terça-feira, 10 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
Basta de criminalidade; nós dizemos como

A violência voltou de novo aos bairros problemáticos, onde o sistema guarda as suas reservas de mão-de-obra, pronta a ser usada por algum empresário corrupto. Entretanto os benefícios da imigração descontrolada, que cada vez mais são visíveis através da criminalidade não para de se fazer sentir.
Nós não aceitamos que para a Nova ordem Mundial ter mão-de-obra barata, tenhamos que viver quase reféns nas nossas casas.
Por isso mais uma vez importa lembrar as propostas do PNR no que diz respeita á segurança.
A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.
Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.
O PNR propõe-se:
• Modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais.
• Revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários.
• Colocar em prática uma política de prevenção dos crimes e delitos, através da inversão dos fluxos migratórios, do reforço da célula familiar, e da educação cívica nas escolas.
• Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.
• Promover a utilização das polícias municipais para o combate ao crime localizado.
• Reestruturar o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil.
• Reestruturar a PSP e a GNR.
domingo, 8 de março de 2009
Até á vitoria final

A Zona Centro diz presente e organizasse para os próximos períodos eleitorais e para o crescimento cada vez maior do PNR.
Assim num curto espaço de tempo apareceram blogues Terra Portuguesa em Coimbra, Aveiro, Castelo Branco e Viseu. Estes blogues tem vindo a desempenhar um papel aglutinador e do seu trabalho têm nascido muitas acções de activismo.
Agora também fruto do muita dedicação, vão ser realizados encontros na Figueira da Foz, Castelo Branco e Viseu, que para além de momentos de convívio, vão servir para levar a mais portugueses o nome do PNR e de campanha para as eleições europeias.
esperamos que outros distritos se juntem aos blogues Terra Portuguesa e que se organizem muitos mais convívios por toda a Zona Centro
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sábado, 7 de março de 2009
Correios de Ceira de novo assaltados

Dois indivíduos armados e encapuzados assaltaram ontem à tarde, pelas 17h00, a estação de Correios de Ceira, em Coimbra.
Segundo apurámos, os assaltantes ameaçaram e chegaram mesmo a agredir o único funcionário que ali se encontrava no momento. Levaram o dinheiro em caixa (a quantia é desconhecida) e fugiram numa viatura estacionada a alguns metros, onde os aguardava um cúmplice.
O presidente da Junta de Freguesia de Ceira, José Vicente, lembrou ontem ao Diário de Coimbra que também em Agosto do ano passado foram assaltadas as bombas de gasolina e em Janeiro deste ano os larápios entraram na Escola Básica do 2.o e 3.o Ciclo de Ceira. No entanto, apesar destes casos, o autarca considera que a segurança não é uma questão preocupante na sua freguesia.
Na ânsia de tapara o sol com a peneira os políticos do sistema e alguns lacaios ao seu serviço, tentam a todo o custo desvalorizar a onda de criminalidade que varre o país de norte a sul. Eles sabem que o sentimento legitimo de insegurança lhes pode tirar os votos preciosos para se manterem no poleiro e longe de eliminarem o mal pela raiz, preferem desvalorizar, esconder ou pretender que aceitemos em nome da sua pretensa modernidade e sinal dos tempos.
Mas nestes tempos conturbados onde as trevas tendem a a abrir caminha, haverá sempre uma voz que resiste uma voz que diz não.
FONTE
sexta-feira, 6 de março de 2009
Do Presidente aos Nacionalistas | Março de 2009

Esta crise à escala global, instalou-se, tomou proporções alarmantes e não se sabe como, nem quando vai acabar.
É o liberal-capitalismo a provar o seu próprio veneno, a ver desmoronar as mais “sólidas” e “credíveis” instituições e estruturas, a entrar em pânico e a espalhá-lo, com a pronta ajuda dos meios de comunicação social que ajudam à festa do alarmismo e da retracção dos mercados e das pessoas e a arrastar consigo multidões de infortunados que sofrem com esta crise.
Tudo estaria bem se apenas se tratasse da falência das teorias da globalização e da falência dos projectos mundialistas. No fim de contas é o proclamado caminho “sem alternativa” da aldeia global e da predominância da economia sobre a política, nações e povos, que está a sofrer um abalo fortíssimo e se arrisca a desmoronar como um baralho de cartas.
Este cenário teria que acontecer, mais dia, menos dia. É o resultado de se trilharem caminhos de sentido obrigatório, errados e totalitários que fatalmente acabam em desastre, arrastando a população para o sofrimento.
Esta crise, é a crise do mundialismo. É a crise dos inimigos do nacionalismo e o resultado dos seus erros. Mas infelizmente não afecta apenas os “iluminados” que as promovem e põe em prática, senão a uma multidão de desesperados que a falência e o desemprego gera um pouco (ou um muito) por toda a parte. A tragédia do desemprego é culpa dos mentores da nova ordem social da “aldeia global”.
Eles são os responsáveis! E não é sensato que se continue a confiar nesses mesmos na busca das soluções. Se há fogo, confia-se no Bombeiro para o apagar e não naquele que o ateou…
As soluções para a crise, não se encontram por isso num qualquer pacote de medidas emanadas das reuniões dos culpados, as quais, geralmente apertam o cinto à volta do pescoço da classe média, permitindo que se mantenha a mesma ordem mundial e as mesmas regalias dos mais poderosos.
É justamente por não se mudar de mentalidade que continuam a fechar-se empresas com falências oportunistas – deixando muitas pessoas no desemprego – para abrirem depois, num Concelho ao lado, dentro do mesmo ramo, com a mesma carteira de clientes e com salários mais baixos. De preferência da imigração…
As soluções passam assim, com coragem e determinação pela recusa frontal do mundialismo, da globalização económica, do federalismo e da falta de fronteiras.
As soluções passam por políticas nacionalistas de protecção do mercado, embora sem isolamento; passam pela tutela do Estado sobre a economia, embora sem impedir a iniciativa privada e sem a atrofiar; passam pela reposição de fronteiras, embora sem entraves inúteis à mobilidade de pessoas e bens; passam pela efectiva punição dos corruptos e desonestos, sem tréguas nem contemplações.
É neste cenário de pânico dos defensores do mundo sem fronteiras nem nações, que a UE reúne apenas a seis – os seis mais fortes – gerando indignação e protesto naqueles que, como Portugal, ficam de fora das decisões e percebem de facto a nulidade do seu peso.
Qual é o espanto? O que esperavam? Portugal no seio deste federalismo forçado vale pouco mais que zero. Aplicando-se a sabedoria popular que diz que “com papas e bolos se enganam os tolos”, a verdade é que Portugal se deixou enganar com betão e alcatrão…
É tempo pois, de retirar a confiança a quem a não merece e inflectir o caminho!
Não queremos continuar a ser carne para canhão e a ter um atestado de menoridade numa Europa que, a troco de esmolas, não nos deixa produzir, nos ata de pés e mãos, nos retira a independência e os sectores vitais da soberania e nos deixa de fora nas grandes decisões.
Portugal precisa de se proteger, de lutar pela sua independência e adoptar as medidas necessárias de proteccionismo que sejam do seu interesse.
A solução está assim no Nacionalismo e na vontade de mudar de facto, com o reforço claro do PNR. Em 7 de Junho, o voto no PNR é um claro “Não!” a Bruxelas e uma vontade determinada de lutar por Portugal e pelos portugueses.
José Pinto-Coelho | 4 de Março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
Vira o disco e toca a mesma

Dois homens de cara destapada assaltaram ontem uma ourivesaria em Cantanhede.
Proprietário foi golpeado na cabeça e foi para o hospital.
A PSP de Coimbra deteve três indivíduos suspeitos da autoria de vários roubos cometidos pelo método de “esticão”, registados com especial predominância nas zonas de S. Martinho do Bispo, Santa Clara e Avenida Fernão de Magalhães. Segundo nota de imprensa divulgada ontem pelo Comando Distrital de Coimbra da PSP, os indivíduos, de 17, 35 e 25 anos, residiam em Cantanhede (os dois primeiros) e na Mealhada.
Nada de alarmante e vamos ter que nos habitual a isto tudo em nome da modernidade e do progresso.
Mas felizmente há sempre uma voz que resiste, há sempre uma voz que diz não.
A juntar aos assaltos de rua, os “assaltos” que o sistema permite e que desde os mais humildes funcionários aos mais bem colocados na maquina administrativa se vão sucedendo e também sem fim à vista, antes pelo contrário.
Continuando na senda dos “assaltos” mais um que mesmo à vista de todos e com a complacência do governo.
Resultado anda tudo a gamar e o Zé-povinho a apertar o cinto, esperemos que uma onda de revolte resulte de tudo isto e que soprem ventos de mudança. Se o povo não acordar se continuar a não apoiar os únicos que os defendem, terá certamente o sistema que merece.
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quarta-feira, 4 de março de 2009
Boletim "Terra Portuguesa"

Está disponível o Boletim “Terra Portuguesa” nº 2 cujo principal destaque vai para a última manifestação do 10 de Junho, merecendo também destaque a repressão por parte do sistema à Festa Nacionalista de Verão.
Entre diversas secções e espaços, este número traz ainda um artigo de Humberto Nuno de Oliveira, Cabeça de Lista do PNR às Eleições Europeias de 7 de Junho, sobre o Tratado de Lisboa.
É de grande importância para os objectivos de crescimento do PNR, que este boletim seja divulgado e lido pelo maior número possível de pessoas.
O preço de cada edição é de 2€ (mais portes de envio quando remetida por correio). Os interessados podem enviar e-mail para: ce@pnr
O Boletim nº 3, cuja edição está prevista para Maio, dará especial destaque às Eleições Europeias.
Igreja pode apelar ao voto contra partidos que apoiam casamento entre homossexuais
Pode, não, deve e terá todo o meu apoio se deixar de encostar ao sistema e tomar uma atitude radical de denúncia do mesmo.
Os católicos são contra o casamento dos homossexuais e não acham natural esta opção sexual.
Os católicos são contra o casamento dos homossexuais e não acham natural esta opção sexual.
O ministro da agricultura "mente aos portugueses todos os dias"

O presidente da CAP-Confederação dos Agricultores Portugueses disse hoje que o ministro da agricultura "mente aos portugueses todos os dias", “o Ministério da Agricultura ainda não pagou as ajudas de 2007 ao sector”.
A CAP manifestou preocupação porque o PME Invest exclui o sector agrícola e criticou o ministério da Agricultura que diz estar completamente destruído a nível de funcionamento.
“As ajudas de 2007 ainda não foram pagas”, disse João Machado acrescentando que, por esse motivo, os agricultores portugueses estão em desigualdade em relação aos colegas comunitários.
O responsável lembrou que José Sócrates prometeu mil milhões de euros para a modernização da agricultura mas que “com este ministro não há um único contrato de investimento assinado”.
João Machado teceu fortes críticas ao governo, dizendo que “o diálogo com o Ministério não foi possível nos últimos quatro anos” e que “o Governo tem uma política anti mundo rural, contra a agricultura”.
“Existe claramente uma opção de esterilizar o mundo rural, que representa 80% do território nacional”, acrescentou.
Após o início das desastrosas políticas da União Europeia, estes são os sectores da nossa economia que mais se ressentiram.
Políticas como a PAC têm constituído a desgraça e o desespero dos nossos agricultores, constatando-se o abandono crescente dos campos, fomentado por Bruxelas, a redução da população activa neste sector, a carestia dos produtos agrícolas, mercado português inundado de produtos de qualidade inferior e impondo uma concorrência desleal, graças aos baixos custos que a agricultura intensiva, lesiva do ambiente e da saúde dos consumidores proporciona.
As quotas de produção constituem outro mecanismo vergonhoso, que prejudica quem trabalha e é produtivo. Há muita gente em situação de pobreza e até passando fome, mas prefere-se destruir produtos agrícolas em nome de interesses, que nada têm a ver com Portugal.
O PNR propõe-se:
• Salvaguardar o mundo rural, através da revitalização dos campos, encorajando o turismo de qualidade, as animações culturais e ajudando os jovens agricultores a conservar o gosto dos trabalhos da terra.
• Implementar uma linha de crédito bonificado para os jovens agricultores, nomeadamente para a aquisição de equipamento, e criação de escolas profissionais para estes sectores.
• Proteger a agricultura tradicional, diversificada e biológica, defendendo as explorações de média dimensão e de dimensão familiar, cujo papel económico, social e ambiental não pode ser esquecido. Para tal, deve haver uma moratória das dívidas dos pequenos agricultores, uma redução da burocracia e um apoio aos preços dos produtos agrícolas.
• Promover uma política de etiquetagem, de modo a privilegiar a qualidade à quantidade e o consumo de produtos naturais e regionais.
• Promover o desenvolvimento das culturas susceptíveis de serem utilizadas como matérias-primas industriais, bem como aquelas que mais se adequam às condições naturais do nosso país.
• Desenvolver uma política de ordenamento do território racional e credível, que permita a exploração sustentada da silvicultura, bem como a expansão desta actividade económica.
• Proteger a fertilidade dos solos, desenvolvendo medidas de combate à erosão e à desertificação.
• Assegurar a maior independência alimentar possível, tendo em conta possíveis convulsões internacionais ou catástrofes naturais e criar nichos de produção que consigam penetrar nos mercados externos.
Assaltou papelaria no Arnado à luz do dia e levou mil euros

Assaltante encostou faca de cozinha à barriga da funcionária e exigiu o dinheiro que estava na caixa registadora
Entrou como se de um cliente normal se tratasse. Desfolhou algumas das revistas e perguntou por outras. Os clientes foram entrando e saindo da Papelaria Arquivo, na Rua Dr. Manuel Rodrigues, paredes meias com o Tribunal de Coimbra, mas houve um que por ali permaneceu muito tempo. Aproveitando o momento que idealizou como oportuno, preparou-se para pagar duas revistas. Quando a funcionária se preparava para somar as parcelas em dívida, já só sentiu uma faca de cozinha encostada à barriga.
Sem reagir, a mulher fez o que o homem, «alto e entroncado, em resumo bem constituído», lhe pediu. O dinheiro que estava na caixa registadora, «à volta de mil euros», passaram para a mão do larápio, que se colocou em fuga em direcção ao Arnado. Antes, ainda deu um encontrão numa cliente que se preparava para passar a porta da entrada. A funcionária da papelaria gritou, mas o assaltante desapareceu sem deixar rasto em passo de corrida.
Tudo isto aconteceu em plena luz do dia, com o relógio a andar perto das 14h00, numa das zonas mais movimentadas da cidade e com uma paragem dos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC), sempre com gente à espera do autocarro, à porta. Tal cenário não causou, no entanto, qualquer inibição ao criminoso, que usava «uma camisola vermelha» e actuou de «cara destapada», embora a proprietária não confirmasse, com certeza absoluta, tratar-se de um cidadão português.
«A minha colega [funcionária] foi ter com ele, duas ou três vezes, para o ajudar e ele disse-lhe que andava à procura de revistas de caça e da Playboy», afirmou Vanuza Souza, proprietária, há seis anos, da Papelaria Arquivo. A funcionária, que ali trabalha «só no período da manhã», ficou «muito assustada e chorou muito». «Até fui aqui ao lado [ervanária] comprar-lhe um calmante. Pela forma como saiu daqui, não sei se vem amanhã [hoje] trabalhar», confidenciou Vanuza Souza.
O facto de estarmos no início do mês, época destinada à renovação dos passes dos SMTUC, contribuiu para que o dinheiro em caixa fosse mais do que é habitual. Além da venda de jornais e revistas, a papelaria é agente payshop, o que significa que recebe diversos pagamentos de facturas e carregamentos de telemóveis ao longo do dia. «Tenho aqui muito dinheiro que não é meu», revelou Vanuza Souza, antes de afirmar que tem seguro, desconhecendo, contudo, se o prejuízo está acautelado.
«O meu marido é que trata dos seguros. Não sei se paga isto. Tudo isto é incrível. É uma coisa de loucos», disse a proprietária da papelaria, que se ausentou do estabelecimento para ir a casa. «Fui buscar o almoço e quando voltei já tinha sido assaltada», acrescentou Vanuza Souza. As forças da autoridade estiveram no local, entre as quais agentes da Brigada Anti-Crime da Polícia de Segurança Pública, para recolheram o testemunho da funcionária.
Apesar deste ter sido «o primeiro assalto durante o dia e à mão armada», a Papelaria Arquivo foi assaltada duas vezes nos últimos dois anos. «Foi de noite e levaram senhas e tabaco», revelou Vanuza Souza, que logo concluiu: «A sorte é que, durante o dia, tiramos várias vezes o dinheiro da caixa, mas, agora, tenho de me precaver ainda mais. Não sei muito bem como vou fazer».
Proprietária da papelaria“impediu” roubo à mão armada
O povo costuma dizer que «um azar nunca vem só». Ontem, parece que foi o que aconteceu a Vanuza Souza. Depois do assalto à sua papelaria no Arnado, acompanhou a funcionária até ao carro desta, estacionado na zona da Rua de Aveiro. Quando descia as Escadas de Santa Justa, que ligam a Rua Figueira da Foz à Rua de Aveiro, para voltar ao trabalho presenciou uma tentativa de roubo à mão armada. Um homem tinha uma arma apontada a uma mulher e estava a exigir-lhe o cartão multibanco.
«Vestia um casaco com capuz e tinha uma arma na mão encostada à perna», referiu Vanuza Souza, que, sem querer, acabou por fazer fracassar o roubo. «Ele deixou a rapariga, que também vinha a descer as escadas, mandou-nos embora às duas e fugiu», contou. De seguida, as duas mulheres subiram até à Rua de Aveiro e mandaram parar uma ambulância. Esta chamou a polícia, que, de imediato, se deslocou ao local com diversos efectivos na tentativa de localizar o assaltante, mas sem sucesso.
FONTE
terça-feira, 3 de março de 2009
República das bananas

Um total de 20 aquecedores foi comprado pela Associação de Pais da EB 2/3 de Cantanhede. Medida surgiu para combater o frio a que os alunos estavam sujeitos na sala de aula.
Se acrescentarmos a isto, que nalgumas escolas do concelho são as Associações da Pais que garatem a presença de uma auxiliar de educação e o facto de muitas dessas escola precisarem de obras urgentes, podemos concluir que para Magalhães e Campos de Golfe existe dinheiro, para coisas bem mais importantes não.
Jantar Nacionalista em Viseu - 30 de Maio de 2009

O distrito de Viseu não está esquecido e terá também um jantar do PNR
...será dia 29 de Maio e serão dadas mais informações (sobre o local,a hora e qualquer outro assunto "necessário") até lá no blog Viseu Terra Portuguesa
A verdade é como o azeite…

Um estudo sobre "Segurança, Protecção de Dados e Privacidade em Portugal" indica que 60,5 por cento dos inquiridos acreditam que a segurança dos cidadãos piorou em 2008 e 27,4 por cento consideram mesmo que piorou bastante.
É notório o sentimento de insegurança que se vive em Portugal, que o sistema tenta esconder e não sabe nem quer combater.
nalguns pontos do nosso país podemos dizer que estamos mesmo próximos do estado de sitio ou de ocupação generalizada.
Para 58,5 por cento dos inquiridos, o desemprego contribuiu para a sensação de insegurança, seguido das novas formas de criminalidade (46,2 por cento), alterações na composição da sociedade (45,3 por cento) e aumento da violência na sociedade (39 por cento). Se ler nas entrelinhas se não tiver medo da verdade, verá que as alterações na composição da sociedade que de certeza implicou novas formas de criminalidade, referem-se à imigração descontrolada à politica de portas abertas.
Fashionjacking
Miranda do Corvo exige a Madrid devolução de tesouro português

Uma instituição de Miranda do Corvo vai exigir às autoridades espanholas a devolução a Portugal do «Tesouro de Chão de Lamas», valioso conjunto de peças do século II A.C. que estão expostas no Museu Arqueológico de Madrid.
O presidente da Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP), Jaime Ramos, disse hoje que o processo de reivindicação do achado arqueológico, que inclui jóias de ouro e prata, vai avançar por iniciativa da Universidade Sénior.
"Vamos efectuar diligências nacionais e internacionais para que Espanha devolva o tesouro a Portugal", disse, escusando-se a revelar, para já, as medidas a tomar nesse sentido, que serão anunciadas quarta-feira.
A Universidade Sénior marcou para esse dia, às 14h, no Centro Social Comunitário de Miranda do Corvo, uma conferência de imprensa para divulgar "o processo de luta para exigir o regresso a Portugal do Tesouro de Chão de Lamas" (lugar da freguesia de Lamas, concelho de Miranda do Corvo), exposto, desde 1922, na capital espanhola.
Serão explicadas pelos responsáveis da ADFP "as medidas que entende efectuar para sensibilizar as autoridades competentes e a opinião pública para unirem esforços que viabilizem o regresso a Portugal deste conjunto de peças expostas na Sala del Tesoro do Museu Arqueológico de Madrid".
Jaime Ramos assinalou que, ao longo do século XX, a existência daquele achado foi referida nos estudos de Belisário Pimenta, coronel do Exército e historiador, natural de Miranda do Corvo, e no jornal local "Mirante", em artigos do padre Luciano, que foi pároco de Lamas.
"Este tesouro, como é designado pelos arqueólogos, é composto por um conjunto de peças datadas do século II A.C., pertencente ao povo da Lusitânia, provando a existência de gente endinheirada nas terras de Miranda, sendo as jóias de ouro e prata uma boa prova da sua capacidade artística", refere um comunicado da ADFP.
No encontro com os jornalistas, os alunos da Universidade Sénior vão "declarar Portugal como legítimo proprietário" do tesouro.
"A ida do tesouro para Madrid - segundo a nota - encerra algum mistério, sabendo-se que não foi oferta ou venda do Estado Português, dando assim total legitimidade à Universidade Sénior da ADFP para exigir ao Estado Espanhol a sua devolução para Portugal".
A Universidade Sénior da ADFP, que tem 80 alunos, é uma valência do Centro de Dia e "visa criar, dinamizar e organizar regularmente actividades culturais".
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segunda-feira, 2 de março de 2009
O que é nacional é bom

Multiplicam-se a s cimeiras e os encontros dos políticos do sistema, para tentar salvar a crise capitalista. Todos são unânimes na conclusão de que é preciso construir um novo modelo, não para inverter a lógica dos últimos tempos mas sim para a perpetuar, uma vez que estão dispostos a grandes mudanças mas que nunca se cai em proteccionismos, porque o mundialismo a globalização económica têm de ser mantida em nome dos chorudos negócios do capital apátrida.
Mas para nós nacionalistas o capital deve estar submetido ao trabalho e sabemos que por cada tostão que estamos gastando em produtos nacionais estamos contribuindo para salvar postos de emprego dos nossos. Pouco nos importa que defendendo a compra de produtos nacionais estejamos contribuindo para que todo o edifício em que o globalismo se apoia cai por terra, sobre ele será construído um novo onde a justiça social será uma realidade e as relações entre povos baseadas na independência, no respeito e na conservação de culturas e identidades.
É fundamental apoiar a produção nacional!
Os portugueses vivem hoje num clima de crise, desde o desemprego, à nossa fraca economia
é certo que quem mais sofre somos nós, mas o que certamente muitas vezes não nos passa pela cabeça é que podemos ter uma certa culpa nesta grave situação. Frequentemente, quando vamos às compras, tentamos ir à procura do produto mais barato, mas o que agora é barato, pode vir a curto prazo, a tornar-se muito caro para todos nós. Desde a mais pequena especiaria ao peixe que comemos, o nosso mercado está inundado por produtos fabricados no estrangeiro. Tendo normalmente esses países uma economia mais forte que a nossa, conseguem vender os seus produtos a um preço mais baixo e, desta forma, somos levados, a comprá-los. Mas, quando o fazemos, estamos a contribuir para um maior crescimento das exportações desses fabricantes estrangeiros e, sem dúvida, por vezes, a tirar postos de trabalho no nosso país. Quando não compramos produtos nacionais e compramos artigos estrangeiros, os nossos fabricantes são obrigados a subir o preço dos seus produtos para compensar as quebras de produção. Ora se os produtos concorrentes já eram mais baratos na origem, isto faz com que os nossos fiquem ainda mais caros. E sendo mais caros, ninguém os compra. Toda esta situação leva posteriormente ao encerramento de muitas empresas e consequentemente ao crescimento do desemprego.
Produtos portugueses? E Como é que eu sei quais eles são?
É simples, bastante simples. Antes de mais, existem dois aspectos a distinguir: existem marcas portuguesas e produtos portugueses.
Marcas portuguesas, como o nome indica, são marcas de carácter nacional, com origem e produção no nosso país (exemplos: Sumol, Compal, Mimosa, Critical Software)
Produtos portugueses, são produtos fabricados em Portugal por marcas nacionais, multinacionais ou mesmo internacionais, mas são produtos feitos com mão de obra nacional, que contribuem superiormente para o nossa economia e para o emprego no nosso país.
E na hora de escolher, como é que devo agir? Que atitude?
Bem, na hora de escolher, é bastante fácil tomar uma atitude correcta: procure no produto, o código de barras e verifique se ele começa por 560, seguidamente confirme na embalagem a origem do produto. Quase todos os produtos portugueses começam por 560 no código de barras. Posteriormente poderá ter em conta se a marca é nacional ou não e, claro, a qualidade e preço do produto. Atenção: existem algumas empresas portuguesas (produtos portugueses) que possuem códigos de barras proprietários, o que significa que são produtos portugueses que não têm o código 560, no entanto os códigos proprietários "costumam" ter um formato diferente (não têm 13 dígitos), existe também o caso dos produtos de peso e quantidade variável, por isso informe-se sempre antes comprar. Para uma total garantia de que seja um produto nacional verifique sempre na embalagem ou na informação do produto, o local de fabrico ou de origem. Seguem-se em exemplo, os modelos dos códigos de barras de formato EAN-UCC/GS1 (formato padrão/com 13 dígitos):



Divulgue, mude os seus hábitos, ajude, tome uma atitude!
Fale com os seus amigos acerca deste assunto, divulgue o Movimento 560 no seu local/site através dos painéis de divulgação, ponha um cartaz na sua loja/empresa, mande uma msg, mande esta mensagem por correio electrónico, por fax, mas acima de tudo, mude de atitude. Todos nós agradecemos. Um pequeno gesto, uma grande atitude... Compre produtos portugueses!
Luminárias da ponte pedonal foram vandalizadas

Luminárias da pon¬te pedo¬nal foram vandalizadas
Relata-nos o Diário de Coimbra, que a coberto da noite vandalizaram as luminárias da ponte pedonal.
O vice da Câmara pede mais respeito «tem de haver o máximo de respeito» pelas estruturas públicas, até porque «não faz sentido que situações destas continuem». Num país que não se faz respeitar é evidente que os respeito não existe.
Mas é bom que a propósito das luminárias a câmara de Coimbra abra finalmente os olhos e exija para toda a zona da baixa de Coimbra mais e melhor segurança, os comerciantes da Zona histórica ficarão sem dúvida agradecidos.
domingo, 1 de março de 2009
Basta de criminalidade

O protesto de cinco forças de segurança está marcado para 31 de Março, dia em que 20 mil profissionais prometem ocupar a Praça dos Restauradores, em Lisboa.
Militares da GNR, agentes da PSP, inspectores do SEF, guardas prisionais e Polícia Marítima vão ocupar a Praça dos Restauradores, em Lisboa. A manifestação nacional está marcada para 31 de Março, a partir das 17.00, e os agentes de segurança prometem sair à rua aos milhares para deixar o alerta. "Nenhuma das cinco forças está preparada para combater o aumento da criminalidade", diz Jorge Alves, da Comissão Coordenadora Permanente das Forças e Serviços de Segurança (CCPFSS).
"Tem sido cada vez mais difícil aos profissionais das forças e serviços de segurança desempenharem a sua profissão", conta Jorge Alves, do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional. E as consequências são as piores, explica o dirigente sindical. "Aumento da criminalidade e o à-vontade com que o criminoso está neste momento a actuar na sociedade", conclui. Para o protesto foram convocados perto de 50 mil profissionais, mas a CCPFSS espera que apareçam pelo menos 20 mil manifestantes: "Seria o número ideal para darmos um sinal claro ao Governo do nosso descontentamento."
O PNR sempre alertou, infelizmente verificou-se que tínhamos razão. Apraz-nos agora registar que os nossos polícias concordam com a esmagadora maioria das nossas opiniões.
A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.
Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.
O PNR propõe-se:
• Modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais.
• Revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários.
• Colocar em prática uma política de prevenção dos crimes e delitos, através da inversão dos fluxos migratórios, do reforço da célula familiar, e da educação cívica nas escolas.
• Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.
• Promover a utilização das polícias municipais para o combate ao crime localizado.
• Reestruturar o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil.
• Reestruturar a PSP e a GNR.
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Os esgotos saíram à rua

Em Lagos da Beira, os esgotos andam à solta por campos de cultivo e misturam-se com as ...
...linhas de água num cenário verdadeiramente terceiro-mundista. Nas proximidades do local onde estão localizadas as fossas sépticas da freguesia o cheiro a esgoto é nauseabundo e invade grande parte da aldeia.
Segundo afirmou ao correiodabeiraserra.com um habitante local, que denunciou a ocorrência a este diário digital e pediu para não ser identificado, “a situação é vergonhosa e já se arrasta há vários anos. Eu nem sei como é que as pessoas conseguem ali viver”, frisou aquele morador, referindo que grande parte da Aldeia de lagos da Beira “nem sequer saneamento básico tem”.
Conforme documentam as imagens recolhidas hoje por este diário digital, o problema tem origem na falta de manutenção deste tipo de infra-estruturas que, quando entram em saturação, descarregam os efluentes para os terrenos contíguos, gerando uma série de graves problemas ambientais.
Nas redondezas, os campos de cultivo estão de poiso e os esgotos escorrem a céu aberto mesmo ao lado de alguns poços de água. De acordo com uma fonte do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, contactada pelo correiodabeiraserra.com, “o concelho de Oliveira do Hospital tem muitas situação destas e há cada vez mais denúncias” contra este tipo de crimes ambientais praticados pelas próprias autarquias.
Note-se que este tipo de crimes ambientais praticados contra a natureza são punidos pela lei e a Câmara Municipal de Oliveira do Hospital (CMOH) já foi advertida para a resolução de alguns problemas que põem em causa o meio-ambiente e a qualidade de vida dos munícipes.
Contactado pelo CBS online o presidente da junta de freguesia de Lagos da Beira começou por afirmar que “as juntas não têm poderes para tratar destas situações”, mas depois de instado por este diário digital a esclarecer se tem feito alguma diligência junto da CMOH com vista à resolução do problema, José António Guilherme foi telegráfico: “com o vosso jornal eu não estou interessado em prestar declarações
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sábado, 28 de fevereiro de 2009
O Pinóquio

José Sócrates é talvez a seguir a Mário Soares o melhor político que o sistema já produziu. Ele é feito à imagem e semelhança do regime que governa Portugal depois do 25 de Abril.
Com o ensino nas ruas da amargura, quer pelo fecho indiscriminado de escolas apenas por motivos economicistas, quer pelo braço de ferro com os professores que só tem prejudicado o sector onde peses embora os recuos, o governo não percebe que a manta de retalhos em que está transformado o processo de avaliação, não serve e deve ser metido na gaveta. A tentativa de instituir as passagens administrativas de má memoria, que longe de melhorem o ensino, ainda acabam por meter os bons alunos na mesma escala dos cabulas, e mais um reflexo da costela igulitarista do PS.
Na saúde idem idem, aspas aspas, taxas moderadoras mais altas, nascimentos nas auto-estradas, intermináveis horas à espera de uma urgência, são as melhorias introduzidas por este executivo.
O fosso entre ricos e pobres cada vez maior, vendo-se claramente a protecção dada aos que tudo podem e detrimento dos mais fracos. Os despedimentos são notórios, a fome é patente.
O país em estado de sitio devido a inoperância no que toca ao combate à criminalidade.
O cenário não podia ser pior, as perspectivas de futuro são negras, no entanto o Sr. “Eng.”, baralha e dá cartas de novo, faz tábua rasa de tudo o acima descrito e com hipocrisia, com falta de respeito pelo povo, renova o discurso com as mesmas promessas não cumpridas.
Sabemos que a maioria absoluta não vai ter, mas também sabemos que muitos continuam a acreditar no homem do Magalhães, esses terão o governo que merecem ou noutra perspectiva o partido que merecem. Alguns terão mesmo o que merecem, os jobs com este partido, muitos tem presenteado.
Outros vão refugiar-se no que pensam ser a alternativa mas só vão ter mais do mesmo ou sair da panela para cair no fogo.
Os partidos do sistema, as empresas em que se tornaram, apenas disputam entre si os nacos da presa que é o povo e a nação. Eles apenas pensam nas suas mais valias e na forma de chegar ao poder para melhor se governarem.
Só existe uma alternativa a este sistema que nos oprime, a este sistema que não educa, que não nos protege na saúde nem na velhice, que nos dá e tira emprego a seu belo prazer, que permite acumulação de vasta riqueza para alguns e deixa na miséria uma grande maioria. Essa alternativa chama-se nacionalismo, chama-se PNR.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Grande Entrevista com José Pinto Coelho (2ª Parte)
TP - Sendo o PNR um partido que é manifestamente contra esta União Europeia, porquê concorrer às eleições europeias de Junho próximo?
JPC - Porque ficar de fora das decisões não é, nem nunca foi solução. Encolher os ombros ou dizer que essa “guerra” não é nossa, é errado.
Mal ou bem estamos na União Europeia e a maneira de podermos intervir e lutar pelas nossas causas é utilizar os meios que estão ao nosso alcance.
Em sede de campanha legislativa afirmaremos a nossa posição inequívoca anti-EU. Em sede de campanha europeia diremos o mesmo e além disso tentaremos reforçar o grupo dos Nacionalistas dos outros países no Parlamento Europeu. Se queremos intervir, o nosso lugar tem que ser no campo e não na bancada.
TP - Porquê a escolha de Humberto Nuno de Oliveira?
JPC - São várias as razões dessa escolha. Para se ser cabeça de lista, o candidato tem que merecer a confiança da Direcção do partido, estar em perfeita sintonia com a linha ideológica do PNR e, naturalmente, estar disponível para tal. Além disso deverá ter capacidade e preparação para a exposição mediática.
Humberto Nuno de Oliveira, preenche todos esses requisitos. Trata-se de um nacionalista de longa data, capaz de criar convergência entre os Nacionalistas, e que nunca hesitou em dar a cara.
Bem sabemos que dar a cara pelo nacionalismo e pelo PNR é ainda, nos dias de hoje, um acto de coragem e de entrega.
TP - Perante o mercado global e estando Portugal inserido numa União Europeia, com que argumentos pode o PNR advogar uma verdadeira independência nacional?
JPC - Perante as actuais circunstâncias o PNR pode à partida denunciar o facto de Portugal não ter qualquer peso ou prestígio como nação enquanto parte integrante da EU e nem sequer representa alguma coisa de jeito no seu próprio seio. O PNR tem que dizer que o actual rumo leva ao nosso desaparecimento e servidão.
Não vai dizer que as coisas são fáceis nem faz promessas falsas. Mas tem que dizer que é o partido que está disposto a correr os riscos necessários que permitam o resgate da nossa independência.
Independência não significa isolamento, mas sim implementação de políticas que permitam a menor dependência possível de forças mundialistas, que é o inverso do que hoje sucede.
Independência significa a maior liberdade possível na escolha das nossas alianças.
Temos que viver no mundo, na interdependência e relacionamento com as demais nações mas sem abdicar da defesa de Portugal e dos portugueses em primeiro lugar. São necessárias políticas de proteccionismo. Se não é o Estado português a proteger o seu povo, identidade e soberania, quem o fará?
TP - A democracia pode sustentar dogmas? Pergunto-lhe isto porque em vários países Europeus, por exemplo negar o holocausto é crime. Não lhe pergunto se acredita ou não, falo sim é na capacidade individual que cada um deve possuir para questionar e duvidar.
JPC - Vivemos num mundo cada vez mais totalitário e dominado por dogmas. Existe uma aparente liberdade de expressão, da qual os políticos e analistas têm sempre a boca cheia. Mas bem sabemos que não existe liberdade de pensamento nem de expressão. Existe sim, manipulação, lavagem ao cérebro, dogmas e ameaças a quem os ouse tocar.
Holocausto, racismo, homofomia, fazem assim parte desse índex que vai crescendo.
Está tudo previsto nesta construção totalitária do pensamento único: narcotização das massas, propaganda maciça, “pronto a pensar” e punição de quem pensa por si e contradiz a cartilha oficial ou simplesmente a questiona.
Assim, para que as pessoas se libertem desta teia infernal que atrofia a capacidade de pensar, julgar, decidir e lutar, é preciso que não aceitem de ânimo leve aquilo que lhes é apresentado como verdade. Sobretudo quando essas “verdades” não podem ser questionadas.
Há que ter a capacidade de, perante todas as realidades, cruzar informação e filtrar essa informação de acordo com a sua proveniência.
Há que consolidar valores e carga ideológica.
A capacidade individual para duvidar e questionar exercita-se, deve basear-se na experiência e deve consolidar-se com a adesão a valores e causas que, também eles, têm que ser alimentados e consolidados.
A capacidade de se duvidar daquilo que nos dizem e questionar aquilo que nos rodeia, passa pela escolha entre uma vivência fútil, ligeira e cómoda, passando ao lado da vida e das grandes causas, e fazendo-nos reféns das circunstâncias e servos das vontades alheias, ou pelo contrário, a entrega a princípios firmes, orientadores, livremente escolhidos e depois amadurecidos de forma constante, o que nos dá motivação e força e sobretudo uma imensa sensação de liberdade que nunca será alcançada por nenhuma forma de perseguição, ameaça ou censura.
TP - Encontra analogias na questão da liberdade de expressão para os Nacionalistas?
JPC - Claro! Tudo aquilo de que falei aplica-se aos que ousam pensar, falar e combater. Ora o grande inimigo do mundialismo tem um nome: nacionalismo.
Os senhores da situação sabem que os nacionalistas são os seus verdadeiros inimigos e desse modo, incansavelmente nos combatem de todas as formas que estão ao alcance das suas poderosas garras.
A mentira é mais cruel forma de combate contra os nacionalistas vinda da parte do sistema. Mentindo a nosso respeito e impedindo a nossa livre expressão criam as condições necessárias para uma postura de desconfiança por parte das pessoas. Sobretudo das menos avisadas: as tais que não possuem a capacidade de questionar e duvidar.
Mas não há vencedores nem derrotados definitivos. A história tem os seus ciclos e, com ou sem liberdade de expressão, a nossa hora chegará inexoravelmente.
TP - Ao contrário dos ‘partidos do sistema’ o PNR não se pode valer da Televisão para chegar habitualmente às pessoas. Acha que o partido tem feito o suficiente para tornear esta questão? A Internet é ainda o meio mais eficaz?
JPC - Não só o PNR não se pode valer da TV ou dos jornais, como sabe que estes tudo fazem para denegrir a sua imagem. Tem havido algumas excepções. Há que reconhecer as coisas como são e nem tudo é mau.
Desde que o PNR ganhou um certo mediatismo, que tem funcionado por ondas que vão e vêm, é verdade que no meio de tanto ataque demolidor também se têm visto peças jornalísticas perfeitamente isentas e dignas.
Mas a tónica dominante é a de um silenciamento gritante ou de uma difamação grosseira.
A comunicação social está sempre à espera de uma meia verdade ou falsidade “credível” que envolva nacionalistas para enlamear o PNR. De contrário, para noticiar factos, acções ou tomadas de posição por parte do partido, é raríssimo alguma coisa passar.
Quantas entrevistas concedidas, nunca foram editadas. Quantos comunicados de imprensa – alguns bem fortes – caíram em saco roto. Quantas acções públicas ficaram por noticiar, mesmo estando presentes os órgãos de comunicação social.
É que a motivação dos media resume-se praticamente aos factos que nos possam denegrir. Se estão presentes numa manifestação, muitas vezes é apenas na esperança de que haja desacatos (que nunca houve!) para deles fazerem alarido. Não se verificando, não passam rigorosamente nada daquilo que foi dito ou visto.
Tão chocante como a procura ávida de situações negativas, é a ocultação intencional de situações de ataque aos nacionalistas. Essa existência de dois pesos e medidas é vergonhosa.
Em Setembro de 2008 a TVI, realizou uma peça jornalística sobre imigração, a qual não passou de uma propaganda nojenta de vitimização dos imigrantes e ofensiva em relação aos portugueses, peça esta para a qual contribui com uma entrevista dada no Martim Moniz. Nessa ocasião fui vítima de uma tentativa de agressão por parte de um grupo de africanos, que poderia ter acabado da pior forma. Desse acontecimento há imagens e uma excelente reportagem, mas o que dele resultou foi um silêncio total. Uma vergonha!
É fácil imaginar que se um grupo de nacionalistas tentasse agredir um político, dirigente ou mesmo uma pessoa comum, aquelas imagens dariam abertura de telejornal, primeiras páginas de jornais, debates e sei lá mais o quê, durante dias a fio.
Já sabemos que faltando liberdade de expressão e pior ainda, sobrando difamação e manipulação, para tornear a falta de acesso minimamente aceitável e isento aos media, nomeadamente TV, o PNR tem que contar com os seus próprios meios e dessa forma chegar às pessoas.
A Internet é um meio muitíssimo eficaz e bastante livre. Funciona muito bem como meio de divulgação, formação e mobilização. Mas não serve, na minha opinião, como informação de massas. Para se chegar às massas só mesmo com a TV.
Além da Internet, são precisos os meios clássicos de divulgação como cartazes, autocolantes e folhetos. São precisas acções de rua, conferências e convívio entre militantes e simpatizantes.
Se o PNR tem feito o suficiente? Sim e não.
Tudo o que se tem feito é manifestamente insuficiente se tomarmos como referência o objectivo de fazer passar a nossa mensagem com eficácia, em quantidade e de modo regular. Mas por outro lado, se tomarmos como referência as condições e os meios que estão ao nosso alcance, então não duvido em afirmar que muito se tem feito.
Poder-se-ia fazer mais e melhor? Claro que sim. Nunca estaremos satisfeitos com aquilo que se faz. Nunca estaremos livres de cometer erros. Mas estamos sempre a aprender e a fazer todos os possíveis por melhorar.
TP - Para além do Partido do Nacional Renovador existem também outras organizações, associações de cariz identitário e nacionalistas em Portugal. Que atenções lhe merecem estas entidades?
JPC - Sempre tive a mesma postura que tenho hoje. Sempre me relacionei com facilidade com as várias tendências dentro do nacionalismo. Faço-o sem esforço.
Sei que há tendências e que nem sempre é fácil conseguir entre elas uma perfeita harmonia. Sei que há organizações com características específicas, mais ou menos efémeras, mais ou menos fecundas, mais ou menos abrangentes.
Acho óptimo que existam diversas associações onde no seio de cada uma delas os seus elementos encontrem o espaço ideológico, estético, cultural e de camaradagem com que mais se identifiquem.
A minha postura sempre foi de respeito institucional e cordial para com todas as organizações nacionalistas que estejam dispostas a apoiar o PNR, mas o meu esforço deve ser dirigido a cem por cento para o partido. Afinal é o partido que vai a votos…
Sempre me considerei um Nacionalista Integral, encontrando nas mais diversas tendências pontos essenciais de unidade. Se os diversos grupos comungam de pontos firmes comuns, então é possível a unidade e é mais o que os une do que aquilo que os separa.
O PNR deve justamente ser esse traço de união. Deve ser essa plataforma de entendimento e unidade no essencial.
TP - De que precisa o PNR para crescer?
JPC - O PNR tem tudo para crescer, mas, por outro lado, falta-lhe tudo para crescer…
Como partido com carga ideológica vincada que é, e que defende causas únicas e fortes em Portugal, tem tudo para crescer. Além disso, caminhamos para o caos social e político que dá razão ao que o PNR tem vindo a dizer e que reclamam as políticas por nós defendidas.
Mas a falta de meios financeiros, logísticos e de acesso aos meios de comunicação social, traçam um imenso caminho penoso de crescimento.
O PNR para crescer precisa de votos, assim como um equipa de futebol precisa de golos para ganhar. Para ter os votos o PNR precisa de candidatos para as listas, de militância e de dinheiro para as campanhas, de mobilização por parte dos nacionalistas.
O partido foi, é e será, em cada momento o que os nacionalistas dele fazem. Crescerá mais ou menos, com maior ou menor velocidade, com maior ou menor solidez, de acordo com o empenho dos nacionalistas. Mas vai sempre crescer.
O PNR precisa, acima de tudo, de estabilidade e credibilidade. A determinação, coragem e generosidade de uns quantos e a longevidade dessa conduta têm sido determinantes para a credibilidade do PNR, que é a base essencial para que o crescimento se possa depois verificar.
Caro José Pinto Coelho,obrigado pela entrevista e pelo exemplo de coragem e dedicação à causa nacionalista e a Portugal.
Créditos da entrevista : P.E (Cascais Terra Portuguesa)
FONTE
Humberto Nuno de Oliveira na Figueira da Foz

O almoço nacionalista a realizar no dia 14 de Março na Figueira da Foz, não pára de ganhar aderentes.
Neste momento podemos também assegurar, que para além do Presidente do PNR, estará também presente no encontro o cabeça de lista às Eleições Europeias, Humberto Nuno de Oliveira.
Lembramos que ainda é possível fazer marcações para o evento.
XVIII Festa do Queijo Serra da Estrela, Mel e Enchidos

No dia 14 de Março realiza-se, em Oliveira do Hospital, a XVIII Festa do Queijo Serra da Estrela, Mel e Enchidos.
O pontapé de saída acontece no dia 6 de Março, com a realização do jantar promocional do certame na Pousada do Convento do Desagravo, em Vila Pouca da Beira. E, a partir do dia 7 e até 15 de Março, o concelho vai dar que falar com a Semana da Gastronomia Regional participada por 13 restaurantes locais. A ementa será composta por arroz de suã, torresmos à moda da beira, caldeirada de borrego, borrego assado, enchidos com grelos e morcela da beira. No momento da sobremesa, os clientes são convidados a degustar o Queijo Serra da Estrela, tigelada, requeijão com doce de abóbora, mel e cavaleiros.
O mercado municipal será o destino dos visitantes que, no dia 7 de Março, rumam à cidade oliveirense. O mel, os enchidos, o vinho do Dão, o artesanato, o coleccionismo, as velharias e a música tradicional farão as delícias dos forasteiros que, constantemente, serão presenteados com encenações que remetem para a feira à moda antiga. Haverá ainda lugar para provas de iguarias e para a tradicional mostra de ovinos da raça Serra da Estrela. Paralelamente, decorrerá em directo para a TSF a realização do programa “Terra a Terra”.
Com um programa que se alonga até ao final do dia, altura em que terá lugar o Banquete do XX Capítulo da Confraria, a Festa do Queijo, Mel e Enchidos será também preenchida com a produção ao vivo de queijo Serra da Estrela, demonstração de tosquia de ovinos e o desfile das confrarias de queijos nacionais e europeias.
O encerramento da feira está previsto para as 18h00, mas segue-se a realização do XX Capítulo da Confraria do Queijo Serra da Estrela. Numa cerimónia que terá lugar na Casa da Cultura César Oliveira, decorrerá ainda a entrega de prémios do concurso de fotografia e a cerimónia de entronização de novos confrades.
FONTE
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Crise! Qual crise?

Apesar da crise, os cinco maiores bancos portugueses (CGD, BCP, BES, BPI e Santander Totta) conseguiram lucrar ao todo 1.731 milhões de euros, o que representa um ganho de 4,7 milhões de euros por dia.
Esta quinta-feira foram revelados os resultados da Caixa Geral, em que os lucros caíram 46,4% para os 459 milhões de euros.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Contrato Local de Segurança
Para memoria futura
Paula Lourenço, advogada de Manuel Pedro e de Charles Smith, dois dos arguidos do processo Freeport, é amiga de José Sócrates e do seu pai, o arquitecto Fernando Pinto de Sousa. Além disso, a advogada, que defendeu José Braga Gonçalves no caso da Universidade Moderna, é também a defensora de Carlos Santos Silva, um empresário muito conhecido da Cova da Beira, também amigo de longa data de José Sócrates.
Carlos Santos Silva era proprietário da empresa Conegil, que participou no consórcio vencedor da construção e exploração de uma Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos promovido pela Associação de Municípios da região. Este concurso deu origem a um processo que está agora à espera da marcação da data de julgamento na Boa-Hora. Um dos arguidos é Horácio Luís de Carvalho, proprietário da empresa HCL, que adquiriu uma parte do capital da empresa de Carlos Santos Silva , mas que o manteve à frente da Conegil.
Outro dos arguidos é António José Morais, também amigo de José Sócrates e professor de quatro das cinco cadeiras feitas pelo primeiro-ministro na Universidade Independente. António Morais está acusado dos crimes de corrupção passiva para a prática de acto ilícito e de branqueamento de capitais. Horácio Luís de Carvalho é acusado de crimes de corrupção activa e branqueamento de capitais.
Paula Lourenço é ainda a advogada da empresa J. Sá Couto, que está a produzir os célebres computadores 'Magalhães' para os alunos portugueses
Carlos Santos Silva era proprietário da empresa Conegil, que participou no consórcio vencedor da construção e exploração de uma Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos promovido pela Associação de Municípios da região. Este concurso deu origem a um processo que está agora à espera da marcação da data de julgamento na Boa-Hora. Um dos arguidos é Horácio Luís de Carvalho, proprietário da empresa HCL, que adquiriu uma parte do capital da empresa de Carlos Santos Silva , mas que o manteve à frente da Conegil.
Outro dos arguidos é António José Morais, também amigo de José Sócrates e professor de quatro das cinco cadeiras feitas pelo primeiro-ministro na Universidade Independente. António Morais está acusado dos crimes de corrupção passiva para a prática de acto ilícito e de branqueamento de capitais. Horácio Luís de Carvalho é acusado de crimes de corrupção activa e branqueamento de capitais.
Paula Lourenço é ainda a advogada da empresa J. Sá Couto, que está a produzir os célebres computadores 'Magalhães' para os alunos portugueses
Activismo
Basta de corrupção!

"Os homens são atormentados pelo pecado original dos seus instintos anti-sociais, que permanecem mais ou menos uniformes através dos tempos. A tendência para a corrupção está implantada na natureza humana desde o princípio. Alguns homens têm força suficiente para resistir a essa tendência, outros não a têm".
No entanto neste sistema politico há muito mais pretendentes, que só podem ser satisfeitos com uma quantidade muito maior de espólio.
Todos os dias somos confrontados com mais um ou outro caso de corrupção, que a justiça teima em criminalizar. Se por ventura algumas das denúncias são falsas, a falta de castigo a impunidade, coloca todos no mesmo saco, inclusive aqueles políticos que nunca caíram em tentação.
Hoje para a esmagadora maioria do nosso povo enveredar pela vida politica é olhado com desconfiança, pairando no ar um clima de suspeita.
Coimbra não foge a regra. Por isso vemos autarcas de varias cores politicas envoltos em clima de suspeita.
O PNR sempre denunciou a corrupção e como tal connosco, a moral será restabelecida na vida nacional. Os procedimentos de controlo dos mercados públicos e de utilização de fundos comunitários serão reforçados. Aos políticos corruptos serão retiradas imunidades e esses crimes punidos com penas de prisão, sendo os corruptos impossibilitados de voltar a desempenhar cargos públicos. As redes mafiosas de corrupção serão fortemente penalizadas e o branqueamento de capitais não será tolerado. Os responsáveis públicos, em vez de se servirem dos seus cargos para proveito próprio, voltarão a dar o exemplo e a servir o interesse nacional.
Connosco, Portugal será transparente.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Grande Entrevista a José Pinto Coelho
Caro José Pinto Coelho ,obrigado desde já pela disponibilidade concedida aos Blogues Terra Portuguesa e por ter aceitado responder a algumas questões, que esperamos serem esclarecedoras para os leitores desta nossa grande entrevista.
TP - Quais as expectativas reais que o PNR tem neste ano eleitoral decisivo para Portugal e para os Portugueses?
JPC - Quando se vive num ambiente de total descrédito nos políticos, de desânimo e encolher de ombros colectivo e num sistema onde os responsáveis pelo desastre nacional conseguem blindar o acesso à opinião pública, as expectativas reais do PNR não podem ser assim fundamentadas em parâmetros objectivos. As regras do jogo são extremamente desequilibradas e desiguais.
Eu não tenho a menor dúvida que o nosso partido, sendo defensor de causas únicas, teria forte aceitação no eleitorado e seguramente lugar na Assembleia da República se a sua mensagem passasse. Não duvido disso!
Sucede, contudo, que perante dados viciados e circunstancialismos aleatórios e alheios à nossa vontade, a chegada da nossa mensagem ao eleitorado é manifestamente escassa.
Muitíssima gente por este país fora não sabe sequer da existência do PNR. Outros há que, sabendo dela, não conhecem verdadeiramente as nossas causas, outros ainda, persistem no disparate inconsequente do chamado voto útil. Temos consciência de que muitos votos que são nossos por natureza, não entram nas urnas por esses motivos.
Mas para além dessas contingências a expectativa é de um claro crescimento, pois que, apesar de tudo, o nosso activismo tem permitido que o PNR chegue a um número crescente de pessoas e além disso o momento dramático da História nacional vem dar razão às nossas causas.
O PNR é uma “Chama” de esperança que vai crescendo.
TP - As preocupações do PNR são também aparentemente as de outros partidos, nas mais diversas matérias. Em que aspectos o PNR marca a sua diferença?
JPC - Disse bem: aparentemente. É que a aparência dá muito jeito para caçar uns votos…
O PNR não muda de discurso para caçar votos, antes defende com clareza aquelas que são as suas causas. Pode em determinados pontos, eventualmente coincidir com pontos de outros partidos. Mas a diferença entre os partidos faz-se sobretudo pelas bandeiras exclusivas e, nos pontos comuns, pelo discurso e praxis política e ainda peloas verdadeiras motivações que levam a certas tomadas de posição.
Não tenho dúvida que o PNR é o único partido que defende a nação. Por muita verborreia eleitoralista que o CDS possa ter, evocando a pátria, eles defendem a globalização e a União Europeia, sendo por isso cúmplices da destruição nacional.
Por muita mentira apregoada pelos comunistas do PCP e BE em defesa da justiça social, eles defendem a imigração, prejudicando os trabalhadores portugueses.
Estes são apenas dois exemplos, mas servem para ilustrar as diferenças para além das aparências.
Para o PNR o que importa essencialmente é a defesa das nossas cinco grandes causas: Nação, Família, Trabalho, Independência Nacional e Património Histórico-Cultural.
TP - Se o PNR, nas eleições legislativas que se avizinham, conseguir assento parlamentar, qual será a primeira proposta que apresentará?
JPC - O papel do PNR passa necessariamente por uma oposição determinada e frontal. Não ao governo A ou B em concreto, mas ao poder instituído. E desse poder fazem parte os cinco partidos que estão neste momento na Assembleia da República.
O PNR não se pode reger por esta ou aquela proposta pontual, pois para nós é preciso inverter toda uma mentalidade, uma atitude e um caminho. Assim não importa qual seria a primeira ou as seguintes propostas, mas sim saber-se que o PNR se baterá firmemente pela alteração da lei da nacionalidade e da lei da imigração, pela moralização da Administração Pública, pelo apoio às famílias portuguesas e pela promoção da natalidade de portugueses, pelo apoio às forças da ordem, pela cultura de vida, pela mudança da Constituição…
Enfim, o PNR quer mostrar aos portugueses que é necessária uma força incómoda que denuncie todas as desgraças, descaminhos e desgovernos que emanam daquele hemiciclo e que aponte caminhos novos. Caminhos bem diferentes daquele trilhado pelo partido único com cinco secções que temos tido naquela Assembleia.
TP -Em tempos disse que a corrupção que existe no país sai mais caro que a crise. Pode desenvolver esta afirmação?
JPC - Quando falo em corrupção não me refiro apenas às ilegalidades, que são mais que muitas, mas também às imoralidades. Ambas se têm praticado em Portugal, de forma generalizada, desde o 25 de Abril têm servido para aniquilar o nosso país enquanto nação e a sua perspectiva de futuro. Todas as actuações dos dirigentes, que sirvam interesses próprios ou de grupo, lesam e muito os interesses nacionais e o povo português.
Se temos dois milhões de pobres, não se deve seguramente a esta ou aquela crise, mas sim a uma situação crónica de falta de atitude e excesso de oportunismo que tem levado a que os ricos estejam cada vez mais ricos e a classe média cada vez mais pobre. É justamente a ganância e aproveitamento de cargos políticos ou de gestão que levam ao enriquecimento de alguns e abandono de muitos com consequente empobrecimento da grande maioria.
Nesta lógica dos dirigentes se servirem em vez de servirem, recorrem eles sistematicamente a ilegalidades ou mesmo ao ajuste das leis em benefício próprio ou de interesses sectários que na verdade são de uma injustiça e imoralidade gritantes. Daí eu afirmar sempre que Portugal é como uma mãe que não dá de comer aos seus filhos.
Um dirigente que para favorecimento próprio ou da sua empresa, partido ou lóbi, actue sem se importar com os danos causados à pátria, ainda que não cometa ilegalidades (admitamos…) tem uma conduta corrupta.
TP - É evidente então para si a existência de uma crescente promiscuidade entre o poder político e agentes económicos privados? Que medidas proporia o PNR para inverter esta situação?
JPC - É evidente! A permanente dança de lugares entre os mesmos de sempre que ora estão no governo ou em outros cargos políticos ou de administração pública, ora saltam para grupos financeiros privados ou públicos, com chorudos ordenados e prévia garantia de reformas imorais, fala bem das políticas de compadrio e de saque à nação. De novo: corrupção.
As situações são tantas e tão diversas que não é possível falar-se em medidas casuísticas. É preciso que a Justiça actue. Não pode haver este clima de impunidade onde o crime compensa.
Os culpados têm que restituir tudo aquilo que roubaram, mas para isso é necessário enfrentar poderes como a maçonaria e lóbis que protegem uns e outros, mantendo este clima de impunidade e vergonha.
É urgente enfrentar este polvo asfixiante, condenar todos os saqueadores do erário público e correr com os que têm praticado políticas anti-nacionais.
Mais uma vez, insisto, não se trata de implementar esta ou aquela medida pontual se tudo, no fundo, se mantiver igual. Os partidos de sempre adoram falar em novas medidas, quando na verdade as tomam sempre para que tudo se mantenha na mesma e os privilégios também.
Esse, não é portanto o nosso discurso. Dizemos claramente que Portugal tem que dar uma grande vassourada nesta classe política. É necessário que à frente dos cargos públicos estejam pessoas motivadas para servir a nação. Para tal dêem força ao PNR.
TP - Falando do poder político, acha que os políticos devem ser juridicamente penalizados pelo incumprimento de uma promessa eleitoral, como uma violação de um acto administrativo tipificado?
JPC - Tal não seria necessário se as pessoas não passassem quatro anos a dizer mal deles, para depois lhes voltarem a dar o voto… É com mágoa que o digo, mas esses têm o que merecem, já que reconduzem mentirosos, ainda que alternadamente.
A penalização para os profissionais de promessas por cumprir deveria ser a morte política. A penalização judicial, a meu ver, tem que ser para as irregularidades praticadas e não para as promessas por cumprir. Acredita quem quer. Quem vota nos mesmos culpados de sempre e neles ainda acredita, tem afinal aquilo que merece…
TP - Que futuro prevê para um país que consome mais do que produz, endivida-se a cada dia que passa e em tempo de crise reduz o seu tecido industrial/ agrícola, enviando para o desemprego milhares de trabalhadores? Como dizer às pessoas que votar no PNR é votar na solução?
JPC - Não vejo futuro nenhum senão a servidão, caso o panorama se mantenha. Se continuam a dar o voto de confiança aos responsáveis pelo descalabro nacional é claro que nada muda.
As pessoas têm de perceber que votar no PNR não é votar num pacote de medidas que acabem por ser “mais do mesmo”, mas sim votar numa mudança radical que inverta a 180 graus os rumos de Portugal. Tão simples como isto.
Com o PNR os fluxos migratórios seriam invertidos, a permanência na EU estaria em causa, a cultura de morte (aborto, homossexualidade, eutanásia, droga) teria os dias contados. O espírito de serviço dos governantes seria um ponto de honra.
Para nós é imperativo investir na Família, no crescimento demográfico e vitalidade do nosso povo.
Para o PNR é fundamental que os centros de decisão e sectores vitais para a independência e economia nacionais, quer estejam em mãos públicas ou privadas, sejam tutelados pelo Estado para haver garantia de servirem os interesses nacionais.
Portugal não pode continuar a consumir muito mais do que produz. O tecido industrial, a agricultura e as pescas têm que ser reanimados e apoiados.
Numa palavra: o PNR tudo fará para que Portugal alcance, sempre e em cada momento, a maior independência possível e apenas a dependência estritamente necessária. O que se passa hoje é bem o contrário disso…
TP - O ano de 2008 foi um ano em que a criminalidade brutal e violenta aumentou significativamente. Qualquer português seguramente tem bem presente na memória casos como o do assalto à dependência do BES e o tiroteio entre a comunidade cigana e africana em Loures, para citar apenas os mais mediáticos. Que medidas concretas o PNR apresenta em matéria de segurança?
JPC - O PNR não hesita em dizer que a criminalidade crescente foi importada com a imigração e propõe três linhas orientadoras fundamentais que definem a nossa política em matéria da segurança.
Assim, quanto à imigração - que, ao contrário do que diz a propaganda oficial, não é benéfica, mas sim um verdadeiro cancro - é imperativa a inversão dos seus fluxos através do repatriamento dos marginais, dos ilegais e dos subsídio-dependentes.
No que respeita às forças de segurança, defendemos a modernização e reestruturação das polícias, passando pela fusão da PSP e GNR, para fazer face ao crime organizado e às ameaças do mundo actual, a devolução de autoridade à polícia e meios eficazes de actuação, o que significa, equipamento, preparação e dignificação da carreira dos profissionais da polícia.
Naquilo que diz respeito à vertente judicial, defendemos a redução da inimputabilidade penal para os 14 anos, o julgamento rápido dos crimes e cumprimento efectivo das penas.
Tem que haver vontade política para implementar estas medidas e fazer face ao crime.
TP - Há poucas semanas um polícia foi brutalmente espancado em Lisboa por um grupo, dois foram detidos em flagrante delito (um deles de nacionalidade brasileira em situação irregular no País). Apresentados a Tribunal, saíram em liberdade com a medida de coacção mais leve (termo de identidade e residência), mesmo ainda antes de o agente agredido ter recebido alta hospitalar. Que País é este?
JPC - É um país que está de pernas para o ar!... Onde os polícias são os maus e os criminosos os coitadinhos.
Nota : A 2º parte da entrevista com José Pinto Coelho, será publicada no dia 27 de Fevereiro.
FONTE
Os sindicatos do sistema

Interlocutores oficiais do governo e representantes oficiais dos trabalhadores, os sindicatos negociam oficialmente as leis anti operárias e assinam os documentos oficiais que impõem, com a força do Estado, a lógica do capital (a lógica de rentabilidade) às condições de vida dos trabalhadores. O sindicato funciona em termos de economia nacional, subordinando-se à lógica do sistema capitalista. E se essa lógica exige mais sacrifícios, cabe aos sindicatos defendê-los perante os trabalhadores, em nome de um "realismo" que consiste apenas em considerar a crise económica como um "evento natural" – como um terramoto ou uma onda de frio – e o capitalismo como um fenómeno eterno da natureza.
Desviar as lutas para impasses de “folclore”, isolando-as localmente; impossibilitar a unificação das lutas; canalizar a combatividade para acções ineficazes e desmoralizantes; enfraquecer a solidariedade de classe... Os sindicatos, no mundo inteiro, usaram esses estratagemas para molhar a pólvora social e sabotar as lutas. Exemplos não faltam.
É o povo, são os trabalhadores que hão-de encarregar-se de apoiar e vigorizar a vida portuguesa, pois a maior garantia do trabalho, da prosperidade e da vida digna das massas radica na força económica, moral e material da Pátria.
Alguns sindicatos já tinham roído a corda já tinha atraiçoado a luta, depois e a levados a reboque pelos professores, lá foram entrando no combate, mais por oportunismo politico que por vontade própria. Posteriormente tentaram mesmo aniquilar os movimentos de professores, na discussão que ficou celebre sobre que manifestação apoiar.
Os movimentos independentes, porque não sujeitos á correia de transmissão de certos partidos, acabaram por chegar a um acordo, pensando na unidade. Mas a facada pelas costas não se fez esperar agora dão o dito por não dito. Mais uma vez toda a reivindicação, toda a luta contra as reformas xuxialistas se começa a fazer fora dos sindicatos, é bom que os professores vão aprendendo a lição e isolando quem não sabe defender a classe.
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