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terça-feira, 3 de março de 2009

República das bananas


Um total de 20 aquecedores foi comprado pela Associação de Pais da EB 2/3 de Cantanhede. Medida surgiu para combater o frio a que os alunos estavam sujeitos na sala de aula.
Se acrescentarmos a isto, que nalgumas escolas do concelho são as Associações da Pais que garatem a presença de uma auxiliar de educação e o facto de muitas dessas escola precisarem de obras urgentes, podemos concluir que para Magalhães e Campos de Golfe existe dinheiro, para coisas bem mais importantes não.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Os sindicatos do sistema


Interlocutores oficiais do governo e representantes oficiais dos trabalhadores, os sindicatos negociam oficialmente as leis anti operárias e assinam os documentos oficiais que impõem, com a força do Estado, a lógica do capital (a lógica de rentabilidade) às condições de vida dos trabalhadores. O sindicato funciona em termos de economia nacional, subordinando-se à lógica do sistema capitalista. E se essa lógica exige mais sacrifícios, cabe aos sindicatos defendê-los perante os trabalhadores, em nome de um "realismo" que consiste apenas em considerar a crise económica como um "evento natural" – como um terramoto ou uma onda de frio – e o capitalismo como um fenómeno eterno da natureza.
Desviar as lutas para impasses de “folclore”, isolando-as localmente; impossibilitar a unificação das lutas; canalizar a combatividade para acções ineficazes e desmoralizantes; enfraquecer a solidariedade de classe... Os sindicatos, no mundo inteiro, usaram esses estratagemas para molhar a pólvora social e sabotar as lutas. Exemplos não faltam.
É o povo, são os trabalhadores que hão-de encarregar-se de apoiar e vigorizar a vida portuguesa, pois a maior garantia do trabalho, da prosperidade e da vida digna das massas radica na força económica, moral e material da Pátria.
Alguns sindicatos já tinham roído a corda já tinha atraiçoado a luta, depois e a levados a reboque pelos professores, lá foram entrando no combate, mais por oportunismo politico que por vontade própria. Posteriormente tentaram mesmo aniquilar os movimentos de professores, na discussão que ficou celebre sobre que manifestação apoiar.
Os movimentos independentes, porque não sujeitos á correia de transmissão de certos partidos, acabaram por chegar a um acordo, pensando na unidade. Mas a facada pelas costas não se fez esperar agora dão o dito por não dito. Mais uma vez toda a reivindicação, toda a luta contra as reformas xuxialistas se começa a fazer fora dos sindicatos, é bom que os professores vão aprendendo a lição e isolando quem não sabe defender a classe.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Escândalo NO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO


Comentários? Para quê?


E VIVA PORTUGAL.


Isto é uma sem vergonha!!!

Deputados a prof. titular

Os deputados do PS estão contra os professores, mas querem ser titulares sem
porem os pés na escola.

Que pouca VERGONHA!!!!!!
Retirado da Ordem Trabalhos hoje ME / Plataforma:
Ponto 8.


Acesso à categoria de Professor Titular para os Professores
em exercício de funções ou actividades de interesse público,
designadamente, enquanto Deputados à Assembleia da República e ao
Parlamento Europeu, Autarcas, Dirigentes da Administração Pública,
Dirigentes de Associações Sindicais e Profissionais.
Agora é que não percebo nada!
Mas agora já se pode 'atingir o topo'... mesmo estando 'fora' da escola?
Todas as mudanças que o ME quis fazer não foi para acabar com 'isso'?
Não ia ser titular apenas quem provasse, 'no terreno', a sua excelência?
Dizem uma coisa, fazem outra... a toda a hora!
Depois de se terem 'esquecido' dos que antes estiveram nessas funções,
no primeiro concurso....: mais um concurso extraordinário? ou só conta
daqui para a frente, e os «tristes» que ficaram para trás?
Tem que ser o tribunal a dar-lhes razão?
O novo 4º escalão será, provavelmente, para os
'Professores-titulares-avaliadores'.
Deste modo, cria um 'estatuto' diferente para quem é avaliador e foge
às incompatibilidades de avaliador e avaliado concorrerem às mesmas
cotas.
Quantos chegaram a titular por haver uma vaga na escola e não ter mais
ninguém a concorrer, no entanto escolas houve em que colegas com quase
o dobro dos pontos não acederam a PT porque não havia vaga, e com isto
só quero dizer e afirmar da injustiça desta peça, monstruosamente
montada e maquiavelicamente posta em prática que é a dos professores
titulares.
Esta proposta do PM é inaceitável?!!!!!
Espero que professores e sindicatos estejam bem conscientes desta
proposta que é verdadeiramente ofensiva, para não dizer outra coisa!
Tenhamos dignidade e não nos deixemos vender.
Esta é das respostas mais repugnantes jamais feitas por um governo.
Oferecem tachos a sindicalistas, boys e girls das direcções gerais dos
vários ministérios, há uma tentativa de oferecer aos professores
avaliadores um 'acesso' ao 4º escalão de titular.
*Chegamos ao limite da indecência e a resposta só pode ser uma*:
revisão do ECD, anulação da divisão da carreira e combate total a esta
avaliação.

DEVEMOS OBRIGAR OS SINDICATOS A REJEITAR LIMINARMENTE ESTAS PROPOSTAS!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A ministra quer o ensino português igual ao finlandês?



A ministra quer o ensino português igual ao finlandês?
Nós também!!
É só corrigir estes pequenos pormenores...

"À atenção Senhora Ministra da Educação"

A propósito do sistema de Ensino da Finlândia, veja, Senhora Ministra, se consegue perceber as 9 diferenças:

1. Na Finlândia as turmas têm 12 alunos;

2. Na Finlândia há auxiliares de accção educativa acompanhando constantemente os professores e educandos;

3. Na Finlândia, os pais são estimulados a educar as crianças no intuito de respeitarem a Escola e os Professores;

4. Na Filândia os professores têm tempo para preparar aulas e são profissionais altamente respeitados.

5. Na Finlândia as aulas terminam às 3 da tarde e os alunos vão para
casa brincar, estudar, usufruir do seu tempo livre;

6. Na Finlândia o ensino é totalmente gratuito inclusivamente os LIVROS, CADERNOS E OUTRO MATERIAL ESCOLAR;

7. Na Finlândia todas as turmas QUE TÊM ALUNOS com necessidades educativas especiais, têm na sala de aula um professor especializado a acompanhar o aluno que necessita de apoio;

8 . Na Finlândia não há professores avaliadores, professores avaliados nem Inspectores.!!!!!

9. Na Finlândia não há professores de primeira e de segunda;


Conseguiu perceber as diferenças???

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Avaliação dos professores


É isto que o governo quer? Mas a culpa não é só deste governo é de todo o sistema que teima em transformar a escola num imenso recreio. Não é por nada mas mais uma vez neste particular os nacionalistas avisaram, infelizmente o tempo e os factos acabaram por nos dar razão.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Gato escondido ….


Este governo é perito em atirar areia para os olhos aos portugueses. Para além das comissões de estudo que não são mais que funcionários ao serviço do PS e que tanto mal tem feito à saúde, segurança e educação dos portugueses, o PS entrou em desvario total na tentativa de tornar a ter uma maioria absoluta.
Na semana passada as páginas dos Jornais encheram-se com a notícia que a OCDE tinha elogiado a politica deste governo relativamente ás “reformas” implementadas no primeiro ciclo do ensino básico. O primeiro-ministro tão dado a folclores mediáticos e a festivais de corta fitas, fez um elogio público à ministra da tutela, largamente difundido pelos media.
Agora veio a publico que o “estudo” tinha sido encomendado a peritos internacionais independentes, liderada pelo Prof. Peter Matthews. A avaliação que realizaram em Portugal segue de perto a metodologia e abordagem que a OCDE tem utilizado para avaliar as políticas educativas em muitos países-membros ao longo dos anos."
As fontes documentais são quase todas dos organismos do ME. Os 4 peritos portugueses consultados são todos próximos ou militantes do PS. O Relatório baseou-se num relatório prévio feito pelo Ministério da Educação. E os 7 municípios ouvidos são todos do PS menos um que é do Major Valentim Loureiro, um independente que gosta de elogiar a ministra da educação e que tem em comum com José Sócrates a mania de oferecer eletrodomesticos. Ora digam lá: por maior que sejam os curricula vitae dos autores do Relatório e por maior consideração que tenhamos (e eu tenho) para com o percurso académico dos 4 peritos nacionais consultados (João Formosinho, Isabel Alçada, Rosa Martins e Lucília Salgado), que credibilidade é que este Relatório pode merecer?
Nota: os municípios ouvidos foram: Guimarães (PS); Santo Tirso (PS); Amadora (PS); Ourique (PS); Lisboa (PS); Portimão (PS); Gondomar (Independente). Podemos afirmar, sem estarmos enganados, que Valentim Loureiro é o mais socialista de todos os independentes. Não deixa passar uma oportunidade para elogiar José Sócrates e a Ministra da educação.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Educação: Docentes vão pedir dissolução da AR a Cavaco Silva


O Movimento de Mobilização e Unidade dos Professores (MUP) vai pedir ao Presidente da República (PR) que dissolva o Parlamento, como forma de derrotar as «políticas destrutivas do Governo e salvar o ensino em Portugal».
Segundo a edição desta quarta-feira do Diário de Notícias, o pedido deverá ser apresentado no sábado, na concentração em frente ao Palácio de Belém.
«Penso que o Presidente não só não fez nada, como o seu silêncio é demasiado tácito, corroborando todas as medidas do Governo», afirmou ao DN Ilídio Trindade, porta-voz do MUP, sublinhando que esta hipótese ainda não foi colocada aos outros movimentos independentes, nem tão pouco aos sindicatos.
O que ainda faz com que o MUP pondere este pedido é o facto de essa eventual demissão do Governo poder, na opinião de Ilídio Trindade, ainda vir a beneficiar o próprio Executivo, alcançando uma maioria absoluta em eleições antecipadas.
«O problema é demasiado grave e não tem a ver apenas com os professores. O que está em causa é o ensino em Portugal e a Assembleia da República já foi dissolvida por menos», acrescenta o líder do MUP, afirmando que, entre professores, já circulam expressões do tipo: «vota à direita ou à esquerda, mas não votes PS».

FONTE

sábado, 17 de janeiro de 2009

Como é que alguém ainda vota nesta gente?


QUEM não se sente não é filho de boa gente!

"admito que perdi os professores, mas ganhei a opinião pública" (Maria
de Lurdes Rodrigues, Junho/2006)


"vocês [deputados do PS] estão a dar ouvidos a esses professorzecos"
(Valter Lemos, Assembleia da República, 24/01/2008)


"caso haja grande número de professores a abandonar o ensino, sempre
se poderiam recrutar novos no Brasil" (Jorge Pedreira, Novembro/2008)


"quando se dá uma bolacha a um rato, ele a seguir quer um copo de
leite!" (Jorge Pedreira, Auditório da Estalagem do Sado, 16/11/2008)


"[os professores são] arruaceiros, covardes, são como o esparguete
(depois de esticados, partem), só são valentes quando estão em
grupo!" (Margarida Moreira - DREN, Viana do Castelo, 28/11/2008)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

NOVAS OPORTUNIDADES


Os alunos de um curso profissional da Escola Secundária de Soure estão indignados por não terem professor a uma disciplina desde o início do ano lectivo, em Setembro. Queixam-se de que já no ano passado só tiveram aulas de Práticas de Electromecânica no 3º período e receiam que agora "aconteça o mesmo".
A turma é constituída por 12 alunos, com idades entre os 17 e 22 anos, que frequentam o último ano do Curso de Manutenção Industrial Electromecânica. "Se o professor chegar muito tarde e não conseguirmos dar todos os módulos ainda temos de voltar à escola no próximo ano. Um curso que deveria ser de três anos, fazemo-lo em quatro", lamentou ontem André Gonçalves, um dos estudantes. "Não estamos para fazer um 13º ano!", reclamou outro.
A vice-presidente do conselho executivo da escola, Natália Costa, garantiu que o professor chega até ao final desta semana. "Vão ser compensados. As horas vão ser todas dadas. Não precisam de um 13º ano", afirmou a responsável, acrescentando que estes estudantes irão ter aulas durante as interrupções lectivas.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Vítima de “bullying” reagiu e levou com um processo disciplinar


Uma aluna que durante vários meses terá sido vítima de “bullying” (termo inglês para actos repetidos de violência - física ou psicológica – com o objectivo de intimidar) por parte de uma colega de turma foi alvo de um processo disciplinar porque, a determinado momento, reagiu às agressões e provocações com um «empurrão». Tudo se passou na Escola do 1.o ciclo da Pedrulha, numa situação que culminou com a transferência da menina de nove anos para outra escola.
É esta a mensagem que o sistema quer fazer passar, por mais que te roubem, que te assaltem que atentem contra a tua dignidade, não podes reagir e o sistema nada vai resolver.
O sistema quer um rebanho ordeiro e calma que aceite de bom grado todas as medidas com que nos tem brindado.
É papel de um verdadeiro revolucionário não aceitar o sistema e lutar com todas as suas forças contra ele.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Privatização do ensino?


De acordo com a alínea e) do nº2 do artigo 74º da Constituição da República Portuguesa: na realização da política de ensino incumbe ao Estado estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino.
Mas até em relação às leis que criou o sistema faz tábua rasa.
Nos últimos três anos, as transferências do Estado para as instituições de ensino superior têm vindo a diminuir e já não chegam para cobrir as despesas correntes. Às universidades e politécnicos públicos é-lhes pedido que recorram às receitas próprias para pagar despesas que, até há dois anos, eram da responsabilidade do Estado.
As receitas próprias sabemos nós muito bem quais são. Chama-se propinas e têm pesado cada vez mais na bolsa das famílias que têm filhos a estudar no ensino superior.
Alguns argumentarão, que as receitas necessárias pode ser encontradas em parcerias com o sector privado.
Mas, educação e cultura que são deveres do Estado, se adquirirem, em determinado momento histórico, valor de negócio intrínseco. Nessa altura torna-se forte a tentação de que as despesas passassem a investimentos, e de que os serviços se tornassem privatizáveis. Cedendo às pressões desta tentação o Estado acaba por abdicar dos seus deveres de formação, fragiliza-se, torna-se meramente virtual, passando a mera figura de retórica. A escola deixa de se adequar ao interesse geral, enviesando-se no sentido de satisfazer exigências sectoriais e conjunturais.
No ensino como na saúde o perigo da privatização é um dado adquirido, contra o qual devemos lutar. Estes sectores podem estar abertos a instituições privadas mas deve sempre caber ao estado o poder principal e o poder regulador.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Professor da Faculdade de Direito suspenso

Segundo o Correio da Manhã, o professor de Direito Processual Civil, Álvaro Dias, terá aumentado as notas de dois alunos, filhos de docentes na mesma faculdade.

Um dos alunos favorecidos é sobrinho do Procurador-geral da República, Pinto Monteiro.

Por agora, o Departamento de Investigação e Acção Criminal (DIAP) de Coimbra arquivou o processo criminal.

O Conselho Cientifico instaurou um processo onde se acusa Álvaro Dias de violar o dever de imparcialidade. Ressalva, no entanto, para o facto de o seu comportamento não ter sido doloso, mas sim negligente. Também não se provou o crime de abuso de poder.

O caso é de 2004, ainda assim só no ano passado é que foi denunciado à Policia Judiciária de Coimbra. Por esta altura o professor já não exerce na FDUC.(Fonte)

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Manifestação dia 15 de Novembro


Em comunicado hoje divulgado, a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APEDE) diz que a manifestação, que será também organizada pelo Movimento Mobilização e Unidade dos Professores (MUP), ganhou uma "legitimidade acrescida" depois da ministra da Educação ter reagido à manifestação de sábado [organizada pelos sindicatos e que, segundo os organizadores, juntou cerca de 120 mil docentes] como se fosse um pormenor irrelevante".

"A manifestação do dia 15 de Novembro, iniciativa que surgiu no seio dos professores (...) ganhou hoje uma legitimidade acrescida. Quando a Ministra da Educação reage ao enorme protesto que os professores fizeram hoje desfilar nas ruas de Lisboa como se 120 mil docentes em luta fosse um pormenor irrelevante, mostra que a nossa contestação não pode parar a 8 de Novembro", refere o comunicado, escrito sábado mas divulgado hoje.

Estas duas estruturas referem também que os movimentos independentes de professores "têm razão quando exigem da Plataforma Sindical a denúncia do memorando de entendimento que assinaram com o Ministério da Educação", "esse documento que a ministra continua a esgrimir para condicionar os sindicatos e a própria luta dos professores".

APEDE e MUP defendem uma "ruptura clara" com o acordo, considerando este outro "motivo fortíssimo para os professores regressarem às ruas de Lisboa no próximo Sábado".

Na opinião das duas estruturas, "o combate dos professores, no momento político que hoje se vive em Portugal, já não é apenas uma luta centrada nos alvos já conhecidos (...) é hoje também uma luta contra o autoritarismo que se apropriou das formas de governação, ao reduzir os cidadãos a executores passivos de políticas que eles mesmos não aceitam".

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Sindicato em guerra aberta aos professores


A história pode resumir-se assim: um grupo de professores anunciou uma manifestação no dia 15 de Novembro de 2008 para continuar a reivindicar por alterações no sistema de ensino. Uma dessas reivindicações é a "recusa da divisão gratuita e injusta dos professores". Acontece que os sindicatos comunistas não admitem que haja alguém a mover-se fora do seu controle, independentemente da legitimidade das reivindicações. Assim, após terem conhecimento dessa manifestação, os sindicatos trataram de anunciar uma outra, uma semana antes. Trata-se, precisamente, de promover a divisão gratuita e injusta dos professores. Uma boa oportunidade para os professores se libertarem do jugo dos sindicatos, controleiros que apenas defendem os seus próprios interesses, como ficou bem patente nesta manobra suja e típica dos comunistas.

FONTE

domingo, 28 de setembro de 2008

Falta de auxiliares de acção educativa continua a motivar protestos em Coimbra

A Escola do 1.o Ciclo do Ensino Básico de Almedina foi ontem encerrada a cadeado.
Os pais e encarregados de educação alegam insegurança devido ao número insuficiente de auxiliares de acção educativa, pelo que, ontem, ao início da manhã, garantiam que as crianças não voltariam às aulas até ser encontrada uma solução.
O estabelecimento de ensino tem cerca de 60 crianças e mais algumas com necessidades educativas especiais, contando actualmente com duas auxiliares.
De acordo com Conceição Ramos, mãe de um aluno, uma das senhoras tem de dar apoio aos alunos com problemas, enquanto os restantes ficam ao encargo da outra funcionária, que não consegue evitar que, por vezes, as crianças abram os portões e venham para a rua.
Recorde-se que o decreto-lei n.o 144/2008, de 28 de Julho, indica duas auxiliares para um número de alunos entre 48 e 96, acrescido de mais um funcionário de apoio especializado.
Os pais estão preocupados e exigem medidas urgentes, caso contrário mantêm a escola fechada por tempo indeterminado, uma decisão que surgiu numa reunião realizada quinta-feira à noite, depois de pedidos enviados para a Câmara Municipal e para a Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), de onde não nos foi possível obter esclarecimentos.
Oliveira Alves, director do Gabinete de Desenvolvimento Humano e Social da Câmara Municipal de Coimbra, foi apanhado de surpresa pela manifestação, uma das várias que têm surgido neste início de ano lectivo devido à falta de auxiliares.
Recorde-se que Oliveira Alves está a proceder ao levantamento do número de auxiliares que faltam nas escolas do concelho, tendo recebido da parte da Equipa de Apoio às Escolas da DREC a garantia de que as necessidades das escolas do 1.oº ciclo seriam atendidas.O protesto de ontem não interferiu com o normal funcionamento do Jardim-de-Infância de Almedina, que partilha as instalações com a escola do 1.º ciclo. Ao longo da tarde, o Diário de Coimbra tentou, por várias vezes, contactar com Conceição Ramos, no sentido de apurar se tinha sido apresentada aos pais alguma solução, no entanto, os esforços revelaram-se infrutíferos, pelo que não foi possível apurar se a escola se vai manter encerrada no início da próxima semana. (DC)

Desgoverno na educação


A Escola Básica do 1.º Ciclo de Almedina esteve encerrada na sexta-feira. Os pais fecharam o estabelecimento de ensino a cadeado, exigindo mais funcionárias de acção educativa.
Aqui por Cantanhede as Associações de Pais têm recorrido a pessoas no desemprego e ao POC, para arranjar funcionárias para as escolas. Embora seja possível ter alguém para algumas funções, é sempre de forma temporária e as pessoas contratadas apesar da boa vontade, não possuem formação para o lugar.
O ensino vive de remendos, que os Magalhães não conseguem encobrir.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Coimbra: centenas de alunos sem leite e refeições



Algumas centenas de alunos do 1º ciclo de Coimbra estão sem leite escolar desde que começaram as aulas e problemas logísticos têm impedido o fornecimento de refeições a 75 crianças de um infantário público.
A ânsia de poupar onde não se deve, o desnorte que vai em todo o aparelho estatal, são os responsáveis pela falta de refeições. Quando as crianças são prejudicadas, por medidas economicistas ou por erros de gestão o grito de revolta deves soar ainda mais alto.