sábado, 12 de setembro de 2009

PNR - Coimbra Acção de campanha


Decorreu esta mãnha na cidade de coimbra mais uma acção de campanha do Partido Nacional Renovador .
Deu-se inicio por volta das 11h30 em Santa Clara a concentração de militantes e simpatizantes do partido, que de seguida percorreram a baixa de Coimbra subindo até ao mercado destribuindo propaganda e ouvindo os comerciantes locais.É de observar a descrença que a população em geral têm sobre os partidos politicos não acreditando que alguém possa mudar o rumo da situção critica em que Portugal se vive, mesmo assim com algumas palavras animadoras por parte da população referentes ao esforço nacionalista o grupo juntou-se para mais um almoço de campanha.
Hoje ainda os nacionalistas deslocam-se a Pampilhosa da Serra, Penela, Condeixa-a-nova e Soure para mais acções de colagem e panfletagem.
Se quer participar nas acções de campanha contacte a nossa estrutura distrital através do E-mail: PNRCoimbra@gmail.com ou do telemóvel 961488375.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Ainda há homens de coragem


Apanhou o cliente no Hospital dos Covões, Coimbra. À beira rio, esteve quase a ser assaltado. Quase... pois o taxista, de 60 anos, não teve medo e atirou-se ao meliante, que acabou no hospital.
Apesar do sistema aconselhar a não resistir a assaltos e quem sabe ainda tomar um copo com o assaltante, há sempre alguém que resiste há sempre alguém que diz não. Só espero que no fim disto tudo o taxista não seja condenado por ofensas à integridade física, ou por não ter permitido o livre curso de uma actividade tão produtiva para o país.

PNR – Noticias da campanha eleitoral


No próximo dia 14 de Setembro, o Presidente do PNR, José Pinto Coelho estará presente num debate no programa Prós e Contras da RTP1, com os representantes dos Partidos sem representação parlamentar.

No dia 19 de Setembro, será transmitida a entrevista dada pelo Presidente do PNR, José Pinto Coelho, no decorrer do Jornal das Nove da manhã na Rádio renascença.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

MIRANDA DO CORVO - Fogo consumiu mais de 100 hectares e ameaçou duas povoações


Mais de 100 hectares de floresta arderam ontem nas proximidades de Miranda do Corvo naquele foi o maior incêndio dos últimos anos no concelho, tendo chegado a ameaçar as povoações de Moinhos e Carapinhal que, todavia, passaram incólumes à fúria devastadora das chamas.
Os fogos já destruíram este ano uma área superior à que ardeu no conjunto de 2007 e 2008. Segundo o relatório mensal da Autoridade Florestal Nacional, as chamas queimaram 35 257 hectares até final de Agosto.
Também neste particular o PS falhou em toda linha. Será que aqui a culpa também é da crise?

PNR – Activismo


O Núcleo Distrital de Coimbra efectuou mais uma acção de activismo. Com passagem por Vagos (Distrito de Aveiro) e os concelhos de Mira, Montemor-o-velho e Cantanhede, foram colados cartazes de propaganda.
Na próxima sexta-feira voltamos a rua, porque os nacionalistas estão na rua e os meninos estão na net.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Fantasma do desemprego paira sobre o Distrito de Coimbra


Depois do fecho anunciado da Marcopolo, segue-se agora o da Real Cerâmica e da Poceram. Se o distrito já tinha pouca oferta de emprego, com o encerramento destas três unidades fabris o cenário fica agora muito mais negro.
Na Marcopolo ainda existe uma réstia de esperança, embora sejam sempre duvidosas as boas intenções do capital internacional, sobretudo quando exige contrapartidas imediatas. As outras fábricas já consumaram dramaticamente o encerramento.
O sistema vira sempre os seus lindos olhos para o capital financeiro. Mas encara as pequenas e médias empresas sob as palas da indiferença, pouco se importando com o desemprego e o encerramento - em série - de unidades de produção.
Sabemos que alguns empresários se aproveitam da crise e encerram agora aqui para acabar por abrir as mesmas fábricas uns "metros" mais longe... O braço da lei não devia ter contemplações com esses. No entanto, muitos outros, vítimas da crise internacional e das leis apátridas da EU, deviam ser indiscutivelmente apoiados. O tecido empresarial português agoniza sem protecção e o grande capital apátrida, que se instalou no nosso país para sugar o sangue e que só se mantêm enquanto não decide rumar a novas paragens - as que lhe proporcionarem, apenas, mais lucros.
No fim quem mais perde e sofre são os trabalhadores, que ficam sem o emprego e nem chegam a ver a mão do Estado. Os subsídios que agora faziam mais falta já foram desperdiçados a ajudar quem não produz nem é português!
Manifestamos mais uma vez o nosso protesto contra a hipocrisia do sistema, contra um país onde alguns são mais iguais que outros.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Por Portugal - e mais nada!


No dia 12 de Setembro o Partido Nacional Renovador (PNR) vai realizar uma acção de campanha em Coimbra.
Os militantes e simpatizantes irão concentrar-se junto ao Portugal dos Pequeninos às 11 horas, de onde partirão para uma distribuição de panfletos. Seguir-se-á um almoço convívio num restaurante da cidade.
Os interessados em participar poderão contactar-nos:

E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

O Partido vai assumir uma linha política clara num combate determinado que mobilizará esforços convergentes na luta pelo poder político. Vamos levantar e apoiar a Oposição Nacional ao sistema em todo o país, do interior esquecido às cidades, na acção política nacional ou local, na escola, no Trabalho, em todas as dimensões da vida portuguesa. Vamos vencer a mediocridade e a incompetência dos parasitas que sugam diariamente o sangue dos portugueses, erguendo uma alternativa de Conhecimento e de Poder.
Contra a classe política e os partidos da Situação, pela Justiça, contra a Miséria e a Corrupção; contra o estado socialista e do «bloco central», pelo controlo e selecção da imigração. Pela Liberdade de Expressão, pela Vida, na convergência da acção do PNR, de todos os Nacionalistas e de uma Nova Direita Nacional, Social e Popular para a vitória da Oposição Nacional!.
Para outros locais do Distrito estão previstas acções de colagens e distribuição de panfletos.
Junta-te aos nacionalistas e colabora nas acções de campanha. Vamos levar a Oposição Nacional a todos os recantos de Portugal.

domingo, 6 de setembro de 2009

Banha da Cobra


Os mais velhos lembram-se certamente dos vendedores da banha da cobra. Comprem meus senhores comprem a pomada santa da jibóia brasileira a única que cura todos os males. Alguns lá iam caindo na conversa, sendo que tirando o efeito de placebo o produto não servia para nada. Nos nossos dias os políticos do sistema, lembram-me aqueles tempos, pela forma e pelo conteúdo. Quem não quer um governo de direita, quem não quer um governo de esquerda, votem em mim que eu “curo” todos os males.
Naqueles tempos podíamos ficar muito tempo a ouvir a conversa, mas sabíamos bem o produto vendido não servia para nada.
Hoje muitos portugueses sabem que o produto que os partidos do sistema “vende” é como a banha da cobra, mas estranhamente continua a comprá-lo sabendo que os seus efeitos serão nefastos. Basta de investir, de gastar votos com quem só os tenta enganar.
É tempo de apostar em quem não faz da política um negócio e quer somente servir o Povo e a Pátria.
O PNR apresenta-se às Eleições Legislativas de 2009 como a única candidatura assumidamente nacionalista, que personifica o sentimento geral de oposição nacional à actual situação criada pelos políticos e partidos que compõem o sistema. Esses “partidos do sistema" são os responsáveis pelo actual regime corrupto, burocrático e ineficaz, que despreza e (mal)trata os portugueses, encarando-os como meros consumidores ou instrumento de lucro.

sábado, 5 de setembro de 2009

O problema está nas nossas mãos!


Estamos a pouco mais de vinte dias das eleições legislativas, que determinarão o nosso futuro político próximo.
Mais uma vez, os resultados serão aqueles que os portugueses quiserem.
Como de costume, vai haver muitos, depois, a queixar-se amargamente desses resultados. Todavia, no tempo próprio, esses queixosos nada fizeram, não mexeram um dedo, para que os resultados fossem diferentes.
Tem algum sentido esta atitude? Como se compreende que os mesmos que se queixam contra a situação sejam os mesmos que se recusam a fazer seja o que for para a alterar?
Sabemos bem que também entre os muitos portugueses de tendências patrióticas e nacionalistas essa atitude se vulgarizou. Constituem uma multidão sem fim os críticos e os descontentes, mas são poucos os que se dispõem a actuar activamente para o triunfo dos ideais que dizem ter, ou pelo menos para derrotar aquilo que dizem detestar.
Nas presentes eleições, oferece-se em quase todo o país uma alternativa política, o PNR, que mesmo com todas as suas insuficiências reveste uma indiscutível natureza patriótica, nacionalista, de contestação global ao sistema instalado.
Uma votação expressiva no PNR seria recebida no universo político, sem qualquer dúvida, como um forte abalo para a situação, uma clara manifestação da revolta dos portugueses com a realidade política e social em que têm vivido.
Por isso mesmo, é evidente para qualquer cidadão que partilhe algumas ideias e sentimentos patrióticos, nacionalistas, ou simplesmente de direita nacional, que um significativo avanço do PNR seria uma vitória política que abriria novas perspectivas e novos espaços de intervenção a todas as famílias políticas da área nacional.
Do mesmo modo, a derrota do PNR equivale obviamente a uma estagnação ou a um retrocesso de toda a área, que pesaria por anos e anos, sendo disparatada e ilusória a eventual esperança de alguns em herdar os sapatos do defunto.
Por tudo isto, e muito mais, impõe-se neste momento um despertar colectivo. Está nas nossas mãos, nas mãos de cada um individualmente, trabalhar para o objectivo que é comum.
Não é legítimo, nesta hora, dizer que a responsabilidade é deste ou daquele, ou que estamos à espera disto ou daquilo.
A responsabilidade é de cada um de nós. Se todos, ou pelo menos um número relevante, fizerem o que estiver ao seu alcance, os resultados virão.
Consequentemente, na esperança de que estas palavras possam ser atendidas, apelo a todos os que lerem para, sem mais adiamentos, nem recusas, tomarem o caso a peito. Como um assunto pessoal, que tem que ser resolvido já.
Pelos meios que cada um tiver disponíveis, comecem já, e continuem sem descanso, a divulgar e tornar conhecida, e familiar para todos, a opção do voto na Oposição Nacional, o voto PNR.
Faça você mesmo, e verá que é fácil.

FONTE

Latada 2009


A latada já mexe e nós prometemos dar aqui todas as notícias que nos forem chegando.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O outro lado - PNR


A ler no KAFE KULTURA.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Big Brother


O concurso limitado por prévia qualificação para fornecimento e montagem de um sistema de videovigilância para Coimbra, nomeadamente para o Centro Histórico, já tem vencedor. Trata-se da empresa Niscayah, que apresentou uma proposta no valor de 105.600 euros.
Esperemos agora que as câmaras fiquem ligadas a alguma empresa de televisão por cabo, para pudermos ver ao vivo os assaltos que se praticam na baixa e quiçá talvez eleger o assaltante do mês, que será certamente agraciado com uma daquelas casas que o executivo tem de reserva no Bairro do Ingote.
Sem polícia para acorrer aos assaltos e sem leis para colocar os assaltantes na cadeia, estas medidas não passam de folclore mediático ou de desculpa para vigiarem outras coisas, talvez de carácter político.
Estranhamos também que com tanta empresa de segurança em Coimbra se tenha entregue o negócio a uma empresa de fora. Mas os “amigos dos CTT” lá terão as suas razões.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

PNR - Porto


Acção de campanha:

No dia 12 de Setembro, o Partido Nacional Renovador (P.N.R.) vai realizar uma acção de campanha no Porto com distribuição de panfletos às 18 horas seguido de um jantar-convívio num restaurante da cidade, às 21 horas, com a presença do Presidente do Partido, José Pinto-Coelho e de outros dirigentes.
Os interessados poderão contactar-nos por e-mail porto.terraportuguesa@gmail.com
O Partido vai assumir uma linha política clara de combate que mobilizará esforços convergentes na luta pelo poder político.
Vamos levantar e apoiar a Oposição Nacional em todo o país!
Por uma Nova Direita Nacional, Social e Popular para a vitória da Oposição Nacional!
Para outros locais do Distrito estão previstas acções de colagens e distribuição de panfletos.
Junta-te aos nacionalistas e colabora nas acções de campanha.
Por Portugal
- e mais nada!

PNR - PROPOSTAS ELEITORAIS


O PNR apresenta-se às Eleições Legislativas de 2009 como a única candidatura assumidamente nacionalista, que personifica o sentimento geral de oposição nacional à actual situação criada pelos políticos e partidos que compõem o sistema. Esses “partidos do sistema" são os responsáveis pelo actual regime corrupto, burocrático e ineficaz, que despreza e (mal)trata os portugueses, encarando-os como meros consumidores ou instrumento de lucro.

O Estado, ao invés de defender a Nação, vem-se tornando progressivamente no seu principal inimigo, desprezando as suas reais necessidades. Este monstro, que engordou mais do dobro numa geração, vem apesar disso transformando-se numa trituradora de impostos, cada vez mais coerciva e totalitária, que exige cada vez mais e oferece cada vez menos.

A maioria dos portugueses, apesar de revoltada com a actual situação, limita-se a protestar em surdina e abstém-se de participar na vida política. Os resultados estão à vista: deixados à sorte por uma classe política corrupta e inepta, os portugueses vivem, há pelo menos 30 anos, em permanente e anunciada crise, que além de económica é também, ou sobretudo, de valores. É patente o empobrecimento progressivo do país a todos os níveis. Os partidos instalados no parlamento funcionam como agências de "tachos e negociatas". A Justiça anda pelas ruas da amargura e encontra-se ao serviço dos políticos e poderosos. A actividade económica retraiu-se, ameaçando de falência o tecido produtivo nacional. A qualidade do ensino degrada-se ano após ano, promovendo-se o facilitismo. A Família é desprezada e os seus valores destruídos. Crescem a olhos vistos a emigração e a imigração. A criminalidade violenta alastra pelo país inteiro como nódoa de azeite.

Aumentam de modo alarmante os problemas sociais. Os subsídios e rendimentos são usados como esmola, com vista a manter boa parte da população calada e temente ao Estado. Oferecem-se casas e outros equipamentos, à custa dos impostos de todos nós. Tudo isto implica um gigantesco custo social, bem como económico, a suportar pelos portugueses que trabalham. Infelizmente, parece que alcançámos, em pleno século XXI, os maiores índices de emigração de sempre – milhares de portugueses, ao cabo de 30 anos de regime, são obrigados a demandar outras paragens para obter o sustento que a Pátria lhes nega. Em simultâneo, promove-se a imigração em massa, o que provoca a redução gradual dos salários, degrada o "ambiente social" e ameaça a identidade nacional.

Algumas actividades de entretenimento dito "cultural" têm servido para disfarçar a grave situação económica e social do país. É o caso da "Expo 98" ou do "Euro 2004", ou ainda de construções faraónicas como o Centro Cultural de Belém ou a Casa da Música. Actualmente, tais opções políticas de custos elevados têm como expoente máximo os projectos de construção da OTA e do TGV. O dinheiro subtraído dos impostos desaparece ao sabor de interesses particulares e dos partidos. Portugal é um enorme sumidoiro de dinheiro, que aparece depois escandalosamente aplicado em "offshores" ou contas na Suíça. A corrupção campeia impunemente. Todos os partidos do sistema têm rabos-de-palha.

É este um diagnóstico real, sem a habitual demagogia ou populismo das campanhas eleitorais, em que tudo se promete mas ninguém explica como se paga. Seria mais simples, para o PNR, prometer, tal como eles, aumentos para tudo e mais alguma coisa: aumentar o emprego, aumentar os salários, aumentar as reformas, construir mais isto e mais aquilo. Mas quem e como se paga? Entendemos ser urgente e necessário acabar com essas falsas promessas. Há que ser realista, e frontal, e explicar aos Portugueses que este país precisa de uma mudança, mas que essa mudança não está, apenas, nos números. Por isso, encabeçando uma alternativa de Oposição Nacional aos partidos e (à falta de) ideias e soluções que estes representam, o PNR considera que há seis áreas de intervenção prioritária que são, por ordem alfabética:



Economia


A União Europeia, contando com a subserviência da classe política portuguesa, transformou a economia nacional numa espécie de "offshore" de Bruxelas, entreposto de turismo e serviços para as multinacionais. Cada vez produzimos e exportamos menos. Por outro lado, ante o aplauso dos senhores de Bruxelas, importamos produtos de duvidosa proveniência e qualidade, muitas vezes produzidos em regime de concorrência desleal. Os sucessivos governos lusos, federalistas e internacionalistas, promovem a “deslocalização” das indústrias, o desmantelamento da frota pesqueira e a destruição da agricultura. Empurraram os produtores nacionais para um insustentável sistema de subsídio-dependência. Impera uma globalização assente no primado dos números e trituradora do verdadeiro interesse das Nações. O resultado está à vista e resume-se nesta ideia: com a União Europeia e a moeda única, começámos a pagar em Euros mas continuamos a receber em Escudos.
Não nos importam os apelos de certos políticos e pretensos especialistas em temas económicos, que constantemente aduzem os perigos do proteccionismo. A actual crise fica em primeiro lugar a dever-se às actuais políticas. É o presente modelo o principal responsável.

Por isso, o PNR propõe-se:
- Proteger e apoiar as empresas nacionais em detrimento das multinacionais;
- Redefinir as prioridades politicas de forma a vitalizar os sectores primário e secundário;
- Defender o trabalhador português, dando-lhe prioridade no acesso ao emprego;
- Impedir a proliferação do comércio desleal e criar sobretaxas para produtos do chamado Terceiro Mundo;
- Libertar as micro, pequenas e médias empresas do sufoco fiscal, incentivando a criatividade e inovação;
- Acabar com as políticas de "obras públicas" faraónicas sem verdadeiro e justificado interesse público.


Educação


Os fundadores do actual regime viram na Educação um instrumento essencial para mudar a sociedade e criar o "homem novo". Ao longo de três penosas décadas experimentou-se toda a sorte de teorias românticas, construtivistas e socialistas. Inculcou-se a ideia de que o ensino deve basear-se no princípio do prazer, sendo mais importante a diversão dos alunos do que a aprendizagem das matérias. Os castigos escolares foram reduzidos ao mínimo ou substituídos por acções de recuperação. Os exames, os trabalhos de casa e outras provas afins foram igualmente reduzidas, ou mesmo banidas, por serem no entender dos “cientistas da educação” uma fonte de stress para os alunos.
O Estado tem sufocado em Portugal a liberdade de ensinar e de aprender, condicionando política e ideologicamente as técnicas didácticas e os próprios manuais escolares. Parece que toda a “máquina” da Educação está ao serviço do laicismo, do republicanismo e do socialismo.
No espaço de poucos anos, passou-se de uma “escola centrada no professor” para uma “escola centrada no aluno”. Foi pior a emenda que o soneto. O PNR entende que é preciso construir uma escola centrada no conhecimento, no saber e na aprendizagem das matérias.

Por isso propomos:
- Criar um sistema de cheque-educação ou cheque escolar, para que os pais possam escolher livremente o estabelecimento de ensino para os seus filhos;
- Restaurar a segurança nas escolas, no interior e nas imediações dos estabelecimentos;
- Acabar com a politização dos manuais escolares e tornar opcionais matérias extra-curriculares, como a Educação Sexual;
- Repor os exames nacionais de fim de ciclo, nos 4º, 6º e 9º anos de escolaridade;
- Aumentar os níveis de exigência do ensino e combater o facilitismo;
- Restaurar o respeito pela figura do professor e a dignidade da sua carreira.


Família


Para o PNR a Família é a célula básica da comunidade, o espaço natural de aprendizagem dos valores e tradições. Consideramos que é dever do Estado salvaguardar os direitos da Família, entendida esta em sentido tradicional como a união de um homem e uma mulher com vista a assegurar descendência (o pai, a mãe e os filhos). Sendo embora um modelo multissecular e o único que provou ser capaz de vingar e prevalecer como modo de preservação da espécie, a Família é hoje vítima de um ataque declarado e o que se verifica actualmente em Portugal é a penalização da família fundada no casamento. Só porque um homem e uma mulher se casam são logo fiscalmente penalizados e quantos mais filhos tiverem mais penalizados são.

O PNR propõe-se:
- Criar o Ministério da Família, para instituir uma verdadeira política de Família e de apoio à natalidade;
- Proteger a Vida e defender a família;
- Criar o "salário parental";
- Dar apoio efectivo às mães solteiras;
- Reverter as políticas de substituição de nacionais por estrangeiros;
- Reencaminhar os subsídios dados à imigração para um efectivo apoio à natalidade.


Justiça

A Justiça constitui, porventura, a mais nobre função do Estado. Seria impensável imaginar há alguns anos a situação extrema de degradação a que chegou a Justiça em Portugal. O diagnóstico que fazemos diz-nos que estamos hoje perante uma moderna forma de totalitarismo, que vai avançando em surdina, e que tem construído a Justiça sob o desígnio de interesses obscuros e contrários ao interesse Nacional. A Justiça é hoje responsável, em grande parte, pelo atraso económico do país. Os processos não avançam, os julgamentos demoram anos, e muitos casos, quase sempre relacionados com políticos, nem chegam a sair da gaveta. Entendemos necessária uma reforma no sector da Justiça. Não tanto orgânica, como tem sido discutido pelos tecnocratas, mas sobretudo a nível de transparência, agilização de processos, e na "limpeza" que é urgente e necessária efectuar em vários sectores da sociedade, a começar pela própria Justiça.

Por isso propomos:
- Organizar e fornecer os meios técnicos e humanos necessários para que seja iniciada uma "Operação Mãos Limpas";
- Definir como prioridade o combate feroz e real à corrupção, a nível nacional e autárquico;
- Alterar o Código Penal e o Código de Processo Penal, conhecidos como "Código Casa Pia";
- Obrigar ao cumprimento integral das penas dos crimes de sangue e contra menores;
- Alterar o paradigma da chamada justiça criminal, que prende para investigar e não investiga para prender;
- Tornar obrigatórios os julgamentos na hora, em processo sumário, e instituir os tribunais especializados;


Imigração

A imigração em massa constitui uma verdadeira invasão e traduz-se em ameaça à identidade, soberania, segurança e sobrevivência de Portugal. É inadmissível a quantidade de apoios e subsídios outorgada a imigrantes enquanto tantos portugueses, ao fim de uma vida de trabalho, recebem pensões míseras. As actuais políticas de imigração são responsáveis pela degradação dos salários, pelo aumento da criminalidade, pela diluição da identidade nacional, e não servem para resolver o problema da natalidade. O PNR entende que os portugueses é que devem ser apoiados e não continuar a apostar-se em políticas de substituição de nacionais por estrangeiros.

Por isso propomos:
- Alterar a Lei da Nacionalidade, consagrando o “jus sanguinis” como critério único;
- Abolir o Tratado de Schengen e controlar as nossas fronteiras;
- Inverter os fluxos migratórios;
- Repatriar imediatamente todos os imigrantes ilegais ou envolvidos na prática de crimes;
- Extinguir o instituto do reagrupamento familiar, para que se faça nos países de origem;
- Retirar o apoio financeiro às centenas de associações de imigrantes;

Segurança

O modelo nacional de segurança pública abriu falência e já não responde eficazmente às ameaças modernas e crescentes do crime organizado, gangues violentos, ou até do terrorismo. Para o PNR é imperioso revalorizar a função da polícia, sem meios técnicos e humanos para fazer face ao crime crescente. Este regime é um paraíso para os criminosos e um verdadeiro inferno para os polícias e os portugueses indefesos. O sentimento geral é que os polícias são desapoiados e os criminosos protegidos. É necessário inverter esse paradigma e criar condições para que ninguém, em Portugal, tenha medo de circular em certas zonas do país.

Por isso propomos:
- Apoiar efectivamente os agentes de segurança, primeira linha no combate ao crime, em especial o violento;
- Devolver a dignidade e respeito pelos agentes de segurança;
- Reestruturar o actual modelo de segurança, fundindo a PSP e a GNR, criando uma polícia moderna e eficaz;
- Fornecer os meios técnicos e humanos adequados à função e objectivos das forças de segurança;
- Aumentar o actual número de efectivos e reforçar o policiamento de proximidade;
- Redireccionar os meios da autêntica caça à multa para o combate ao crime contra as pessoas.

2ª Corrida dos Moinhos de Penacova


06/09/2009
Local: Penacova
Distância: 13.500m
Contacto: 933864196
Site: http://penacova.terrasdaventura.net
Observações: Pertence ao Circuito Nacional de Montanha Salomon 2009

Legalize


Um homem de 55 anos está em prisão preventiva desde a passada sexta-feira, depois de ter sido interceptado na quinta-feira, pelas 12h00, por agentes “à paisana” da Esquadra de Investigação Criminal da PSP que efectuavam uma operação de patrulhamento na Estação de Coimbra-B. Solteiro, natural e residente em Coimbra, o indivíduo, já referenciado pela PSP de Coimbra, tinha acabado de descer de um comboio inter-cidades proveniente do Porto, tendo sido seguido e interceptado pelos agentes ainda no interior da estação, refere o comunicado, enviado ontem pela polícia à Comunicação Social.
É esperada agora uma manifestação do BE contra mais este atentado à liberdade e que vai impedir mais alguns jovens de ficarem completamente alienados e como tal não vão poder aderir ao berloque.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Mais casos pontuais


Pelo Diário de Coimbra ficamos a saber que com o nome de código “Evolução”, o destacamento territorial da GNR de Montemor-o-Velho passou oito horas, entre as 21h00 de sábado e as cinco da madrugada de ontem, no combate ao crime.
Durante as diligências deteve dois jovens, de 19 e 22 anos, residentes no distrito de Leiria, que rondavam a periferia de um “festival de trance” na localidade de Amieira – Soure, e tinham consigo cerca de 20 gramas de haxixe cada. Nesta acção foram ainda, segundo um comunicado da GNR, «notificadas sete pessoas para comparecer na Comissão de Dissuasão de Toxicodependência por posse/consumo de produtos estupefacientes», dando origem «a mais de uma dezena de apreensões de droga, entre canabinóides e opiáceos».
Sabemos que este tipo de festas são mais um preteisto para consumir droga que para ouvir musica, no entanto em vez de as proibirem as autoridades por vezes até as promove.
Durante o mesmo período, acrescentam as autoridades, foram fiscalizados dois estabelecimentos de diversão nocturna no concelho da Figueira da Foz, com a colaboração do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, detectando-se a permanência irregular no território nacional de nove mulheres. Destas, três foram notificadas para se ausentarem voluntariamente do país e as restantes seis para comparecerem nas instalações do SEF para regularizarem a sua situação. Nesta acção foram instaurados dois processos de contra-ordenação contra os proprietários dos estabelecimentos, e identificado um homem suspeito de exercer a actividade de segurança privada fora das condições legalmente previstas.
Imigração, prostituição e criminalidade andam extremamente ligadas, não sou eu que o digo, os números e os factos falam por si.

domingo, 30 de agosto de 2009

Todos podem ajudar!


Ajuda a divulgar o PNR e os blogues Terra Portuguesa, colocando comentários juntamente com os endereços noutros blogues e sítios. Visita os jornais online, comenta, denuncia, diz que estás farto de ladrões, e que desta vez vais escolher PNR e votar na Oposição Nacional. Copia notícias ou comentários, acrescenta-lhes uma nota sobre o PNR, e envia para a tua lista de contactos.
Há formas simples de colaborar!

sábado, 29 de agosto de 2009

Basta de criminalidade


Pensávamos que neste período eleitoral os criminosos davam uma ajudinha ao poder. No entanto após um período de acalmia ou de falta de notícias, a escumalha voltou a fazer das suas aqui pelo Distrito.
Começa a ser uma aventura estacionar à noite junto ao Campo de Santa Cruz. Os veículos de dirigentes e jogadores da secção de futebol da AAC já foram alvo da visita dos “amigos do alheio”.
O contrato local de segurança deve ter sido alargado a esta zona da cidade para haverem tantos assaltos.
Três a quatro indivíduos assaltaram, ontem, dois estabelecimentos no Parque Industrial da Lousã. Os assaltos terão sido praticados durante a madrugada. Para que a “coisa” não fique só por Coimbra, “democraticamente” a criminalidade vai alastrando.
O PNR tem sido o unido partido que tem denunciado a criminalidade e tem denunciado a falta de vontade politica em a combater. Neste período eleitoral, os hipócritas do costume vão dizer-lhe que também estão preocupados com este flagelo, mas deve lembrar-se que alguns deles são responsáveis pela legislação que tem possibilitado o aumento exponencial da criminalidade e outros já passaram pelo governo e nessa altura nada fizeram.

Marcopolo – De boas intenções está o inferno cheio


Uma luz ao fundo do túnel parece luzir para os trabalhadores da Marcopolo.
Mas o unido interessado é um investidor estrangeiro, que qualquer dia como os capitalistas apátridas brasileiros pode desinteressar-se em produzir em Portugal.
Portugal é dos portugueses e cabe ao estado apoiar e potenciar, as iniciativas privadas de investidores portugueses e quando tal não for possível deve esse mesmo estado tomar na sua mão um sector tão importante para economia quanto este segmento da fabricação de autocarros. Mas este tipo de atitudes, patrióticas e socialmente relevantes só serão possíveis quando os nacionalistas forem poder, porque para nós Pátria e Povo estão sempre em primeiro lugar.

Do Presidente aos Nacionalistas | Agosto-Setembro de 2009



Qualquer acto eleitoral representa um grande esforço para os partidos, Tribunais, Juntas de Freguesia… Esforço este, que o comum das pessoas está longe de imaginar. Isto já para não falar no preço que umas eleições custam ao contribuinte e que em muito ultrapassam os exorbitantes 14 milhões de euros gastos pelos partidos na campanha eleitoral.
Então se falarmos de duas eleições num espaço de quinze dias todo o peso anteriormente mencionado se torna quase surrealista.
A complexidade processual e burocrática necessária à participação numa eleição é por demais absurda e diria mesmo que um convite a que, os partidos desprovidos de máquina e meios financeiros e humanos, desanimem e desistam.
Não se compreende como é possível que na era da informática e da comunicação, do Simplex ou da Loja do Cidadão, coexista um modelo processual e legal tão arcaico que nos faça retrogradar até aos anos 70 do século passado…
Não se compreende como se gastam e obrigam a gastar tantas energias e meios para satisfazer caprichos burocráticos e taras pela letra da lei, de uma lei anacrónica.
Não se compreende como se destacam juízes para examinarem à lupa e filtrarem pequenos mosquitos que configuram “irregularidades” processuais, enquanto a morosidade dos processos a que se deveriam dedicar deixa passar os grandes camelos.
Terminada que está a tarefa titânica das listas eleitorais quero agradecer a todos os que nos ajudaram, viabilizando-as, sendo candidatos e sobretudo aos Cabeças de Lista e Mandatários. A sua generosidade permitiu ao PNR apresentar-se nas Legislativas de 27 de Setembro, em quase todos os distritos nacionais, com as penosas excepções de Açores, Guarda e Vila Real.
Quanto às Autárquicas de 11 de Outubro, marcaremos presença em Faro, pela primeira vez, concorrendo à Assembleia Municipal, em Cascais, para a Câmara Municipal e também aí, pela primeira vez, na Junta de Freguesia do Estoril. Além destas, também novamente em Lisboa, apostando desta vez mais forte, com a participação, pela primeira vez em simultâneo na Câmara e Assembleia Municipais e ainda nas Freguesias de Marvila, Santo Condestável e São João de Brito.
Com o lema eleitoral, “Por Portugal e mais nada”, pretendemos erguer uma verdadeira “Oposição Nacional” que não encolhe ombros, não se satisfaz com males menores, não vota (in)útil nuns para correr com outros, não desiste e não se abstém.
O PNR é, na verdade a única Oposição Nacional, e com ela, também o protesto útil para todos os que, como nós, sabem que há culpados e quem eles são. Os que vivem do Sistema e dele se servem, são na verdade os culpados e tudo fazem para manter à distância toda e qualquer verdadeira Oposição ou alternativa. Iludem os portugueses com uma alternância entre semelhantes, entre os que comem da mesma gamela, disfarçada esta de alternativa. Ocupam-se eles em longos debates e discussões que, parecendo profundas discórdias apenas visam a discussão sobre as melhores técnicas de manutenção do poder e dos privilégios, em retóricas estéreis onde se esgrimem estatística e números, acusações mútuas e arremessos de pedras aos telhados de vidro uns dos outros, num festival de promessas mentirosas e lugares comuns, esquecendo o que realmente importa: Portugal e os Portugueses!
Contra esta "engenharia política" é necessária uma verdadeira "ecologia política" que contrarie os excessos materialistas e lógicas de interesses sectários, e esta só é possível através da Oposição Nacional ao Sistema de destruição vigente, que é totalitário e ladrão. É um Sistema que rouba os recursos nacionais, o futuro e a esperança.
O PNR, não pactua nunca com situações de compromisso com os responsáveis e culpados por décadas de descalabro. Pelo contrário, o PNR vai sempre à luta e apresenta-se como protesto útil e como oposição necessária. Apontamos o dedo a todos os outros partidos, sem excepção, grandes e pequenos, antigos e recentes, e dizemos que os seus responsáveis são os culpados do descalabro nacional, seja de forma activa ou cúmplice.
São culpados e é preciso correr com eles!
É nessa mesma lógica e coerência que nos apresentaremos no dia 11 de Outubro a concorrer em Lisboa, como verdadeira Oposição e protesto, não temendo a apregoada ideia da existência de uma unidade à “direita”. Tal conceito grotesco é resultante de 35 anos de lavagem ao cérebro e mentiras que é preciso começar a desmistificar.
O Sistema português é hemiplégico! Aceitando e dando de barato os sempre complicados e artificiais rótulos direita e esquerda, é bom de ver que na Assembleia da República só houve desde o famigerado 25 de Abril até hoje, partidos que vão da extrema-esquerda até ao centro. Mas a ditadura cultural marxista que nos domina, ao ter imposto os rótulos e conceitos da sua conveniência, chama “direita”, por exemplo, aos social-democartas… Só no triste Portugal de Abril tal disparate é “concebível”. A social-democracia situa-se no centro-esquerda em qualquer país ocidental. O próprio Sá Carneiro quis filiar o seu então PPD na Internacional Socialista...
Assim, grosseiramente, para se dar ideia da existência de verdadeiras oposições, criou-se a sensação (mentirosa!) de haver uma direita em Portugal. Há apenas a “direita” que a esquerda permite, a “direita” postiça que em nada difere de um PS senão em alguns situações pontuais para manter aparências.
Essa “direita” que faz o frete à esquerda dominante e é totalmente submissa e complexada, é a direita dos interesses, do capitalismo, dos instalados, dos conservadores. Essa, assim como à esquerda, recusamo-la em absoluto!
O PNR, pelo contrário, defende as bandeiras vincadamente sociais e nacionais. A aceitar a dicotomia direita-esquerda, para utilizar uma linguagem comum - embora distorcida muitas das vezes, sujeita a equívocos e redutora - então somos o único partido de facto da Direita Nacional e Social. Aquela que a esquerda odeia e teme. Aquela que a “direita”, encomendada pela esquerda, odeia e teme.
Ao defendermos as causas Nacionais e Sociais, colocamos a tónica em grandes temas que constituem o nosso manifesto eleitoral: Economia, Educação, Família, Imigração, Justiça e Segurança.
Acerca de todos estes temas fazemos um diagnóstico claro e temos propostas concretas e únicas, quer no conteúdo, quer na forma, quer na determinação e frontalidade com que as defendemos. Propostas radicais e de ruptura. Propostas diferentes e alternativas. Propostas Nacionais!
Somos a verdadeira Oposição Nacional a este Sistema nefasto!
Somos o protesto útil que importa fortalecer!
No dia 27 de Setembro, votar no PNR não é votar nos consensos hipócritas e nos medos cobardes, mas sim no reforço daqueles que pretendem dar corpo à grande Oposição Nacional!

José Pinto-Coelho | 27 de Agosto de 2009

http://www.pnr.pt/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=496&Itemid=44

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Com o PNR Coimbra tem mais encanto


No dia 12 de Setembro o Partido Nacional Renovador (PNR) vai realizar uma acção de campanha em Coimbra.
Os militantes e simpatizantes irão concentrar-se junto ao Portugal dos Pequeninos às 11 horas, de onde partirão para uma distribuição de panfletos. Seguir-se-á um almoço convívio num restaurante da cidade.
Os interessados em participar poderão contactar-nos:

E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

O Partido vai assumir uma linha política clara num combate determinado que mobilizará esforços convergentes na luta pelo poder político. Vamos levantar e apoiar a Oposição Nacional ao sistema em todo o país, do interior esquecido às cidades, na acção política nacional ou local, na escola, no Trabalho, em todas as dimensões da vida portuguesa. Vamos vencer a mediocridade e a incompetência dos parasitas que sugam diariamente o sangue dos portugueses, erguendo uma alternativa de Conhecimento e de Poder.
Contra a classe política e os partidos da Situação, pela Justiça, contra a Miséria e a Corrupção; contra o estado socialista e do «bloco central», pelo controlo e selecção da imigração. Pela Liberdade de Expressão, pela Vida, na convergência da acção do PNR, de todos os Nacionalistas e de uma Nova Direita Nacional, Social e Popular para a vitória da Oposição Nacional!.
Para outros locais do Distrito estão previstas acções de colagens e distribuição de panfletos.
Junta-te aos nacionalistas e colabora nas acções de campanha. Vamos levar a Oposição Nacional a todos os recantos de Portugal.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

PNR - MARVILA


Este blogue é um dos meios de divulgação da candidatura do Partido Nacional Renovador, às eleições para a Junta de Freguesia de Marvila. A pré-campanha arranca assim na internet, e aqui será divulgado a agenda da candidatura, e outras informações relevantes.

Trabalhadores em luta


Manifestamos a nossa solidariedade com os trabalhares da Marcopolo, contra o grande capital apátrida, contra as deslocalizações e contra a inércia do sistema e a sua dualidade de critérios, pois não hesita em ajudar os bancos e para as medias e pequenas empresas fecha os olhos. No nosso entender os capitalistas, que rumem a outras paragens e que façam boa viagem, mas a fabrica devia continuar a laborar, nem que fosse preciso recorrer à nacionalização.
A nossa solidariedade vai também para os camaradas das Policias Municipais. Mal remunerados mal equipados, lá vão fazendo o seu trabalho, para depois servirem de bode expiatório, nas crónicas dos jornalistas terroristas e para desculpas esfarrapadas do poder.

ARSC fechou Extensão de Saúde dos Olivais sem avisar utentes


Mal tinha acabado de ler um poste, sobre os atentados ao SNS na zona do Pinhal Interior Norte I, vou à página do Diário de Coimbra e vejo mais uma atentado á saúde dos portugueses.
Este país está a saque e os nossos governantes deixaram de ter respeito por todos nós. É vergonhoso e ultrajante o que estão a fazer como SNS, que pese embora muitos defeitos, era das poucas coisas boas que o 25 de Abril nos deu.
È urgente definir uma estratégia de longo prazo para o sector da saúde. O país não pode viver ao sabor de querelas partidárias e de políticas de curto prazo que um partido implementa numa legislatura, para depois serem alteradas na legislatura seguinte por outro partido que chegou ao poder.
A saúde é um direito, não é um negócio.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Apoie o PNR nas mesas de voto


Aproximando-nos das eleições Legislativas de 27 de Setembro e das Autárquicas de 11 de Outubro, o PNR está empenhado em colocar nas mesas de voto o maior número possível de apoiantes seus a fim de, ao serviço do PNR, fiscalizarem o processo eleitoral e a contagem dos votos.

Tal objectivo, é possível ser concretizado de duas formas distintas, de acordo com a disponibilidade e interesse daqueles que nos queiram apoiar:

> Membros das mesas de voto
Estes têm que estar presentes todo o dia na mesa de voto, desde antes da abertura das urnas até ao final da contagem de votos e conclusão dos trabalhos inerentes ao processo eleitoral na respectiva mesa.
No final desse dia recebem 76 euros, remuneração esta, paga pela respectiva Junta de Freguesia.

> Delegados às mesas de voto
Apenas têm que comparecer um minutos antes da hora do fecho das urnas para assistirem à contagem dos votos da mesa onde estão colocados.
Está função não é remunerada.

Para apoiar o PNR sob alguma das formas acima indicadas, deverá manifestar esse interesse com a maior brevidade possível, por mail ou, em alternativa, por carta (PNR – Apartado 2130, 1103-001 Lisboa).
O PNR respeitará a ordem de chegada das propostas para membros de mesa, no caso de em alguma freguesia haver maior oferta do que lugares disponíveis para o nosso partido.
Deve mencionar sob qual das modalidades – "Membro" ou "Delegado" – pretende ajudar o PNR e indicar todos os dados seguintes:
- Nome completo;
- Documento de identificação;
- Morada;
- Telefone para contacto;
- Freguesia onde está recenseado.

Os Membros ou Delegados às mesas de voto serão colocados, por lei, na Junta de Freguesia onde estão recenseados.

Desde já, a Direcção do PNR, agradece esta forma de apoio também importante para os objectivos do Partido.

Portugal precisa do PNR, mas o PNR precisa de si!


Se lhe interessa a existência de um Partido Nacionalista em Portugal, lembre-se que este não vive sem fundos, e se Portugal precisa do PNR, o PNR também precisa de si!


Para apoiar o PNR pode fazê-lo através da conta:



PNR

MILLENNIUM BCP

NIB

0033 0000 00278492433 05

Penedo da meditação


De boas intenções está o inferno cheio, esperávamos das autoridades conimbricenses mais que o choradinho do costume. O grande capital que rume a outras paragens, mas a fabrica deve ficar, porque em Portugal mandam os portugueses.

O combate eleitoral em Mira está ao rumo prevendo-se para breve cenas de pugilato. Nós que julgávamos que a violência era um privilégio dos nacionalistas, não deixamos de ficar perplexos com estas cenas tristes próprias de quem só luta pelo tacho. O sarna fernandes anda a fazer adeptos por todo país, nestas questões de cartazes

A grande diferença está aqui. Os políticos do sistema nunca sabem de nada. Lutemos para que quem esteja no poder seja uma pessoa informada. As desculpas que esta gente inventa para sacudir a água do capote é no mínimo caricata.

Ora ai está um tipo de agricultura que o sistema certamente apoia. Vêm ai a Festa do Avante e os jovens comunistas devem estar bem fornecidos.

Para que todos os portugueses tenham trabalho com ordenados justos, para que as empresas não deslocalizem, para que haja políticos sérios honestos e informados, para que o combate ao consumo e tráfico de droga seja realmente eficaz, só o nacionalismo é solução.
Em todo o país e aqui no Distrito de Coimbra, ponha cruzinha no quadrado do PNR. Com o PNR Coimbra vai ter mais encanto.