domingo, 31 de maio de 2009
10 de Junho

No dia 10 de Junho, como é habitual, o PNR vai celebrar o Dia de Portugal com uma manifestação em Lisboa.
16.00 horas - Concentração no Largo de Camões.
16.30 horas - Marcha até à Praça dos Restauradores.
17.30 horas - Discursos (na Praça dos Restauradores).
Nesse dia, é um dever patriótico abdicar da praia ou de outro legítimo e normal programa familiar ou social para estar na rua a celebrar a nossa Nação.
O PNR pede a mobilização de todos!
Candidato do PNR acusa CDS de se colar às suas propostas
O cabeça-de-lista do Partido Nacional Renovador (PNR) às europeias, Humberto Nuno de Oliveira, acusou hoje o CDS-PP de “colagem” às propostas defendidas pelo seu partido desde há cinco anos.
“Não posso deixar de constatar com uma certa surpresa, embora ficando muito satisfeito, que ontem à noite (sexta-feira) as declarações do candidato do CDS-PP quase podiam ser as minhas”, ironizou Nuno de Oliveira, em declarações aos jornalistas numa acção de campanha em Coimbra.
“Acho engraçado e simultaneamente estranho, porque há cinco anos, quando o CDS estava no Governo, questões como lei das quotas, da imigração e da nacionalidade foram bandeiras nossas, e ontem vejo que uma pessoa que há cinco anos tinha responsabilidades governativas a pegar exactamente nesses temas”, sublinhou o candidato.
Uma pequena comitiva liderada por Nuno de Oliveira distribuiu ainda da parte da manhã propaganda junto ao Portugal dos Pequenitos, um dos locais mais visitados da cidade. A acção de campanha em Coimbra incluiu um almoço com apoiantes e distribuição de propaganda na baixa da cidade.
“Escolhemos a Baixa porque uma das bandeiras do PNR é a defesa do comércio tradicional, que é uma das questões que aflige o nosso país”, disse Nuno de Oliveira.
Em declarações aos jornalistas, o candidato nacionalista criticou o “federalismo e este modelo de União Europeia que nos tem tornado cada vez mais um país dependente”.
“Nós praticamente importamos tudo o que necessitamos. Desde que entrámos na CEE e depois para União Europeia, fomos habituados a uma cultura de subsidiodependência”, denunciou Nuno de Oliveira, que defende uma aposta “na produção e numa menor dependência do estrangeiro”
Salientando que “a subsídiodependência se tornou uma maneira de estar de Portugal”, o candidato ao Parlamento Europeu considerou que “um país que praticamente importa tudo aquilo que necessita é um país pouco livre e muito pouco viável no futuro”.
A meio da campanha para as eleições europeias do dia sete de Junho, o cabeça-de-lista do PNR mostrou-se convicto no aumento da votação, considerando que o principal adversário dos “partidos pequenos será a abstenção”.
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sábado, 30 de maio de 2009
Almoço Nacionalista em Coimbra

Um grande momento de convívio e activismo é como posso classificar o almoço.
Os meios de comunicação social também estiveram presentes no ponto de encontro, sendo pois mais uma achega para a campanha.
Um abraço aos camaradas que se deslocaram a Coimbra e agora na recta final da campanha para as europeias, importa dar tudo o que temos e não temos, ajuda nas acções de activismo, participação nos blogues e nos jornais online, usar o HI5 e outras paginas do género, usar o telemóvel, cada voto conta; O teu conta, mas trás um amigo também.
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sexta-feira, 29 de maio de 2009
SÓ NACIONALISMO É SOLUÇÃO

As sondagens sobre as eleições que se avizinham, trazem-nos mais do mesmo, sobretudo porque continuam a ser feitas com base nos partidos parlamentares deixando de fora os pequenos partidos.
As agências de sondagens como grande parte dos meios de comunicação, mostram que são meras correias de transmissão do sistema.
É vergonhoso ver os debates a cinco, as notícias de campanha dos cinco e o desprezo “democrático” pelos outros partidos.
Embora os partidos do sistema tentem sacudir as culpas da crise uns para cima dos outros a verdade é que de uma forma ou de outra, com mais culpas ou menos culpas todos eles são responsáveis por ela. Sejam os cinco do costume, sejam alguns pequenos partidos que são ramificações, cópias declaradas de algum dos grandes a conversa vai sempre dar ao mesmo.
Neste momento só existem três blocos, a direita a esquerda que no fundo e apresar de algumas diferenças de cosmética, não passam de varias cabeças de mesma hidra peçonhenta que se chama capitalismo e o partido de Portugal e dos portugueses, a única alternativa, porque se social, pensa na pátria. Para quem os ventos de mudança são importantes, para quem quer liberdade mas também quer segurança, para quem quer justiça social mas também quer propriedade privada, para quem quer modernidade sem querer bandalheira, só resta uma alternativa o voto no PNR, porque só o nacionalismo é solução.
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Contrato local de Segurança

A Câmara e as autoridades policiais andam a brincar com os comerciantes da baixa.
Sempre aqui denunciamos as falsas promessas que o sistema fazia aos comerciantes.
Os assaltos sucedem-se e como os criminosos perderam a vergonha devido à impunidade patrocinado pelo sistema, agora até se dão ao luxo de assaltar em pleno dia.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
O relatório da Amnistia Internacional

A imprensa nacional deu destaque a um suposto relatório da Amnistia Internacional no qual acusa as forças de segurança de "brutalidade policial" e aproveita para, de forma atabalhoada e descabida, mencionar o PNR como responsável por "potenciar o racismo e xenofobia contra imigrantes".
O PNR repudia veementemente a associação do seu nome às alegações da AI e vem esclarecer o seguinte:
1) O PNR acha estranho, mas elucidativo, que os recentes casos de violência étnica nos bairros da Quinta da Fonte e Bela Vista, contra cidadãos e contra agentes policiais, não sejam denunciados no comunicado daquela organização;
2) O PNR rejeita ser um bode expiatório da violência que diariamente assola os portugueses, civis ou polícias, cometida sobretudo por gangues de jovens de bairros suburbanos e organizações criminosas com ramificações internacionais, conforme tem sido denunciado por vários agentes da justiça;
3) O PNR estará sempre do lado da ordem e segurança, aliás uma das suas bandeiras, nunca do lado dos bandos de criminosos que a AI se esforça por ocultar dos seus comunicados e relatórios;
4) O PNR reitera o seu apoio aos agentes das forças policiais, regra geral sem as condições mínimas para efectuar um trabalho digno e eficaz, e coloca-se ao lado daqueles que arriscam a vida para defender os cidadãos, não do lado daqueles que são os responsáveis pelo clima de autêntico terror que se vive um pouco por todo o país.
5) O PNR considera que os principais culpados do clima de insegurança que se vive actualmente são os políticos do sistema, por motivo da sua inépcia e leis que, essas sim, potenciam o sentimento de impunidade e aumentam os índices de criminalidade.
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quarta-feira, 27 de maio de 2009
PNR critica "desleixo" dos "poderes do país" em relação ao aparelho produtivo

O cabeça-de-lista às eleições europeias do Partido Nacional Renovador (PNR) visitou esta manhã o mercado dos Olivais, onde acusou "os poderes do país" de "incúria e desleixo" em relação ao aparelho produtivo e à agricultura.
"Somos um país que praticamente importa tudo, que desleixou e descurou o aparelho produtivo e a agricultura também", disse à agência Lusa o cabeça-de-lista do PNR às eleições para o Parlamento Europeu, Humberto Nuno de Oliveira.
Numa acção de campanha eleitoral que passou esta manhã pelo mercado dos Olivais, em Lisboa, e sempre acompanhado pelo presidente do partido, José Pinto Coelho, o candidato do PNR, sublinhou que "nos contactos com as pessoas de bairros que sofrem e experimentam todos os dias os problemas graves do país" é importante falar também dos problemas que afectam o comércio tradicional.
"As pessoas sentem-se revoltadas, abandonadas e há de facto uma noção de incúria e desleixo por parte dos poderes do nosso país relativamente às suas necessidades legítimas", disse Humberto Nuno de Oliveira.
O candidato a eurodeputado defendeu a alteração de directivas e paradigmas europeus como forma de impulsionar o comércio tradicional português.
"Sobretudo pode depender-se menos da importação, que é aquilo que acontece em Portugal", afirmou, tendo acrescentado que é necessário o fim da "cultura de dependência" e das "falsas dependências", revitalizando o sector produtivo nacional.
Às poucas pessoas que esta manhã se encontravam no mercado dos Olivais, Humberto Nuno de Oliveira apresentou ainda o PNR como a única alternativa credível nas próximas eleições europeias.
"A alternativa somos nós, nós é que colocamos os portugueses e Portugal em primeiro lugar e jamais venderemos Portugal a troco de esmolas para o betão, alcatrão ou negociatas escuras", disse.
Os portugueses elegem os próximos 22 representantes portugueses no Parlamento Europeu a 07 de Junho.
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Oliveira do Hospital Mais 56 trabalhadores das confecções foram para o desemprego

Fábrica de confecções Mundiveste ficou sem encomendas, mas assim que conseguir novos trabalhos pretende voltar a readmitir os funcionários que agora foram para o fundo de desemprego.
Fruto da crise ou por escandaloso aproveitamento, sucedem-se as fabricas a fechar.
Para as pequenas e médias empresas o governo e o sistema não apresentam soluções nem injectam capital para as salvar.
Uma coisa sabemos de fonte segura alguém anda a lucrar com a crise, o grande capital, que vai poder trabalhar novos mercados e os lacaios que mete nos governos.
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terça-feira, 26 de maio de 2009
Cooperativa Agrícola de Condeixa assaltada durante a madrugada

Terá sido na madrugada de domingo que os assaltantes entraram nas instalações da Cooperativa Agrícola de Condeixa, levando uma quantia em dinheiro que, ontem ao final da tarde os responsáveis da direcção ainda não tinham conseguido apurar.
Não nos cansaremos de denunciar a criminalidade que cresce neste país. Sabemos que com este sistema as melhorias vão ser poucas. Nalguns pontos de Portugal já se fala em milícias populares para tentar minimizar os benefícios da criminalidade que o sistema nos tenta impingir.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
PROFESSORES EM LUTA
O Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores (MUP) e a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APEDE) juntam-se à manifestação nacional do próximo sábado “contra as políticas de um ministério e de um Governo que tudo fizeram para desprestigiar e humilhar a profissão docente”, mas dizem que “esta forma de luta de pouco valerá se não for integrada num plano mais vasto, coerente e determinado”.
Apesar de dizerem que a unidade é essencial, criticam que “se procurem silenciar outras perspectivas de luta e se imponham falsos unanimismos”, pelo que insistem na “divulgação pública das propostas de luta aprovadas nas reuniões de consulta aos professores”.
“Recusamos a ideia de que esta luta se vai arrastar por tempo indeterminado, sem radicalização, e com um passo de caracol ritmado por negociações sindicais incapazes de oferecer resultados visíveis”, lê-se num comunicado conjunto das duas associações.
Mais uma vez saudamos a justa luta dos professores por uma escola melhor e sobretudo o afastamento dos traidores dos sindicados que só procuram proveitos partidários e já mostraram bem do que são capazes. Os sindicatos vão procurar continuar com o folclore mediático, que dá votos aos partidos que representam, os professores precisam de caminhar unidos cada vez mais longe desta camarilha radicalizando a luta se preciso for.
O PS continua tratar-nos da saúde

O serviço de Cirurgia Cardiotorácica dos Hospitais da Universidade de Coimbra, é um modelo dentro deste hospital, e é uma referência no nosso país e no estrangeiro. Sem listas de espera, altamente profissional o modelo criado devia servir de exemplo para outros serviços para outros hospitais.
Infelizmente neste país e neste sistema, competência, dedicação e profissionalismo são qualidades a abater e como tal a administração socialista que governo os HUC quer nivelar por baixo um dos poucos departamentos de saúde que funciona neste país. Sabemos quão solícito a cumprir ordens do ministério é o administrador dos HUC, todos sentimos na pele a sua politica de terra queimada no que toca ao fecho de unidades de saúde, quando desempenhou funções na Administração Regional. Cumpriu bem as ordens de Lisboa, com um grande zelo e dedicação.
Tem razão o Dr.: Manuel Antunes em querer bater com a porta o que lhe estão a fazer é a paga pelo seu profissionalismo, competência e dedicação, ou então está a pagar pelo seu amor a Coimbra, nomeadamente no que em comum fazemos a luta contra o “negócio” da co-incineração.
domingo, 24 de maio de 2009
PNR EUROPEIAS

Cabeça de lista do PNR aponta abstenção como principal adversário
O cabeça de lista do PNR às eleições europeias, Humberto Nuno de Oliveira, afirmou hoje que a abstenção é o "principal adversário" do partido, considerando que esta prejudica "sobretudo aqueles que não são apresentados aos olhos do grande povo como alternativas".
"Obviamente que as alternativas que são menos conhecidas são aquelas maiormente prejudicadas pela abstenção e não o contrário", declarou Humberto Nuno de Oliveira, em Santarém, onde iniciou uma acção de pré-campanha pelo distrito.
Para o candidato, "há grande abstenção porque justamente esses senhores que estão em Bruxelas deviam ter a noção de que tudo fizeram para construir uma coisa que vem do topo para a base e não, ao invés, como deveria ser, da base para o topo".
Humberto Nuno de Oliveira referiu ainda, a este propósito, que a União Europeia foi "uma estrutura criada à revelia dos povos, à revelia dos portugueses".
"Nunca fomos auscultados, não nos perguntaram se queríamos ser da CEE, se queríamos entrar para o Euro, não nos querem perguntar se queremos o Tratado de Lisboa", acusou.
Acompanhado pelo líder do PNR, José Pinto-Coelho, e por uma dúzia de simpatizantes e militantes do partido, o candidato distribuiu panfletos e autocolantes com o slogan da campanha, "A União Europeia prejudica Portugal".
Acrescentando que os portugueses vivem "numa balança que vai pendendo do PS para o PSD, muito com uma certa complacência que se vai criando em torno de que não há alternativas para além disso", o cabeça de lista do PNR considerou que "seria muito bom para os portugueses, muito bom para a Europa, ter uma voz alternativa no Parlamento Europeu". Para o cabeça de lista, "crescer substancialmente no número de votantes" é a meta do partido.
Humberto Nuno de Oliveira assegurou, contudo, que o partido não entra "em euforias, nem em expectativas infundadas, nem, sobretudo, em futurologia".
Por outro lado, explicou que o PNR quer transmitir a "mensagem de que a União Europeia prejudica Portugal".
"De facto não é legítimo que a troco de betão, de alcatrão, de negócios escandalosos, de uma corrupção que todos os dias acaba por constituir uma névoa sobre a maior parte dos nossos partidos e dos nossos políticos do sistema, se vão esbanjando dinheiros", acusou.
Segundo Humberto Nuno de Oliveira, tais dinheiros "são trocados por soberania nacional, por capacidade de decisão, por capacidade de produção" e por destruição da agricultura ou das pescas.
A acção de pré-campanha do Partido Nacional Renovador termina, à noite, na Chamusca, depois de passagens pela Golegã e Tomar.
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sábado, 23 de maio de 2009
OPERAÇÃO PLANALTO

Ainda não tinham sido limpos os restos da festa que o Partido Comunista fez no Planalto do Ingote e já a Policia Judiciaria procedia à detenção de traficantes de droga.
Percebemos o fetiche do Partido Comunista pelas traficantes de droga, de outra forma não se percebia o convite das FARC para a Festa do Avante, quem convida esta organização de narcotraficantes para uma festa não lhe convém que o trafico de droga seja combatido e como tal organiza festarolas, marchinhas hipócritas para ir enganando os habitantes do Planalto do Ingote.
Com os nacionalistas o crime tem a resposta correcta, não vamos com falinhas mansas, nem usamos do politicamente correcto.
Para que tráfico de droga e a criminalidade acabem, só nacionalismo é solução.
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sexta-feira, 22 de maio de 2009
Gangues multiétnicos

Por vezes alguns jornalistas furam a rede imposta pelo sistema e ficamos a saber que muita da criminalidade que nos assola é cometida por imigrantes.
Alguns números o sistema não pode esconder, como seja o facto de mais de 20% dos nossos presos serem estrangeiros e aquilo que todos nós sabemos mas que a censura instituída não quer deixar que se fale, o crime violento é na esmagadora maioria dos casos cometida por imigrantes.
Hoje o Diário de Coimbra dá-nos mais uma notícia que confirma o que acabei de escrever.
Parabéns ao jornalista e ao jornal por nos fazer chegar a verdade, por nos fazer chegar toda a verdade.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
PLANALTO SEGURO

Entidades públicas e associações locais querem mobilizar a população do Planalto do Ingote contra a droga. Ontem, a campanha saiu à rua para dar “um novo brilho” aos bairros.
À muitos anos reféns dos traficantes de droga e da criminalidade os habitantes do Planalto do Ingote, anseiam por medidas que dê segurança a uma zona habitada por gente pacifica e de bem e que vê a imagem dos bairros lançada na lama por alguns criminosos perfeitamente identificados e que o sistema não quer ou não consegue parar.
A tropa de choque do sistema e desta câmara vodka laranja, conseguiu meter nas associações do bairro algumas correias de transmissão que querem fazer crer que o combate à criminalidade se faz com manifestações, com folclores mediáticos ou com tolerância.
Nós dizemos que para criminosos deste calibre não pode haver tolerância, nós não enganos o povo, fazendo crer que com declarações de intenção se resolve tão grave problema.
O problema do Planalto resolve-se com mais polícia, com leis mais duras e com a prisão efectiva de toda a escumalha que lança o terror e domina o planalto.
Acreditar no vereador comunista é acreditar no Diabo, porque a esquerda é a principal culpada do onda de criminalidade que varre o nosso país e do clima de impunidade instituído.
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Almoço Nacionalista em Coimbra

Terá lugar um almoço-convívio no dia 30 de Maio, às 13.30 horas, em Coimbra.
O almoço está aberto a todos os militantes e simpatizantes do distrito bem como aos de outros locais que resolverem ajudar-nos com a sua presença.
Depois do almoço será feita uma distribuição de panfletos das Eleições Europeias 2009 no centro da cidade.
Estarão presentes o Presidente do PNR, José Pinto-Coelho e outros dirigentes do PNR.
Mais informações e incrições | email : PNRCoimbra@ gmail.com | telemóvel: 96 148 83 75
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Indisciplina na escola

Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, lança petição para responsabilização legal dos pais pelo absentismo e indisciplina dos filhos
O presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, Viana do Castelo, lançou esta semana uma petição por alterações legislativas que responsabilizem "efectivamente" os pais nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar.
"A legislação tem que criar mecanismos administrativos e judiciais, desburocratizados, efectivos e atempados de responsabilização dos pais e encarregados de educação em casos de indisciplina escolar, absentismo e abandono, modificando a lei que consagra o Estatuto do Aluno e outras leis conexas", disse à Lusa Luís Braga, presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque e autor do texto.
Este professor de história escreveu um texto a que chamou "Petição pela responsabilização efectiva das famílias nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar", disponível aqui.
Em dois dias, recolheu quase 1000 assinaturas. O objectivo é reunir quatro mil para "obrigar" a Assembleia da República a discutir a questão em plenário. "Na prática, o que defendo é que os encarregados de educação têm de ser responsabilizados pela educação ou não educação dos alunos", disse o docente.
"Os mecanismos criados devem traduzir-se em medidas sancionatórias às famílias negligentes, como multas, retirada de prestações sociais e, no limite, efeitos sobre o exercício das responsabilidades parentais, como é próprio de uma situação que afecta direitos fundamentais de pessoas dependentes", salienta a moção.
"Actualmente, a única coisa que um professor pode fazer se um aluno faltar sucessivamente é um teste de recuperação para avaliar as dificuldades da criança e isto não é nada", disse Luís Braga.
A petição colheu já assinaturas de pessoas que, para além do nome, escrevem diversos comentários. "Sou mãe e exijo que os meus direitos sejam assegurados" e "a educação passa pela família", são alguns dos 'recados' deixados pelos peticionários.
"No momento presente, as faltas e actos de indisciplina são pouco eficazmente sancionados, tendo-se optado por medidas de tipo pedagógico, com fortes entraves burocráticos e com pouca eficácia junto dos agentes dos actos em causa", refere a petição.
NOTA: Esta petição deve ser assinada com o nome completo, uma vez que também têm de referir o nº do BI e e-mail, para poder ser considerada legalmente válida e aceite na Assembleia da República.
Legalise

O Tribunal de Coimbra aplicou uma pena de dois anos e três meses, suspensa por igual período.
ao homem de 40 anos. O juiz aconselhou-o a procurar “tratamento clínico”
Começa a ser um lugar comum as noticias sobre pedofilia e se por um lado nos preocupa o numero crescente de casos que vêm a lume, ainda mais nos deve preocupar o facto da maioria das penas darem em pena suspensa e pasme-se sugerindo o tratamento.
Qualquer dia algum desses iluminados que defendeu a legalização do aborto ou que defende a legalização da droga ou do casamento dos homossexuais, virá terreiro pedir a legalização da pedofilia. Nada de estranho uma vez que na Holanda e perfeitamente legal existe o partido que defende este tipo de aberrações. Entretanto e enquanto em nome de uma liberdade qualquer, os predadores sexuais ainda não têm a vida completamente facilitada o sistema já despenalizou este tipo de crime a avaliar pelas sentenças.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Movimento invoca nulidade de acórdão

O movimento de cidadãos que contesta a co-incineração em Souselas, Coimbra, invocou a nulidade do acórdão do Supremo Tribunal Administrativo (STA) que admitiu os recursos do Ministério do Ambiente e da Cimpor, alegando tratamento desigual.
Em causa está um acórdão do STA, do passado dia 7, que admite recursos apresentados pela cimenteira Cimpor e pelo Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional à decisão do Tribunal Central Administrativo (TCA) Norte de suspender a co-incineração de resíduos industriais perigosos (RIP) em Souselas.
Em declarações hoje à agência Lusa, o advogado Castanheira Barros disse que o STA, em acórdão datado de 07 de Maio, “afirma que não houve contra-alegações [do Grupo de Cidadãos de Coimbra] mas elas estão no processo, são 30 páginas”, argumentou.
O causídico justifica a invocação da nulidade do acórdão pela “contradição entre os fundamentos e a decisão”.
“Decidiu-se que não havia contra-alegações e os factos dizem o contrário. Não houve igualdade de tratamento”, criticou.
O movimento de cidadãos alega ainda ter existido “omissão de pronúncia” no acórdão.
“O Supremo Tribunal Administrativo não se pronunciou sobre as nossas alegações”, disse, manifestando-se convicto de que o acórdão “deverá ser declarado nulo”.
Explicou que a invocação de nulidade, entregue segunda-feira, impede que o processo seja redistribuído para ser julgado, sendo analisada pelos mesmos três juízes que proferiram o acórdão, que terão de elaborar um novo, caso o anterior seja declarado nulo.
Segundo Castanheira Barros, mesmo que o tribunal admita os dois recursos do Ministério do Ambiente e da Cimpor “não significa que os mesmos venham a ser julgados favoravelmente”.
“A co-incineração em Souselas continua suspensa até os recursos serem julgados”, sublinhou.
O denominado Grupo de Cidadãos de Coimbra interpôs uma acção no Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra para impedir a queima de resíduos industriais perigosos na cimenteira de Souselas, mas a decisão foi-lhe desfavorável.
Recorreu então para o Tribunal Central Administrativo - Norte, que atendeu às alegações apresentadas e suspendeu o processo.
Segundo Castanheira Barros, a interrupção do processo foi conseguida por via indirecta, pedindo a suspensão da eficácia das licenças ambiental, de instalação e de exploração.
notícias da mesma secção.
Roubaram metadona do IDT durante o fim-de-semana

Assalto a Centro de Atendimento de Toxicodependentes levou a alerta nacional para que todos os centros acautelem as suas medidas de segurança.
Os criminosos seguros da impunidade que o sistema lhes confere, perderam completamente a vergonha.
Bem tentam os responsáveis esconder o sol com uma peneira, mas tudo leva a crer que têm havido mais casos de roubo de metadona.
Agora depois de casa roubada trancas na porta ou então a legalização o meio encontrado pelo sistema quando não quer ou sabe combater os flagelos da sociedade.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
PNR Coimbra

Esta madrugada os militantes e simpatizantes do PNR Coimbra efectuaram mais uma acção de activismo no Distrito.
Centenas de cartazes, panfletos e autocolantes, foram colados e distribuídos nos concelhos de Tábua, Oliveira do Hospital, Arganil, Poiares e Penacova.
Na próxima sexta-feira visitaremos a Figueira da Foz e no domingo faremos propaganda em Montemor-o-velho, Soure, Condeixa, Penela, Lousã e Miranda do Corvo.
Estas acções de propaganda inserem-se na campanha para as Eleições Europeias e terão o seu ponto mais alto no dia 30 de Maio com a realização de um almoço nacionalista em Coimbra.
Para participar no almoço ou colaborar nas acções de activismo é favor contactar:
Email: PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel: 961488375
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domingo, 17 de maio de 2009
Basta de Federastas

No próximo dia 7 de Junho, na Eleição para o Parlamento Europeu, os portugueses precisam de dar um sinal claro de que querem mudar o rumo de Portugal e castigar os grandes culpados de sempre com o seu voto no PNR. Votar no PNR não é votar em falsos compromissos ou em palavrinhas hipócritas e politicamente correctas. Votar no PNR é votar na mudança!
Os objectivos do PNR passam pela afirmação de um discurso diferente, vincadamente contra o federalismo de Bruxelas, tão submetido e lacaio do imperialismo sionista americano. Lembrar que esta "europa" nos entrou pela porta dentro sem qualquer consulta, alienando progressivamente a nossa soberania a troco de uns milhões, aliás consumidos de modo bastante duvidoso. Portugal não vive de betão e alcatrão e não é aceitável trocar a independência nacional por esmolas.
Para lá da crise que efectivamente afecta a maioria das pessoas com gravidade, bem pior que isso é a corrupção que se vive em Portugal e o crescente fosso que separa ricos e pobres, retratando assim uma terrível injustiça social. Portugal caminha a passos largos para o terceiro-mundismo! Criminalidade, desemprego, injustiça social, fosso gigante entre os ricos e os pobres, e classe média com a corda na garganta.
Por outro lado o PNR é francamente contra as politicas de imigração desta Europa que não pára de copiar o modelo americano, que embora poder e falido não deixa de tentar fazer sentir a sua influência nefasta.
A imigração é talvez o mecanismo mais utilizado pelo capital, no intuito de aumentar a oferta de mão e consequentemente fazer baixar os salários. Ao longo dos tempos a “importação” massiva de mão-de-obra tem sido a melhor arma contra as justas reivindicações dos trabalhadores. Foi assim durante a construção dos caminhos-de-ferro americanos quando o capital combateu as lutas operárias, com vagas e vagas de trabalhadores chineses e mexicanos e só assim se compreende que nos nossos tempos conquistas como a idade de reforma, ou os horários de trabalho, estejam a ser postas em causa somente porque a burguesia reinante possui nos bancos de suplentes mais uma grande quantidade de jogadores que não hesitará em por a jogar caso a oposição às reformas assim o justifique.
Em quase toda estas manobras sujas do capital, foi muitas vezes confundido o inimigo, é certo que a politica de portas escancaradas trás aos países muita gente que longe de procurar uma vida melhor, apenas imigra porque os “os programas de novas oportunidades” dos países de acolhimento lhes vão facilitar a continuação da actividade criminosa. No entanto a esmagadora maioria dos imigrantes saem dos seus países de origem no intuito de procurar uma vida melhor e aqui começa mais uma ajuda ao grande capital apátrida. Assim é certo que para sair de um país é necessário algum poder económico e também uma certa dose de informação, sendo por isto que a vaga de imigrantes é normalmente constituía por classes um pouco mais favorecidas, sendo que estes estratos sociais são peças importantes no desenvolvimento dos seus países. Ficando para traz aqueles mais desfavorecidos e meia dúzia de déspotas que o neocolonialismo faz questão em sustentar. Sem o sangue necessário para fazer progredir o aparelho produtivo pode o grande capital continuar a sugar as matérias-primas em troca de bens essenciais que estes países nunca produzirão.
Por ultimo estaremos sempre contra a entrada da Turquia na Europa, enquanto outros países muito mais europeus são deixados de fora, enquanto a UE ao serviço do amo americano hostiliza a Rússia, também e segundo as Ordens dos Novos senhores do Templo, vai procurando uma aproximação à Turquia.
A entrada da Turquia na União abrirá a caixa de Pandora do alargamento. Como recusar, a seguir, os 200 milhões de turcófonos do Cáucaso e da Ásia Central, ou os Estados do Magreb? A U.E. herdará todos os contenciosos geopolíticos (água, fronteiras, minorias, etc.) que a Turquia mantém com os seus vizinhos. Sem esquecer os tráficos de droga, armas e imigrantes clandestinos, dos quais é uma das maiores placas giratórias.
Dizer que a Turquia é historicamente europeia é tão verdadeiro como dizer que a França, na qualidade de potência colonial que foi, é africana. A Turquia não é mais europeia pela sua geografia (excepto Istambul e a Trácia) do que pelos seus costumes ou a sua consciência civilizacional. Os turcos definem-se como um povo asiático, cuja idade de ouro é o apogeu do Império Otomano, e se uma fraca minoria kemalista ou saída dos bairros privilegiados de Istambul se sente europeia, os habitantes dos bairros de lata de Istambul e dos campos da Anatólia reconhecem-se mais no vizinho iraquiano do que nos europeus do norte, ou mesmo nos gregos cristãos. A nomeação de um cidadão turco para a direcção da Organização da Conferência Islâmica (OCI, pró saudita), depois os inquietantes propósitos irredentistas de Erdogan, acusando a Grécia de «perseguir os turcos muçulmanos» da Trácia (1), ou ainda a política panturca de Ankara na Ásia Central e no Cáucaso, mostram bem que a Turquia permanece o país «dreaming west and moving east».
A principal razão porque alguns países, incluindo Portugal, apoiam a entrada da Turquia na União é a pressão dos EUA. Estes são todos países pró-Estados Unidos e vão fazer o jogo de Washington. Porque a mim parece-me que Portugal só vai sair prejudicado com a Turquia na União Europeia.
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Ontem no Bairro da Bela Vista, hoje em Chelas, amanhã num local perto de si

Desacatos em Chelas acabam com dois feridos ligeiros e uma viatura da PSP apedrejada.
Portugal cada vez mais pode ser considerado um país do Terceiro Mundo, porque se já o era em muitos aspectos, fica agora com o quadro completo no que toca a este tipo de acontecimentos.
Negar que as condições sociais não contribuem para o aumento da criminalidade, é tão estúpido como negar que a imigração descontrolado não é um factor de aumento da criminalidade.
Apontar apenas o dedo à crise sem apontar o dedo à impunidade que gozam neste momento os criminosos, também é tentar enganar as pessoas.
A criminalidade vive da falta de condições sociais, da mesma forma que vive da falta de penas severas e de uma actuação policial mais musculada. O capitalismo vive da imigração e como tal tenta a todo o custo esconder o seu “contributo” para o aumento da criminalidade.
A esquerda vive das migalhas que a direita lhe atira e como tal colabora em todo o enredo. Defende a imigração sabendo que prejudica os trabalhadores nacionais. Tenta esconder a criminalidade sabendo que ela prejudica sobretudo os mais desfavorecidos.
Apesar do sistema dizer que tem estes casos controlados, a realidade mostra-nos que eles têm tendência a alastrar.
Durante o cortejo da queima das fitas, um grupo de “jovens” rodeou um dos carros e impediu a sua passagem, na fora a pronta actuação da policia podia o caso ter sido um pouco mais grave.
Também sabemos que a propósito de participar em certas festas, tão em moda em certas discotecas da província, muitos “jovens” organizam autenticas excursões, sendo que nesses dias a criminalidade e a insegurança disparam nesses locais.
É bom de ver e só os políticos do sistema insistem em tentar tapar o sol com uma peneira. Um dia num lugar perto de si, patrocinado por algum empresário corrupto e gozando da benevolência do sistema, também vai poder “desfrutar” dos “benefícios” da criminalidade que a Nova Ordem Mundial nos tenta impingir.
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