terça-feira, 3 de março de 2009

A verdade é como o azeite…


Um estudo sobre "Segurança, Protecção de Dados e Privacidade em Portugal" indica que 60,5 por cento dos inquiridos acreditam que a segurança dos cidadãos piorou em 2008 e 27,4 por cento consideram mesmo que piorou bastante.
É notório o sentimento de insegurança que se vive em Portugal, que o sistema tenta esconder e não sabe nem quer combater.

nalguns pontos do nosso país podemos dizer que estamos mesmo próximos do estado de sitio ou de ocupação generalizada.
Para 58,5 por cento dos inquiridos, o desemprego contribuiu para a sensação de insegurança, seguido das novas formas de criminalidade (46,2 por cento), alterações na composição da sociedade (45,3 por cento) e aumento da violência na sociedade (39 por cento). Se ler nas entrelinhas se não tiver medo da verdade, verá que as alterações na composição da sociedade que de certeza implicou novas formas de criminalidade, referem-se à imigração descontrolada à politica de portas abertas.

Fashionjacking


Desconhecidos assaltaram e vandalizaram o espaço Nova Estética Santa Clara, situado na Rua Feitoria Linhos. “Provavelmente terá sido na madrugada de hoje (ontem)”, a proprietária foi avisada por um vizinho que passou junto ao espaço.

Miranda do Corvo exige a Madrid devolução de tesouro português


Uma instituição de Miranda do Corvo vai exigir às autoridades espanholas a devolução a Portugal do «Tesouro de Chão de Lamas», valioso conjunto de peças do século II A.C. que estão expostas no Museu Arqueológico de Madrid.

O presidente da Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP), Jaime Ramos, disse hoje que o processo de reivindicação do achado arqueológico, que inclui jóias de ouro e prata, vai avançar por iniciativa da Universidade Sénior.


"Vamos efectuar diligências nacionais e internacionais para que Espanha devolva o tesouro a Portugal", disse, escusando-se a revelar, para já, as medidas a tomar nesse sentido, que serão anunciadas quarta-feira.

A Universidade Sénior marcou para esse dia, às 14h, no Centro Social Comunitário de Miranda do Corvo, uma conferência de imprensa para divulgar "o processo de luta para exigir o regresso a Portugal do Tesouro de Chão de Lamas" (lugar da freguesia de Lamas, concelho de Miranda do Corvo), exposto, desde 1922, na capital espanhola.

Serão explicadas pelos responsáveis da ADFP "as medidas que entende efectuar para sensibilizar as autoridades competentes e a opinião pública para unirem esforços que viabilizem o regresso a Portugal deste conjunto de peças expostas na Sala del Tesoro do Museu Arqueológico de Madrid".

Jaime Ramos assinalou que, ao longo do século XX, a existência daquele achado foi referida nos estudos de Belisário Pimenta, coronel do Exército e historiador, natural de Miranda do Corvo, e no jornal local "Mirante", em artigos do padre Luciano, que foi pároco de Lamas.

"Este tesouro, como é designado pelos arqueólogos, é composto por um conjunto de peças datadas do século II A.C., pertencente ao povo da Lusitânia, provando a existência de gente endinheirada nas terras de Miranda, sendo as jóias de ouro e prata uma boa prova da sua capacidade artística", refere um comunicado da ADFP.

No encontro com os jornalistas, os alunos da Universidade Sénior vão "declarar Portugal como legítimo proprietário" do tesouro.

"A ida do tesouro para Madrid - segundo a nota - encerra algum mistério, sabendo-se que não foi oferta ou venda do Estado Português, dando assim total legitimidade à Universidade Sénior da ADFP para exigir ao Estado Espanhol a sua devolução para Portugal".

A Universidade Sénior da ADFP, que tem 80 alunos, é uma valência do Centro de Dia e "visa criar, dinamizar e organizar regularmente actividades culturais".

segunda-feira, 2 de março de 2009

O que é nacional é bom


Multiplicam-se a s cimeiras e os encontros dos políticos do sistema, para tentar salvar a crise capitalista. Todos são unânimes na conclusão de que é preciso construir um novo modelo, não para inverter a lógica dos últimos tempos mas sim para a perpetuar, uma vez que estão dispostos a grandes mudanças mas que nunca se cai em proteccionismos, porque o mundialismo a globalização económica têm de ser mantida em nome dos chorudos negócios do capital apátrida.
Mas para nós nacionalistas o capital deve estar submetido ao trabalho e sabemos que por cada tostão que estamos gastando em produtos nacionais estamos contribuindo para salvar postos de emprego dos nossos. Pouco nos importa que defendendo a compra de produtos nacionais estejamos contribuindo para que todo o edifício em que o globalismo se apoia cai por terra, sobre ele será construído um novo onde a justiça social será uma realidade e as relações entre povos baseadas na independência, no respeito e na conservação de culturas e identidades.

É fundamental apoiar a produção nacional!
Os portugueses vivem hoje num clima de crise, desde o desemprego, à nossa fraca economia
é certo que quem mais sofre somos nós, mas o que certamente muitas vezes não nos passa pela cabeça é que podemos ter uma certa culpa nesta grave situação. Frequentemente, quando vamos às compras, tentamos ir à procura do produto mais barato, mas o que agora é barato, pode vir a curto prazo, a tornar-se muito caro para todos nós. Desde a mais pequena especiaria ao peixe que comemos, o nosso mercado está inundado por produtos fabricados no estrangeiro. Tendo normalmente esses países uma economia mais forte que a nossa, conseguem vender os seus produtos a um preço mais baixo e, desta forma, somos levados, a comprá-los. Mas, quando o fazemos, estamos a contribuir para um maior crescimento das exportações desses fabricantes estrangeiros e, sem dúvida, por vezes, a tirar postos de trabalho no nosso país. Quando não compramos produtos nacionais e compramos artigos estrangeiros, os nossos fabricantes são obrigados a subir o preço dos seus produtos para compensar as quebras de produção. Ora se os produtos concorrentes já eram mais baratos na origem, isto faz com que os nossos fiquem ainda mais caros. E sendo mais caros, ninguém os compra. Toda esta situação leva posteriormente ao encerramento de muitas empresas e consequentemente ao crescimento do desemprego.

Produtos portugueses? E Como é que eu sei quais eles são?
É simples, bastante simples. Antes de mais, existem dois aspectos a distinguir: existem marcas portuguesas e produtos portugueses.

Marcas portuguesas, como o nome indica, são marcas de carácter nacional, com origem e produção no nosso país (exemplos: Sumol, Compal, Mimosa, Critical Software)

Produtos portugueses, são produtos fabricados em Portugal por marcas nacionais, multinacionais ou mesmo internacionais, mas são produtos feitos com mão de obra nacional, que contribuem superiormente para o nossa economia e para o emprego no nosso país.


E na hora de escolher, como é que devo agir? Que atitude?
Bem, na hora de escolher, é bastante fácil tomar uma atitude correcta: procure no produto, o código de barras e verifique se ele começa por 560, seguidamente confirme na embalagem a origem do produto. Quase todos os produtos portugueses começam por 560 no código de barras. Posteriormente poderá ter em conta se a marca é nacional ou não e, claro, a qualidade e preço do produto. Atenção: existem algumas empresas portuguesas (produtos portugueses) que possuem códigos de barras proprietários, o que significa que são produtos portugueses que não têm o código 560, no entanto os códigos proprietários "costumam" ter um formato diferente (não têm 13 dígitos), existe também o caso dos produtos de peso e quantidade variável, por isso informe-se sempre antes comprar. Para uma total garantia de que seja um produto nacional verifique sempre na embalagem ou na informação do produto, o local de fabrico ou de origem. Seguem-se em exemplo, os modelos dos códigos de barras de formato EAN-UCC/GS1 (formato padrão/com 13 dígitos):







Divulgue, mude os seus hábitos, ajude, tome uma atitude!
Fale com os seus amigos acerca deste assunto, divulgue o Movimento 560 no seu local/site através dos painéis de divulgação, ponha um cartaz na sua loja/empresa, mande uma msg, mande esta mensagem por correio electrónico, por fax, mas acima de tudo, mude de atitude. Todos nós agradecemos. Um pequeno gesto, uma grande atitude... Compre produtos portugueses!

Luminárias da ponte pedonal foram vandalizadas


Luminárias da pon¬te pedo¬nal foram vandalizadas

Relata-nos o Diário de Coimbra, que a coberto da noite vandalizaram as luminárias da ponte pedonal.
O vice da Câmara pede mais respeito «tem de haver o máximo de respeito» pelas estruturas públicas, até porque «não faz sentido que situações destas continuem». Num país que não se faz respeitar é evidente que os respeito não existe.
Mas é bom que a propósito das luminárias a câmara de Coimbra abra finalmente os olhos e exija para toda a zona da baixa de Coimbra mais e melhor segurança, os comerciantes da Zona histórica ficarão sem dúvida agradecidos.

domingo, 1 de março de 2009

Basta de criminalidade


O protesto de cinco forças de segurança está marcado para 31 de Março, dia em que 20 mil profissionais prometem ocupar a Praça dos Restauradores, em Lisboa.
Militares da GNR, agentes da PSP, inspectores do SEF, guardas prisionais e Polícia Marítima vão ocupar a Praça dos Restauradores, em Lisboa. A manifestação nacional está marcada para 31 de Março, a partir das 17.00, e os agentes de segurança prometem sair à rua aos milhares para deixar o alerta. "Nenhuma das cinco forças está preparada para combater o aumento da criminalidade", diz Jorge Alves, da Comissão Coordenadora Permanente das Forças e Serviços de Segurança (CCPFSS).
"Tem sido cada vez mais difícil aos profissionais das forças e serviços de segurança desempenharem a sua profissão", conta Jorge Alves, do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional. E as consequências são as piores, explica o dirigente sindical. "Aumento da criminalidade e o à-vontade com que o criminoso está neste momento a actuar na sociedade", conclui. Para o protesto foram convocados perto de 50 mil profissionais, mas a CCPFSS espera que apareçam pelo menos 20 mil manifestantes: "Seria o número ideal para darmos um sinal claro ao Governo do nosso descontentamento."

O PNR sempre alertou, infelizmente verificou-se que tínhamos razão. Apraz-nos agora registar que os nossos polícias concordam com a esmagadora maioria das nossas opiniões.

A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.
Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.

O PNR propõe-se:

• Modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais.
• Revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários.
• Colocar em prática uma política de prevenção dos crimes e delitos, através da inversão dos fluxos migratórios, do reforço da célula familiar, e da educação cívica nas escolas.
• Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.
• Promover a utilização das polícias municipais para o combate ao crime localizado.
• Reestruturar o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil.
• Reestruturar a PSP e a GNR.

Os esgotos saíram à rua


Em Lagos da Beira, os esgotos andam à solta por campos de cultivo e misturam-se com as ...

...linhas de água num cenário verdadeiramente terceiro-mundista. Nas proximidades do local onde estão localizadas as fossas sépticas da freguesia o cheiro a esgoto é nauseabundo e invade grande parte da aldeia.
Segundo afirmou ao correiodabeiraserra.com um habitante local, que denunciou a ocorrência a este diário digital e pediu para não ser identificado, “a situação é vergonhosa e já se arrasta há vários anos. Eu nem sei como é que as pessoas conseguem ali viver”, frisou aquele morador, referindo que grande parte da Aldeia de lagos da Beira “nem sequer saneamento básico tem”.

Conforme documentam as imagens recolhidas hoje por este diário digital, o problema tem origem na falta de manutenção deste tipo de infra-estruturas que, quando entram em saturação, descarregam os efluentes para os terrenos contíguos, gerando uma série de graves problemas ambientais.

Nas redondezas, os campos de cultivo estão de poiso e os esgotos escorrem a céu aberto mesmo ao lado de alguns poços de água. De acordo com uma fonte do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, contactada pelo correiodabeiraserra.com, “o concelho de Oliveira do Hospital tem muitas situação destas e há cada vez mais denúncias” contra este tipo de crimes ambientais praticados pelas próprias autarquias.

Note-se que este tipo de crimes ambientais praticados contra a natureza são punidos pela lei e a Câmara Municipal de Oliveira do Hospital (CMOH) já foi advertida para a resolução de alguns problemas que põem em causa o meio-ambiente e a qualidade de vida dos munícipes.

Contactado pelo CBS online o presidente da junta de freguesia de Lagos da Beira começou por afirmar que “as juntas não têm poderes para tratar destas situações”, mas depois de instado por este diário digital a esclarecer se tem feito alguma diligência junto da CMOH com vista à resolução do problema, José António Guilherme foi telegráfico: “com o vosso jornal eu não estou interessado em prestar declarações

sábado, 28 de fevereiro de 2009

O Pinóquio


José Sócrates é talvez a seguir a Mário Soares o melhor político que o sistema já produziu. Ele é feito à imagem e semelhança do regime que governa Portugal depois do 25 de Abril.
Com o ensino nas ruas da amargura, quer pelo fecho indiscriminado de escolas apenas por motivos economicistas, quer pelo braço de ferro com os professores que só tem prejudicado o sector onde peses embora os recuos, o governo não percebe que a manta de retalhos em que está transformado o processo de avaliação, não serve e deve ser metido na gaveta. A tentativa de instituir as passagens administrativas de má memoria, que longe de melhorem o ensino, ainda acabam por meter os bons alunos na mesma escala dos cabulas, e mais um reflexo da costela igulitarista do PS.
Na saúde idem idem, aspas aspas, taxas moderadoras mais altas, nascimentos nas auto-estradas, intermináveis horas à espera de uma urgência, são as melhorias introduzidas por este executivo.
O fosso entre ricos e pobres cada vez maior, vendo-se claramente a protecção dada aos que tudo podem e detrimento dos mais fracos. Os despedimentos são notórios, a fome é patente.
O país em estado de sitio devido a inoperância no que toca ao combate à criminalidade.
O cenário não podia ser pior, as perspectivas de futuro são negras, no entanto o Sr. “Eng.”, baralha e dá cartas de novo, faz tábua rasa de tudo o acima descrito e com hipocrisia, com falta de respeito pelo povo, renova o discurso com as mesmas promessas não cumpridas.
Sabemos que a maioria absoluta não vai ter, mas também sabemos que muitos continuam a acreditar no homem do Magalhães, esses terão o governo que merecem ou noutra perspectiva o partido que merecem. Alguns terão mesmo o que merecem, os jobs com este partido, muitos tem presenteado.
Outros vão refugiar-se no que pensam ser a alternativa mas só vão ter mais do mesmo ou sair da panela para cair no fogo.
Os partidos do sistema, as empresas em que se tornaram, apenas disputam entre si os nacos da presa que é o povo e a nação. Eles apenas pensam nas suas mais valias e na forma de chegar ao poder para melhor se governarem.
Só existe uma alternativa a este sistema que nos oprime, a este sistema que não educa, que não nos protege na saúde nem na velhice, que nos dá e tira emprego a seu belo prazer, que permite acumulação de vasta riqueza para alguns e deixa na miséria uma grande maioria. Essa alternativa chama-se nacionalismo, chama-se PNR.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Grande Entrevista com José Pinto Coelho (2ª Parte)




TP - Sendo o PNR um partido que é manifestamente contra esta União Europeia, porquê concorrer às eleições europeias de Junho próximo?

JPC - Porque ficar de fora das decisões não é, nem nunca foi solução. Encolher os ombros ou dizer que essa “guerra” não é nossa, é errado.
Mal ou bem estamos na União Europeia e a maneira de podermos intervir e lutar pelas nossas causas é utilizar os meios que estão ao nosso alcance.
Em sede de campanha legislativa afirmaremos a nossa posição inequívoca anti-EU. Em sede de campanha europeia diremos o mesmo e além disso tentaremos reforçar o grupo dos Nacionalistas dos outros países no Parlamento Europeu. Se queremos intervir, o nosso lugar tem que ser no campo e não na bancada.

TP - Porquê a escolha de Humberto Nuno de Oliveira?

JPC - São várias as razões dessa escolha. Para se ser cabeça de lista, o candidato tem que merecer a confiança da Direcção do partido, estar em perfeita sintonia com a linha ideológica do PNR e, naturalmente, estar disponível para tal. Além disso deverá ter capacidade e preparação para a exposição mediática.
Humberto Nuno de Oliveira, preenche todos esses requisitos. Trata-se de um nacionalista de longa data, capaz de criar convergência entre os Nacionalistas, e que nunca hesitou em dar a cara.
Bem sabemos que dar a cara pelo nacionalismo e pelo PNR é ainda, nos dias de hoje, um acto de coragem e de entrega.

TP - Perante o mercado global e estando Portugal inserido numa União Europeia, com que argumentos pode o PNR advogar uma verdadeira independência nacional?

JPC - Perante as actuais circunstâncias o PNR pode à partida denunciar o facto de Portugal não ter qualquer peso ou prestígio como nação enquanto parte integrante da EU e nem sequer representa alguma coisa de jeito no seu próprio seio. O PNR tem que dizer que o actual rumo leva ao nosso desaparecimento e servidão.
Não vai dizer que as coisas são fáceis nem faz promessas falsas. Mas tem que dizer que é o partido que está disposto a correr os riscos necessários que permitam o resgate da nossa independência.
Independência não significa isolamento, mas sim implementação de políticas que permitam a menor dependência possível de forças mundialistas, que é o inverso do que hoje sucede.
Independência significa a maior liberdade possível na escolha das nossas alianças.
Temos que viver no mundo, na interdependência e relacionamento com as demais nações mas sem abdicar da defesa de Portugal e dos portugueses em primeiro lugar. São necessárias políticas de proteccionismo. Se não é o Estado português a proteger o seu povo, identidade e soberania, quem o fará?

TP - A democracia pode sustentar dogmas? Pergunto-lhe isto porque em vários países Europeus, por exemplo negar o holocausto é crime. Não lhe pergunto se acredita ou não, falo sim é na capacidade individual que cada um deve possuir para questionar e duvidar.

JPC - Vivemos num mundo cada vez mais totalitário e dominado por dogmas. Existe uma aparente liberdade de expressão, da qual os políticos e analistas têm sempre a boca cheia. Mas bem sabemos que não existe liberdade de pensamento nem de expressão. Existe sim, manipulação, lavagem ao cérebro, dogmas e ameaças a quem os ouse tocar.
Holocausto, racismo, homofomia, fazem assim parte desse índex que vai crescendo.
Está tudo previsto nesta construção totalitária do pensamento único: narcotização das massas, propaganda maciça, “pronto a pensar” e punição de quem pensa por si e contradiz a cartilha oficial ou simplesmente a questiona.
Assim, para que as pessoas se libertem desta teia infernal que atrofia a capacidade de pensar, julgar, decidir e lutar, é preciso que não aceitem de ânimo leve aquilo que lhes é apresentado como verdade. Sobretudo quando essas “verdades” não podem ser questionadas.
Há que ter a capacidade de, perante todas as realidades, cruzar informação e filtrar essa informação de acordo com a sua proveniência.
Há que consolidar valores e carga ideológica.
A capacidade individual para duvidar e questionar exercita-se, deve basear-se na experiência e deve consolidar-se com a adesão a valores e causas que, também eles, têm que ser alimentados e consolidados.
A capacidade de se duvidar daquilo que nos dizem e questionar aquilo que nos rodeia, passa pela escolha entre uma vivência fútil, ligeira e cómoda, passando ao lado da vida e das grandes causas, e fazendo-nos reféns das circunstâncias e servos das vontades alheias, ou pelo contrário, a entrega a princípios firmes, orientadores, livremente escolhidos e depois amadurecidos de forma constante, o que nos dá motivação e força e sobretudo uma imensa sensação de liberdade que nunca será alcançada por nenhuma forma de perseguição, ameaça ou censura.

TP - Encontra analogias na questão da liberdade de expressão para os Nacionalistas?

JPC - Claro! Tudo aquilo de que falei aplica-se aos que ousam pensar, falar e combater. Ora o grande inimigo do mundialismo tem um nome: nacionalismo.
Os senhores da situação sabem que os nacionalistas são os seus verdadeiros inimigos e desse modo, incansavelmente nos combatem de todas as formas que estão ao alcance das suas poderosas garras.
A mentira é mais cruel forma de combate contra os nacionalistas vinda da parte do sistema. Mentindo a nosso respeito e impedindo a nossa livre expressão criam as condições necessárias para uma postura de desconfiança por parte das pessoas. Sobretudo das menos avisadas: as tais que não possuem a capacidade de questionar e duvidar.
Mas não há vencedores nem derrotados definitivos. A história tem os seus ciclos e, com ou sem liberdade de expressão, a nossa hora chegará inexoravelmente.

TP - Ao contrário dos ‘partidos do sistema’ o PNR não se pode valer da Televisão para chegar habitualmente às pessoas. Acha que o partido tem feito o suficiente para tornear esta questão? A Internet é ainda o meio mais eficaz?

JPC - Não só o PNR não se pode valer da TV ou dos jornais, como sabe que estes tudo fazem para denegrir a sua imagem. Tem havido algumas excepções. Há que reconhecer as coisas como são e nem tudo é mau.
Desde que o PNR ganhou um certo mediatismo, que tem funcionado por ondas que vão e vêm, é verdade que no meio de tanto ataque demolidor também se têm visto peças jornalísticas perfeitamente isentas e dignas.
Mas a tónica dominante é a de um silenciamento gritante ou de uma difamação grosseira.
A comunicação social está sempre à espera de uma meia verdade ou falsidade “credível” que envolva nacionalistas para enlamear o PNR. De contrário, para noticiar factos, acções ou tomadas de posição por parte do partido, é raríssimo alguma coisa passar.
Quantas entrevistas concedidas, nunca foram editadas. Quantos comunicados de imprensa – alguns bem fortes – caíram em saco roto. Quantas acções públicas ficaram por noticiar, mesmo estando presentes os órgãos de comunicação social.
É que a motivação dos media resume-se praticamente aos factos que nos possam denegrir. Se estão presentes numa manifestação, muitas vezes é apenas na esperança de que haja desacatos (que nunca houve!) para deles fazerem alarido. Não se verificando, não passam rigorosamente nada daquilo que foi dito ou visto.
Tão chocante como a procura ávida de situações negativas, é a ocultação intencional de situações de ataque aos nacionalistas. Essa existência de dois pesos e medidas é vergonhosa.
Em Setembro de 2008 a TVI, realizou uma peça jornalística sobre imigração, a qual não passou de uma propaganda nojenta de vitimização dos imigrantes e ofensiva em relação aos portugueses, peça esta para a qual contribui com uma entrevista dada no Martim Moniz. Nessa ocasião fui vítima de uma tentativa de agressão por parte de um grupo de africanos, que poderia ter acabado da pior forma. Desse acontecimento há imagens e uma excelente reportagem, mas o que dele resultou foi um silêncio total. Uma vergonha!
É fácil imaginar que se um grupo de nacionalistas tentasse agredir um político, dirigente ou mesmo uma pessoa comum, aquelas imagens dariam abertura de telejornal, primeiras páginas de jornais, debates e sei lá mais o quê, durante dias a fio.
Já sabemos que faltando liberdade de expressão e pior ainda, sobrando difamação e manipulação, para tornear a falta de acesso minimamente aceitável e isento aos media, nomeadamente TV, o PNR tem que contar com os seus próprios meios e dessa forma chegar às pessoas.
A Internet é um meio muitíssimo eficaz e bastante livre. Funciona muito bem como meio de divulgação, formação e mobilização. Mas não serve, na minha opinião, como informação de massas. Para se chegar às massas só mesmo com a TV.
Além da Internet, são precisos os meios clássicos de divulgação como cartazes, autocolantes e folhetos. São precisas acções de rua, conferências e convívio entre militantes e simpatizantes.
Se o PNR tem feito o suficiente? Sim e não.
Tudo o que se tem feito é manifestamente insuficiente se tomarmos como referência o objectivo de fazer passar a nossa mensagem com eficácia, em quantidade e de modo regular. Mas por outro lado, se tomarmos como referência as condições e os meios que estão ao nosso alcance, então não duvido em afirmar que muito se tem feito.
Poder-se-ia fazer mais e melhor? Claro que sim. Nunca estaremos satisfeitos com aquilo que se faz. Nunca estaremos livres de cometer erros. Mas estamos sempre a aprender e a fazer todos os possíveis por melhorar.

TP - Para além do Partido do Nacional Renovador existem também outras organizações, associações de cariz identitário e nacionalistas em Portugal. Que atenções lhe merecem estas entidades?

JPC - Sempre tive a mesma postura que tenho hoje. Sempre me relacionei com facilidade com as várias tendências dentro do nacionalismo. Faço-o sem esforço.
Sei que há tendências e que nem sempre é fácil conseguir entre elas uma perfeita harmonia. Sei que há organizações com características específicas, mais ou menos efémeras, mais ou menos fecundas, mais ou menos abrangentes.
Acho óptimo que existam diversas associações onde no seio de cada uma delas os seus elementos encontrem o espaço ideológico, estético, cultural e de camaradagem com que mais se identifiquem.
A minha postura sempre foi de respeito institucional e cordial para com todas as organizações nacionalistas que estejam dispostas a apoiar o PNR, mas o meu esforço deve ser dirigido a cem por cento para o partido. Afinal é o partido que vai a votos…
Sempre me considerei um Nacionalista Integral, encontrando nas mais diversas tendências pontos essenciais de unidade. Se os diversos grupos comungam de pontos firmes comuns, então é possível a unidade e é mais o que os une do que aquilo que os separa.
O PNR deve justamente ser esse traço de união. Deve ser essa plataforma de entendimento e unidade no essencial.

TP - De que precisa o PNR para crescer?

JPC - O PNR tem tudo para crescer, mas, por outro lado, falta-lhe tudo para crescer…
Como partido com carga ideológica vincada que é, e que defende causas únicas e fortes em Portugal, tem tudo para crescer. Além disso, caminhamos para o caos social e político que dá razão ao que o PNR tem vindo a dizer e que reclamam as políticas por nós defendidas.
Mas a falta de meios financeiros, logísticos e de acesso aos meios de comunicação social, traçam um imenso caminho penoso de crescimento.
O PNR para crescer precisa de votos, assim como um equipa de futebol precisa de golos para ganhar. Para ter os votos o PNR precisa de candidatos para as listas, de militância e de dinheiro para as campanhas, de mobilização por parte dos nacionalistas.
O partido foi, é e será, em cada momento o que os nacionalistas dele fazem. Crescerá mais ou menos, com maior ou menor velocidade, com maior ou menor solidez, de acordo com o empenho dos nacionalistas. Mas vai sempre crescer.
O PNR precisa, acima de tudo, de estabilidade e credibilidade. A determinação, coragem e generosidade de uns quantos e a longevidade dessa conduta têm sido determinantes para a credibilidade do PNR, que é a base essencial para que o crescimento se possa depois verificar.

Caro José Pinto Coelho,obrigado pela entrevista e pelo exemplo de coragem e dedicação à causa nacionalista e a Portugal.

Créditos da entrevista : P.E (Cascais Terra Portuguesa)

FONTE

Humberto Nuno de Oliveira na Figueira da Foz


O almoço nacionalista a realizar no dia 14 de Março na Figueira da Foz, não pára de ganhar aderentes.
Neste momento podemos também assegurar, que para além do Presidente do PNR, estará também presente no encontro o cabeça de lista às Eleições Europeias, Humberto Nuno de Oliveira.
Lembramos que ainda é possível fazer marcações para o evento.

XVIII Festa do Queijo Serra da Estrela, Mel e Enchidos


No dia 14 de Março realiza-se, em Oliveira do Hospital, a XVIII Festa do Queijo Serra da Estrela, Mel e Enchidos.
O pontapé de saída acontece no dia 6 de Março, com a realização do jantar promocional do certame na Pousada do Convento do Desagravo, em Vila Pouca da Beira. E, a partir do dia 7 e até 15 de Março, o concelho vai dar que falar com a Semana da Gastronomia Regional participada por 13 restaurantes locais. A ementa será composta por arroz de suã, torresmos à moda da beira, caldeirada de borrego, borrego assado, enchidos com grelos e morcela da beira. No momento da sobremesa, os clientes são convidados a degustar o Queijo Serra da Estrela, tigelada, requeijão com doce de abóbora, mel e cavaleiros.
O mercado municipal será o destino dos visitantes que, no dia 7 de Março, rumam à cidade oliveirense. O mel, os enchidos, o vinho do Dão, o artesanato, o coleccionismo, as velharias e a música tradicional farão as delícias dos forasteiros que, constantemente, serão presenteados com encenações que remetem para a feira à moda antiga. Haverá ainda lugar para provas de iguarias e para a tradicional mostra de ovinos da raça Serra da Estrela. Paralelamente, decorrerá em directo para a TSF a realização do programa “Terra a Terra”.
Com um programa que se alonga até ao final do dia, altura em que terá lugar o Banquete do XX Capítulo da Confraria, a Festa do Queijo, Mel e Enchidos será também preenchida com a produção ao vivo de queijo Serra da Estrela, demonstração de tosquia de ovinos e o desfile das confrarias de queijos nacionais e europeias.
O encerramento da feira está previsto para as 18h00, mas segue-se a realização do XX Capítulo da Confraria do Queijo Serra da Estrela. Numa cerimónia que terá lugar na Casa da Cultura César Oliveira, decorrerá ainda a entrega de prémios do concurso de fotografia e a cerimónia de entronização de novos confrades.

FONTE

Crise! Qual crise?


Apesar da crise, os cinco maiores bancos portugueses (CGD, BCP, BES, BPI e Santander Totta) conseguiram lucrar ao todo 1.731 milhões de euros, o que representa um ganho de 4,7 milhões de euros por dia.

Esta quinta-feira foram revelados os resultados da Caixa Geral, em que os lucros caíram 46,4% para os 459 milhões de euros.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Contrato Local de Segurança


A perfumaria Balvera e a Clinesto foram na madrugada e dia de Carnaval alvo de tentativas de assalto. O alarme e o barulho no edifício não permitiram que os assaltantes fossem em frente

Para memoria futura

Paula Lourenço, advogada de Manuel Pedro e de Charles Smith, dois dos arguidos do processo Freeport, é amiga de José Sócrates e do seu pai, o arquitecto Fernando Pinto de Sousa. Além disso, a advogada, que defendeu José Braga Gonçalves no caso da Universidade Moderna, é também a defensora de Carlos Santos Silva, um empresário muito conhecido da Cova da Beira, também amigo de longa data de José Sócrates.
Carlos Santos Silva era proprietário da empresa Conegil, que participou no consórcio vencedor da construção e exploração de uma Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos promovido pela Associação de Municípios da região. Este concurso deu origem a um processo que está agora à espera da marcação da data de julgamento na Boa-Hora. Um dos arguidos é Horácio Luís de Carvalho, proprietário da empresa HCL, que adquiriu uma parte do capital da empresa de Carlos Santos Silva , mas que o manteve à frente da Conegil.
Outro dos arguidos é António José Morais, também amigo de José Sócrates e professor de quatro das cinco cadeiras feitas pelo primeiro-ministro na Universidade Independente. António Morais está acusado dos crimes de corrupção passiva para a prática de acto ilícito e de branqueamento de capitais. Horácio Luís de Carvalho é acusado de crimes de corrupção activa e branqueamento de capitais.
Paula Lourenço é ainda a advogada da empresa J. Sá Couto, que está a produzir os célebres computadores 'Magalhães' para os alunos portugueses

Activismo





Os novos cartazes ficaram a matar nas paredes de Miranda do Corvo, Lousã e Coimbra.
Dia 27 de Fevereiro colagens na Figueira da foz e no doa 8 de Março colagens em Montemor-o-velho, Soure e Condeixa.
Quem se quiser juntar à caravana nacionalista, deve contactar-nos pelo mail: PNRCoimbra@gmail.com

Basta de corrupção!


"Os homens são atormentados pelo pecado original dos seus instintos anti-sociais, que permanecem mais ou menos uniformes através dos tempos. A tendência para a corrupção está implantada na natureza humana desde o princípio. Alguns homens têm força suficiente para resistir a essa tendência, outros não a têm".
No entanto neste sistema politico há muito mais pretendentes, que só podem ser satisfeitos com uma quantidade muito maior de espólio.
Todos os dias somos confrontados com mais um ou outro caso de corrupção, que a justiça teima em criminalizar. Se por ventura algumas das denúncias são falsas, a falta de castigo a impunidade, coloca todos no mesmo saco, inclusive aqueles políticos que nunca caíram em tentação.
Hoje para a esmagadora maioria do nosso povo enveredar pela vida politica é olhado com desconfiança, pairando no ar um clima de suspeita.
Coimbra não foge a regra. Por isso vemos autarcas de varias cores politicas envoltos em clima de suspeita.
O PNR sempre denunciou a corrupção e como tal connosco, a moral será restabelecida na vida nacional. Os procedimentos de controlo dos mercados públicos e de utilização de fundos comunitários serão reforçados. Aos políticos corruptos serão retiradas imunidades e esses crimes punidos com penas de prisão, sendo os corruptos impossibilitados de voltar a desempenhar cargos públicos. As redes mafiosas de corrupção serão fortemente penalizadas e o branqueamento de capitais não será tolerado. Os responsáveis públicos, em vez de se servirem dos seus cargos para proveito próprio, voltarão a dar o exemplo e a servir o interesse nacional.
Connosco, Portugal será transparente.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Grande Entrevista a José Pinto Coelho



Caro José Pinto Coelho ,obrigado desde já pela disponibilidade concedida aos Blogues Terra Portuguesa e por ter aceitado responder a algumas questões, que esperamos serem esclarecedoras para os leitores desta nossa grande entrevista.

TP - Quais as expectativas reais que o PNR tem neste ano eleitoral decisivo para Portugal e para os Portugueses?

JPC - Quando se vive num ambiente de total descrédito nos políticos, de desânimo e encolher de ombros colectivo e num sistema onde os responsáveis pelo desastre nacional conseguem blindar o acesso à opinião pública, as expectativas reais do PNR não podem ser assim fundamentadas em parâmetros objectivos. As regras do jogo são extremamente desequilibradas e desiguais.
Eu não tenho a menor dúvida que o nosso partido, sendo defensor de causas únicas, teria forte aceitação no eleitorado e seguramente lugar na Assembleia da República se a sua mensagem passasse. Não duvido disso!
Sucede, contudo, que perante dados viciados e circunstancialismos aleatórios e alheios à nossa vontade, a chegada da nossa mensagem ao eleitorado é manifestamente escassa.
Muitíssima gente por este país fora não sabe sequer da existência do PNR. Outros há que, sabendo dela, não conhecem verdadeiramente as nossas causas, outros ainda, persistem no disparate inconsequente do chamado voto útil. Temos consciência de que muitos votos que são nossos por natureza, não entram nas urnas por esses motivos.
Mas para além dessas contingências a expectativa é de um claro crescimento, pois que, apesar de tudo, o nosso activismo tem permitido que o PNR chegue a um número crescente de pessoas e além disso o momento dramático da História nacional vem dar razão às nossas causas.
O PNR é uma “Chama” de esperança que vai crescendo.

TP - As preocupações do PNR são também aparentemente as de outros partidos, nas mais diversas matérias. Em que aspectos o PNR marca a sua diferença?

JPC - Disse bem: aparentemente. É que a aparência dá muito jeito para caçar uns votos…
O PNR não muda de discurso para caçar votos, antes defende com clareza aquelas que são as suas causas. Pode em determinados pontos, eventualmente coincidir com pontos de outros partidos. Mas a diferença entre os partidos faz-se sobretudo pelas bandeiras exclusivas e, nos pontos comuns, pelo discurso e praxis política e ainda peloas verdadeiras motivações que levam a certas tomadas de posição.
Não tenho dúvida que o PNR é o único partido que defende a nação. Por muita verborreia eleitoralista que o CDS possa ter, evocando a pátria, eles defendem a globalização e a União Europeia, sendo por isso cúmplices da destruição nacional.
Por muita mentira apregoada pelos comunistas do PCP e BE em defesa da justiça social, eles defendem a imigração, prejudicando os trabalhadores portugueses.
Estes são apenas dois exemplos, mas servem para ilustrar as diferenças para além das aparências.
Para o PNR o que importa essencialmente é a defesa das nossas cinco grandes causas: Nação, Família, Trabalho, Independência Nacional e Património Histórico-Cultural.

TP - Se o PNR, nas eleições legislativas que se avizinham, conseguir assento parlamentar, qual será a primeira proposta que apresentará?

JPC - O papel do PNR passa necessariamente por uma oposição determinada e frontal. Não ao governo A ou B em concreto, mas ao poder instituído. E desse poder fazem parte os cinco partidos que estão neste momento na Assembleia da República.
O PNR não se pode reger por esta ou aquela proposta pontual, pois para nós é preciso inverter toda uma mentalidade, uma atitude e um caminho. Assim não importa qual seria a primeira ou as seguintes propostas, mas sim saber-se que o PNR se baterá firmemente pela alteração da lei da nacionalidade e da lei da imigração, pela moralização da Administração Pública, pelo apoio às famílias portuguesas e pela promoção da natalidade de portugueses, pelo apoio às forças da ordem, pela cultura de vida, pela mudança da Constituição…
Enfim, o PNR quer mostrar aos portugueses que é necessária uma força incómoda que denuncie todas as desgraças, descaminhos e desgovernos que emanam daquele hemiciclo e que aponte caminhos novos. Caminhos bem diferentes daquele trilhado pelo partido único com cinco secções que temos tido naquela Assembleia.

TP -Em tempos disse que a corrupção que existe no país sai mais caro que a crise. Pode desenvolver esta afirmação?

JPC - Quando falo em corrupção não me refiro apenas às ilegalidades, que são mais que muitas, mas também às imoralidades. Ambas se têm praticado em Portugal, de forma generalizada, desde o 25 de Abril têm servido para aniquilar o nosso país enquanto nação e a sua perspectiva de futuro. Todas as actuações dos dirigentes, que sirvam interesses próprios ou de grupo, lesam e muito os interesses nacionais e o povo português.
Se temos dois milhões de pobres, não se deve seguramente a esta ou aquela crise, mas sim a uma situação crónica de falta de atitude e excesso de oportunismo que tem levado a que os ricos estejam cada vez mais ricos e a classe média cada vez mais pobre. É justamente a ganância e aproveitamento de cargos políticos ou de gestão que levam ao enriquecimento de alguns e abandono de muitos com consequente empobrecimento da grande maioria.
Nesta lógica dos dirigentes se servirem em vez de servirem, recorrem eles sistematicamente a ilegalidades ou mesmo ao ajuste das leis em benefício próprio ou de interesses sectários que na verdade são de uma injustiça e imoralidade gritantes. Daí eu afirmar sempre que Portugal é como uma mãe que não dá de comer aos seus filhos.
Um dirigente que para favorecimento próprio ou da sua empresa, partido ou lóbi, actue sem se importar com os danos causados à pátria, ainda que não cometa ilegalidades (admitamos…) tem uma conduta corrupta.

TP - É evidente então para si a existência de uma crescente promiscuidade entre o poder político e agentes económicos privados? Que medidas proporia o PNR para inverter esta situação?

JPC - É evidente! A permanente dança de lugares entre os mesmos de sempre que ora estão no governo ou em outros cargos políticos ou de administração pública, ora saltam para grupos financeiros privados ou públicos, com chorudos ordenados e prévia garantia de reformas imorais, fala bem das políticas de compadrio e de saque à nação. De novo: corrupção.
As situações são tantas e tão diversas que não é possível falar-se em medidas casuísticas. É preciso que a Justiça actue. Não pode haver este clima de impunidade onde o crime compensa.
Os culpados têm que restituir tudo aquilo que roubaram, mas para isso é necessário enfrentar poderes como a maçonaria e lóbis que protegem uns e outros, mantendo este clima de impunidade e vergonha.
É urgente enfrentar este polvo asfixiante, condenar todos os saqueadores do erário público e correr com os que têm praticado políticas anti-nacionais.
Mais uma vez, insisto, não se trata de implementar esta ou aquela medida pontual se tudo, no fundo, se mantiver igual. Os partidos de sempre adoram falar em novas medidas, quando na verdade as tomam sempre para que tudo se mantenha na mesma e os privilégios também.
Esse, não é portanto o nosso discurso. Dizemos claramente que Portugal tem que dar uma grande vassourada nesta classe política. É necessário que à frente dos cargos públicos estejam pessoas motivadas para servir a nação. Para tal dêem força ao PNR.

TP - Falando do poder político, acha que os políticos devem ser juridicamente penalizados pelo incumprimento de uma promessa eleitoral, como uma violação de um acto administrativo tipificado?

JPC - Tal não seria necessário se as pessoas não passassem quatro anos a dizer mal deles, para depois lhes voltarem a dar o voto… É com mágoa que o digo, mas esses têm o que merecem, já que reconduzem mentirosos, ainda que alternadamente.
A penalização para os profissionais de promessas por cumprir deveria ser a morte política. A penalização judicial, a meu ver, tem que ser para as irregularidades praticadas e não para as promessas por cumprir. Acredita quem quer. Quem vota nos mesmos culpados de sempre e neles ainda acredita, tem afinal aquilo que merece…

TP - Que futuro prevê para um país que consome mais do que produz, endivida-se a cada dia que passa e em tempo de crise reduz o seu tecido industrial/ agrícola, enviando para o desemprego milhares de trabalhadores? Como dizer às pessoas que votar no PNR é votar na solução?

JPC - Não vejo futuro nenhum senão a servidão, caso o panorama se mantenha. Se continuam a dar o voto de confiança aos responsáveis pelo descalabro nacional é claro que nada muda.
As pessoas têm de perceber que votar no PNR não é votar num pacote de medidas que acabem por ser “mais do mesmo”, mas sim votar numa mudança radical que inverta a 180 graus os rumos de Portugal. Tão simples como isto.
Com o PNR os fluxos migratórios seriam invertidos, a permanência na EU estaria em causa, a cultura de morte (aborto, homossexualidade, eutanásia, droga) teria os dias contados. O espírito de serviço dos governantes seria um ponto de honra.
Para nós é imperativo investir na Família, no crescimento demográfico e vitalidade do nosso povo.
Para o PNR é fundamental que os centros de decisão e sectores vitais para a independência e economia nacionais, quer estejam em mãos públicas ou privadas, sejam tutelados pelo Estado para haver garantia de servirem os interesses nacionais.
Portugal não pode continuar a consumir muito mais do que produz. O tecido industrial, a agricultura e as pescas têm que ser reanimados e apoiados.
Numa palavra: o PNR tudo fará para que Portugal alcance, sempre e em cada momento, a maior independência possível e apenas a dependência estritamente necessária. O que se passa hoje é bem o contrário disso…

TP - O ano de 2008 foi um ano em que a criminalidade brutal e violenta aumentou significativamente. Qualquer português seguramente tem bem presente na memória casos como o do assalto à dependência do BES e o tiroteio entre a comunidade cigana e africana em Loures, para citar apenas os mais mediáticos. Que medidas concretas o PNR apresenta em matéria de segurança?

JPC - O PNR não hesita em dizer que a criminalidade crescente foi importada com a imigração e propõe três linhas orientadoras fundamentais que definem a nossa política em matéria da segurança.
Assim, quanto à imigração - que, ao contrário do que diz a propaganda oficial, não é benéfica, mas sim um verdadeiro cancro - é imperativa a inversão dos seus fluxos através do repatriamento dos marginais, dos ilegais e dos subsídio-dependentes.
No que respeita às forças de segurança, defendemos a modernização e reestruturação das polícias, passando pela fusão da PSP e GNR, para fazer face ao crime organizado e às ameaças do mundo actual, a devolução de autoridade à polícia e meios eficazes de actuação, o que significa, equipamento, preparação e dignificação da carreira dos profissionais da polícia.
Naquilo que diz respeito à vertente judicial, defendemos a redução da inimputabilidade penal para os 14 anos, o julgamento rápido dos crimes e cumprimento efectivo das penas.
Tem que haver vontade política para implementar estas medidas e fazer face ao crime.

TP - Há poucas semanas um polícia foi brutalmente espancado em Lisboa por um grupo, dois foram detidos em flagrante delito (um deles de nacionalidade brasileira em situação irregular no País). Apresentados a Tribunal, saíram em liberdade com a medida de coacção mais leve (termo de identidade e residência), mesmo ainda antes de o agente agredido ter recebido alta hospitalar. Que País é este?

JPC - É um país que está de pernas para o ar!... Onde os polícias são os maus e os criminosos os coitadinhos.

Nota : A 2º parte da entrevista com José Pinto Coelho, será publicada no dia 27 de Fevereiro.

FONTE

Os sindicatos do sistema


Interlocutores oficiais do governo e representantes oficiais dos trabalhadores, os sindicatos negociam oficialmente as leis anti operárias e assinam os documentos oficiais que impõem, com a força do Estado, a lógica do capital (a lógica de rentabilidade) às condições de vida dos trabalhadores. O sindicato funciona em termos de economia nacional, subordinando-se à lógica do sistema capitalista. E se essa lógica exige mais sacrifícios, cabe aos sindicatos defendê-los perante os trabalhadores, em nome de um "realismo" que consiste apenas em considerar a crise económica como um "evento natural" – como um terramoto ou uma onda de frio – e o capitalismo como um fenómeno eterno da natureza.
Desviar as lutas para impasses de “folclore”, isolando-as localmente; impossibilitar a unificação das lutas; canalizar a combatividade para acções ineficazes e desmoralizantes; enfraquecer a solidariedade de classe... Os sindicatos, no mundo inteiro, usaram esses estratagemas para molhar a pólvora social e sabotar as lutas. Exemplos não faltam.
É o povo, são os trabalhadores que hão-de encarregar-se de apoiar e vigorizar a vida portuguesa, pois a maior garantia do trabalho, da prosperidade e da vida digna das massas radica na força económica, moral e material da Pátria.
Alguns sindicatos já tinham roído a corda já tinha atraiçoado a luta, depois e a levados a reboque pelos professores, lá foram entrando no combate, mais por oportunismo politico que por vontade própria. Posteriormente tentaram mesmo aniquilar os movimentos de professores, na discussão que ficou celebre sobre que manifestação apoiar.
Os movimentos independentes, porque não sujeitos á correia de transmissão de certos partidos, acabaram por chegar a um acordo, pensando na unidade. Mas a facada pelas costas não se fez esperar agora dão o dito por não dito. Mais uma vez toda a reivindicação, toda a luta contra as reformas xuxialistas se começa a fazer fora dos sindicatos, é bom que os professores vão aprendendo a lição e isolando quem não sabe defender a classe.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Imigração, crime e as soluções do PNR


As recentes notícias do “Correio da Manhã” e “Diário de Notícias”, que têm por base fontes e declarações da Polícia Judiciária de Lisboa e do Porto, dão razão ao PNR que sempre tem vindo a afirmar que “a criminalidade crescente está directamente relacionada com a imigração”.
De acordo com o estudo revelado pelo CM, tendo por base a PJ de Lisboa, 41% dos homicidas são estrangeiros, sendo que estes, segundo a mesma fonte constituem uma percentagem de 7% da população, pelo que facilmente se verifica a forte propensão para o crime no seio dos imigrantes, que leva o PNR a afirmar que a imigração traz um aumento da criminalidade. Dos restantes 59%, apontados como sendo portugueses, o PNR lembra que estes são na sua maioria filhos de imigrantes aos quais já foi atribuída a nacionalidade portuguesa. Dessa forma, a afirmação de que 59% por cento dos homicidas são portugueses é uma falácia, uma vez que por um lado são fruto directo da imigração e por outro lado, para o PNR, estes não são nem nunca serão portugueses de facto.
Também, de acordo com o DN, o director nacional adjunto da Polícia Judiciária do Porto, Batista Romão, afirma que a criminalidade violenta está a aumentar e a diversificar-se. Tais afirmações, de novo, dão razão ao PNR, e na verdade não constituem novidade para as pessoas em geral, senão para o MAI que sistematicamente desvaloriza tal flagelo.
José Pinto-Coelho, nunca tem hesitado em afirmar “que o povo português está a ser vítima, na sua própria casa, da criminalidade trazida por uma imigração que nos invade e desrespeita”.
Assim, para o PNR, é urgente:
> alterar a Lei da Nacionalidade, consagrando o “Jus Sanguinis” como critério único;
> reverter os fluxos migratórios, repatriando os ilegais, marginais e subsídio-dependentes;
> apoiar as polícias, dando-lhes autoridade, meios para agir, equipamento e preparação, dignificando a sua carreira de risco e desgaste;
> reduzir a inimputabilidade penal para os 14 anos;
> julgar os crimes com rapidez;
> garantir o efectivo cumprimento das penas.
Para o PNR, a imigração, não só não é benéfica, de acordo com o que diz a propaganda oficial, como além disso é muito prejudicial a Portugal.

Comissão Política Nacional
| 24 de Fevereiro de 2009

O futuro mercado transatlântico




Enquanto a opinião pública das diferentes nações europeias se extasia ante o novo presidente dos Estados Unidos, o brilhante Barack Obama mantêm o processo de absorção da União Europeia, por parte do espaço económico e jurídico norte-americano. O sociólogo Jean Claude Paye denuncia a construção progressiva do império transatlântico e a intenção dos seus promotores em converter as liberdades indivíduas em mais uma mercadoria.

Nos países membros da antiga União Europeia, a Europa dos quinze, a questão da soberania externa tema a ver com o fim da segunda Guerra Mundial. Na sua maioria ou ocupados pelo exército americano ou membros da NATO, estes países transferiram para o executivo americano as prerrogativas soberanas (fazer a guerra e garantir a sua defesa)

A fase actual das relações entre a União Europeia e os Estados Unidos está marcada por uma especificidade; consiste no abandono da soberania interna dos países membros da Europa dos 27. Graças a uma hegemonia de direito americana no território Europeu, o executivo norte-americano exerce um poder directo sobre os povos europeus. Através de numerosos acordos as instituições da União europeia legitimam essa soberania.

A instauração de uma soberania interna do executivo norte-americano sobre os países do velho continente conduz à formação de uma nova forma de estado, o estabelecer de uma estrutura imperial submetida a égide norte americana. Trata-se de uma forma estável que difere grandemente da anterior: Na altura em que os Estados Unidos possuíam somente a soberania externa dos países europeus existia ainda a possibilidade de um retrocesso parcial ou ainda mais profundo e sem a intervenção de uma revolução social, como demonstra a saída da França do NATO, por decisão de Charles de Gaulle. Um acto de independência como esse, por parte de uma nação europeia, deixa de ser possível se os Estados Unidos exercerem controlo directo sobre os habitantes do velho continente.

Um grande mercado transatlântico para o ano de 2015

Uma resolução do Parlamento Europeu adoptada em Maio de 2008, legitima e projecta a criação de um grande mercado transatlântico no ano de 2015. Esta resolução prevê a eliminação das barreiras comerciais, assim como a liberalização dos mercados públicos e da propriedade intelectual e as invenções. O acordo prevê a harmonização progressiva das regulamentações e sobretudo o reconhecimento das regras em vigor em ambos os lados do Atlântico. Na realidade o direito que se irá aplicar será o norte-americano.

De forma paralela às negociações sobre a existência do grande mercado, desenrolaram-se conversas secretas com vista criação de um espaço comum para controlo das populações. Uma informação secreta elaborada por especialistas de seis estados membros, estabeleceu um projecto para a criação de uma área de cooperação transatlântica em matéria de liberdade, segurança e justiça até ao ano de 2014. Vão procurar organizar a administração interna e a justiça dos estados membros “em correspondência com as relações exteriores da União Europeia”, ou seja essencialmente em função dos Estados Unidos.

Mais que a entrega de dados pessoais e a colaboração dos serviços de policia, procedimentos já amplamente aplicados, o objectivo da criação do mencionado espaço consiste na possibilidade, de com o tempo, os cidadãos da União Europeia possam ser entregues às autoridades norte-americanas. Temos que recordar prisão europeia, resulta da criação de um “ espaço de liberdade, segurança e justiça” entre os estados membros, suprime todas as garantias que oferecia o sistema de extradição. A ordem de prisão baseia-se no princípio de reconhecimento mútuo. Considera como automaticamente conformes os princípios de um estado de direito, todas as disposições jurídicas do estado solicitante.
A instauração de este tipo de cooperação transatlântica levaria ao reconhecimento do direito norte-americano por parte dos 27 membros da União Europeia e a aceitação automática do conjunto de pedidos de extradição norte-americanos. Porém nos Estados Unidos o Military Commissions Act of 2006 (3) permite a perseguição e a prisão por tempo indeterminado de toda a pessoas designada como inimiga do poder executivo. Essa lei e extensiva aos cidadãos de qualquer país inclusive com aqueles que eles não estão em guerra. Qualquer um pode ser perseguido como inimigo, não porque existam elementos probatórios, mas simplesmente porque o poder executivo assim o designou. Nenhum governo estrangeiro negou essa lei de alcance internacional.

Grande mercado de controlo sobre os povos

O paralelismo entre a liberalização do comércio entre os dois continentes e o controlo norte-americano sobre os povos europeus esteve presente durante os 13 anos em que o processo foi negociado. Com efeito em 3 de Dezembro de 1995 teve lugar durante a cimeira USA/UE em Madrid a assinatura na Nova Agenda Transatlântica, com vista à promoção de um grande mercado transatlântico e um plano de acção comum em matéria de cooperação policial e judicial. Se bem que as negociações sobre a forma de cooperação se desenrolaram de forma contínua, as negociações tendentes à criação de um grande espaço pararam a um determinado momento. Foram abandonadas em 1998 e foi preciso esperar até ao ano de 2005 para que se reactivassem, após uma declaração económica adoptada na cimeira USA/UE em Junho de 2005.

Os avanços registados com vista à creação de uma mercado transatlçantico devem-se á acção de uma instituto norte-americano: o Transatlantic Policy Network, criado em 1992 e no qual se reúnem parlamentares europeus, membros do congresso dos Estados Unidos e representantes de empresas privadas. Pretendem criar um bloco europeu-americano no plano politico, económico e militar. O Transatlantic Policy Network conta com o apoio de de numerosos think tanks, como o Aspen Institute, el European-American Business Council, el Council on Foreign Relations, el German Marshall Fund y la Brookings Institution. E o apoio financeiro de grandes multinacionais norte-americanas e europeias como como Boeing, Ford, Michelin, IBM, Microsoft, Daimler Chrysler, Pechiney, Michelin, Siemens, BASF, la Deutsche Bank, Bertelsmann.

Um elemento importante deste “espaço de liberdade, segurança e justiça” a entrega generalizada de dados pessoais já está em marcha. Uma informação interna redigido de forma conjunta pelos negociadores, do Ministério da Justiça e do Departamento de Segurança da Pátria, pelo lado norte-americano e pelo Coreper, um grupo de representantes permanentes da união Europeia, anuncia um acordo com esse sentido para o ano de 2009 (4).
O objectivo é favorecer a entrega de dados, não só de carácter administrativo e judicial como também relativos á defesa do território. Os negociadores já se puseram de acordo relativamente a 12 pontos essenciais. Trata-se na realidade na entrega permanente às autoridades norte-americanas de uma série de informações de índole privada, como o numero do cartão de credito, detalhes de contas bancárias, as operações realizadas, os itinerários de viagens e as ligações de internete, bem como informação individual, como raça opiniões politicas, os costumes pessoais e a religião.

Os norte-americanos justificam estas exigências como uma questão económica. Segundo eles o acordo é um grande negócio, porque diminui a totalidade dos custos o que implica para o governo dos Estados Unidos a obtenção de informações da União Europeia. O objectivo não é possibilitar a transmissão desses dados ás autoridades dos Estados Unidos, pratica já amplamente aplicada, mas sim legalizar a sua entrega ao sector privado. Trata-se de suprimir todos os obstáculos legais que se oponham à difusão das informações anteriormente mencionadas e garantir para esse processo os custos mais baixos possíveis. Antes de tudo têm de garantir a rentabilidade do mercado.

Supremacia do direito norte-americano

No que respeita à necessidade de estabelecer um controle independente os negociadores europeus abandonaram a sua legislação e aceitaram os critérios norte-americanos. Admitem que o poder executivo se vigie a si mesmo. Considerando assim que o sistema de controlo interno do governo dos Estados Unidos, oferece garantias suficientes. Aceitaram que os dados ligados á raça, à religião, as opiniões politicas, a saúde e a vida sexual, sejam utilizados por um governo, na condição que as leis internas ofereçam protecção adequada. Cada governo decidira por si mesmo se respeita ou não essa obrigação.
O processo que conduz à instalação de d um grande mercado transatlântico, é o processo inverso à construção da União Europeia. O mercado comum europeu é em primeiro baseada no intercâmbio e liberalização mercantil. O grande mercado transatlântico baseia-se na supremacia do direito norte-americano. Trata-se em todo numa construção politica, onde se menciona inclusivamente uma assembleia transatlântica.

O exercício de soberania das autoridades norte-americanas sobre os povos europeus e a legitimação desse poder, por parte da União Europeia são condições para a instauração de novas relações de propriedade e intercâmbio; transformar em mercadoria os dados pessoais e liberalizar esse grande mercado sem qualquer limite.



Parlamento Europeo, «Résolution du Parlement européen sur les relations transatlantiques», B6-0280/2008, 28 de mayo de 2008.
Report of the Informel, Hight Level Advisory Group on the Future European Affairs Policy (Future group), «Freedom, Security, Privacy. European Home Affairs in a Open World», junio de 2008, p. 10, párrafo 50.
S.390 Military Commissions Act of 2006.
Council of the European Union, «Note from Presidency to Coreper, Final Report by EU-US Hight Level Contact Group on information sharing and privacy and personal protection», 9831/08, Bruselas, 28 de mayo de 2008.


Jean-Claude Paye

Tradução livre

Violência


Esta noite um grupo de pretos e comunas atacou e agrediu um camarada na Figueira Foz.
Valendo-se do maior número, porque estes cobardes só assim, é que tem coragem de enfrentar os nacionalistas, concretizaram as ameaças que já vinham fazendo há alguns dias.
Mais uma vez se prova que as ameaças as provocações o ódio e recurso à violência são próprios dos comunas e dos jovens a quem dão cobertura.
Pensam eles que desta maneira vão travar de alguma forma o grupo de nacionalistas que cresce na Figueira da Foz, estão bem enganados, já na próxima sexta feira teremos uma nova acção de activismo.
Mas que uma coisa fique bem saliente, não fomos nós que começamos, mas também não seremos nós a dar a outra face.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

O algodão não engana


Estatística: Perfil do assassino aponta para homem que mata durante a noite . Homem, 31 a 40 anos, mata com tiro de pistola um conhecido no meio da rua, na sequência de uma discussão entre as 20h00 e a meia-noite. Do sexo à idade do homicida, passando pela arma que utiliza, o tipo de relação que tem com a vítima e o local, a motivação e até a hora do crime, todas as características acima descritas encaixam no perfil da pessoa que assassina em Portugal.

Num estudo a que o CM teve acesso, feito com base numa amostra de 132 homicídios ocorridos na área da Polícia Judiciária de Lisboa, entre os anos de 2000 e 2004, constata-se também que 40,5 por cento são cometidos por cidadãos estrangeiros.

Estes cinco anos representam o último período em que foi possível extrair toda a informação – uma vez que são 132 casos, em que os homicidas foram condenados. As características do assassino estão já perfeitamente identificadas, em homicídios cometidos na área a sul das Caldas da Rainha até Évora, com excepção da zona de Setúbal. E constata-se no estudo que este pretende a partir desta amostra dar uma noção da realidade nacional, a de que apenas 59,5% dos homicidas são portugueses. Os outros são turistas ou imigrantes, legalizados ou não.

Este estudo conclui que a maioria dos homicidas são homens (92,6%); têm entre 31 e 40 anos (38%); matam os conhecidos (32%); na sequência de discussões pontuais, muitas delas potenciadas por consumo de álcool (37%); na via pública (54,6%); à noite (41,4%); e com arma de fogo (41,7%).


A população imigrante na região de Lisboa e Vale do Tejo, em 2006, era de 258 mil pessoas, ou seja 7% do total de 3,6 milhões de habitantes. Na comunidade estrangeira, a esmagadora maioria residia no distrito de Lisboa, com 189 mil habitantes, dos quais 41 mil são provenientes de Cabo Verde, 28 mil do Brasil e 22 mil de Angola. Portugal contava então, segundo as estimativas do INE, com 10599095 habitantes. Segundo o último recenseamento realizado em Portugal, em 2001, viviam em Lisboa e Vale do Tejo 3,4 milhões, dos quais 213 mil pessoas eram estrangeiras (6%).

Embora o sistema o tente esconder, embora os Novos Senhores do Templo, classifiquem de racista e xenófobo todo aquele que ousa por em causa a imigração.
Os factos desmentem toda a propaganda e toda a lavagem ao cérebro, que fazem aos portugueses. A imigração para além de uma arma do capitalismo, aumenta os conflitos sociais e é geradora de criminalidade.

Relativamente ao crime é de reafirmar a falta de vontade politica para o combater, a falta de policiamento e de meios, a impunidade com que agem os criminosos.
O povo português vive refém nas suas casas porque os criminosos parecem ter mais direitos do que as vitimas.

As obras megalómanas e inúteis parecem ser mais importantes


O piso do parque de viaturas da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários está a abater. Mais uma vez, os responsáveis alertam para a necessidade de um novo quartel

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Sem comentários


Não estão em causa "estalinhos", que esses só valem contra-ordenações, mas petardos. Espécie de "bomba de Carnaval que num passado não muito longínquo era vendida a crianças em tabacarias", recordou o juiz Pedro Veiga, do Tribunal de Esposende, que, a 29 do mês passado, teve de condenar um adulto, de 36 anos, a uma pena de prisão, por posse de petardos.

O homem que atacou a tiro o presidente da Câmara de Almeirim e a sua chefe de gabinete, na sexta-feira, saiu ontem em liberdade do Tribunal de Santarém, até ao julgamento, indiciado pelos crimes de dano e posse ilegal de arma, segundo a GNR.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Agenda PNR


Com vista ao início da campanha para as Eleições Europeias o PNR tem previsto algumas iniciativas na Zona Centro.
Almoços que serão também o mote para acções de activismo estão previstos na Figueira da Foz e em Castelo Branco.
Para além das normais acções de propaganda o PNR procura desta maneira, promover o convívio entre militantes e divulgar o partido junto das populações.
Todos os patriotas, todos os nacionalistas estão convidados para os eventos, bem como para participar, nas acções de activismo e reuniões.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

"Hasta la vitória, siempre!"


Data de 1971 a resolução do Primeiro Congresso Nacional de Educação e Cultura de Cuba onde se decretou que "os desvios homossexuais representam uma patologia anti-social, não admitindo de forma alguma suas manifestações, nem sua propagação, estabelecendo como medidas preventivas o afastamento de reconhecidos homossexuais artistas e intelectuais do convívio com a juventude, impedindo gays, lésbicas e travestis de representarem artisticamente Cuba em festivais no exterior." Foram então estabelecidas penas severas para "depravados reincidentes e elementos anti-sociais incorrigíveis".

Em 1959 ao tomar o poder em Cuba, Fidel declarou que "um homossexual não pode ser um revolucionário".

Consta que o próprio Guevara, ao encontrar na Biblioteca da Embaixada Cubana em Argel, a obra Teatro Completo de Virgilio Piñera, homossexual assumido, jogou o livro na parede, dizendo: "como vocês têm na nossa embaixada o livro de um ‘pajaro maricon’!" o sinónimo cubano para maricas

Correios: autarcas de Coimbra arguidos



Alguns membros da Câmara Municipal de Coimbra no anterior mandato (2002/05) foram constituídos arguidos no âmbito do processo destinado a esclarecer os contornos da venda de um edifício que os Correios possuíam na avenida de Fernão de Magalhães, soube hoje o “Campeão”.

O Jornal confirmou junto de fontes idóneas que, pelo menos, dois ex-vereadores se encontram nessa situação processual, tudo indicando que ela irá abranger outros edis e ex-edis.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Em defesa do Choupal


O Dr. Castanheira Barros pode bem ser considerado ao homem da semana. Depois da grande vitória no que toca a co-incineração, não baixou os braços e conjuntamente com outro conimbricenses reúne argumentos para “atacar” juridica¬mente a Declaração de Impacte Ambiental que permite a construção do viaduto sobre o Choupal.
De uma reunião na segunda-feira onde estiveram presentes três dezenas de pessoas e que visava fazer o balanço do cordão humano que reuniu no domingo cerca de 1300 pessoas.
Nesta reunião foi criado um grupo de trabalho composto pelos advogados Castanheira Barros, João Paulo Pimenta, as juristas Susana Costa e Teresa Contreiras e ainda os biólogos Mário Reis e Jorge Paiva, irá reunir-se na próxima semana para acertar detalhes sobre esta acção. Existindo quase de certeza matéria para avançar coma providencia cautelar é natural que dentro em breve de entrada nos tribunais. estando também em estudo outras acções em defesa da mata.
As questões ambientais não têm cor partidária. A defesa do ambiente e consequentemente a qualidade de vida são actos de cidadania e um dever de todos nós.
A modernidade o progresso são desejáveis, mas tendo sempre em atenção a defesa da natureza da identidade e do ambiente.
Alguns erros do passado não podem ser corrigidos, mas temos o dever de no presente e no futuro não tornar a cometer erros.
No passado domingo fiquei bastante feliz por ver tanta gente de Coimbra no Choupal, há males que vêm por bem e todos desejamos que a única consequência desta medida governamental, seja o regresso dos habitantes de Coimbra e arredores a este bonito espaço de lazer de desporto e de contemplação da natureza.
Para além de tudo o que possa ser feito para defender o Choupal, impõe-se também tratar da sua reabilitação.
Com a colaboração do ICN e do IND, com a ajuda da Camarada dos corpos de Bombeiros, podemos e devemos dedicar um fim-de-semana à limpeza, reconstrução de aparelhos de ginástica, renovação de informação. Assim mostramos pela positiva que realmente estamos preocupados com este espaço, calar algumas vozes que falam em oportunismo político e levar novamente os conimbricenses ao Choupal.

Inauguração do Caminho do Xisto das Aldeias de Góis


A Rota das Tradições do Xisto é inaugurada em dia de Entrudo, dia 24 de Fevereiro.
O Percurso abrange as aldeias de Aigra Nova, Aigra Velha, Pena e Comareira (Góis).
São 24 as Aldeias do Xisto distribuídas pela Região Centro, num território de enorme beleza que oferece experiências únicas.
Na produção gastronómica, no artesanato, no alojamento e na animação cultural, as Aldeias do Xisto destacam-se pela apresentação de produtos, serviços e profissionais de excelência. Das coisas da terra fazem-se novos produtos. Um rio faz-se pista de canoagem. Uma floresta faz-se trilho para caminhadas. Uma tradição antiga transforma-se num evento cultural único. Há praias fluviais de água puríssima, monumentos, castelos e museus para ver. Dá gosto falar com as pessoas e partilhar as suas tradições, artes e histórias. E com base no imaginário rural criam-se objectos de design inovador disponíveis na Rede de Lojas das Aldeias do Xisto.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Figueira da Foz - O sável e a lam­preia dão o mote para festa gastronómica


Ao todo são 32 res­tau­ran­te que vão par­ti­ci­par no Figuei­ra Gas­tro­nó­mi­ca 2009, cujo pri­mei­ro even­to come­ça já ama­nhã, pro­lon­gan­do-se até dia 1 Mar­ço, com as aten­ções cen­tra­das na lam­preia e o sável. São 13 (dos 32) os res­tau­ran­tes que ade­ri­ram a esta ini­ci­a­ti­va de estreia, a saber, Caça­ro­la-1, Caça­ro­la Dois, Casa da Mar­qui­nhas, Dory Negro, Lis­foz, Lota Nova 1, Lota Nova 2, Mar­ve­ja, New Bur­guer, Núcleo Spor­tin­guis­ta, O Bar­ra­cão, O Gra­zi­na, Tei­mo­so e Tran­co­sen­se.
Ter­mi­na­do este pri­mei­ro fes­ti­val, segue-se o dedi­ca­do aos pei­xes tra­di­cio­nais, de 2 a 11 de Abril, a fes­ta da sar­di­nha, de 1 a 30 de Junho; os maris­cos, de 16 a 26 de Julho; as cal­dei­ra­das, de 3 a 13 de Setem­bro e, a ter­mi­nar, o baca­lhau, de 10 a 23 de Dezem­bro.
Como é sabi­do, a Figuei­ra da Foz é conhe­ci­da pela rique­za e vari­e­da­de da sua gas­tro­no­mia, com uma ine­ren­te liga­ção ao mar. Uma rea­li­da­de que cons­ti­tui uma mais-valia que urge valo­ri­zar, em prol da atrac­ção turís­ti­ca e da pro­mo­ção da cida­de e da regi­ão.Com esse objec­ti­vo em pers­pec­ti­va a Figuei­ra Gran­de Turis­mo (FGT) e a Asso­cia­ção de Hote­la­ria e Res­tau­ra­ção do Cen­tro (AHRC) têm vin­do a desen­vol­ver vários even­tos, com vis­ta à dina­mi­za­ção, ao lon­go do ano, do sec­tor, numa intrín­se­ca asso­cia­ção com os pro­du­tos da cos­ta marí­ti­ma ou com liga­ções à his­tó­ria figuei­ren­se.
O Figuei­ra Gas­tro­nó­mi­ca é, assim, um pro­jec­to que englo­ba vários even­tos gas­tro­nó­mi­cos, liga­dos entre si por um ele­men­to emble­má­ti­co que é o pei­xe, e que vão decor­rer entre Feve­rei­ro e Dezem­bro.

FONTE