segunda-feira, 3 de novembro de 2008

I Encontro de Blogues Nacionalistas


CANTANHEDE DIA 29 DE NOVEMBRO



Podemos afirmar que o Encontro teve uma boa aceitação na blogoesfera nacionalista.
Muitos foram os que publicitaram o encontro e também muitos tem manifestado intenção de participar.
Neste momento impõe-se que se procure uma sala, onde para além do almoço possamos confraternizar e trocar algumas ideias. Como devem compreender, necessitamos saber quem realmente vem, para podermos começar a avançar os números ao proprietário do restaurante.
Por email, por telemóvel ou simplesmente deixando um comentário, vamos começar a receber inscrições, prometendo publicar a lista aqui no blogue.
Lanço novamente o apelo para que continuem a divulgar a iniciativa, certeza que Cantanhede saberá receber todos de igual maneira e o melhor que pode e sabe.

Emai: vitorramalho1@gmail.com
Telemóvel: 961488375

domingo, 2 de novembro de 2008

Verdade ou consequência


A líder do PSD considerou que os grandes investimentos do Estado só ajudam a reduzir o desemprego para os trabalhadores de países como Cabo Verde e a Ucrânia.
Com afirmações muito mais brandas, nacionalistas bateram com os costados em Monsanto.
Mas a Senhora não usa botas militares nem trás no bolso o livro do “Triunfo dos Porcos”, como tal não, está soba a alçada das polícias politicas do sistema.

PENELA PRESÉPIO 2008

sábado, 1 de novembro de 2008

CO-INCINERAÇÃO - RECURSO PARA O TRIBUNAL CENTRAL ADMINISTRATIVO - NORTE


RECURSO PARA O TRIBUNAL CENTRAL ADMINISTRATIVO - NORTE ( TCA ) DA SENTENÇA DE 17.10.2008 PROFERIDA PELO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO E FISCAL ( TAF ) DE COIMBRA NA ACÇÃO CAUTELAR , SOB A FORMA DE ACÇÃO POPULAR, RELATIVA À CO-INCINERAÇÃO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS PERIGOSOS ( RIP’S ) EM SOUSELAS .

I- OBJECTIVOS DO RECURSO .

Com o recurso que ora se apresenta visa-se anular a sentença recentemente proferida pelo TAF de Coimbra e conseguir suspender as operações de co-incineração de RIP’s que estão a decorrer em Souselas.

II- OS PRINCIPAIS FUNDAMENTOS INVOCADOS NO RECURSO

1º- VIOLAÇÃO DO PLANO DIRECTOR MUNICIPAL DE COIMBRA, POR TER SIDO LICENCIADA A CO-INCINERAÇÃO DE RESÍDUOS PERIGOSOS EM SOUSELAS SEM QUE TIVESSE SIDO PRECEDIDA DA ELABORAÇÃO E APROVAÇÃO DE UM PLANO DE PORMENOR.

Uma vez que a co-incineração de Rip’s constitui uma actividade industrial de gestão de resíduos distinta da actividade de fabrico de cimento – indústria mineral – a sua implementação em Souselas teria de ter sido precedida, e não foi, da «elaboração e aprovação de plano de pormenor» como é determinado pelo art. 49º 4. do PDM de Coimbra .

2º- A PARCIALIDADE GROSSEIRA COM QUE FOI SELECCIONADA A MATÉRIA DE FACTO DADA COMO PROVADA E A RECUSA DA INQUIRIÇÃO DAS TESTEMUNHAS APRESENTADAS

O juiz do TAF de Coimbra seleccionou apenas os factos que interessavam ao Ministério do Ambiente e à Cimpor , omitindo todos os factos alegados pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra que instaurou a acção cautelar em apreciação, com excepção da inevitável alusão aos 3 actos de licenciamento .
Ao não ter procedido à inquirição das 8 testemunhas que apresentámos, 5 das quais são professores catedráticos das diversas áreas do conhecimento científico, impediu o juiz que se provasse o perigo para a saúde pública e para o meio ambiente que resulta da co-incineração de resíduos perigosos.
Face aos factos que deu como provados é evidente que não poderia verificar-se a existência do risco da produção de danos irreversíveis ou de difícil reparação para a saúde pública ou para o meio ambiente.
Com o presente recurso pretende-se que o TCA-Norte amplie a matéria de facto dada como provada, levando em consideração os factos alegados pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra e não apenas, como fez o Juiz da 1ª instância, os invocados pelo Ministério do Ambiente e pela Cimpor, decretando as requeridas providências cautelares de suspensão da eficácia das licenças ambiental, de instalação e de exploração, proibindo o Ministério do Ambiente de conceder novas licenças para o mesmo efeito e a Cimpor de prosseguir com as operações de co-incineração de RIP’s em Souselas, ou, se assim não entender, que pelo menos ordene a inquirição das testemunhas pelo tribunal da 1ª instância TAF de Coimbra e a consequente prolação de nova sentença que leve em linha de conta a prova que vier a ser produzida.
Vai ser apresentada cópia da sentença do TAF de Almada de 30.07.2008 em que o Juiz dedicou 30 das 57 páginas à matéria de facto dada como provada, que foi seleccionada dentre os factos alegados por todas as partes envolvidas no processo, para que possa ser comparada com a sentença de 17.10.2008 em que são considerados provados apenas 9 factos em pouco mais de 4 páginas.
Também relativamente aos Pareceres apresentados o Juiz deu grande relevância ao Parecer de Maio de 2000 da Comissão Científica Independente de Controlo e Fiscalização Ambiental da Co-incineração (cuja denominação indica claramente o fim para que foi criada ) e que comporta erros grosseiros que ficaram conhecidos como os erros « das incineradoras hospitalares , « erro das lareiras » e « erro dos crematórios » – em que se transformam toneladas em quilos e se confunde queima industrial ( wood furnaces ) com a de fogões de sala ( wood stoves )- duplo erro das lareiras - ; ou em que se compara as emissões de dioxinas de uma cimenteira no limite legalmente permitido, com as de uma incineradora hospitalar a emitir 480 vezes acima do limite legal – erro das incineradoras hospitalares, o que equivale a um erro por um factor de 480!!! ; ou ainda em que se compara as dioxinas emitidas por uma cimenteira no limite legalmente permitido, com as de um crematório com valores de emissão muito variados , mas sempre acima dos permitidos por lei – erro dos crematórios, o que equivale a um erro por um factor de 46 a 107 !!! , não tendo sido levada para a matéria de facto seleccionada uma única conclusão dos Pareceres que apresentámos contrários ao daquela Comissão .
A patente e grosseira parcialidade com que foi seleccionada a matéria de facto pelo Juiz do Taf de Coimbra que veio substituir, já no corrente mês de Outubro, a Senhora Juiz que era a titular do processo, constitui violação ao direito à decisão da causa mediante processo equitativo consagrado no art. 20º da Constituição da República Portuguesa e no art. 6º da Convenção Europeia dos Direitos do Homem, o que também é invocado no presente recurso e que pode vir a implicar que a questão seja levada mais tarde ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem , o que esperamos não venha a ser necessário, pois estamos convictos de que iremos ganhar esta acção cautelar no TCA-Norte .

3º- A VIOLAÇÃO DA CONVENÇÃO DE ESTOCOLMO

A Convenção de Estocolmo enuncia no seu artigo 5º medidas tendentes à « continuada minimização », ou se possível à « efectiva eliminação » da co-incineração de RIP’s em fornos de cimento, pelo que não faz sentido iniciar em Portugal um método de queima de resíduos cuja efectiva eliminação é determinada por uma Convenção subscrita por Portugal e mais 118 Países .

4º- VIOLAÇÃO DO PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO

É invocada também a violação do princípio da precaução consagrado no art. 174º do Tratado da União Europeia por se estar a permitir a co-incineração de RIP’s em cima da população de Souselas e às portas da cidade de Coimbra o que contraria as mais elementares regras de precaução.

5º- A VIOLAÇÃO DO PRINCÍPIO DO CONTRADITÓRIO POR NÃO TER SIDO RESPEITADO O PRAZO PARA CONSULTA DO PROCESSO ADMINISTRATIVO E CONSEQUENTE PRONÚNCIA SOBRE OS DOCUMENTOS QUE O INTEGRAM .

O Juiz do Taf de Coimbra proferiu a sentença de 17.10.2008 quando ainda decorria o prazo para consultarmos o processo administrativo ( que é um outro processo que deve acompanhar o processo judicial ) que o Ministério do Ambiente tinha acabado de apresentar no Tribunal, impedindo assim que nos pronunciássemos sobre o conteúdo dos documentos que o integram .

Assalto a banco em Coimbra


A dependência da Caixa de Crédito Agrícola (CCA) em Antanhol, nos arredores de Coimbra, foi assaltada esta sexta-feira por três indivíduos armados e encapuzados, revelou uma fonte da GNR em declarações à agência Lusa.

Os assaltantes apresentaram-se munidos de caçadeiras de canos serrados e puseram-se em fuga num veículo ligeiro, que tinha sido furtado na cidade de Coimbra - adiantou a fonte da GNR de Coimbra.

Segundo a mesma fonte, o alerta para o crime foi dado às 9h 10 min, sendo desconhecido o montante roubado. Uma fonte da agência, que foi inaugurada este ano, revelou que não foram efectuados disparos. O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária.

Como podem ver o Distrito e a cidade de Coimbra continuam a ser lugares seguros.
Seguros para assalta e roubar certamente.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

PNR - Comunicado da Comissão Política Nacional


O PNR - Partido Nacional Renovador - repudia o teor do artigo publicado no Correio da Manhã de dia 30 de Outubro de 2008, e reproduzido por outros meios de comunicação social, fazendo notar que:
1 - O PNR rejeita veementemente qualquer associação entre o nome do partido e os hipotéticos delitos cometidos por qualquer indivíduo, filiado ou não no partido, e protesta contra a utilização abusiva desses factos no combate político-partidário, como é feito designadamente pela imprensa que avidamente os aproveita para atacar e denegrir a imagem pública do partido.
2 - Como é evidente para qualquer cidadão de boa fé, o PNR não tem qualquer conhecimento prévio ou responsabilidade quanto a eventuais actividades ilícitas praticadas por alguém que se tenha filiado no partido.
3 - Apesar de tal se afigurar desnecessário, o PNR reitera com toda a firmeza que repudia e combate activamente, como sempre fez, todas as práticas que fomentem a imigração ilegal e a exploração sexual de terceiros, reclamando das autoridades as políticas adequadas à erradicação desses dramas sociais.
4 - Caso se venha a provar o envolvimento de filiados do partido em quaisquer actividades criminosas, não deixarão de ser oportunamente retiradas as devidas conclusões, em sede própria, nomeadamente a nível disciplinar.
Mais lembramos que no PNR, pelo contrário, não se batem palmas a suspeitos de crimes hediondos, não se promove workshops de desobediência civil. Os membros do PNR não usam very-lights e barras de ferro para vandalizar lojas e agredir polícias, não invadem propriedade privada nem destroem campos de milho. O PNR não tem candidatos condenados por terrorismo ou dirigentes acusados de corrupção, nem organiza manifestações para promover ilegalidades, como o aborto ou o consumo de drogas. No PNR não há reformados compulsivos nem beneficiários privilegiados de bens públicos. O PNR não tem sedes ou casas de borla nem os seus dirigentes fazem viagens fantasma. No PNR combate-se, com todas as forças, a pouca vergonha associada ao tráfico de influências e corrupção, bem como toda a criminalidade, venham de onde vierem.

Cidadãos de Coimbra apresentaram recurso ao Tribunal contra co-incineração em Souselas


O Grupo de Cidadãos de Coimbra apresentou hoje recurso para o Tribunal Central Administrativo-Norte (TCA) contra a co-incineração de resíduos industriais perigosos na cimenteira de Souselas, Coimbra. Em causa está a decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, do passado dia 17, que veio dar razão ao Ministério do Ambiente e à Cimpor.

No recurso dirigido ao TCA e entregue ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra foram invocados cinco fundamentos pelo advogado que lidera o processo, Castanheira Barros. Entre os quais a “violação do Plano Director Municipal (PDM)”.

A co-incineração de resíduos industriais perigosos "é uma actividade de gestão de resíduos distinta da actividade de fabrico de cimento" e, como tal, sustenta o causídico, deveria ter sido precedida da "elaboração de um plano de pormenor".

O advogado considera ter havido "parcialidade grosseira, ao serem tidos em conta apenas os factos invocados pelo Ministério do Ambiente e pela Cimpor", e ao ter sido recusada a inquirição das testemunhas apresentadas pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra.

"Inviabilizou-se assim a possibilidade de fazermos prova de que, da co-incineração de resíduos industriais perigosos, resultam perigos para a saúde pública e para o meio ambiente", afirmou o advogado, em declarações aos jornalistas.

Castanheira Barros considera, também, que foram violados os princípios da Convenção de Estocolmo, da precaução e do contraditório, este último por a decisão do TAF ter sido proferida "antes de terminar o prazo para a consulta do processo administrativo".

Admite levar o caso ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, caso a decisão do TCA lhe seja desfavorável, alegando "violação do direito ao processo equitativo".

Contesta ainda a "passividade da Câmara de Coimbra", razão que motivou um pedido de intervenção na reunião da autarquia marcada para a próxima segunda-feira.

"Quero que me expliquem como é possível estar a proceder-se à co-incineração em Souselas quando existe uma proibição de circulação de resíduos perigosos na única estrada de acesso à cimenteira, e que é municipal", disse.

O advogado pretende ver também esclarecida a questão da alegada violação do PDM.

A Lusa tentou obter uma reacção junto da autarquia, mas até agora sem sucesso.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Co-incineração – Entrega de recurso


Ao contrário do que tem sucedido no Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada em que tem estado pressentes as Senhoras e Senhor Presidentes das Câmaras Municipais de Setúbal, Sesimbra e Palmela cada vez que se trata da instauração de uma nova acção contra a co-incineração de resíduos industriais perigosos, enchendo-se os auditórios na cidade de Setúbal cada vez que o tema é trazido à discussão pública, já em Coimbra a situação tem sido completamente diferente, vendo-se o Dr. Castanheira Barros compelido a maior parte das vezes em que se tratou de interpor acções, apresentar recursos ou organizar colóquios sobre a co-incineração de RIP's a fazê-lo sozinho.
Embora a co-incineração seja um bom exemplo de luta cívica e de excepcional mobilização dos intelectuais de Coimbra e a prova disso é o facto de termos 7 professores catedráticos (6 dos quais de Coimbra) a apoiar-nos, o certo é que existem momentos em que é preciso dar a cara publicamente por esta causa.
Na próxima sexta-feira pelas 13.30, saibamos comparecer em peso no Tribunal Administrativo de Coimbra no momento da entrega do Recurso dirigido ao Tribunal Central Administrativo - Norte .

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O PNR eo futuro do nacionalismo

Existem "nacionalistas" a quem a existência do PNR parece causar incómodo. Vai daí estão constantemente a arranjar desculpas para desacreditar o partido e o projecto que o acompanha. A mais comum é a da ligação ao nazismo e aos skinheads. É realmente um problema tremendo. A existência de nazis ou fascistas no PNR é uma desgraça, até porque o PNR devia ser arauto de um projecto "genuinamente português" que representasse um nacionalismo "cem por cento" lusitano. Eu não sei o que é isso, nem sei como seria possível. Qual é o problema de existir quem simpatize com o nacional-socialismo ou o fascismo no PNR? São menos nacionalistas por isso? E, quanto ao nacionalismo português de futuro, cem por cento garantido, onde é que ele está? Vem de onde? Vamos buscá-lo aos textos de Mestre Julião ou de Santo António? Sim, realmente é horrível a admissão de influências externas na ideologia de um partido. mas não deixa de ser curioso que, quem tem aversão ao nazismo (ideologia que queria um mundo cem por cento ariano - ou duzentos por cento) ache possível a construção de um nacionalismo cem por cento lusitano. Aí já não há radicalismo nem extremismo nem ideais purificadores. Apenas singela inocência.
Critica-se o PNR por não se ter demarcado dos Skinheads, por se ter deixado manipular por elementos mais radicais. Mas, por que razão deveria o PNR demarcar-se deles? De cada vez que um comunista ou um socialista comete uma ilegalidade o PS ou o PCP vêm demarcar-se dos sujeitos em causa? Se um militante do PNR apanhar uma multa de trânsito o partido deve demarcar-se? Ah, mas estes militantes queimaram o partido através da imagem que a comunicação social passou e tal. Não foram os militantes, foi a dita comunicação social. É por isso que cada dito nacionalista deve ajudar a limpar os estragos. Mas não. Em vez de se central na unidade, há muito bom "nacionalista" que prefere arengar contra o PNR e sonha secretamente (ou em voz alta) que o partido continue reduzido á expressão mínima nas próximas eleições, para depois poder dizer eu bem vos avisei. Não vos livrastes dos skinheads, aí tendes o resultado. Não são necessários divisionismos. Os "nacionalistas" que se encontram chocados com o facto de existirem nazis no PNR (ou fascistas ou identitários ou salazaristas ou seja lá o que for) podem sempre votar no PP ou no PND, bons partidos liberais e sérios (e sem skinheads9. Ou então fundam o seu próprio partido, exclusivamente português, que seja expressão de uma portugalidade cem por cento portuguesa, lusitana-tropical, uma coisa abrangente que dê voz a todos os que não gostam de importar ideologias estrangeiras, mas já não têm esse pudor quando se trata de importar bens de consumo (ah, mas a ideologia é outra coisa. Sim, claro).
Triste não é a existência de nazis no PNR ou a campanha de propaganda anti-nacionalista que a comunicação social tem vindo a fazer nos últimos anos. O que é mesmo lamentável é continuarem a existir nacionalistas que se comprazem em dividir porque só assim conseguem algum protagonismo. A sua especialidade é opinar e arranjar pretextos. Hoje, não gosto do PNR porque tem lá nazis. Amanhã acho que não é credível porque não acentua a matriz cristã da nacionalidade portuguesa (e há lá militantes pagãos). Depois de amanhã não me agrada muito porque não mantém contactos com congéneres estrangeiros e há que estar unido nesta Europa das nações. A seguir não gosto porque. É escolher. Felizmente, mesmo com tantos "defeitos" o partido vai manter-se. E em 2009 aumentará a votação. Independentemente dos modernos pensadores da moderna direita que não gosta de arcaísmos fascistas.

FONTE

Crise! Qual crise?


A crise financeira internacional não impediu a Banca portuguesa de conseguir 914 milhões de euros em lucros, o que dá uma média de 3,3 milhões de euros por dia até Setembro. Os principais grupos financeiros já apresentaram os resultados do terceiro trimestre de 2008 (o Banco Espírito Santo apresenta hoje os seus números) e o negócio da concessão de crédito, da captação de depósitos e da cobrança de comissões continua a crescer.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Tudo como dantes …


A vida pelo distrito prossegue sem grandes novidades. A criminalidade já faz parte do quotidiano deste zona do país. Outrora notícias de assaltos eram raras , hoje já não são novidade.
Dois irmãos que abasteciam de droga as zonas da Figueira e de Coimbra e foram detidos pela Judiciária.
Os dois suspeitos foram presentes a Tribunal, no passado sábado, para primeiro interrogatório judicial, e estão em liberdade a aguardar o desenvolvimento do processo, mas obrigados, por ordem do juiz, a apresentações bissemanais no posto policial da sua área de residência. Estas medidas de coação, este convite à continuação do crime já fazem parate da nossa vida.
Também já estamos habituados a que Câmaras sejam investigadas pela polícia.
Uma denúncia de alegado favorecimento por parte de funcionários da Câmara Municipal de Miranda do Corvo de um promotor imobiliário está a ser investigada pela Polícia Judiciária (PJ) de Coimbra. Também aqui como é costume vamos ficar sem justiça, mas também já é um lugar comum.
Novidade, novidade é o aparecimento de mais uma grande superfície na baixa de Coimbra. Uma loja da cadeia internacional Media Markt pode abrir em Coimbra. A proposta recebeu luz verde da câmara. Os comerciantes desta zona da cidade há muito com o credo na boca, agradecem à edilidade, a ladroagem andava a comer-lhe a carne, agora arranjaram quem lhe roesse os ossos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Negócio da morte


Nos últimos anos a despeito do combate á sinistralidade, somos regularmente confrontados com operações stop mais ou menos mediáticas de grande aparato ou discretas e por vezes encobertas.
Policias zelosos, mais direccionados para a multa que para a formação e consequente prevenção, inspeccionam de alto a abaixo as nossas viaturas e documentos, procurando afincadamente tudo o que posso ser traduzido em mais uma “factura”.
Ultimamente as operações stop ganharam outro folgo, para além visarem a prevenção rodoviária, procuram combater (dizem eles) a onda de criminalidade que se espalha pelo país. A montanha pariu um rato os portugueses continuam a morrer nas estradas, os desastres sucedem-se e a criminalidade aumenta de dia para dia.
Chegamos à conclusão que todas estas manobras policiais resultam em nada. Estão muito errados. Alguém ficou a ganhar no meio de tudo isto. O Estado arrecadou 58,4 milhões de euros, entre Janeiro e Setembro deste ano, em multas do Código da Estrada, mostram os números mais recentes da Direcção-Geral do Orçamento.
O sistema não dá ponto sem nó.

domingo, 26 de outubro de 2008

Cena de assalto repetiu-se no Minipreço


A cena repetiu-se, exactamente 15 dias depois do primeiro assalto. A loja do Minipreço em Eiras foi novamente assaltada sexta-feira, levando os assaltantes cerca de 300 euros apenas, mas instalando o pânico em clientes e ampliando o medo que os funcionários já sentem. Cerca das 20h30, dois indivíduos encapuzados entraram na loja e, sob ameaça de arma de fogo, exigiram à funcionária da caixa – na altura apenas uma – todo o dinheiro ali existente. Não demorariam mais do que cinco minutos, arrancando logo de seguida, na viatura de um terceiro elemento que os aguardaria à porta.
Segundo o que o Diário de Coimbra conseguiu apurar, na loja estariam ainda perto de duas dezenas de clientes, inclusive pessoas acompanhadas de crianças. A maioria estaria já na fila para pagar, tendo assistido a toda a cena. O medo e o pânico levaram mesmo uma das clientes a necessitar de observação médica, através do INEM que deslocou meios para o local.
A forma de actuação dos assaltantes terá sido, de acordo com as informações recolhidas pelo nosso jornal, em tudo idêntica à do último assalto, a 10 de Outubro. A repetição é, aliás, motivo de medo acrescido para clientes e até funcionários. Apesar dos indivíduos serem rápidos e usarem as armas como forma de ameaça, a situação é imprevisível.
«Como seria se alguém tivesse oferecido resistência, se algum cliente tivesse feito frente ao assaltante», questionava-se ontem na loja. Esta sexta-feira, e tal como na outra vez, a Polícia de Segurança Pública esteve no local, bem como a Polícia Judiciária (PJ), que recolheu provas e impressões digitais. Por envolver armas de fogo, o crime ficará sob a alçada da PJ.
O Minipreço está na Estrada de Eiras desde Março último. O facto da zona ser uma loja pouco “escondida” e longe da estrada, bem como a proximidade de alguns dos bairros problemáticos da cidade têm sido apontados por funcionários e clientes para explicar os assaltos.


FONTE

sábado, 25 de outubro de 2008

Universidade candidata a Património Mundial da UNESCO

A Universidade de Coimbra e o conjunto do Convento e Tapada de Mafra são dois dos potenciais candidatos portugueses a Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).De acordo com a Comissão Nacional daquela agência, os dois monumentos integram uma lista de 12 bens identificados por Portugal como passíveis de concorrer à distinção.A integração nesta lista indicativa, de que fazem igualmente parte a Baixa Pombalina de Lisboa, a Serra da Arrábida ou a Mata Nacional do Buçaco, por exemplo, é o primeiro passo para a formalização de uma candidatura, um processo longo que obedece a vários requisitos, entre os quais a elaboração de um plano de gestão e a demonstração da importância universal destes locais.Para explicar todos os procedimentos necessários, ajudando os autarcas a desenvolver processos de candidatura, a Comissão Nacional vai organizar na Assembleia da República, já no próximo mês, um seminário sobre Património, que contará com a participação da Associação Nacional de Municípios Portugueses e de vários presidentes de câmaras. Anualmente, o Comité do Património Mundial da UNESCO avalia um máximo de 45 candidaturas de todo o mundo, demorando até dois anos para dar uma resposta formal. No total, estão actualmente classificados como Património Mundial 878 monumentos e paisagens naturais, mais de metade dos quais situados na Europa.Até ao momento, Portugal tem 13 locais distinguidos com o prestigiado título de Património Mundial, nomeadamente a cidade de Angra do Heroísmo, nos Açores, o Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém, os Mosteiros da Batalha e de Alcobaça, o Convento de Cristo em Tomar e os centros históricos de Évora, Porto e Guimarães. A paisagem cultural de Sintra, a primeira desta categoria a ser classificada em todo o mundo, os sítios de arte rupestre do Vale do Côa, o bosque de laurisilva da Madeira e as regiões vinícolas do Alto Douro e da Ilha do Pico completam a lista de bens nacionais classificados pela UNESCO.O conjunto de monumentos de origem lusa distinguido como Património Mundial não se esgota, contudo, nas fronteiras nacionais. De Moçambique a Malaca, por exemplo, são 22 os bens erigidos por portugueses que também mereceram a classificação da UNESCO. (Fonte)

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Tribunal Constitucional protege a banca em detrimento dos ex-trabalhadores da Estaco

Os 400 ex-trabalhadores e reformados da Cerâmicas Estaco, encerrada há sete anos em Coimbra, exigiram hoje das entidades oficiais respostas urgentes para que possam receber os 6,5 milhões de euros de indemnizações a que dizem ter direito.

Reunidos em plenário, os antigos operários decidiram solicitar audiências ao Presidente da República, Provedor de Justiça, primeiro-ministro, Comissão de Trabalho e Grupos Parlamentares da Assembleia da República, Procurador-Geral da República e ministro do Trabalho e da Solidariedade Social.

"Andamos há vários anos a tentar resolver o problema, estamos a precisar do dinheiro, há 40 famílias a passar dificuldades, sem nada receber", disse Jorge Vicente, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Cerâmica, Cimentos, Construção, Madeiras, Mármores e Similares da Região Centro.

Os ex-trabalhadores "já deixaram de receber o subsídio de desemprego e o subsídio social de desemprego, a grande maioria não tem outros meios de subsistência", refere uma moção aprovada em plenário, acrescentando que "lutam pelas indemnizações a que têm direito".

Os ex-operários questionam também a actuação do Tribunal Constitucional, que, na apreciação de um recurso graduou "o capital financeiro (com interesses nos terrenos da empresa)" como credor "privilegiado em detrimento dos trabalhadores, reformados e Segurança Social". (Fonte)

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Tribunal rejeita pedido de suspensão da co-incineração de resíduos em Souselas


O Tribunal Administrativo de Coimbra rejeitou o pedido de suspensão da co-incineração de resíduos industriais perigosos em Souselas incluído na acção cautelar instaurada pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra.

Castanheira Barros, advogado que representa o Grupo de Cidadãos de Coimbra no processo, adiantou que a decisão, proferida ontem, já foi notificada às diversas partes processuais, sendo que a sentença é "favorável ao Ministério do Ambiente e à Cimpor, entidades contra as quais tinha sido interposta a acção cautelar".

Na acção, agora indeferida pelo tribunal, era requerido que fossem decretadas três providências cautelares, uma das quais a "suspensão de eficácia das licenças ambiental, de instalação e de exploração concedidas à fábrica da Cimpor de Souselas para a co-incineração de resíduos industriais perigosos".

Na mesma acção pedia-se a "intimação do Ministério do Ambiente para que se abstenha de atribuir novas licenças para esse efeito" e também a "intimação da Cimpor para que se abstivesse de proceder a testes ou demais operações de co-incineração de resíduos industriais perigosos em Souselas".

Castanheira Barros disse estar "na hora de os sinos tocarem a rebate na Universidade de Coimbra" e anunciou que o Grupo de Cidadãos de Coimbra irá reagir contra a decisão numa conferência de imprensa agendada para amanhã às 11 no Hotel D. Luis.

No encontro com os jornalistas, Castanheira Barros avançou que será manifestada "profunda indignação perante a decisão" do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, que, em sua opinião, está "ferida de vários vícios".

O advogado admitiu que a sentença tem de ser acatada como "decisão judicial que é", mas que isso não invalida que o Grupo de Cidadãos de Coimbra a considere "inadmissível" e reaja contra esta.

FONTE

Amanhã como signatário da acção como combatente anti co-incineração estarei presente na conferencia de imprensa.

Sindicato em guerra aberta aos professores


A história pode resumir-se assim: um grupo de professores anunciou uma manifestação no dia 15 de Novembro de 2008 para continuar a reivindicar por alterações no sistema de ensino. Uma dessas reivindicações é a "recusa da divisão gratuita e injusta dos professores". Acontece que os sindicatos comunistas não admitem que haja alguém a mover-se fora do seu controle, independentemente da legitimidade das reivindicações. Assim, após terem conhecimento dessa manifestação, os sindicatos trataram de anunciar uma outra, uma semana antes. Trata-se, precisamente, de promover a divisão gratuita e injusta dos professores. Uma boa oportunidade para os professores se libertarem do jugo dos sindicatos, controleiros que apenas defendem os seus próprios interesses, como ficou bem patente nesta manobra suja e típica dos comunistas.

FONTE

terça-feira, 21 de outubro de 2008

PELA VIDA


O blogue completa hoje dois anos de idade.
A luta pela vida não está perdida, no entanto é necessária alimentar esta ideia.
Todos aqueles que colaboram no blogue devem continuar a escrever.
Admitimos novos colaboradores.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

PNR em Souselas


Conforme tínhamos previamente anunciado, efectuamos esta noite uma distribuição de panfletos contra a co-incineração em Souselas.
A máquina nacionalista está em movimento e apesar da repressão ninguém a vai fazer parar.
Novas acções de activismo estão previstas um pouco por todo o Distrito de Coimbra.
Apelamos a todos aqueles que simpatizam com a causa para que se juntem a nós.
PNRCoimbra@gmail.com

Indivíduos pretendiam o apuro do Euromilhões


O Café Juventude, em Murtede, Cantanhede, foi alvo de um assalto à mão armada, já passava da meia-noite de sexta-feira, por dois jovens, com sotaque brasileiro, que não levaram mais do que 20 a 30 euros.
Terá sido o dinheiro das apostas do Euromilhões o alvo principal, uma vez que era sexta-feira, mas, a essa hora, já a quantia apurada estava depositada no cofre nocturno do banco.
O proprietário do estabelecimento, Cesário Jesus Costa, disse ao Diário de Coimbra que os indivíduos mostraram alguma inexperiência, uma vez que, «entraram e só depois colocaram os capuzes», dizendo: «tudo no chão que isto é um assalto».
Perante alguma indiferença por parte do proprietário e dos clientes - «se calhar pensavam que as pessoas obedeciam» -, um dos jovens, empunhando uma faca entrou no balcão e ordenou que lhe abrissem a caixa da máquina de apostas e a registadora do café, enquanto o outro se mantinha à porta, com uma arma de fogo, que inicialmente não tinha estado visível.
Da primeira caixa, o indivíduo levou os cerca de 20 a 30 euros disponíveis, uma vez que, segundo Cesário Costa, o dinheiro das apostas já tinha sido retirado.
Na outra caixa estariam cerca de 200 euros, mas o larápio não os retirou, tendo fugido a pé com o comparsa, quando chegou um automóvel que os fez “disparar” a correr.
O condutor deste carro, residente na localidade, revelou ter visto um automóvel Rover “estranho” no local, estacionado a algumas centenas de metros, o que levanta suspeitas a Cesário Costa de que possa estar relacionado com este caso.
O proprietário revelou ainda que, «durante a tarde estiveram aqui três brasileiros desconhecidos», aventando a hipótese de se ter tratado de uma visita exploratória, sendo capaz de assegurar, no entanto, que não eram os mesmos que perpetraram o assalto, horas mais tarde.
A Guarda Nacional Republicana de Cantanhede tomou conta da ocorrência, tendo realizado perícias através do Núcleo de Investigação Criminal, estando agora a investigação nas mãos da Polícia Judiciária.

FONTE

domingo, 19 de outubro de 2008

Mortos nas estradas do distrito aumentam quase 50% em 2008

Coimbra está a remar contra a maré em termos de sinistralidade rodoviária. Num ano em que a nível nacional continua a descer o número de mortos e feridos graves nas estradas portuguesas, no distrito de Coimbra o aumento é de quase 50 %, como revelam os dados ontem tornados públicos pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).Entre 1 de Janeiro e a última terça-feira morreram nas estradas do Continente menos 58 pessoas em comparação com o mesmo período do ano passado, numa descida de 8,8 %, indicam dados publicados pela (ANSR). Neste período, os acidentes de viação causaram 594 mortos, contra os 652 mortos em 2007. Apesar da redução, estatiscamente ainda morre em Portugal uma pessoa na estrada praticamente a cada 12 horas.Mas, estes números são mais graves quando analisada a estatística do distrito de Coimbra que este ano teima em contrariar a média nacional. Neste mesmo período em análise, perderam a vida 40 pessoas nas estradas do distrito de Coimbra, mais 13 do que no ano passado, nos mesmos nove meses e meio, o que resulta num aumento de 48%. Embora percentualmente mais baixo, o aumento neste ano também se verifica nos feridos graves (33%). Este ano, até 15 de Outubro, registaram-se 79 feridos graves, contra 59 do ano anterior. A nível nacional, além de Coimbra, outros cinco distritos (Aveiro, Beja, Braga, Évora e Viana do Castelo) apresentaram uma subida no número de mortos, sendo que o maior aumento percentual registou-se em Beja (de 13 para 29 vítimas mortais).

Verão dramático
Estes números em Coimbra significam um retrocesso de dois anos já que tanto nas vítimas mortais como nos feridos graves os números de 2008 são superiores aos de 2006.Particularmente complicado foi o Verão deste ano em que no perído de 15 de Julho a 15 de Setembro morreram no distrito 13 pessoas, quando no ano passado tinha perdido a vida 9 pessoas. Um aumento que se verifica ainda nos feridos graves (mais quatro do que em 2008) e nos feridos ligeiros (mais 29). (Diário de Coimbra)

sábado, 18 de outubro de 2008

Coimbra - Insegurança preocupa comerciantes da Baixa


Os comerciantes da Baixa de Coimbra estão receosos com a vaga de assaltos e pedem mais atenção às autoridades, à Câmara e à Associação Comercial e Industrial de Coimbra. PSP lembra o recente reforço policial na zona.
Luís Fernandes viu, na madrugada de quinta-feira, a sua loja de antiguidades, no Largo da Freiria (centro da Baixa), ser assaltada pela terceira vez no espaço de um ano.

Entre os restantes comerciantes da zona, também há queixas. Anabela Amado, da Sapataria Reis, na Rua Eduardo Coelho (junto ao Largo da Freiria), nunca teve a loja assaltada, mas queixa-se do facto de "se verem poucos polícias na rua". Uns metros ao lado, Rogério Barreira, da Ourivesaria Rogério, entendem que o principal problema é a mendicidade que se vê por ali. "Isto é só escumalha, gente aqui a dizer palavrões com uma oratória que até incomoda", afirma, avisando que já alertou as autoridades para a situação, mas que nada foi feito. Quanto aos assaltos, Rogério Barreira entende que as autoridades "sabem quem os faz, mas não lhes deita as mãos".

Porque é a primeira das liberdades, a segurança dos Portugueses deverá ser restabelecida. Todos os crimes e delitos terão de ser combatidos eficazmente e as penas aplicadas cumpridas, os bandos de delinquentes desmantelados e as nossas fronteiras deverão ser rigorosamente controladas. As leis portuguesas devem ser aplicadas em todo o território nacional, inclusive nos bairros degradados e conflituosos, onde hoje a polícia não entra. Os crimes de sangue, tráfico de droga, violação de menores e de imigração ilegal devem ter penas adequadas. A Polícia e a Justiça terão os seus meios reforçados.

Connosco, Portugal será seguro.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Quando o crime compensa


Uma onda de assaltos varreu ontem a cidade de Coimbra, confirma-se aquilo que temos vinda a alertar. Para além da criminalidade que cresce em todas as nossas cidades é natural que os criminosos dos grandes centro populacionais apertados pelo cerco mediático da policia comecem as expandir o “lucrativo negocio” pelo país, uma vez que ai a sua acção está facilitada pelo fraco policiamento e pelo factor surpresa.
Num outro dia quando na mesma noite foram também assaltadas várias lojas e habitações na cidade, soubemos que a PSP nesse dia contava apenas com seis operacionais na rua. Os meios de segurança estão concentrados em Lisboa e Porto, porque os votos ai são maiores e porque a comunicação social também ai é em maior número.
Coimbra é hoje uma cidade muito pouco segura, por culpa da desertificação da baixa, por falta de efectivos na polícia, mas sobretudo porque após detidos os criminosos são imediatamente postos em liberdade.
Ontem mais uma vez a má sorte veio bater à porta de alguém que não sendo nacionalista soube dar-nos razão e estar do nosso lado quando foi preciso. Fica aqui a sua carta aberta ao Presidente da Câmara de Coimbra e a minha solidariedade.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Última Hora !


Notas de 500 euros


Informação Importante
Fontes do Banco Central Europeu e da Organização Mundial de Saúde, revelaram que '... as notas de 500 euros contêm uma substância altamente cancerígena!'
O Governo garante que os trabalhadores portugueses, estão completamente fora de perigo.'!!!

Ministério Público de olhos postos no novo Pediátrico


O Ministério Público abriu uma averiguação cautelar acerca das obras das futuras instalações do Hospital Pediátrico de Coimbra, soube o “Campeão”.

A averiguação cautelar ou preventiva pode ditar a abertura de um inquérito ou nem sequer corresponder a uma fase embrionária de investigação, funcionando como meio de recolha de informação destinada a aferir se há indícios da prática de crime.

A Polícia Judiciária, a coadjuvar o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Coimbra, já pediu esclarecimentos e documentação à Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro, sucessora da Direcção-Geral de Instalações e Equipamentos de Saúde (DGIES), em 2005, como dona da obra.

A 28 de Agosto de 2008, o “Campeão” dedicou um dossiê ao assunto, onde assinalava que a construção poderá custar mais 20 milhões de euros (derrapagem de 53 por cento sobre o montante da adjudicação).

Antes, a 24 de Abril, o nosso Jornal aludiu a um documento da empresa Planege, cujo teor apontava para um desvio de 25,3 por cento. A ARS admitiu, na altura, que a derrapagem do valor dos encargos em relação ao montante da adjudicação era de “cerca de 18 por cento”.

Chamada a assessorar a DGIES na fase que precedeu a abertura do processo concursal, a Planege interveio, posteriormente, na revisão de fundações e estruturas e, mais tarde, foi incumbida de fiscalizar a empreitada.

O concurso foi lançado em 27 de Abril de 2004 e a adjudicação ocorreu em 18 de Janeiro de 2005 (a um mês das eleições legislativas).

Em relatório enviado, este ano, à Planege, o empreiteiro alertou para a “ocorrência futura de possíveis patologias (maleitas) na obra”, fazendo notar que elas poderão apresentar “uma tendência de agravamento com o normal desenrolar dos trabalhos”.

“É de uma patente anormalidade que um concurso desta dimensão e relevância tenha sido lançado com base num projecto de execução tão insuficiente e deficiente”, alega o Agrupamento Construtor do Hospital Pediátrico (formado pelas empresas Somague e Bascol).

Argamassa de que nem o fornecedor dá garantias face à utilização, betonagem feita num dia e descofragem lateral executada no dia seguinte, tijolos de qualidade inferior e aplicados por molhar, uso de pré-aros de portas em madeira alegadamente atingida pelo fogo e supressão de trabalhos com pagamento ao empreiteiro de metade do valor dos mesmos, eis, em síntese, a narração de um documento a que o “Campeão” teve acesso.

Um professor auxiliar da Universidade de Coimbra, Luís da Costa Neves, co-autor do projecto de fundações e estruturas do Pediátrico, sugeriu à ARS a realização de uma auditoria, sustentando que ela deverá contemplar a análise do modo de execução dos trabalhos, dos materiais empregues e dos eventuais desvios em relação ao projecto que serviu de base ao concurso.

A sugestão foi ditada pela gravidade que Costa Neves imputa a declarações inseridas num relatório enviado pelo empreiteiro à Planege.

Num documento a que o nosso Jornal acedeu, o docente universitário alega que não há projecto capaz de resistir à falta de qualidade na execução e adverte para o provável aparecimento de patologias.

Água?

A alegada existência de água no subsolo do local da obra veio a revelar-se um insondável «mistério», mas, ainda assim, pôs a empreitada a marcar passo no segundo semestre de 2005 e impediu o cumprimento do cronograma a prever a conclusão dos trabalhos em Setembro de 2007.

Em Abril de 2005, o empreiteiro indicou ter detectado “dois poços de significativa dimensão” e, volvido um mês, a fiscalização aludiu à “existência de um veio de água significativo não denunciado no relatório geotécnico e geológico”.

Num documento intitulado “Modificações de planeamento e sobrecustos associados”, datado de Novembro de 2007, o Agrupamento Construtor do Hospital Pediátrico de Coimbra (ACHPC) invoca ter havido, alguns meses antes, “presença significativa de água”.

Acerca do item drenagem de águas freáticas no pavimento térreo do corpo 10, escreveu Tadeu Cruz, da Planege, em meados de Agosto de 2006, tratar-se de um assunto que não merecia qualquer comentário, por “caber totalmente” ao ACHPC resolvê-lo.

“Não se trata de águas freáticas, mas de águas das chuvas que se acumularam no pavimento por o empreiteiro não ter criado zonas para a respectiva recolha ou para que as mesmas escoassem por gravidade”, sustentou o engenheiro Tadeu Cruz.

A 15 de Novembro de 2006, a fiscalização concluiu que “a solução proposta” pelo empreiteiro era “a mais aconselhável” na medida em que evitava a instalação de um poço de bombagem permanente das águas freáticas.

Rios Vilela, ex-titular da DGIES, chegou a defender ser necessário “desmistificar o problema da água no solo”, tendo preconizado a respectiva drenagem para a ribeira de Coselhas. “Trata-se de um problema insignificante e de fácil resolução técnica”, sustentou.

Luís da Costa Neves e o arquitecto Matos Veloso (cujo ateliê formou um consórcio com o de Francisco Conceição e Silva para elaboração do projecto inicial) disseram ao “Campeão” nunca ter havido um volume de água capaz de justificar os problemas invocados pelo empreiteiro.

Queijadas, sopas e artesanato animam Pereira


As Festas da Vila de Pereira têm início amanhã e decorrem até domingo, com um programa diversificado, que inclui uma mostra gastronómica, com o que de mais delicioso se faz na freguesia, nomeadamente as queijadas e as sopas, e uma exposição de artesanato.
O 17.º aniversário da elevação de Pereira a vila é o pretexto para estes três dias de festa, em que a música e o teatro também ocupam lugares de destaque na programação.
A inauguração da Exposição de Artesanato e da Festa da Queijada, Sopas e Doces ocorre amanhã,pelas 17h00.
Quinze artesãos locais marcam presença com os seus trabalhos – pinturas em vidro, cestaria, bordados, bonecas de trapos, entre outros – e quatro fabricantes da afamada Queijada de Pereira dão provas da genuinidade deste produto, cujo processo de certificação já começou, estando também em processo de elaboração dos estatutos a respectiva confraria.

FONTE

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

LATADA de Coimbra 2008

As Latadas começaram no século XIX quando os estudantes exprimiam ruidosamente a sua alegria pelo termo do ano lectivo em Maio. Utilizavam para isso todos os objectos que produzissem barulho, nomeadamente latas.

Nos anos 20, as Latadas ocorriam no final do ano lectivo, para remate das festas da Queima das Fitas. Foi a partir dos anos 50/60 que as Latadas passaram a ocorrer não no termo do ano lectivo mas sim no início, coincidindo com a abertura da Universidade, e a chegada da população escolar de férias, o que dava à cidade um clima eminentemente académico.

«Depois da imposição das insígnias, organizava-se um cortejo por cada Faculdade, em dias diferentes. Após o reatamento das Tradições Académicas de Coimbra em 1979, passou-se a realizar apenas uma cerimónia de imposição de insígnias e um cortejo englobando todas a Faculdades. Esta alteração, em relação ao que se fazia nos anos 50/60, ficou a dever-se não só ao aumento do nºde estudantes, como também ao aumento do nºde Faculdades, o que tornava dificil a realização de latadas por Faculdades.

Actualmente, os caloiros, incorporados no cortejo, vestem se consoante a fantasia pessoal ou com a batina do avesso, transportando cartazes com legendas de conteúdo crítico, alusivos à vida circulum-escolar e/ou nacional sem excluir a internacional. Os caloiros deverão seguir em duas filas paralelas, com os padrinhos (doutores da praxe) no meio que devem ter um comportamento digno de um estudante de Coimbra, dando o exemplo aos Caloiros que estão a iniciar-se na Praxe Académica. O espírito criativo e irreverente, característico do estudante da Universidade de Coimbra, deverá ter na latada um dos seus pontos altos.

Em campanha eleitoral


O Partido “socialista” já se encontra em plena campanha eleitoral. As contradições são muitas, e o partido sofre alguma contestação interna que os media se encarregam de encobrir e os partidários de reprimir fazendo jus à costela estalinista do líder.
Mas o Sr. “Eng” segue e soma e contra corrente lá abriu os cordões à bolsa. O engodo está lançado e temo que muitos vão cair nele. Depois vão lamentar a decisão e levar com este executivo de direita estalinista mais quatro anos.
Os outros partidos do sistema não são alternativa, uma vez que sendo parte do problema não o podem resolver nem o querem resolver.
A alternância PS, PSD, tem servido para tirar a água do capote, sendo que as criticas que uns fazem aos outros, são esquecidas na altura a que acedem ao poder caindo novamente nas mesmas asneiras.
O sistema está falido, novas politicas são necessárias, caso contrario caminhamos para o caos, para um final digno de um filme de ficção.
O nacionalismo uma vez que não está conspurcado pelos vícios do sistema, e porque soube evoluir qualitativamente é a única solução viável.
Hoje militar nas fileiras da Causa Nacional é um dever patriótico e social.
Estamos numa época que apela á união e não a divisionismos, numa época que apela ao activismo.
Tentaremos de todas as formas juntar a grande família nacionalista em torno de um projecto credível, de amplo consenso e que seja a resposta que o povo tanto espera e que certamente vai abraçar.

sábado, 11 de outubro de 2008

Dois homens armados roubaram Minipreço


Depois da papelaria A Teia, no Alto S. João, na quarta-feira, e do posto de combustível em Ceira, na quinta-feira, ontem foi assaltado o Minipreço, supermercado situado na Estrada de Eiras, “vizinho” do INEM.
Em três dias, houve três assaltos à mão armada em Coimbra.
As notícias que há dias líamos sobre Lisboa e Porto, a criminalidade descontrolado e violenta começa a bater à nossa porta.
As promessas do governo sobre a o combate à criminalidade, são mais um historia um embustes a juntar às muitas promessas não cumpridas.
As polícias actuam, mas a legislação e a interpretação da mesma rapidamente coloca em liberdade a escumalha que nos aterroriza.
Vivemos num país onde a criminalidade compensa.
Vivemos num país onde mais depressa se vai para à cadeia por delito de opinião que por criminalidade violenta.

II Encontro de Bandas Filarmónicas


Integrado nas Comemorações evocativas dos 90 anos da Morte do Compositor ANTÓNIO DE LIMA FRAGOSO, realiza-se no próximo dia 12 de Outubro, na POCARIÇA, a partir das 15h00, o 2º Encontro de Bandas Filarmónicas do Concelho de Cantanhede, com a participação das:

Banda Filarmónica da Pocariça
Phylarmónica Ançanense
Filarmónica de Covões