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sábado, 3 de dezembro de 2011

Encerramento dos postos médicos das freguesias de Corticeiro de Cima, Vilamar e S. Caetano


A notícia foi conhecida há cerca de um mês, deixando toda a gente incrédula. Falamos da suspensão da contratualização da USF “As Gandaras” com a ARS Centro, que ditou o encerramento dos postos médicos das freguesias de Corticeiro de Cima, Vilamar e S. Caetano, levando os executivos das respectivas juntas de freguesia a unirem-se para se fazerem ouvir junto das «entidades responsáveis».
Mais uma machadada no já débil SNS. O posto médico mais próximo fica em Febres só acessível a quem tem transporte próprio e para além de rebentar pelas costuras no que diz respeito a utentes situa-se num edifício sem condições para albergar tanta gente, a precisar de novas instalações e onde tudo falha a começar pelo sistema informático.
É esta a saúde do governo PSD/CDS em tudo igual à do PS que tanto criticavam

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Quadrilha assaltou ourives de Vilamar à porta de casa


Ourives de 76 anos foi ameaçado com metralhadoras em pleno dia. Quatro homens fugiram com quatro malas carregadas de ouro, em menos de um minuto

Ladrões profissionais perpetraram ontem, em plena luz do dia, um assalto em Vilamar, Cantanhede. A vítima, Aires Rosete Longo, de 76 anos, ourives há décadas, não teve tempo nem para pestanejar. O assalto não demorou mais de um minuto, mas nem por isso deixou de ser extremamente violento, face às ameaças e às armas que a quadrilha apontou à vítima.
Eram 16h30, quando Aires Rosete Longo estacionou o seu carro, um Audi A6, na Rua Dr. João de Matos, em Vilamar, mesmo em frente à sua residência. Tinha acabado de chegar da habitual visita aos clientes. Na viatura tinha quatro malas carregadas de peças em ouro. Quando se preparava para retirar as malas do carro, com o objectivo e as levar para casa, quatro homens encapuzados encostam um Renault Megane, preto, ao lado do carro da vítima, três saem, armados com metralhadoras automáticas e, num ápice, carregam as malas do ourives para o Megane e arrancam de seguida a toda a velocidade em direcção a Febres. Antes, deram um empurrão ao empresário e ameaçaram-no de morte se reagisse à fúria da quadrilha.Ontem em Vilamar, amanhã num local perto de si ou graças à política de portas escancaradas, a viver luxuosamente em qualquer paraíso de férias.A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” do multiculturalismo que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos…é altura de dizer BASTA!Será normal que as pessoas tenham que mudar de hábitos de vida por se sentirem inseguras? Que deixem de frequentar a sua praia e temam utilizar os transportes públicos?
Não! Não podemos consentir que o ambiente de insegurança tome conta das nossas ruas e nos prive da liberdade e de uma vida com qualidade, em Segurança. Não há qualidade de vida onde a preocupação, medo e angústia nos perturbam o dia-a-dia.
A criminalidade crescente é um factor alarmante que, ao contrário de merecer a melhor atenção dos governantes, tem sido sistematicamente ignorada. Só o PNR tem coragem de encarar este flagelo de frente e apontar as suas causas e soluções, através de um programa claro e corajoso







FONTE

sexta-feira, 14 de maio de 2010

MOGAV – Mostra de Ouro, Gastronomia e Artesanato de Vilamar



Crise, insegurança e falta de apoio da Câmara de Cantanhede, fazem com que o certame não se realize este ano.
Os benefícios do sistema fazem sentir os seus efeitos perniciosos, tão-somente nos pequenos e médios empresários.
Para o grande capital a crise não existe e segurança e apoios não faltam.
Este sistema embora o negue a sete pés esta refém das grandes empresas.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Nada de alarmes


Um homem encapuçado e empunhando uma pistola assaltou ontem a dependência de Vilamar do Crédito Agrícola.
Ainda a noticia aqui de baixo estava fresca e a escumalha voltava a fazer das suas no concelho de Cantanhede.
Nada de alarmes, nada de preocupante. São casos pontuais.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

O crime violento já não é um “privilégio” das grandes cidades


Desactivaram o alarme, desmontaram o sistema de videovigilância e furtaram um milhão de euros em ouro. Foi num armazém de Vilamar, no concelho de Cantanhede, algures entre sexta-feira à noite e ontem de manhã.
Numa fugaz troca de palavras com o JN, a filha de Idalino de Almeida Patrão, um dos maiores empresários do ramo da ourivesaria, na região de Cantanhede, disse que o assalto só foi detectado ontem de manhã, à hora de entrar ao serviço. Foi o "quinto" assalto a vitimar a empresa Patrão Novo & Filhos Ldª, nos últimos anos, contabilizou a filha de Idalino Patrão.
No último desses assaltos, em Junho do ano passado, um empregado da empresa foi mesmo atingido, por dois tiros de caçadeira, à porta do armazém. Mas a acção só rendeu, a quatro homens encapuzados, uma mala de relógios. Já desta feita, o crime foi "bem elaborado", comentou fonte da Polícia Judiciária de Coimbra. Confirmou que não é qualquer pessoa que consegue desactivar um sistema de alarme, mas não adiantou nada sobre a investigação.
Tudo se terá passado de forma muito discreta. "Moro a 50 metros e não dei por nada", contou um vizinho, no café de Vilamar onde o patrão do armazém de ouro, na casa dos 80 anos, costuma aparecer todos os dias, para uma hora de sueca. "Este fim-de-semana, não veio", confirmou uma mulher, atrás do balcão do Café Central, sugerindo que Idalino Patrão terá passado o fim-de-semana prolongado fora da terra. Ontem, também não jogou às cartas. "Ele está muito em baixo", deixou escapar a filha, na luxuosa vivenda da família, a 100 metros do armazém.
Neste edifício de um andar apenas, tudo terá começado com a desactivação do respectivo alarme.
Também foram registados arrombamentos de uma das janelas, com por persianas de alumínio, e de dois cofres onde estaria o ouro, avaliado num milhão de euros, contou a GNR. "Limparam tudo", acrescentou um morador.
No armazém, era guardado ouro que, posteriormente, seria vendido em ourivesarias. Mas o negócio está coberto por um seguro. Recentemente, apurou o JN, Idalino Patrão e o seu genro, que também é sócio da empresa, até terão trocado de seguradora.
Amanhã poderá ser num lugar perto de si.
Não acha que já é tempo de mudar de rumo?