentos que pretendam aderir a esta acção poderão fazer a qualquer momento contactando a AEC (231429185), adquirindo senhas para o concurso, com direito a brindes para distribuir pelos seus clientes (lápis natal, sacos compras, blocos colorir, balões)

Informamos ainda que no período de 2 de Dezembro 2009 a 6 de Janeiro de 2010 se encontrará o Carrossel Infantil na Praça Marquês de Marialva

sábado, 22 de agosto de 2009

HOJE É DIA DE FEIRA DE VELHARIAS


Hoje é dia de feira de velharias, na Praça do Comércio, bem no meio da Baixa de Coimbra. Um bom motivo para dar uma olta por esta zona tão bonita da cidade.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Baixa de Coimbra: uma porta sempre aberta


Os comerciantes da baixa, sacrificando o seu descanso semanal, mas lutando para salvar o seu negócio, vão abrir ao sábado de tarde.
Durante todo o sábado o estacionamento será grátis na baixa e a autarquia vai disponibilizar mais transportes públicos durante a tarde.
Saudamos esta iniciativa dos comerciantes da baixa e prometendo divulgá-la o mais possivél.
Fazemos votos para que o povo de Coimbra, perceba que comprar no comércio tradicional, não fica mais caro, antes pelo contrário e que a relação cliente fornecedor é muito mais próxima, muita mais humana, condição para se fazer uma compra de muito mais confiança.

Para o PNR, a cidade é um espaço urbano onde deve coexistir a tradição e a modernidade; um espaço de convivência humana, sã e harmoniosa; um espaço onde confluem funções sociais, económicas e culturais. O comércio tradicional desempenha uma importante função dentro do espaço urbano pois, além de o humanizar, potencia a dinamização social, económica e cultural. O comércio tradicional é, pois, um elemento fundamental para o equilíbrio do espaço urbano, e, como tal, deve ser preservado.

As causas da crise que afecta o comércio tradicional

As causas que trouxeram a crise a este sector têm essencialmente a ver com a proliferação desregrada de grandes superfícies comerciais, fruto de lóbis financeiros poderosíssimos em coligação com os partidos do sistema (mais interessados no lucro e na expropriação do que no bem-estar dos cidadãos, dos pequenos comerciantes, e da sustentabilidade das nossas cidades).
Há ainda um outro problema nada despiciendo. Ao contrário dos restantes partidos políticos (que preferem fechar os olhos aos problemas reais), o PNR conhece bem as dificuldades que a invasão chinesa tem vindo a acrescentar aos já mais do que muitos problemas com que os comerciantes portugueses se defrontam diariamente: as lojas chinesas oferecem uma concorrência feroz e desleal! Recordamos que a China produz com recurso à exploração miserável dos seus trabalhadores, sujeitando-os a 14 e mais horas diárias de trabalho, em condições sub-humanas e com salários extremamente baixos; os estabelecimentos chineses vendem produtos de fraca qualidade e não oferecem quaisquer garantias aos consumidores. Por isso, conseguem vender a preços tão reduzidos. E, claro está, em tempo de crise os portugueses não têm muitas alternativas, sendo levados a optar pela baixa qualidade, a baixos preços.

Objectivos e propostas

O PNR, como Partido Nacionalista que é, e preocupado que está com todos os aspectos da vida da Nação, considera que lutar pela preservação do comércio tradicional é algo que se impõe! Impele-nos o receio de ver o comércio tradicional definitivamente esmagado pelas grandes superfícies comerciais e pela especulação imobiliária inerente (controlada por predadores de riqueza poderosos e sem escrúpulos); de ver o centro das nossas cidades transformados em desertos, onde só habitam o crime e a marginalidade; de herdar cidades profusamente edificadas por vetustos e devolutos, mas destituídas do seu importante carácter humano, social e cultural.

No concreto, o PNR propõe:

- fiscalização dos estabelecimentos estrangeiros e encerramento daqueles em que se prove haver irregularidades;
- taxas aduaneiras aos produtos provenientes da Ásia;
- baixa do IRC;
- melhoria das condições do centro da cidade, tornando-o mais acessível e apelativo (mais limpo, mais verde e com mais animação cultural);
- erradicação da criminalidade que tem alastrado no centro da cidade;
- fim à proliferação das grandes superfícies comerciais e sujeição às já existentes a um agravamento de impostos;
- controlo eficaz da especulação imobiliária;
- repovoamento do centro histórico da cidade.