domingo, 30 de novembro de 2008

PNR promove manifestação pela Independência Nacional



O PNR volta a celebrar o “Dia da Restauração da Independência”, importante data nacional, cada vez mais esquecida por um bando de políticos, onde a maçonaria impera e aos quais falta visão nacional e sobra interesse pessoal.
Para José Pinto-Coelho “num país que se encontra neste estado de podridão interna em que os políticos governam para eles mesmos, como se pode falar em Independência Nacional? Se é urgente restaurar a Independência e o Orgulho Nacional, é condição indispensável correr com estes políticos. É imperativa, uma grande vassourada nacional.”
Assim o PNR promove uma manifestação em Lisboa, com início às 16.00 horas na Praça dos Restauradores e com desfile até à Praça do Município, onde cerca das 17.30 horas o Presidente do partido, José Pinto-Coelho irá proferir um breve discurso e protestar contra o Vereador José Sá Fernandes e a CML, como exemplos de um país amordaçado e a saque.
Todos os Patriotas e Nacionalistas estão convidados a participarem!

sábado, 29 de novembro de 2008

Maioria dos trabalhadores da Real Cerâmica suspende contratos



A maioria dos cerca de 80 trabalhadores da fábrica Real Cerâmica, de Coimbra, vai suspender os contratos de trabalho na próxima semana, devido a atrasos no pagamento de salários.

A Lusa apurou que 74 dos cerca de 80 operários suspendem os contratos terça-feira. Os trabalhadores não podiam aguentar mais, porque não havia o compromisso, garantias de pagamento dos salários de Outubro, de Novembro e subsídio de Natal.

Instalada em Antanhol, Coimbra, a fábrica encontra-se com a laboração parada por falta de encomendas, embora, a administração da empresa tenha admitido a possibilidade de "novas encomendas em Janeiro ou Fevereiro".

Criada há 31 anos, a fábrica produz cerâmica decorativa e cerâmica de século, exportando mais de 95 por cento dos produtos.

A Lusa tentou ouvir, sem sucesso, a administração da empresa.

Há cerca de duas semanas, o administrador da Real Cerâmica, admitiu "dificuldades financeiras" e garantiu estar a tentar encontrar uma solução junto do IAPMEI - Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento.

"Em 31 anos de vida, a empresa nunca deixou de cumprir os seus deveres", sublinhara o empresário.

Em tempos de crise tem sido manifesta a falta de apoio estatal às pequenas e medias empresas.
A ajuda vai para o grande capital sobretudo o especulativo e usurário.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Arganil - Vaga de assaltos a igrejas deixa rasto de prejuízos em Vila Cova


Duas capelas e a Igreja Matriz da freguesia de Vila Cova, concelho de Arganil, foram assaltadas na mesma noite. Os larápios, ao que tudo indica, procurariam dinheiro e outros valores, como objectos de ouro, mas acabaram por partir quase de mãos vazias, deixando para trás várias portas arrombadas e outros prejuízos.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Pela sua rica saúde


As verbas pagas pelo INEM aos bombeiros e aos hospitais-empresa em 2007 ultrapassaram os 11 milhões, de acordo com as contas ontem divulgadas em Diário da República pelo Instituto Nacional de Emergência Médica. No caso dos Bombeiros, é a corporação de Voluntários da Figueira da Foz a responsável pelo maior número de transportes de casos de emergência, tendo arrecadado mais de 158 mil euros no ano passado.
Atendendo a que estamos a falar de uma cidade relativamente pequena.
Atendendo a que muitas terras que se servem do hospital possuem corpos de bombeiros.
Seríamos levados a pensar que os utentes daquele hospital recorrem muito aos serviços de urgência ou até mesmo que a sua saúde não é das melhores.
Eu particularmente faço uma análise diferente. Faltam de facto algumas valências no hospital que o brigam a transferência para Coimbra, sobretudo a maior a mais importante que o governo por razões economicistas retirou aos figueirenses. Estamos a falar do Bloco de Partos. Afinal o ministério neste caso como em muitos outros deu um tiro no pé, porque provavelmente nada poupou e com uma agravante piorou a saúde. Hoje pagamos a factura de ter mais nascimentos na estrada e mais despesas para quem gosta e precisa de visitar um familiar internado.
Nas próximas eleições tenha cuidado em quem vota. Está provado que os partidos de sistema prejudicam gravemente a saúde.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Peritos alertam que erradicação do nemátodo do pinheiro "já é impossível"

Existem mais de cem mil hectares infectados na Região Centro

A erradicação do nemátodo do pinheiro em Portugal "já não será possível" e na região Centro estão afectados mais de cem mil hectares, foram ideias hoje defendidas no âmbito de um seminário, em Coimbra.
Na opinião do presidente da Federação Nacional das Associações de Proprietários Florestais, Vasco Campos, a situação "é muito preocupante e não tem merecido a devida atenção".
"Na região Centro (onde foram detectados dois novos focos), são centenas de milhares de árvores, seguramente mais de cem mil hectares", declarou Vasco Campos aos jornalistas, após intervir no seminário sobre "Nemátodo da Madeira do Pinheiro -- Que futuro para a floresta de pinho em Portugal".
O nemátodo da madeira do pinheiro é uma doença causada por um verme microscópico transportado por um insecto que contamina as árvores por onde passa, afectando sobretudo a copa e os ramos.

Presidente da Académica pronunciado por mais três crimes

O presidente da Académica e ex-Director Municipal de Administração do Território da Câmara de Coimbra foi ontem pronunciado por mais três crimes relacionados com a alegada prestação de favores na área do urbanismo em troca de donativos para a Briosa.

A juíza do Tribunal de Instrução Criminal de Coimbra confirmou assim o teor da acusação proferida, em Fevereiro deste ano, pelo Ministério Público que havia imputado a José Eduardo Simões a prática de dois crimes de corrupção passiva (um para acto lícito e outro para ilícito) e ainda de um crime de abuso de poder. Além disso, o TIC entendeu ainda não aceitar o pedido de anexação dos dois processos que envolvem José Eduardo Simões.Os dois crimes de corrupção reportam-se ao mesmo prédio, construído na Baixa, na rua João Machado.

Na qualidade de Director Municipal de Administração do Território (DMAT) José Eduardo Simões terá permitido a legalização de uma cave a mais do que estava projectado, o que, segundo o acórdão de ontem, «é violador do princípio de igualdade». Além disso terá facilitado a resolução de um problema relacionado com a caixa dos elevadores (a largura prevista só dava, com as alterações legais entretanto efectuadas, para um e não dois elevadores como inicialmente previsto) através de uma solução «que não era comum».

Alegadamente em troca, o dono do prédio terá entregue à Briosa dois cheques que totalizam 29 mil euros. Segundo a juíza do TIC, «o motivo dos donativos efectuados à AAC/OAF é óbvio e evidente para qualquer cidadão. Se o arguido não reunisse as duas funções, o empresário não veria a necessidade de incentivar a AAC/OAF, contemplada de forma generosa».

O terceiro crime (abuso de poder) em causa neste processo refere-se à vivenda construída por Tavares de Almeida, na encosta da avenida que dá acesso aos HUC, e que foi alvo de vários embargos camarários. Neste caso concreto, a juíza entende que o DMAT tomou uma «posição em defesa de interesses privados que, nitidamente, brigavam com o interesse público».

Ainda segundo aquele acórdão, José Eduardo Simões terá afastado do processo um engenheiro técnico civil que teria fiscalizado a obra advertindo-o que «o processo em causa seria tratado directamente por si».

E, apesar de ser essa a proposta do técnico, não houve lugar a contra-ordenações. Além disso, José Eduardo Simões terá, favorecendo Tavares de Almeida, alterado uma decisão validada pelo vereador João Rebelo.Da decisão de ontem, é possível recorrer para o Tribunal da Relação, o que foi feito no primeiro processo que visou o presidente da Briosa, Tudo indica que o mesmo será feito neste caso. Aliás, esse primeiro processo continua a aguardar por uma decisão dos juízes conselheiros para seguir, ou não para julgamento.

Nesse, o líder da Académica é acusado de oito crimes de corrupção, com a particularidade da maioria dos alegados “corruptores” terem aceite a suspensão provisória do processo, evitando a ida à barra do tribunal. (Fonte:Diário de Coimbra)

Quem com ferros mata……


O BE acusa Sá Fernandes de não ter cumprido o programa eleitoral do partido. Sá Fernandes diz que tem cumprido na íntegra. Quem estará a mentir?
Também gostei do que disse o porta-voz do PS, realmente, Sá Fernandes é vitima de delito de opinião. Gostaríamos de ter ouvido a mesma voz erguer-se, quando Sá Fernandes mandou retirar o cartaz do PNR.

Mudar de Rumo


A solução para o Banco Privado Português (BPP), de João Rendeiro, poderá ontem ter sido encontrada. O Banco de Portugal (BdP) deverá assumir provisoriamente o controlo da gestão da instituição, num modelo em que também alguns bancos privados deverão participar da solução, apurou o Diário Económico. A ajuda destes últimos deverá vir não através da entrada no capital mas da cedência de liquidez.
Nunca o grande capital viveu tempos tão felizes e promissores, se a vida lhes corre bem os lucros crescem de maneira vergonhosa como podemos contactar nos últimos anos, se o negócio vai mal, o sistema com o dinheiro de todos nós une-se para os salvar.
O BPP é um banco especial, dedica-se a negócios com grandes somas de dinheiro. Se um de nós entrar neste banco com a um quantia de 50 000 ou mesmo 100000 para aplicar, provavelmente volta pelo mesmo caminho pois a quantia é insuficiente para ser cliente. O capital depositado neste banco não é produtivo, são valores que os grandes capitalistas retiram dos seus lucros e que entregam ao banco para os aumentar. Queremos dizer com isto que caso o banco fosse à falência, nenhuma fabrica iria à falência, nenhuma empresa teria problemas, nem nenhum trabalhador teria o seu emprego em risco. O único mal que dai deviria seria menos dinheiro no bolso daqueles que já muito têm.
Para continuar o nosso raciocínio lembrem-se que o governo garantiu que os nossos depósitos nos bancos estariam à partida garantidos, mas não o ofereceu nenhuma garantia no que toca a pequenos e médios investimentos que muitos portugueses fizerem, muitas vezes seduzidos pelo agressivo marketing bancário. No entanto para salvar os grandes investidores, toda a máquina do BP não parou até encontrar uma solução.
É bom que os portugueses vão vendo e se vão apercebendo, de todas as manobras de protecção que o sistema dá ao grande capital. Quando chegar as eleições vão tentar comprar o voto com promessas de justiça social, quando estiveram sentados na cadeira do poder, vão sofrer de uma súbita amnésia que só terá cura no próximo processo eleitoral.
Não acha que já é tempo de mudar de rumo.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Professor da Faculdade de Direito suspenso

Segundo o Correio da Manhã, o professor de Direito Processual Civil, Álvaro Dias, terá aumentado as notas de dois alunos, filhos de docentes na mesma faculdade.

Um dos alunos favorecidos é sobrinho do Procurador-geral da República, Pinto Monteiro.

Por agora, o Departamento de Investigação e Acção Criminal (DIAP) de Coimbra arquivou o processo criminal.

O Conselho Cientifico instaurou um processo onde se acusa Álvaro Dias de violar o dever de imparcialidade. Ressalva, no entanto, para o facto de o seu comportamento não ter sido doloso, mas sim negligente. Também não se provou o crime de abuso de poder.

O caso é de 2004, ainda assim só no ano passado é que foi denunciado à Policia Judiciária de Coimbra. Por esta altura o professor já não exerce na FDUC.(Fonte)

Quando o crime compensa


Absolvições e penas aliviadas no “gangue do multibanco'.
Eu torço para que tenhamos um dia em Portugal governos com fibra e coragem suficientes para enfrentar escândalos como este. Infelizmente, parte da intelectualidade e do pensamento politicamente correcto degeneraram para um radicalismo tão irracional quanto perigoso, ao pensar mais no criminoso que na vitima. Mas talvez eu esteja sendo injusto quando uso "irracional". A loucura pode ter raízes bastante racionais, especialmente quando atende a determinados propósitos.
Observo, com angústia, a diminuição gradual e crescente dos valores morais e éticos. Os escândalos são tão frequentes e a impunidade, também e que tudo se tornou normal, previsível. A população perdeu sua capacidade de indignação e as pessoas já não se chocam com os absurdos que vemos diariamente. Esse lapso de consciência e de cidadania é extremamente preocupante, na medida em que não podemos tolerar que o Portugal seja terreno fértil para oportunistas sem valores e sem carácter.
O crime tem maior capacidade de organização do que o Estado. Há dois aspectos a considerar: a inexistência de um sistema de segurança pública eficiente e as falhas do sistema judicial. Os crimes são cometidos à luz do dia, nas ruas, nos semáforos, e os delinquentes andam por aí, tranquilamente, impunes. O sistema de segurança pública é deficiente e a população vive permanentemente assustada. As forças de segurança não são remunerados dignamente e à altura e muitas vezes vêm o seu trabalho criticado ou desvalorizado, o que favorece a indolência e corrupção, além de suas condições de trabalho serem obsoletas e inadequadas.

O Contrato Local de Segurança


Para um político do sistema prometer é fácil, cumprir é que não consta do seu dicionário. A criminalidade que policia e demais autoridades dizem ou fingem não ver voltou às ruas da baixa. Mas agora sentem –se e pasmem a escassos cinquenta metros está sempre um policia ou dois a guardar o Banco de Portugal.

domingo, 23 de novembro de 2008

Esperar sentado



Em entrevista ao jornal “Correio da Manhã”, Américo Henriques, o professor que durante 30 anos denunciou Carlos Silvino, está de saída da Casa Pia. O mestre continua a acreditar nas vítimas de abusos sexuais e, por isso, espera que o ex-motorista não seja o único a ser condenado.
Nós também gostaríamos de ver feita justiça, mas com estamos a lidar com poderosos, com um lobby poderoso, vamos esperar sentados.

sábado, 22 de novembro de 2008

A nova lei do financiamento dos partidos

Os partidos sem representação parlamentar realizaram hoje, Sábado, mais uma reunião a propósito da nova lei do financiamento dos partidos políticos, no seguimento das várias que tiveram lugar nos últimos meses. Na sede do MPT, PNR, PH, POUS, MRPP e ND, concluíram que a nova proposta, acordada entre PS e PSD, "nada de substancial vem alterar à lei anterior", mantendo as suas enormes injustiças e modo de aplicação. Foram relatados alguns exemplos inacreditáveis, como o caso em que um partido foi multado em milhares de euros por ter apresentado em Janeiro uma factura de telefone relativa a Dezembro, no valor de alguns euros, e que dizia respeito a ambos os períodos. A multa aplicada pelo Tribunal Constitucional excedia o próprio orçamento anual do partido, composto unicamente de quotas e donativos de militantes e simpatizantes. São situações como estas que os partidos sem representação parlamentar, e sem subvenção estatal (ao contrário do que, erradamente, algumas manchetes sugeriam), pretendem ver resolvidas e que a proposta de lei, acordada entre Alberto Martins (PS) e Paulo Rangel (PSD), não vem alterar. Recorde-se que aquele grupo de partidos já tinha apresentado uma proposta de lei que foi ignorada pelos partidos da maioria. Também já tinham reunido com o Procurador Geral da República, Pinto Monteiro, que se mostrou solidário e sensibilizado para o problema. Agora, esperam-se novas tomadas de posição, com o objectivo de tentar corrigir uma situação que todos foram unânimes em considerar como "profundamente injusta" e que tem o objectivo de asfixiar e exterminar os partidos sem representação parlamentar.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

E esta!


«Desde o Verão do ano passado até este momento, temos uma criminalidade perfeitamente estabilizada na Baixa», revelou o comandante da PSP, que apresentou números para se justificar: «Comparando os três primeiros trimestres de 2007 e 2008, temos 39,1 por cento a menos de furtos em estabelecimentos em toda a cidade. Na Baixa, se não foi parecido, anda muito próximo deste número». Segundo dados fornecidos pela Associação Comercial e Industrial de Coimbra (ACIC) à PSP, existem «entre 700 e 800 lojas na Baixa», uma zona de elevada circulação de pessoas.
Após dar conta que «os crimes mais associados à Baixa são o furto por esticão, o furto em estabelecimentos e os roubos», o intendente Bastos Leitão explicou que os furtos em estabelecimentos, com recurso a intrusão, escalamento ou arrombamento, com a loja fechada, em toda a cidade, «estabilizaram em números muito reduzidos»: 11 no primeiro trimestre deste ano, 13 no segundo e 11 no terceiro. «É muito mais reduzido na Baixa do que no resto da cidade. São números que, para nós, não são preocupantes. Não há qualquer tipo de onda de criminalidade na Baixa», afiançou.
Estas declarações são mais uma prova que o sistema nos tenta impingir a criminalidade. Nem que fosse um assalto por ano, seria sempre um motivo de preocupação, mas para o Sr. Comande estes assaltos serão talvez danos colaterais, para parafrasear o modelo americano tão ao gosto do sistema.
Como já o temos escrito isto só lá vai pela força e pela força é uma grande manifestação contra a criminalidade na baixa de Coimbra. Só assim e com o povo na rua o sistema vai agir.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Castelo Branco Terra Portuguesa


Uma rápida consulta aos números dos dois últimos resultados eleitorais mostra-nos um dado evidente: o PNR foi incapaz de um crescimento significativo no distrito de Castelo Branco. Enquanto a nível nacional duplicou os resultados entre 2002 e 2005, a nível distrital a subida foi menos que residual, passando de 258 para 263 votos. Em percentagem, esses cinco votos nem sequer se revelaram, pois constatou-se uma descida de 0.22% para 0.21%.
Ou seja, num distrito em que existe um universo de aproximadamente 120.000 eleitores, o PNR parte para 2009 numa situação de desvantagem. O presente blogue é um dos instrumentos que irão ser utilizados para combater essa realidade. Em 2009 estaremos presentes no distrito, realizando acções sempre que possível, dando a conhecer às populações o projecto do PNR, muito para lá das caricaturas e distorções que são oferecidas pela comunicação social que enforma a opinião pública. Tarefa difícil, naturalmente, sobretudo num universo muitas vezes rural, de hábitos enraízados e que se rotinou na votação rotativa entre PS e PSD de que é exemplo a representação parlamentar do distrito. Tarefa não impossível, na medida em que outros já o fizeram, embora com apoios substancialmente diferentes, com meios significativos e com tempos de antena e o carinho da boa gente da comunicação, que em relação aos nacionalistas não costuma ser tão prestável. Seja como for, é para isso que cá estamos. Iremos dando conta do processo, ao mesmo tempo que aproveitaremos este espaço para dar também a conhecer muito da cultura da Beira Baixa nas suas diferentes dimensões. A ver se em Castelo Branco a chama nacionalista se começa a fazer sentir enquanto realidade visível e incontornável. É que, agora, viemos para ficar. E seremos persistentes.

Provável mão-cheia de arguidos no concelho de Góis


O presidente da Câmara Municipal de Góis, Girão Vitorino, voltou a ser inquirido, ontem, pela Polícia Judiciária, ao abrigo de um inquérito destinado a deslindar a venda de uma parcela da quinta do Baião à Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra (ADIBER), apurou o “Campeão”.
Os vereadores Diamantino Garcia, Helena Moniz, Graça Aleixo e Daniel Alves (os dois primeiros do PS e os outros eleitos pelo PSD) serão ouvidos nos próximos dias.
Estes autarcas, bem como os antigos vereadores que exerceram funções nos dois anteriores mandatos e os dirigentes da ADIBER no período compreendido entre 1999 e 2007, estão na iminência de ser arguidos.
Lurdes Castanheira, potencial candidata do Partido Socialista à liderança da edilidade, também poderá ficar sob a alçada da mesma figura processual, na medida em que foi vereadora e directora da Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra.Continuar a ler

AVEIRO TERRA PORTUGUESA


É com enorme orgulho que divulgo este novo blogue de apoio ao PNR da zona de Aveiro.
Este blogue tem como objectivo divulgar as acções do PNR na zona de Aveiro e divulgar todo o tipo de informação relativamente ao PNR, do modo que os leitores possam estar sempre informados das acções que o PNR esteja a desenvolver.

Espero que seja produtivo e que vá esclarecendo qualquer dúvida que possa surgir aos leitores.

Desde já deixo aqui o contacto do PNR Aveiro, para quem nos quiser contactar para tirar dúvidas ou até juntar-se a nós.

email: aveiro.pnr@gmail.com

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Portugal no topo da desigualdade na distribuição do rendimento


Os números são da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e contrariam o discurso político optimista que caracteriza o actual Governo: Portugal apresenta o terceiro maior índice de desigualdade na distribuição do rendimento entre os 30 países desta organização, a par com os Estados Unidos e apenas atrás do México e da Turquia.
Mas não é apenas em Portugal que a desigualdade cresce. No relatório Crescimento e Desigualdades, a OCDE afirma que o fosso entre ricos e pobres aumentou em todos os países membros nos últimos 20 anos, à excepção da França, Grécia e Espanha, e que nos últimos cinco anos se assistiu ao crescimento da pobreza e da desigualdade em dois terços dos países analisados. Canadá, Alemanha, Noruega e Estados Unidos são os mais afectados. O restante conjunto de países viu as diferenças entre ricos e pobres diminuírem, em particular a Grécia, o México e o Reino Unido, o que, de acordo com os autores do estudo, «prova que não há nada de inevitável nestas mudanças».
Portugal é o país da União Europeia onde há mais desigualdade entre ricos e pobres. Portugal é de longe o país da União Europeia onde os ricos são os mais ricos e os mais pobres são os mais pobres. As 100 maiores fortunas portuguesas representam 25% do Produto Interno Bruto e 20% mais ricos controlam 45,9% do rendimento nacional. Estes dados mostram que Portugal necessita de uma política redistributiva e de encarar de frente o problema da desigualdade. Que política distributiva? Todo o discurso político, da comunicação social e da sociedade civil é em relação ao crescimento económico e à redução do défice público. Desta forma só se abrange 80% dos mais ricos, esquecendo os 20% dos mais pobres. As estatísticas indicam que um em cada cinco portugueses vive no limiar da pobreza. Mas a realidade da pobreza é pior. Porque pobreza não é meramente falta de dinheiro, é também falta de acesso às necessidades que conferem dignidade na vida portuguesa.
É preciso que as actualizações não sejam uniformemente percentuais, mas que aumentam mais para aqueles que ganham pouco e não tanto aqueles que ganham muito. Já era previsível, nós temos em Portugal, poucos que ganham muito e muitos que ganham muito pouco ou nada. É importante corrigir isto, porque não é justo nem moral.
São também necessárias e urgentes de apoio às zonas mais deprimidas do país e uma aposta clara na educação, que não apenas na escolaridade.
É igualmente necessário promover o empreendedorismo e uma intervenção clara no ambiente e nas condições em que muitos dos nossos concidadãos vivem, para alterar a situação de desigualdade no país.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Porreiro pá


Em seis anos, o Norte de Portugal enfrentou mais de 60 casos de reestruturação de empresas que motivaram despedimentos em massa. Dados da Eurofound sugerem a destruição de mais de 17 500 postos de trabalho, sobretudo no sector têxtil. Os autores admitem que existam mais casos
O Norte de Portugal é a segunda região europeia com mais situações de despedimento em massa. Com 60 casos, a região surge em segundo lugar num 'ranking' elaborado pela Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho (Eurofound), que analisa o período entre 2002 e 2007. Dados solicitados pelo DN aos autores do relatório revelam que as falências, reestruturações internas e deslocalizações consideradas ameaçaram, neste período, 17 556 postos de trabalho.

Encapuzados roubaram Correios de Ceira



Quatro indivíduos encapuzados e de óculos escuros assaltaram ontem à mão armada a estação de Correios de Ceira, em Coimbra.
O roubo ocorreu às 11h10, tendo os indivíduos ameaçado com uma arma de fogo a funcionária dos Correios, obrigando-a a abrir um cofre e levando uma quantia indeterminada em dinheiro.
A GNR disse desconhecer o calibre e tipo de arma utilizada pelos assaltantes que fugiram num automóvel, Fiat Punto. Carro que abandonariam nas imediações para fugirem noutro, desta vez um Rover.
De acordo com a assessoria de Imprensa dos Correios, uma funcionária e uma cliente tiveram de receber assistência hospitalar, a primeira por entrar em stress e ansiedade e a cliente por se sentir indisposta.
Segundo o presidente da Junta de Freguesia de Ceira, o assalto de ontem não foi o primeiro efectuado aos correios locais, recordando-se de outro, «há relativamente pouco tempo».
José Vicente lamentou igualmente a onda de assaltos registada recentemente na freguesia, alguns em pleno dia. Recordou, a propósito, os roubos às bombas de gasolina da Alves Bandeira e à Escola 2+3 de Ceira.
Os Correios de Ceira ficam localizados em frente às instalações da Casa do Povo e da Junta de Freguesia.
Segundo uma funcionária da autarquia, foi tudo muito rápido. Tudo indica que haveria um quinto elemento a aguardar os restantes na viatura.
Na sequência do assalto a estação encerrou ao público, devendo reabrir hoje.
A GNR, PSP, Brigada de Trânsito encetaram de imediato buscas mas ontem à noite ainda não tinham, segundo o que foi possível apurar, detectado a viatura. Por envolver armas de fogo, o crime está a ser investigado pela Judiciária.

FONTE

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

1º de Dezembro de 2008

Reportagem da TVI sobre imigração, racismo e discriminação


A TVI transmitiu ontem uma reportagem da autoria da jornalista Elisabete Barata com o título "Português Suave". O programa tinha como tema a imigração e começou com uma associação entre esta e a criminalidade. Excertos de aberturas de telejornal, imagens de bairros de imigrantes, e tiroteio da Quinta da Fonte. Nada de novo, portanto. Entretanto alguns minutos, poucos, para falar em nacionalistas. Recordou o recente processo de Monsanto, em que houve condenados por escrever, aproveitando para meter pelo meio uns gritos e ambulâncias. Adequado para os objectivos da reportagem, menos de informação e mais de desinformação, ou formação politicamente (in)correcta. Um pequeno exemplo: Elisabete Barata entrevistou José Pinto-Coelho, presidente do PNR, no Martim Moniz em Lisboa. A meio da entrevista, um bando de imigrantes começou a proferir ameaças, atirando pedras e garrafas de cerveja. Entrevistado, jornalista, e repórter de imagem tiveram de abandonar o local apressadamente. Quando o repórter solicitou a ajuda de um carro da PSP que por ali passava recebeu como resposta que «não tinham tempo». Ficou tudo registado na fita da TVI, mas não houve coragem de o mostrar. Era necessário proteger a imagem do imigrante, discriminado, perseguido. E o episódio deu-se precisamente junto à Freguesia do Socorro, em que os imigrantes são cerca de 90% dos residentes, uma realidade que a reportagem também não mencionou. Assim se vai branqueando a tal realidade, cada vez mais difícil para muitos portugueses que têm de viver no dia-a-dia sentido todos os «benefícios» que a reportagem, e outros entrevistados, tentaram transmitir ao longo de quase meia-hora. Talvez por isso nos nossos canais de televisão nunca tenha havido um único debate em directo, sobre este tema, com um representante não politicamente correcto ou sem os «comissários» do costume. E por falar em «comissários», Rosário Farmhouse do ACIDI, também entrevistada, tratou os imigrantes como mercadoria dizendo que «dão lucro», o que até nem é verdade, mas «esqueceu-se» de mencionar os 73 milhões de euros que a sua organização governamental vai receber do Orçamento de Estado para apoiar os imigrantes e mais de uma centena de associações racistas e discriminatórias, para com os portugueses. E, assim, lá assistimos a mais do mesmo.

FONTE

domingo, 16 de novembro de 2008

Reportagem da TVI "Português Suave(com José Pinto Coelho e Mário Machado).


Reportagem especial da TVI, domingo dia 16 pelas 21H "Português Suave" depois do telejornal.

Com entrevistas a José Pinto-Coelho e Mário Machado.

1º de Dezembro de 2008


Como é habitual, o PNR celebrará o Dia da Restauração da Independência Nacional, a 1 de Dezembro de 2008, com ponto de encontro marcado às 16h na Praça dos Restauradores (Lisboa).
Segue-se uma marcha em direcção à Praça do Município, onde terá lugar um protesto contra a decisão da Câmara Municipal de Lisboa de retirar o cartaz de propaganda do PNR.
Serão dadas mais informações neste tópico e no site do PNR

sábado, 15 de novembro de 2008

Do Presidente aos Nacionalistas | Novembro de 2008


A nossa luta, cheia de contratempos e dificuldades não é nem será nunca para pessoas pouco firmes, de modas, caprichos ou de entusiasmos efémeros. Muitos desses, por certo, serão nossos companheiros de caminho em certas etapas.
Mas a luta, o verdadeiro combate, faz-se contando apenas com a certeza dos incondicionais. Com os que estão na linha da frente. São um punhado de gente corajosa, generosa e impermeável ao desânimo. São os que em qualquer circunstância, boa ou má, não hesitam em dizer: Presente!

A luta Nacionalista é dura e trilha caminhos armadilhados, de risco constante e ataques sucessivos, vindos de fora e de “dentro”.
Este caminho só é percorrido por quem, alicerçado em vontade firme e camaradagem forte, o consegue trilhar, escrevendo as páginas da História Nacionalista e do PNR com dor e fortaleza, com constância e Fé.
A incerteza da luta e dos seus resultados é algo que está sempre presente em quem se guia por profundas convicções. Esse é justamente um dos aspectos que nos distingue dos carreiristas, aburguesados e instalados no conforto e na certeza de contrapartidas.

O "poder" ser militante e combatente nacionalista tem que estar diariamente acompanhado por um renovado “querer” sê-lo!
Esse “querer” afirmativo, desprendido, confiante e determinado não é compatível com birras, caprichos ou teimosias estéreis. Não cabe neste “querer” a tentação da crítica fácil, do “treino de bancada” ou de teorias que não passam de falsas desculpas para “justificarem” a falta de entrega.

O ano que se aproxima, mais do que nunca na História do PNR, vai precisar de sentir por parte dos militantes e apoiantes o verdadeiro sentido da afirmação “Presente”!
Vamos precisar de mobilizar mais ainda: candidatos, cabeças de lista, presenças nas campanhas de propaganda, nas mesas de voto…

Há certas horas na vida das instituições e das pessoas, nas quais, mais que nunca, as palavras não acompanhadas por actos se tornam mais vazias e desprezíveis. É nessas horas, sobretudo nessas, de provação ou de esforço, de risco ou de entrega, que se distingue entre quem diz e quem faz.
O PNR precisa não precisa de palavras, teorias ou promessas. Precisa de apoio e de actos.
A escolha cabe a cada um.

José Pinto-Coelho
15 Nov 2008

Distribuição em Coimbra


Mais uma vez o PNR mostra-se activo e presente para combater o aumento da criminalidade que está a aumentar pelo nosso país.

Desta vez em Coimbra depois de os comerciantes da baixa, muito descontentes com o aumento da criminalidade contra o património, foram à sessão pública do executivo de Carlos Encarnação pedir ajuda para o grave problema que os atormenta.

O PNR não poderia ficar de braços cruzados face a esta situação e hoje os nacionalistas de Aveiro deslocaram-se a Coimbra para dar apoio na distribuição de panfletos contra a criminalidade.
Fomos muito bem recebidos pelos comerciantes e população, tendo algumas pessoas até ficando com mais panfletos para distribuir pelos amigos e familiares.

Para os interessados da zona de Coimbra aqui deixo os contactos.

Numero: 961488375
mail: PNRCoimbra@gmail.com

O nacionalismo não pára!

FONTE

Centro de Bioética reitera oposição à eutanásia

O Centro de Estudos de Bioética (CEB), em Coimbra, reiterou ontem a sua oposição à eutanásia, defendendo a necessidade de uma «rápida e total implementação» da rede de cuidados paliativos.
Num parecer a que agência Lusa teve acesso, a direcção do CEB preconiza uma «rápida e total implementação da rede de cuidados paliativos, certa de que a resposta a um (raro) pedido de eutanásia é a compassiva e total prestação de cuidados, de modo a que o doente terminal viva em paz a sua vida até morrer».
«Esta é, na verdade, a morte medicamente assistida a que todos temos direito», sublinham Jorge Biscaia, Daniel Serrão, António de Almeida e Costa, Michel Renaud e Vasco Pinto de Magalhães.
A posição conjunta sobre a eutanásia vai ser apresentada hoje em Coimbra num encontro comemorativo dos 20 anos do CEB e dos 80 anos de Jorge Biscaia que, a par com Daniel Serrão e outras personalidades, foi agraciado recentemente pelo Presidente da República com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago de Espada, pelos seus trabalhos pioneiros na área da bioética em Portugal.
Intitulado “Eutanásia, uma questão persistente”, o parecer sublinha que «a vida humana é inviolável» e vinca que é «um dever inalienável do Estado e da sociedade tudo fazer para minorar a solidão e o sofrimento físico dos que precisam de acompanhamento humano de “consultas de dor” e de cuidados paliativos nas situações de doença grave ou de incapacidade prolongadas».
«O papel dos profissionais de saúde é o de proporcionar aos doentes toda a atenção necessária para poder dar-lhes uma vida com qualidade», preconizam.
Segundo o documento, «a morte provocada a uma pessoa, a seu pedido, tem sido apresentada, por alguns, como expressão de compaixão por quem sofre e como sinal de respeito pela autonomia do doente terminal».
«Ao contrário desta ideia que tentam banalizar, pertencemos ao grupo claramente maioritário para quem é inaceitável matar um doente seja qual for a explicação que se pretenda dar para essa morte provocada», sublinham os especialistas em bioética.
Na sua óptica, «o mais importante é fornecer-lhe todos os cuidados, de modo a tratar a dor e outros sintomas, de forma a proporcionar-lhes uma vida com qualidade, até ao fim natural».
«Para tal, urge implementar o direito de acesso a bons cuidados paliativos, como de resto existem já em Portugal, infelizmente em número claramente não suficiente para quem deles necessita», vincam.
A proibição da eutanásia na lei «justifica-se pela protecção de um bem fundamental, que é o da vida do doente», sustenta o Centro de Estudos de Bioética.
«Defende ainda o paciente de possíveis abusos de uma hipotética autorização para matar a pedido, mesmo quando ela não existe como tem sucedido na Holanda (eutanásia involuntária de doentes adultos e mesmo de menores), adianta.
Para a direcção do CEB, «essa protecção é exigida pela ética médica, que seria gravemente comprometida se o papel dos médicos e dos enfermeiros que com eles colaboram, como garantes da defesa da vida, se transformasse no de prestadores oficiais da morte».
«Entre as questões éticas respeitantes à vida humana, a eutanásia permanece sempre actual (…) Entre nós, num destes surtos cíclicos de abordagem da questão, o problema tem sido ultimamente de novo agitado, não faltando sequer propostas fracturantes», lê-se ainda no documento.

FONTE

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

BASTA DE CRIMINALIDADE


Amanhã o PNR vai efectuar uma acção de panfletagem na baixa de Coimbra.
Vamos assim mostrar aos comerciantes e ao povo de Coimbra que fazemos nossa a sua causa.
Perante a indiferença das autoridades e a traição da Associação de Classe o partido nacionalista vai dizer presente.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Larápios semearam destruição no Santuário do Mont´Alto


Os “amigos do alheio” visitaram o Santuário do Mont´Alto, localizado a escassos três quilómetros da vila de Arganil, e causaram estragos que ultrapassam as várias centenas de euros. Desolado, o cónego Manuel Martins contou ao nosso Jornal que os assaltantes arrombaram as três portas do edifício, nomeadamente a porta da torre, a porta lateral - usada para o serviço habitual do Santuário, - e a porta da sacristia, que dá para o exterior do templo, tendo as duas últimas ficado totalmente inutilizadas.
Já vai sendo um lugar comum e neste blogue, noticias deste género, como já dissemos outrora era raro aparecerem, agora e graças a promoção dada pelo novo código nunca abrimos os jornais da zona sem sermos confrontados com a triste realidade.
Mas este assalto ganha outros contornos, porque esperamos que à semelhança de um certo cemitério de uma outra crença religiosa, também os altos dignatários deste país façam uma visita ao santuário, devidamente aparamentados para demonstrar a sua solidariedade

ACR Seixo comemora 28 anos


No sábado dia 15 de Novembro, pelas 21h00, a Associação Cultural e Recreativa do Seixo celebra o seu 28º aniversário com um Concerto a realizar no salão Paroquial com a actuação do Grupo de Instrumentos de Sopro de Coimbra.
Foram 28 anos de um percurso, com alguns momentos de desânimo e de dificuldades, mas com muitos êxitos, muitas alegrias, muito envolvimento. A cultura, o desporto, a identidade das gentes, nas vertentes de competição, de formação ou de lazer no Seixo, têm a marca da Associação. Por tudo isto e para todos aqueles que nestes tempos foram timoneiros no Teatro, no Rancho ou no Futebol, muitos parabéns.