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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

O algodão não engana


Estatística: Perfil do assassino aponta para homem que mata durante a noite . Homem, 31 a 40 anos, mata com tiro de pistola um conhecido no meio da rua, na sequência de uma discussão entre as 20h00 e a meia-noite. Do sexo à idade do homicida, passando pela arma que utiliza, o tipo de relação que tem com a vítima e o local, a motivação e até a hora do crime, todas as características acima descritas encaixam no perfil da pessoa que assassina em Portugal.

Num estudo a que o CM teve acesso, feito com base numa amostra de 132 homicídios ocorridos na área da Polícia Judiciária de Lisboa, entre os anos de 2000 e 2004, constata-se também que 40,5 por cento são cometidos por cidadãos estrangeiros.

Estes cinco anos representam o último período em que foi possível extrair toda a informação – uma vez que são 132 casos, em que os homicidas foram condenados. As características do assassino estão já perfeitamente identificadas, em homicídios cometidos na área a sul das Caldas da Rainha até Évora, com excepção da zona de Setúbal. E constata-se no estudo que este pretende a partir desta amostra dar uma noção da realidade nacional, a de que apenas 59,5% dos homicidas são portugueses. Os outros são turistas ou imigrantes, legalizados ou não.

Este estudo conclui que a maioria dos homicidas são homens (92,6%); têm entre 31 e 40 anos (38%); matam os conhecidos (32%); na sequência de discussões pontuais, muitas delas potenciadas por consumo de álcool (37%); na via pública (54,6%); à noite (41,4%); e com arma de fogo (41,7%).


A população imigrante na região de Lisboa e Vale do Tejo, em 2006, era de 258 mil pessoas, ou seja 7% do total de 3,6 milhões de habitantes. Na comunidade estrangeira, a esmagadora maioria residia no distrito de Lisboa, com 189 mil habitantes, dos quais 41 mil são provenientes de Cabo Verde, 28 mil do Brasil e 22 mil de Angola. Portugal contava então, segundo as estimativas do INE, com 10599095 habitantes. Segundo o último recenseamento realizado em Portugal, em 2001, viviam em Lisboa e Vale do Tejo 3,4 milhões, dos quais 213 mil pessoas eram estrangeiras (6%).

Embora o sistema o tente esconder, embora os Novos Senhores do Templo, classifiquem de racista e xenófobo todo aquele que ousa por em causa a imigração.
Os factos desmentem toda a propaganda e toda a lavagem ao cérebro, que fazem aos portugueses. A imigração para além de uma arma do capitalismo, aumenta os conflitos sociais e é geradora de criminalidade.

Relativamente ao crime é de reafirmar a falta de vontade politica para o combater, a falta de policiamento e de meios, a impunidade com que agem os criminosos.
O povo português vive refém nas suas casas porque os criminosos parecem ter mais direitos do que as vitimas.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Multiculturalismo é uniculturalismo


Ao longo dos tempos o capital tem encontrado formas de aumentar as suas mais valias. Quer recorrendo à organização do trabalho ou à inovação tecnológica. No entanto é no recurso à mão-de-obra barata e nas formas de a perpetuar que o sistema mais esforços tem feito ou onde pelo menos mais expedientes tem sido utilizados.
A imigração é talvez o mecanismo mais utilizado pelo capital, no intuito de aumentar a oferta de mão e consequentemente fazer baixar os salários. Ao longo dos tempos a “importação” massiva de mão-de-obra tem sido a melhor arma contra as justas reivindicações dos trabalhadores. Foi assim durante a construção dos caminhos-de-ferro americanos quando o capital combateu as lutas operárias, com vagas e vagas de trabalhadores chineses e mexicanos e só assim se compreende que nos nossos tempos conquistas como a idade de reforma, ou os horários de trabalho, estejam a ser postas em causa somente porque a burguesia reinante possui nos bancos de suplentes, mais uma grande quantidade de jogadores que não hesitará em por a jogar caso a oposição às reformas assim o justifique.
Para perpetuar a sua mina de oiro o capital, com a ajuda do capitalismo de estado, não hesita mesmo em conceder a nacionalidade aos imigrantes. As justificações são das mais variadas, mas o fim é só um promover o uniculturalismo. è o dois em um do capital, por um lado obter mão de obra barata, por outro eliminar as culturas e identidades e submeter todos a cultura dominante, que não é nem mais nem menos a regida pelo imperialismo sionista americano. A breve trecho, grande parte da população mundial, perderá a diversidade cultural e étnica, mais um passo que só vai beneficiar a fabricação em massa e juntamente com as migrações ajudar no aumento das mais valias. A Nova Ordem Mundial, não dá nada a ninguém se acoberto de muito boas intenções, procura justificar a imigração, o multiculturalismo e a atribuição de nacionalidade, só o faz porque todas estas manobras são o caminho seguro para o aumento dos seus lucros.
Se as suas intenções fossem sinceras, ajudariam de facto os países do Terceiro Mundo e não colocariam no poder as suas marionetas corruptas.
A imigração é escravatura dos tempos modernos, as cartas de alforria são a atribuição de nacionalidade portuguesa, as masmorras os bairros sociais e a grilhetas são colocadas pelos empresários corruptos que os exploram.
Um dia o sistema vai cair de maduro, os primeiros sinais já se notam, nessa altura todos os homens vão poder ganhar dignamente a sua vida sem terem que abandonar o solo pátrio.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Dois pesos duas medidas


É notória a tentativa do sistema e dos meios de comunicação social ao seu serviço em diabolizar a palavra nacionalismo e os nacionalistas. A máquina de propaganda da Nova Ordem Mundial, torce, distorce, liga, tudo o que pode, para denegrir e lançar a duvida e a suspeita sobre os movimentos nacionalistas.
Tudo isto vem a propósito da última noticia que faz as delícias dos jornais.
Os partidos nacionalistas não estão imunes a que alguns dos seus simpatizantes ou mesmo militantes caiam nas malhas da criminalidade. A grande diferença em relação aos partidos do sistema é que são rapidamente expulsos e afastados dos partidos. Nos partidos nacionalistas não devem existir criminosos.
Convém também esclarecer que actos como os que relata o jornal devem ser condenados, porque a nossa luta dirigisse contra a imigração e contra quem dela beneficia e nunca contra os imigrantes, pelo menos nunca contra aqueles que procuram uma melhor vida para si e para os seus.
Mas neste particular e como alguns jornais Suíços já fizeram menção, os contornos são bastante escuros, tudo levando a crer que se trata de mais um embuste.

A polícia de Zurich informou nesta sexta-feira, 13, que a brasileira Paula Oliveira não estava grávida no momento da agressão que sofreu na última segunda-feira. A advogada ainda está internada depois de alegar que foi agredida por três skinheads, mas a polícia, citando relatórios médicos, concluiu que no momento do ataque ela já não estava grávida. A policia voltou a insistir que não há como garantir ainda que os ferimentos foram causados por agressores e mantém a possibilidade de autoflagelação. Mesmo assim, a polícia informa que interrogou três homens na noite de segunda-feira, e que foram liberados por falta de evidências.


Tesde de autoflagelo

Segundo a BBC, o diretor do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, Walter Bär, afirmou nesta sexta-feira que, a partir de exames de legistas e ginecologistas, sua conclusão é de que a brasileira Paula Oliveira não estava grávida e teria ela mesma feito os ferimentos em seu corpo. Em entrevista coletiva na sede da polícia de Zurique, Bär afirmou que os corte encontrados no corpo dela foram realizados em locais que podem ser alcançados por ela mesma".

"Além disso, as partes mais sensíveis do corpo feminino, como genitais e seios, não foram atingidos pelos ferimentos", acrescentou. "Minha conclusão é que ela mesma fez os ferimentos". "Quero ressaltar que o Instituto de Medicina Forente da Universidade de Zurique é uma entidade independente, sem ligação com a polícia nem com as autoridades de Justiça", observou Bär. De acordo com a polícia suíça, as investigações sobre o caso ainda não foram concluídas e seguem em andamento em todas as direções.


O rápido aproveitamento da situação por parte de algumas autoridades brasileiras também revela muita hipocrisia, pois sabemos que são muitos os casos de criminalidade dirigida contra imigrantes no Brasil, porque ao contrario do que pretendem fazer crer a xenofobia e o racismo não é um privilegio dos brancos e muito menos dos europeus.
O Brasil faz nesta altura do campeonato parte do grupo dos 15 países mais ricos do mundo. Toda esta mais valia é conseguida à custa da exploração do povo brasileiro, apesar de o governo ser constituído por um partido de esquerda. A imigração é uma arma do capital, serve sobretudo para que empresários corruptos e os exploradores do costume consigam melhores salários para aumentar os seus lucros e como arma de arremesso contra os trabalhadores autócnes.

Neste caso cinzento muitos jornais nem puseram sequer a hipótese de a ligação ao partido nacionalista suíço estar a servir como forma de encobrimento. No entanto quando alguns jovens de extrema-esquerda insultaram e apedrejaram policias, não vimos nas páginas de nenhum jornal, a sua ligação ao BE que sabemos ser sobejamente conhecida

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Militar e agente da PSP foram esfaqueados no interior de um café

Um militar a prestar serviço nos Pupilos do Exército e um agente da Polícia de Segurança Pública (PSP), foram esfaqueados na madrugada de domingo num café situado na EN 109, na Tocha, após uma zaragata alegadamente provocada por um indivíduo de etnia cigana. Ontem à tarde, os feridos ainda estavam internados no hospital distrital da Figueira da Foz, sendo um deles submetido a uma operação devido aos golpes de navalha que sofreu nas axilas e caixa torácica.
Segundo o nosso Jornal apurou, o militar António José Ferreira Lopes, de 26 anos, residente em Pelicanos, Arazede, e o agente da PSP Bruno Jorge Lourenço Cruz, de 27 anos, residente em Inácio, Tocha, estavam no Café Ponto de Encontro, na Tocha, quando, às 05h00 da madrugada, se gerou uma discussão que envolveu um cidadão da Ucrânia e outro de etnia cigana. Tudo porque as vítimas pediram uma bebida e o ucraniano disse que estava primeiro. O indivíduo de etnia cigana meteu-se na conversa, “palavra puxa palavra”, e daí a uma enorme cena de pancadaria foi “um fósforo”.No rescaldo da zaragata alguém puxa de uma faca e golpeia o militar e o agente da PSP na zona abdominal, tórax e axilas, e ainda outras duas pessoas que tentaram apaziguar os ânimos, embora estes mais superficialmente.

A GNR da Tocha, a poucos metros do café, foi chamada ao local, mas os agressores já tinham fugido em direcção à Figueira da Foz, onde residem, um em Alhadas outro em Tavarede. Ao local foi também chamada uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Figueira da Foz, apoiada por uma ambulância da secção da Tocha dos Bombeiros de Cantanhede, que transportaram as vítimas ao hospital da Figueira, onde ontem ainda se encontravam.Os dois alegados agressores também foram ao hospital para tratar pequenos cortes nas mãos, e a Polícia da Figueira, alertada pela GNR da Tocha, foi àquela unidade de saúde identificar os indivíduos . A GNR da Tocha vai, agora, elaborar um relatório da ocorrência que enviará para o Ministério Público do Tribunal de Cantanhede, a quem compete a condução do competente inquérito de investigação. (D.C)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Outdoor "Imigração? Nós dizemos não!"


Os autocolantes com o desenho do cartaz "Imigração? Nós dizemos não! " já estão a venda.
Quem quiser adquirir alguns exemplares poderá fazê-lo através da loja do site do PNR.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Reportagem da TVI sobre imigração, racismo e discriminação


A TVI transmitiu ontem uma reportagem da autoria da jornalista Elisabete Barata com o título "Português Suave". O programa tinha como tema a imigração e começou com uma associação entre esta e a criminalidade. Excertos de aberturas de telejornal, imagens de bairros de imigrantes, e tiroteio da Quinta da Fonte. Nada de novo, portanto. Entretanto alguns minutos, poucos, para falar em nacionalistas. Recordou o recente processo de Monsanto, em que houve condenados por escrever, aproveitando para meter pelo meio uns gritos e ambulâncias. Adequado para os objectivos da reportagem, menos de informação e mais de desinformação, ou formação politicamente (in)correcta. Um pequeno exemplo: Elisabete Barata entrevistou José Pinto-Coelho, presidente do PNR, no Martim Moniz em Lisboa. A meio da entrevista, um bando de imigrantes começou a proferir ameaças, atirando pedras e garrafas de cerveja. Entrevistado, jornalista, e repórter de imagem tiveram de abandonar o local apressadamente. Quando o repórter solicitou a ajuda de um carro da PSP que por ali passava recebeu como resposta que «não tinham tempo». Ficou tudo registado na fita da TVI, mas não houve coragem de o mostrar. Era necessário proteger a imagem do imigrante, discriminado, perseguido. E o episódio deu-se precisamente junto à Freguesia do Socorro, em que os imigrantes são cerca de 90% dos residentes, uma realidade que a reportagem também não mencionou. Assim se vai branqueando a tal realidade, cada vez mais difícil para muitos portugueses que têm de viver no dia-a-dia sentido todos os «benefícios» que a reportagem, e outros entrevistados, tentaram transmitir ao longo de quase meia-hora. Talvez por isso nos nossos canais de televisão nunca tenha havido um único debate em directo, sobre este tema, com um representante não politicamente correcto ou sem os «comissários» do costume. E por falar em «comissários», Rosário Farmhouse do ACIDI, também entrevistada, tratou os imigrantes como mercadoria dizendo que «dão lucro», o que até nem é verdade, mas «esqueceu-se» de mencionar os 73 milhões de euros que a sua organização governamental vai receber do Orçamento de Estado para apoiar os imigrantes e mais de uma centena de associações racistas e discriminatórias, para com os portugueses. E, assim, lá assistimos a mais do mesmo.

FONTE

domingo, 16 de novembro de 2008

Reportagem da TVI "Português Suave(com José Pinto Coelho e Mário Machado).


Reportagem especial da TVI, domingo dia 16 pelas 21H "Português Suave" depois do telejornal.

Com entrevistas a José Pinto-Coelho e Mário Machado.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Ourivesaria de Soure assaltada em minutos


Caçadeira de canos serrados foi argumento suficiente para obrigar a abrir o cofre, tendo “desaparecido” cerca de 100 mil euros em ouro.
De salientar aquilo que já começa a ser um lugar comum nestas noticias a preocupação dos jornalistas em mostrar que pelo menos um assaltante era português.
Quando é preciso esconder dos portugueses que a imigração descontrolado tem contribuído e muito para o aumento da criminalidade ou nada se refere ou são jovens, neste caso importava referir que também existem criminosos portugueses ou que falam português.
Os nossos criminosos devem começar a ser punidos coisa que o sistema não sabe ou não quer fazer. Os estrangeiros devem também passar pelo mesmo sistema e depois de cumprida a pena expulsos do país e que façam boa viagem.

domingo, 2 de novembro de 2008

Verdade ou consequência


A líder do PSD considerou que os grandes investimentos do Estado só ajudam a reduzir o desemprego para os trabalhadores de países como Cabo Verde e a Ucrânia.
Com afirmações muito mais brandas, nacionalistas bateram com os costados em Monsanto.
Mas a Senhora não usa botas militares nem trás no bolso o livro do “Triunfo dos Porcos”, como tal não, está soba a alçada das polícias politicas do sistema.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Indivíduos pretendiam o apuro do Euromilhões


O Café Juventude, em Murtede, Cantanhede, foi alvo de um assalto à mão armada, já passava da meia-noite de sexta-feira, por dois jovens, com sotaque brasileiro, que não levaram mais do que 20 a 30 euros.
Terá sido o dinheiro das apostas do Euromilhões o alvo principal, uma vez que era sexta-feira, mas, a essa hora, já a quantia apurada estava depositada no cofre nocturno do banco.
O proprietário do estabelecimento, Cesário Jesus Costa, disse ao Diário de Coimbra que os indivíduos mostraram alguma inexperiência, uma vez que, «entraram e só depois colocaram os capuzes», dizendo: «tudo no chão que isto é um assalto».
Perante alguma indiferença por parte do proprietário e dos clientes - «se calhar pensavam que as pessoas obedeciam» -, um dos jovens, empunhando uma faca entrou no balcão e ordenou que lhe abrissem a caixa da máquina de apostas e a registadora do café, enquanto o outro se mantinha à porta, com uma arma de fogo, que inicialmente não tinha estado visível.
Da primeira caixa, o indivíduo levou os cerca de 20 a 30 euros disponíveis, uma vez que, segundo Cesário Costa, o dinheiro das apostas já tinha sido retirado.
Na outra caixa estariam cerca de 200 euros, mas o larápio não os retirou, tendo fugido a pé com o comparsa, quando chegou um automóvel que os fez “disparar” a correr.
O condutor deste carro, residente na localidade, revelou ter visto um automóvel Rover “estranho” no local, estacionado a algumas centenas de metros, o que levanta suspeitas a Cesário Costa de que possa estar relacionado com este caso.
O proprietário revelou ainda que, «durante a tarde estiveram aqui três brasileiros desconhecidos», aventando a hipótese de se ter tratado de uma visita exploratória, sendo capaz de assegurar, no entanto, que não eram os mesmos que perpetraram o assalto, horas mais tarde.
A Guarda Nacional Republicana de Cantanhede tomou conta da ocorrência, tendo realizado perícias através do Núcleo de Investigação Criminal, estando agora a investigação nas mãos da Polícia Judiciária.

FONTE

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Cartaz do PNR

Criminalidade - porque associados a certo tipo de imigração vêm também certo tipo de crimes, e apesar dos desmentidos do Governo e das estatísticas ocultadas ou deturpadas, a realidade demonstra-o claramente. O General Leonel Carvalho disse-o recentemente, logo a seguir dando o dito por não dito, e assim se tem falado de imigração e criminalidade em Portugal.

Desemprego - porque temos uma das maiores taxas de desemprego da Europa, apesar dos dados apresentados pelo Governo dizerem o contrário, e também uma das maiores taxas de imigração. A Comissão Europeia publicou recentemente relatórios com essas conclusões, apesar de em Portugal ser politicamente incorrecto dizer isto.

Baixos salários - porque a importação de mão-de-obra barata, na sua maioria imigrantes que vêm trabalhar ilegalmente ou por baixos salários, faz efectivamente baixar a média salarial.

Multiculturalismo - porque o chamado "multiculturalismo" não é mais que a diluição étnica dos vários povos, destruindo as suas características próprias, ao fundi-los num só povo com uma única cultura. O multiculturalismo apregoado pelo sistema não é mais que um "uniculturalismo", uma uniformização de culturas baseada nas premissas do mundialismo e globalização.

Subsídio-dependência - porque o chamado "socialismo" tem servido sobretudo os não-nacionais, atribuindo-lhes casas e rendimentos mínimos, promovendo o ócio e a preguiça e não premiando o mérito nem estimulando o trabalho. Os portugueses são abandonados à sua sorte, os imigrantes estimulados a vir para o nosso país.

Fronteiras abertas - porque um país sem fronteiras não é soberano, não tem controle sobre quem entra e sai, o que permite um constante entra e sai de indivíduos e grupos organizados que se dedicam à criminalidade violenta. Acresce que não existe uma política eficaz de repatriamento e os imigrantes que cometem crimes são apenas convidados, e não obrigados, a abandonar o nosso país.

Isto é apenas um resumo de algumas causas e consequências da imigração, assunto sobre o qual o PNR tem propostas firmes e determinadas, bastante diferentes de todos os outros partidos políticos em Portugal.(Fonte)

terça-feira, 30 de setembro de 2008

sábado, 27 de setembro de 2008

Palavras para quê???


Angola regista um nível de imigração ilegal que constitui uma ameaça à segurança nacional, estando a criar danos ao sistema social, económico e a interferir na organização política do país. Tais constatações pertencem ao 2º comandante geral da Polícia Nacional, comissário Paulo Gaspar de Almeida.

sábado, 20 de setembro de 2008

Quo Vadis, Rui?



A notícia relacionada com a criação de um suposto grupo denominado PCP, formado por brasileiros da Margem Sul de Lisboa que se dedicam ao crime violento, foi catalogada pelo Leonel Carvalho como uma brincadeira. «Algum grupo de jovens que quer formar um clube ou uma organização dessas será por brincadeira», disse Leonel Carvalho, General de Rui Pereira no Gabinete Coordenador de Segurança. Leonel Carvalho foi também o «perito» que disse, recentemente, «não existirem gangues em Portugal».

Minutos depois Rui Pereira apresentava uma versão totalmente contraditória, a sua resposta típica reveladora de que nada sabe, dizendo que esse assunto «está em segredo de justiça» e que certamente «a polícia judiciária está a investigar». Acrescentou ainda a novidade absoluta de que «a criminalidade organizada é em geral competência da Polícia Judiciária». A ausência de informação, a necessidade de falar porque sim, a contradição de discursos separados apenas por minutos, é reveladora da displicência com que estas figuras têm tratado assuntos de tão elevada gravidade.

Se o senhor ministro não sabe, nós lembramos: na margem sul têm sido assassinados taxistas e comerciantes, diversos polícias já foram agredidos e baleados, há centenas de violações relatadas em queixas, os assaltos violentos são diários. Já que gosta tanto de relatórios, peça um à PSP sobre o Bairro da Bela Vista, palco habitual de confrontos de gangues. A criminalidade organizada prolifera na Margem Sul, não de agora mas há décadas, zona onde há ainda grupos suspeitos de golpes terroristas de elevada sofisticação. Se não se lembra, recordamos o atentado à bomba junto ao Aeroporto de Lisboa há pouco mais de um ano em que são apontados suspeitos da Margem Sul. Se não sabe, é grave, mas peça relatórios.

Acresce que a sucessiva desvalorização do crime violento por parte destes «responsáveis», crime esse que tantas vidas tem ceifado e outras tantas famílias destruído no nosso país, é antes de mais uma inaceitável desconsideração e desprezo total pelas vítimas desses episódios. O Governo, e em especial Rui Pereira, demonstrou várias vezes que não tem capacidade técnica nem moral para exercer um cargo que envolve tanta responsabilidade. Por muito menos foram despedidos outros Ministros da Administração Interna. Que interesses obscuros protegem Rui Pereira? Porque é que este sinistro continua a ocupar aquele cargo?

FONTE

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Burlões furtaram ouro em Santa Comba Dão


A proprietária de uma ourivesaria em Santa Comba Dão foi ontem burlada em perto de dois mil euros. Maria Carminda ficou incrédula quando se apercebeu que o ouro tinha sido levado, sem que ela ou qualquer um dos clientes na loja se apercebessem.
Os burlões, segundo a proprietária, teriam entre 35 e 40 anos e não pareciam portugueses.
Mais uma mostra dos benefícios multiculturais e da imigração descontrolada.
Portugal não pode ter as suas fronteiras escancaradas à imigração que actualmente assola os países da Europa. A entrada de imigrantes sem qualquer controlo é hoje em grande medida responsável pelo aumento da criminalidade, pela existência de largas zonas de miséria e violência urbana e ainda pelo crescente clima de insegurança que se vive nas vilas e cidades portuguesas. Os imigrantes ilegais e delinquentes devem ser repatriados para os respectivos países de origem em condições dignas e humanas. Para evitar a imigração “disfarçada”, o direito de asilo será exclusivamente concedido a quem demonstrar que se enquadra nesse regime, o reagrupamento familiar será suprimido e a naturalização obedecerá a critérios exemplares.
Connosco, Portugal será português.