quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Tribunal de Tábua condena assaltantes de posto de combustível


O colectivo de juízes do Tribunal de Tábua não teve dúvidas ao aplicar penas efectivas de quatro anos e de um ano e seis meses aos dois indivíduos acusados de furto simples e roubo na forma agravada. As penas até poderiam ser mais suaves, eventualmente suspensas, mas não com o historial de ilícitos que os dois indivíduos apresentam, como fez questão de frisar o colectivo no acórdão, ontem lido no Tribunal de Tábua, sem a presença dos arguidos, que foram dispensados da sessão. Estão já, de resto, a cumprir outras penas no Estabelecimento Prisional da Guarda.

Henrique Maia, de 22 anos, vendedor ambulante da zona de Seia, foi condenado a quatro anos de prisão efectiva, pelo crime de roubo, enquanto que António Pinto, de 31 anos, também daquela zona, teve uma pena mais leve, de um ano e seis meses, pelo crime de furto. Em ambos os casos, os diversos ilícitos criminais anteriores «não foram suficientes para desmotivar a prática dos crimes que agora se encontram em apreciação», lê-se no acórdão, que aponta ainda para o facto dos arguidos não terem demonstrado, durante as várias sessões do julgamento, «qualquer sinal de arrependimento», revelando igualmente, «uma personalidade desconforme ao direito e às regras vigentes em sociedade». Por isso, justifica ainda o colectivo, as penas tinham de ser efectivas. O causídico de um dos arguidos considerou mesmo a pena aplicada «ajustada». «Serve de prevenção em geral para que outras pessoas se inibam de cometer crimes da mesma natureza, que causam um certo alarme social», considerou Domingos Mota Vieira.

Bens não recuperados

Henrique Maia encontra-se a cumprir pena no Estabelecimento Prisional da Guarda, tendo já sido acusado e condenado por diversos ilícitos, designadamente vários crimes de roubo e vários vezes apanhado a conduzir sem habilitação legal. No mesmo estabelecimento está também o outro indivíduo, condenado já pelos crimes de violação, roubo e sequestro, furto qualificado, falsidade de testemunho e condução sem carta.

Em apreciação, o Tribunal de Tábua teve o caso ocorrido em 7 de Setembro de 2008, que se concretizou em duas situações ilícitas diferentes. Primeiramente, os vendedores ambulantes, ambos de etnia cigana, apoderaram-se de uma viatura que se encontrava estacionada, com as chaves na ignição, na rotunda do Gato Preto, em S. Romão, Seia, cerca de 40 minutos antes do assalto ao posto de combustível, em Gândara de Espariz, Tábua. No primeiro caso, e para além da viatura furtada, os assaltantes apoderaram-se dos documentos e de 250 euros que o proprietário tinha na viatura. Depois, no posto de combustível, ameaçaram o empregado da loja com uma arma de fogo e fugiram com 1.251,89 euros que se encontravam na caixa, dois cheques no valor de 150 e 60 euros e onze maços de tabaco no valor de 37,50 euros. Rumaram depois em direcção a Coimbra, onde abandonaram a viatura roubada, junto à Estação da CP (Coimbra B), não sem antes protagonizarem um outro incidente, um pequeno acidente com outra viatura no Bairro do Loreto.

À excepção da viatura, nada mais foi recuperado. Agiram, lê-se no acórdão, «de forma livre» com «o propósito concretizado de fazer seus os objectos» que roubaram. Actuaram em co-autoria, muito embora o tribunal não tenha provado o envolvimento de ambos nas duas situações. Na verdade, a António Pinto é atribuído o roubo do veículo em S. Romão, sendo que este se fazia acompanhar de um outro indivíduo que não foi possível identificar; no assalto às bombas de gasolina foi identificado Henrique Maia como sendo o autor do assalto e também aqui se provou a existência de um outro elemento que não foi identificado.

FONTE

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

PNR em ROMA



O PNR esteve presente em Roma, no V Congresso da Fiamma Tricolore, onde se alicerçaram as bases para a constituição da “Aliança dos Movimentos Nacionais Europeus”, lançada no final do passado mês de Outubro, por iniciativa do partido nacionalista da Hungria, Jobbik.
O PNR tinha sido convidado para aderir a esta aliança no passado mês de Novembro, tendo sido formalizada a sua entrada agora, no dia 5 de Dezembro, em Roma.
Estiveram a representar o PNR, o seu Presidente, José Pinto Coelho, e o Vice-Presidente e responsável das relações externas, Pedro Frade.
Correu de modo muito agradável e cordial este encontro entre congéneres. Na 6ª feira a Fiamma ofereceu um excelente jantar aos membros das delegações estrangeiras que estiveram presentes, pois outros, por impossibilidade de estarem presentes, apenas enviaram uma missiva.
Assim, entre os partidos de Itália, França, Hungria, Bélgica, Ucrânia, Espanha e Portugal, gerou-se um agradável momento de convívio.
Na manhã seguinte, todos os representantes destes partidos da AMNE, proferiram umas breves palavras.
O Congresso da FT prosseguiu até altas horas da noite. Após o almoço, fomos “dispensados” de estar assistir o que nos permitiu umas voltinhas por Roma.
Na manhã de Domingo, o Pedro frade e eu ainda pudemos testemunhar uma parte dos trabalhos e uma série de intervenções por parte de alguns dos 360 delegados presentes.
Voltando ao tema da Aliança, esta verá a sua confirmação jurídica em Novembro de 2010, altura em que está previsto pelo Parlamento Europeu, a formalização oficial de associações de frentes de partidos.
Neste momento os partidos que integram a AMNE que, legalmente, só pode ser um de cada país, são os seguintes: FPO (Áustria), Front National (Bélgica), MSR (Esp), Front Nacional (França), Jobbik (Hungria), British National Party (Inglaterra), Fiamma Tricolore (Itália), PNR (Portugal), Nationaldemokraterna (Suécia), Svoboda (Ucrânia).
Outros mais se poderão vir a juntar.
Saudações Nacionalistas,
José PC

SOUSELAS - Regresso da co-incineração lança nova vaga de apreensão


Entre o desalento da população e o não baixar os braços do grupo de cidadãos que em Coimbra e Souselas se tem batido contra a co-incineração a certeza que a luta contínua.
Por um lado vai ser pedida a nulidade do acórdão proferido pelo STA, por outro lado o BE já anunciou que vai submeter à aprovação da AR uma moção para terminar de vez com a co-incineração e o CDS vai chamar aquele órgão a Ministra do Ambiente.
Uma vez que toda a oposição já se manifestou contra esta “birra” do Sr. “Eng” e que tantos prejuízos vai causar na saúde publica, estamos certos que a co-incineração será definitivamente incinerada.
Lembramos também que o PNR desde a primeira hora foi manifestamente contra todo este processo, tendo mesmo distribuído um comunicado sobre o assunto, no entanto entendemos que sendo esta questão transversal a toda a sociedade, devemos deixar ao Grupo de Cidadãos por Coimbra a condução de toda a luta, uma vez que tem dado provas de o saber e querer fazer.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Co-incineração de resíduos industriais perigosos em Souselas poderá ser retomada


A co-incineração de resíduos industriais perigosos em Souselas pode ser retomada, de acordo com a decisão do Supremo Tribunal Administrativo (STA), que faz prevalecer a sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra.
Na próxima quinta-feira pelas 12.30 o grupo de cidadãos conimbricenses que se opõe à co-incineração dará uma conferência de imprensa no Hotel D. Luís onde comentará esta decisão do STA.
No entanto sabemos que a co-incineração tem os dias contados, uma vez que contactados todos os grupos parlamentares, ficou prometido que o assunto iria ser debatido na A.R. Como é sabido toda a oposição e muitos socialistas opõem-se a este sistema de queima de resíduos, porque sabem que ele é prejudicial à saúde e ao meio ambiente e porque contrariamente ao que diz o governo e o lobby das cimenteiras existem outras alternativas mais eficazes e que não lançam substancias poluentes para atmosfera. Souselas, Coimbra e por arrastamento, toda a zona de Outão vão poder dentro em breve respirar de alivio e muito melhor.

Contrato local de Segurança


Os responsáveis pela segurança em Coimbra não conseguem travar a criminalidade que cresce na baixa.
Uma ourivesaria de Coimbra foi praticamente “esvaziada” este fim-de-semana. Não sabemos se o assalto já pode ser visto ao vivo e a cores, mas temos a certeza que com câmaras ou sem câmaras os assaltos vão suceder-se e a insegurança na baixa vai continuar. O comércio tradicional já bastante ameaçado pelas grandes superfícies, vê-se também atacado pela impunidade de que gozam os criminosos, o que lhe afasta clientes e delapida património. O sistema, os políticos que governam a cidade, reféns das grandes superfícies e sem soluções para combater a criminalidade são os principais culpados da desertificação da baixa e do encerramento de lojas.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O crime compensa


Portugal está transformar-se num imenso paraíso para os criminosos. O crime compensa. O clima de impunidade lança o pânico em todo o país.A besta que assaltava taxistas em Coimbra viu a sua pena suspensa. Agora patrocinado pelo sistema pode livremente continuar a fazer crescer o negócio.
Resta só acrescentar que a legislação que permite soltar estes criminosos confessos e reincidentes, foi aprovada por todos os grupos parlamentares sem excepção.
Para não lamentar o estado a que chegou a segurança, junte-se aos nacionalistas, porque só os nacionalistas têm denunciado se medos o descalabro a que chegou Portugal e porque só o nacionalismo é solução.

Uma imensa bola de neve


O valor que os industriais do sector estão a pagar aos produtores de arroz, na casa dos 21 cêntimos por quilo, não dá para os adubos, os químicos e o trabalho.
As grandes superfícies estão a fazer “dumping” (vender a preço mais baixo que o de compra) o que faz baixar os preços pagos aos produtores.
Esta guerra dos preços onde um governo regido por ditames neoliberais não intervêm, tem consequências mais nefastas que uma simples guerra de preços. A breve trecho será mais um sector da nossa agricultura que terá de “fechar as portas” aumentando a nossa dependência face ao exterior. Uma vez dependentes estaremos à mercê dos preços, sendo certo que vamos pagar bem caro, esta falsa baixa de preços de venda.
Prece ser esse o rumo traçado pelos políticos do sistema, devido á sua incapacidade ou porque são capazes de tudo.
É o rumo traçado pela Europa dos federastas e tratantes a quem os políticos no poder prestam vassalagem.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Em nome da modernidade


O Distrito de Coimbra recupera a pouco e pouco o atraso em relação a Lisboa e Porto.
A modernidade já se faz sentir por cá. Até já temos carjacking, o negocio da sucata passou por cá, só falta um Bairro tipo Quinta da Fonte, para finalmente sermos realmente modernos.

FEIRA DE CONÍMBRIGA


A Feira de Conímbriga é uma feira livre que se realiza no Parque de Merendas de Conímbriga no 2º domingo de cada mês, onde quem quiser vender os seus produtos de uma forma livre, o pode fazer! Encontra… Artesanato, Mosaicos, Velharias, Produtos da terra, Doces Regionais, Produtos em 2ª mão, Pinturas, Esculturas, Plantas, Flores, Cerâmicas e tudo o que a imaginação deixar levar… seja original e venha vender os seus produtos únicos em Conímbriga. Não é permitida a presença de comerciantes ou vendedores com actividade própria. Se tem algum dote para a música e o quer mostrar… este é o local certo para o fazer… animando assim todo aquele local magnífico! Apareça simplesmente sem inscrição, ou vá fazer um passeio a terras romanas e comer uma escarpiada! A entrada na Feira de Conímbriga é gratuita!

AGIRARTE abre hoje em Oliveira do Hospital


Pintura, escultura, música e fotografia compõem a edição deste ano do AGIRARTE, Festival de Artes Plásticas de Oliveira do Hospital, que arranca hoje. E se as duas primeiras são as artes principais da iniciativa, onde participam oito artistas, as duas últimas são «elementos extra-festival.

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Segundo caso pontual


Desconhecidos furtaram esta madrugada do armazém da Worten e do hipermercado Modelo de Cantanhede bens e equipamentos avaliados em «vários milhares de euros», revelou fonte da GNR, citada pela Lusa.
Os indivíduos arrombaram uma parede metálica do armazém para se introduzirem no interior, adiantou a mesma fonte.
No armazém da Worten apropriaram-se de diversos computadores portáteis e telemóveis. No hipermercado Modelo foi detectado o furto de diversas «giletes» para corte de barba.
De uma loja existente no mesmo edifício levaram várias peças de roupa para criança.
Fonte da GNR adiantou que o alarme do edifício não foi accionado, mas as câmaras de vigilância aí existentes detectaram a presença de quatro indivíduos.
No espaço de meses já é segundo caso pontual.
Claro que para os partidos do sistema a criminalidade está controlada, já não enganam ninguém, mas enquanto lhes continuar a dar o voto não pode esperar nenhuma alteração, antes pelo contrário.
Esses “partidos do sistema" são os responsáveis pelo actual regime corrupto, burocrático e ineficaz, que despreza e (mal)trata os portugueses, encarando-os como meros consumidores ou instrumento de lucro.
A maioria dos portugueses, apesar de revoltada com a actual situação, limita-se a protestar em surdina e abstém-se de participar na vida política. Os resultados estão à vista: deixados à sorte por uma classe política corrupta e inepta, os portugueses vivem, há pelo menos 30 anos, em permanente e anunciada crise, que além de económica é também, ou sobretudo, de valores.
O modelo nacional de segurança pública abriu falência e já não responde eficazmente às ameaças modernas e crescentes do crime organizado, gangues violentos, ou até do terrorismo. É imperioso revalorizar a função da polícia, sem meios técnicos e humanos para fazer face ao crime crescente. Este regime é um paraíso para os criminosos e um verdadeiro inferno para os polícias e os portugueses indefesos. O sentimento geral é que os polícias são desapoiados e os criminosos protegidos. É necessário inverter esse paradigma e criar condições para que ninguém, em Portugal, tenha medo de circular em certas zonas do país.

Portalegre - Almoço Nacionalista


A organização deste almoço que já conta com vários camaradas de Portalegre, lembra que as inscrições para o terminam na segunda-feira dia 7 de Dezembro, pelo que devem confirmar a vossa participação com o máximo de urgência.

E-mail colombiapeixoto@hotmail.com
Telemóveis 917459245 - 969389258

BIG BROTHER



Coimbra vai finalmente ver ao vivo e a cores a criminalidade a operar na zona histórica.
Vai limitar-se a ver, pois como faltam polícias e como as leias protegem os criminosos a criminalidade só tem tendência a aumentar e não é com só com o recurso à Videovigilância que se combate.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Concerto de Aniversário do OAC - Ciclo de Concertos Natividade


Concerto comemorativo do 129º aniversário da primeira apresentação pública do Orfeon Académico de Coimbra

Ciclo de Concertos Natividade
Colaboração com:
Coro Académico de Universidade do Minho
Coro do Colégio do Rosário
Orquestra Sinfonieta de Braga

Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009
Hora: 21:30 - 22:30
Local: Coimbra - Igreja de S. José

O Povo unido jamais será vencido


Paralisação dos autocarros em vésperas de Natal “arruína negócio” no Mercado
D. Pedro V. Comerciantes estão apreensivos e sugerem outras formas de luta.
Goreti Paixão, vendedora de peixe, chega mesmo a sugerir que, em vez de pararem os autocarros, os motoristas os ponham na rua, «mas com toda a gente a circular sem pagar».
«Têm os autocarros parados, não têm de pagar combustível. Os motoristas estão de greve, não têm de lhes pagar. E já lá têm o dinheiro dos passes e das senhas. Eles que deixem as pessoas andarem nos autocarros à borla durante essa semana. Isso é que era greve», remata Maria Conceição Francisco. Uma sugestão apoiada por quase todos os presentes.
Este tipo de greve já foi tentado em Coimbra, com bons resultados. Para além de pressionar a entidade patronal, não prejudica quem necessita dos transportes públicos e combate a ideia de que as greves são uma forma de evitar trabalhar.
Percebendo a justa luta dos trabalhadores, não deixamos de estar solidários com os vendedores do Mercado Pedro V, já tão prejudicados pelas grandes superfícies que não param de crescer em Coimbra e que afinal não são alternativa nem em preço nem em qualidade.
Do povo para o povo de trabalhador para trabalhador a solidariedade não deve ser uma mera palavra usada hipocritamente.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

1º de Dezembro 2009 | Discurso de José Pinto-Coelho



Portugueses,

Aqui reunidos, de novo, nesta Praça que homenageia os Heróis da Restauração da nossa independência, acabámos, como partido político que somos - com a deposição de uma coroa de flores junto ao Monumento aos Restauradores - de dar o nosso testemunho afirmativo de comunhão com todos os que, ao longo da nossa História, sempre se bateram até ao derramamento de sangue, pela nossa soberania.

Hoje, não podemos ter nenhuma dúvida: os partidos do sistema são todos cúmplices da perda gradual de soberania nacional. Começando com uma inócua e até vantajosa, Comunidade Económica Europeia, a CEE, enveredámos a passos largos para o suicídio da aventura federalista, ao serviço de interesses que não são seguramente os nossos.

Eis-nos hoje, paradoxalmente, a celebrar uma data gloriosa da nossa História, e, por outro lado, a condenar a entrada em vigor do famigerado Tratado que, desgraçadamente foi baptizado com o nome da nossa capital.

Ao contrário do que nos prometeram, impuseram aos portugueses, sem qualquer consulta referendária, este «Tratado de Lisboa». A classe política mentiu descaradamente!

O Tratado que eles nos impõem, e que hoje entra em vigor, vai ser um novo e poderoso instrumento de destruição dos nossos interesses, de subordinação de Portugal e de todos os países pequenos à «globalização económica e política». Esta, por sua vez, é realizada pelos centros de poder económico dos grandes países e também pelas maiores empresas multinacionais euro-americanas ao serviço de interesses inconfessáveis, responsáveis pela crise e desemprego que hoje se vivem.

O tratado que eles «comemoram» hoje, no Dia da Restauração da nossa Independência, representa o contrário dos interesses nacionais e também de uma verdadeira cooperação europeia. A Cooperação não pode ser dependência e submissão!

Este tratado é o caminho escancarado para a ocupação política de Portugal e para a exploração das nossas zonas económicas exclusivas.

Enquanto que para eles, tudo isto é “porreiro pá!”, nós não aceitamos nem reconhecemos este Tratado anti-nacional que consubstancia uma verdadeira traição de políticos vendidos!

Nós, portugueses, patriotas e nacionalistas, descendentes dos bravos de 1640, temos o dever e vamos lutar sempre contra a classe política corrupta e seu governo anti-nacional! Resistiremos sempre! Mais 60 anos, como então, se preciso for.

Esta classe política é uma parte substancial de um sistema que, não satisfeito em destruir a nossa independência política, está também ele apostado na destruição do nosso tecido social e dos valores basilares da sociedade portuguesa.
São exemplo disso, entre tantos outros, a corrupção instalada, agora com mais este escândalo do caso “Face Oculta”, que tresanda a participação das mais altas figuras dos centros de poder; também a promoção da homossexualidade, do chamado casamento entre pessoas do mesmo sexo e da adopção de crianças por parte destes, o que aliás faz parte de uma obediência a “orientações” da EU e uma sistemática copia do que os espanhóis fazem de mau, como, além disso resulta da cedência ao poderosíssimo “lóbi gay”. Todos os partidos com assento parlamentar, por muito que queiram assobiar para o lado, são responsáveis directos por esta situação. Todos eles, sem excepção, votaram em 2004 a alteração do artigo 13 da Constituição que agora abriu as portas às exigências gay; também o ataque torpe ao Colégio Militar, instituição de alto prestígio e inegável qualidade, que provavelmente suscita a inveja, pelo contraste, daqueles que têm vindo a promover um sistema educativo medíocre, desastroso e facilitista, é bem reveladora da sede deste sistema em minar o que de melhor a nossa soiciedade tem.

Assim, nós, patriotas e nacionalistas, sempre dispostos a lutar, e a denunciar os piores ataques a Portugal e aos portugueses - que são os que vêm de dentro! - sempre nos oporemos às «Directivas Europeias», em defesa dos interesses nacionais!
Resistiremos sempre ao domínio de Espanha e da «União Europeia»!
Lutaremos contra todas as políticas anti-nacionais!

Com o PNR, os portugueses sabem que não há compromissos de conveniência, nem palavras de meias tintas, mas sempre a luta: por Portugal, e mais nada!

Com o PNR, viva o Nacionalismo!
Viva Portugal!

1º de Dezembro


Como é habitual o PNR participou nas comemorações do dia 1º de Dezembro e pela primeira vez fez parte da comitiva oficial para desespero dos democratas do sistema.
Assim os nacionalistas o partido de Portugal e dos portugueses teve a oportunidade de colocar uma cora de flores no monumento aos Heróis da Restauração.
Depois a após a debandada dos hipócritas federastas, teve lugar um protesto contra a assinatura do Tratado que malfadadamente se vai chamara de Lisboa. Aos nacionalistas juntaram-se muitos populares que não deixaram de nos felicitar, por sermos os únicos a não ter medo de dizer a verdade e a colocarmos Portugal e os portugueses em primeiro lugar.
O número de nacionalistas que aderiram à iniciativa, a juventude que mais uma vez respondeu presente, doa-nos a certeza de estarmos no caminho certo e em franco e sustentado progresso.

Cantanhede - Audição de Natal



Classes de Conjunto:
Orquestra de Cordas
Coro Juvenil e Infantil
Orquestra de Sopros


Pavilhão da
Escola Pedro Teixeira

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

1º de Dezembro


O PNR convoca os seus militantes e apoiantes para estarem presentes no acto público a realizar às 16 horas do Dia 1 de Dezembro em frente ao Monumento aos Restauradores em Lisboa.
O Partido vai estar integrado nas comemorações oficiais, fazendo-se representar na Tribuna de Honra e procedendo à deposição de uma coroa de flores em homenagem aos heróis da Restauração, e com ela, a todos aqueles que lutam e lutaram pela nossa soberania.



Às 17 horas seguir-se-á um momento de protesto, promovido pelo PNR, contra a entrada em vigor do “Tratado de Lisboa” que nos subtrai mais ainda, e de forma grave, a soberania.

Assim, contando com a presença dos Nacionalistas e Patriotas, faremos deste 1º de Dezembro, na Praça dos Restauradores, uma jornada de homenagem, mas também de protesto, bem como uma ocasião de distribuição de propaganda e de convívio entre Nacionalistas.Todos estão convidados a participar!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O Grande Capital não tem Pátria


A maioria dos 180 trabalhadores da Marcopolo, em Coimbra, que parou a laboração em Setembro, cessa hoje os vínculos com a empresa, podendo recorrer ao subsídio de desemprego.
A fábrica de carroçarias de autocarro, que integrava o grupo brasileiro Marcopolo, laborava em Eiras, tendo fechado as portas em Agosto e desmantelado depois os principais equipamentos da produção.
Os trabalhadores com menos anos de serviço cessaram os contratos em 30 de Setembro, enquanto os restantes, «que são o grosso da coluna», só hoje perdem o vínculo legal que têm à Marcopolo, confirmaram ontem fontes sindicais.
«A Marcopolo retirou da fábrica as coisas mais importantes. Foram vendidas ou transportadas para a Turquia».
É este capital apátrida que depois de nos roer a carne e os ossos ruma a novas paragens para voltar a fazer o mesmo. Para trás fica sempre desemprego, falências de outras unidades e prejuízos para a economia local. Mas é este capital que o sistema teima em ajudar, a quem dá todas as benesses e subsídios.
Para os trabalhadores da Marcopolo, toda a nossa solidariedade, com um convite para se juntarem aos nacionalistas, os únicos com coragem para combater estes vampiros de que agora foram vitimas.

domingo, 29 de novembro de 2009

Fábrica gerida por trabalhadora triplica facturação

A fábrica de confecções de Arcos de Valdevez comprada por um euro por uma trabalhadora, após uma tentativa de deslocalização para a República Checa e o desaparecimento dos proprietários há 5 anos, «fintou» a crise e já quase triplicou a facturação.
«O segredo está no trabalho, na qualidade e na procura incessante de novas encomendas e novos nichos de mercado», avançou à Lusa, Conceição Pinhão, a trabalhadora que liderou a luta contra a deslocalização da empresa e que até conseguiu convencer os patrões alemães a venderem-lhe a fábrica pela módica quantia de um euro.
A Afonso - Produção de Vestuário opera há 20 anos na Zona Industrial de Paçô, em Arcos de Valdevez. A sua gestão é assegurada por Conceição Pinhão desde 29 de Novembro de 2004, dia em que os patrões, dois empresários alemães, «desapareceram» depois de uma tentativa frustrada de deslocalização.
Na altura tinha 89 trabalhadoras, agora tem uma centena. A fábrica dedica-se sobretudo à confecção de camisas.
Fechou 2005 com um volume de negócios de cerca de meio milhão de euros e, para este ano, a previsão aponta para mais de 1,3 milhões. (AF)

Trabalhadores da Marcopolo no desemprego a partir de segunda-feira

A maioria dos 180 trabalhadores da Marcopolo, em Coimbra, que parou a laboração em Setembro, cessa segunda-feira os vínculos com a empresa, podendo recorrer ao subsídio de desemprego.
A fábrica de carroçarias de autocarro, que integrava o grupo brasileiro Marcopolo, laborava em Eiras, arredores de Coimbra, tendo fechado as portas em Agosto e desmantelado depois os principais equipamentos da produção.
Os trabalhadores com menos anos de serviço cessaram os contratos em 30 de Setembro, enquanto os restantes, "que são o grosso da coluna", só esta segunda-feira perdem o vínculo legal que têm à Marcopolo, confirmaram hoje fontes sindicais à agência Lusa.(Lusa)

sábado, 28 de novembro de 2009

Mais casos pontuais


Mega operação, desencadeada pela Polícia Judiciária de Coimbra, resultou na detenção de oito indivíduos, suspeitos de tráfico de droga. Em causa estará uma “célula” particularmente relevante no quadro da distribuição e revenda de estupefacientes na cidade, bem como os seus fornecedores habituais, oriundos da zona de Guimarães.

A investigação policial, segundo apurámos, começou há cerca de seis meses, num quadro de combate ao tráfico de droga na cidade e na região e “desdobrou-se” em duas fases, relativamente à intervenção no “terreno”. Assim, na semana passada, Coimbra foi “passada a pente fino” e, esta semana, os investigadores da Polícia Judiciária “subiram” rumo ao Norte e centraram as suas atenções em Guimarães, numa operação que começou na madrugada de quinta-feira e se prolongou ao longo de todo o dia.

As primeiras “demarches” envolveram, segundo apurámos, um conjunto de buscas domiciliárias, efectuadas em várias zonas da cidade de Coimbra, umas já sobejamente conotadas com o tráfico de estupefacientes, outras nem por isso. Taveiro, Alcarraques, Bairro da Rosa e Bairro do Loreto fizeram parte da rota dos mandados de busca que a PJ concretizou e que culminaram com a detenção de três suspeitos.

Em causa estão duas mulheres e um homem, com idades entre os 24 e os 40 anos. Apenas a mais nova das mulheres (24 anos) não tinha cadastro por este tipo de crime. Presentes para primeiro interrogatório judicial, o homem ficou, por ordem do juiz, em prisão preventiva e as duas mulheres obrigadas a apresentações trissemanais no posto policial da sua área de residência.

Mas, para além da detenção dos três suspeitos, que constituiriam a “face visível”, em Coimbra, de um complexo circuito dedicado ao tráfico de droga, a PJ apreendeu ainda cerca de 150 doses de cocaína e heroína, uma arma (caçadeira) em situação ilegal (sem documentos) e ainda 20 mil euros em dinheiro “vivo”, que se presume ser resultante da transacção de estupefacientes. Foram ainda apreendidas quatro viaturas de gama média.

Com a detenção deste trio de Coimbra, a investigação subiu no terreno e na “hierarquia” do tráfico, em busca da “fonte de abastecimento”, ou seja, dos responsáveis pelo fornecimento habitual aos traficantes de Coimbra. Uma “viagem” que conduziu os investigadores até à zona de Guimarães, numa investigação que a PJ reconhece «de grande complexidade», tendo em conta a «localização e organização familiar dos responsáveis por esta actividade ilícita e o elevado grau de alerta dos intervenientes, que em tudo procuraram dificultar a acção dos investigadores», adianta a Directoria do Centro da PJ, sublinhando ainda o facto de alguns dos suspeitos «possuírem antecedentes criminais» por tráfico de estupefacientes.

Em Guimarães, numa operação que contou com a colaboração da PSP local, a PJ de Coimbra procedeu à detenção de mais cinco alegados traficantes, com idades compreendidas entre os 35 e os 44 anos. Entre os detidos encontra-se, segundo apurámos, um casal de etnia cigana, que será o responsável número um pelo circuito de abastecimento, relativamente ao qual contavam com a colaboração estreita de um segundo casal e de um outro indivíduo, com quem manteriam uma relação de estreita confiança. Seria este trio que garantia um conjunto de diligências na organização do “negócio”, nomeadamente a entrega de “mercadoria” aos clientes.

Os cinco detidos foram ontem presentes para primeiro interrogatório judicial e o casal “cabecilha da organização” ficou em prisão preventiva, muito embora a mulher possa, quando houver condições nesse sentido, ficar com pulseira electrónica. Os restantes três estão em liberdade, obrigados a apresentações semanais às autoridades.

Mais casos pontuais, com os protagonistas pontuais do costume e com as medidas de coação do costume, como sempre muito pontuais.

FONTE

FIGUEIRA DA FOZ - Memorial homenageia combatentes no Ultramar


Passados 35 anos sobre o final da guerra do Ultramar, a Figueira da Foz inaugurou um memorial, em preito de respeito por todos os que combateram no ultramar, mas principalmente por aqueles 35 figueirenses que tombaram em nome da Pátria.
Alguns ex-militares, liderados por José Manuel Santos, foram os mentores da ideia e conseguiram concretizá-la, depois de andarem a percorrer o concelho para angariar fundos suficientes para erguer o monumento, que teve também a colaboração do pintor Mário Silva o apoio da Câmara Municipal, Juntas de Freguesia e do Núcleo da Liga dos Combatentes da Figueira da Foz entre outros.
Contra a corrente que insiste em homenagear traidores, desertores, vendedores de passaportes e imigracionistas, alguns portugueses vão a pouco e pouco fazendo erguer a sua voz em defesa dos que não hesitaram em dizer presente.

FONTE

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Portalegre - Almoço Nacionalista

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

1º de Dezembro

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Sarau Cultural do Jornal de Trevim


No âmbito das comemorações do 42º aniversário do Jornal Trevim e do trigésimo aniversário da Cooperativa com o mesmo nome, realiza-se no sábado, dia 28 de Novembro, pelas 21:00, no Cine-Teatro da Lousã, um sarau cultural, aberto a todas as pessoas que queiram participar no evento. O Coro Misto da Sociedade Filarmónica Lousanense, a Orquestra Ligeira da Associação Recreativa, Cultural e Social das Gândaras e 4Pizzicato, Quarteto de Guitarras da Lousã são as presenças confirmadas. Aproveite para sair de casa e assistir a um espectáculo com a participação de associações lousanenses completamente gratuito.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Tudo farinha do mesmo saco


A edificação em dois lotes do empreendimento imobiliário Jardins do Mondego, sito em Coimbra, acaba de ser declarada ilegal num acórdão do Tribunal Administrativo e Fiscal (TAFC), apurou, hoje, o “Campeão”.
Um colectivo de juízes considerou nulas quatro deliberações da Câmara de Coimbra – três do último mandato de Manuel Machado (PS) e uma do primeiro de Carlos Encarnação (PSD) – por violação do artigo 39º. do regulamento do Plano Director Municipal (PDM).
O Bloco Central, quando se trata de fazer favores ao lobby do cimento, passa por cima de todas as directivas.
Mais uma vergonhosa noticia que envolve PS e PSD, os insuspeitos do costume.

FONTE

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Almoço Nacionalista em Portalegre


A locomotiva nacionalista não pára.
No próximo dia 8 de Dezembro vai realizar-se um almoço/convívio em Portalegre.

Os interessados podem inscrever-se em:
E-mail colombiapeixoto@hotmail.com
Telemóveis 917459245- 969389258

Participa e divulga o almoço

1º de Dezembro de 2009


O PNR convoca os seus militantes e apoiantes para estarem presentes no acto público a realizar às 16 horas do Dia 1 de Dezembro em frente ao Monumento aos Restauradores em Lisboa.Proceder-se-á à deposição de uma coroa de flores em homenagem aos heróis da Restauração, e com ela, a todos aqueles que lutam e lutaram pela nossa soberania.Faremos deste 1º de Dezembro, na Praça dos Restauradores, um momento de homenagem, mas também de protesto contra a entrada em vigor do “Tratado de Lisboa” que nos subtrai mais ainda, e de forma grave, a soberania, bem como uma ocasião de distribuição de propaganda e de convívio entre Nacionalistas.Todos os Patriotas e Nacionalistas estão convidados a participar!