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segunda-feira, 18 de abril de 2011

1º de Maio | “Dia do Trabalho Nacional” em Coimbra


O PNR celebra este ano, em Coimbra, o “Dia do Trabalho Nacional”.

À beira de eleições legislativas, convocamos os Patriotas e Nacionalistas para virem apoiar o PNR na rua, num desfile de celebração e defesa do Trabalho Nacional.

Vamos erguer a nossa voz em defesa de medidas proteccionistas de mercado, da Produção Nacional, do consumo dos produtos nacionais, do comércio tradicional…

Vamos, com o PNR, gritar contra as opções suicidas das politicas económicas ao serviço do mundialismo capitalista que nos deixa à mercê da tirania do FMI e da União Europeia. Há que denunciar os grandes culpados deste estado de coisas: os políticos que nos governaram nas últimas décadas e os lóbis dos seus amigos!

Há que mudar de caminho com coragem e radicalismo. Há que apoiar a alternativa nacionalista, dando força ao PNR nas urnas e na rua.

Contamos consigo em Coimbra, no dia 1 de Maio, às 15.30 horas, em Coimbra, na Av. Fernão de Magalhães em frente ao edifício da Segurança Social.

FONTE

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Chamar os bois pelos nomes


O Sindicato de Hotelaria do Centro criticou o governo por utilizar o aumento sazonal de postos de trabalho no sector para propagandear estabilização no desemprego e exigiu maior fiscalização.
Mais uma vez se prova a hipocrisia dos sindicatos quando não colocam a mão na ferida.
Sabemos que nesta altura do ano e para fazer face ao aumento da procura, os empresários recorrem à contratação de mão-de-obra, que merecia muito mais fiscalização uma vez que não se respeitam horários, contratos etc. Mas não é deste problema perfeitamente localizado no tempo que advêm todos os males no que toca ao trabalho neste sector. O Sindicato não denuncia, porque é uma correia de transmissão do sistema, o recurso mão-de-obra imigrante, na esmagadora maioria das vezes, mais explorada que a portuguesa e que retira aos trabalhadores nacionais (que deviam ser a primeira preocupação do sindicato) postos de trabalho e consequentemente baixa salários.
Para esses estabelecimentos é que deve ser exigida maior fiscalização, já que uma politica que ponha os trabalhadores portugueses em primeiro lugar só será conseguida com um governo nacionalista. Para nós os portugueses estarão sempre primeiro, sabemos que este governo e os partidos do sistema assim não pensam nem agem, mas no entanto não deixamos de exigir que as normas de conduta porque se gere o sector, particularmente no que concerne ao mercado de trabalho, sejam fiscalizadas e cumpridas.

terça-feira, 27 de abril de 2010

DIA DO TRABALHO NACIONAL

sábado, 17 de abril de 2010

Entre a espada e a parede?


Os trabalhadores portuguêses estão mais entre a espada e parede, a cada dia que passa, mais à mercê do grande capital apátrida, dos empresários corruptos, do uso da imigração para os chantagear e de um sistema que só tem olhos para quem já muito lucrou e não protege nem trabalhadores, nem os pequenos e médios empresários. Os sindicatos correias de transmissão do sistema, continuam a apostar na política de terra queimada não se libertando dos pouco saudáveis tempos do PREC.
Assim os trabalhadores estão à mercê de todas as promessas, nunca sabendo se o “pai morre ou se vão almoçar”
Os trabalhadores só poderão almejar uma nova ida quando se libertarem dos traidores dos sindicatos, quando se libertarem das promessas envenenadas do sistema.
É sobre o combate espiritual, onde a razão pára e onde se encontram as raízes da evolução humana, que é necessário combater. O capitalismo e marxismo estão unidos porque são o inimigo de o que mais cedo ou mais tarde vai libertar o homem, um factor que só tem um nome e está muito distante do materialismo: o da vontade humana.
Em vez de ser uma folha dos livros existentes, ou tentativa para formar uma espécie de ridícula ideologia centrista, os trabalhadores devem rejeitar totalmente o meio ou as duas extremidades do sistema na sua totalidade.
Nós os trabalahdores nacionalistas, opomo-nos de igual modo aos reaccionários e aos vermelhos, porque só o Nacionalismo é solução..

quinta-feira, 25 de março de 2010

“Fortes interesses imobiliários”justificam insolvência da Ceres


Já o havíamos denunciado agora mais alguém tem coragem para o dizer na Praça Pública.
Reafirmamos também algo que também começa a ser um lugar-comum, o estranho interesse da Segurança Social em fechar empresas em vez de as auxiliar e o papel terrorista e traidor dos sindicatos.
Cabe aos trabalhadores e sem a interferência de quem pelos vistos representa outros interesses lutar pela manutenção dos postos de trabalho e pela salvação de uma empresa que tem tudo para dar certo.

domingo, 29 de novembro de 2009

Fábrica gerida por trabalhadora triplica facturação

A fábrica de confecções de Arcos de Valdevez comprada por um euro por uma trabalhadora, após uma tentativa de deslocalização para a República Checa e o desaparecimento dos proprietários há 5 anos, «fintou» a crise e já quase triplicou a facturação.
«O segredo está no trabalho, na qualidade e na procura incessante de novas encomendas e novos nichos de mercado», avançou à Lusa, Conceição Pinhão, a trabalhadora que liderou a luta contra a deslocalização da empresa e que até conseguiu convencer os patrões alemães a venderem-lhe a fábrica pela módica quantia de um euro.
A Afonso - Produção de Vestuário opera há 20 anos na Zona Industrial de Paçô, em Arcos de Valdevez. A sua gestão é assegurada por Conceição Pinhão desde 29 de Novembro de 2004, dia em que os patrões, dois empresários alemães, «desapareceram» depois de uma tentativa frustrada de deslocalização.
Na altura tinha 89 trabalhadoras, agora tem uma centena. A fábrica dedica-se sobretudo à confecção de camisas.
Fechou 2005 com um volume de negócios de cerca de meio milhão de euros e, para este ano, a previsão aponta para mais de 1,3 milhões. (AF)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Solidariedade com os trabalhadores da Poceram


Os 170 operários da Poceram decidiram ontem invadir a assembleia de credores marcada para 17 de Novembro, no Tribunal de Coimbra, para demonstrarem que estão dispostos a lutar pelos postos de trabalho.
Mais uma vez mostramos a nossa solidariedade com estes trabalhadores, lamentando que o poder tão solícito em ajudar o capital usurário, não olhe para empresas como esta, cuja viabilidade é possível.
Os camaradas da Poceram não devém baixar os braços, lutando pelo seu posto de trabalho e pelos seus direitos.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Conimbrigel fecha as portas


Sem ser uma mentira de um de Abril escrevemos sobre mais uma empresa que encerrava portas no Distrito.
O poste tem recebido muitos comentários de trabalhadores da Conimbrigel, que denunciam várias irregularidades no que toca ao “encerramento” da empresa.
Já temos denunciado que a coberto da crise muitos empresários aproveitaram para, fraudulentamente, encerrarem as portas. Pelo que nos parece, no caso desta empresa, os trabalhadores deviam procurar reunir-se e estudar formas de dar voz ás suas queixas, isto é, chamar a atenção da comunicação social e das autoridades para o problema.
Da nossa parte PNR Coimbra já manifestámos toda a solidariedade e disponibilidade para em conjunto encontrarmos formas de luta, que no mínimo ressarciem, de todos os direitos e indemnizações a que estes têm direito.
Uma palavra final para o anónimo ou anónimos que no blogue ou pelo telemóvel nos têm tentado intimidar, no sentido de não darmos voz aos trabalhadores.
Nós somos nacionalistas, como tal animados de uma fé que nunca será abalada por ameaças; não tememos nem a morte, quando está em causa defender os trabalhadores, o povo ou a Pátria, contra aqueles que só pensando nos seus interesses, não se importam de prejudicar o país, os trabalhadores ou o povo.
Connosco o capital estará sempre num plano inferior ao trabalho, como tal a eles submetido, porque garante, de justiça social e progresso para trabalhadores e patrões.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O grande capital não tem Pátria


A fábrica Marcopolo, com sede em Coimbra, vai manter-se em funcionamento até 30 de Novembro, mas os trabalhadores começam a ser dispensados por fases a partir do final deste mês.
A administração queria dispensar todos os operários ontem, mas foi impedida pelo Ministério do Trabalho, por imperativos legais. Os trabalhadores vão começar a sair tendo em conta os anos de serviço. Os que estão há menos tempo na fábrica vão sair no final deste mês. As dispensas continuarão a processar-se por quinzena, até dia 30 de Novembro, havendo poucas esperanças no aparecimento de um investidor capaz de viabilizar a empresa. o único interessado até agora queria uma galinha gorda por pouco dinheiro.
A Marcopolo é de um grupo brasileiro, um dos maiores produtores mundiais de carroçarias para autocarros. Emprega 180 pessoas.
A União Europeia, contando com a subserviência da classe política portuguesa, transformou a economia nacional numa espécie de "offshore" de Bruxelas, entreposto de turismo e serviços para as multinacionais. Cada vez produzimos e exportamos menos. Por outro lado, ante o aplauso dos senhores de Bruxelas, importamos produtos de duvidosa proveniência e qualidade, muitas vezes produzidos em regime de concorrência desleal. Os sucessivos governos lusos, federalistas e internacionalistas, promovem a “deslocalização” das indústrias, o desmantelamento da frota pesqueira e a destruição da agricultura. Empurraram os produtores nacionais para um insustentável sistema de subsídio-dependência. Impera uma globalização assente no primado dos números e trituradora do verdadeiro interesse das Nações. O resultado está à vista e resume-se nesta ideia: com a União Europeia e a moeda única, começámos a pagar em Euros mas continuamos a receber em Escudos.
Não nos importam os apelos de certos políticos e pretensos especialistas em temas económicos, que constantemente aduzem os perigos do proteccionismo. A actual crise fica em primeiro lugar a dever-se às actuais políticas. É o presente modelo o principal responsável.
Por isso propomos
> Proteger e apoiar as empresas nacionais em detrimento das multinacionais;
> Redefinir as prioridades politicas de forma a vitalizar os sectores primário e secundário;
> Defender o trabalhador português, dando-lhe prioridade no acesso ao emprego;
> Impedir a proliferação do comércio desleal e criar sobretaxas para produtos do chamado Terceiro Mundo;
> Libertar as micro, pequenas e médias empresas do sufoco fiscal, incentivando a criatividade e inovação;
> Acabar com as políticas de "obras públicas" faraónicas sem verdadeiro e justificado interesse público.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

PNR quer dar prioridade aos trabalhadores portugueses


O Partido Nacional Renovador apresenta-se às próximas eleições legislativas como «o único partido nacionalista, que propõe defender primeiro Portugal e os Portugueses», acusando «os partidos do sistema de estarem ao serviço do mundialismo, do capitalismo e a globalização, que fez Portugal afundar-se ainda mais por culpa de uma crise criada or burlões internacionais».
José Pinto-Coelho, presidente do PNR, diz que «uns, os da direita, defendem o capitalismo global, outros, os da esquerda, defendem a globalização de pessoas, portanto todos eles colocam-se ao seu serviço e do Mundo e não de Portugal e dos Portugueses, como o PNR». «Vivemos numa era global, bem sabemos, mas precisamente por isso entendemos que é necessário, cada vez mais, defender os nossos interesses, e portanto propomos dar prioridade aos trabalhadores e empresas nacionais ao invés de se continuar a apostar na imigração e a dar benefícios às multinacionais que exploram os trabalhadores portugueses», defende Pinto-Coelho.
O PNR apresenta propostas para proteger e apoiar as empresas nacionais em detrimento das multinacionais, defender o trabalhador português dando-lhe prioridade no acesso ao emprego, reduzir a carga fiscal sobre as pequenas e médias empresas, vitalizar os sectores primário e secundário e impedir a proliferação de comércio desleal do terceiro mundo. Pinto-Coelho acusa ainda o Estado, e os sucessivos governos, de despesismo em «obras públicas faraónicas, sem verdadeiro e justificado interesse público, e que servem apenas para aumentar os tachos e negociatas dos políticos do sistema».

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Penedo da meditação


De boas intenções está o inferno cheio, esperávamos das autoridades conimbricenses mais que o choradinho do costume. O grande capital que rume a outras paragens, mas a fabrica deve ficar, porque em Portugal mandam os portugueses.

O combate eleitoral em Mira está ao rumo prevendo-se para breve cenas de pugilato. Nós que julgávamos que a violência era um privilégio dos nacionalistas, não deixamos de ficar perplexos com estas cenas tristes próprias de quem só luta pelo tacho. O sarna fernandes anda a fazer adeptos por todo país, nestas questões de cartazes

A grande diferença está aqui. Os políticos do sistema nunca sabem de nada. Lutemos para que quem esteja no poder seja uma pessoa informada. As desculpas que esta gente inventa para sacudir a água do capote é no mínimo caricata.

Ora ai está um tipo de agricultura que o sistema certamente apoia. Vêm ai a Festa do Avante e os jovens comunistas devem estar bem fornecidos.

Para que todos os portugueses tenham trabalho com ordenados justos, para que as empresas não deslocalizem, para que haja políticos sérios honestos e informados, para que o combate ao consumo e tráfico de droga seja realmente eficaz, só o nacionalismo é solução.
Em todo o país e aqui no Distrito de Coimbra, ponha cruzinha no quadrado do PNR. Com o PNR Coimbra vai ter mais encanto.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Nacionalização já!


A empresa de montagem de carroçarias Marcopolo anunciou ontem de manhã que vai encerrar a unidade localizada em Eiras e romper, a 15 de Setembro, os contratos de trabalho estabelecidos com os 180 trabalhadores. A notícia foi dada durante uma reunião que a empresa teve com o Sindicato Nacional da Indústria e da Energia e a União de Sindicatos de Coimbra (USC).

«Foi a própria Marcopolo que solicitou a reunião com os sindicatos. Aí fizeram a comunicação de que a partir de amanhã [hoje], os trabalhadores iam receber em casa o anúncio da caducidade dos contratos de trabalho, que entra em vigor a 15 de Setembro», explicou o responsável da USC, António Moreira. «Disseram-nos que a decisão era irreversível e que se prendia com questões de mercado e não com motivos financeiros e económicos. É uma decisão que apenas se deve a uma lógica de lucro, o que é inacreditável», acrescentou o representante dos trabalhadores.

Durante a reunião, os sindicatos «manifestaram desagrado» e argumentaram que existe uma solução, que passa pela compra da unidade de Eiras por parte de um grupo estrangeiro, mas os responsáveis da Marcopolo «não mostraram interesse em negociar». «Deram uma resposta evasiva em relação ao tema do comprador interessado», lamentou António Moreira.

Os trabalhadores consideram que a Marcopolo tem condições para continuar a funcionar em Eiras e acreditam que a decisão de fechar portas tem a ver com um negócio mais lucrativo que a empresa pretende desenvolver noutro país.

O grande capital não tem Pátria e quando os lucros não atingem os números desejados não hesita em fechar portas e lançar para o desemprego centenas de trabalhadores.
Espera-se agora que o poder aja da mesma forma que agiu com os bancos e nacionalize esta fábrica que tem pernas para andar.

FONTE

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Penedo da Meditação


O pedido de insolvência da Marcopolo, interposto por um fornecedor e a intransigência da administração podem inviabilizar a venda da empresa e a salvação de centenas de postos de trabalho. Como não é um banco o governo e o sistema pouco ou nada fazem para salvar a empresa. Afinal só se perdem uns postos de trabalho e não uns milhões de algum boy.

Dos 120 mil portugueses que saíram do país para trabalhar na construção, 60 mil estão em condição irregular. Têm contratos ilegais e muitos nem recebem subsídios de alimentação,avança hoje o “Diário de Notícias”.
A imigração é uma arma do capital e como tal só serve para fazer enriquecer empresários corruptos, chantagear os trabalhadores autócnes e obter baixos salários.

Dois agentes da PSP, agredidos na Amadora em 2004 quando estavam em serviço, não vão ser indemnizados por danos morais e físicos e foram obrigados a pagar as custas do processo porque os agressores, condenados em tribunal, apresentaram atestado de pobreza. Como muitas vezes temos dito a vida está boa para os criminosos e difícil para o povo e para quem tem como missão o defender.

Ainda há discriminação” em Coimbra, diz Sérgio Carvalho, coordenador local da rede ex aequo, associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes (LGBT’s). Cuidado com as palavras, o que eles entendem como discriminação é o não apoiar o casamento dos homossexuais, não gostar de paradas gay ou não os passar à frente nos empregos. Esta gente sob a capa da tolerância é do mais intolerante que há.

Porque acreditamos na família, porque acreditamos na segurança, porque dizemos basta de imigração, porque defendemos uma maior justiça social, somos o único partido que verdadeiramente faz oposição nacional.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

CERES - Regresso de mais operários vai depender do mercado


Se o sistema tem dinheiro para “salvar” a alta finança é justo que os bancos ou o sistema tenham dinheiro para salvara a Ceres.
Se o governo pode adjudicar sem concursos é justo que faça algumas encomendas à Ceres.
O sistema e o grande capital usurário que paguem a crise.
Os trabalhadores da Ceres não podem nem devem desistir até que todos os camaradas sejam reintegrados, porque o capital deve estar ao serviço e submetido ao trabalho.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Tribunal Constitucional protege a banca em detrimento dos ex-trabalhadores da Estaco

Os 400 ex-trabalhadores e reformados da Cerâmicas Estaco, encerrada há sete anos em Coimbra, exigiram hoje das entidades oficiais respostas urgentes para que possam receber os 6,5 milhões de euros de indemnizações a que dizem ter direito.

Reunidos em plenário, os antigos operários decidiram solicitar audiências ao Presidente da República, Provedor de Justiça, primeiro-ministro, Comissão de Trabalho e Grupos Parlamentares da Assembleia da República, Procurador-Geral da República e ministro do Trabalho e da Solidariedade Social.

"Andamos há vários anos a tentar resolver o problema, estamos a precisar do dinheiro, há 40 famílias a passar dificuldades, sem nada receber", disse Jorge Vicente, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Cerâmica, Cimentos, Construção, Madeiras, Mármores e Similares da Região Centro.

Os ex-trabalhadores "já deixaram de receber o subsídio de desemprego e o subsídio social de desemprego, a grande maioria não tem outros meios de subsistência", refere uma moção aprovada em plenário, acrescentando que "lutam pelas indemnizações a que têm direito".

Os ex-operários questionam também a actuação do Tribunal Constitucional, que, na apreciação de um recurso graduou "o capital financeiro (com interesses nos terrenos da empresa)" como credor "privilegiado em detrimento dos trabalhadores, reformados e Segurança Social". (Fonte)