quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Viseu Terra Portuguesa


O blogue Coimbra Terra Portuguesa, saúde a aparecimento de mais um blogue na Zona Centro. Visitem a divulguem o Viseu Terra Portuguesa.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Negócio com a morte


As três clínicas privadas autorizadas para a prática de interrupção voluntária de gravidez (IVG) em Portugal fizeram cerca de um terço (5530) do total de abortos (16.784) no primeiro ano de vigência da nova lei. E usam sobretudo o método cirúrgico (com anestesia geral) em vez do medicamentoso, ao contrário do que acontece nos hospitais públicos.
Num mundo que clama por direitos, enriquecer ou tirar proveitos através da morte de um ser humano, constitui um retrocesso no caminho para um mundo melhor. Infelizmente o poder instituído faz sinal para um lado e vira de imediato para outro. As multas tardam em chegar, mas temos a certeza que um dia chegarão.

Hipocrisia politica


São cada vez mais os figueirenses que recorrem aos serviços sociais, a pobreza envergonhada ou assumida é uma realidade no concelho bem como em todo o nosso país. Este facto de que nos dá conta o Diário “As Beiras” embora deva ser gritada aos quatro ventos, prima por algo de extraordinário que só podia vir da cabeça daqueles que nos desgovernam nesta longa noite partidocrática. O Partido Socialista da Figueira da Foz, acusa o PSD local de não tentar minimizar os efeitos da crise. Os políticos do sistema não têm vergonha nenhuma na cara.
Estes descalabros demagógicos que os novos senhores do Templo vomitam a toda a hora devem fazer-nos pensar seriamente. Dispensam-se mais considerações. Mas não acha que já é tempo de mudar de rumo?

Novo pos­to médi­co abre com mobi­liá­rio “do sécu­lo pas­sa­do”


Alma­la­guês rece­beu com indig­na­ção o pos­to médi­co que espe­ra­va há 25 anos

A Admi­nis­tra­ção Regi­o­nal de Saú­de do Cen­tro (ARSC) abriu ao públi­co o novo Pos­to Médi­co de Alma­la­guês, con­cre­ti­zan­do assim uma aspi­ra­ção da popu­la­ção com 25 anos. Des­de ontem, a fre­gue­sia pas­sa a dis­por de um edi­fí­cio novo, cons­tru­í­do de raiz, para aco­lher os seus cer­ca de qua­tro mil habi­tan­tes, mas o que devia ser um momen­to de ale­gria pela rea­li­za­ção de um sonho trans­for­mou-se num moti­vo de indig­na­ção.
«Nem um sur­re­a­lis­ta tinha capa­ci­da­de de pin­tar um qua­dro daque­les», desa­ba­fou ao Diá­rio de Coim­bra o pre­si­den­te da Jun­ta, ain­da sem acre­di­tar como é que a ARSC abriu as por­tas de um edi­fí­cio «novo, cons­tru­í­do de raiz, uma aspi­ra­ção de tan­tos anos, tão dese­ja­do por todos e cons­tru­í­do com um esfor­ço enor­me», “deco­ran­do-o” com um mobi­liá­rio «velho, fer­ru­gen­to, degra­da­do e usa­do», pro­ve­ni­en­te do Cen­tro de Saú­de de San­ta Cla­ra (de onde o novo pos­to é exten­são).
Espe­ran­ça­do que se tra­te de uma «situ­a­ção pro­vi­só­ria» e que, em bre­ve, o novo pos­to venha a dis­por de equi­pa­men­to «ade­qua­do», Vítor Cos­ta não con­se­guiu dei­xar de cri­ti­car a ati­tu­de da ARSC, con­si­de­ran­do-a «uma injus­ti­ça soci­al» para com a popu­la­ção da sua fre­gue­sia que já pas­sou os últi­mos anos a ser aten­di­da numa cave de uma casa par­ti­cu­lar, sem o míni­mo de con­di­ções e, mui­tos deles, viram-se obri­ga­dos a pro­cu­rar outros cen­tros de saú­de, por não se con­si­de­ra­rem bem aten­di­dos na sua fre­gue­sia.
«Se calhar este é o retra­to da for­ma como se tem tra­ta­do a popu­la­ção de Alma­la­guês nos últi­mos 20 anos», desa­ba­fou o autar­ca, con­si­de­ran­do o epi­só­dio regis­ta­do ontem como «a cere­ja em cima do bolo» da his­tó­ria de um equi­pa­men­to reche­a­do de entra­ves, avan­ços, recu­os, peri­pé­cias e resol­vi­do com «mui­ta cri­a­ti­vi­da­de» por par­te da Jun­ta de Fre­gue­sia.
«Não tem sido fácil», con­ti­nuou Vítor Cos­ta, recor­dan­do que 1984 foi o ano em que se falou em Alma­la­guês num pos­to médi­co pela pri­mei­ra vez, mas que só 13 anos depois este come­çou a fun­cio­nar, na cave da tal casa par­ti­cu­lar onde per­ma­ne­ceu até ago­ra.

FONTE

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Mensagem Nacionalista


Mais uma vez e com o sentimento do dever cumprido efectuamos colagens em Montemor-o-velho, Soure e Condeixa. As fotos da acção vão aparecer dentro de algum tempo.
Novamente apelo aos camaradas nacionalistas e a todos os patriotas, para que se juntarem a nós. Gostaríamos de ver em cada Concelho do Distrito, um grupo activo, que fizesse acções de propaganda reunião e debates. Muitas vezes não agimos por comodismo, inventamos até desculpas para não militarmos, mas só com a colaboração de todos é possível levar a cada rua a cada bairro a mensagem da Causa Nacionalista.
Contactem a nossa estrutura Distrital (PNRCoimbra@gmail.com)

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Choupalinho ficou praticamente submerso

Na zona centro, o mau tempo levou a que algumas estradas ficassem interditas ao trânsito. Em Coimbra o rio chegou mesmo a galgar as margens. As duas últimas noites foram, então, de alerta constante devido ao forte vento e à queda de chuva abundante. Por isso, as margens do rio Mondego acabaram por invadir o Parque Verde, onde se situa uma zona com vários restaurantes e também um espaço de lazer.
Ainda em pleno centro da cidade de Coimbra, o Choupalinho não resistiu ao mau tempo e ficou praticamente submerso. Por esta altura são três as estradas municipais cortadas ao trânsito nas zonas de Pereira do Campo, Amieira e Vila Nova de Anços.(TVI)

Órgão do mosteiro de Lorvão


Pelo que nos é dado a ler neste blogue o órgão do Mosteiro do Lorvão está envolto em polémica. Notamos por em todo este enredo, os traços habituais de um governo que continua a ser noticia pelas piores razões.

Bombeiros investigados


A PJ de Coimbra está a investigar uma denúncia de alegadas irregularidades nos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, relacionadas com o transporte de doentes. A investigação foi desencadeada por uma queixa anónima, que dava conta de verbas do Estado que terão sido recebidas indevidamente pela corporação.
Segundo a denúncia, os Bombeiros cobravam à Segurança Social o pagamento de várias deslocações com doentes para hospitais da região – como se fosse só um doente na ambulância – quando, na verdade, transportavam mais do que um por viagem.
Em causa estaria, por exemplo, o transporte de dois pacientes aos Hospitais da Universidade de Coimbra numa viatura, no entanto a corporação declarava duas deslocações. Estas falsas viagens, justificadas com documentos forjados, terão começado em 2006. Em alguns casos as viaturas referidas nos documentos entregues à Segurança Social já nem estavam em circulação.
Todo o dinheiro que terá sido recebido de forma indevida revertia para a própria corporação. Nesta fase das investigações não foram constituídos arguidos.
O CM contactou o presidente da Associação de Bombeiros Voluntários de Cantanhede, Idalécio Oliveira, que não quis prestar declarações sobre o assunto.

Votar no PNR


"No dia 7 de Junho, apelo aos Nacionalistas para que não deixem de ir votar no PNR cuja lista será encabeçada por Humberto Nuno de Oliveira que, bem sabemos, irá representar e defender ao mais alto nível as nossas profundas convicções e o nosso combate.
É dever de cada Nacionalista apoiar e divulgar, de todas as formas que estiverem ao alcance de cada um, a campanha pelo PNR nas Eleições Europeias 2009."

José Pinto-Coelho

Tanta comenda


O blogue Coimbra Terra Portuguesa foi escolhido por este blogue de Coimbra como o blogue da semana.
Os nossos agradecimentos aos patrícios da Lusa Atenas, com a promessa de tentarmos sempre fazer mais e melhor.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Será o domingo um fetiche?


As taxas moderadoras de consultas, urgências e actos médicos em hospitais e centros de saúde ficam mais caras a partir de amanhã, mas os valores a pagar pelas cirurgias em ambulatório vão ficar cinco euros mais baratos.

Assim, as consultas nos hospitais centrais e distritais sobem 10 cêntimos. No primeiro caso, o valor passa de 4,40 para 4,50 euros e no segundo de 2,90 para três euros. Nos centros de saúde, os utentes passam a pagar 2,20 euros, mais cinco cêntimos que anteriormente.

Em relação às urgências, o pagamento deixa de ser feito conforme a tipologia do hospital e passa a ser efectuado consoante se trata de uma urgência polivalente (9,40 euros), urgência básica e urgência médico-cirúrgica (8,40 euros) ou em centros de saúde (3,70 euros). Por cada um dos primeiros dez dias de internamento, a factura passa a ser de 5,20 euros e o serviço domiciliário sobe 10 cêntimos, fixando-se nos 4,70 euros.

Numa altura em que muitas famílias, mal têm dinheiro para comer o governo xuxialista, mostra quanto se preocupa com elas. O discurso é uma a pratica é outra.

A cirurgia de ambulatório é o único acto médico cuja taxa moderadora desce na nova tabela, num total de cinco euros: custava 10,20 euros e passa a custar 5,20. O Governo pretende este ano que mais de metade das cirurgias programadas sejam feitas em ambulatório (sem internamento), uma meta que segundo o Ministério da Saúde permitirá "diminuir muito" as listas de espera. Em Outubro de 2008, a ministra da Saúde, Ana Jorge, referiu que para a meta ser alcançada "mais de 30 por cento" dos hospitais terão áreas específicas para as cirurgias de ambulatório, estando previstos "12 milhões de euros no orçamento" para essa reorganização das unidades.
Já são conhecidos os nascimentos em ambulância, agora não nos admira esta fobia dos “socialistas” medicina Take away. No fundo eles andam a tratar-nos da saúde, sobretudo com aumentos e formaturas a um domingo.

No nosso País os socratinos mostram de onde vêm e para onde vão... aprovando medidas que só prejudicam o povo. O Presidente da República manifesta o que verdadeiramente é a sua cooperação estratégica com o Governo, revelando-se como "O Promulgador" de duvidosos actos legislativos.

Inscrições abertas para a Expofacic, em Cantanhede


As empresas ou pessoas singulares que pretendam participar pela primeira vez como expositores na Expofacic – Exposição/Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Cantanhede podem desde já, e até ao próximo dia 16 de Fevereiro, formalizar o seu pedido à Comissão Executiva. Para isso, os interessados deverão apresentar a sua pré-inscrição nos serviços administrativos da INOVA-EM, durante o horário de expediente, através de um formulário que pode ser solicitado pelo e-mail geral@inova-em.pt ou retirado aqui e aqui (no sítio da Expofacic), onde está também disponível para consulta o regulamento de participação.
A XIX Expofacic irá decorrer de 24 de Julho a 2 de Agosto no Parque Expo-Desportivo de S. Mateus, prevendo-se que venha a contar com um ligeiro aumento do número de expositores relativamente aos quinhenetos registados o ano transacto, em função de algumas alterações na organização dos espaços que a organização já está a estudar.

Judiciária deteve quatro suspeitos de tráfico de droga




Apreendidas mais de duas mil doses de heroína, cinco automóveis e duas armas de fogo em situação ilegal

Numa operação desencadeada ao final da tarde de anteontem, a Polícia Judiciária (PJ) de Coimbra deteve quatro indivíduos suspeitos de tráfico de droga. Dois são residentes em Lisboa e os outros dois vivem em Coimbra. Os primeiros seriam, alegadamente, os fornecedores dos segundos que, por seu turno, garantiam a distribuição na zona de Coimbra.
A PJ terá “interceptado” uma operação de fornecimento, uma vez que um dos suspeitos, de Lisboa, ter-se-á deslocado a Coimbra, trazendo consigo um “reforço” de estupefacientes. A transacção, “abortada” por aquela polícia de investigação criminal, acabaria por, segundo apurámos, desencadear uma perseguição a dois dos suspeitos, que não acataram a ordem de paragem, pondo-se em fuga, rumo à zona de Condeixa. Uma situação que terá motivado alguns disparos de intimidação e que terminou com a detenção dos dois indivíduos, um de Lisboa e outro de Coimbra. Os outros dois suspeitos foram detidos nas respectivas residências.
Os detidos residentes em Lisboa têm, segundo apuramos, 19 e 23 anos e, apesar de estarem radicados na capital, têm algumas ligações familiares a Coimbra. Os “receptores” da droga têm 26 e 32 anos.
Ainda relativamente aos suspeitos, dois «já têm antecedentes criminais por tentativa de homicídio e tráfico de estupefacientes», refere a PJ, através de um comunicado emitido ontem, acrescentando que já tinham sido julgados pelos crimes em causa e cumprido pena, encontrando-se actualmente «em liberdade condicional».
Para além da detenção dos quatro suspeitos, a PJ apreendeu, «na sequência de diversas diligências de prova levadas a cabo», cerca de 2.100 doses de heroína, 30 doses de haxixe e ainda duas balanças de precisão. Parte da droga, «sensivelmente metade», faria parte da “nova remessa” proveniente de Lisboa, enquanto a outra constituía o “stock” que os dois distribuidores tinham, ainda, em casa.
Foram ainda apreendidas duas armas de fogo, de 3.65mm (pistolas de defesa pessoal), que não tinham documentos. Uma das armas estava em poder de um dos alegados traficantes de Lisboa, e a segunda também foi apreendida na capital, na casa do outro suspeito.
O “rol” de apreensões da PJ inclui, ainda, 2.680 euros em dinheiro, bem como cinco viaturas, pertencentes aos suspeitos (um tinha duas). Em causa estão viaturas de gama média, à excepção de uma considerada média/alta.
A operação de quinta-feira, cujas investigações começaram há vários meses, insere-se, sublinha a PJ, numa estratégia de combate ao tráfico de estupefacientes dentro da cidade e arredores.
Os quatro detidos foram ontem à tarde presentes a tribunal, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação consideradas convenientes.

FONTE

Almoço Nacionalista na Figueira da Foz


Dando seguimento a uma série de iniciativas no Distrito de Coimbra, vamos fazer um almoço no dia 14 de Março na Figueira da Foz.
O concelho da Figueira da Foz foi em percentagem, aquele onde obtivemos mais votos nas últimas eleições legislativas.
O almoço está aberto a todos os camaradas do distrito bem como aqueles que resolverem ajudar-nos com a sua presença.
O almoço contará com a presença do Presidente do PNR já em pré campanha para as Eleições europeias. Estarão também presentes alguns dos candidatos a estas eleições.
Depois do almoço faremos uma distribuição de panfletos na cidade.
Inscrições:
email : PNRCoimbra@gmail.com
telemóvel: 961488375

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Subsidiada obra que não foi feita


O ex-gestor do programa comunitário Leader II e mais de uma dezena de pessoas, entre autarcas e membros de uma associação de Góis, são arguidos no âmbito de um processo de desvio de um subsídio. Em causa estão quase 234 mil euros de fundos comunitários atribuídos, em 1999, a um projecto que não foi concretizado.

O caso, investigado pela PJ de Coimbra, envolve elementos da Associação de Desenvolvimento da Beira Serra (ADIBER), do executivo da Câmara de Góis, e o então presidente da comissão nacional de gestão do Leader II, Nuno Jordão, já aposentado.

O financiamento foi atribuído à ADIBER para um projecto agro-turístico na Quinta do Baião, em Góis, que não foi executado, embora tenha sido dado como concluído perante a comissão nacional. Na sequência das investigações, começou por ser constituído arguido apenas o presidente da ADIBER e ex-autarca socialista José Cabeças.

Mas, agora, há mais de dez pessoas nesta condição processual. É o caso de todos os membros da direcção da associação à data dos factos, assim como da comissão que, em 1999, avaliou a parcela de terreno, na Quinta do Baião, vendida pela Câmara à ADIBER.

Esse negócio está também a ser investigado. Por isso, são igualmente arguidos os membros do executivo camarário que, em 1999, aprovaram a venda da parcela, assim como os do actual, que, em 2007, votaram de novo a favor do negócio.



FONTE

Fechar maternidades públicas para abrir privadas


Sabemos, tem vindo a publico que o sector privado vai abrir várias maternidades. A Ministra da Saúde já o admitiu, dizendo até que os prematuros não poderiam fazer parte do “negócio” , dado que exigiria recursos que só as maternidades publicas possuem condições para com segurança fazer este tipo de partos.
A nós parece-nos mais uma prenda aos privados, estes fazem o que é fácil e ficam com os lucros, o estado faz o mais difícil e pagamos todos nós.
É natural que estas maternidades privadas encontrem mercado, sobretudo nos locais onde o governo encerrou maternidades. Calculamos mesmo que os primeiros locais serão Elvas e Figueira da Foz, a primeira porque os portugueses preferem ter os seus filhos na sua terra, na segunda porque não param os nascimentos na estrada. Já perdemos a conta ao numero de bebes que nasceram no caminho da Figueira da Foz para Coimbra, o que temos em conta e esperamos que todos os portugueses tenham em conta, é que esta é a segurança que o governo advoga para mães e bebés. O bloco de partos do Hospital da Figueira não tinha condições, mas uma ambulância é mais seguro.

EM DEFESA DO CHOUPAL


Presidente da República, Primeiro-ministro, Presidente da Assembleia da República

Exmo. Senhor Presidente da República
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República
Exmo. Senhor Primeiro Ministro
Exmo. Senhor Presidente da Câmara de Coimbra
Exmo. Senhor Ministro das Obras Públicas
Exmo. Senhor Ministro do Ambiente

Os cidadãos abaixo assinados manifestam a sua total oposição ao novo traçado do IC2 em Coimbra que prevê uma nova ponte sobre o rio Mondego e a Mata Nacional do Choupal.

Os signatários:

1. Não aceitam a amputação de parte da Mata do Choupal, património natural e cultural da cidade e do país e não concordam com o novo traçado do IC2 (volume de tráfego superior a 100 mil veículos /dia) pela proximidade a uma área de relevância ambiental tão sensível.

2. Consideram também que este traçado do IC2 pelo centro da cidade degrada a qualidade de vida das populações, deteriora a qualidade do ambiente urbano e, por via das emissões poluentes, acarreta riscos de saúde acrescidos para as populações.

3. Estranham e repudiam o facto de o Secretário de Estado do Ambiente ter emitido uma Declaração de Impacto Ambiental (DIA) favorável contrariando as conclusões da Comissão de Avaliação (CA), que afirma que a construção da ponte e do viaduto sobre o Choupal terá efeitos “negativos significativos e permanentes” sobre os recursos hídricos, o ambiente sonoro e a componente biológica da Mata Nacional do Choupal;

4. Lembram ainda que a Autoridade Florestal Nacional também emitiu parecer desfavorável devido à “afectação do Regime Florestal Total e incompatibilidade com a Lei de Bases da Política Florestal.”

Por tudo o que foi exposto, os signatários exigem a imediata revogação da DIA, a imediata suspensão do concurso público e uma discussão pública alargada no sentido de serem encontradas alternativas para este traçado do IC2.

Movimento Cívico Plataforma do Choupal

Assine aqui a petição

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Queimada Fitas Coimbra 2009


Já foi aprovado o novo alinhamento da Queima das Fitas 2009.

Cavalos Puro Sangue Lusitano? É com o Cadima


O maior criador do país acima do Ribatejo dos tão apreciados e vistosos cavalos Puro Sangue Lusitano (PSL) tem o nome da freguesia onde vive – Cadima (Cantanhede) – e possui terrenos e cavalariças em Tentúgal (Montemor-o-Velho), no Baixo Mondego. Para além do número o importante é a qualidade e, esta, tem sido reconhecida pela categoria da linhagem e por ter animais com as cores mais procuradas.

Ler tudo

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Diz o roto para o nu


«O GOVERNO JÁ NÃO TEM MÃO NA GOVERNAÇÃO ECONÓMICA DO PAÍS»
A hipocrisia não tem limites e o Presidente da coligação vodka laranja, mais valia estar calado, pois a sua governação em tudo se assemelha à de José Sócrates
Os políticos do sistema não têm vergonha nenhuma. Embora o responsável final pela crise que atravessamos seja o governo PS, não podemos nem devemos esquecer, que de uma maneira ou de outra, uns com mais culpas no cartório outros com menos, todos os partidos que hoje ocupam lugares no parlamento contribuíram e contribuem para a actual situação financeira e económica, bem como para a insegurança e demais problemas que fazem este rectângulo bater no fundo.

Universidade de Coimbra abriu um inquérito a João Pedroso



A reitoria da Universidade de Coimbra (UC) abriu um inquérito ao professor João Pedroso para averiguar se o antigo membro do conselho de jurisdição do PS podia ter assinado os contratos com o Ministério da Educação para fazer um levantamento das leis do sector.

Assessor de imprensa da reitoria, Pedro Santos, explicou à TSF o objectivo da abertura do inquérito ao professor João Pedroso

A Universidade de Coimbra tem dúvidas sobre os contratos de prestação de serviços assinados por João Pedroso, com o Ministério da Educação, enquanto professor na Faculdade de Economia em regime de exclusividade.

O assessor de imprensa da UC, Pedro Santos, adiantou à TSF que a universidade abriu um inquérito interno e solicitou informações ao Ministério da Educação para perceber se o professor poderia ou não assinar esses contratos.

«O inquérito tem a ver com a relação contratual do professor à UC e com notícias que surgiram do estudo que foi pedido pelo Ministério da Educação e que levantaram-se dúvidas internas sobre a possibilidade dessas duas situações coexistirem. É esse apuramento que se está a fazer acualmente», adiantou o assessor da UC.

O processo foi agora encaminhado para a reitoria que não avança com mais pormenores.

No entanto, em resposta a um recente requerimento do deputado do PSD, Emídio Guerreiro, a Universidade de Coimbra admitiu que João Pedroso é professor em «regime de exclusividade».

Em causa pode estar uma pena disciplinar ou mesmo a reposição de uma parte dos ordenados recebidos na universidade.

A relação entre João Pedroso e o Ministério da Educação tem sido polémica. O jurista, professor e antigo dirigente socialista foi contratado duas vezes, em 2005 e em 2007, para fazer um manual e levantamento de leis sobre Educação.

No total recebeu perto de 300 mil euros para fazer um trabalho que não concluiu nos prazos previstos.

Recentemente, o Ministério da Educação acabou por rescindir o segundo contrato com o professor universitário por ajuste directo com João Pedroso.

Contactado esta manhã pela TSF, o professor recusou comentar a decisão da reitoria da universidade de Coimbra

Gato escondido ….


Este governo é perito em atirar areia para os olhos aos portugueses. Para além das comissões de estudo que não são mais que funcionários ao serviço do PS e que tanto mal tem feito à saúde, segurança e educação dos portugueses, o PS entrou em desvario total na tentativa de tornar a ter uma maioria absoluta.
Na semana passada as páginas dos Jornais encheram-se com a notícia que a OCDE tinha elogiado a politica deste governo relativamente ás “reformas” implementadas no primeiro ciclo do ensino básico. O primeiro-ministro tão dado a folclores mediáticos e a festivais de corta fitas, fez um elogio público à ministra da tutela, largamente difundido pelos media.
Agora veio a publico que o “estudo” tinha sido encomendado a peritos internacionais independentes, liderada pelo Prof. Peter Matthews. A avaliação que realizaram em Portugal segue de perto a metodologia e abordagem que a OCDE tem utilizado para avaliar as políticas educativas em muitos países-membros ao longo dos anos."
As fontes documentais são quase todas dos organismos do ME. Os 4 peritos portugueses consultados são todos próximos ou militantes do PS. O Relatório baseou-se num relatório prévio feito pelo Ministério da Educação. E os 7 municípios ouvidos são todos do PS menos um que é do Major Valentim Loureiro, um independente que gosta de elogiar a ministra da educação e que tem em comum com José Sócrates a mania de oferecer eletrodomesticos. Ora digam lá: por maior que sejam os curricula vitae dos autores do Relatório e por maior consideração que tenhamos (e eu tenho) para com o percurso académico dos 4 peritos nacionais consultados (João Formosinho, Isabel Alçada, Rosa Martins e Lucília Salgado), que credibilidade é que este Relatório pode merecer?
Nota: os municípios ouvidos foram: Guimarães (PS); Santo Tirso (PS); Amadora (PS); Ourique (PS); Lisboa (PS); Portimão (PS); Gondomar (Independente). Podemos afirmar, sem estarmos enganados, que Valentim Loureiro é o mais socialista de todos os independentes. Não deixa passar uma oportunidade para elogiar José Sócrates e a Ministra da educação.

Os combustíveis vão baixar


O embaixador de Espanha não está satisfeito com o preço da gasolina em Portugal.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Lar para deficientes sem apoio da Segurança Social















Sem qualquer apoio do Estado, a Cercimira, de Mira, começou a construir, esta segunda-feira, um lar residencial para acolher 17 pessoas deficientes. No lançamento da primeira pedra da obra de 600 mil euros, a Segurança Social não foi poupada nas críticas.

A presidente da Direcção da cooperativa Cercimira, Lúcia Gomes, não percebe como é que a Adminstração Central "teima em ignorar" uma infra-estrutura "tão importante e única na região, como é a Unidade Residencial e Bem-Estar (URBE)".

"O lar que vamos construir, um sonho com dez anos, é uma dádiva para muita gente que não pode cuidar dos seus familiares deficientes e para muitos deficientes que não têm família. É uma obra importantíssima não apenas para o concelho de Mira, mas, também, para toda a região", afirmou a líder da Cercimira.

Lúcia Gomes diz que "avançar com a construção desta obra, apenas com o apoio prometido - mas não quantificado, até ao momento - da Câmara Municipal de Mira, é um acto de grande coragem da Direcção da Cercimira". E explica: "O maior problema não é arranjar dinheiro para a construção do lar residencial, embora essa responsabilidade nos obrigue a ir até ao limite das nossas possibilidades e competências. O maior problema será depois garantir a manutenção da Unidade Residencial e Bem-Estar".

Lúcia Gomes referia-se aos contratos a celebrar com a Segurança Social, que são "condição essencial para a sobrevivência do lar", cujo prazo de construção é de um ano e meio.

Ao JN, o presidente do Centro Distrital de Coimbra da Segurança Social, Mário Ruivo, prometeu dar uma resposta à Cercimira no prazo máximo de 15 dias e justificou a sua ausência, ontem, na cerimónia em Mira, com compromissos de trabalho inadiáveis.

A Cercimira, com instalações na povoação de Seixo, concelho de Mira, é uma cooperativa que se dedica, desde 23 de Maio de 1978, à educação e reabilitação de cidadãos inadaptados, prestando apoio a pessoas com dificuldades, mentais e/ou físicas, tendo como objectivo final a sua autonomia.

Actualmente, a instituição de solidariedade social dá apoio a 120 pessoas que frequentam as valências do Centro de Actividades Ocupacionais, Centro de Formação Profissional e Escola Especial.


FONTE

Cinco mil postos de trabalho em risco no sector das confecções


Quarenta empresários reuniram ontem em Oliveira do Hospital e pedem medidas de apoio a uma indústria que, segundo dizem, continua a ser a «maior do país». Representante das confecções garante que uma das saídas para esta crise é comprar “português”.
São ainda os principais empregadores da região e reuniram ontem de «emergência» em Oliveira do Hospital para consertar estratégias, face à quebra de encomendas que está a atingir o sector das confecções. Ao todo representam cinco mil postos de trabalho, sendo que só o concelho de Oliveira tem cerca de dois mil trabalhadores dependentes desta indústria. Confrontados com uma quebra acentuada das encomendas para os próximos meses, estes empresários solicitaram uma reunião com a associação representativa do sector – a ANIVEC Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecções – com o objectivo de fazerem sentir ao Governo a crise que atinge, segundo os próprios industriais, de forma grave, o sector do vestuário e confecções, e exigirem algumas medidas de apoio.
Da reunião de ontem saiu um conjunto de reivindicações que os empresários reputam de justas para um sector que continua a ser responsável por uma parte significativa das exportações e que emprega em todo o país mais de 150 mil pessoas. «Portugal é conhecido por fazer confecções e por fazer as melhores confecções do mundo, não é conhecido por fazer automóveis», considera o presidente da ANIVEC, Orlando Lopes da Cunha, que ontem acusou directamente a Comissão Europeia de ter uma grande quota de responsabilidade nesta crise ao ceder ao «lobbie poderosíssimo» das «grandes marcas internacionais», deixando que a livre circulação de mercadorias se faça «sem regras». Orlando Cunha garante que os empresários portugueses não têm medo da competição, nem dos chine-ses, desde que essa competição se faça com as mesmas regras para todos. «A Europa está transformada num imenso ringue de boxe em que uns lutam com luvas de boxe e outros podem jogar com os pés, com as mãos, em que vale tudo», comparou o representante dos industriais, que prefere ser rotulado de «proteccionista» do que ser «coveiro» de todo um sector, que no seu entender, é um dos pilares da economia real do país.

“Pacote” de medidas
Apreensivos relativamente ao futuro, os empresários pedem assim ao Governo que crie também medidas excepcionais de apoio a esta actividade, tais como a redução das contribuições para a Segurança Social. «Isto está-se a passar em todo o mundo, ainda que por um período limitado de tempo, é preferível ter as pessoas razoavelmente empregadas, do que no desemprego, é uma questão de bom senso», afiançou, defendendo ainda um conjunto mais alargado de apoios, que vão desde a alteração do critério de pagamento do IVA às empresas, à revisão do conceito de PME – com o objectivo destas empresas poderem ter também acesso às linhas de financiamento disponibilizadas para as micro e pequenas empresas – à questão do lay off sem custos para as empresas, isto é, as fábricas poderem flexibilizar o tempo de trabalho de acordo com as encomendas, uma vez que algumas estão em risco de não ter trabalho e de ter de assumir os encargos com os trabalhadores.
Os empresários pedem ao Governo que apoie com formação esse «excedente» de horas para os trabalhadores, assim como pedem também que os despedimentos por mútuo acordo possam ser feitos de forma ao trabalhador poder ter acesso ao fundo de desemprego. “Mão menos pesada” das Finanças e da Segurança Social na cobrança das dívidas é o que estes industriais apelam também à tutela, numa altura em que o cerco se aperta sobretudo para os gerentes, que não compreendem que no fim ainda possam ter processos crime.
«Alguma coisa está mal para ninguém querer ser empresário, os nossos filhos não querem dar continuidade a isto, nós andamos a educá-los para depois irem para Lisboa para um emprego do Estado, isto não pode acontecer», lamenta o dirigente da Associação que apontou entretanto algumas medidas de fundo para combater esta crise. Primeiro, consciencializar o povo de que tem de consumir português. «É importante comprar português para a sobrevivência do tecido empresarial nacional», referiu considerando igualmente imperioso o combate a uma globalização «criminosa» e «apressada» que esteve na origem de todos estes problemas e que está a levar não só esta indústria, mas este sector em particular, ao «desespero».

FONTE

Coimbra Terra Portuguesa,apoia Humberto N. Oliveira às Europeias de 2009


"Desde já, é dever de cada Nacionalista apoiar e divulgar, de todas as formas que estiverem ao alcance de cada um, a campanha pelo PNR nas “Europeias 2009”. "
José Pinto-Coelho
PS: O blogue "Coimbra Terra Portuguesa",agradece a gentileza do camarada André, por ter-se prontificado a realizar esta imagem para este blogue.

Militar e agente da PSP foram esfaqueados no interior de um café

Um militar a prestar serviço nos Pupilos do Exército e um agente da Polícia de Segurança Pública (PSP), foram esfaqueados na madrugada de domingo num café situado na EN 109, na Tocha, após uma zaragata alegadamente provocada por um indivíduo de etnia cigana. Ontem à tarde, os feridos ainda estavam internados no hospital distrital da Figueira da Foz, sendo um deles submetido a uma operação devido aos golpes de navalha que sofreu nas axilas e caixa torácica.
Segundo o nosso Jornal apurou, o militar António José Ferreira Lopes, de 26 anos, residente em Pelicanos, Arazede, e o agente da PSP Bruno Jorge Lourenço Cruz, de 27 anos, residente em Inácio, Tocha, estavam no Café Ponto de Encontro, na Tocha, quando, às 05h00 da madrugada, se gerou uma discussão que envolveu um cidadão da Ucrânia e outro de etnia cigana. Tudo porque as vítimas pediram uma bebida e o ucraniano disse que estava primeiro. O indivíduo de etnia cigana meteu-se na conversa, “palavra puxa palavra”, e daí a uma enorme cena de pancadaria foi “um fósforo”.No rescaldo da zaragata alguém puxa de uma faca e golpeia o militar e o agente da PSP na zona abdominal, tórax e axilas, e ainda outras duas pessoas que tentaram apaziguar os ânimos, embora estes mais superficialmente.

A GNR da Tocha, a poucos metros do café, foi chamada ao local, mas os agressores já tinham fugido em direcção à Figueira da Foz, onde residem, um em Alhadas outro em Tavarede. Ao local foi também chamada uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Figueira da Foz, apoiada por uma ambulância da secção da Tocha dos Bombeiros de Cantanhede, que transportaram as vítimas ao hospital da Figueira, onde ontem ainda se encontravam.Os dois alegados agressores também foram ao hospital para tratar pequenos cortes nas mãos, e a Polícia da Figueira, alertada pela GNR da Tocha, foi àquela unidade de saúde identificar os indivíduos . A GNR da Tocha vai, agora, elaborar um relatório da ocorrência que enviará para o Ministério Público do Tribunal de Cantanhede, a quem compete a condução do competente inquérito de investigação. (D.C)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Salários na UE



Embora a imagem se faça unicamente referencia a Sócrates, estamos plenamente convictos que o atraso a que Portugal chegou se deve também a colaboração dos outros partidos do sistema.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Casos pontuais


Temos feito nossa a causa de divulgar os casos pontuais que diariamente, sistematicamente e cada vez em maior numero se sucedem pelo Distrito de Coimbra.
Sem segurança não existe liberdade, embora o sistema nos pretenda fazer crer o contrário.
Antigamente quando uma notícia de um crime aparecia num jornal regional era motivo de grandes conversas de café e muita venda de jornais. Hoje passou a banalidade e embora seja motivo para revolta, já ouvimos muitos aceitarem como sinal dos tempos.
Nós não nos cansamos de avisar e de protestar e de fazer as devidas ligações.
Basta de criminalidade. Só o Nacionalismo é solução.

COIMBRA-Canil sobrelotado apela à adopção


Neste momento, no canil municipal, encontram-se 19 animais, mas dois deles já estão reservados

A sobrelotação do canil municipal de Coimbra tem feito com que os apelos à adopção sejam uma constante. Ontem, o Diário de Coimbra associou-se à Agir pelos Animais, lançando o alerta para a urgência da adopção de dois «inseparáveis» cães. A notícia de ontem da página 6, intitulada “Mãe e filho procuram novo dono”, teve um final feliz, pois a PRAVI (Projecto de Apoio a Vítimas Indefesas) - Núcleo de Coimbra reservou os dois animais, que deixarão o canil já amanhã.
A PRAVI, que desenvolve o seu trabalho na área da protecção de animais vítimas de abandono e maus-tratos, a par do desenvolvimento de um programa de terapia assistida com animais a crianças e idosos, mostrou-se sensível ao apelo à adopção lançado pela Agir pelos Animais, que continua a lembrar que «os amigos de quatro patas aguardam ansiosos por uma casa e por uma família», reforçando que «o canil/gatil tem à sua espera fiéis amigos e companheiros para adopção».
À data de sexta-feira, encontravam-se 19 animais para adopção no canil municipal, número que, face à reserva da PRAVI, ficou reduzido a 17. Além da Laica, que espera ser adoptada a exemplo do que aconteceu com os filhotes, a «muito dócil e meiga» Lizzy, a «brincalhona» Lolita, a «bonita» Izzy, a «esperta» Mel, o «muito brincalhão» Tomaz, a «atenta» Daisy, a Goya, que tem «cara da rapaz», a Winnie, que parece «um ursito», a «sozinha e triste» Luna, que teve bebés entretanto adoptados, e o «bem comportado» Mozart também esperam que alguém os leve para casa.
A Betty, que «adora festas, costuma abraçar-se a quem a visita e sempre que pode dá-lhes umas lambidelas», tem ao lado a «pequenina e meiguinha» Bicas. Por perto, também lá estão a «envergonhada» Becas, a «calma» Bábi, o Ralph dos «olhos muito bonitos» e a «muito meiga» Zara, que tem «uns olhos que parecem pintados». A urgência do pedido de divulgação justifica-se com a sobrelotação do canil, situação que pode levar ao abate, como sucede, normalmente, quando a falta de espaço se impõe, razão pela qual a adopção se assume como a única forma de evitar este triste fim.
Os interessados em adoptar os referidos animais podem contactar, a qualquer hora, o telemóvel (rede TMN) 927 441 888. Entre as 9h00 e as 17h30, dias úteis, está disponível o 239 493 200 (canil/gatil). O e-mail info@coimbraadop-cao.com e o site também disponibilizam informações. O canil/gatil funciona no Campo do Bolão, na Mata do Choupal, sendo que as segundas (das 14h30 às 16h30) e quintas-feiras (das 10h00 às 12h00) são os dias destinados à adopção.
Executivo aprovou
ampliação das instalações
No dia 15 de Dezembro do ano passado, o executivo municipal aprovou, por unanimidade, a realização de obras de ampliação no Centro Municipal de Recolha Oficial de Animais de Companhia de Coimbra. Para a 1.a fase, está prevista a intervenção no edifício, contemplando uma área de ampliação, na qual vai funcionar a sala de abate e depósito de cadáveres com ligação directa ao exterior para cargas e descargas.
Está planeada, mediante a reconversão das antigas áreas, uma sala de enfermaria (animais doentes) e uma sala de higienização (banho e tosquia de animais). O projecto de ampliação prevê no exterior, junto à carga e descarga, uma zona de telheiro para lavagem e desinfecção das gaiolas de transportar animais e dos carros. Para o concurso, aberto por ajuste directo, foram convidadas três empresas. O preço base da empreitada é de 60 mil euros, com o prazo de execução estabelecido em 90 dias.