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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Crise! Qual crise?


Os quatro maiores bancos privados a operar em Portugal tiveram, no seu conjunto, lucros de 760,7 milhões de euros no primeiro semestre deste ano.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Porreiro pá!



Os números impressionam. Em 2008, a paróquia de S. José em Coimbra prestava apoio a cerca de 400 famílias. Este ano, os pedidos de ajuda dispararam para quase o dobro.
Aqui há uns dias já outra instituição de caridade da cidade de Coimbra tinha revelado números muito preocupantes.
Portugal não estava preparado para a crise e como tal é dos países da Europa onde ela mais se faz sentir.
Mas sosseguem as hostes a crise é só para alguns, enquanto 20% da nossa população se encontra abaixo do limiar de pobreza, 25% da riqueza nacional está concentrada na mão de 100 famílias.
A partidocracia continua a fazer jus aos seus princípios isto é a promover cada vez mais desigualdade ou a tornar alguns poucos mais iguais que os outros.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

PNR critica empréstimo de 500 milhões a Angola


Comunicados

O Governo português concedeu um empréstimo de 500 milhões de euros a Angola para financiar projectos de infra-estruturas, avançou esta quinta-feira a rádio angolana RNA, não tendo havido até ao momento qualquer desmentido por parte de nenhum dos governos.

Angola é um dos países com maiores recursos naturais (petróleo, diamantes, etc.), não só em África mas em todo o Mundo, e tem um dos Chefes de Estado mais ricos do planeta. Ao mesmo tempo, diversas organizações e relatórios apontam aquele país como um dos mais corruptos da economia mundial.

Os negócios privados podem ser incentivados, a corrupção nunca, e muito menos delapidar o erário público à custa de quem trabalha, sobretudo numa altura em que o próprio governo justifica as suas más políticas com a crise económica.

Com o PNR os portugueses estarão sempre primeiro!

Comissão Política Nacional
14 de Junho de 2009

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Oliveira do Hospital Mais 56 trabalhadores das confecções foram para o desemprego


Fábrica de confecções Mundiveste ficou sem encomendas, mas assim que conseguir novos trabalhos pretende voltar a readmitir os funcionários que agora foram para o fundo de desemprego.
Fruto da crise ou por escandaloso aproveitamento, sucedem-se as fabricas a fechar.
Para as pequenas e médias empresas o governo e o sistema não apresentam soluções nem injectam capital para as salvar.
Uma coisa sabemos de fonte segura alguém anda a lucrar com a crise, o grande capital, que vai poder trabalhar novos mercados e os lacaios que mete nos governos.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Crise! Qual crise?


Os lucros do BCP dispararam 625 por cento para os 106,7 milhões de euros nos primeiros três meses do ano. O valor é muito acima do previsto pelos analistas e contrasta com os 14,7 milhões apurados no trimestre homólogo.

terça-feira, 5 de maio de 2009

TOCHA – AGRICULTORES MANIFESTARAM-SE JUNTO DA LACTICOOP/LACTOGAL


Cerca de 100 agricultores manifestaram-se ontem, na Tocha, solicitando o aumento do preço do leite na produção e não novas descidas, como se tem vindo a verificar nos últimos tempos.

Enquanto os preços ao consumidor não reflectem as descidas do preço no produtor, algum intermediário anda a enriquecer com o negócio do leite.
O sistema tudo faz para acabar com a nossa agricultura, é a politica da subsidio dependência, Bruxelas paga para nós consumirmos e vamos cada vez mais ficando reféns.
Por isso temos de dizer basta porque esta Europa que nos querem impingir não nos serve.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Pior que um cego ...


A Autoridade da Concorrência diz que não encontrou sinais de cartelização na formação dos preços dos combustíveis, no relatório sobre o sector que é hoje entregue na Assembleia da República.
O sistema protege-se a si mesmo é mais que natural e as conclusões da Autoridade da Concorrência, são mais uma prova desse facto.
Os portugueses sentem que algo corre mal no que toca aos combustíveis. Quando o crude baixa os preços demoram a actualizar-se, quando a matéria-prima sobe a subida é imediata. Depois num mercado de livre concorrência seria de esperar preços diferentes de venda, tal não acontece o que claramente indicia que existe uma politica de seguidismo nos preços. A Autoridade da Concorrência não vê ou não quer ver, mas todos nós sabemos e sentimos no nosso bolso a negociata montada pelas petrolíferas.

sábado, 18 de abril de 2009

SÓ NACIONALIMO É SOLUÇÃO


Por falta de encomendas, os 150 trabalhadores da HBC Confecções gozam férias até ao final do mês.
O drama do desemprego volta a assombrar o sector das confecções no concelho de Oliveira do Hospital. Depois de no início do ano, a Jammo confecções ter lançado para o desemprego cerca de seis dezenas de trabalhadores, é agora a vizinha HBC Confecções que dá sinais de fragilidade, alargando o período de férias inicialmente de duas semanas, até ao final do mês, por falta de encomendas. Os trabalhadores têm o salário de Março em atraso.

Umas vezes por oportunismo de patrões corruptos outras vezes por falta de ajuda estatal, o cenário do encerramento de empresas e a nefasta consequência do desemprego e dos salários em atraso, são cada dia que passa mais sombrios.
O sistema não encontra soluções para o problema, porque ele mesmo faz parte do problema. A crise é económica, financeira mas também de valores e cultura.
Só um novo paradigma uma nova ordem, baseada em valores ancestrais, empenhada numa verdadeira justiça social, pode fazer face a crise e ao agravar da crise que se avizinha.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Crise! Qual crise?


Os seis administradores que compõem a Comissão Executiva da Galp Energia ganharam em 2008 mais de quatro milhões de euros (2,9 milhões em remunerações fixas e 1,1 milhões em variáveis).

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Porreiro pá!


Em Soure, no distrito de Coimbra, foi declarada a insolvência da fábrica de balhas Fapsur, lançando 60 trabalhadores no desemprego.
A falta de encomendas e as dívidas que ascendem a largos milhares de euros ditaram o encerramento desta empresa do sector têxtil.
No distrito de Coimbra e em todo o Portugal as noticias principais ou falam de desemprego ou de criminalidade. Os Novos Senhores do Templo não sofrem no entanto as agruras destes dos flagelos, porque bem defendidos pelo sistema nem sequer são beliscados pela crise que criaram e que nos tentam fazer pagar e impingir.
É tempo de mudar de rumo.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Conimbrigel fecha as portas


Se um dia neste blogue não se fala de criminalidade é porque a noticia é mais desemprego e mais uma empresa a fechar.
De facto estes dois assuntos já são um lugar comum no Distrito de Coimbra. O sistema não tem soluções para os dois porque o sistema faz +parte do problema.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Quatro fábricas em risco na freguesia de Côja?


Quatro fábricas, em Côja, designadamente a Euromadeira, Cerâmica Carriça, Cerâmica Progresso e Cerarpa, correm o risco de encerrar .
Fruto da crise financeira económica mas também social, não param de fechar portas empresas e muita outras estão em risco.
Sabemos que muito empresário corrupto, está a aproveitar a crise para encerrar aqui e abrir de novo alguns metros mais abaixo. Mas também sabemos que no que toca ao grande capital às grandes empresas, o governo e o sistema tiveram o cuidado de investigar para depois apoiar e viabilizar a sua continuação. Não vemos o mesmo tratamento ser dado a unidades mais pequenas, o que demonstra mais uma vez, que neste Portugal de Abril uns são mais iguais que outros.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Fazer nossa a causa do povo


«Um dia os operários viverão como hoje os burgueses mas sobre eles viverá a casta superior; esta será mais pobre e mais simples mas possuirá o poder».


A empresa de confecções IRSIL, de Oliveira do Hospital, com 300 trabalhadores, tem a laboração suspensa desde quinta-feira, prolongando-se a paragem até 14 de Abril, «por falta de encomendas», confirmou esta terça-feira o gestor da unidade, Carlos Silva, citado pela agência Lusa.
Segundo este responsável, é habitual fazer todos os anos uma paragem por esta altura, que «serve para compensar as horas a mais que os trabalhadores fizeram durante os picos de produção», no entanto, este ano o tempo de suspensão da laboração é superior (mais duas semanas), porque e empresa está «com falta de encomendas».
A crise do mundialismo está ser paga pelos trabalhadores e pelos pequenos e médios empresários, no final os grandes impérios apesar de tremerem ficarão de pé, e com a vida facilitada pois eliminarão concorrência. Esta crise vai beneficiar o grande capital, para quem os olhos e os bolsos do sistema estão voltados.
Só uma Nova Ordem, baseada na submissão do capital ao trabalho, trará por fim a justiça social.

terça-feira, 24 de março de 2009

Os ricos que paguem a crise


Há três semanas que os cerca de 60 trabalhadores da fábrica de têxteis Fapsur, localizada na freguesia de Samuel, Soure, aguardam que os patrões apareçam. Não receberam metade do salário de Fevereiro e temem pelo de Março. Entretanto, a administração pediu a insolvência da unidade e foram cortados a electricidade e as telecomunicações. Mergulhada na crise, a empresa deve vários milhões de euros aos credores, o principal dos quais é o Estado.
Já se tornou um lugar comum, vermos noticias deste género. Se por um lado o Estado está mais interessado em ajudar o capital improdutivo e usurário e pouco se importa com as pequenas e medias empresas, também não é menos verdade que muitos empresários corruptos estão a utilizar e a servir-se da crise para fechar empresas, que vão abrir noutra esquina, agora livre de dividas que muitas vezes eles próprios criaram, devido a gestão danosa.
No meio disto tudo quem sofre, quem passa fome são os empregados. Os trabalhadores é que estão pagar a crise, é este o socialismo do governo é esta justiça social do sistema.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Crise! Qual crise?


Apesar da crise, os cinco maiores bancos portugueses (CGD, BCP, BES, BPI e Santander Totta) conseguiram lucrar ao todo 1.731 milhões de euros, o que representa um ganho de 4,7 milhões de euros por dia.

Esta quinta-feira foram revelados os resultados da Caixa Geral, em que os lucros caíram 46,4% para os 459 milhões de euros.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Coimbra – Desemprego e salários em atraso


As funcionárias em regime de lay-off da empresa textil USID, com sede na Ladeira da Paula, só hoje devem receber o ordenado relativo ao mês de Janeiro.
A crise parece estar para durar e só para alguns. Enquanto o governo e o sistema ajudam o grande capital e sobretudo o capital usurário. Muitas pequenas e médias empresas encerram as portas mandando para o desemprego milhares de trabalhadores.
Para o sistema é preferível pagar subsídios a manter as empresas a laborar.
A solução para o problema não é difícil. Em primeiro lugar todas estas empresas que fecham devem ser investigadas. Se se provar alguma culpa na sua administração, as empreses devem ser entregues aos trabalhadores porque eles saberão conduzi-las a bom porto. Caso contrario o governo devia criar incentivos para a recuperação da empresa.
Mas o governo e muito dos seus parceiros só têm olhos para quem é no fundo o principal culpado da crise. Nós não duvidamos que os lobbys financeiros são quem comandam o barco, embora tenham sempre ao lema uma marioneta.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Fábrica comprada por 1 euro resiste à crise


A fábrica de confecções de Arcos de Valdevez, que uma trabalhadora comprou há quatro anos por um euro após uma tentativa frustrada de deslocalização, resiste à crise internacional e até já aumentou o número de operárias.
Um exemplo que devia ser aplicada na esmagadora maioria das empresas que a coberto da crise pretendem fechar as portas ou deslocalizar. Se o burguês que dirige a fabrica não tem condições para que ela continue a funcionar,
entreguem-na as trabalhadores eles saberão dar continuidade e viabilidade ao sítio onde ganham o seu pão.
A crise foi provocada pelo sistema, mas o sistema pretende que os trabalhadores paguem a crise. Que em cada empresa em cada fábrica que pretendem fechar, se adopte o mesmo sistema. Piquetes à porta e nem uma caneta deve sair.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Cinco mil postos de trabalho em risco no sector das confecções


Quarenta empresários reuniram ontem em Oliveira do Hospital e pedem medidas de apoio a uma indústria que, segundo dizem, continua a ser a «maior do país». Representante das confecções garante que uma das saídas para esta crise é comprar “português”.
São ainda os principais empregadores da região e reuniram ontem de «emergência» em Oliveira do Hospital para consertar estratégias, face à quebra de encomendas que está a atingir o sector das confecções. Ao todo representam cinco mil postos de trabalho, sendo que só o concelho de Oliveira tem cerca de dois mil trabalhadores dependentes desta indústria. Confrontados com uma quebra acentuada das encomendas para os próximos meses, estes empresários solicitaram uma reunião com a associação representativa do sector – a ANIVEC Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecções – com o objectivo de fazerem sentir ao Governo a crise que atinge, segundo os próprios industriais, de forma grave, o sector do vestuário e confecções, e exigirem algumas medidas de apoio.
Da reunião de ontem saiu um conjunto de reivindicações que os empresários reputam de justas para um sector que continua a ser responsável por uma parte significativa das exportações e que emprega em todo o país mais de 150 mil pessoas. «Portugal é conhecido por fazer confecções e por fazer as melhores confecções do mundo, não é conhecido por fazer automóveis», considera o presidente da ANIVEC, Orlando Lopes da Cunha, que ontem acusou directamente a Comissão Europeia de ter uma grande quota de responsabilidade nesta crise ao ceder ao «lobbie poderosíssimo» das «grandes marcas internacionais», deixando que a livre circulação de mercadorias se faça «sem regras». Orlando Cunha garante que os empresários portugueses não têm medo da competição, nem dos chine-ses, desde que essa competição se faça com as mesmas regras para todos. «A Europa está transformada num imenso ringue de boxe em que uns lutam com luvas de boxe e outros podem jogar com os pés, com as mãos, em que vale tudo», comparou o representante dos industriais, que prefere ser rotulado de «proteccionista» do que ser «coveiro» de todo um sector, que no seu entender, é um dos pilares da economia real do país.

“Pacote” de medidas
Apreensivos relativamente ao futuro, os empresários pedem assim ao Governo que crie também medidas excepcionais de apoio a esta actividade, tais como a redução das contribuições para a Segurança Social. «Isto está-se a passar em todo o mundo, ainda que por um período limitado de tempo, é preferível ter as pessoas razoavelmente empregadas, do que no desemprego, é uma questão de bom senso», afiançou, defendendo ainda um conjunto mais alargado de apoios, que vão desde a alteração do critério de pagamento do IVA às empresas, à revisão do conceito de PME – com o objectivo destas empresas poderem ter também acesso às linhas de financiamento disponibilizadas para as micro e pequenas empresas – à questão do lay off sem custos para as empresas, isto é, as fábricas poderem flexibilizar o tempo de trabalho de acordo com as encomendas, uma vez que algumas estão em risco de não ter trabalho e de ter de assumir os encargos com os trabalhadores.
Os empresários pedem ao Governo que apoie com formação esse «excedente» de horas para os trabalhadores, assim como pedem também que os despedimentos por mútuo acordo possam ser feitos de forma ao trabalhador poder ter acesso ao fundo de desemprego. “Mão menos pesada” das Finanças e da Segurança Social na cobrança das dívidas é o que estes industriais apelam também à tutela, numa altura em que o cerco se aperta sobretudo para os gerentes, que não compreendem que no fim ainda possam ter processos crime.
«Alguma coisa está mal para ninguém querer ser empresário, os nossos filhos não querem dar continuidade a isto, nós andamos a educá-los para depois irem para Lisboa para um emprego do Estado, isto não pode acontecer», lamenta o dirigente da Associação que apontou entretanto algumas medidas de fundo para combater esta crise. Primeiro, consciencializar o povo de que tem de consumir português. «É importante comprar português para a sobrevivência do tecido empresarial nacional», referiu considerando igualmente imperioso o combate a uma globalização «criminosa» e «apressada» que esteve na origem de todos estes problemas e que está a levar não só esta indústria, mas este sector em particular, ao «desespero».

FONTE

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Salários na UE



Embora a imagem se faça unicamente referencia a Sócrates, estamos plenamente convictos que o atraso a que Portugal chegou se deve também a colaboração dos outros partidos do sistema.