quinta-feira, 28 de maio de 2009

O relatório da Amnistia Internacional


A imprensa nacional deu destaque a um suposto relatório da Amnistia Internacional no qual acusa as forças de segurança de "brutalidade policial" e aproveita para, de forma atabalhoada e descabida, mencionar o PNR como responsável por "potenciar o racismo e xenofobia contra imigrantes".

O PNR repudia veementemente a associação do seu nome às alegações da AI e vem esclarecer o seguinte:

1) O PNR acha estranho, mas elucidativo, que os recentes casos de violência étnica nos bairros da Quinta da Fonte e Bela Vista, contra cidadãos e contra agentes policiais, não sejam denunciados no comunicado daquela organização;

2) O PNR rejeita ser um bode expiatório da violência que diariamente assola os portugueses, civis ou polícias, cometida sobretudo por gangues de jovens de bairros suburbanos e organizações criminosas com ramificações internacionais, conforme tem sido denunciado por vários agentes da justiça;

3) O PNR estará sempre do lado da ordem e segurança, aliás uma das suas bandeiras, nunca do lado dos bandos de criminosos que a AI se esforça por ocultar dos seus comunicados e relatórios;

4) O PNR reitera o seu apoio aos agentes das forças policiais, regra geral sem as condições mínimas para efectuar um trabalho digno e eficaz, e coloca-se ao lado daqueles que arriscam a vida para defender os cidadãos, não do lado daqueles que são os responsáveis pelo clima de autêntico terror que se vive um pouco por todo o país.
5) O PNR considera que os principais culpados do clima de insegurança que se vive actualmente são os políticos do sistema, por motivo da sua inépcia e leis que, essas sim, potenciam o sentimento de impunidade e aumentam os índices de criminalidade.

FONTE

VI FEIRA DO TREMOÇO



PROGRAMA

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Europeias 2009 - Tempo de Antena PNR II

PNR critica "desleixo" dos "poderes do país" em relação ao aparelho produtivo


O cabeça-de-lista às eleições europeias do Partido Nacional Renovador (PNR) visitou esta manhã o mercado dos Olivais, onde acusou "os poderes do país" de "incúria e desleixo" em relação ao aparelho produtivo e à agricultura.

"Somos um país que praticamente importa tudo, que desleixou e descurou o aparelho produtivo e a agricultura também", disse à agência Lusa o cabeça-de-lista do PNR às eleições para o Parlamento Europeu, Humberto Nuno de Oliveira.

Numa acção de campanha eleitoral que passou esta manhã pelo mercado dos Olivais, em Lisboa, e sempre acompanhado pelo presidente do partido, José Pinto Coelho, o candidato do PNR, sublinhou que "nos contactos com as pessoas de bairros que sofrem e experimentam todos os dias os problemas graves do país" é importante falar também dos problemas que afectam o comércio tradicional.

"As pessoas sentem-se revoltadas, abandonadas e há de facto uma noção de incúria e desleixo por parte dos poderes do nosso país relativamente às suas necessidades legítimas", disse Humberto Nuno de Oliveira.

O candidato a eurodeputado defendeu a alteração de directivas e paradigmas europeus como forma de impulsionar o comércio tradicional português.

"Sobretudo pode depender-se menos da importação, que é aquilo que acontece em Portugal", afirmou, tendo acrescentado que é necessário o fim da "cultura de dependência" e das "falsas dependências", revitalizando o sector produtivo nacional.

Às poucas pessoas que esta manhã se encontravam no mercado dos Olivais, Humberto Nuno de Oliveira apresentou ainda o PNR como a única alternativa credível nas próximas eleições europeias.

"A alternativa somos nós, nós é que colocamos os portugueses e Portugal em primeiro lugar e jamais venderemos Portugal a troco de esmolas para o betão, alcatrão ou negociatas escuras", disse.

Os portugueses elegem os próximos 22 representantes portugueses no Parlamento Europeu a 07 de Junho.


FONTE

Oliveira do Hospital Mais 56 trabalhadores das confecções foram para o desemprego


Fábrica de confecções Mundiveste ficou sem encomendas, mas assim que conseguir novos trabalhos pretende voltar a readmitir os funcionários que agora foram para o fundo de desemprego.
Fruto da crise ou por escandaloso aproveitamento, sucedem-se as fabricas a fechar.
Para as pequenas e médias empresas o governo e o sistema não apresentam soluções nem injectam capital para as salvar.
Uma coisa sabemos de fonte segura alguém anda a lucrar com a crise, o grande capital, que vai poder trabalhar novos mercados e os lacaios que mete nos governos.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Cooperativa Agrícola de Condeixa assaltada durante a madrugada


Terá sido na madrugada de domingo que os assaltantes entraram nas instalações da Cooperativa Agrícola de Condeixa, levando uma quantia em dinheiro que, ontem ao final da tarde os responsáveis da direcção ainda não tinham conseguido apurar.
Não nos cansaremos de denunciar a criminalidade que cresce neste país. Sabemos que com este sistema as melhorias vão ser poucas. Nalguns pontos de Portugal já se fala em milícias populares para tentar minimizar os benefícios da criminalidade que o sistema nos tenta impingir.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

PROFESSORES EM LUTA


O Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores (MUP) e a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APEDE) juntam-se à manifestação nacional do próximo sábado “contra as políticas de um ministério e de um Governo que tudo fizeram para desprestigiar e humilhar a profissão docente”, mas dizem que “esta forma de luta de pouco valerá se não for integrada num plano mais vasto, coerente e determinado”.

Apesar de dizerem que a unidade é essencial, criticam que “se procurem silenciar outras perspectivas de luta e se imponham falsos unanimismos”, pelo que insistem na “divulgação pública das propostas de luta aprovadas nas reuniões de consulta aos professores”.

“Recusamos a ideia de que esta luta se vai arrastar por tempo indeterminado, sem radicalização, e com um passo de caracol ritmado por negociações sindicais incapazes de oferecer resultados visíveis”, lê-se num comunicado conjunto das duas associações.

Mais uma vez saudamos a justa luta dos professores por uma escola melhor e sobretudo o afastamento dos traidores dos sindicados que só procuram proveitos partidários e já mostraram bem do que são capazes. Os sindicatos vão procurar continuar com o folclore mediático, que dá votos aos partidos que representam, os professores precisam de caminhar unidos cada vez mais longe desta camarilha radicalizando a luta se preciso for.

O PS continua tratar-nos da saúde


O serviço de Cirurgia Cardiotorácica dos Hospitais da Universidade de Coimbra, é um modelo dentro deste hospital, e é uma referência no nosso país e no estrangeiro. Sem listas de espera, altamente profissional o modelo criado devia servir de exemplo para outros serviços para outros hospitais.
Infelizmente neste país e neste sistema, competência, dedicação e profissionalismo são qualidades a abater e como tal a administração socialista que governo os HUC quer nivelar por baixo um dos poucos departamentos de saúde que funciona neste país. Sabemos quão solícito a cumprir ordens do ministério é o administrador dos HUC, todos sentimos na pele a sua politica de terra queimada no que toca ao fecho de unidades de saúde, quando desempenhou funções na Administração Regional. Cumpriu bem as ordens de Lisboa, com um grande zelo e dedicação.
Tem razão o Dr.: Manuel Antunes em querer bater com a porta o que lhe estão a fazer é a paga pelo seu profissionalismo, competência e dedicação, ou então está a pagar pelo seu amor a Coimbra, nomeadamente no que em comum fazemos a luta contra o “negócio” da co-incineração.

Europeias 2009 - Tempo de Antena PNR

domingo, 24 de maio de 2009

PNR EUROPEIAS


Cabeça de lista do PNR aponta abstenção como principal adversário

O cabeça de lista do PNR às eleições europeias, Humberto Nuno de Oliveira, afirmou hoje que a abstenção é o "principal adversário" do partido, considerando que esta prejudica "sobretudo aqueles que não são apresentados aos olhos do grande povo como alternativas".

"Obviamente que as alternativas que são menos conhecidas são aquelas maiormente prejudicadas pela abstenção e não o contrário", declarou Humberto Nuno de Oliveira, em Santarém, onde iniciou uma acção de pré-campanha pelo distrito.

Para o candidato, "há grande abstenção porque justamente esses senhores que estão em Bruxelas deviam ter a noção de que tudo fizeram para construir uma coisa que vem do topo para a base e não, ao invés, como deveria ser, da base para o topo".

Humberto Nuno de Oliveira referiu ainda, a este propósito, que a União Europeia foi "uma estrutura criada à revelia dos povos, à revelia dos portugueses".

"Nunca fomos auscultados, não nos perguntaram se queríamos ser da CEE, se queríamos entrar para o Euro, não nos querem perguntar se queremos o Tratado de Lisboa", acusou.

Acompanhado pelo líder do PNR, José Pinto-Coelho, e por uma dúzia de simpatizantes e militantes do partido, o candidato distribuiu panfletos e autocolantes com o slogan da campanha, "A União Europeia prejudica Portugal".

Acrescentando que os portugueses vivem "numa balança que vai pendendo do PS para o PSD, muito com uma certa complacência que se vai criando em torno de que não há alternativas para além disso", o cabeça de lista do PNR considerou que "seria muito bom para os portugueses, muito bom para a Europa, ter uma voz alternativa no Parlamento Europeu". Para o cabeça de lista, "crescer substancialmente no número de votantes" é a meta do partido.

Humberto Nuno de Oliveira assegurou, contudo, que o partido não entra "em euforias, nem em expectativas infundadas, nem, sobretudo, em futurologia".

Por outro lado, explicou que o PNR quer transmitir a "mensagem de que a União Europeia prejudica Portugal".

"De facto não é legítimo que a troco de betão, de alcatrão, de negócios escandalosos, de uma corrupção que todos os dias acaba por constituir uma névoa sobre a maior parte dos nossos partidos e dos nossos políticos do sistema, se vão esbanjando dinheiros", acusou.

Segundo Humberto Nuno de Oliveira, tais dinheiros "são trocados por soberania nacional, por capacidade de decisão, por capacidade de produção" e por destruição da agricultura ou das pescas.

A acção de pré-campanha do Partido Nacional Renovador termina, à noite, na Chamusca, depois de passagens pela Golegã e Tomar.


FONTE

sábado, 23 de maio de 2009

OPERAÇÃO PLANALTO


Ainda não tinham sido limpos os restos da festa que o Partido Comunista fez no Planalto do Ingote e já a Policia Judiciaria procedia à detenção de traficantes de droga.
Percebemos o fetiche do Partido Comunista pelas traficantes de droga, de outra forma não se percebia o convite das FARC para a Festa do Avante, quem convida esta organização de narcotraficantes para uma festa não lhe convém que o trafico de droga seja combatido e como tal organiza festarolas, marchinhas hipócritas para ir enganando os habitantes do Planalto do Ingote.
Com os nacionalistas o crime tem a resposta correcta, não vamos com falinhas mansas, nem usamos do politicamente correcto.
Para que tráfico de droga e a criminalidade acabem, só nacionalismo é solução.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Gangues multiétnicos


Por vezes alguns jornalistas furam a rede imposta pelo sistema e ficamos a saber que muita da criminalidade que nos assola é cometida por imigrantes.
Alguns números o sistema não pode esconder, como seja o facto de mais de 20% dos nossos presos serem estrangeiros e aquilo que todos nós sabemos mas que a censura instituída não quer deixar que se fale, o crime violento é na esmagadora maioria dos casos cometida por imigrantes.
Hoje o Diário de Coimbra dá-nos mais uma notícia que confirma o que acabei de escrever.
Parabéns ao jornalista e ao jornal por nos fazer chegar a verdade, por nos fazer chegar toda a verdade.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

PLANALTO SEGURO


Entidades públicas e associações locais querem mobilizar a população do Planalto do Ingote contra a droga. Ontem, a campanha saiu à rua para dar “um novo brilho” aos bairros.
À muitos anos reféns dos traficantes de droga e da criminalidade os habitantes do Planalto do Ingote, anseiam por medidas que dê segurança a uma zona habitada por gente pacifica e de bem e que vê a imagem dos bairros lançada na lama por alguns criminosos perfeitamente identificados e que o sistema não quer ou não consegue parar.
A tropa de choque do sistema e desta câmara vodka laranja, conseguiu meter nas associações do bairro algumas correias de transmissão que querem fazer crer que o combate à criminalidade se faz com manifestações, com folclores mediáticos ou com tolerância.
Nós dizemos que para criminosos deste calibre não pode haver tolerância, nós não enganos o povo, fazendo crer que com declarações de intenção se resolve tão grave problema.
O problema do Planalto resolve-se com mais polícia, com leis mais duras e com a prisão efectiva de toda a escumalha que lança o terror e domina o planalto.
Acreditar no vereador comunista é acreditar no Diabo, porque a esquerda é a principal culpada do onda de criminalidade que varre o nosso país e do clima de impunidade instituído.

Almoço Nacionalista em Coimbra


Terá lugar um almoço-convívio no dia 30 de Maio, às 13.30 horas, em Coimbra.

O almoço está aberto a todos os militantes e simpatizantes do distrito bem como aos de outros locais que resolverem ajudar-nos com a sua presença.

Depois do almoço será feita uma distribuição de panfletos das Eleições Europeias 2009 no centro da cidade.

Estarão presentes o Presidente do PNR, José Pinto-Coelho e outros dirigentes do PNR.

Mais informações e incrições | email : PNRCoimbra@ gmail.com | telemóvel: 96 148 83 75

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Indisciplina na escola


Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, lança petição para responsabilização legal dos pais pelo absentismo e indisciplina dos filhos


O presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, Viana do Castelo, lançou esta semana uma petição por alterações legislativas que responsabilizem "efectivamente" os pais nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar.

"A legislação tem que criar mecanismos administrativos e judiciais, desburocratizados, efectivos e atempados de responsabilização dos pais e encarregados de educação em casos de indisciplina escolar, absentismo e abandono, modificando a lei que consagra o Estatuto do Aluno e outras leis conexas", disse à Lusa Luís Braga, presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque e autor do texto.

Este professor de história escreveu um texto a que chamou "Petição pela responsabilização efectiva das famílias nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar", disponível aqui.

Em dois dias, recolheu quase 1000 assinaturas. O objectivo é reunir quatro mil para "obrigar" a Assembleia da República a discutir a questão em plenário. "Na prática, o que defendo é que os encarregados de educação têm de ser responsabilizados pela educação ou não educação dos alunos", disse o docente.

"Os mecanismos criados devem traduzir-se em medidas sancionatórias às famílias negligentes, como multas, retirada de prestações sociais e, no limite, efeitos sobre o exercício das responsabilidades parentais, como é próprio de uma situação que afecta direitos fundamentais de pessoas dependentes", salienta a moção.

"Actualmente, a única coisa que um professor pode fazer se um aluno faltar sucessivamente é um teste de recuperação para avaliar as dificuldades da criança e isto não é nada", disse Luís Braga.

A petição colheu já assinaturas de pessoas que, para além do nome, escrevem diversos comentários. "Sou mãe e exijo que os meus direitos sejam assegurados" e "a educação passa pela família", são alguns dos 'recados' deixados pelos peticionários.

"No momento presente, as faltas e actos de indisciplina são pouco eficazmente sancionados, tendo-se optado por medidas de tipo pedagógico, com fortes entraves burocráticos e com pouca eficácia junto dos agentes dos actos em causa", refere a petição.


NOTA: Esta petição deve ser assinada com o nome completo, uma vez que também têm de referir o nº do BI e e-mail, para poder ser considerada legalmente válida e aceite na Assembleia da República.

Legalise


O Tribunal de Coimbra aplicou uma pena de dois anos e três meses, suspensa por igual período.
ao homem de 40 anos. O juiz aconselhou-o a procurar “tratamento clínico”
Começa a ser um lugar comum as noticias sobre pedofilia e se por um lado nos preocupa o numero crescente de casos que vêm a lume, ainda mais nos deve preocupar o facto da maioria das penas darem em pena suspensa e pasme-se sugerindo o tratamento.
Qualquer dia algum desses iluminados que defendeu a legalização do aborto ou que defende a legalização da droga ou do casamento dos homossexuais, virá terreiro pedir a legalização da pedofilia. Nada de estranho uma vez que na Holanda e perfeitamente legal existe o partido que defende este tipo de aberrações. Entretanto e enquanto em nome de uma liberdade qualquer, os predadores sexuais ainda não têm a vida completamente facilitada o sistema já despenalizou este tipo de crime a avaliar pelas sentenças.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Movimento invoca nulidade de acórdão



O movimento de cidadãos que contesta a co-incineração em Souselas, Coimbra, invocou a nulidade do acórdão do Supremo Tribunal Administrativo (STA) que admitiu os recursos do Ministério do Ambiente e da Cimpor, alegando tratamento desigual.


Em causa está um acórdão do STA, do passado dia 7, que admite recursos apresentados pela cimenteira Cimpor e pelo Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional à decisão do Tribunal Central Administrativo (TCA) Norte de suspender a co-incineração de resíduos industriais perigosos (RIP) em Souselas.

Em declarações hoje à agência Lusa, o advogado Castanheira Barros disse que o STA, em acórdão datado de 07 de Maio, “afirma que não houve contra-alegações [do Grupo de Cidadãos de Coimbra] mas elas estão no processo, são 30 páginas”, argumentou.

O causídico justifica a invocação da nulidade do acórdão pela “contradição entre os fundamentos e a decisão”.

“Decidiu-se que não havia contra-alegações e os factos dizem o contrário. Não houve igualdade de tratamento”, criticou.

O movimento de cidadãos alega ainda ter existido “omissão de pronúncia” no acórdão.

“O Supremo Tribunal Administrativo não se pronunciou sobre as nossas alegações”, disse, manifestando-se convicto de que o acórdão “deverá ser declarado nulo”.

Explicou que a invocação de nulidade, entregue segunda-feira, impede que o processo seja redistribuído para ser julgado, sendo analisada pelos mesmos três juízes que proferiram o acórdão, que terão de elaborar um novo, caso o anterior seja declarado nulo.

Segundo Castanheira Barros, mesmo que o tribunal admita os dois recursos do Ministério do Ambiente e da Cimpor “não significa que os mesmos venham a ser julgados favoravelmente”.

“A co-incineração em Souselas continua suspensa até os recursos serem julgados”, sublinhou.

O denominado Grupo de Cidadãos de Coimbra interpôs uma acção no Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra para impedir a queima de resíduos industriais perigosos na cimenteira de Souselas, mas a decisão foi-lhe desfavorável.

Recorreu então para o Tribunal Central Administrativo - Norte, que atendeu às alegações apresentadas e suspendeu o processo.

Segundo Castanheira Barros, a interrupção do processo foi conseguida por via indirecta, pedindo a suspensão da eficácia das licenças ambiental, de instalação e de exploração.
notícias da mesma secção.

Roubaram metadona do IDT durante o fim-de-semana


Assalto a Centro de Atendimento de Toxicodependentes levou a alerta nacional para que todos os centros acautelem as suas medidas de segurança.
Os criminosos seguros da impunidade que o sistema lhes confere, perderam completamente a vergonha.
Bem tentam os responsáveis esconder o sol com uma peneira, mas tudo leva a crer que têm havido mais casos de roubo de metadona.
Agora depois de casa roubada trancas na porta ou então a legalização o meio encontrado pelo sistema quando não quer ou sabe combater os flagelos da sociedade.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

SEMANA ACADÉMICA DE OLIVEIRA DO HOSPITAL 2009

PNR Coimbra


Esta madrugada os militantes e simpatizantes do PNR Coimbra efectuaram mais uma acção de activismo no Distrito.
Centenas de cartazes, panfletos e autocolantes, foram colados e distribuídos nos concelhos de Tábua, Oliveira do Hospital, Arganil, Poiares e Penacova.
Na próxima sexta-feira visitaremos a Figueira da Foz e no domingo faremos propaganda em Montemor-o-velho, Soure, Condeixa, Penela, Lousã e Miranda do Corvo.
Estas acções de propaganda inserem-se na campanha para as Eleições Europeias e terão o seu ponto mais alto no dia 30 de Maio com a realização de um almoço nacionalista em Coimbra.
Para participar no almoço ou colaborar nas acções de activismo é favor contactar:

Email: PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel: 961488375

domingo, 17 de maio de 2009

Basta de Federastas



No próximo dia 7 de Junho, na Eleição para o Parlamento Europeu, os portugueses precisam de dar um sinal claro de que querem mudar o rumo de Portugal e castigar os grandes culpados de sempre com o seu voto no PNR. Votar no PNR não é votar em falsos compromissos ou em palavrinhas hipócritas e politicamente correctas. Votar no PNR é votar na mudança!
Os objectivos do PNR passam pela afirmação de um discurso diferente, vincadamente contra o federalismo de Bruxelas, tão submetido e lacaio do imperialismo sionista americano. Lembrar que esta "europa" nos entrou pela porta dentro sem qualquer consulta, alienando progressivamente a nossa soberania a troco de uns milhões, aliás consumidos de modo bastante duvidoso. Portugal não vive de betão e alcatrão e não é aceitável trocar a independência nacional por esmolas.
Para lá da crise que efectivamente afecta a maioria das pessoas com gravidade, bem pior que isso é a corrupção que se vive em Portugal e o crescente fosso que separa ricos e pobres, retratando assim uma terrível injustiça social. Portugal caminha a passos largos para o terceiro-mundismo! Criminalidade, desemprego, injustiça social, fosso gigante entre os ricos e os pobres, e classe média com a corda na garganta.
Por outro lado o PNR é francamente contra as politicas de imigração desta Europa que não pára de copiar o modelo americano, que embora poder e falido não deixa de tentar fazer sentir a sua influência nefasta.
A imigração é talvez o mecanismo mais utilizado pelo capital, no intuito de aumentar a oferta de mão e consequentemente fazer baixar os salários. Ao longo dos tempos a “importação” massiva de mão-de-obra tem sido a melhor arma contra as justas reivindicações dos trabalhadores. Foi assim durante a construção dos caminhos-de-ferro americanos quando o capital combateu as lutas operárias, com vagas e vagas de trabalhadores chineses e mexicanos e só assim se compreende que nos nossos tempos conquistas como a idade de reforma, ou os horários de trabalho, estejam a ser postas em causa somente porque a burguesia reinante possui nos bancos de suplentes mais uma grande quantidade de jogadores que não hesitará em por a jogar caso a oposição às reformas assim o justifique.
Em quase toda estas manobras sujas do capital, foi muitas vezes confundido o inimigo, é certo que a politica de portas escancaradas trás aos países muita gente que longe de procurar uma vida melhor, apenas imigra porque os “os programas de novas oportunidades” dos países de acolhimento lhes vão facilitar a continuação da actividade criminosa. No entanto a esmagadora maioria dos imigrantes saem dos seus países de origem no intuito de procurar uma vida melhor e aqui começa mais uma ajuda ao grande capital apátrida. Assim é certo que para sair de um país é necessário algum poder económico e também uma certa dose de informação, sendo por isto que a vaga de imigrantes é normalmente constituía por classes um pouco mais favorecidas, sendo que estes estratos sociais são peças importantes no desenvolvimento dos seus países. Ficando para traz aqueles mais desfavorecidos e meia dúzia de déspotas que o neocolonialismo faz questão em sustentar. Sem o sangue necessário para fazer progredir o aparelho produtivo pode o grande capital continuar a sugar as matérias-primas em troca de bens essenciais que estes países nunca produzirão.
Por ultimo estaremos sempre contra a entrada da Turquia na Europa, enquanto outros países muito mais europeus são deixados de fora, enquanto a UE ao serviço do amo americano hostiliza a Rússia, também e segundo as Ordens dos Novos senhores do Templo, vai procurando uma aproximação à Turquia.
A entrada da Turquia na União abrirá a caixa de Pandora do alargamento. Como recusar, a seguir, os 200 milhões de turcófonos do Cáucaso e da Ásia Central, ou os Estados do Magreb? A U.E. herdará todos os contenciosos geopolíticos (água, fronteiras, minorias, etc.) que a Turquia mantém com os seus vizinhos. Sem esquecer os tráficos de droga, armas e imigrantes clandestinos, dos quais é uma das maiores placas giratórias.
Dizer que a Turquia é historicamente europeia é tão verdadeiro como dizer que a França, na qualidade de potência colonial que foi, é africana. A Turquia não é mais europeia pela sua geografia (excepto Istambul e a Trácia) do que pelos seus costumes ou a sua consciência civilizacional. Os turcos definem-se como um povo asiático, cuja idade de ouro é o apogeu do Império Otomano, e se uma fraca minoria kemalista ou saída dos bairros privilegiados de Istambul se sente europeia, os habitantes dos bairros de lata de Istambul e dos campos da Anatólia reconhecem-se mais no vizinho iraquiano do que nos europeus do norte, ou mesmo nos gregos cristãos. A nomeação de um cidadão turco para a direcção da Organização da Conferência Islâmica (OCI, pró saudita), depois os inquietantes propósitos irredentistas de Erdogan, acusando a Grécia de «perseguir os turcos muçulmanos» da Trácia (1), ou ainda a política panturca de Ankara na Ásia Central e no Cáucaso, mostram bem que a Turquia permanece o país «dreaming west and moving east».
A principal razão porque alguns países, incluindo Portugal, apoiam a entrada da Turquia na União é a pressão dos EUA. Estes são todos países pró-Estados Unidos e vão fazer o jogo de Washington. Porque a mim parece-me que Portugal só vai sair prejudicado com a Turquia na União Europeia.

Ontem no Bairro da Bela Vista, hoje em Chelas, amanhã num local perto de si


Desacatos em Chelas acabam com dois feridos ligeiros e uma viatura da PSP apedrejada.
Portugal cada vez mais pode ser considerado um país do Terceiro Mundo, porque se já o era em muitos aspectos, fica agora com o quadro completo no que toca a este tipo de acontecimentos.
Negar que as condições sociais não contribuem para o aumento da criminalidade, é tão estúpido como negar que a imigração descontrolado não é um factor de aumento da criminalidade.
Apontar apenas o dedo à crise sem apontar o dedo à impunidade que gozam neste momento os criminosos, também é tentar enganar as pessoas.
A criminalidade vive da falta de condições sociais, da mesma forma que vive da falta de penas severas e de uma actuação policial mais musculada. O capitalismo vive da imigração e como tal tenta a todo o custo esconder o seu “contributo” para o aumento da criminalidade.
A esquerda vive das migalhas que a direita lhe atira e como tal colabora em todo o enredo. Defende a imigração sabendo que prejudica os trabalhadores nacionais. Tenta esconder a criminalidade sabendo que ela prejudica sobretudo os mais desfavorecidos.
Apesar do sistema dizer que tem estes casos controlados, a realidade mostra-nos que eles têm tendência a alastrar.
Durante o cortejo da queima das fitas, um grupo de “jovens” rodeou um dos carros e impediu a sua passagem, na fora a pronta actuação da policia podia o caso ter sido um pouco mais grave.
Também sabemos que a propósito de participar em certas festas, tão em moda em certas discotecas da província, muitos “jovens” organizam autenticas excursões, sendo que nesses dias a criminalidade e a insegurança disparam nesses locais.
É bom de ver e só os políticos do sistema insistem em tentar tapar o sol com uma peneira. Um dia num lugar perto de si, patrocinado por algum empresário corrupto e gozando da benevolência do sistema, também vai poder “desfrutar” dos “benefícios” da criminalidade que a Nova Ordem Mundial nos tenta impingir.

sábado, 16 de maio de 2009

CAP promete Verão de protestos de rua contra política agrícola do Governo


A direcção da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) vai definir, na próxima quarta-feira, um programa de acções públicas de contestação da política agrícola do Governo. Manifestações, cortejos, sessões de esclarecimento e grandes concentrações de agricultores, a primeira das quais poderá realizar-se já no início de Junho, durante a Feira Nacional da Agricultura, são algumas das iniciativas previstas.
è natural que os nosso agricultores estejam descontentes, mas é preciso que iluminem de vez a doença em vez de andarem só a tratar de baixar a febre.
Este governo os anteriores e todos os partidos do sistema são os culpados do estado a que chegou a nossa agricultura. Desde os tempos do PREC e com a ajuda da EU, os campos vão ficando vazios, trabalhar a terra deixa de ter interesse.
Só eliminando o mal pela raiz é possível, tornar a agricultura rentável, quer no que toca às grandes explorações, quer no que toca às explorações familiares. A EU prejudica e prejudicou a nossa agricultura.
Convém lembrar as propostas do PNR para a agricultura.
Políticas como a PAC têm constituído a desgraça e o desespero dos nossos agricultores, constatando-se o abandono crescente dos campos, fomentado por Bruxelas, a redução da população activa neste sector, a carestia dos produtos agrícolas, mercado português inundado de produtos de qualidade inferior e impondo uma concorrência desleal, graças aos baixos custos que a agricultura intensiva, lesiva do ambiente e da saúde dos consumidores proporciona.
As quotas de produção constituem outro mecanismo vergonhoso, que prejudica quem trabalha e é produtivo. Há muita gente em situação de pobreza e até passando fome, mas prefere-se destruir produtos agrícolas em nome de interesses, que nada têm a ver com Portugal.
O PNR propõe-se:
• Salvaguardar o mundo rural, através da revitalização dos campos, encorajando o turismo de qualidade, as animações culturais e ajudando os jovens agricultores a conservar o gosto dos trabalhos da terra.
• Implementar uma linha de crédito bonificado para os jovens agricultores, nomeadamente para a aquisição de equipamento, e criação de escolas profissionais para estes sectores.
• Proteger a agricultura tradicional, diversificada e biológica, defendendo as explorações de média dimensão e de dimensão familiar, cujo papel económico, social e ambiental não pode ser esquecido. Para tal, deve haver uma moratória das dívidas dos pequenos agricultores, uma redução da burocracia e um apoio aos preços dos produtos agrícolas.
• Promover uma política de etiquetagem, de modo a privilegiar a qualidade à quantidade e o consumo de produtos naturais e regionais.
• Promover o desenvolvimento das culturas susceptíveis de serem utilizadas como matérias-primas industriais, bem como aquelas que mais se adequam às condições naturais do nosso país.
• Desenvolver uma política de ordenamento do território racional e credível, que permita a exploração sustentada da silvicultura, bem como a expansão desta actividade económica.
• Proteger a fertilidade dos solos, desenvolvendo medidas de combate à erosão e à desertificação.
• Assegurar a maior independência alimentar possível, tendo em conta possíveis convulsões internacionais ou catástrofes naturais e criar nichos de produção que consigam penetrar nos mercados externos.

GÓIS - UMA DEZENA DE ACUSADOS NO NEGÓCIO DA QUINTA DO BAIÃO



O Ministério Público de Coimbra acusou cerca de uma dezena de arguidos no processo que envolve o negócio da Quinta do Baião, em Góis, entre os quais estão várias personalidades de destaque daquele concelho, muitas ligadas ao Partido Socialista.
Os vereadores (onde se inclui o actual presidente Girão Vitorino) que, em 1999, aprovaram a venda do terreno à Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra (ADIBER) estão acusados da prática do crime de participação económica em negócio. Já a direcção da ADIBER (onde se inclui José Cabeças e Lurdes Castanheira) é acusada da prática do crime de fraude na obtenção de subsídio tal como o gestor do respectivo programa comunitário, Nuno Jordão.
De fora do rol de acusados ficou o actual executivo (entre os quais Diamantino Garcia que apesar de ter sido eleito pelo PS é agora o candidato do PSD às autárquicas) que em 2007 deliberou a venda do terreno, cumprindo a decisão anterior.
De um modo genérico, os autarcas em funções em 99 são acusados de terem aprovado a venda do terreno por 250 mil euros, um valor inferior em 75 mil euros ao de uma avaliação então efectuada. E nem o facto de o terem feito com base no facto de se tratar de um projecto relevante para o município e para seu desenvolvimento impediu a sua acusação.
O terreno iria ser vendido à ADIBER que tinha para ali projectado um projecto de agro-turismo. Com base na deliberação camarária, a direcção da ADIBER candidatou o projecto aos fundos comunitários (Leader II) recebendo 234 mil euros provenientes de Bruxelas. Todavia, alegadamente por questões jurídicas o terreno não foi sequer escriturado no prazo de execução do projecto previsto pelo programa comunitário (só o seria em 2007). Por isso, a direcção então presidida por José Cabeças (à época presidente da Câmara e hoje novamente presidente da ADIBER) que também integrava a actual candidata do PS à Câmara de Góis, Lurdes Castanheira, entre outros elementos, está acusada pela prática do crime de fraude na obtenção de subsídio. O gestor do Leader II, que permitiu a conclusão do processo sem que o terreno tivesse sido escriturado, é acusado da prática do mesmo crime.
Após a denúncia anónima, foi realizada uma inspecção e quando foi apresentado o resultado a ADIBER já tinha escriturado o terreno, mas o Ministério da Agricultura exigiu na mesma a devolução do financiamento. Por isso, a ADIBER tentou vender o terreno a um privado (por 450 mil euros) para pagar a dívida, mas a autarquia exerceu o direito de preferência sobre os 250 mil euros do contrato e a ADIBER recuou. Neste momento, ainda não terá devolvido o dinheiro e o terreno continua na sua posse, pese embora a autarquia possa, se o projecto de agro-turismo não se concretizar até Setembro deste ano, como clausulado, agir judicialmente e a posse da parcela será devolvida à Câmara, sem qualquer contrapartida.

FONTE

PNR Europeias 2009 | Entrevista na RTP2


O nosso Cabeça de Lista, Humberto Nuno de Oliveira, estará em entrevista no "Jornal 2", na RTP 2, no dia 19 de Maio pelas 22.00 horas.

Esta entrevista insere-se num conjunto de entrevistas do "Jornal 2" a todos os candidatos às Eleições Europeias, que terá início no dia, sendo por isso, Humberto Nuno de Oliveira o segundo convidado do programa de informação.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Baixa de Coimbra: uma porta sempre aberta


Os comerciantes da baixa, sacrificando o seu descanso semanal, mas lutando para salvar o seu negócio, vão abrir ao sábado de tarde.
Durante todo o sábado o estacionamento será grátis na baixa e a autarquia vai disponibilizar mais transportes públicos durante a tarde.
Saudamos esta iniciativa dos comerciantes da baixa e prometendo divulgá-la o mais possivél.
Fazemos votos para que o povo de Coimbra, perceba que comprar no comércio tradicional, não fica mais caro, antes pelo contrário e que a relação cliente fornecedor é muito mais próxima, muita mais humana, condição para se fazer uma compra de muito mais confiança.

Para o PNR, a cidade é um espaço urbano onde deve coexistir a tradição e a modernidade; um espaço de convivência humana, sã e harmoniosa; um espaço onde confluem funções sociais, económicas e culturais. O comércio tradicional desempenha uma importante função dentro do espaço urbano pois, além de o humanizar, potencia a dinamização social, económica e cultural. O comércio tradicional é, pois, um elemento fundamental para o equilíbrio do espaço urbano, e, como tal, deve ser preservado.

As causas da crise que afecta o comércio tradicional

As causas que trouxeram a crise a este sector têm essencialmente a ver com a proliferação desregrada de grandes superfícies comerciais, fruto de lóbis financeiros poderosíssimos em coligação com os partidos do sistema (mais interessados no lucro e na expropriação do que no bem-estar dos cidadãos, dos pequenos comerciantes, e da sustentabilidade das nossas cidades).
Há ainda um outro problema nada despiciendo. Ao contrário dos restantes partidos políticos (que preferem fechar os olhos aos problemas reais), o PNR conhece bem as dificuldades que a invasão chinesa tem vindo a acrescentar aos já mais do que muitos problemas com que os comerciantes portugueses se defrontam diariamente: as lojas chinesas oferecem uma concorrência feroz e desleal! Recordamos que a China produz com recurso à exploração miserável dos seus trabalhadores, sujeitando-os a 14 e mais horas diárias de trabalho, em condições sub-humanas e com salários extremamente baixos; os estabelecimentos chineses vendem produtos de fraca qualidade e não oferecem quaisquer garantias aos consumidores. Por isso, conseguem vender a preços tão reduzidos. E, claro está, em tempo de crise os portugueses não têm muitas alternativas, sendo levados a optar pela baixa qualidade, a baixos preços.

Objectivos e propostas

O PNR, como Partido Nacionalista que é, e preocupado que está com todos os aspectos da vida da Nação, considera que lutar pela preservação do comércio tradicional é algo que se impõe! Impele-nos o receio de ver o comércio tradicional definitivamente esmagado pelas grandes superfícies comerciais e pela especulação imobiliária inerente (controlada por predadores de riqueza poderosos e sem escrúpulos); de ver o centro das nossas cidades transformados em desertos, onde só habitam o crime e a marginalidade; de herdar cidades profusamente edificadas por vetustos e devolutos, mas destituídas do seu importante carácter humano, social e cultural.

No concreto, o PNR propõe:

- fiscalização dos estabelecimentos estrangeiros e encerramento daqueles em que se prove haver irregularidades;
- taxas aduaneiras aos produtos provenientes da Ásia;
- baixa do IRC;
- melhoria das condições do centro da cidade, tornando-o mais acessível e apelativo (mais limpo, mais verde e com mais animação cultural);
- erradicação da criminalidade que tem alastrado no centro da cidade;
- fim à proliferação das grandes superfícies comerciais e sujeição às já existentes a um agravamento de impostos;
- controlo eficaz da especulação imobiliária;
- repovoamento do centro histórico da cidade.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Santarém | Almoço-convívio e acção de campanha


Terá lugar um almoço-convívio no dia 23 de Maio, às 13.30 horas, em Santarém.

O almoço está aberto a todos os militantes e simpatizantes do distrito bem como aos de outros locais que resolverem ajudar-nos com a sua presença.

Depois do almoço será feita uma distribuição de panfletos das Eleições Europeias 2009 no centro da cidade.

Estarão presentes o Presidente do PNR, José Pinto-Coelho e outros dirigentes do PNR.

Inscrições
| email : ce@pnr.pt
| telemóvel: 96 437 82 25

terça-feira, 12 de maio de 2009

E os mandantes?


O presidente do Eurojust, Lopes da Mota poderá vir a ser alvo de um processo disciplinar no seguimento do inquérito às alegadas pressões sobre dois procuradores do caso Freeport, Vítor Magalhães e Pães Faria.
A provar-se todas estas pressões, impõe-se que se apure se toda esta trama nasceu simplesmente na cabeça de Lopes Mota ou se também ele recebeu pressões para assim agir.
Tenho cá para mim que já foi encontrado um bode expiatório e que os mandantes vão ficar de fora.

Grupo criminoso de Famalicão teria “célula” em Arazede


Um casal residente em Arazede, ele com 64 anos e ela com 56 anos, foi identificado e constituído arguido, no âmbito de uma mega operação desenvolvida pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Santo Tirso. O casal é suspeito de ser angariador de clientes, nomeadamente de compradores de moeda falsa, para a cabecilha de uma organização, sediada em Famalicão.
Na busca efectuada no sábado de manhã à residência do casal, os militares da GNR apreenderam, segundo apurámos, duas espingardas caçadeiras e 40 munições, bem como quatro notas que se supõe serem contrafeitas, de proveniências tão estranhas como o Egipto, a Venezuela, a Indonésia e Nicarágua.
Não pomos em duvida o meritório trabalho da guarda e da policia, sabemos no entanto que as novas leis engendradas pelo sistema e alguma cultura de esquerda de certos magistrados, deitam por agua abaixo todo esse trabalho e a pouco e pouco vão causando um sentimento de frustração nas forças de segurança.
Por tudo o que dissemos não se admirem se estes criminosos depois de presentes a juiz, sejam mandados em liberdade.

FONTE

Crise! Qual crise?


Os lucros do BCP dispararam 625 por cento para os 106,7 milhões de euros nos primeiros três meses do ano. O valor é muito acima do previsto pelos analistas e contrasta com os 14,7 milhões apurados no trimestre homólogo.