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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Ribeira de Frades ameaça abrir viaduto à força



Se dentro de 60 dias a REFER não encontrar solução, população vai ser convidada a retirar os separadores de cimento

A Junta de Freguesia de Ribeira de Frades cansou-se de esperar pela abertura do viaduto na Linha do Norte e pela construção de passagens para peões. Por isso, depois de muitos alertas para a insegurança que se vive junto à linha do comboio, decidiu passar das palavras aos actos e dá um prazo para que a situação seja normalizada. Caso contrário, a população é convocada a retirar os separadores de cimento que impedem a abertura ao tráfego do viaduto, concluído, mas fechado.
«Damos um prazo de 60 dias para que a REFER assuma os seus compromissos e ponha o viaduto a funcionar. No final desse prazo abrimos o viaduto», explica o presidente da Junta de Ribeira de Frades, Jorge Veloso, que se manifesta cansado com o arrastar da situação que dura, recorda, «há mais de um ano». E lamenta o muito dinheiro investido numa obra que não serve a população.
Não faltam administradores na REFER, são tantos que até se atrapalham.
Enquanto esta empresa servir para colocar boys e não servir os interesses do povo, casos como este vão continuar a acontecer.
Solidarizamo-nos com o povo de Ribeira de Frades, prometendo também fazer nossa esta causa.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

PROJECTO "CULTURA E CIDADANIA"




SEXTA, 23 DE SETEMBRO, 21H15: TODOS PELA REABERTURA DO RAMAL ENTRE PAMPILHOSA E FIGUEIRA (com autarcas, políticos, entre os quais um representante do PNR etc.), no Café Aliança, em Mira.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Os transportes públicos são um direito e não um negócio



Desde que os comboios regionais e urbanos de Coimbra passaram a ter término em Coimbra-B (já lá vão quase dois meses), sucedem-se as críticas dos utentes, agravadas com o encerramento das linhas centrais nesta estação para obras de beneficiação.

Com os comboios de longo curso a ocupar as linhas secundárias, «diminuindo a capacidade de manobra dos comboios regionais», nas últimas semanas aumentam as queixas pelos atrasos e «pela falta de espaço nas gares para os passageiros», denuncia um grupo de utilizadores do comboio, através do blogue Coimbra Central, exigindo «o regresso do términus à estação central» das habituais viagens suburbanas, inter-regionais e regionais.
Sabemos bem a falta de respeito com que CP e REFER tratam os utentes, sabemos também que por trás de muitos atrasos de muitos horários pouco claros existem inconfessáveis manobras de bastidores.
Não esquecemos a linha Pampilhosa – Figueira, que tarda em ser reaberta, como prestamos toda a nossa solidariedade aqueles que agora tornam publicas a suas queixas.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Mais vale tarde….


Ainda não há qualquer anúncio quanto aos investimentos a fazer no ramal ferroviário entre Pampilhosa e Figueira da Foz. O presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral, confirma isso mesmo, apontando que “não há qualquer indicação da tutela relativamente ao início das obras”, daí que o autarca e os seus congéneres de Cantanhede, Montemor-o-Velho e Figueira da Foz, conseguiram uma reunião para esta quarta-feira, dia 27, com o secretário de Estado dos Transportes.
Esperemos que tenham a coragem de lutar pela reabertura da linha, com horários decentes e carruagens com conforto e comodidade. A região e os seus habitantes já muito foram prejudicados por este encerramento, pelo que estarão de olhos postos na capacidade negocial dos seus edis.
Os nacionalistas não vão baixar os braços porque fizeram da reabertura da linha uma das suas causas.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Utentes querem o comboio de volta


Ligação à Figueira da Foz parada há um ano

Os utentes da linha Figueira da Foz-Pampilhosa lamentam que as obras no ramal ainda não tenham começado, um ano depois do encerramento. Alertam ainda que a viagem alternativa de autocarro levou a que muitos desistissem de recorrer ao transporte público.

Faltavam cerca de dois minutos para o comboio que liga a Pampilhosa (Mealhada) a Coimbra arrancar, quando o autocarro que iniciou a viagem na Figueira da Foz chegou à estação, numa rotina que os utentes da linha fazem diariamente desde há um ano, quando a linha foi encerrada por questões de segurança. "Queremos voltar a ter o nosso comboio, que tivemos durante mais de 20 anos", desabafa Alice Nobre, que todos os dias apanha o transporte na Cordinhã, Cantanhede. No entanto, Alice e as restantes utentes que estão sentadas ao lado sentem-se aliviadas por o autocarro ter chegado a tempo. "Já houve vezes em que se atrasou e o comboio não esperou. Tivemos de ficar aqui meia hora", lamenta.

Os utilizadores da linha enumeram várias desvantagens na utilização do autocarro em detrimento do comboio. "É outro conforto, para além dos atrasos e da constante mudança de transporte", conta Lurdes Alves, proveniente de Mala, também no concelho de Cantanhede. Estas desvantagens, afirma, levam muitos utentes a desistir e a viajar no automóvel particular, e mesmo a não viajar. "E nunca dei por grandes perigos na linha. Sempre foi um caminho certinho, sem grandes barreiras", defende.

A utente lembra que, quando a linha encerrou, deram um ou dois anos para reabrir, mas lamenta que, ao fim de um ano, não haja sequer sinais de obras.

Sindicato preocupado

O coordenador de Coimbra do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, Célio Correia, teme que a linha Pampilhosa-Figueira da Foz tenha sido encerrada definitivamente, por não ser um troço lucrativo. "É uma política que tem sido desenvolvida noutros locais", lamenta, reiterando que tem pressionado a Refer para saber quando começam as obras no ramal, sem ter ainda obtido uma resposta. "Fala-se que a linha poderá ser entregue a privados para transporte de mercadorias, mas falta resolver a situação do transporte de passageiros", alega.

O JN contactou ontem a Refer, no sentido de saber se havia data para o início das obras, não tendo obtido, em tempo útil, uma resposta. No entanto, ontem a imprensa local noticiava que a empresa havia comunicado à Câmara Municipal da Figueira da Foz a intenção de reactivar a linha em 2011.

sábado, 21 de novembro de 2009

MIRANDA DO CORVO - Utentes da Linha da Lousã manifestam-se em frente à Câmara


Uma nova concentração-protesto do Movimento de Defesa do Ramal da Lousã (MDRL) realiza--se amanhã, em Miranda do Corvo, junto ao edifício da Câmara Municipal, a partir das 15h00.
A iniciativa, segundo os organizadores, pretende «promover o esclarecimento e tomada de posição dos utentes face ao anunciado encerramento desta linha ferroviária, com graves consequências para as condições de vida de milhares de pessoas dos concelhos da Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra que diariamente utilizam este meio de transporte».

FONTE

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Não TRAMem a nossa linha


Dezenas de pessoas manifestaram-se ontem, em Coimbra, contra o encerramento, em breve, do ramal ferroviário da Lousã, para a instalação de um metropolitano, por entenderem que isso é prejudicial e os transportes alternativos não satisfazerem. O denominado Movimento de Defesa do Ramal da Lousã que, nos últimos anos, se opõe ao projecto, aproveitou a tarde de ontem para sensibilizar os utentes que chegavam à Estação de S. José, em Coimbra, para os riscos com o projecto.
Entretanto, estão já marcadas mais duas concentrações promovidas pelo MDRL. No próximo domingo, às 15h00, em frente à Câmara Municipal de Miranda do Corvo. No dia 1 de Dezembro, à porta dos Paços do Concelho da Lousã, no acto de lançamento de um livro sobre os 100 anos do ramal e véspera do encerramento do primeiro troço para o arranque das obras.
O PNR de Coimbra faz sua esta causa do povo e ai procurar estar presente nas futuras acções de protesto.

FONTE

sábado, 7 de novembro de 2009

Ramal da Lousã


O Movimento da Defesa do Ramal da Lousã vai manifestar-se em Coimbra, no dia 16 de Novembro, para exigir o calendário das obras de requalificação daquela linha centenária e garantias de qualidade nos transportes alternativos.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Apita o comboio


Quatro anos depois da apresentação das orientações estratégicas para o sector ferroviário, a Refer atingiu os mínimos em investimento na rede e mantém linhas sem automotoras.
As linhas do Tâmega, do Corgo e do Tua, e os troços Guarda-Covilhã e Figueira da Foz-Pampilhosa, estão fechados e não se sabe ao certo quando reabrirão. Isto porque, em alguns casos, nem sequer há projecto para avançar com as obras.
Se nas outras linhas ainda se vê algum “movimento” na Linha Figueira da Foz, Cantanhede, Pampilhosa, não se sabe quando o comboio voltará a apitar pese embora, que para substituir as automotoras na linha, a Refer paga 13.680 euros por mês a uma empresa rodoviária. O contrato termina em Março, mas deverá ser prorrogado, pois esta é a linha mais "esquecida" de todas, não havendo sequer projecto de modernização.
Perante este cenário, não vemos da parte dos autarcas das zonas servidas pela linha qualquer reacção. Quem cala consente, pelo que tememos que o encerramento da linha passe de provisório a definitivo.
Face a apatia daqueles que deviam em primeira instância, lutar pela reabertura e modernização da linha, cabe aos cidadãos tomar nas suas mãos a luta que eles não querem travar.
Os transportes públicos não são um negócio e como tal toda a região merece ter comboios modernos, com horários compatíveis e a preços económicos.
Da nossa parte toda a disponibilidade para integrar um grupo de cidadãos que tome na sua mão esta e outras lutas, que sejam mais valias para a região. juntos vamos conseguir que o comboio volte novamente a apitar.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

MIRANDA DO CORVO - Concentração em defesa do Ramal da Lousã


O Movimento de Defesa do Ramal da Lousã reuniu ontem com a população de Miranda do Corvo e decidiu marcar mais uma medida de protesto, a realizar em Coimbra.
Em principio o protesto está marcado para o dia 19, esperando o MDRL uma forte adesão de todos os utentes da linha.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Metro Mondego


Os efeitos do Metro Mondego já se começam a fazer sentir, mas calma ainda a procissão vai no adro, quando virem as camionetas, cheira-me que vai ser muito pior.
Quem está no poder pouco ou nenhum respeito tem pelo povo, afinal eles viajam em carros topo de gama pagos por todos nós.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Com os Nacionalistas Coimbra tem mais encanto


O Partido Nacional Renovador (PNR) entregou hoje no Tribunal de Coimbra a lista de candidatos à Assembleia da Republica pelo Circulo Eleitoral de Coimbra.
Para além do Programa Eleitoral do Partido, os candidatos do PNR por Coimbra, farão suas as seguintes bandeiras:

- Abertura imediata do Bloco de partos do Hospital da Figueira da Foz e abertura imediata das urgências do Hospital de Cantanhede, abertura imediata de todos os SAPs que este governo fechou unicamente por razões economicistas.
- Reabilitação e modernização da linha ferroviária da Lousã, bem como da linha que liga Coimbra à Figueira da Foz com passagem em Cantanhede.
- Fim imediato da co-incineração em Souselas.
- Estudo de um novo traçado para o IC2 de forma a preservar a Mata do Choupal

Ao contrário dos políticos do sistema não fazemos promessas que só servem para fins eleitoralistas.
Prometemos no entanto que nada fazer sem ouvir todas as partes intervenientes, recusando as medidas cozinhadas nos gabinetes de Lisboa, onde o ar condicionada e os bons cadeirões tão maus resultados têm trazido para o Distrito.
Prometemos fazer nossa a causa do povo e ser nos debates e no parlamente a sua voz viva, isto é dizermos bem alto o que o povo com medo diz em surdina.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Definitivos e provisórios



Os mais velhos certamente se lembrarão de duas marcas de cigarros que salvo melhor opinião já não estão no mercado. Hoje não vos vou falar de fumaças, até porque nenhum colunável foi apanhado a fumar num avião ou num casino. Lembrei-me das marcas de cigarros, quando li esta noticia, porque temo que o tempo incerto de provisório se torne definitivo.
Todos sabemos sobretudo os que todos os dias os usam, que o concelho de Cantanhede é muito mal servido em termos de transportes públicos. às viaturas a pedir reforma, acrescentamos os comboios a passo de caracol e o facto de a partir das 20 horas sair de Cantanhede só em viatura própria.
Sabemos quantas vezes, os responsáveis pela CP sempre apoiados pelo governo em exercício têm sonhado fechar esta linha. As poucas circulações existentes são a prova do que aqui escrevemos. Agora a coberto de uma reivindicação de todos os que são servidos pela linha, tememos que um governo que fez da sua bandeira fechar a torto e a direito, dê o golpe de misericórdia no ramal.
Sabemos que na devida altura, um grupo de cidadãos criou uma associação de Defesa da Linha, é tempo de fazer uma reunião e exigir da tutela certezas e não respostas vagas, que só servem para nos fazer pensar que neste caso como noutros é preciso ler nas entrelinhas, porque muito se faz pela calada.