quinta-feira, 11 de junho de 2009
PNR - "Perguntas mais frequentes"

ÍNDICE:
1. COMO SE DEFINE O PNR?
2. QUAL A POSIÇÃO DO PNR NO ESPECTRO POLÍTICO PORTUGUÊS?
3. O NACIONALISMO É UMA IDEOLOGIA XENÓFOBA E VIOLENTA?
4. O PNR CONSIDERA-SE UM PARTIDO EXTREMISTA OU RADICAL?
5. A IMIGRAÇÃO É A CAUSA DE TODOS OS MALES?
6. OS IMIGRANTES SÃO NECESSÁRIOS PARA FAZER CERTOS TRABALHOS?
7. OS IMIGRANTES GERAM RIQUEZA?
8. OS PORTUGUESES TAMBÉM NÃO SÃO UM POVO EMIGRANTE?
9. ENTÃO QUAIS SÃO AS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DA IMIGRAÇÃO?
10. O PNR É UM PARTIDO RACISTA?
11. PORQUE SE AFIRMA O PNR CONTRA A GLOBALIZAÇÃO SE ESTA É INEVITÁVEL?
12. O PNR É ANTI-EUROPA?
1. COMO SE DEFINE O PNR?
O PNR é um partido político pró-pátria, pró-família, e pró-vida.
Pró-pátria porque tem uma concepção do mundo baseada na existência e cooperação de pátrias diferentes vivendo cada uma segundo os seus próprios costumes.
Pró-família porque é na defesa da instituição família que está a sobrevivência e o futuro de cada povo.
Pró-vida porque deve ser defendida uma cultura da vida, numa sociedade em harmonia com a natureza, contrária às políticas actuais que promovem uma cultura de morte, baseada no individualismo e na promoção do comportamento destrutivo (droga, aborto, lobi-gay, etc).
O PNR afirma-se nacionalista, entendendo que a Nação é o prolongamento natural da família.
A nossa casa é Portugal!
2. QUAL A POSIÇÃO DO PNR NO ESPECTRO POLÍTICO PORTUGUÊS?
O PNR é o único partido político português que se afirma nacionalista.
Quer isto dizer que é o único partido que defende os interesses nacionais acima dos interesses sectários, e para o qual cada Nação, enquanto Nação, constitui um valor supremo.
O PNR não é de direita nem de esquerda, antes situa-se acima dessas dicotomias parciais e divisionistas.
Nem esquerdas, nem direitas: os Portugueses primeiro.
3. O NACIONALISMO É UMA IDEOLOGIA XENÓFOBA E VIOLENTA?
Não. O nacionalismo atribui valor a cada Nação enquanto tal.
Por isso, os nacionalistas, se exigem o respeito à sua Nação, devem igual respeito às demais nações e afastam de si qualquer tentação imperialista, expansionista ou colonialista.
Pelo contrário, insistem na defesa da soberania e independência dos povos, que são por vezes ameaçadas por conflitos fronteiriços e pela corrida aos recursos naturais.
4. O PNR CONSIDERA-SE UM PARTIDO EXTREMISTA OU RADICAL?
Não. O PNR pretende intervir na sociedade através da discussão pública e participando na vida política.
Ao invés, o sistema é que adopta uma posição extremista em relação ao PNR, impedindo-o de participar em paridade com outros partidos e deturpando as suas ideias e propostas.
O PNR congrega pessoas de várias tendências, idades e estratos sociais, desde o patriota orgulhoso da herança dos seus antepassados, ao cidadão-comum interessado em mudar a situação actual do país, até ao simpatizante preocupado com o futuro de Portugal e dos Portugueses.
É o bastante para serem bem acolhidos no seio do nacionalismo.
O PNR congrega, não divide.
5. A IMIGRAÇÃO É A CAUSA DE TODOS OS MALES?
Não. O PNR entende que cada povo pode enriquecer a sua cultura através do contacto com outros povos ou civilizações. Mas expressa igualmente a sua preocupação com as tendências mundialistas e multiculturais, das quais a imigração é apenas uma das faces, e que constituem uma ameaça à identidade, independência, e segurança nacionais.
Migrações sempre existiram e sempre existirão, nós somos contra as políticas que promovem a invasão imigrante, não contra o imigrante.
O PNR bate-se contra a imigração desregulada, contra a importação de mão-de-obra barata, contra o nivelamento por baixo dos salários, contra o aumento da criminalidade, contra a proliferação de guetos e zonas de não-direito, contra o aumento do desemprego.
O PNR aponta o dedo aos governantes, que não se importam com os portugueses mas sim com o seu próprio umbigo, e que são responsáveis pelas políticas suicidas que estão a destruir Portugal.
6. OS IMIGRANTES SÃO NECESSÁRIOS PARA FAZER CERTOS TRABALHOS?
Não. Antes de mais, se as profissões indiferenciadas fossem remuneradas com justiça haveria muitos portugueses interessados em segui-las, como sempre houve.
Aliás, o facto dos portugueses fazerem esses trabalhos lá fora é prova disso, mas se são pagos miseravelmente é porque há quem se sujeite a eles por qualquer preço, o que faz com que o nível salarial baixe cada vez mais.
Efectivamente, os imigrantes que partem desesperadamente à procura de uma vida melhor vão mentalizados para aceitar quaisquer tipo de condições, ficando à mercê de uma nova forma de escravatura e de multinacionais sem escrúpulos, que são quem realmente beneficia das políticas imigracionistas, não o próprio imigrante.
7. OS IMIGRANTES GERAM RIQUEZA?
Não, geram tanta riqueza como outra pessoa qualquer, mas regra geral o imigrante ainda beneficia das benesses custeadas pelos portugueses e que lhes são dadas pelos governos, subservientes do mundialismo e capitalismo selvagem que alimenta as suas negociatas.
Os imigrantes podem contribuir para o aumento do PIB, mas isto se não forem incluídas as despesas que a presença deles em Portugal implica, e que fazem com que eles na verdade contribuam para o empobrecimento do Estado.
Junte-se ao valor do défice os milhões que já foram, e ainda são, gastos com habitação social, rendimentos mínimos, abonos a famílias que não param de crescer, recrutamento de polícias para vigiar certos bairros, custos com serviços prisionais, subsídios de desemprego, assistência hospitalar e sanitária, cursos profissionais e de língua portuguesa, etc., etc., tudo isto custa muitos milhões aos contribuintes.
8. OS PORTUGUESES TAMBÉM NÃO SÃO UM POVO EMIGRANTE?
Sim. Mas, antes de mais, os Portugueses que habitam em território nacional não podem ser constituídos reféns dos que, por motivos pessoais ou materiais, demandaram para outros países.
Além disso, é preciso ter em conta ainda que a maior parte dos emigrantes portugueses instalou-se em países europeus, como a França, a Alemanha ou a Suíça, não pondo em causa os costumes e os aspectos civilizacionais dos países de acolhimento.
E é preciso notar também que outros países, como os Estados Unidos, são desde sempre países de imigração. Não é esse o caso de Portugal.
9. ENTÃO QUAIS SÃO AS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DA IMIGRAÇÃO?
Uma das primeiras coisas que um governo do PNR faria seria acabar com as actuais políticas de imigração e inverter os actuais fluxos migratórios, que empurram o português para o estrangeiro e atraem os estrangeiros para Portugal, substituíndo os naturais por imigrantes.
Para isso, obviamente, seria necessário denunciar os acordos de Shengen e restaurar imediatamente as fronteiras, apostando num maior controlo das mesmas para combater a criminalidade e a imigração ilegal.
O PNR meteria imediatamente em marcha um programa de repatriamento de imigrantes indigentes, que nada produzem ou que cometem crimes.
10. O PNR É UM PARTIDO RACISTA?
Não. O racismo é uma doutrina que assenta na superioridade de uma raça sobre as outras. Ora, os nacionalistas são os únicos que verdadeiramente respeitam as diferenças entre raças, povos e nações, e que pretendem que estas não desapareçam.
O PNR condena o terror das agressões racistas, verbais ou físicas, e de que são vítimas muitos portugueses no seu dia-a-dia.
O que o PNR pretende é tão-só assegurar aos Portugueses o direito a viverem e a trabalharem numa pátria soberana e próspera, em segurança e liberdade.
11. PORQUE SE AFIRMA O PNR CONTRA A GLOBALIZAÇÃO SE ESTA É INEVITÁVEL?
A chamada globalização é responsável pela dissolução de identidades, culturas, soberanias, fronteiras, pátrias e bandeiras, e em última análise é a palavra que melhor define o mundialismo vigente, ou seja o modelo de destruição das nações posto em prática pela Nova Ordem Mundial.
A chamada direita capitalista e liberal vende-nos a ideia de que globalização é progresso económico, o que é falso, já que esta é responsável, entre muitas outras coisas, pela deslocalização dos centros de decisão que arrastam consigo para o estrangeiro as fábricas e empresas.
A chamada esquerda revolucionária reformulou o seu discurso, apresentando-se agora «por uma alter-globalização», ou globalização alternativa, que defende o multiculturalismo e a mundialização responsável pela degradação do nosso nível de vida.
Ambas, esquerdas e direitas, são inimigas da nação, e o PNR é a única força política que se opõe verdadeiramente à globalização, que é um monstro de duas cabeças: capitalista e multicultural.
A globalização não é inevitável e o seu avanço pode ser contrariado com políticas económicas e sociais que privilegiem e defendam o Nacional, e o PNR é o único partido político português que o propõe.
12. O PNR É ANTI-EUROPA?
Não. Repudiamos energicamente o super-estado federalista, os acordos de Schengen que aboliram fronteiras, o centralismo da moeda única, os acordos de política agrícola e pesca comum, os subsídios ao desmantelamento da nossa indústria e à não-produção.
Defendemos a amizade e cooperação entre os diversos povos e estados europeus, não a sua fusão, submissão ou dissolução.
As nações da Europa podem entender-se em determinadas matérias, nomeadamente em áreas como a investigação científica, a cooperação cultural ou militar, mas não queremos privar os povos europeus da sua soberania e liberdade, colocando o seu destino nas mãos de banqueiros e eurocratas.
Nós não somos uma província de Bruxelas, somos uma Nação com 900 anos de História que tem das mais antigas fronteiras do mundo.
FONTE
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quarta-feira, 10 de junho de 2009
Do Presidente aos Nacionalistas | Junho de 2009

Saídos agora das Europeias 2009, quero agradecer a todos os que de alguma forma se empenharam nesta campanha, com especial relevo para o empenho incansável e prestação superior do nosso cabeça de lista, Humberto Nuno de Oliveira!
A candidatura de Humberto Nuno, não só confirmou as expectativas nele depositadas pela Comissão Política Nacional, com além disso, superou aquilo que poderíamos esperar. Muito obrigado ao Humberto e a todos os que se envolveram neste acto eleitoral!
Quero agradecer também, em meu nome e dos dirigentes do partido, aos mais de 13 mil portugueses anónimos que, com o seu voto, em nós depositam confiança e mais do que isso, esperança! Muito obrigado!
A cada acto eleitoral o PNR tem conhecido sempre um crescimento. Isso é inegável e são os números que o ditam.
Perante o crescimento de 60% face às Europeias de 2004, uns poderão dizer que é curto, outros acharão satisfatório, outros ainda, acharão um bom resultado. É natural que assim seja. Os diferentes sentimentos e pontos de vista correspondem fatalmente às expectativas que cada um construiu.
Mas tal discussão, legítima, enreda-nos apenas em aspectos subjectivos que acabam por ser ultrapassados pela objectividade dos números…
Pessoalmente, encarando as sucessivas subidas como cenário único, reconheço que esta ficou aquém daquilo que esperava. Esperava que a subida fosse mais acentuada. Mas as coisas são o que são e o caminho é em frente.
Mas importa também reflectir nas dificuldades objectivas que encontramos nesta luta desigual e tê-las em linha de conta: o desequilíbrio que nos distancia em termos de meios e visibilidade dos partidos poderosos é gigantesco; a diferença de implantação no terreno, de tradição e fidelização de voto que nos separa dos partidos históricos de mais de três décadas, é enorme; a desigualdade de tratamento por parte dos media que nos distingue de todos os restantes partidos, envolvendo-nos sempre num clima de alarme social por sermos os únicos que enfrentamos com coragem o sistema, é notório.
Perante tais desigualdades indesmentíveis é evidente que a nossa subida a cada acto eleitoral é feita a pulso e à custa de muito suor e sacrifício. É um David contra Golias: sempre ou soubemos! Sempre foi assim!
Deixando para trás considerações de opinião e de subjectividade, uma coisa é certa e objectiva: a nossa luta não esmorece e não se confina a actos eleitorais. Não temos essa visão redutora da política. A nossa luta é por Portugal e pelos portugueses que nos queiram seguir e que, de forma gradual vão aumentando em número apesar de todas as dificuldades.
Trabalhemos pois para isso!
Um trabalho aturado, de fundo, virado para as pessoas, a começar por aquelas que já estão connosco, é imperativo!
Assim, e a par dessa prioridade que é a importância do trabalho a prazo e com raízes profundas, movidos como sempre pela força anímica da missão, pelos laços de camaradagem e pela convicção das nossas causas, estamos já mobilizados e em pré-campanha para as legislativas que aí vêm depois do verão.
José Pinto-Coelho | 9 de Junho de 2009
XVIII Ceirarte

Artesanato, folclore e gastronomia são as três vertentes que, ao longo dos próximos dias, prometem animar a freguesia de Ceira. Através das colectividades, a comunidade marca presença e contribui para o ambiente de festa que a organização pretende que seja apanágio do certame.
Para além da XVIII Ceirarte, certame dedicado às artes que este ano aposta na divulgação dos artesãos locais e que decorre entre os dias 10 e 14 de Junho, a participação das forças vivas da freguesia manifesta-se, ainda e em simultâneo, através da realização do IV Encontro de Associações e da VI Feira Comunitária, dois eventos paralelos à Ceirarte que, no dia 11, prometem demonstrar a pujança das gentes de Ceira.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Almoço Nacionalista em Viseu

No dia 11 de Julho os nacionalistas de Viseu vão reunir-se num almoço, que servirá para reactivar o núcleo distrital.
Em breve daremos informações sobre o ponto de encontro.
Os camaradas do distrito que quiserem estar presentes, devem manifestá-lo aqui :
Email - PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel - 961488375
FRONTAL, jornal de Mortágua e Penacova
Saiu na passada semana o número zero do Jornal FRONTAL, uma publicação da JM — Jornal da Mealhada, Lda que visa colmatar a falta de uma publicação de jornalismo regional na área geográfica dos municípios de Penacova e de Mortágua.
“FRONTAL é uma publicação generalista, que dá especial atenção aos acontecimentos locais das comunidades de Penacova e de Mortágua, com espaço para a publicação de opinião diversificada, grande reportagem, análise desportiva, promoção e divulgação história e cultural, para além da publicidade e do acompanhamento da vida empresarial e económica das referidas comunidades. Procurando, de forma moderna, arrojada e inteligente, servir os interesses sociais, culturais e outros das pessoas das comunidades de Mortágua e Penacova”, refere Nuno Castela Canilho da empresa que é proprietária, também do Jornal da Mealhada.
O jornal FRONTAL apresentar-se-á ao público quinzenalmente, e terá uma distribuição que começará por ser gratuita e, depois, mais tarde, passará a ser feita pelos assinantes e vendida ao público em quiosques, papelarias, etc.
O Coimbra Terra Português endereça a este novo jornal votos de sucesso e de independência.
FONTE
“FRONTAL é uma publicação generalista, que dá especial atenção aos acontecimentos locais das comunidades de Penacova e de Mortágua, com espaço para a publicação de opinião diversificada, grande reportagem, análise desportiva, promoção e divulgação história e cultural, para além da publicidade e do acompanhamento da vida empresarial e económica das referidas comunidades. Procurando, de forma moderna, arrojada e inteligente, servir os interesses sociais, culturais e outros das pessoas das comunidades de Mortágua e Penacova”, refere Nuno Castela Canilho da empresa que é proprietária, também do Jornal da Mealhada.
O jornal FRONTAL apresentar-se-á ao público quinzenalmente, e terá uma distribuição que começará por ser gratuita e, depois, mais tarde, passará a ser feita pelos assinantes e vendida ao público em quiosques, papelarias, etc.
O Coimbra Terra Português endereça a este novo jornal votos de sucesso e de independência.
FONTE
Feira Medieval de Coimbra

A 18.ª edição da Feira Medieval de Coimbra realiza-se no próximo dia 13 de Junho, no Largo da Sé Velha.
Antes da abertura da feira, que acontece às 10h00, terá lugar pelas 9h15, na Igreja da Sé Velha, uma missa com canto gregoriano, pelo grupo Vozes Brancas da Academia Martiniana.
Para além de saltimbancos, malabaristas, ilusionistas, cavaleiros, bailarinas e personagens diversas a edição deste ano conta com a participação de 25 grupos de animação e de 15 grupos de teatro, que trajados à época, irão reviver o tempo medieval, através da venda de produtos como aves, produtos hortícolas, peles, utensílios de madeira, de barro, tecelagem, cestaria, latoaria, jóias entre outros.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Basta de criminalidade

Anda meio mundo em alvoroço pensando que a vitória do PSD e o crescimento da esquerda vai mudar alguma coisa. Desiludam-se as hostes porque casos como este vão continuar a aumentar.
Quem votou a lei que possibilita que os criminosos sejam impedidos de sequer estar perto de uma cadeia, resultou de um acordo feito no Bloco Central, a esquerda para além de defender que os criminosos são uns coitadinhos injustiçados pela sociedade e que os policias são uns bandidos que os perseguem, teve a distinta lata de na pessoa de Francisco Louçã vir propor que a policia anda-se desarmada em serviço. Face a esta postura dos partido s do sistema em termos de criminalidade só temos que esperar mais do mesmo.
Nas eleições legislativas os portugueses mais uma vez podem inverter o sentido negativo que este país e o mundo levam. Quer na criminalidade como na justiça social, como na educação ou na saúde só nacionalismo é solução.
Resultado das Europeias e mensagem de agradecimento do PNR

Numa altura em que ainda faltam apurar votos nos consulados, de portugueses residentes no estrangeiro, sabe-se que a candidatura do PNR às Eleições Europeias de 2009 mereceu a confiança de, pelo menos, 13.029 eleitores.
Trata-se de um aumento de 4.915 votos, em relação às últimas europeias de 2004, o que representa uma notável subida de 60,6%.
O PNR agradece, antes de mais, a todos os que se empenharam na candidatura encabeçada pelo Prof. Humberto Nuno Oliveira, bem como a todos os portugueses que confiaram o seu voto à alternativa nacionalista.
Entramos agora, já a partir de hoje, em pré-campanha para as eleições autárquicas e legislativas que se realizam este ano, para as quais contamos, novamente, com a ajuda de todos os militantes e simpatizantes do PNR.
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domingo, 7 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
Coimbra tem mais encanto…

O distrito de Coimbra parece que quer a pouco e pouco aderir à modernidade que o sistema tanto propagandeia.
Já lá vão os tempos em que vivíamos numa zona pacata tranquila e com segurança.
Democraticamente o sistema tem alargado os benefícios da criminalidade a todo o país, com sucesso fruto do empenho continuado, para dentro em breve instaurar o estado de sítio e que possa finalmente concretizar o imenso big brother, que lhe permitirá o completo controlo dos cidadãos.
Assim e de uma assentada só hoje somos confrontados com maus tratos a crianças e passagem de moeda falsa.
Está assim o distrito mais cosmopolita mais moderno, enfim mais europeu.
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Desmantelada rede criminosa internacional

Dois homens foram detidos, na Figueira da Foz e na Tocha, mas, ao que tudo indica, o gangue é composto por mais elementos. Roubavam carros, entre outros materiais, para vender às peças.
Dois indivíduos do sexo masculino, oriundos de países do Leste e na casa dos 40 anos, foram ontem detidos após uma operação da Esquadra de Investigação Criminal da PSP da Figueira da Foz. O primeiro suspeito foi interceptado por elementos daquela força de segurança na Avenida do Brasil, na Figueira da Foz, por volta das 02H40, enquanto o outro foi surpreendido menos de uma hora depois na Tocha. Ao que o DIÁRIO AS BEIRAS apurou, os dois homens integram uma rede criminosa internacional que furta desde veículos a electrodomésticos, entre outros materiais, com o objectivo de posteriormente vender às peças.
A PSP apreendeu ainda três veículos, bem como algum material desmantelado, que se encontrava num barracão alugado em Pereirões, na Tocha. Uma espécie de armazém, situado num local isolado, onde era depositado todo o material roubado para ser desmantelado entre a uma e as cinco horas da madrugada. Para além de vários veículos ligeiros e pesados, foram também encontrados um jipe de matrícula francesa e uma carrinha que tinha sido furtada há sensivelmente uma semana entre as localidades de Marinha das Ondas (Figueira da Foz) e Louriçal (Pombal).
O gangue do Leste actuava em Portugal há cerca de dois anos, estando há vários meses sob a mira da PSP da Figueira da Foz. Nenhum dos suspeitos ofereceu resistência durante a detenção. Entretanto, o DIÁRIO AS BEIRAS apurou ainda que um dos indivíduos já apresentava um mandato de detenção internacional no âmbito de outro processo. Encontrando-se desde a madrugada de ontem presos na Esquadra de Investigação Criminal da cidade, os dois indivíduos serão hoje, pelas 10H00, presentes ao Tribunal de Cantanhede para a aplicação das medidas de coacção.
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sexta-feira, 5 de junho de 2009
Votar no PNR

Só uma candidatura se apresenta a estas eleições europeias como sendo pró-Pátria, pró-Vida e pró-Família, e a única não-internacionalista, não-federalista, não-globalização. Essa candidatura é a lista Nacionalista do PNR liderada por Humberto Nuno Oliveira. Não votar não é protestar, a abstenção é a arma dos políticos do sistema, que preferem ter os cidadãos longe da política.
"Atropelos" jurídicos podem travar viaduto

O movimento Plataforma do Choupal afirma-se perplexo com o que considera ser "atropelos" da Declaração de Impacte Ambiental para o viaduto previsto na mata. O Movimento anunciou uma acção desportiva de protesto.
Para os contestatários da passagem do IC2 na mata nacional, em Coimbra, há uma série de argumentos jurídicos válidos para pedir a impugnação da declaração. "Nunca pensámos que fosse tão fácil encontrar esses argumentos", revela Luís Sousa, membro da plataforma. Dá como exemplo o facto de se ter lançado o concurso para a subconcessão das Auto-Estradas do Centro antes da Declaração de Impacte Ambiental ter saído, com a ressalva de que seria anulado se a declaração fosse desfavorável. "Gerou-se uma dependência de uma coisa relativamente à outra", afirma Luís Sousa.
Outro exemplo dado tem a ver com a acção da Agência Portuguesa do Ambiente, que, segundo a plataforma, deveria ser só procedimental. "No entanto fez intervenções sobre o relatório da Comissão de Avaliação de Impacte Ambiental, e não tem autoridade para isso", alega Luís Sousa.
Segundo o advogado João Paulo Pimenta, a acção popular movida por elementos da plataforma, em Março, verá o prazo de contestação terminado no final de Junho. "É uma acção preliminar do que possa vir a acontecer no futuro, uma vez que a adjudicação e a obra são passíveis de acções judiciais com vista à defesa dos direitos que estão em causa", afirma. Luís Sousa explica ainda que "o Ministério Público pode entender que há razão para abrir um inquérito" e defende "haver matéria para que tal aconteça".
João Paulo Pimenta evita falar do conteúdo da acção interposta, por questões deontológicas, mas entende que se o tribunal impugnar a Declaração de Impacte Ambiental, a obra poderá parar. "Dificilmente se consegue um projecto desta envergadura com uma declaração favorável", defende. Sublinha ainda que o movimento está confiante na acção dos tribunais. "Embora muitas vezes se critique o seu funcionamento, é nos tribunais que temos de acreditar", considera.
Para o fim-de-semana de 26 a 28 de Junho, a Plataforma do Choupal tem prevista uma acção de protesto e sensibilização na mata. "Uma espécie de corrida" foi o nome atribuído à iniciativa e, segundo Miguel Dias, membro do movimento, consiste na "participação de todos os cidadãos para praticar desporto no Choupal, da maneira que quiserem e durante o tempo que quiserem". A acção decorre das 18 horas de dia 26 até às 18 horas de dia 28, e tem inscrições abertas na página de Internet do movimento e no bar da Mata do Choupal. "Todos os cidadãos que quiserem participar assinam um livro de visitas que depois será oferecido ao presidente da Câmara de Coimbra, Carlos Encarnação, para que sinta a posição da população relativamente a esta obra", conta Miguel Dias.
FONTE
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Administração xuxialista

Depois de paralisar completamente o sistema de saúde no Distrito, recorrendo ao encerramento ou encurtamento dos serviços de muitas unidades de saúde o actual Presidente do Conselho de Administração dos HUC, pretende agora dar a machadada final numa das poucos coisas boas que o distrito ainda tinha e arrasar por completo a qualidade dos serviços prestados nos HUC.
Muitas vozes já se levantaram contra as alterações propostas para este hospital, as negociatas em vista estão a pôr a ferro e fogo esta unidade hospital e a fazer perigar a qualidade da mesma.
Os xuxialistas continuam a tratar-nos da saúde, por incompetência, por seguidismo, pelos jobs for the boys.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
PNR critica falta de meios e de autoridade na PSP num país "de pernas para o ar"

O cabeça-de-lista do PNR criticou hoje a falta de meios e de autoridade com que a PSP trabalha, num país "de pernas para o ar" que protege o criminoso e onde o polícia é "um malandro".
Na opinião de Humberto Nuno de Oliveira, Portugal é um "país que vive efectivamente de pernas para o ar", onde, "independentemente dos momentos eleitorais", toda a gente critica as forças de segurança.
"Na realidade, é bom que as pessoas saibam que as forças de policia tinham melhores condições em 1958 do que têm nos nossos dias, que foram perdendo regalias que foram sendo sucessivamente atacadas", defendeu o cabeça-de-lista do Partido Nacionalista Renovador (PNR), em declarações aos jornalistas, no final de um encontro com o Sindicato dos Profissionais da Policia (SPP/PSP).
Para Humberto Nuno de Oliveira, a segurança é, juntamente com a educação e a saúde, um dos pilares fundamentais de sustentação da sociedade, mas tem sido desvalorizada com a contínua diminuição de meios materiais e humanos entre as forças de segurança e entende mesmo que em Portugal se protege mais o "criminoso" do que o agente da autoridade.
"As pessoas devem saber que se a policia não age é porque não tem meios, porque está desautorizada, está num pais de pernas para o ar onde o criminoso é sempre um bom, um desgraçadinho, um individuo cheio de problemas sociais e o agente da autoridade é sempre um malandro que persegue esses jovens desenquadrados, essa gente coitadinha, tão desprotegida da sociedade", criticou.
Opinião partilhada pelo presidente do sindicato, António Ramos, que voltou a lembrar que para garantir a segurança de todos os cidadãos é preciso "uma polícia motivada no aspecto dos meios humanos e materiais" e voltou a defender a fusão entre a PSP e a GNR numa polícia nacional.
No final, e fazendo um balanço sobre as duas semanas de campanha eleitoral, o cabeça-de-lista do PNR salientou sobretudo um "aspecto negativo".
"Neste país, a classe política dominante mentiu tão escandalosamente aos portugueses durante tantos anos, não cumpriu aquilo que prometeu, degradou de tal maneira, como vimos assistindo nesta campanha, onde entre os principais protagonistas o debate político tornou-se tão rasteiro, tão baixo, que de facto muitas pessoas se vêem afastadas da política e não acreditam nem na nossa proposta nem em nenhuma outra", acusou.
Acrescentou ainda que para o partido, o "grande objectivo" para o dia 07 de Junho é conseguir eleger "um ou mais deputados", mas "qualquer subida significativa" no número de votos "é já reconfortante para um partido com tanto bloqueio e tanta dificuldade em penetrar no conhecimento dos portugueses".
FONTE
[PNR] Comunicado de imprensa pessoal

Informo-vos a todos que estou neste momento acusado pelo Ministério Público por causa de uma queixa-crime apersentada contra mim pelo Sá Fernandes e pela Rosário Farmhouse.
Motivo: "cartaz das ovelhas".
Sá Fernandes, Rosário Farmhouse e Ministério Público contra José Pinto-Coelho
Conforme é público, encontrava-me com Termo de Identidade e Residência no âmbito de uma queixa-crime apresentada contra mim por parte do Vereador da CML, José Sá Fernandes, em virtude cartaz afixado pelo PNR em 29 de Setembro de 2008, na Praça de Entrecampos. De momento, contudo, tenho já acusação deduzida por parte do Ministério Público, tendo como denunciantes o Vereador Sá Fernandes e a Alta Comissária Rosário Farmhouse.
Quanto a este facto, que configura uma pura perseguição política, pelo simples facto de ter opinião própria e de a manifestar abertamente, tenho a considerar o seguinte:
1 - O Procurador-Geral da República, no início do seu mandato denunciou publicamente a existência de feudos dentro da PGR. Tais declarações levantaram as polémicas habituais sempre que se dizem verdades incómodas, mas pessoalmente nunca duvidei de que tal fosse provável.
Aliás, de momento tenho fortíssimos indícios da existência de tais poderes dos feudos, pois só ela justifica o facto insólito de eu estar acusado, por motivos políticos, por parte da “Unidade Especial de Investigação ao Crime Especialmente Violento” do DIAP, como se a minha conduta alguma vez se enquadrasse num crime e ainda por cima especialmente violento.
2 – Relembro que o cartaz afixado pelo PNR em 29 de Setembro de 2008, na Praça de Entrecampos, com uma mensagem política contra as políticas de imigração, é perfeitamente legal e que se enquadra na livre expressão dos partidos políticos consagrada na Constituição Portuguesa.
Esse cartaz do PNR foi removido no dia 6 de Outubro, pelos serviços camarários, por ordem expressa de Sá Fernandes, num claro abuso de poder, difamação e dano qualificado, movido apenas por motivações político-ideológicas, impondo assim restrições arbitrárias à livre propaganda política de um partido político.
3 – No dia da remoção, o mediatismo de tal atitude, trouxe a público as declarações do próprio Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, segundo as quais, em sua opinião nada havia de ilícito penal na mensagem política do cartaz.
Também os comentadores políticos, Pacheco Pereira e Lobo Xavier, publicamente demonstraram a sua indignação por tal forma persecutória e restritiva dos direitos políticos dos partidos.
4 – Só à luz desta lógica da existência de feudos, com sede de perseguição aos Nacionalistas, se entende como pode ser proferida acusação contra mim, vinda de uma unidade de crime especialmente violento, baseada exclusivamente em argumentação político-ideológica e fundamentada num texto todo ele subjectivo, de juízo de valor e de presunção das minhas intenções.
5 – É este o ambiente de terror e perseguição que se vive em Portugal, embora de forma dissimulada e revestida da mais sórdida hipocrisia.
Em Portugal é efectivamente perigoso ter-se uma voz dissonante daquilo que está estipulado pela ditadura do pensamento, sendo que esta é vigiada, por sua vez, pela ditadura cultural marxista, sendo por isso necessária uma determinação férrea e uma coragem ímpar para se fazer frente aos donos do poder e não ceder às suas imposições.
Face ao exposto, repudio assim veementemente a acusação contra mim proferida e denuncio publicamente a perseguição que configura o facto de um departamento do MP, vocacionado para o crime especialmente violento, se imiscuir em assuntos estritamente políticos, perseguindo-me como se de um criminoso se tratasse.
Afirmo também a disposição de lutar judicialmente contra aqueles que, no campo político e no judicial se movem por perseguições políticas, requerendo a abertura de instrução e o combate judicial até ao fim.
Reafirmo ainda e por fim que, como diversas vezes o tenho dito, nem esta nem qualquer outra perseguição ou obstáculo me farão calar ou retorquir. A minha determinação não vai jamais esmorecer, bem pelo contrário, a cada dia se fortalece mais e ganha novo alento na luta que travo pela causa Nacionalista e por Portugal.
José Pinto-Coelho
2 de Junho de 2009
Mais um caso pontual?

Mais um caso pontual, perfeitamente anotado e nada de preocupante, isto na boca do sistema e dos seus representantes. O que é um facto indesmentível e sentido por todos nós é que a criminalidade não para de aumentar, que o sentimento de insegurança é generalizado e consequentemente somos hoje reféns de num pequeno espaço, que mesmo esse corre diariamente o risco de ser violado. Sem segurança não existe liberdade.
No dia 7 deste mês não se esqueça de votar não deixe de votar e quando estiver a colocar a cruzinha, lembre-se que o PNR já há muito prevê este mal que afecta o nosso país e que é o único partido com soluções eficazes para o combater.
terça-feira, 2 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
10 de Junho

No dia 10 de Junho, como é habitual, o PNR vai celebrar o Dia de Portugal com uma manifestação em Lisboa.
16.00 horas - Concentração no Largo de Camões.
16.30 horas - Marcha até à Praça dos Restauradores.
17.30 horas - Discursos (na Praça dos Restauradores).
Nesse dia, é um dever patriótico abdicar da praia ou de outro legítimo e normal programa familiar ou social para estar na rua a celebrar a nossa Nação.
O PNR pede a mobilização de todos!
Candidato do PNR acusa CDS de se colar às suas propostas
O cabeça-de-lista do Partido Nacional Renovador (PNR) às europeias, Humberto Nuno de Oliveira, acusou hoje o CDS-PP de “colagem” às propostas defendidas pelo seu partido desde há cinco anos.
“Não posso deixar de constatar com uma certa surpresa, embora ficando muito satisfeito, que ontem à noite (sexta-feira) as declarações do candidato do CDS-PP quase podiam ser as minhas”, ironizou Nuno de Oliveira, em declarações aos jornalistas numa acção de campanha em Coimbra.
“Acho engraçado e simultaneamente estranho, porque há cinco anos, quando o CDS estava no Governo, questões como lei das quotas, da imigração e da nacionalidade foram bandeiras nossas, e ontem vejo que uma pessoa que há cinco anos tinha responsabilidades governativas a pegar exactamente nesses temas”, sublinhou o candidato.
Uma pequena comitiva liderada por Nuno de Oliveira distribuiu ainda da parte da manhã propaganda junto ao Portugal dos Pequenitos, um dos locais mais visitados da cidade. A acção de campanha em Coimbra incluiu um almoço com apoiantes e distribuição de propaganda na baixa da cidade.
“Escolhemos a Baixa porque uma das bandeiras do PNR é a defesa do comércio tradicional, que é uma das questões que aflige o nosso país”, disse Nuno de Oliveira.
Em declarações aos jornalistas, o candidato nacionalista criticou o “federalismo e este modelo de União Europeia que nos tem tornado cada vez mais um país dependente”.
“Nós praticamente importamos tudo o que necessitamos. Desde que entrámos na CEE e depois para União Europeia, fomos habituados a uma cultura de subsidiodependência”, denunciou Nuno de Oliveira, que defende uma aposta “na produção e numa menor dependência do estrangeiro”
Salientando que “a subsídiodependência se tornou uma maneira de estar de Portugal”, o candidato ao Parlamento Europeu considerou que “um país que praticamente importa tudo aquilo que necessita é um país pouco livre e muito pouco viável no futuro”.
A meio da campanha para as eleições europeias do dia sete de Junho, o cabeça-de-lista do PNR mostrou-se convicto no aumento da votação, considerando que o principal adversário dos “partidos pequenos será a abstenção”.
FONTE
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sábado, 30 de maio de 2009
Almoço Nacionalista em Coimbra

Um grande momento de convívio e activismo é como posso classificar o almoço.
Os meios de comunicação social também estiveram presentes no ponto de encontro, sendo pois mais uma achega para a campanha.
Um abraço aos camaradas que se deslocaram a Coimbra e agora na recta final da campanha para as europeias, importa dar tudo o que temos e não temos, ajuda nas acções de activismo, participação nos blogues e nos jornais online, usar o HI5 e outras paginas do género, usar o telemóvel, cada voto conta; O teu conta, mas trás um amigo também.
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sexta-feira, 29 de maio de 2009
SÓ NACIONALISMO É SOLUÇÃO

As sondagens sobre as eleições que se avizinham, trazem-nos mais do mesmo, sobretudo porque continuam a ser feitas com base nos partidos parlamentares deixando de fora os pequenos partidos.
As agências de sondagens como grande parte dos meios de comunicação, mostram que são meras correias de transmissão do sistema.
É vergonhoso ver os debates a cinco, as notícias de campanha dos cinco e o desprezo “democrático” pelos outros partidos.
Embora os partidos do sistema tentem sacudir as culpas da crise uns para cima dos outros a verdade é que de uma forma ou de outra, com mais culpas ou menos culpas todos eles são responsáveis por ela. Sejam os cinco do costume, sejam alguns pequenos partidos que são ramificações, cópias declaradas de algum dos grandes a conversa vai sempre dar ao mesmo.
Neste momento só existem três blocos, a direita a esquerda que no fundo e apresar de algumas diferenças de cosmética, não passam de varias cabeças de mesma hidra peçonhenta que se chama capitalismo e o partido de Portugal e dos portugueses, a única alternativa, porque se social, pensa na pátria. Para quem os ventos de mudança são importantes, para quem quer liberdade mas também quer segurança, para quem quer justiça social mas também quer propriedade privada, para quem quer modernidade sem querer bandalheira, só resta uma alternativa o voto no PNR, porque só o nacionalismo é solução.
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