sábado, 14 de março de 2009

Almoço Nacionalista na Figueira da Foz


Mais uma vez os nacionalistas responderam ao apelo e juntaram-se num almoço convívio seguido de uma distribuição de panfletos.
É notório o crescimento do número de participantes nestes encontros, o que mostra a vitalidade do PNR.
Também é de salientar a grande aceitação, que a distribuição de comunicados teve junto das pessoas que aproveitavam o sol da Figueira.
Agora segue-se um almoço em Castelo Branco, para o qual nos devemos mobilizar, no sentido de sermos ainda mais.
Por fim uma palavra de agradecimento a todos os camaradas que se deslocaram à Figueira da Foz e um louvor aos nacionalistas desta cidade que bem nos souberam receber.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Formação profissional: Escolas sob suspeita de pagarem 18 por 30


Duas professoras, Aida Pereira e Sandra Mota, disseram ao “Campeão” que vão apresentar hoje queixa contra duas escolas vocacionadas para a formação profissional, alegando que elas exigem a devolução de 40 por cento da remuneração.

“Não pactuamos com um esquema pautado pela falta de transparência”, afirmou Aida Pereira, fazendo notar que outra colega também renunciou à docência nestas condições.

Segundo as fontes, os formadores são convidados a leccionar mediante honorários pagos à razão de 30 euros por hora, mas depois é-lhes exigido que entreguem 12 euros.

Aida Pereira e Sandra Mota estiveram, anteontem, no Departamento de Investigação e Acção Penal de Coimbra para participarem a alegada situação ao Ministério Público, mas um funcionário sugeriu-lhes a apresentação de queixa à Polícia Judiciária.

FONTE

quinta-feira, 12 de março de 2009

Ontem em Lisboa, hoje em Montemor amanhã num lugar perto de si



Um jovem foi baleado numa perna depois de se ter envolvido numa desavença com outro indivíduo. O incidente ocorreu anteontem ao final da tarde nas imediações do acampamento cigano, que se situa perto da Ponte da Alagoa, em Montemor-o-Velho.
O clima de impunidade com que certos grupos étnicos actuam no nosso país é mais um reflexo da falta de soluções governativas. Também reflexo do desnorte a que tudo chegou é que para muitos desses criminosos intocáveis existem um sem número de apoios e uma panóplia de associações prontas a fazer caridadezinha.

quarta-feira, 11 de março de 2009

José Pinto-Coelho em entrevista ao Fórum Pátria



P: O José descende de várias personalidades que marcaram a História de Portugal nos últimos dois séculos . A sua ascendência familiar pesa nas decisões que toma?
R:Tenho um bom punhado de antepassados que participaram activamente na vida política, sim. Orgulho-me de muitos deles, já que fazendo a fácil extrapolação, vivendo nessa época eu teria sido correlegionário desses meus familiares. Uns foram da situação e outros contra.
Mas a minha ascendência familiar remota não pesa rigorosamente nada nas minhas decisões até porque tive antepassados dos quais nada me orgulho. E quanto àqueles com quem convivi, é natural que de certa forma tenham moldado o meu modo de ser. Mas as decisões não.
Se decidi abraçar esta missão, difícil e incerta, isso deve-se ao meu amor a Portugal e à minha profunda convicção Nacionalista. Alguém tinha que se chegar á frente. Entendi ser um deles.

P: Fez parte de vários projectos de cariz nacionalista durante os anos 80. Que diferenças reconhece entre o nacionalismo dessa altura e a realidade actual do nacionalismo português?
R:Só tomei parte activa em 1980, ingressando no Movimento Nacionalista e participando em acções de propaganda política e manifestações ligadas ao 1º de Dezembro (da Vera Lagoa), 10 de Junho (do MN), e campanha eleitoral pelo MIRN. Conheci também alguns elementos da Ordem Nova e a sua sede, na Rua Tomás Ribeiro, na primeiríssima fase do meu envolvimento activo. Colaborei também alguns anos na Revista do Jaime Nogueira Pinto, a Futuro-Presente, que à época era vincadamente um órgão de formação Nacionalista.
Para se falar em diferenças entre o Nacionalismo de então e o de agora, é preciso ter-se claro que passaram 30 anos. Mais de uma geração. Por isso há diferenças a diversos níveis.
É preciso, desde logo, perceber-se que nessa época – finais dos anos 70 e princípios dos 80 – vivia-se em Portugal um ambiente em que toda a população respirava política. Era quase que uma embriaguez. Por estranho que possa parecer aos jovens de hoje, há 30 anos atrás era normal uma pessoa ostentar ao peito autocolantes políticos, pins ou t-shirts em qualquer momento. Em época de campanha eleitoral nem se fala… As pessoas tinham o seu autocolante ao peito, sempre. Os carros de som eram mais que muitos. As listas afectas a partidos e movimentos políticos nas escolas eram o normal. É nesse contexto que existiu com uma certa pujança na luta nacionalista, travada por aqueles que condenavam o 25 de Abril e tudo fazendo para que algo mudasse. O MIRN ganhava muitas listas nas escolas…
Quando todos os meus colegas usavam autocolantes da AD e alguns da FRS, eu usava o autocolante ou t-shirt do MIRN ou do MN.
Nessa altura, tal como hoje, era muito perigoso ser-se nacionalista. Era um perigo diferente do actual. O perigo actual é mais sórdido, cínico e indirecto. Além da perseguição política camuflada de delito comum, há a perseguição profissional e social que condiciona e ostraciza quem se afirma nacionalista.
Nessa época o perigo era sobretudo físico. Nas manifestações, por exemplo, havia pedradas, confronto directo e mesmo tiros.
É claro que entre hoje e essa época há uma grande diferença de contexto, de problemáticas e por isso, também em vários aspecto do Nacionalismo português. A somar a esses factores, há o facto de que a geração dos nacionalistas dos anos 60 e 70 não passou testemunho aos vindouros, talvez porque a revolução, gerou um clima de medo na afirmação nacionalista e quebrou uma continuidade natural e talvez porque os alicerces do anterior regime já estavam podres e o Nacionalismo sem “alma”. O facto é que os Nacionalistas sofreram um duro golpe e um profundo trauma 30 anos mais tarde do que aconteceu em outros países europeus.
Houve, na minha opinião, um hiato grande com o pós 25 de Abril que, de certa forma, impede que muitos antigos Nacionalistas entendam os novos e vice-versa. Poucos foram, ou são, aqueles que conseguem fazer o traço de união e compreendem que para lá das circunstâncias a luta é a mesma: Nação, Identidade, Família, Trabalho, Independência Nacional…
O mundo mudou muito. A Europa e Portugal também. Os problemas políticos, sociais e de nova ordem mundial que hoje se colocam eram impensáveis há 30 ou 40 anos e os problemas de então já não se colocam hoje.
É perfeitamente natural e saudável que um Nacionalista hoje se preocupe com assuntos diferentes de há 30, 50 ou 70 anos atrás. Há coisas que deixaram de fazer sentido e outras que passaram a fazer. O problema está justamente quando se sofre de anacronismo ou de qualquer outra forma não saudável de saudosismo ou sentimento refém.
O Nacionalismo é hoje, com ontem, e como amanhã, no seu essencial, sempre o mesmo: a defesa intransigente na nossa Independência e Identidade. Esse cerne é essencial e intemporal. Fora isso, há aspectos mais ou menos acessórios, mais ou menos importantes que podem e devem mudar. Mais ainda: podem até tornar-se diametralmente opostos.
Há um outro aspecto em que o Nacionalismo permanece igual: a existência de várias correntes, sensibilidades e estratégias. Mas há uma diferença também: a existência do PNR. E só quem quer mesmo ser fracturante é que passa a vida inteira a inventar motivos e pretextos para não aderir e para criticar.

P:Poderia explicar aos nossos leitores como se processou a sua entrada para a direcção do PNR?
R:Eu sou fundador do PNR e desde esse momento da Direcção, melhor dizendo, da Comissão Política Nacional. Fui vogal da CPN desde o primeiro momento e Presidente desde Junho de 2005, sendo o militante número 2.
A minha entrada para a Direcção, deveu-se provavelmente à demonstração que dava de constância e à determinação a par de uma carga ideológica enraizada. Foi seguramente por esses motivos que os principais impulsionadores do projecto do PNR, aos quais eu não pertencia, me convidaram para aderir a esta aventura, com lugar logo na Direcção. Entre esses encontra-se o Bruno Oliveira Santos, actual Presidente da Mesa da Assembleia do PNR, militante número 1 e um dos principais responsáveis pelas bases programáticas do Partido.

P:É do conhecimento público que o José fez parte da Opus Dei. Actualmente, o que representa para si esta organização católica?
R:Eu adoptei uma máxima perante a minha posição política que é aquela expressão de Jesus: “A Deus o que é de Deus e a César o que é de César”.
Assim, a minha vida na política é uma realidade de intervenção e que por esse motivo pertence à esfera da vida pública. Se dou esta entrevista, não é por ser o “Zé”, mas sim por ser a cara visível do partido nacionalista em Portugal. Pelo contrário, a vida espiritual pertence à esfera do privado.
São planos distintos que coexistem e, não formando compartimento estanques e esquizofrénicos, não devem também ser objecto de mistura promíscua. As minhas crenças religiosas pertencem à minha dimensão pessoal que, tal como a vida cristã de quem a segue, é feita de avanços e recuos, de sucessos e de quedas. De um permanente começar e recomeçar.
É verdade que pertenci muitos anos à Opus Dei e que já não pertenço. São as tais contingências da vida pessoal. Mas não é por ter saído que vou dizer mal ou mudar de ideia acerca desta ou daquela instituição. Simplesmente aconteceu.
Dentro da Igreja Católica, que é uma só, também é natural que existam diversas sensibilidades. A Opus Dei é uma Prelatura dentro da Igreja Católica onde um crente encontra uma sólida formação doutrinal e um plano de vida espiritual exigente. É assim que vejo e sempre vi esta instituição da Igreja. Por isso, actualmente, representa para mim mesmo que sempre representou. Apenas já não faço parte dela.

P:Como católico, sente-se satisfeito com a actual relação entre o Estado e a Igreja?
R:Como disse anteriormente, acho que a política e a religião não se devem misturar. O Estado deve ter em conta o bem-estar do seu povo e o progresso e independência da sua nação. O Estadista governa para católicos e não católicos, para agnósticos e ateus.
A Igreja deve levar a sua mensagem aos homens pensando no aperfeiçoamento de cada um e na sua relação com Deus. Deve ter preocupações com a dimensão transcendente e espiritual. O Eclesiástico dirige-se ao seu povo e não se deve meter nas questões de organização política e temporal.
Portugal, sendo um país Europeu, pertencente à civilização Ocidental Cristã, deve, no meu entender, preservar essa identidade, esse património sócio cultural e nessa medida privilegiar e acarinhar essa mesma realidade que faz parte das nossas raízes enquanto Nação.

P:Na sua opinião, qual é a maior ameaça à independência nacional?
R:São tantas as ameaças!
Mas numa palavra diria que essa ameaça é o “Mundialismo”; essa nova ordem mundial que quer construir um mundo sem fronteiras, multicultural, no qual a economia prevalece sobre a política, as nações, os povos e as pessoas…
Esse mundialismo é por essência o inimigo do nacionalismo e da independência nacional.
Mas ele manifesta-se das mais diversas formas como disse. Sejam elas, União Europeia, abolição das fronteiras, perda da moeda, “Acordo” Ortográfico, imigração, colonização cultural que nos é imposta e por aí fora.

P:No discurso nacionalista é frequente ouvirmos dizer que Portugal está dominado pela Esquerda. Concorda com esta afirmação? Em caso afirmativo, poderia explicar em que consiste essa dominação?
R:Não só concordo como não me canso de o dizer.
Como se sabe, em rigor ideológico, o nacionalismo não é refém da direita nem da esquerda, mas antes está para alem dessa dicotomia. Mas, assumindo essa terminologia por uma questão de linguagem, é claro que afirmo que a esquerda - jacobina, maçónica, marxista - há muito que domina em Portugal. Essa mesma esquerda que se encarregou de destruir Portugal no período conturbado de 1910-26 é aquela que nos domina pelo menos culturalmente desde a década de 60 e, de forma total desde o 25 de Abril.
A vitória da esquerda, não se deu em Portugal com a derrota dos Regimes Nacionalistas no final da 2ª Guerra Mundial, mas sim no fatídico 25 de Abril de 1974. Contudo, o seu domínio já era uma realidade antes desta data.
A esquerda fez um trabalho aturado, de fundo, consistente, ao longo de anos e ganhou claramente no campo cultural. As forças Nacionalistas do Regime, pelo contrário, preocupadas em lutar na defesa do Império, e minadas por outro lado, pelos medíocres que cá ficaram - que também os havia! - deixaram cair o combate cultural e político.
A esquerda, como dizia, foi ganhando progressivamente os lugares chave no combate cultural e académico, consolidando assim as bases para uma futura e duradoura vitória. Depois, com a revolução, veio o domínio político e o controlo total: o sistema.
É esse domínio cultural, propagandístico e político que, por exemplo, promove o assassino Che Guevara como herói e injuria o Patriota Salazar como sendo um malfeitor; que promove nas artes e cultura todos os esquerdistas – com e sem valor – e ignora os que o não são, também com e sem valor; que dá muito mais voz, em quantidade e qualidade, em programas televisivos, aos defensores das grandes bandeiras esquerdistas; que, criando uma teia de pensamento único politicamente correcto, consegue manietar as mentes menos combativas que se possam opor-lhe; que ocupa os lugares chave da política e comunicação social; que fala em “direita”, referindo-se a uma caricatura de direita que é permitida pela esquerda dominante.

P:Caso seja eleito deputado, que diferença fará a sua presença na Assembleia da República?
R:Toda!
Bastará a simples presença de um partido Nacionalista, anti-sistema, que não alinha com o partido único de cinco secções que existe de momento, para lhes criar um grande sarilho institucional. Por outro lado, a visibilidade e tempo de antena subiriam claramente, o que faria passar a mensagem do PNR de uma forma nunca vista. Também, a passagem de partido sem representação parlamentar para a sua representação, faria muitos viciados no voto (in)útil passar a votar no partido com que mais se identificam e não noutro que dê mais “garantias” de sucesso. Por fim, a postura firme de denúncia de todas as pouca vergonhas, trariam os frutos da coragem e da coerência, levando a que mais pessoas acreditassem.

P:Um dos problemas que mais preocupam a juventude portuguesa é o desemprego. Que propostas defende para inverter os números alarmantes de jovens sem emprego ou com trabalho precário?
R:Não vale a pena entrar em elencos demagógicos de medidas a metro. Não contem com o PNR para esse campeonato de pacotes de medidas que mantêm tudo na mesma.
Nós não apresentamos esta ou aquela medida, baseado em números, dados e estatísticas, mais ou menos marteladas conforme as conveniências. Pelo contrário, falamos em grandes vontades políticas e em traves mestras da actuação política que nos deve orientar.
As nossas medidas seriam tão infrutíferas como as dos outros se as grandes linhas macro políticas se mantiverem.
Por isso, para criar o emprego jovem, que lhes permita construir um futuro com alguma segurança, defendemos, tal como em outras áreas, medidas claramente proteccionistas. Ou seja, precisamente o contrário do que o Presidente da República defendeu há dias na Alemanha…
Defendemos que se devem dar fortes incentivos e benefícios fiscais às empresas que empregarem jovens, sobretudo àquelas que os conseguirem fixar no interior e, pelo contrário, penalizar e agravar a fiscalidade das empresas que contratem mão-de-obra imigrante. Defendemos o incremento de protocolos entre empresas portuguesas e universidades ou escolas profissionais (que devem ser mais implementadas) permitindo uma maior segurança na aposta nos respectivos cursos.
Se não for o Estado português a proteger os seus jovens e desse modo investir no futuro, ninguém mais o fará. São necessárias medidas proteccionistas, caso contrário vamos assistir a um surto cada vez maior de emigração juvenil e a um envelhecimento progressivo da população, com consequente falência do Estado.

P:Numa entrevista à RTP afirmou que preferia a segurança à liberdade. Acha que há liberdade a mais e/ou segurança a menos?
R:Não foi rigorosamente assim. Esse foi um excerto de uma peça muito má da RTP, que se encarregou de descontextualizar algumas afirmações minhas.
Eu disse, e repito, que o conceito de liberdade é multifacetado. Ninguém é totalmente livre, nem que seja pelo simples facto de estar sujeito aos compromissos que livremente assumiu, aos horários, aos deveres e às limitações alheias à sua vontade, desde as leis à falta de saúde…
O ser humano só pode aspirar à sua total liberdade interior, a tal dimensão espiritual, pois a liberdade exterior, dependendo de inúmeras variáveis, nunca é plena.
Por isso não acho que haja liberdade a mais, pois sendo a liberdade um bem, não creio que possa haver bem em excesso…
Acho, isso sim, é que a liberdade pode ser facilmente adulterada e cair em libertinagem, pois o exercício da liberdade sem a respectiva responsabilidade é aí que vai parar. Acho também que em nome da liberdade se cometem muitos crimes e desde logo, o primeiro crime é o de se mentir às pessoas dizendo que há liberdade disto e daquilo, quando na verdade não há coisíssima nenhuma. Há sim uma ilusão hipócrita de liberdade, conferida por um pluralismo de partidos e órgãos de comunicação social, mas que dá liberdade apenas a quem pensa como eles… A liberdade não está acessível a todos. Longe disso!
É neste enquadramento que eu disse que defendo que a primeira das liberdades, a mais importante, é a segurança das pessoas. Não adianta falarem em liberdades várias, se as pessoas não têm sequer condições para livremente circularem com a sua família, nas suas ruas. Essa grande liberdade, chamada segurança, tínhamo-la, na “longa noite” do Estado Novo e perdemo-la com a “libertadora” abrilada.

P:Os meios de comunicação social têm veiculado nos últimos anos diversos casos nos quais governantes portugueses aparecem ligados a escândalos de corrupção. Como é que se combate a corrupção de Estado?
R:Apenas com vontade política. Com a Política e a Justiça a actuarem com visão Nacional. Não vale a pena inventar-se formulas já inventadas…
Se há corrupção de Estado (e há muita!), é porque estamos imersos numa lógica de compadrios, de tráfico de influências e de grupos de interesses inconfessáveis que agem nos bastidores. Então isso tem que ser tudo para acabar! Num Estado Nacional tem que haver sentido de serviço público e punição exemplar para a prevaricação, venha ela de onde vier.

P:Que mensagem deixaria aos eleitores portugueses que ainda não decidiram em quem vão votar?
R:Apenas isto: se acreditam nos mesmos de sempre, que nos andam a levar à desgraça há 35 anos, então votem neles e tenham o que merecem. Se, pelo contrário, estão profundamente descontentes e desencantados, então há que votar na única verdadeira alternativa: o PNR.
Se suceder que até concordam no essencial com o PNR, mas não se decidem porque encontram este ou aquele aspecto, assim ou assado, então depois não se continuem a queixar.
Pode parecer uma mensagem seca e agressiva, mas na verdade não estou talhado para o discurso de caça ao voto que passa pelas mentirolas demagógicas. Acho que está mais que na hora das pessoas abrirem os olhos e escolherem: querem continuar este caminho de descalabro apostando nos mesmos ou demitindo-se com a abstenção, ou querem apostar, mesmo que com dúvidas e o respectivo benefício, no PNR, que tem discurso claro e ímpar acompanhado de uma vontade ferra e determinação inquebrantável?
Cada um que escolha…

FONTE

PNR COIMBRA



Nascido no dia 14 de Agosto de ano passado o Núcleo Distrital do PNR Coimbra, tem efectuado muitas acções de activismo.
Destas acções resultaram a criação de grupos organizados nos concelhos de Cantanhede, Coimbra, Montemor-o-velho e Figueira da Foz e o aparecimento de militantes em alguns dos outros concelhos da zona.
Mas nós queremos levar a palavra dos nacionalistas, mais vezes ao nosso povo e fazer nossa a sua causa.
É tempo de os melhores filhos de Portugal se juntarem em torno do PNR, para acabar de vez com a destruição nacional e as desigualdades sociais. Junta-te a nós. Contacta-nos para o email PNRCoimbra@gmail.com.

terça-feira, 10 de março de 2009

segunda-feira, 9 de março de 2009

Basta de criminalidade; nós dizemos como


A violência voltou de novo aos bairros problemáticos, onde o sistema guarda as suas reservas de mão-de-obra, pronta a ser usada por algum empresário corrupto. Entretanto os benefícios da imigração descontrolada, que cada vez mais são visíveis através da criminalidade não para de se fazer sentir.
Nós não aceitamos que para a Nova ordem Mundial ter mão-de-obra barata, tenhamos que viver quase reféns nas nossas casas.
Por isso mais uma vez importa lembrar as propostas do PNR no que diz respeita á segurança.
A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.
Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.
O PNR propõe-se:
• Modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais.
• Revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários.
• Colocar em prática uma política de prevenção dos crimes e delitos, através da inversão dos fluxos migratórios, do reforço da célula familiar, e da educação cívica nas escolas.
• Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.
• Promover a utilização das polícias municipais para o combate ao crime localizado.
• Reestruturar o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil.
• Reestruturar a PSP e a GNR.

domingo, 8 de março de 2009

Até á vitoria final


A Zona Centro diz presente e organizasse para os próximos períodos eleitorais e para o crescimento cada vez maior do PNR.
Assim num curto espaço de tempo apareceram blogues Terra Portuguesa em Coimbra, Aveiro, Castelo Branco e Viseu. Estes blogues tem vindo a desempenhar um papel aglutinador e do seu trabalho têm nascido muitas acções de activismo.
Agora também fruto do muita dedicação, vão ser realizados encontros na Figueira da Foz, Castelo Branco e Viseu, que para além de momentos de convívio, vão servir para levar a mais portugueses o nome do PNR e de campanha para as eleições europeias.
esperamos que outros distritos se juntem aos blogues Terra Portuguesa e que se organizem muitos mais convívios por toda a Zona Centro

sábado, 7 de março de 2009

Correios de Ceira de novo assaltados


Dois indivíduos armados e encapuzados assaltaram ontem à tarde, pelas 17h00, a estação de Correios de Ceira, em Coimbra.
Segundo apurámos, os assaltantes ameaçaram e chegaram mesmo a agredir o único funcionário que ali se encontrava no momento. Levaram o dinheiro em caixa (a quantia é desconhecida) e fugiram numa viatura estacionada a alguns metros, onde os aguardava um cúmplice.
O presidente da Junta de Freguesia de Ceira, José Vicente, lembrou ontem ao Diário de Coimbra que também em Agosto do ano passado foram assaltadas as bombas de gasolina e em Janeiro deste ano os larápios entraram na Escola Básica do 2.o e 3.o Ciclo de Ceira. No entanto, apesar destes casos, o autarca considera que a segurança não é uma questão preocupante na sua freguesia.
Na ânsia de tapara o sol com a peneira os políticos do sistema e alguns lacaios ao seu serviço, tentam a todo o custo desvalorizar a onda de criminalidade que varre o país de norte a sul. Eles sabem que o sentimento legitimo de insegurança lhes pode tirar os votos preciosos para se manterem no poleiro e longe de eliminarem o mal pela raiz, preferem desvalorizar, esconder ou pretender que aceitemos em nome da sua pretensa modernidade e sinal dos tempos.
Mas nestes tempos conturbados onde as trevas tendem a a abrir caminha, haverá sempre uma voz que resiste uma voz que diz não.

FONTE

sexta-feira, 6 de março de 2009

Do Presidente aos Nacionalistas | Março de 2009


Esta crise à escala global, instalou-se, tomou proporções alarmantes e não se sabe como, nem quando vai acabar.
É o liberal-capitalismo a provar o seu próprio veneno, a ver desmoronar as mais “sólidas” e “credíveis” instituições e estruturas, a entrar em pânico e a espalhá-lo, com a pronta ajuda dos meios de comunicação social que ajudam à festa do alarmismo e da retracção dos mercados e das pessoas e a arrastar consigo multidões de infortunados que sofrem com esta crise.

Tudo estaria bem se apenas se tratasse da falência das teorias da globalização e da falência dos projectos mundialistas. No fim de contas é o proclamado caminho “sem alternativa” da aldeia global e da predominância da economia sobre a política, nações e povos, que está a sofrer um abalo fortíssimo e se arrisca a desmoronar como um baralho de cartas.
Este cenário teria que acontecer, mais dia, menos dia. É o resultado de se trilharem caminhos de sentido obrigatório, errados e totalitários que fatalmente acabam em desastre, arrastando a população para o sofrimento.

Esta crise, é a crise do mundialismo. É a crise dos inimigos do nacionalismo e o resultado dos seus erros. Mas infelizmente não afecta apenas os “iluminados” que as promovem e põe em prática, senão a uma multidão de desesperados que a falência e o desemprego gera um pouco (ou um muito) por toda a parte. A tragédia do desemprego é culpa dos mentores da nova ordem social da “aldeia global”.
Eles são os responsáveis! E não é sensato que se continue a confiar nesses mesmos na busca das soluções. Se há fogo, confia-se no Bombeiro para o apagar e não naquele que o ateou…

As soluções para a crise, não se encontram por isso num qualquer pacote de medidas emanadas das reuniões dos culpados, as quais, geralmente apertam o cinto à volta do pescoço da classe média, permitindo que se mantenha a mesma ordem mundial e as mesmas regalias dos mais poderosos.
É justamente por não se mudar de mentalidade que continuam a fechar-se empresas com falências oportunistas – deixando muitas pessoas no desemprego – para abrirem depois, num Concelho ao lado, dentro do mesmo ramo, com a mesma carteira de clientes e com salários mais baixos. De preferência da imigração…

As soluções passam assim, com coragem e determinação pela recusa frontal do mundialismo, da globalização económica, do federalismo e da falta de fronteiras.
As soluções passam por políticas nacionalistas de protecção do mercado, embora sem isolamento; passam pela tutela do Estado sobre a economia, embora sem impedir a iniciativa privada e sem a atrofiar; passam pela reposição de fronteiras, embora sem entraves inúteis à mobilidade de pessoas e bens; passam pela efectiva punição dos corruptos e desonestos, sem tréguas nem contemplações.
É neste cenário de pânico dos defensores do mundo sem fronteiras nem nações, que a UE reúne apenas a seis – os seis mais fortes – gerando indignação e protesto naqueles que, como Portugal, ficam de fora das decisões e percebem de facto a nulidade do seu peso.
Qual é o espanto? O que esperavam? Portugal no seio deste federalismo forçado vale pouco mais que zero. Aplicando-se a sabedoria popular que diz que “com papas e bolos se enganam os tolos”, a verdade é que Portugal se deixou enganar com betão e alcatrão…

É tempo pois, de retirar a confiança a quem a não merece e inflectir o caminho!
Não queremos continuar a ser carne para canhão e a ter um atestado de menoridade numa Europa que, a troco de esmolas, não nos deixa produzir, nos ata de pés e mãos, nos retira a independência e os sectores vitais da soberania e nos deixa de fora nas grandes decisões.

Portugal precisa de se proteger, de lutar pela sua independência e adoptar as medidas necessárias de proteccionismo que sejam do seu interesse.
A solução está assim no Nacionalismo e na vontade de mudar de facto, com o reforço claro do PNR. Em 7 de Junho, o voto no PNR é um claro “Não!” a Bruxelas e uma vontade determinada de lutar por Portugal e pelos portugueses.

José Pinto-Coelho | 4 de Março de 2009

quinta-feira, 5 de março de 2009

quarta-feira, 4 de março de 2009

Boletim "Terra Portuguesa"


Está disponível o Boletim “Terra Portuguesa” nº 2 cujo principal destaque vai para a última manifestação do 10 de Junho, merecendo também destaque a repressão por parte do sistema à Festa Nacionalista de Verão.
Entre diversas secções e espaços, este número traz ainda um artigo de Humberto Nuno de Oliveira, Cabeça de Lista do PNR às Eleições Europeias de 7 de Junho, sobre o Tratado de Lisboa.
É de grande importância para os objectivos de crescimento do PNR, que este boletim seja divulgado e lido pelo maior número possível de pessoas.
O preço de cada edição é de 2€ (mais portes de envio quando remetida por correio). Os interessados podem enviar e-mail para: ce@pnr
O Boletim nº 3, cuja edição está prevista para Maio, dará especial destaque às Eleições Europeias.

Igreja pode apelar ao voto contra partidos que apoiam casamento entre homossexuais

Pode, não, deve e terá todo o meu apoio se deixar de encostar ao sistema e tomar uma atitude radical de denúncia do mesmo.
Os católicos são contra o casamento dos homossexuais e não acham natural esta opção sexual.

O ministro da agricultura "mente aos portugueses todos os dias"


O presidente da CAP-Confederação dos Agricultores Portugueses disse hoje que o ministro da agricultura "mente aos portugueses todos os dias", “o Ministério da Agricultura ainda não pagou as ajudas de 2007 ao sector”.
A CAP manifestou preocupação porque o PME Invest exclui o sector agrícola e criticou o ministério da Agricultura que diz estar completamente destruído a nível de funcionamento.

“As ajudas de 2007 ainda não foram pagas”, disse João Machado acrescentando que, por esse motivo, os agricultores portugueses estão em desigualdade em relação aos colegas comunitários.

O responsável lembrou que José Sócrates prometeu mil milhões de euros para a modernização da agricultura mas que “com este ministro não há um único contrato de investimento assinado”.

João Machado teceu fortes críticas ao governo, dizendo que “o diálogo com o Ministério não foi possível nos últimos quatro anos” e que “o Governo tem uma política anti mundo rural, contra a agricultura”.

“Existe claramente uma opção de esterilizar o mundo rural, que representa 80% do território nacional”, acrescentou.

Após o início das desastrosas políticas da União Europeia, estes são os sectores da nossa economia que mais se ressentiram.
Políticas como a PAC têm constituído a desgraça e o desespero dos nossos agricultores, constatando-se o abandono crescente dos campos, fomentado por Bruxelas, a redução da população activa neste sector, a carestia dos produtos agrícolas, mercado português inundado de produtos de qualidade inferior e impondo uma concorrência desleal, graças aos baixos custos que a agricultura intensiva, lesiva do ambiente e da saúde dos consumidores proporciona.
As quotas de produção constituem outro mecanismo vergonhoso, que prejudica quem trabalha e é produtivo. Há muita gente em situação de pobreza e até passando fome, mas prefere-se destruir produtos agrícolas em nome de interesses, que nada têm a ver com Portugal.

O PNR propõe-se:

• Salvaguardar o mundo rural, através da revitalização dos campos, encorajando o turismo de qualidade, as animações culturais e ajudando os jovens agricultores a conservar o gosto dos trabalhos da terra.
• Implementar uma linha de crédito bonificado para os jovens agricultores, nomeadamente para a aquisição de equipamento, e criação de escolas profissionais para estes sectores.
• Proteger a agricultura tradicional, diversificada e biológica, defendendo as explorações de média dimensão e de dimensão familiar, cujo papel económico, social e ambiental não pode ser esquecido. Para tal, deve haver uma moratória das dívidas dos pequenos agricultores, uma redução da burocracia e um apoio aos preços dos produtos agrícolas.
• Promover uma política de etiquetagem, de modo a privilegiar a qualidade à quantidade e o consumo de produtos naturais e regionais.
• Promover o desenvolvimento das culturas susceptíveis de serem utilizadas como matérias-primas industriais, bem como aquelas que mais se adequam às condições naturais do nosso país.
• Desenvolver uma política de ordenamento do território racional e credível, que permita a exploração sustentada da silvicultura, bem como a expansão desta actividade económica.
• Proteger a fertilidade dos solos, desenvolvendo medidas de combate à erosão e à desertificação.
• Assegurar a maior independência alimentar possível, tendo em conta possíveis convulsões internacionais ou catástrofes naturais e criar nichos de produção que consigam penetrar nos mercados externos.

Assaltou papelaria no Arnado à luz do dia e levou mil euros




Assaltante encostou faca de cozinha à barriga da funcionária e exigiu o dinheiro que estava na caixa registadora

Entrou como se de um cliente normal se tratasse. Desfolhou algumas das revistas e perguntou por outras. Os clientes foram entrando e saindo da Papelaria Arquivo, na Rua Dr. Manuel Rodrigues, paredes meias com o Tribunal de Coimbra, mas houve um que por ali permaneceu muito tempo. Aproveitando o momento que idealizou como oportuno, preparou-se para pagar duas revistas. Quando a funcionária se preparava para somar as parcelas em dívida, já só sentiu uma faca de cozinha encostada à barriga.
Sem reagir, a mulher fez o que o homem, «alto e entroncado, em resumo bem constituído», lhe pediu. O dinheiro que estava na caixa registadora, «à volta de mil euros», passaram para a mão do larápio, que se colocou em fuga em direcção ao Arnado. Antes, ainda deu um encontrão numa cliente que se preparava para passar a porta da entrada. A funcionária da papelaria gritou, mas o assaltante desapareceu sem deixar rasto em passo de corrida.
Tudo isto aconteceu em plena luz do dia, com o relógio a andar perto das 14h00, numa das zonas mais movimentadas da cidade e com uma paragem dos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC), sempre com gente à espera do autocarro, à porta. Tal cenário não causou, no entanto, qualquer inibição ao criminoso, que usava «uma camisola vermelha» e actuou de «cara destapada», embora a proprietária não confirmasse, com certeza absoluta, tratar-se de um cidadão português.
«A minha colega [funcionária] foi ter com ele, duas ou três vezes, para o ajudar e ele disse-lhe que andava à procura de revistas de caça e da Playboy», afirmou Vanuza Souza, proprietária, há seis anos, da Papelaria Arquivo. A funcionária, que ali trabalha «só no período da manhã», ficou «muito assustada e chorou muito». «Até fui aqui ao lado [ervanária] comprar-lhe um calmante. Pela forma como saiu daqui, não sei se vem amanhã [hoje] trabalhar», confidenciou Vanuza Souza.
O facto de estarmos no início do mês, época destinada à renovação dos passes dos SMTUC, contribuiu para que o dinheiro em caixa fosse mais do que é habitual. Além da venda de jornais e revistas, a papelaria é agente payshop, o que significa que recebe diversos pagamentos de facturas e carregamentos de telemóveis ao longo do dia. «Tenho aqui muito dinheiro que não é meu», revelou Vanuza Souza, antes de afirmar que tem seguro, desconhecendo, contudo, se o prejuízo está acautelado.
«O meu marido é que trata dos seguros. Não sei se paga isto. Tudo isto é incrível. É uma coisa de loucos», disse a proprietária da papelaria, que se ausentou do estabelecimento para ir a casa. «Fui buscar o almoço e quando voltei já tinha sido assaltada», acrescentou Vanuza Souza. As forças da autoridade estiveram no local, entre as quais agentes da Brigada Anti-Crime da Polícia de Segurança Pública, para recolheram o testemunho da funcionária.
Apesar deste ter sido «o primeiro assalto durante o dia e à mão armada», a Papelaria Arquivo foi assaltada duas vezes nos últimos dois anos. «Foi de noite e levaram senhas e tabaco», revelou Vanuza Souza, que logo concluiu: «A sorte é que, durante o dia, tiramos várias vezes o dinheiro da caixa, mas, agora, tenho de me precaver ainda mais. Não sei muito bem como vou fazer».

Proprietária da papelaria“impediu” roubo à mão armada
O povo costuma dizer que «um azar nunca vem só». Ontem, parece que foi o que aconteceu a Vanuza Souza. Depois do assalto à sua papelaria no Arnado, acompanhou a funcionária até ao carro desta, estacionado na zona da Rua de Aveiro. Quando descia as Escadas de Santa Justa, que ligam a Rua Figueira da Foz à Rua de Aveiro, para voltar ao trabalho presenciou uma tentativa de roubo à mão armada. Um homem tinha uma arma apontada a uma mulher e estava a exigir-lhe o cartão multibanco.
«Vestia um casaco com capuz e tinha uma arma na mão encostada à perna», referiu Vanuza Souza, que, sem querer, acabou por fazer fracassar o roubo. «Ele deixou a rapariga, que também vinha a descer as escadas, mandou-nos embora às duas e fugiu», contou. De seguida, as duas mulheres subiram até à Rua de Aveiro e mandaram parar uma ambulância. Esta chamou a polícia, que, de imediato, se deslocou ao local com diversos efectivos na tentativa de localizar o assaltante, mas sem sucesso.

FONTE

terça-feira, 3 de março de 2009

República das bananas


Um total de 20 aquecedores foi comprado pela Associação de Pais da EB 2/3 de Cantanhede. Medida surgiu para combater o frio a que os alunos estavam sujeitos na sala de aula.
Se acrescentarmos a isto, que nalgumas escolas do concelho são as Associações da Pais que garatem a presença de uma auxiliar de educação e o facto de muitas dessas escola precisarem de obras urgentes, podemos concluir que para Magalhães e Campos de Golfe existe dinheiro, para coisas bem mais importantes não.

Jantar Nacionalista em Viseu - 30 de Maio de 2009


O distrito de Viseu não está esquecido e terá também um jantar do PNR
...será dia 29 de Maio e serão dadas mais informações (sobre o local,a hora e qualquer outro assunto "necessário") até lá no blog Viseu Terra Portuguesa

A verdade é como o azeite…


Um estudo sobre "Segurança, Protecção de Dados e Privacidade em Portugal" indica que 60,5 por cento dos inquiridos acreditam que a segurança dos cidadãos piorou em 2008 e 27,4 por cento consideram mesmo que piorou bastante.
É notório o sentimento de insegurança que se vive em Portugal, que o sistema tenta esconder e não sabe nem quer combater.

nalguns pontos do nosso país podemos dizer que estamos mesmo próximos do estado de sitio ou de ocupação generalizada.
Para 58,5 por cento dos inquiridos, o desemprego contribuiu para a sensação de insegurança, seguido das novas formas de criminalidade (46,2 por cento), alterações na composição da sociedade (45,3 por cento) e aumento da violência na sociedade (39 por cento). Se ler nas entrelinhas se não tiver medo da verdade, verá que as alterações na composição da sociedade que de certeza implicou novas formas de criminalidade, referem-se à imigração descontrolada à politica de portas abertas.

Fashionjacking


Desconhecidos assaltaram e vandalizaram o espaço Nova Estética Santa Clara, situado na Rua Feitoria Linhos. “Provavelmente terá sido na madrugada de hoje (ontem)”, a proprietária foi avisada por um vizinho que passou junto ao espaço.

Miranda do Corvo exige a Madrid devolução de tesouro português


Uma instituição de Miranda do Corvo vai exigir às autoridades espanholas a devolução a Portugal do «Tesouro de Chão de Lamas», valioso conjunto de peças do século II A.C. que estão expostas no Museu Arqueológico de Madrid.

O presidente da Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP), Jaime Ramos, disse hoje que o processo de reivindicação do achado arqueológico, que inclui jóias de ouro e prata, vai avançar por iniciativa da Universidade Sénior.


"Vamos efectuar diligências nacionais e internacionais para que Espanha devolva o tesouro a Portugal", disse, escusando-se a revelar, para já, as medidas a tomar nesse sentido, que serão anunciadas quarta-feira.

A Universidade Sénior marcou para esse dia, às 14h, no Centro Social Comunitário de Miranda do Corvo, uma conferência de imprensa para divulgar "o processo de luta para exigir o regresso a Portugal do Tesouro de Chão de Lamas" (lugar da freguesia de Lamas, concelho de Miranda do Corvo), exposto, desde 1922, na capital espanhola.

Serão explicadas pelos responsáveis da ADFP "as medidas que entende efectuar para sensibilizar as autoridades competentes e a opinião pública para unirem esforços que viabilizem o regresso a Portugal deste conjunto de peças expostas na Sala del Tesoro do Museu Arqueológico de Madrid".

Jaime Ramos assinalou que, ao longo do século XX, a existência daquele achado foi referida nos estudos de Belisário Pimenta, coronel do Exército e historiador, natural de Miranda do Corvo, e no jornal local "Mirante", em artigos do padre Luciano, que foi pároco de Lamas.

"Este tesouro, como é designado pelos arqueólogos, é composto por um conjunto de peças datadas do século II A.C., pertencente ao povo da Lusitânia, provando a existência de gente endinheirada nas terras de Miranda, sendo as jóias de ouro e prata uma boa prova da sua capacidade artística", refere um comunicado da ADFP.

No encontro com os jornalistas, os alunos da Universidade Sénior vão "declarar Portugal como legítimo proprietário" do tesouro.

"A ida do tesouro para Madrid - segundo a nota - encerra algum mistério, sabendo-se que não foi oferta ou venda do Estado Português, dando assim total legitimidade à Universidade Sénior da ADFP para exigir ao Estado Espanhol a sua devolução para Portugal".

A Universidade Sénior da ADFP, que tem 80 alunos, é uma valência do Centro de Dia e "visa criar, dinamizar e organizar regularmente actividades culturais".

segunda-feira, 2 de março de 2009

O que é nacional é bom


Multiplicam-se a s cimeiras e os encontros dos políticos do sistema, para tentar salvar a crise capitalista. Todos são unânimes na conclusão de que é preciso construir um novo modelo, não para inverter a lógica dos últimos tempos mas sim para a perpetuar, uma vez que estão dispostos a grandes mudanças mas que nunca se cai em proteccionismos, porque o mundialismo a globalização económica têm de ser mantida em nome dos chorudos negócios do capital apátrida.
Mas para nós nacionalistas o capital deve estar submetido ao trabalho e sabemos que por cada tostão que estamos gastando em produtos nacionais estamos contribuindo para salvar postos de emprego dos nossos. Pouco nos importa que defendendo a compra de produtos nacionais estejamos contribuindo para que todo o edifício em que o globalismo se apoia cai por terra, sobre ele será construído um novo onde a justiça social será uma realidade e as relações entre povos baseadas na independência, no respeito e na conservação de culturas e identidades.

É fundamental apoiar a produção nacional!
Os portugueses vivem hoje num clima de crise, desde o desemprego, à nossa fraca economia
é certo que quem mais sofre somos nós, mas o que certamente muitas vezes não nos passa pela cabeça é que podemos ter uma certa culpa nesta grave situação. Frequentemente, quando vamos às compras, tentamos ir à procura do produto mais barato, mas o que agora é barato, pode vir a curto prazo, a tornar-se muito caro para todos nós. Desde a mais pequena especiaria ao peixe que comemos, o nosso mercado está inundado por produtos fabricados no estrangeiro. Tendo normalmente esses países uma economia mais forte que a nossa, conseguem vender os seus produtos a um preço mais baixo e, desta forma, somos levados, a comprá-los. Mas, quando o fazemos, estamos a contribuir para um maior crescimento das exportações desses fabricantes estrangeiros e, sem dúvida, por vezes, a tirar postos de trabalho no nosso país. Quando não compramos produtos nacionais e compramos artigos estrangeiros, os nossos fabricantes são obrigados a subir o preço dos seus produtos para compensar as quebras de produção. Ora se os produtos concorrentes já eram mais baratos na origem, isto faz com que os nossos fiquem ainda mais caros. E sendo mais caros, ninguém os compra. Toda esta situação leva posteriormente ao encerramento de muitas empresas e consequentemente ao crescimento do desemprego.

Produtos portugueses? E Como é que eu sei quais eles são?
É simples, bastante simples. Antes de mais, existem dois aspectos a distinguir: existem marcas portuguesas e produtos portugueses.

Marcas portuguesas, como o nome indica, são marcas de carácter nacional, com origem e produção no nosso país (exemplos: Sumol, Compal, Mimosa, Critical Software)

Produtos portugueses, são produtos fabricados em Portugal por marcas nacionais, multinacionais ou mesmo internacionais, mas são produtos feitos com mão de obra nacional, que contribuem superiormente para o nossa economia e para o emprego no nosso país.


E na hora de escolher, como é que devo agir? Que atitude?
Bem, na hora de escolher, é bastante fácil tomar uma atitude correcta: procure no produto, o código de barras e verifique se ele começa por 560, seguidamente confirme na embalagem a origem do produto. Quase todos os produtos portugueses começam por 560 no código de barras. Posteriormente poderá ter em conta se a marca é nacional ou não e, claro, a qualidade e preço do produto. Atenção: existem algumas empresas portuguesas (produtos portugueses) que possuem códigos de barras proprietários, o que significa que são produtos portugueses que não têm o código 560, no entanto os códigos proprietários "costumam" ter um formato diferente (não têm 13 dígitos), existe também o caso dos produtos de peso e quantidade variável, por isso informe-se sempre antes comprar. Para uma total garantia de que seja um produto nacional verifique sempre na embalagem ou na informação do produto, o local de fabrico ou de origem. Seguem-se em exemplo, os modelos dos códigos de barras de formato EAN-UCC/GS1 (formato padrão/com 13 dígitos):







Divulgue, mude os seus hábitos, ajude, tome uma atitude!
Fale com os seus amigos acerca deste assunto, divulgue o Movimento 560 no seu local/site através dos painéis de divulgação, ponha um cartaz na sua loja/empresa, mande uma msg, mande esta mensagem por correio electrónico, por fax, mas acima de tudo, mude de atitude. Todos nós agradecemos. Um pequeno gesto, uma grande atitude... Compre produtos portugueses!

Luminárias da ponte pedonal foram vandalizadas


Luminárias da pon¬te pedo¬nal foram vandalizadas

Relata-nos o Diário de Coimbra, que a coberto da noite vandalizaram as luminárias da ponte pedonal.
O vice da Câmara pede mais respeito «tem de haver o máximo de respeito» pelas estruturas públicas, até porque «não faz sentido que situações destas continuem». Num país que não se faz respeitar é evidente que os respeito não existe.
Mas é bom que a propósito das luminárias a câmara de Coimbra abra finalmente os olhos e exija para toda a zona da baixa de Coimbra mais e melhor segurança, os comerciantes da Zona histórica ficarão sem dúvida agradecidos.

domingo, 1 de março de 2009

Basta de criminalidade


O protesto de cinco forças de segurança está marcado para 31 de Março, dia em que 20 mil profissionais prometem ocupar a Praça dos Restauradores, em Lisboa.
Militares da GNR, agentes da PSP, inspectores do SEF, guardas prisionais e Polícia Marítima vão ocupar a Praça dos Restauradores, em Lisboa. A manifestação nacional está marcada para 31 de Março, a partir das 17.00, e os agentes de segurança prometem sair à rua aos milhares para deixar o alerta. "Nenhuma das cinco forças está preparada para combater o aumento da criminalidade", diz Jorge Alves, da Comissão Coordenadora Permanente das Forças e Serviços de Segurança (CCPFSS).
"Tem sido cada vez mais difícil aos profissionais das forças e serviços de segurança desempenharem a sua profissão", conta Jorge Alves, do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional. E as consequências são as piores, explica o dirigente sindical. "Aumento da criminalidade e o à-vontade com que o criminoso está neste momento a actuar na sociedade", conclui. Para o protesto foram convocados perto de 50 mil profissionais, mas a CCPFSS espera que apareçam pelo menos 20 mil manifestantes: "Seria o número ideal para darmos um sinal claro ao Governo do nosso descontentamento."

O PNR sempre alertou, infelizmente verificou-se que tínhamos razão. Apraz-nos agora registar que os nossos polícias concordam com a esmagadora maioria das nossas opiniões.

A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.
Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.

O PNR propõe-se:

• Modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais.
• Revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários.
• Colocar em prática uma política de prevenção dos crimes e delitos, através da inversão dos fluxos migratórios, do reforço da célula familiar, e da educação cívica nas escolas.
• Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.
• Promover a utilização das polícias municipais para o combate ao crime localizado.
• Reestruturar o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil.
• Reestruturar a PSP e a GNR.

Os esgotos saíram à rua


Em Lagos da Beira, os esgotos andam à solta por campos de cultivo e misturam-se com as ...

...linhas de água num cenário verdadeiramente terceiro-mundista. Nas proximidades do local onde estão localizadas as fossas sépticas da freguesia o cheiro a esgoto é nauseabundo e invade grande parte da aldeia.
Segundo afirmou ao correiodabeiraserra.com um habitante local, que denunciou a ocorrência a este diário digital e pediu para não ser identificado, “a situação é vergonhosa e já se arrasta há vários anos. Eu nem sei como é que as pessoas conseguem ali viver”, frisou aquele morador, referindo que grande parte da Aldeia de lagos da Beira “nem sequer saneamento básico tem”.

Conforme documentam as imagens recolhidas hoje por este diário digital, o problema tem origem na falta de manutenção deste tipo de infra-estruturas que, quando entram em saturação, descarregam os efluentes para os terrenos contíguos, gerando uma série de graves problemas ambientais.

Nas redondezas, os campos de cultivo estão de poiso e os esgotos escorrem a céu aberto mesmo ao lado de alguns poços de água. De acordo com uma fonte do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, contactada pelo correiodabeiraserra.com, “o concelho de Oliveira do Hospital tem muitas situação destas e há cada vez mais denúncias” contra este tipo de crimes ambientais praticados pelas próprias autarquias.

Note-se que este tipo de crimes ambientais praticados contra a natureza são punidos pela lei e a Câmara Municipal de Oliveira do Hospital (CMOH) já foi advertida para a resolução de alguns problemas que põem em causa o meio-ambiente e a qualidade de vida dos munícipes.

Contactado pelo CBS online o presidente da junta de freguesia de Lagos da Beira começou por afirmar que “as juntas não têm poderes para tratar destas situações”, mas depois de instado por este diário digital a esclarecer se tem feito alguma diligência junto da CMOH com vista à resolução do problema, José António Guilherme foi telegráfico: “com o vosso jornal eu não estou interessado em prestar declarações

sábado, 28 de fevereiro de 2009

O Pinóquio


José Sócrates é talvez a seguir a Mário Soares o melhor político que o sistema já produziu. Ele é feito à imagem e semelhança do regime que governa Portugal depois do 25 de Abril.
Com o ensino nas ruas da amargura, quer pelo fecho indiscriminado de escolas apenas por motivos economicistas, quer pelo braço de ferro com os professores que só tem prejudicado o sector onde peses embora os recuos, o governo não percebe que a manta de retalhos em que está transformado o processo de avaliação, não serve e deve ser metido na gaveta. A tentativa de instituir as passagens administrativas de má memoria, que longe de melhorem o ensino, ainda acabam por meter os bons alunos na mesma escala dos cabulas, e mais um reflexo da costela igulitarista do PS.
Na saúde idem idem, aspas aspas, taxas moderadoras mais altas, nascimentos nas auto-estradas, intermináveis horas à espera de uma urgência, são as melhorias introduzidas por este executivo.
O fosso entre ricos e pobres cada vez maior, vendo-se claramente a protecção dada aos que tudo podem e detrimento dos mais fracos. Os despedimentos são notórios, a fome é patente.
O país em estado de sitio devido a inoperância no que toca ao combate à criminalidade.
O cenário não podia ser pior, as perspectivas de futuro são negras, no entanto o Sr. “Eng.”, baralha e dá cartas de novo, faz tábua rasa de tudo o acima descrito e com hipocrisia, com falta de respeito pelo povo, renova o discurso com as mesmas promessas não cumpridas.
Sabemos que a maioria absoluta não vai ter, mas também sabemos que muitos continuam a acreditar no homem do Magalhães, esses terão o governo que merecem ou noutra perspectiva o partido que merecem. Alguns terão mesmo o que merecem, os jobs com este partido, muitos tem presenteado.
Outros vão refugiar-se no que pensam ser a alternativa mas só vão ter mais do mesmo ou sair da panela para cair no fogo.
Os partidos do sistema, as empresas em que se tornaram, apenas disputam entre si os nacos da presa que é o povo e a nação. Eles apenas pensam nas suas mais valias e na forma de chegar ao poder para melhor se governarem.
Só existe uma alternativa a este sistema que nos oprime, a este sistema que não educa, que não nos protege na saúde nem na velhice, que nos dá e tira emprego a seu belo prazer, que permite acumulação de vasta riqueza para alguns e deixa na miséria uma grande maioria. Essa alternativa chama-se nacionalismo, chama-se PNR.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Grande Entrevista com José Pinto Coelho (2ª Parte)




TP - Sendo o PNR um partido que é manifestamente contra esta União Europeia, porquê concorrer às eleições europeias de Junho próximo?

JPC - Porque ficar de fora das decisões não é, nem nunca foi solução. Encolher os ombros ou dizer que essa “guerra” não é nossa, é errado.
Mal ou bem estamos na União Europeia e a maneira de podermos intervir e lutar pelas nossas causas é utilizar os meios que estão ao nosso alcance.
Em sede de campanha legislativa afirmaremos a nossa posição inequívoca anti-EU. Em sede de campanha europeia diremos o mesmo e além disso tentaremos reforçar o grupo dos Nacionalistas dos outros países no Parlamento Europeu. Se queremos intervir, o nosso lugar tem que ser no campo e não na bancada.

TP - Porquê a escolha de Humberto Nuno de Oliveira?

JPC - São várias as razões dessa escolha. Para se ser cabeça de lista, o candidato tem que merecer a confiança da Direcção do partido, estar em perfeita sintonia com a linha ideológica do PNR e, naturalmente, estar disponível para tal. Além disso deverá ter capacidade e preparação para a exposição mediática.
Humberto Nuno de Oliveira, preenche todos esses requisitos. Trata-se de um nacionalista de longa data, capaz de criar convergência entre os Nacionalistas, e que nunca hesitou em dar a cara.
Bem sabemos que dar a cara pelo nacionalismo e pelo PNR é ainda, nos dias de hoje, um acto de coragem e de entrega.

TP - Perante o mercado global e estando Portugal inserido numa União Europeia, com que argumentos pode o PNR advogar uma verdadeira independência nacional?

JPC - Perante as actuais circunstâncias o PNR pode à partida denunciar o facto de Portugal não ter qualquer peso ou prestígio como nação enquanto parte integrante da EU e nem sequer representa alguma coisa de jeito no seu próprio seio. O PNR tem que dizer que o actual rumo leva ao nosso desaparecimento e servidão.
Não vai dizer que as coisas são fáceis nem faz promessas falsas. Mas tem que dizer que é o partido que está disposto a correr os riscos necessários que permitam o resgate da nossa independência.
Independência não significa isolamento, mas sim implementação de políticas que permitam a menor dependência possível de forças mundialistas, que é o inverso do que hoje sucede.
Independência significa a maior liberdade possível na escolha das nossas alianças.
Temos que viver no mundo, na interdependência e relacionamento com as demais nações mas sem abdicar da defesa de Portugal e dos portugueses em primeiro lugar. São necessárias políticas de proteccionismo. Se não é o Estado português a proteger o seu povo, identidade e soberania, quem o fará?

TP - A democracia pode sustentar dogmas? Pergunto-lhe isto porque em vários países Europeus, por exemplo negar o holocausto é crime. Não lhe pergunto se acredita ou não, falo sim é na capacidade individual que cada um deve possuir para questionar e duvidar.

JPC - Vivemos num mundo cada vez mais totalitário e dominado por dogmas. Existe uma aparente liberdade de expressão, da qual os políticos e analistas têm sempre a boca cheia. Mas bem sabemos que não existe liberdade de pensamento nem de expressão. Existe sim, manipulação, lavagem ao cérebro, dogmas e ameaças a quem os ouse tocar.
Holocausto, racismo, homofomia, fazem assim parte desse índex que vai crescendo.
Está tudo previsto nesta construção totalitária do pensamento único: narcotização das massas, propaganda maciça, “pronto a pensar” e punição de quem pensa por si e contradiz a cartilha oficial ou simplesmente a questiona.
Assim, para que as pessoas se libertem desta teia infernal que atrofia a capacidade de pensar, julgar, decidir e lutar, é preciso que não aceitem de ânimo leve aquilo que lhes é apresentado como verdade. Sobretudo quando essas “verdades” não podem ser questionadas.
Há que ter a capacidade de, perante todas as realidades, cruzar informação e filtrar essa informação de acordo com a sua proveniência.
Há que consolidar valores e carga ideológica.
A capacidade individual para duvidar e questionar exercita-se, deve basear-se na experiência e deve consolidar-se com a adesão a valores e causas que, também eles, têm que ser alimentados e consolidados.
A capacidade de se duvidar daquilo que nos dizem e questionar aquilo que nos rodeia, passa pela escolha entre uma vivência fútil, ligeira e cómoda, passando ao lado da vida e das grandes causas, e fazendo-nos reféns das circunstâncias e servos das vontades alheias, ou pelo contrário, a entrega a princípios firmes, orientadores, livremente escolhidos e depois amadurecidos de forma constante, o que nos dá motivação e força e sobretudo uma imensa sensação de liberdade que nunca será alcançada por nenhuma forma de perseguição, ameaça ou censura.

TP - Encontra analogias na questão da liberdade de expressão para os Nacionalistas?

JPC - Claro! Tudo aquilo de que falei aplica-se aos que ousam pensar, falar e combater. Ora o grande inimigo do mundialismo tem um nome: nacionalismo.
Os senhores da situação sabem que os nacionalistas são os seus verdadeiros inimigos e desse modo, incansavelmente nos combatem de todas as formas que estão ao alcance das suas poderosas garras.
A mentira é mais cruel forma de combate contra os nacionalistas vinda da parte do sistema. Mentindo a nosso respeito e impedindo a nossa livre expressão criam as condições necessárias para uma postura de desconfiança por parte das pessoas. Sobretudo das menos avisadas: as tais que não possuem a capacidade de questionar e duvidar.
Mas não há vencedores nem derrotados definitivos. A história tem os seus ciclos e, com ou sem liberdade de expressão, a nossa hora chegará inexoravelmente.

TP - Ao contrário dos ‘partidos do sistema’ o PNR não se pode valer da Televisão para chegar habitualmente às pessoas. Acha que o partido tem feito o suficiente para tornear esta questão? A Internet é ainda o meio mais eficaz?

JPC - Não só o PNR não se pode valer da TV ou dos jornais, como sabe que estes tudo fazem para denegrir a sua imagem. Tem havido algumas excepções. Há que reconhecer as coisas como são e nem tudo é mau.
Desde que o PNR ganhou um certo mediatismo, que tem funcionado por ondas que vão e vêm, é verdade que no meio de tanto ataque demolidor também se têm visto peças jornalísticas perfeitamente isentas e dignas.
Mas a tónica dominante é a de um silenciamento gritante ou de uma difamação grosseira.
A comunicação social está sempre à espera de uma meia verdade ou falsidade “credível” que envolva nacionalistas para enlamear o PNR. De contrário, para noticiar factos, acções ou tomadas de posição por parte do partido, é raríssimo alguma coisa passar.
Quantas entrevistas concedidas, nunca foram editadas. Quantos comunicados de imprensa – alguns bem fortes – caíram em saco roto. Quantas acções públicas ficaram por noticiar, mesmo estando presentes os órgãos de comunicação social.
É que a motivação dos media resume-se praticamente aos factos que nos possam denegrir. Se estão presentes numa manifestação, muitas vezes é apenas na esperança de que haja desacatos (que nunca houve!) para deles fazerem alarido. Não se verificando, não passam rigorosamente nada daquilo que foi dito ou visto.
Tão chocante como a procura ávida de situações negativas, é a ocultação intencional de situações de ataque aos nacionalistas. Essa existência de dois pesos e medidas é vergonhosa.
Em Setembro de 2008 a TVI, realizou uma peça jornalística sobre imigração, a qual não passou de uma propaganda nojenta de vitimização dos imigrantes e ofensiva em relação aos portugueses, peça esta para a qual contribui com uma entrevista dada no Martim Moniz. Nessa ocasião fui vítima de uma tentativa de agressão por parte de um grupo de africanos, que poderia ter acabado da pior forma. Desse acontecimento há imagens e uma excelente reportagem, mas o que dele resultou foi um silêncio total. Uma vergonha!
É fácil imaginar que se um grupo de nacionalistas tentasse agredir um político, dirigente ou mesmo uma pessoa comum, aquelas imagens dariam abertura de telejornal, primeiras páginas de jornais, debates e sei lá mais o quê, durante dias a fio.
Já sabemos que faltando liberdade de expressão e pior ainda, sobrando difamação e manipulação, para tornear a falta de acesso minimamente aceitável e isento aos media, nomeadamente TV, o PNR tem que contar com os seus próprios meios e dessa forma chegar às pessoas.
A Internet é um meio muitíssimo eficaz e bastante livre. Funciona muito bem como meio de divulgação, formação e mobilização. Mas não serve, na minha opinião, como informação de massas. Para se chegar às massas só mesmo com a TV.
Além da Internet, são precisos os meios clássicos de divulgação como cartazes, autocolantes e folhetos. São precisas acções de rua, conferências e convívio entre militantes e simpatizantes.
Se o PNR tem feito o suficiente? Sim e não.
Tudo o que se tem feito é manifestamente insuficiente se tomarmos como referência o objectivo de fazer passar a nossa mensagem com eficácia, em quantidade e de modo regular. Mas por outro lado, se tomarmos como referência as condições e os meios que estão ao nosso alcance, então não duvido em afirmar que muito se tem feito.
Poder-se-ia fazer mais e melhor? Claro que sim. Nunca estaremos satisfeitos com aquilo que se faz. Nunca estaremos livres de cometer erros. Mas estamos sempre a aprender e a fazer todos os possíveis por melhorar.

TP - Para além do Partido do Nacional Renovador existem também outras organizações, associações de cariz identitário e nacionalistas em Portugal. Que atenções lhe merecem estas entidades?

JPC - Sempre tive a mesma postura que tenho hoje. Sempre me relacionei com facilidade com as várias tendências dentro do nacionalismo. Faço-o sem esforço.
Sei que há tendências e que nem sempre é fácil conseguir entre elas uma perfeita harmonia. Sei que há organizações com características específicas, mais ou menos efémeras, mais ou menos fecundas, mais ou menos abrangentes.
Acho óptimo que existam diversas associações onde no seio de cada uma delas os seus elementos encontrem o espaço ideológico, estético, cultural e de camaradagem com que mais se identifiquem.
A minha postura sempre foi de respeito institucional e cordial para com todas as organizações nacionalistas que estejam dispostas a apoiar o PNR, mas o meu esforço deve ser dirigido a cem por cento para o partido. Afinal é o partido que vai a votos…
Sempre me considerei um Nacionalista Integral, encontrando nas mais diversas tendências pontos essenciais de unidade. Se os diversos grupos comungam de pontos firmes comuns, então é possível a unidade e é mais o que os une do que aquilo que os separa.
O PNR deve justamente ser esse traço de união. Deve ser essa plataforma de entendimento e unidade no essencial.

TP - De que precisa o PNR para crescer?

JPC - O PNR tem tudo para crescer, mas, por outro lado, falta-lhe tudo para crescer…
Como partido com carga ideológica vincada que é, e que defende causas únicas e fortes em Portugal, tem tudo para crescer. Além disso, caminhamos para o caos social e político que dá razão ao que o PNR tem vindo a dizer e que reclamam as políticas por nós defendidas.
Mas a falta de meios financeiros, logísticos e de acesso aos meios de comunicação social, traçam um imenso caminho penoso de crescimento.
O PNR para crescer precisa de votos, assim como um equipa de futebol precisa de golos para ganhar. Para ter os votos o PNR precisa de candidatos para as listas, de militância e de dinheiro para as campanhas, de mobilização por parte dos nacionalistas.
O partido foi, é e será, em cada momento o que os nacionalistas dele fazem. Crescerá mais ou menos, com maior ou menor velocidade, com maior ou menor solidez, de acordo com o empenho dos nacionalistas. Mas vai sempre crescer.
O PNR precisa, acima de tudo, de estabilidade e credibilidade. A determinação, coragem e generosidade de uns quantos e a longevidade dessa conduta têm sido determinantes para a credibilidade do PNR, que é a base essencial para que o crescimento se possa depois verificar.

Caro José Pinto Coelho,obrigado pela entrevista e pelo exemplo de coragem e dedicação à causa nacionalista e a Portugal.

Créditos da entrevista : P.E (Cascais Terra Portuguesa)

FONTE

Humberto Nuno de Oliveira na Figueira da Foz


O almoço nacionalista a realizar no dia 14 de Março na Figueira da Foz, não pára de ganhar aderentes.
Neste momento podemos também assegurar, que para além do Presidente do PNR, estará também presente no encontro o cabeça de lista às Eleições Europeias, Humberto Nuno de Oliveira.
Lembramos que ainda é possível fazer marcações para o evento.

XVIII Festa do Queijo Serra da Estrela, Mel e Enchidos


No dia 14 de Março realiza-se, em Oliveira do Hospital, a XVIII Festa do Queijo Serra da Estrela, Mel e Enchidos.
O pontapé de saída acontece no dia 6 de Março, com a realização do jantar promocional do certame na Pousada do Convento do Desagravo, em Vila Pouca da Beira. E, a partir do dia 7 e até 15 de Março, o concelho vai dar que falar com a Semana da Gastronomia Regional participada por 13 restaurantes locais. A ementa será composta por arroz de suã, torresmos à moda da beira, caldeirada de borrego, borrego assado, enchidos com grelos e morcela da beira. No momento da sobremesa, os clientes são convidados a degustar o Queijo Serra da Estrela, tigelada, requeijão com doce de abóbora, mel e cavaleiros.
O mercado municipal será o destino dos visitantes que, no dia 7 de Março, rumam à cidade oliveirense. O mel, os enchidos, o vinho do Dão, o artesanato, o coleccionismo, as velharias e a música tradicional farão as delícias dos forasteiros que, constantemente, serão presenteados com encenações que remetem para a feira à moda antiga. Haverá ainda lugar para provas de iguarias e para a tradicional mostra de ovinos da raça Serra da Estrela. Paralelamente, decorrerá em directo para a TSF a realização do programa “Terra a Terra”.
Com um programa que se alonga até ao final do dia, altura em que terá lugar o Banquete do XX Capítulo da Confraria, a Festa do Queijo, Mel e Enchidos será também preenchida com a produção ao vivo de queijo Serra da Estrela, demonstração de tosquia de ovinos e o desfile das confrarias de queijos nacionais e europeias.
O encerramento da feira está previsto para as 18h00, mas segue-se a realização do XX Capítulo da Confraria do Queijo Serra da Estrela. Numa cerimónia que terá lugar na Casa da Cultura César Oliveira, decorrerá ainda a entrega de prémios do concurso de fotografia e a cerimónia de entronização de novos confrades.

FONTE

Crise! Qual crise?


Apesar da crise, os cinco maiores bancos portugueses (CGD, BCP, BES, BPI e Santander Totta) conseguiram lucrar ao todo 1.731 milhões de euros, o que representa um ganho de 4,7 milhões de euros por dia.

Esta quinta-feira foram revelados os resultados da Caixa Geral, em que os lucros caíram 46,4% para os 459 milhões de euros.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Contrato Local de Segurança


A perfumaria Balvera e a Clinesto foram na madrugada e dia de Carnaval alvo de tentativas de assalto. O alarme e o barulho no edifício não permitiram que os assaltantes fossem em frente