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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Quinta da Lomba - moradores alertam para insegurança




Na Quinta da Lomba, ontem, ao início da tarde, ninguém queria acreditar no crime praticado numa das zonas mais nobres da cidade. No lote 12, onde morava a vítima, o Diário de Coimbra apenas conseguiu falar com um vizinho que desconhecia o homicídio praticado há horas atrás, mas, mais acima, um grupo de moradores da urbanização comentava a insegurança que se vive.
Com uma arquitectura que permite alguma privacidade, a Quinta da Lomba tem sido palco de várias ocorrências, que, na opinião dos moradores, justificava que a polícia deslocasse ali patrulhas com mais frequência. Os assaltos a garagens foram as mais recentes, mas ainda em 2009 um morador ficou sem 200 euros, quando durante a noite lhe entraram em casa e lhe levaram a carteira, sem que ele se apercebesse de nada.
Quando foi fazer a denúncia à polícia, este residente percebeu que, pelo menos, dois vizinhos também tinham sido assaltados, com invasão do apartamento.
Ao Diário de Coimbra foi ainda contada mais uma história que envolve uma jovem, que, quando se preparava para entrar em casa, foi surpreendida por indivíduo que a tentou agarrar, revelando interesses sexuais.
O suposto homicídio de ontem foi a “gota de água”, por isso, exigem mais policiamento na urbanização, que, até fica a escassos metros do comando da PSP.
Compreendemos o grito de revolta dos moradores por falta de policiamento, mas lembramos que o que possibilita este crime hediondo e outros crimes que vamos sentindo em Coimbra e por todo o país, é a legislação recentemente aprovada. Quando os crimes não são punidos, quando a criminalidade não é reprimida, o resultado só pode ser o que sentimos todos os dias.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Mais benefícios do multiculturalismo e da imigração descontrolada


Duas mulheres e três homens de nacionalidade romena, acompanhados por um bebé, furtaram 1.400 euros de produtos de beleza e higiene em dois espaços comerciais de Miranda e da Lousã.

Ministério Público pediu a condenação de um imigrante acusado de ter morto à facada um outro imigrante, em Dezembro do ano passado, na freguesia do Louriçal (Pombal). O homem, de 41 anos, de nacionalidade ucraniana, é acusado, também, pelo crime de ofensa à integridade física qualificada e detenção de arma proibida.


Pedir a expulsão desta gente depois de cumprida a pena de prisão é de todo o direito, no entanto para aqueles que não sofrem os benefícios da criminalidade praticada por eles e para aqueles que enchemos bolsos à custa da exploração de imigrantes dizer estas verdades é xenofobia e racismo.
Os números dão-nos razão e a esmagadora maioria dos portugueses já dizem baixinho aquilo que os nacionalistas gritam bem alto, é tarefa de todo o solado político tentar fazer a aproximação, fazer sua a causa do povo.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Clima de impunidade


Um homem de 39 anos, vendedor, de etnia cigana e residente na Figueira da Foz, foi detido terça-feira, nos arredores da cidade, pela Polícia Judiciária, por suspeita do crime de tráfico de estupefacientes. Em causa está um indivíduo já com antecedentes criminais por crimes da mesma natureza.Com efeito, segundo apurámos, junto de fonte ligada à investigação, o suspeito foi julgado no ano passado e condenado a uma pena de prisão de cinco anos devido ao seu envolvimento, bem como de um conjunto de outros familiares, no tráfico de estupefacientes, no quadro de uma investigação desenvolvida pela Directoria do Centro da Polícia Judiciária (PJ). A pena, aplicada pelo Tribunal da Figueira da Foz, foi suspensa por cinco anos, mas de nada valeu, uma vez que depressa o traficante regressou ao “activo”.Significa que nos últimos tempos de tornou “notória” a actividade delituosa desenvolvida pelo suspeito, particularmente em alguns bairros sociais da Figueira da Foz, «locais onde habitualmente acorre elevado número de indivíduos toxicodependentes para se abastecerem», refere a PJ. E, tendo em conta estes «fortes indícios», os investigadores redobraram as suas atenções sobre a actividade desenvolvida pelo homem, confirmando que este estava de novo envolvido no tráfico de estupefacientes, representando um circuito já com «alguma dimensão» no “mercado” da Figueira da Foz.
Este tipo de situações só são possíveis coma “ajuda” da legislação aprovada por todos os partidos do sistema.
Se hoje sentimos insegurança nas nossas ruas, podemos agradecer ao BE, PCP, PS, PSD e CDS.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Denominador comum


Três jovens de 25, 23 e 16 anos, sem qualquer actividade profissional, foram detidos pela PSP de Coimbra após uma denúncia de que se encontravam a vender estupefacientes num parque de merendas existente nas traseiras da escola primária do Loreto, nesta cidade. Também por tráfico de droga a PSP deteve domingo, cerca das 10h30, na Rua Infantaria 23 (junto ao Estabelecimento Prisional de Coimbra), uma mulher de 30 anos residente em Ílhavo.
Efectivos do Destacamento Territorial da GNR da Lousã, em colaboração com militares do Destacamento de Intervenção e do Destacamento de Trânsito do Comando Territorial de Coimbra, detiveram em S. Gião, Oliveira do Hospital, um homem de 45 anos, australiano, residente em Lisboa, por posse de 32 gramas de heroína e 16,9 gramas de cocaína. Foram igualmente detidos dois jovens de 19 e 24 anos, um alemão e outro angolano, residentes em Oliveira do Hospital e Coimbra, respectivamente por suspeita de tráfico de droga.


Todos estes traficantes ficaram a aguardar julgamento em liberdade. É este o denominador comum no que toca à criminalidade. O crime compensa nesta república das bananas.

domingo, 29 de agosto de 2010

GNR perseguiu suspeito de furto entre Aveiro e o Bairro da Rosa


Indivíduo apoderou-se de uma viatura na zona de Aveiro, resistindo à perseguição das forças da GNR até ao Bairro da Rosa, onde conseguiu escapar às autoridades
A Brigada de Trânsito da GNR de Coimbra lançou-se ontem em perseguição a um suspeito de furto de um automóvel que levou as forças de segurança de Mamodeiro, Aveiro, até ao Bairro da Rosa, em Coimbra, local onde o alegado ladrão vive.
«O proprietário de um automóvel soube que a sua viatura estava a ser levada e informou-nos da direcção para onde seguia o carro», começou por explicar ao nosso jornal uma fonte da Brigada de Trânsito da GNR de Coimbra. O alerta foi dado por volta das 8h00.
«Fomos atrás do suspeito e tentámos que parasse, mas não parou. A perseguição foi feita pela auto-estrada, tendo o indivíduo estacionado apenas em Coimbra, no Bairro da Rosa», acrescentou a mesma fonte.
No problemático local, o suspeito conseguiu despistar as forças de segurança. «O indivíduo, que parou ao pé do que acreditamos ser a sua residência, acabou por conseguir fugir, mas nesta altura já teremos a indicação de quem será», contextualizou o elemento da Brigada de Trânsito da GNR de Coimbra.
O automóvel furtado ficou, contudo, no Bairro da Rosa. «Recuperámos a viatura e reparámos que havia também, no interior, material de outros furtos, nomeadamente bastantes quilos de fruta e legumes, que pensamos terem sido furtados de um mercado de Palhaça (concelho de Oliveira do Bairro)», afirmou o responsável. A GNR recuperou também algumas botijas de gás, estando a investigar a proveniência do material.
Os moradores do Bairro da Rosa tiveram o cuidado de recordar ao Diário de Coimbra que o local, apesar de ter «alguns problemas e de ser frequentado por algumas pessoas problemáticas, não é só feito de misérias», existindo no bairro cidadãos «honestos e empenhados em desenvolver a sociedade».
A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” do multiculturalismo que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos…é altura de dizer BASTA!

FONTE

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

“Racista e maluca”


A criminalidade e a imigração descontrolada andam de mãos dadas, é já um lugar-comum sermos confrontados com notícias de crimes perpetrados por imigrantes. Pese embora o facto de na esmagadora maioria das vezes os jornais o tentarem ocultar, pelo modus operandi ou por outro pormenor que os jornalistas deixam escapar, facilmente concluímos que palavras como “jovens” significam estrangeiro.
O clima de impunidade de que gozam os imigrantes é patente e a descriminação também.
Ainda ontem a claque do Braga, provavelmente por factos devidamente justificados teve direito a uma carga policial, no entanto no dia anterior, um grupo de “jovens” invadiu uma esquadra de polícia chegando mesmo a agredir agentes e foram tratados com todas as mordomias.
Mas em Coimbra os “direitos” dos criminosos estrangeiros subiram mais um degrau. Por impedir um assalto, uma comerciante foi apelidada de racista e de maluca.
Leia aqui a noticia na integra. Tire as suas conclusões, nós os nacionalistas já tiramos as nossas. Temos sido os únicos a denunciar a ligação entre a imigração descontrolada e a criminalidade, por isso mesmo alguns de nós já pagaram com a prisão a ousadia de o constatar. Somos os únicos a exigir controlo na imigração e a expulsão de quem não sabe viver segundo as nossas leis. É tempo dos portugueses juntarem a sua voz à nossa, porque PORTUGAL É DOS PORTUGUESES.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Baixa de Coimbra regista menos crimes e mais visitantes





P'ra mentira ser segura
e atingir profundidade,
tem que trazer à mistura
qualquer coisa de verdade.




Secretária de Estado da Administração Interna garante que o sistema de videovigilância permitiu reduzir de 15 a 20 por cento o volume de crimes. Comerciantes andam “mais seguros e satisfeitos”.
Se por um lado nos congratulamos com o aumento de visitantes, não podemos deixar de criticar mais este embuste do sistema. Sabemos quanto importante é a segurança na baixa, mas não enfiamos a cabeça no buraco, nem tentamos esconder o sol com uma peneira. A baixa de Coimbra continua a ser um local inseguro, como ou sem videovigilância. Os criminosos pouco se importam de aparecer nos ecrãs de televisão, pouco se importam mesmo de ser detidos, eles sabem que rapidamente ficam à solta graças à legislação em vigor.
O problema da baixa resolve-se com mais policiamento, gastos que o sistema não quer ter e com lei que sejam realmente dissuasoras do crime. Só os nacionalistas têm soluções para combater a criminalidade, portanto larguem as falácias do sistema e juntem-se a nós. Porque só o nacionalismo é solução.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Mais apreensões de droga no Distrito


Empresário de origem holandesa, radicado em Cepos Arganil, seria o primeiro responsável pela produção, contando com o apoio de um empregado, de origem polaca.
O nosso país é um paraíso para esta gente oriunda de países onde a droga foi liberalizada. Aproveitam para fazer negócio e estão muitas vezes por trás dos grupos de esquerdo que reclamam a legalização.
Estes criminosos vão aguardar julgamento em liberdade. É mais um incentivo a este tipo de crimes e um convite para que fujam para os respectivos países. Com este tipo de justiça o tráfico e consumo de droga tende certamente a aumentar.
Sintomático é a ligação de estrangeiros ao tráfico de droga. Num país com controlo fronteiriço este flagelo seria certamente melhor combatido.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Oliveira do Hospital na lista negra da produção de droga


Em Nogueira do Cravo e Seixo da Beira foram detectadas duas plantações e apreendidos 130 pés de cannabis
O Destacamento Territorial da GNR da Lousã protagonizou mais uma apreensão de plantas de cannabis, algumas das quais com mais de dois metros e meio de altura. Aconteceu em Nogueira do Cravo e também em Seixo da Beira, no concelho de Oliveira do Hospital, informa o Diário de Coimbra.
Pela medida de coação aplicada a um dos criminosos, vemos quão branda talvez até permissiva é a nossa justiça, no que toca ao tráfico de droga.
Penas mais duras para os traficantes e intervenção eficaz no que toca aos consumidores são as únicas alternativas para combater o flagelo da droga.
Infelizmente o sistema segue neste caso as directivas da esquerda, que advoga a liberalização do consumo, pois só em mentes alienadas pode fazer passar as suas mensagens.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Um Hotel de cinco estrelas



Os quase 420 reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra podem vestir-se de acordo com a sua escolha e deixar a farda dobrada a um canto. Mas isto pode perturbar o esquema de segurança, pois, de acordo com várias fontes contactadas pelo DN, agora é muito mais difícil distinguir os reclusos das outras pessoas que frequentam a cadeia, quer nas visitas quer em afazeres profissionais. As novas tendências no vestuário podem facilitar tentativas de fuga, uma vez que, numa situação dessas, ninguém os reconhecerá mal cheguem ao exterior.
O economicismo, a falta de coragem para contrariar quem deve sentir a mão pesada do castigo, as pressões das associações protectoras dos criminosos e o igualitarismo estúpido do sistema, põem em causa a segurança da cadeia e facilitam fugas.
Já não bastava o clima de impunidade que gozam os criminosos, agora o sistema quer transformar as cadeias em hotéis de cinco estrelas

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Justiça popular?


Um homem, de 30 anos, foi sábado ao final da tarde agredido por populares na zona da Aveleira, por, alegadamente, andar a atear fogos florestais. Ao que o Diário de Coimbra apurou, o indivíduo será responsável por quatro focos de incêndio que deflagraram naquela zona, entre a localidade de Aveleira, concelho de Penacova, e Carapinheira da Serra, já no concelho de Coimbra. O homem deslocava-se a pé e terá sido apanhado pelos populares.
Os populares limitaram-se a exercer o direito natural à legítima defesa, justificado perante uma ameaça eminente ao seu património.
Se algum excesso existiu a culpa deve ser assacada ao sistema, que não combatendo a criminalidade, não colocando na cadeia os incendiários e outros criminosos, cria sentimentos de revolta que só podem a breve prazo resultar em ainda maiores excessos
Este sistema exige dos cidadãos uma passividade perante o crime que cada vez mais alastra pelas nossas cidades, vilas e campos e quem sabe mesmo alguma colaboração quando o crime é perpetrado pelos boys de colarinho branco.

domingo, 6 de junho de 2010

Assaltos em Cantanhede


Meliantes partiram a porta de vidro da empresa Lisete Simões – Serviços e Limpezas e “limparam”, do escritório, mais de dois mil euros e quatro telemóveis.
Os amigos do alheio voltaram à cidade de Cantanhede, e, desta vez, escolheram o Centro Comercial Rossio, na Praça Marquês de Marialva, e a empresa de serviços e limpezas de Lisete Simões, provavelmente por saberem que esta empresa será a única no centro comercial dotada de um escritório e susceptível de guardar dinheiro.
Se os larápios assim pensaram, acertaram “na mouche” e não terão demorado mais que escassos minutos até consumarem o assalto, que terá ocorrido entre a meia-noite e as 7h00 da madrugada de ontem.
Os mesmos meliantes que assaltaram a Lisete Simões – Serviços de Limpeza, depois de “limparem” o escritório desta empresa, desceram à garagem subterrânea do Centro Comercial Rossio com o fim de furtarem um veículo para uma fuga rápida.
A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.
Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.
O PNR propõe-se:
• Modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais.
• Revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários.
• Colocar em prática uma política de prevenção dos crimes e delitos, através da inversão dos fluxos migratórios, do reforço da célula familiar, e da educação cívica nas escolas.
• Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.
• Promover a utilização das polícias municipais para o combate ao crime localizado.
• Reestruturar o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil.
• Reestruturar a PSP e a GNR.

sábado, 5 de junho de 2010

Imigração e criminalidade


Três indivíduos foram constituídos arguidos após uma busca efectuada a uma residência e a uma empresa de sucata. Dois dos arguidos já estavam sob investigação há algum tempo.
A GNR apreendeu, na Lousã, 1400 quilos de fio de cobre furtado, bem como diversos materiais utilizados no furto. Segundo o comandante Armando Videira, do destacamento territorial da GNR, na Lousã, a apreensão decorreu no «cumprimento de um mandato de busca à residência de dois indivíduos de nacionalidade lituana» e a uma empresa de reciclagem de sucata, de um outro indivíduo, português, residente na freguesia de Serpins.
A criminalidade no nosso país aumentou bastante com a política de portas escancaradas. Com efeito 25% dos praticados em Portugal são da autoria de imigrantes e estes são responsáreis por 40% do crime violento, para já não falar do efeito de cópia que fazem nos criminosos portugueses.
Portugal é cada vez uma porta escancarada por onde entra a criminalidade que ruma à Europa. Para parar esta criminalidade são necessárias medidas restritivas da imigração, o que não convém ao sistema sedento como está de mão-de-obra barata.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Mais casos pontuais


Mais casos pontuais cada vez mais violentos e mais pontuais.
O país esta a saque, conduzido por políticos da sucata.
Portugal está à beira do caos económico, social e político, fruto das políticas antinacionais praticadas pelos sucessivos governos e demais detentores do poder. Importa cada vez mais, elevar uma voz de protesto e indignação contra o estado de coisas a que nos conduziram. Todos os patriotas estão assim convidados a participar na manifestação que terá lugar no dia 10 pelas 16horas no Largo do Rato em Lisboa.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O PNR apoia os Polícias contra os ladrões


O PNR, novamente solidariza-se com os Polícias e apoia a manifestação que hoje (27 de Maio) terá lugar em Lisboa, não podendo tolerar que se continue a desprezar o trabalho dos Agentes da Autoridade e a brincar com a sua situação cada vez mais fragilizada.

O PNR vê nas recentes declarações do Ministro da Administração Interna, Rui Pereira, no sentido de haver um aumento de 1,5% no vencimento dos Agentes, uma demagogia ofensiva que visa calar a classe e confundir a opinião pública atormentada pela actual crise.

A verdade é que o aumento anunciado pelo Ministro, não só não é na massa salarial, como representa apenas uns ridículos 11 euros que não cobrem a perda efectiva de 25 euros do ordenado em resultado no novo Estatuto que cada vez mais prejudica os polícias.

Como se não bastasse a falta de condições e meios que os Policias têm para o exercício do seu dever, além da desautorização e da perseguição de que são vítimas, a sua carreira é cada vez mais desprezada, desprotegida e mal paga.

O PNR não pode deixar de expressar o seu inequívoco apoio aos agentes, louvando neles a instituição policial contra as subversões politicamente correctas, vindas da classe política, que é a grande responsável pela desigualdade crescente entre os portugueses. Essa mesma classe política diz que dá um aumento aos polícias, mas com a outra mão continua a retirar-lhes qualidade de vida, e, por outro lado, diz que retira aos deputados 5% do seu ordenado, mas com a outra mão aumenta-lhes as ajudas de custo até 25%.

O PNR denuncia estas poucas-vergonhas e injustiças sociais, colocando-se ao lado dos polícias, contra os ladrões.


Comissão Política Nacional | 26 de Maio de 2009

sexta-feira, 14 de maio de 2010

MOGAV – Mostra de Ouro, Gastronomia e Artesanato de Vilamar



Crise, insegurança e falta de apoio da Câmara de Cantanhede, fazem com que o certame não se realize este ano.
Os benefícios do sistema fazem sentir os seus efeitos perniciosos, tão-somente nos pequenos e médios empresários.
Para o grande capital a crise não existe e segurança e apoios não faltam.
Este sistema embora o negue a sete pés esta refém das grandes empresas.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

IMIGRAÇÃO ARMA DO CAPITAL



Quando dizemos que a imigração só serve para enriquecer os empresários corruptos, para baixar salários e chantagear os trabalhadores autóctones, falamos com conhecimento de causa.
Esta triste realidade serve para rotular a imigração e a emigração, porque os portugueses que imigram também vão ser explorados e ajudar a exploração e muitas vezes como neste caso encher os bolsos dos corruptos.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Queima das Fitas – A coisa está preta


A organização da Queima das Fitas de Coimbra, porque mais preocupada em fazer grandes lucros, que depois não têm o devido retorno nas secções que em promover os músicos e a música portuguesa, colocou no seu cartaz os Buraca Som Sistema. Nada temos contra a música africano, quando produzida nos seus países de origem. Não aceitamos é que sub-produtos da cultura americano, sejam promovidos e apoiados pelo sistema em detrimento dos artistas portugueses e da musica portuguesa.
Sabemos que estas bandas alógenas colocam nas letras das suas músicas muito de racismo anti-branco e arrastam para os seus concertos muitos “jovens” dos bairros problemáticos da grande Lisboa, com os arrastões e a criminalidade subsequente.
Os sinais da invasão já se notam em Coimbra, com alguns acampamentos selvagens e a passagem de grupos com sinais claros de pertencerem a gangues organizados.
Os estudantes de Coimbra habituados a lidar com africanos que estão na cidade para estudarem, gente que não causa problemas, serão presa fácil de criminalidade organizada que na Quarta e Quinta-feira “visitará” a cidade.
Estaremos atentos a eventuais arrastões e outras manifestações racistas que por certo acompanharão esta “visita”.
Pelo sim pelo não tenham muito cuidado

segunda-feira, 10 de maio de 2010

BASTA DE CRIMINALIDADE



Assaltos em Tábua e apreensão de droga numa Rave em Mira. Mais benefícios da modernidade com que o sistema nos presenteia.
A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Assalto rendeu 2.500 euros



Seis mulheres, um homem e uma criança, de nacionalidade estrangeira, entraram ontem, por volta das 10H30, no Restaurante Califa para “beberem café”. Começaram por encomendar a Amadeu Gomes, proprietário, “sandes, refrigerantes, chocolates...”, para levarem. Tudo parecia normal, até ao momento em que duas das mulheres foram à cozinha. Naquele espaço estavam na banca as chaves do primeiro piso (casa do empresário) e um telemóvel. Conversa fiada, até que a mulher de Amadeu Gomes reparou que as chaves tinham desaparecido.
Tarde demais. Quando veio chamar o marido, já o grupo estava de partida numa viatura automóvel, cor “verde-garrafa”, descreveu Amadeu Gomes. Contudo, o dono do restaurante ainda conseguiu retirar 25 euros das mãos de uma das mulheres, porque depois de consumirem também queriam sair sem pagar. O grupo, elas com cerca de 30 anos, o homem com pouco mais de 20 e criança de oito anos, não saiu de mãos vazias. Depois de terem remexido a habitação de Amadeu Gomes, subtraíram pulseiras, anéis e relógios, num total de 2.500 euros, disse o empresário ao DIÁRIO AS BEIRAS.
Fonte policial referiu, por sua vez, que durante a manhã de ontem foi dado conhecimento, no posto da GNR de Montemor-o-Velho, um furto em Verride, num outro estabelecimento comercial, do qual foi furtada uma carteira, desconhecendo-se os valores.

Mais benefícios do multiculturalismo, da imigração descontrolada e do clima de impunidade com que o sistema premeia certos grupos étnicos.