segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O Triunfo dos Porcos


Os novos órgãos sociais da Associação de Moradores do Bairro do Ingote tomaram ontem posse. O acto eleitoral realizou-se no passado domingo. Muito tarde afirmamos nós porque a determinação da Assembleia-geral obrigava a que o acto tivesse sido feito há muito mais tempo.
A anterior Direcção tinha-se demitido em bloco, para protestar contra a falta de apoios e o não cumprimento de promessas por parte da câmara. Rapidamente uns amiguinhos da cor de um certo vereador, assumiram o lugar tendo sido mandatados para realizar eleições passados alguns meses o que não cumpriram e aproveitaram para fazer logo umas peripécias tipo PREC.
Sabemos também que grande parte dos sócios desta Associação também pediu a desvinculação.
Agora a comissão de provisória passou a definitiva e teve logo uma prenda do padrinho.
Quando foi fundada a Associação funcionava numa casa do bairro, depois foi realojada num contentor, porque as casas destinavam-se a habitação e não a sedes de associações. Agora o vereador vermelho da maioria vodka-laranja, volta a baralhar e dar de novo e lá vai dar uma casa para as suas correias de transmissão no bairro.
Alguns moradores do Bairro que tiveram uma reunião connosco dizem também, que existem alguns mais iguais que outros no toca a remodelações que estão sendo feitas nas casas do Bairro.
Enfim está de vento em poupa o partido das amplas liberdades lá no Bairro. Uma sede que não servirá certamente só para a associação, uma direcção que vão dizer ámen a tudo o que fizerem na zona, pode-se finalmente passar uma borracha sobre muita coisa que se passa na zona.
Mas como todos sabemos no partido das amplas liberdades e nos países onde os comunistas governaram, sempre houveram alguns mais iguais que outros.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Partir Pedra


Usando o nome do blogue permitam que hoje faça algumas divagações sobre o concelho.
Congratulo-me como o facto do Sr. Presidente da Câmara de Cantanhede já ter vindo a terreiro, pronunciar-se sobre o estranho encerramento provisório da linha de comboio que nos serve. Mas não pasta uma simples declarações para depois se lavar as mão como Pilatos, é necessário que um movimento cívico nasça, de preferência com a participação e colaboração dos edis das zonas servidas pela linha, para que a pressão se faça sentir nos órgãos competentes. As recentes declarações dos responsáveis da CP, sobre os motivos do encerramento para além de caricatas, mostram claramente o motivo desta empresa dar prejuízo. Sabemos que vem de longe a pretensão de substituir o comboio por autocarros. Mais uma estratégia errada de quem nos governa. O comboio é muito menos poluente e muitos mais barato, basta este argumento para rebater qualquer ideia peregrina. Mas como isto tudo cheira a Republica das bananas, provavelmente vamos mesmo ter que no futuro viajar nos autocarros que os outros já não usam, assim a atirar para o terceiro mundo
Também tem levantado alguma polémica, o terminus da construção da estrada que liga Cantanhede à 109. Apesar de previamente alguns cidadãos terem avisado e mesmo feito seguir para o Governo Civil um alerta, os planeadores de serviço insistirão em cortar a meio as povoações de Barrins de Baixo e Escoural. Lamento que os nossos políticos não tenham a coragem de admitir uma falha e que depois façam declarações que facilmente são rebatidas. Impõe-se a construção de uma passagem subterrânea, em nome do bem-estar das populações ou então que se ministre um curso técnico, assim tipo novas oportunidades de como saltar vedações.
Circula nas conversas de café, ouve-se nalguns círculos de amigos, que o campo de golfe ainda não está ser utilizado, porque alguém se esqueceu que tinham de ser construídas estruturas de apoio.
Num lado faltam as passagens e ninguém se lembrava dos avisos dos habitantes, noutro faltam as estruturas e convenhamos que as declarações sobre a linha de caminho de ferro pecaram por tardias. Depois da gripe será que anda por ai um surto de amnésia politica?

sábado, 10 de janeiro de 2009

Coimbra: ambientalista contra viaduto sobre o Choupal


O ambientalista e botânico Jorge Paiva manifestou-se esta sexta-feira contra a travessia do Choupal por um viaduto, prevista num projecto rodoviário, considerando que constitui «um atentado paisagístico e ambiental», que «vai destruir grande parte» daquela mata nacional, noticia a Lusa.

«Quantas árvores vão deitar abaixo? Quantas vão replantar? Uma árvore cresce debaixo de uma ponte?», questionou em declarações à agência Lusa o professor catedrático aposentado do Departamento de Botânica da Universidade de Coimbra.

A Declaração de Impacto Ambiental (DIA) relativa ao estudo prévio do projecto «IP3 - Coimbra (Trouxemil)/Mealhada. IC2 - Coimbra/Oliveira de Azeméis (A32/IC2) e IC3 - Coimbra/IP3», emitida na semana passada, é favorável, embora com várias condicionantes, à travessia em viaduto do Rio Mondego e da Mata Nacional do Choupal.

Jorge Paiva, frequentador habitual daquele espaço verde, desportivo e de lazer, alertou também para os efeitos da nova travessia no Choupal em termos do ruído e da qualidade do ar e lembrou que, como os ventos dominantes no vale são oriundos do mar, a poluição será «empurrada» para o centro da cidade.

O Provedor do Ambiente e da Qualidade de Vida Urbana de Coimbra, Salvador Massano Cardoso, reiterou esta sexta-feira as suas críticas à DIA neste aspecto específico, manifestando o seu desagrado com a decisão de viabilizar a travessia do Choupal em viaduto.

Segundo o provedor, o parecer da Comissão de Avaliação é também desfavorável à solução, por entender que «os impactos na Mata Nacional do Choupal são negativos, muito significativos e de carácter permanente, comprometendo o seu uso e diminuindo o seu reconhecido valor em todas as suas valências».

Na posição da Provedoria emitida esta semana a propósito da DIA, Massano Cardoso refere que também a Autoridade Florestal Nacional deu parecer desfavorável à travessia do Rio Mondego naquela área.

«Estou muito preocupado com o facto de os estudos de avaliação do impacto ambiental não serem valorizados. É uma decisão meramente política», disse hoje o catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra à agência Lusa.

Coimbra cidade segura?


Os responsáveis pela segurança, insistem em dizer que Coimbra é uma cidade pacífica. Ontem tivemos disparos na Av. Sá da Bandeira e no Bairro do Ingote, no primeiro caso depois de um casal ser violentamente agredido, estando os dois casos relacionados e oito dias depois do assalto à estação dos CTT do Rossio, os ladrões voltaram à freguesia de Santa Clara, desta vez ao posto dos Correios da Praça Campos Contente.
Em moldes semelhantes ao roubo da semana passada (de cara coberta e supostamente armados), o de ontem ocorreu na abertura dos Correios, sabendo-se que eram, pelo menos, quatro indivíduos.
Alguns já se questionaram sobre o facto de quase todos os dias privilegiarmos as notícias sobre criminalidade. Desde os primórdios da humanidade a segurança fez parte das preocupações do homem. Sem segurança as sociedades não prosperam. Nos dias de hoje a nossa segurança é posta em causa constantemente sendo um a sua falta um retrocesso na história da humanidade. Para melhor está bem, está bem. Não aceitamos o que o sistema nos tenta impingir. O aumento da segurança não é uma inevitabilidade.
Toda a politica criminal do sistema e sobretudo do governo, tem falhado no que toca à prevenção e combate à criminalidade.
Acresce que a sucessiva desvalorização do crime violento por parte destes «responsáveis», crime esse que tantas vidas tem ceifado e outras tantas famílias destruído no nosso país, é antes de mais uma inaceitável desconsideração e desprezo total pelas vítimas desses episódios. O Governo, e em especial Rui Pereira, demonstrou várias vezes que não tem capacidade técnica nem moral para exercer um cargo que envolve tanta responsabilidade. Por muito menos foram despedidos outros Ministros da Administração Interna. Que interesses obscuros protegem Rui Pereira? Porque é que este sinistro continua a ocupar aquele cargo?
A verdade é que os portugueses estão a ser vítimas, no seu próprio país, de bandos de criminosos que não se importam de matar e destruir a vida de terceiros a troco de alguns euros. O crime alastra a uma velocidade galopante e vivemos uma situação insustentável e sem paralelo na história recente do nosso país. Os partidos do sistema, culpados da situação, têm um discurso demagógico, populista ou securitário, que é usado para tentar disfarçar as suas políticas de destruição nacional.
É urgente reforçar e preparar melhor as nossas polícias, acabar com o sentimento de impunidade que alastra entre criminosos, agilizar e reforçar a aplicação da justiça, punir com serveridade os crimes contra as pessoas, repatriar os imigrantes que cometem crimes, e sobretudo acabar com o laxismo, preguiça e corrupção, reinante na classe política portuguesa.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Onda de assaltos a centros de dia deixa idosos em pânico




Uma vaga de assaltos a centros de dia, liga de melhoramentos e juntas de freguesia das aldeias do concelho de Arganil, que se tem vindo a verificar nas últimas semanas, está a deixar em pânico as populações.

Esta quinta-feira de madrugada, o Centro Sociocultural e a Liga de Melhoramentos de Anseriz foram vandalizados por um ou mais indivíduos que levaram cerca de três mil euros em dinheiro, uma máquina fotográfica digital e tabaco.

Segundo Paulo Amaral, presidente da Junta de Freguesia e do Centro, o dinheiro era sobretudo proveniente do pagamento das mensalidades dos utentes que frequantam o Centro de Dia da instituição e o bar da Liga de Melhoramentos. A juntar aos prejuízos estão ainda um conjunto de móveis, portas e janelas danificadas.

Os habitantes da pequena localidade que ainda há poucos meses deixavam as chaves do lado de fora das portas estão apavorados. Os mais idosos, que na sua maioria vivem sós, receiam agora pernoitar sozinhos em casa e ontem apresentavam-se bastante ansiosos.

Há cerca de dois meses teve início na região uma onda de assaltos que começou por visar igrejas e capelas. Nas últimas semanas os alvos passaram a ser autarquias, colectividades e centros de dia.

Também ontem a Santa Casa da Misericórdia da Vila Cova de Alva, no mesmo concelho, foi assaltada. Depois de arrombada a porta de acesso ao escritório, a abertura do cofre foi forçada e de lá retirados cerca de 1300 euros. Apenas 500 eram em dinheiro, uma vez que o valor restante estava em vales das reformas dos idosos, entretanto cancelados.

Os núcleos de Intervenção Criminal e de Apoio Técnico da GNR de Arganil tomaram conta da ocorrência.

FONTE

Semana da Chanfana 2009 - Vila Nova de Poiares



Semana da Chanfana começa amanhã e prolonga-se até dia 19, envolvendo oito restaurantes do concelho. Uma aposta na gastronomia que atrai milhares de visitantes

Ex-libris da gastronomia da Beira Serra, a tradicional chanfana tem, em Vila Nova de Poiares, um dos seus principais baluartes de referência, que lhe conferem, de resto, o título de “Capital Universal da Chanfana”. Fazendo jus ao nome, o município, em colaboração com a Confraria da Chanfana, promove a Semana da Chanfana.
O evento começa amanhã, prolongando-se até dia 19, integrado no âmbito do Dia do Município, que se assinala no dia 13.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Administrador da Jammo culpa funcionários de incumprimento dos prazos das encomendas


Neste país os empresários corruptos crescem como as ervas daninhas, coma a ajuda de políticos corruptos e o fechar de olhos do sistema vigente.
Lutar contra esta onda de corrupção que só prejudica o país e povo é dever de todo o nacionalista.
Não aceitamos portanto que se culpabilizem os trabalhadores por erros de gestão ou como parece ser neste caso por gestão danosa.
Já que o sistema não os defende cabe aos trabalhadores da JAMMO, lutar por tudo aquilo a que têm direito e que verdade se diga devia terminar com a entrega da fábrica aos mesmos.

Suspeito de tráfico de armas sai em liberdade


Um homem foi ouvido, ontem à tarde, no Tribunal de Instrução Criminal de Coimbra pela suspeita de tráfico de armas. Ao que o DIÁRIO AS BEIRAS conseguiu apurar, a Directoria de Coimbra da Polícia Judiciária apreendeu várias armas no Bairro da Rosa, no âmbito de uma investigação relacionada com um tiroteio ocorrido naquela zona da cidade, na noite de passagem de ano, do qual resultou um ferido.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Afinal havia outra

Tínhamos aqui noticiado mais um assalto na Baixa de Coimbra.
Apesar das promessas, dos contratos a Zona histórica da cidade está votada ao abandono. Para o sistema é muito mais importante apoiar as grandes superfícies que essas é que dão dinheiro para as campanhas e sempre podem encaixar um boy ou outro.
Hoje ficamos a saber que o material roubado já estava à venda.
Perante o aparato policial montado na zona, comerciantes esperam resultados. Eu por mim esperava sentado. Se algumas detenções foram feitas o novo Código se encarregara de os soltar e vai logo aparecer algum “benfeitor” que em nome da integração e de outras panaceias do sistema, se vai encarregar de lhes oferecer um bairro novinho em folha, com alimentação fornecida por alguma associação de “beneficência” que para estes arranja sempre dinheiro, nem que tenha de ter trabalhadores com salários em atraso.

Porreiro pá!


Portugal entrou oficialmente em recessão.
O governo e mesmo algumas personagens do sistema continuam a embandeirar em arco.

Do Presidente aos Nacionalistas | Janeiro de 2009



O ano 2009 inicia-se sob o espectro da crise internacional, da depressão e todas as suas nefastas consequências.
Os portugueses sabem bem que vão passar mal; vão passar pior ainda!
Contudo, a tão falada crise internacional não pode ser uma desculpa para os políticos se vitimizarem e continuarem a enganar os portugueses com discursos de passa culpas.

A verdade é que essa crise internacional, de causas complexas, sem dúvida, e consequências imprevisíveis é, afinal, o resultado das políticas Mundialistas e capitalistas selvagens que aniquilam as Nações, os trabalhadores e as famílias. É o resultado das políticas de alinhamento dos nossos governantes e por eles coadjuvadas. É o capitalismo a provar o seu próprio veneno.
E nessa medida, quanto mais fragilizada e dependente se encontrar a economia nacional, mais se sentem os efeitos da crise.

São precisamente os mesmos que entregaram de bandeja a soberania nacional, a moeda o tecido produtivo, os centros de decisão e os sectores vitais da Nação, que agora se queixam das consequências que a crise “que vem de fora” vai trazer à tão débil e dependente economia portuguesa.

Mas pior do que a crise; bem pior do que esta ou outras crises, que ciclicamente afectam um ou vários países, é o facto de Portugal estar moribundo, sem presente nem futuro, por estar entregue a uma classe política que criou uma teia corrupta de poder. Corrupta e imoral!
É recorrente a prática de ilegalidades corruptas, mas também a prática de actos que não sendo ilegais, são da mais gritante imoralidade. Isto é o pão-nosso de cada dia, sem pudor, que se desenrola sob o olhar apático, triste e sem reacção dos portugueses.
É Portugal que anda a ser sugado até à medula por uma classe de dirigentes que se favorece a si mesma e aos seus amigos. É uma vergonha! Ou… falta dela!

A corrupção e a imoralidade da Administração Pública saem muito mais caras a Portugal do que a crise! É preciso que de uma vez por todas os portugueses deixem de acreditar nesses discursos estafados e percebam que realmente a corrupção está a levar Portugal ao abismo. E que há culpados!

Em 2009 teremos três ocasiões para correr com os grandes responsáveis por este estado de coisas.
E não é com a abstenção da indiferença ou descrença que se resolve alguma coisa.
Não é também com o chamado “voto útil” nos mesmos inúteis (e culpados) de sempre, que se vai mudar.
Não é também com a inutilidade de votos nulos ou com a irresponsabilidade de votos em branco (como cheques em branco…).
Quem optar por uma das “soluções” anteriores, não tem moralidade para se queixar depois.

É preciso dar claros sinais de mudança e de protesto contra esta gente que desde o fatídico ano de 1974 destrói Portugal. É preciso fortalecer a única alternativa e esperança para Portugal: o Nacionalismo! O PNR!

As primeiras eleições são as “Europeias” no dia 7 de Junho.
O PNR tem posições claras e firmes de oposição à União Europeia. O PNR tem posições vincadas Independência Nacional incompatíveis com o federalismo da União Europeia. Mas a luta faz-se por dentro.
Assim, no dia 7 de Junho, apelo a que os Nacionalistas não deixem de ir votar no PNR cuja lista será encabeçada por Humberto Nuno de Oliveira que, bem sabemos, irá representar e defender ao mais alto nível as nossas profundas convicções e o nosso combate.

Desde já, é dever de cada Nacionalista apoiar e divulgar, de todas as formas que estiverem ao alcance de cada um, a campanha pelo PNR nas “Europeias 2009”.

José Pinto-Coelho
7 Janeiro | 2009

Independente de Cantanhede


Já muitas vezes o escrevi e manifestei em público, que a imprensa regional ainda não embarcou na censura por omissão ou no politicamente correcto.
Alguns jornais regionais têm mesmo a coragem de publicar artigos das mais diversas tendências politicas, isto é fazer jornalismo sério e independente.
O Jornal Independente de Cantanhede, enquadra-se a meu ver neste grupo de jornais. Abriu desde o primeiro momento as portas ao que escrevo e na sua ultima edição fez o favor de publicar um artigo que escrevi, que neste particular poderia ter sido da autoria de qualquer cidadão. No entanto outros artigos corajosamente publicados por este órgão de informação, reflectem bem a minha tendência politica o que mais uma vez faz jus ao nome do jornal.
Os meus sinceros agradecimentos pela confiança manifestada na minha pessoa e os votos de que continuem a fazer jornalismo.

Desempregados da JAMMO saem da Câmara sem “luz ao fundo do túnel”


Os desempregados da JAMMO a conselho de um funcionário do Centro de Emprego de Arganil, deslocaram-se à Câmara de Oliveira do Hospital, para procurarem o apoio da autarquia.
A reunião foi praticamente infrutífera, tendo o Presidente da Câmara desafiado quem já não tem dinheiro nem para comer a criar o seu próprio posto de trabalho.
Os trabalhadores da JAMMO e os trabalhadores portugueses têm de perceber que este sistema não os defende, antes prefere salvar os usurários do costume, as empresas onde depois pode “empregar” os seus boys.
É o povo, são os trabalhadores que hão-de encarregar-se de apoiar e vigorizar a vida portuguesa, pois a maior garantia do trabalho, da prosperidade e da vida digna das massas radica na força económica, moral e material da Pátria.
Acreditar nas mentiras e nos embustes do sistema não é solução. Impõe-se uma viragem urgente. Impõe-se uma nova relação capital, trabalho. Uma relação onde o capital esteja subordinado ao trabalho.
Por fim lembro a experiência gratificante de um Fabrica do Norte, onde os trabalhadores confrontados com uma situação idêntica, adquiriram a unidade. Já pagaram as dividas, já criaram mais postos de trabalho e pensam mesmo ter lucros este ano. A solução pode ser aplicada no caso da JAMMO, embora o sistema não o deseje, porque é uma tábua de salvação para um primado que eles não pretendem. É a tábua de salvação da propriedade privada e o sistema, capitalista ou capitalista de estado, visa a pouco e pouco destruí-lo.

UM ASSALTO NA BAIXA EM PLENO DIA


O Pedrosa, um reputado comerciante com cinquenta anos de actividade na Baixa, mais concretamente no Largo do Poço e na Rua da Louça, hoje, à hora do almoço foi assaltado. “Entraram no meu armazém, na Rua da Louça, no 1º andar, rebentaram com a porta e levaram algumas centenas de peças de vestuário de bebé”, diz-me isto com a passividade de quem está profundamente cansado e desiludido com a insegurança que se vive na Baixa.
Quando lhe pergunto se chamou a polícia, responde-me: “para quê? Se já perdi, indo participar ainda perco mais. A PSP nunca descobre ninguém. Chamam-me lá (à esquadra) uma vez, e outra e outra, para perguntar se descobri alguma coisa, até que arquivam o processo”.
Quando lhe pergunto em quanto estima o montante furtado, de cabeça baixa, responde: mais de 1000 euros!

FONTE

Examinadores da Direcção-Geral de Viação passavam candidatos a troco de almoços

Dois examinadores da Direcção Geral de Viação aceitavam de tudo para aprovar candidatos à carta de condução, avança o Correio da Manhã.

Os dois homens, de 60 e 67 anos, faziam os exames em Coimbra e estão acusados de terem passado «dezenas e dezenas» de candidatos a troco de ‘prendas’ oferecidas por proprietários de escolas de condução da Região Centro.

Os funcionários públicos foram constituídos arguidos, assim como um empresário de uma escola de condução, num processo que será julgado brevemente em Coimbra. A acusação, a que o Correio da Manhã teve acesso, refere ainda 180 mil euros apreendidos.

Os examinadores, explica o Correio da Manhã, estão acusados de passar «casos difíceis» em troca de vantagens patrimoniais. A um dos examinadores, um dono de uma escola de condução terá cedido um automóvel. Outro empresário terá emprestado uma casa de férias na Figueira da Foz.

Os arguidos foram detidos em 2002, mas o Ministério Público admite que os ‘acordos’ se mantivessem «há vários anos». Os examinadores estão acusados do crime de corrupção passiva para acto ilícito e de branqueamento de capitais por usarem contas bancárias para ocultar os proventos da corrupção. O empresário é acusado de corrupção activa para acto ilícito na forma continuada.
SOL

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Jammo fecha as portas e deixa 60 trabalhadores no desemprego



Administrador da indústria de confecções diz que vai requerer a insolvência e os 60 funcionários vão a partir de hoje engrossar os números do desemprego.
Já aqui tínhamos falado sobre o assunto quando se soube dos salários em atraso.
Agora o cenário é pior e estes trabalhadores e trabalhadoras vão juntar-se ao já imenso grupo de desempregados. Infelizmente não é caso único no Distrito, onde noutros sectores têm sido despedidos muitos trabalhadores. Se nalguns casos a culpa se pode atribuir à crise, noutros e culpa é nitidamente dos empresários.
Não vemos é nestas altura a pronta ajuda do governo e do sistema a exemplo do que fizeram com os “amigos” dos bancos.

ONDA DE CRIMES


Sucessão de furtos entre sexta-feira e domingo em Coimbra

O Restaurante "Fiel Amigo", em Ponte de Vilela, Coimbra, foi assaltado na noite de sexta-feira para sábado, o que aconteceu pela segunda vez em 15 dias.
Foi furtado um computador com os ficheiros dos clientes e facturação do estabelecimento, uma televisão e garrafas de bebidas.
O assalto foi efectuado por meio de arrombamento da porta principal e, para além do que foi subtraído, cerca de 500 euros da caixa, vandalizaram as instalações
O assalto terá ocorrido por volta das 2h00, altura em que foi accionado o alarme. Há cerca de duas semanas, o restaurante foi alvo de uma tentativa de assalto, e, "contabilizando" o ano de 2008, o estabelecimento, situado na Estrada de Souselas, foi assaltado cinco vezes.
Na mesma noite foi igualmente assaltada a igreja paroquial de S. Martinho de Árvore. Manuel Ferreira, presidente da Junta de Freguesia de S. Martinho de Árvore, considerou que os prejuízos são elevados, mas, salvaguardou, não foram furtadas peças de arte sacra.
Os assaltantes "rebentaram" com a porta de entrada da igreja e vandalizaram o interior. Danificaram o sacrário e abriram gavetas na sacristia. Levaram igualmente dinheiro do presépio.O autarca frisou que «não levaram nada de valioso» interrogando-se mesmo se os larápios teriam conhecimento do valor da arte sacra da igreja ou se a sua intenção seria apenas o vandalismo.
O padre Martinho, responsável pelo templo, contou-nos que arrombaram o sacrário com «bastante agressividade» e reviraram a sacristia. «Só levaram as moedas que estavam no presépio», confirmou.
Segundo apurámos, os assaltantes usaram luvas para evitar vestígios que levassem à sua identificação.
Ainda na noite de sexta-feira para sábado foi assaltada a Extensão de Saúde de Ardazubre, na freguesia de Lamarosa. Apesar de nada levarem de valores, vandalizaram e sujaram as instalações.
Lino Trovão, presidente da Junta de Freguesia de Lamarosa, explicou-nos que entraram nas instalações da Extensão de Saúde por meio de arrombamento de uma janela do gabinete médico, partindo um vidro. Depois, prosseguiu, abriram gavetas da secretária do médico, espalharam papéis no chão e abriram todos os armários. Levaram um cofre "pesado" da secretaria que estaria vazio e saíram pela porta principal.
O alerta foi lançado sábado de manhã por uma moradora que passou no local. Tal como nos outros assaltos, não foi possível às autoridades recolher impressões digitais.
Entretanto, a Associação de Futebol de Coimbra foi também assaltada na noite de sexta-feira para sábado, como noticiámos domingo, a par do assalto à estação dos Correios no Rossio, em Santa Clara (por encapuzados na tarde de sexta-feira).

FONTE

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Almoço nacionalista na Figueira da Foz


Dando seguimento a uma série de iniciativas no Distrito de Coimbra, vamos fazer um almoço no dia 14 de Março na Figueira da Foz.
O concelho da Figueira da Foz foi em percentagem, aquele onde obtivemos mais votos nas últimas eleições legislativas.
O almoço está aberto a todos os camaradas do distrito bem como aqueles que resolverem ajudar-nos com a sua presença.
Depois do almoço faremos uma distribuição de panfletos na cidade.
Inscrições:
email : PNRCoimbra@gmail.com
telemóvel: 961488375

Fotoxisto, Exposição Itinerante



Depois dos habitantes das Aldeias do Xisto terem fotografado o seu quotidiano, o resultado dessas fotos pode agora ser visto, já a partir de Dezembro e até Junho de 2009, numa Exposição Itinerante por 11 Concelhos da Região Centro.

O Percurso desta Exposição Itinerante:

Ecomuseu da Serra da Lousã, Lousã
13 de Dezembro a 10 de Janeiro

Junta de Freguesia de Góis
11 a 24 de Janeiro

Biblioteca Municipal de Penela
24 de Janeiro a 14 de Fevereiro

Loja Aldeias do Xisto de Casal de S. Simão, Figueiró dos Vinhos
15 a 28 de Fevereiro

Junta de Freguesia de Pedrógão Pequeno, Sertã
1 a 21 de Março

Junta de Freguesia de Álvaro, Oleiros
22 de Março a 4 de Abril

Biblioteca Municipal José Cardoso Pires, Vila de Rei
5 a 25 de Abril

Loja Aldeias do Xisto de Figueira, Proença-a-Nova
26 de Abril a 9 de Maio

Junta de Freguesia de Sarzedas, Castelo Branco
10 a 23 de Maio

Junta de Freguesia de Janeiro de Baixo, Pampilhosa da Serra
24 de Maio a 6 de Junho

Centro Dinamizador das Aldeias do Xisto (Casa Grande), Barroca, Fundão
7 a 20 de Junho

Esta iniciativa pretende contribuir para a preservação da memória das Aldeias do Xisto e para a afirmação da sua identidade. Tendo envolvido a população residente, mostrando como as aldeias se vêem a si próprias.

Figueira da Foz - Os Reis Magos saem logo à noite


Esta noite (dia 5) saem os Reis Magos na Figueira da Foz.

Em suas montadas e trajados a rigor, as figuras míticas de Belchior, Gaspar e Baltazar - os três Reis do Oriente que visitaram o Messias – rodeados dos habituais figurantes, segurando archotes, lanternas e, como manda o hábito, escadas, cumprem a tradição.

O cortejo sai às 21 horas e percorre as principais ruas da cidade.
Depois é representado o Auto dos Reis Magos na sede da Sociedade Filarmónica Dez de Agosto

Comissão de Avaliação chumbou IC2 no Choupal


A Declaração de Impacte Ambiental que, terça-feira, autorizou a travessia do Choupal pelo futuro IC2 contraria as conclusões dos técnicos da respectiva Comissão de Avaliação, assim como a Lei de Bases da Política Florestal.
É num anexo da DIA, assinada a 30 de Dezembro último, pelo secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, que se detectam contradições entre a decisão política e as conclusões dos técnicos.

No documento, a que o JN teve acesso, reconhece-se que a Comissão de Avaliação (CA), encarregada de ponderar o impacte ambiental do troço do IC2 (Coimbra/Oliveira de Azeméis) sobre a Mata Nacional do Choupal, "considerou que os impactes gerados nesta área seriam negativos, muito significativos e permanentes".
Mais: a Autoridade Florestal Nacional, sem assento na CA, também reprovou o projecto. "Relativamente ao atravessamento da Mata Nacional do Choupal, a Autoridade Florestal Nacional, entidade responsável pelo Regime Florestal, emitiu parecer desfavorável a este traçado, por afectação do Regime Florestal Total e por incompatibilidade com a Lei de Bases da Política Florestal", lê-se no anexo da DIA.
O documento faz um breve resumo do trabalho da CA, sobre o amplo projecto em estudo (IP3 - Coimbra/Mealhada; IC2 Coimbra/Oliveira de Azeméis e IC3 - Coimbra/IP3). E relata que "a CA considerou que não estavam reunidas as condições para a aprovação deste trecho" do IC2, devido a "características cénicas" da mata e ao seu "papel ecológico/funcional no contexto dos sistemas ripícolas". "Sem dúvida que este espaço é uma das poucas manchas verdes (e, consequentemente, ecologicamente sustentadas) da zona", observou a comissão. Esta, composta pelo ICNB, CCDRC e INAG, entre outros, previu ainda que o projecto "aumentaria o ruído na área poente da mata e o isolamento desta à cidade".

Mas o documento assinado por Humberto Rosa contrapôs que existe "algum abandono/degradação de algumas áreas da mata" e que "a proposta de localização do IC2 interfere com uma zona marginal desta área florestal classificada". Acabou, assim, por viabilizar o projecto, com as alterações propostas pela Autoridade de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA), donde se destaca a indicação para que o novo atravessamento do Mondego e do mítico Choupal, entre a Ponte Açude e a ponte ferroviária, seja feito em viaduto.
A proposta de DIA formulada pela Autoridade de AIA deu entrada na Secretaria de Estado a 29 de Dezembro e foi assinada por Humberto Rosa no dia seguinte.

Sabemos como têm sido penosas para Coimbra as decisões que o Partido xuxilista endromina. Pelos vistos mais uma fez tábua rasa, das conclusões de uma comissão e a politica falou mais alto que as conclusões técnicas, melhor as negociatas do PS falaram mais alto, como foi no caso da co-incineração. A Coimbra do Choupal saberá dar a devida resposta. Não nos calamos em relação à co-incineração, não nos vamos calar em relação ao Choupal.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Definitivos e provisórios



Os mais velhos certamente se lembrarão de duas marcas de cigarros que salvo melhor opinião já não estão no mercado. Hoje não vos vou falar de fumaças, até porque nenhum colunável foi apanhado a fumar num avião ou num casino. Lembrei-me das marcas de cigarros, quando li esta noticia, porque temo que o tempo incerto de provisório se torne definitivo.
Todos sabemos sobretudo os que todos os dias os usam, que o concelho de Cantanhede é muito mal servido em termos de transportes públicos. às viaturas a pedir reforma, acrescentamos os comboios a passo de caracol e o facto de a partir das 20 horas sair de Cantanhede só em viatura própria.
Sabemos quantas vezes, os responsáveis pela CP sempre apoiados pelo governo em exercício têm sonhado fechar esta linha. As poucas circulações existentes são a prova do que aqui escrevemos. Agora a coberto de uma reivindicação de todos os que são servidos pela linha, tememos que um governo que fez da sua bandeira fechar a torto e a direito, dê o golpe de misericórdia no ramal.
Sabemos que na devida altura, um grupo de cidadãos criou uma associação de Defesa da Linha, é tempo de fazer uma reunião e exigir da tutela certezas e não respostas vagas, que só servem para nos fazer pensar que neste caso como noutros é preciso ler nas entrelinhas, porque muito se faz pela calada.

AMANHÃ EM COIMBRA - Cortejo dos Reis mobiliza seis centenas de participantes


24 grupos folclóricos juntam-se num desfile que vai de Santa Clara a Santo António dos Olivais
A Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego (AFERM) repõe amanhã uma tradição antiga em Coimbra, o Cortejo da Espera dos Reis. Com início marcado para as 19h00 junto ao Portugal dos Pequenitos, o desfile conta este ano com a participação de cerca de 600 pessoas, que percorrerão diversas ruas da cidade, com várias paragens, até à Igreja de Santo António dos Olivais.
O cortejo parte, como de costume, do Rossio de Santa Clara, junto à entrada do Portugal dos Pequenitos, segue pela Baixa e depois pela Sá da Bandeira e por Celas, até Santo António dos Olivais. De acordo com uma nota da AFERM, são 24 os grupos folclóricos da região que participam nesta manifestação cultural. A estes juntam-se ainda grupos de gaiteiros, o Grupo de Teatro Sobral de Ceira, o grupo dos Reis Magos e da sua "comitiva", estando estes figurantes vestidos à época.
A Igreja de Santa Cruz (cerca das 20h00), a Praça da República (pelas 21h00) e a Cruz de Celas (21h30) são as paragens previstas do cortejo, juntando-se, em cada uma delas, novos grupos etnográficos e folclóricos. À chegada a Santo António dos Olivais, a comitiva estará completa. De acordo com a AFERM, o Cortejo da Espera dos Reis conta este ano com a participação de cerca de 600 pessoas.
À porta da Igreja de Santo António dos Olivais tem lugar «uma cerimónia, junto de um "presépio ao vivo", onde serão interpretados cânticos natalícios e entregues "ofertas" ao Menino, pelos Reis Magos e pelos participantes do cortejo. Os Reis Magos entregarão ouro, mirra e incenso e os membros dos grupos folclóricos - que representam o povo - produtos agrícolas e doçaria regional».
A Câmara Municipal de Coimbra, o Inatel, as Juntas de Freguesia de Santo António dos Olivais, Santa Clara, Sé Nova e Santa Cruz, PSP, GNR apoiam a iniciativa.
O Cortejo da Espera dos Reis é uma manifestação popular natalícia muito antiga, os desfiles foram muito afamados na região de Coimbra e contavam com uma participação massiva das populações da cidade e dos arredores, nomeadamente no século XIX e princípios do século XX. A tradição foi, no entanto, diluída até o evento deixar mesmo de ser realizar, em meados do século passado. A Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego repôs pela primeira vez esta manifestação da cultura coimbrã no ano 2000 e tem-na repetido sempre que as condições meteorológicas o permitem.

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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Pelo direito à saúde




Um ano depois do encerramento da «urgência» decretado pelo então ministro da Saúde, Correia de Campos, e dezenas de acções de protesto volvidas, o Hospital de Anadia está actualmente requalificado, sem protocolo assinado com a Câmara.
O presidente da autarquia, Litério Marques, que há um ano assumiu «por dever cívico» a contestação popular, afirma-se receptivo a «assinar um protocolo que defenda os interesses dos anadienses», sem explicitar o que isso seja.
José Paixão, que desde então deu rosto ao descontentamento das populações, organizado no denominado movimento «Unidos pela Saúde», está contra e garante que, se houver protocolo, pelo menos a sua voz se fará ouvir, em ano de eleições.
«Onde o protocolo foi assinado, como em Cantanhede e Estarreja, está por cumprir, enquanto os melhoramentos têm chegado ao Hospital de Anadia, sem protocolo nenhum», justifica.
O esforço na requalificação do Hospital José Luciano de Castro é reconhecido pelo líder do movimento, bem como a qualidade do serviço da consulta aberta, que substituiu a «urgência», o que contribui para que a contestação se vá esbatendo.
Se juntarmos a esta noticia os dados recentemente revelados e que nos dão contam que os portugueses continuam a recorrer muito aos serviços de urgência dos hospitais, mas os centros de saúde fazem cada vez menos atendimentos não programados. Em 2007, enquanto as urgências hospitalares voltaram a aumentar, ainda que a um ritmo moderado, o número de consultas em Serviços de Atendimento Permanente (SAP) dos centros de saúde diminuiu perto de 11 por cento em comparação com 2006. Ficamos plenamente convencidos que as medidas que o governo implementou e pensa implementar na área da saúde, para além de prejudicarem gravemente a população são um autêntico fiasco em termos de gestão.

Em Cantanhede a diminuição da qualidade em termos de saúde é notória apesar das tentativas dos responsáveis pela área. Correias de transmissão do partido, baralham os números de forma a tentar fazer crer que os serviços funcionam.

A negociata PS/ PSD para além de criar constantes confusões nos acessos aos serviços de saúde, não é uma verdadeira urgência, limitando-se os serviços a meras consultas e muito ou a totalidade do que antes era resolvido no Hospital de Cantanhede encaminhado para Coimbra.
As compensações que PSD e PS traziam na cartola para desmobilizar a revolta popular que se avizinhava, tardam em ser implementadas, pois este governo e os políticos do sistema, muito prometem mas pouco cumprem.

O surto de gripe que tivemos nos últimos dias veio provar as debilidades do serviço de saúde português. As horas de espera foram enormes, os serviços entupiram e só por passes de magica se podem fazer declarações como as proferidas pelo Director do Centro de Saúde Cantanhede, felizmente não estive no Centro nos últimos dias, mas azar o meu sempre que lá me dirijo o tempo de espera, nunca é de meia hora mas sim de uma hora ou mais, mas a febre que acompanhou o surto de gripe baralhou as contas e fez com que em declarações ao Diário de Coimbra, o director tenha dito que o serviço de consulta aberta ainda não «entupiu», mas o tempo de espera dos doentes chega a ser «entre 1h30 e 2h00», enquanto que em situações, ditas normais, é de meia hora por cada utente. Enfim, palavras para quê!

Festejos de ano novo terminam com homem baleado


Um indivíduo, na casa dos 40 anos, deu entrada, ontem de madrugada, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), com ferimentos provocados por um tiro. Ao que o Diário de Coimbra conseguiu apurar, o homem terá ficado ferido na altura em que um grupo de indivíduos de etnia cigana comemorava a chegada de 2009, com tiros para o ar, como acontece tradicionalmente.
Tudo aconteceu junto ao lote 1 do Bairro da Rosa, em circunstâncias que não nos foi possível apurar. Também o estado do doente é desconhecido, no entanto, de acordo com informações dos HUC, terá ficado internado, embora se desconheça a gravidade dos ferimentos.
No local esteve uma equipa do INEM e a PSP, que, ontem não confirmou a ocorrência.

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Declaração ambiental confirma ponte polémica

A construção de uma polémica nova ponte sobre o Mondego e de um viaduto sobre a Mata do Choupal, em Coimbra, foi confirmada pela Declaração de Impacto Ambiental que faz parte do projecto.

A construção do viaduto e de uma nova ponte sobre o Mondego, que faz parte do projecto de construção dos troços do IP3, IC2 e IC3, havia sido contestada por ambientalistas e dirigentes políticos locais. Mas a Declaração de Impacto Ambiental (DIA) que agora foi tornada pública dá um parecer positivo a esse projecto, embora com algumas restrições.

A DIA diz respeito aos troços do IP3 (entre Trouxemil e Mealhada), o IC2 (entre Coimbra e Oliveira de Azeméis, com ligação à A32) e o IC3 (entre Coimbra e o nó do IP3), num projecto que abrange vias dos concelhos de Coimbra, Mealhada, Anadia, Águeda, Albergaria-a-Velha e Oliveira de Azeméis.

O projecto vai incluir "o atravessamento do rio Mondego e da Mata Nacional do Choupal totalmente em viaduto", dando uma "especial atenção à localização dos pilares no leito" do curso de água e prevendo a replantação de árvores para "compensar a população de Coimbra da diminuição do seu património florestal e a manutenção da sua área de recreio e lazer que actualmente dispõe".

A DIA prevê a reformulação dos nós de Trouxemil, Águeda Norte e medidas de minimização das áreas de serviço a construir.

Já em relação à travessia do rio Vouga, a DIA ordena que os estaleiros sejam afastados da zona ribeirinha para evitar "qualquer interferência no leito, margens e galeria ripícola".

Em Novembro, o Provedor do Ambiente de Coimbra mostrara-se contra a construção do viaduto, uma posição que foi também subscrita pela associação ambientalista Quercus.

"O projecto objecto do estudo de impacte ambiental agora analisado carece de justificação convincente no trecho de travessia da cidade de Coimbra, sendo de absoluta necessidade a proposta de alternativas para a travessia em viaduto da Mata Nacional do Choupal", defendia o parecer da Provedoria do Ambiente e da Qualidade de Vida Urbana de Coimbra.

Também "muito crítico" da eventual travessia no Choupal, o presidente do Núcleo Distrital de Coimbra da associação ambientalista Quercus, António Luís Campos, disse que "o processo foi muito mal conduzido".

"Vejo com alguma surpresa que não foram consideradas alternativas à travessia. Se o processo tivesse sido bem pensado, poder-se-ia alterar o nó junto à ponte-açude, construindo-o mais afastado da cidade", adiantou então o dirigente ambientalista.
PC/Lusa

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Feliz Ano Novo Sr. Primeiro-ministro


O desemprego não parou de crescer nos últimos 3 anos no distrito de Coimbra, onde existem mais 1.580 pessoas sem trabalho do que em 2005.
Os preços do pão e da luz vão aumentar em 2009 acima da inflação de 2,5 por cento prevista pelo Governo.
A produção industrial em Portugal caiu em Novembro pelo quarto mês consecutivo, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística.
As empresas devem 191 milhões de euros aos trabalhadores em indemnizações e salários em atraso.
Linha Saúde24 não atende 15% das chamadas.
A criminalidade vai aumentar em 2009 segundo o Procurados Geral da República.
A penhora do património das empresas com dívidas fiscais poderá colocar no desemprego quase um milhão de pessoas.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Revolta de comerciantes adiou instalação de rede de gás natural


Não fora a revolta dos comerciantes da baixa e em plena época de saldos teriam começado obras de instalação da rede de gás natural.
Pelo que podemos ler no Diário de Coimbra, ficamos mais uma vez com a certeza que na Lusa Atenas não existe rei nem roque. A Justa de Freguesia desconhecia o inicio das obras a Câmara ainda não tino dado a devida autorização, mas a empresa já ia começar os trabalhos. Tudo muito estranho. Conversa da treta. De parabéns em toda esta história rocambolesca estão os comerciantes, que muito bem protestaram e obrigaram ao adiamento das obras.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Como uma onda


Um homem encapuzado e armado com uma faca assaltou no domingo umas bombas de combustível situadas em Gândara de Espariz, no concelho de Tábua.
Como uma onda, como uma ferida a criminalidade alastra por todo o país. O sistema já baixou os braços e admite até que este cancro social só tem tendência par aumentar. Em nome da “liberdade”, do multiculturalismo e do mundialismo o sistema pretende que aceitemos isto como uma fatalidade, como um determinismo.
Mas contrariamente a este pensamento materialista, nós defendemos que o homem é que é o motor das historia e que embora alguns factores possam pesar na nossa evolução, é a vontade férrea de alguns que galvanizando a ajuda do povo fazem as mudanças na sociedade. Por isso não deixamos de denunciar e lutar, por enquanto agora ainda contra a corrente, mas no futuro como líderes de um grande movimento popular que vai por fim trazer a segurança a que todos temos direito.
Lembramos a todos os que nos lêem o Programa do PNR e em particular as medidas propostas para este tema.

3.5- ADMINISTRAÇÃO INTERNA E SEGURANÇA
A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.
Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.
O PNR propõe-se:
• Modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais.
• Revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários.
• Colocar em prática uma política de prevenção dos crimes e delitos, através da inversão dos fluxos migratórios, do reforço da célula familiar, e da educação cívica nas escolas.
• Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.
• Promover a utilização das polícias municipais para o combate ao crime localizado.
• Reestruturar o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil.
• Reestruturar a PSP e a GNR.