terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Do Presidente aos Nacionalistas | Fevereiro de 2010


Neste mês de Fevereiro vai realizar-se uma manifestação promovida pela sociedade civil, em defesa da Família e, por isso, dos valores elementares da sociedade, contra o ataque feroz a que estas realidades estão votadas.

O PNR é o único partido político que se tem insurgido contra a promoção da homossexualidade, dizendo-o clara e abertamente, de vários modos e em vários contextos. Mas como partido nacionalista que é, assume a defesa de ideais e valores de um modo afirmativo, não se contentando em ser um partido do contra, mas sim do pró, e por isso sempre se afirmou, ao longo dos seus 10 anos de existência, como um partido pró-Pátria, pró-Família e pró-Vida.

Mas também assim, de igual forma, nunca hesitámos em ser frontalmente contra toda e qualquer força que erga bandeiras de destruição das nossas causas e valores. É justamente por sermos positivos e afirmativos, que temos que, em coerência, saber ser corajosamente contra; em nome daquilo que defendemos!

O combate que travamos pela Família, célula base da sociedade e instituição milenar, não se trava em abstracto ou com meras teorias perante a grave ameaça aos nossos valores e à nossa sociedade.

Não se pense que o casamento, a família e a sociedade não estão a ser destruídos. Estão sim!, a ser minados, de forma sórdida, cínica e agressiva, travestidas em tolerância e liberdade. Estão a ser atacados de forma letal e irreparável! E assim sendo, não há lugar a diálogos, consensos ou referendos, trata-se sim de uma verdadeira guerra de mentalidades e de objectivos. E nesta, ou se ganha ou perde, ou se impõe ou se é subjugado. Não há meio termo! E nós estamos a perder as batalhas, estupidamente, dia após dia.

Não podemos tolerar a promoção da homossexualidade como se de uma opinião, opção ou (mau)gosto se tratasse. Não podemos vergar e calar ante a imposição da poderosa propaganda da mariquice mental!

Há que dizer abertamente que os fins do lóbi gay (grupo de pressão, este, que inclui na mesma panela os gay, lésbicas, transexuais e toda uma panóplia de gente indefinida e indefinível) visam a imposição de leis e costumes anti-naturais, esses sim, altamente discriminatórios. Pelo andar da carruagem, facilmente se percebe que ontem, ser-se homossexual era um escândalo; hoje é normal e até “bem”; amanhã... será obrigatório!...

É pois, urgente e imperioso, lutarmos sem medo contra aqueles que querem imergir a nossa sociedade no caos da falta de referências e no pântano da aberração. A falta de firme reacção, além de representar uma cobardia ou passividade, torna-se cúmplice de um dano social irreparável e abre a porta a todas as demais formas de barbárie e destruição da dignidade humana e social, tais como o incesto, poligamia, pedofilia…

Assim, no próximo dia 20 de Fevereiro, marcarei presença na manifestação a ter lugar em Lisboa, em defesa da Família e da Sociedade e apelo a todos os militantes e apoiantes do PNR que respondam afirmativamente, também eles, a esta chamada!

José Pinto-Coelho
7 de Fevereiro de 2010

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Planalto da droga


Fruto da modernidade que o sistema nos impinge, Coimbra também tem os seus bairros problemáticos. Não tão problemáticos como os da grande Lisboa ou do Porto, mas altamente patrocinados pelo sistema dão passos seguros para em breve igualarem os feitos de má memória de outros bairros.
No entanto no que concerne ao tráfico e consumo de droga o Planalto do Ingote já rivaliza com os melhores.
Desde o miserável agarrado até aos meninos de bem, são muitos os compradores que visitam este supermercado de droga. O sistema limita-se a contactar o flagelo social, promove alguma caridadezinha, mas não encontra meios para minimizar o tráfego e o consumo.
Para os nacionalistas a solução é simples, penas pesadas para os traficantes, para todos os traficantes e internamento compulsivo até à cura final para todos os toxicodependentes, sem olhar aquém, sem complacências pelos meninos de bem, pelos meninos descontraídos que visitam o Planalto bem disfarçados no topo de gama que o papá deu pelo Natal.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

XII Ciclo de Teatro Amador do Concelho de Cantanhede


O XII Ciclo de Teatro Amador do Concelho de Cantanhede arranca já no próximo fim-de-semana com espectáculos em Outil e Murtede. Na abertura, a realizar-se, sábado, 6 de Fevereiro, a partir das 2H30, o Grupo Cénico Vilanovense leva ao palco da sua sede “Terra Firme”, um drama da autoria de Miguel Torga, e “Está lá fora o Sr. Inspector”, uma comédia escrita por Carlos Pacheco. No dia seguinte, às 16H00, será a vez de o Grupo de Teatro Experimental “A Fonte” de Murtede iniciar a sua participação no certame, apresentando na Junta de Freguesia, “O Noviço”, comédia em dois actos de Martins Pena.

Murtede não quer TGV a passar na freguesia


Depois de se ter pronunciado publicamente e junto das entidades competentes, designadamente junto da RAVE – Rede Ferroviária de Alta Velocidade, a Junta de Freguesia de Murtede alia-se à Câmara Municipal de Cantanhede e convocou uma sessão de esclarecimento à população no âmbito do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) da Ligação Ferroviária de Alta Velocidade (TGV) entre Lisboa e Porto, lote B (Pombal-Aveiro), em particular no que respeita aos traçados quatro e cinco, que são as alternativas no sub-troço Norte do referido lote B.
De acordo com o presidente da junta, Carlos Fernandes, a população foi unânime em reconhecer a posição já assumida pela junta de freguesia e pela Câmara de Cantanhede «de frontal oposição» ao traçado quatro que atravessa a freguesia de Murtede no eixo Norte/Sul, «dado os inconvenientes daí decorrentes» e as reservas e preocupações relativas a diversos aspectos, de entre os quais a população, com o apoio da autarquia da freguesia, destaca um rol de «inconvenientes».
Desde logo a afectação de habitações nas localidades de Porto de Carros; falta de garantias da reposição da travessia na estrada municipal que liga as localidades de Carvalho e de Porto de Carros; atravessamento de importantes zonas vitivinícolas e de terrenos de Reserva Agrícola Nacional e de Reserva Ecológica Nacional; corte de dezenas de caminhos rurais, «sem garantias da instalação de passagens agrícolas ou da construção de caminhos paralelos que permitam adequado acesso aos terrenos…» E ainda a criação de barreiras físicas em zonas florestais, «criando zonas de vegetação densa e de difícil acesso, propícias à ocorrências de incêndios»; criação de uma barreira física entre uma freguesia periférica e a sede do município de Cantanhede; destruição de uma larga faixa de terrenos florestais e agrícolas, «agravado pelo facto de o traçado do TGV ser “colado” às faixas de protecção de linhas de alta tensão»; degradação e alteração dos perfis de linha de água atravessadas; destruição de consideráveis áreas cinegéticas, entre outros aspectos «nocivos à qualidade de vida da população».
Por todas estas razões «e porque se entendeu que o TGV não trará qualquer vantagem directa ou indirecta para a freguesia de Murtede e para as suas gentes», a população, com o apoio da Junta de Freguesia, entendeu formalizar a sua insatisfação num abaixo-assinado – que recolheu cerca de duas centenas de assinaturas em apenas um dia - onde demonstra as suas preocupações e a sua clara opção pelo traçado cinco (pelo lado da Mealhada), em detrimento do traçado quatro (que atravessa o concelho de Cantanhede.

FONTE

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Os nacionalistas estão na rua os meninos estão na net.


Nesta madrugada os nacionalistas do Distrito de Coimbra efectuaram mais uma acção de colagens nos concelhos de Mira e Cantanhede.
Direccionada para a juventude e não só, pretendemos cobrir todo o Distrito e ainda dar uma saltada a alguns dos vizinhos.
Estão de parabéns os jovens que participaram na acção, uma vez que preferiram lutar por Portugal e pelos portugueses em troca de uma noite de “dança” ou de estarem agarrados ao computador. A internete oferece aos nacionalistas um grande campo de divulgação e debate de ideias, mas a luta faz-se sobretudo nas ruas. Ficar comodamente sentado em frente a um ecrã a debitar grandes intenções de militância, não chega não serve é por vezes perigoso porque virtual.
Confrontado por todos os lados com injustiça e exploração o homem comum rezinga: “O que posso eu fazer?”. A resposta é assustadoramente simples: LUTAR, LUTAR e LUTAR OUTRA VEZ! Acaba com a baixeza e a cobardia que caracteriza a nossa época. Desfralda os estandartes da Verdade, Heroísmo e Sacrifício. Tornem-se os Guerreiros e Santos que outrora tornaram esta terra digna de amor e respeito. Vive a tua vida para que outros possam viver, e vive grandiosamente. Lança a Guerra Santa que limpa a alma, purifica a mente e expulsa para sempre os traidores e covardes do nosso seio! Luta com coragem, determinação granítica e um coração alegre até à Vitória Final!
Na próxima oportunidade junta-te a nós.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Festival da Lampreia e do Sável para promover região como destino de Inverno



A Turismo Centro de Portugal e cinco municípios da Região Centro (Figueira da Foz, Montemor-o-Velho, Penacova, Sever do Vouga e Murtosa) realizam, de Fevereiro a Abril, o festival “Lampreia e sável”. Uma forma de promover a gastronomia da região e combater a sazonalidade do turismo. Pedro Machado, presidente da Entidade de Turismo, considera que estes festivais são uma forma de mostrar que no Inverno, “a Região Centro pode também ser uma opção”.
“Queremos projectar, a nível nacional, esta dimensão da excelência da gastronomia, mas queremos também promover os territórios do Centro de Portugal. Queremos criar um cartaz de eventos que ao longo do ano, e neste caso concreto na época baixa em que somos penalizados pela sazonalidade, fazer uma aposta no destino Centro de Portugal como destino de Inverno”, disse o presidente da Turismo Centro de Portugal.
Pedro Machado entende ainda que este Festival da Lampreia e do Sável é uma oportunidade de negócio para a restauração e hotelaria. “Isto é uma cadeia de valores e é preciso ter presente que se envolvem os empresários da restauração, mas também queremos que as pessoas venham e ocupem os nosso hotéis e deixem aqui receitas. É um reflexo muito importante no que toca à sustentabilidade do sector do turismo”, explicou Pedro Machado.
No distrito de Aveiro, Sever do Vouga e Murtosa são os dois municípios que recebem este Festival da Lampreia e do Sável, de 5 a 14 de Março e de 6 de Março a 10 de Abril, respectivamente.

FONTE

Camisolas e bandeiras nacionalistas


Camisolas PNR
Militantes 10 euros
N/ militantes 12.5 euros

Camisolas Terra Portuguesa
5 euros

Camisolas Portugal
Militantes 8 euros
N/militantes 10 euros
O Modelo "Portugal" tem disponível modelo para senhora


Bandeiras PNR
(100 x 70) 25 euros
(70 x 50) 12.5 euros

Pedidos para : ce@pnr.pt.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Droga, Loucura, Morte


Os toxicodependentes que morreram em Coimbra no mês passado podem ter sido vítimas de heroína contaminada com antrax. A hipótese está a ser investigada entre o Instituto da Droga e o Instituto de Medicina Legal.

A Renascença avança, baseada em fonte da Polícia Judiciária, que são muitas as semelhanças com os casos já confirmados noutros países europeus de mortes causadas pelo consumo de heroína contaminada com antrax.

Neste momento, aguardam-se os resultados dos exames em curso. Só então poderá ser esclarecido as causas das mortes daqueles toxicodependentes, de acordo com a mesma rádio.

Não bastava o flagelo da droga que o sistema longe de querer combater, pensa em legalizar, para ainda ser possível à escumalha que trafica droga, contrafazer o produto e impunemente causar a morte a quem caiu nas suas malhas.

O sistema neste particular como em muitos outros que afligem a nossa sociedade, não encontra soluções nem para os toxicodependentes nem para combater o tráfico.

Internamento compulsivo até á cura completa e penas efectivas e severas para os traficantes, podiam não terminar completamente com esta chaga, mas certamente diminuiriam e muito os seus efeitos.
Sabemos que este tipo de medidas não interessam a uma esquerda moderna e ao sistema global, porque para esta gente interessa ter a povo alienado e fácil de manipular sob o efeito das drogas.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Contestatários de Coimbra sugerem acção popular contra juízes do Supremo Tribunal Administrativo que aprovaram co-incineração


Em conferência de imprensa, o advogado Castanheira Barros revelou que vai sugerir ao presidente da Câmara de Coimbra que avance com a acção contra os três autores de acórdãos recentes sobre esta matéria, exigindo-lhes o pagamento de uma indemnização correspondente a um euro por habitante do concelho por cada dia em que seja permitido à Cimpor proceder à queima daqueles resíduos em Souselas.

Em causa estão acórdãos do STA de 02 de dezembro de 2009 e de 20 de janeiro passado, ambos da responsabilidade dos mesmos três juízes, e que contemplam "argumentos contraditórios" - segundo o jurista.

Castanheira Barros adiantou ainda que o grupo de cidadãos está a ponderar instaurar também uma acção de indemnização por responsabilidade civil extracontratual contra os três juízes do STA.

Na base das acções está, segundo o jurista, "a imputação [nos acórdãos do STA] ao Tribunal Central Administrativo - Norte de uma tese que este tribunal não defendeu e a negação da evidência da não aplicação do princípio da precaução" na questão da co-incineração.

Na conferência de imprensa, Castanheira Barros adiantou que vai pedir uma audiência urgente ao presidente da Câmara e sugerir-lhe também a adopção de medidas conjuntas de combate à queima de resíduos, nomeadamente no que diz respeito à vigilância dos veículos que os transportam para a fábrica de Souselas.

"Vamos também alertar os grupos parlamentares da Assembleia da República de que Coimbra não pode ser sujeita a esse atentado ambiental e que o projecto-lei para suspender a co-incineração deve ser discutido o mais depressa possível", acrescentou.

Como já é habitual estivemos presentes na Conferencia de Imprensa, uma vez que sempre nos batemos contra este atentado ambiental.

FONTE

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Basta de Criminalidade


Abrimos os jornais de hoje e mais uma vez somos confrontados com criminalidade organizada capaz de agir de forma violenta e que o sistema patrocina, com as suas leis brandas.
Em Coimbra assaltam a Ourivesaria Costa. O estabelecimento, um dos mais antigos e conhecidos da Baixa de Coimbra, foi alvo de um assalto durante o fim-de-semana, estando ainda por apurar se ocorreu na noite de sábado ou domingo. «Foi uma limpeza geral de todo o nosso stock de ouro e jóias», lamenta o proprietário, que estima o prejuízo em «duzentos e tal mil euros».
Manifesto desde já a minha solidariedade ao Sr. José da Costa, amigo de longa dada, meu treinador de hóquei nos tempos em que esta modalidade se praticava no Sport Clube Conimbricense.
Por Cantanhede pese embora as campanhas falaciosas do sistema a criminalidade organizada não pára de crescer, sendo constantes os assaltos praticados por profissionais qualificados saídos talvez de algum programa de Novas Oportunidades.
O sistema não quer nem consegue encontrar soluções para o problema da criminalidade crescente, uma vez que um combate eficaz à criminalidade implicaria mexer com os criminosos diplomados e cartola que crescem nas fileiras de quem detêm o poder.
Para este mal e para muitos outros males que qual era daninha não param de crescer no nosso país só o Nacionalismo è solução.
O regime apresenta característicos sinais de desagregação. A putrefacção apoderou-se de todas as suas estruturas. Mas não irá desaparecer de cena, por algum alçapão da história, por sua própria iniciativa. Se nada puser cobro a isto, continuará indefinidamente esta trágica palhaçada dos que entram e dos que saem sem que nunca alguém note a diferença. E os portugueses terão que continuar a esfolar-se para viver numa terra onde não arranjam casa nem emprego e onde a inflação lhes consome tudo o que conseguem ganhar, onde a falta de segurança é diária, enquanto os seus políticos se divertem com várias eleições ao ano e com governos ao semestre, corno tem acontecido nestes últimos anos.
Os povos, como os homens, precisam de quem os estimule, de quem os esclareça, de quem os comande; o nacionalismo português vai fornecer à nação aquela chama, aquele suplemento de alma, sem a qual ela não poderá superar a crise em que se encontra mergulhada, e que é sem dúvida a mais grave de toda a nossa história.
Essa missão imensa, essa tarefa hercúlea, compete aos nacionalistas portugueses cumpri-la; essa a nossa honra; esse o destino do nacionalismo português.
Junta-te a nós.

Almoço convívio em Lisboa


O PNR realiza um almoço-convívio em Lisboa, no Sábado, dia 6 de Fevereiro, pelas 12.30 horas, com a presença de elementos da nova Comissão Política Nacional.
Este evento é reservado a militantes e seus familiares. e o seu custo é de 12,50 Euros.
Para fazer a reserva, por favor contacte-nos por
mail terraportuguesa@gmail.com
ou para o telefone 96 437 82 25.

sábado, 30 de janeiro de 2010

PNR COIMBRA


Acção, acção, acção!
O instinto e o hábito da propaganda e da divulgação continuam a ser uma fraqueza maior no campo nacionalista (como aliás da Direita toda), o que nos diminui no combate político e nos remete quase sempre para o campo dos ausentes.
Não faltam meios: faltam vontades...
Não faltam ideias: falta trabalho...
Não falta gente: faltam militantes...
Não faltam tarefas, falta quem as queira fazer...
A opinião pública é a opinião que se publica, já dizia o outro. Mas nós não nos preocupamos em publicar a nossa!
A opinião pública é plástica e moldável, e normalmente será de quem mais e melhor a trabalha. A opinião pública, precisamente, onde se trava o combate das ideias, o lugar central do combate político moderno, é o que nós, nacionalistas, em geral abandonamos e desprezamos.
Porque, então, e ao contrário, não nos tornamos omnipresentes, a todo o tempo e em qualquer sítio, a tudo e sempre imprimindo a marca das nossas ideias?
Pela palavra e pela acção, cada nacionalista tem que militar na difusão da doutrina que lhe deve ser familiar. O sentido da propaganda, de que são mestres os nossos inimigos, tem que estar mais e mais, e cada vez mais, presente nas nossas hostes.
Fazer propaganda, organizar-se, difundir activamente as publicações, os livros, os acontecimentos, as pessoas, as obras, as causas, que veiculem as nossas ideias; dar um exemplo constante de perseverança, de persistência, de apego aos nossos princípios e de rejeição intransigente do sistema que nos domina, tais são mandamentos que todos os nacionalistas deveriam ter sempre em mente. Com constância, com permanência, com tenacidade, sem desfalecimentos nem intermitências, sem ilusões tolas sobre resultados imediatos.
Que estes desabafos sejam lidos por alguém, e tenham algum efeito - já não tinham sido em vão.

E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

MANIFESTAÇÃO PELA FAMÍLIA, PELO CASAMENTO: EXIGIMOS O REFERENDO!



Data: Sábado, 20 de Fevereiro de 2010
Hora: 15:00 - 17:00
Rua: Avenida da Liberdade
Cidade/Localidade: Lisboa, Portugal

Que façam boa viagem


Nos últimos dois meses foram expulsas duas pessoas angolanas, residentes em Coimbra, por falta de documentos e requisitos para regular a situação em Portugal. Tendo a Casa de Angola feito chegar estes casos ao Consulado, a Missão Consular da República de Angola deslocou-se ontem a Coimbra, para tratar da documentação da comunidade e evitar novas expulsões.
Sempre defendemos que os imigrantes ilegais e criminosos deviam ser imediatamente expulsos do país. Portugal é dos portugueses e se já somos críticos em relação aos que possuem vínculo laboral, pois só entendemos estas situações quando todos os portugueses estiverem empregados, não podemos deixar de aplaudir esta atitude do SEF.
Conhecemos um dos casos de expulsão, um cidadão angolano que de noite e completamente embriagado deambulava pelas ruas da cidade de Coimbra e que de forma agressiva abordava quem ia encontrando pedindo tabaco ou dinheiro para bebida. O seu racismo anti branco era notório, quando os seus pedidos não eram satisfeitos.
A Casa de Angola e muito hipocritamente, pois sabemos de que forma são tratados os imigrantes neste país, tenta por em causa o bom trabalho do SEF de Coimbra.
Nós dizemos claramente, alto à imigração descontrolada, alto à invasão que nos trás mais criminalidade, mais vagabundagem e gente a viver de caridade, mas que sobretudo é co-responsável pelos baixos salários que auferimos e pelo desemprego que somos obrigados a aceitar.
Pecou apenas o SEF por defeito, porque gente do género, sem ocupação, vivendo nas margens da criminalidade da toxicodependência e do alcoolismo é um lugar comum na cidade de Coimbra.
Se para os imigrantes que ganham honestamente a sua ida podemos olhar com outros olhos, com este tipo de gente não pode haver contemplações, repatriação e mais nada e que façam boa viagem.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Contrato local de Segurança


Aproveitando a confusão, deitam a mão a tudo o que podem

Os assaltos são feitos à “luz do dia”, durante a manhã ou à tarde. Em grupo, os larápios invadem as lojas de roupas e outros artigos para noivos e deitam a mão a tudo o que podem. As mulheres viram-se para os vestidos de gala e eles para os fatos.

Uma funcionária de uma das lojas visadas, na Rua das Padeiras, relatou ao Diário de Coimbra que o grupo de assaltantes, de etnia cigana, é normalmente constituído por sete pessoas, entre homens, mulheres e mesmo crianças. Às vezes, os elementos variam, embora uma das mulheres seja sempre a mesma. E é esta que se costuma dirigir à funcionária presente na loja na tentativa de a distrair enquanto os restantes elementos tentam deitar a mão ao que podem. Foi isto que aconteceu há cerca de 15 dias, embora dessa vez os larápios tenham abandonado o estabelecimento de “mãos a abanar”.

Noutras ocasiões são as crianças do grupo que tentam desviar as atenções das potenciais vítimas para que os outros elementos possam agir.

Segundo apurámos, algumas das mulheres que fazem parte do grupo de assaltantes trazem um saco preso à cintura com um elástico, dissimulado entre as saias, e onde colocam a roupa furtada.

Normalmente o grupo abandona as lojas calmamente pois uma fuga rápida chamaria a atenção de quem circula junto aos estabelecimentos.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

V Festival Gastronómico de Caça e Pesca da Lousã


A 5.ª edição deste Festival é apadrinhada pelo reputado Chefe Hélio Loureiro o qual nos honra com a sua presença e a sua apreciação crítica, o que representará também, estamos certos, um estímulo para os participantes.

Iniciado este Festival em 2006, ao longo destes anos tem sabido congregar um núcleo de estabelecimentos de Restauração que têm feito jus à Lousã como um Destino Gastronómico de excelência.

Hoje em dia deslocam-se à Lousã pessoas de todos os pontos do País, não só para desfrutar as suas belezas naturais, mas também para apreciar a qualidade da sua gastronomia.

Mais vale tarde….


Ainda não há qualquer anúncio quanto aos investimentos a fazer no ramal ferroviário entre Pampilhosa e Figueira da Foz. O presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral, confirma isso mesmo, apontando que “não há qualquer indicação da tutela relativamente ao início das obras”, daí que o autarca e os seus congéneres de Cantanhede, Montemor-o-Velho e Figueira da Foz, conseguiram uma reunião para esta quarta-feira, dia 27, com o secretário de Estado dos Transportes.
Esperemos que tenham a coragem de lutar pela reabertura da linha, com horários decentes e carruagens com conforto e comodidade. A região e os seus habitantes já muito foram prejudicados por este encerramento, pelo que estarão de olhos postos na capacidade negocial dos seus edis.
Os nacionalistas não vão baixar os braços porque fizeram da reabertura da linha uma das suas causas.

Clima de impunidade


Como já temos escrito, os nacionalistas nunca se vão calar no que toca à denúncia da criminalidade e do clima de impunidade de que gozam os criminosos.
A notícia hoje publicada no Diário de Coimbra, é mais uma prova daquilo que não nos cansamos de gritar aos quatro ventos. Hoje ser criminosos compensa, hoje a criminalidade continuada compensa, hoje as manifestações de má educação ou intimidatórias num tribunal compensam.
Tudo serve para colocar a escumalha na rua, sabendo mesmo que o “trabalho comunitário” vai ser a continuação de actividades criminosas.
Só para o cidadão honesto, para as vítimas dos criminosos as nossas autoridades não levantam os olhos. Resta-nos pois o recurso a meios que garantam a nossa própria protecção, ainda que sabendo que nesses casos a mão pesada da lei se fará sentir.
O sistema quer que sejamos ovelhas pacíficas e obedientes, quer que estejamos à mercê de criminosos, de empresários corruptos, de políticos corruptos, porque afinal toda esta camarilha come na mesma gamela.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

VIVE A CHAMA!



Se está de acordo com as nossas ideias inscreva-se e ajude a construir o PNR. Descarregue a proposta de adesão, imprima, preencha devidamente, junte uma fotocópia do Bilhete de Identidade e envie por correio registado para a seguinte morada:

PNR - CE
Apartado 8076
1804-001 Lisboa

MIRA - Assaltantes entraram pelo telhado


Supermercado EuroCompras, em Mira, foi, na madrugada de ontem, alvo de ataque de meliantes, que invadiram o escritório. Abandonaram o local quase de mãos a abanar.
Para alguns isto é mais um caso pontual, para outros algo que temos de aceitar em nome da modernidade. Para os nacionalistas a criminalidade tem de ser combatida e nunca a deixaremos de denunciar. Nós dizemos basta de criminalidade. Junte a sua à nossa voz.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

JOVEM LUTA CONNOSCO

Artigos para venda


Ao assinalar 10 anos de existência, o PNR alterou o grafismo da sua Chama e deu início à edição de um conjunto de novos artigos para venda.
Estes produtos irão sendo divulgados à medida que forem produzidos.
Ao comprar artigos "PNR" está a apoiar a produção nacional, porque o PNR faz questão de encomendar o que é feito em Portugal. Comprando produto nacional, estamos a contribuir para as pequenas e médias empresas nacionais, bem como para o emprego.
Compre já as suas t-shirts ou bandeiras do PNR!
Sugira-nos artigos que gostaria de ver produzidos para poder adquirir.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Inspector da PJ agredido no Ingote



Um inspector da Polícia Judiciária de Coimbra sofreu uma facada, anteontem (21), no bairro do Ingote, disseram ao “Campeão” fontes da corporação.
Ferido numa perna, o agente molestado esteve internado durante algumas horas num estabelecimento hospitalar.
A vítima é membro da Secção de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da Directoria do Centro da PJ.
Fonte policial indicou ter-se tratado de um caso de “violência gratuita”, querendo com isso significar que o inspector foi agredido assim que a viatura em que se fazia transportar parou no referido bairro.
A Polícia tem intensificado, nos últimos dias, as acções de controlo sobre traficantes de estupefacientes residentes em Coimbra, devido à suspeita de que uma eventual adulteração da composição de drogas possa estar associada à morte de consumidores.
O Planalto do Ingote embora que longe de outros bairros problemáticos, também é palco de tempos a tempos de cenas de violência.
Para os traficantes de droga, sobretudo os de certas etnias o respeito pela polícia desapareceu há muito tempo. São os sinais dos tempos modernos e da legislação que os partidos e políticos do sistema produzem.
Para o Inspector ferido no cumprimento do dever toda a nossa solidariedade, lembrando que só os nacionalistas estão com eles no duro combate à criminalidade e delinquência.

FIGUEIRA DA FOZ - Comerciantes do mercado criaram uma associação


Há uma década que andava a ser esboçada a ideia de se constituir uma comissão que defendesse os interesses do Mercado Municipal Engenheiro Silva. Até porque, desde os finais da década de 70, aquele espaço tem sido cobiçado para fins imobiliários, chegando mesmo a ir para a frente a possibilidade de construir-se um novo mercado no topo norte do parque das Abadias (frente à Escola Dr. João de Barros), depois de vários estudos de revitalização do espaço nunca terem ido para a frente.
Saudamos esta iniciativa, uma vez que ela se insere dentro das políticas que temos defendido para o sector. Só unidos estes comerciantes poderão lutar contra a concorrência desleal das grandes superfícies e contra os interesses imobiliários. A palavra de ordem é união em defesa do comércio tradicional e dos produtos nacionais.

sábado, 23 de janeiro de 2010

A União Europeia prejudica Portugal


Reunidos ontem em Coimbra, os produtores de leite exigem duas medidas fundamentais: a aproximação entre o preço ao produtor e os custos de produção, mas também a luta contra o fim das quotas leiteiras na EU, impostas pelos grandes produtores do norte da Europa.
Será lícito que governantes pensem que a troco de betão e alcatrão, além evidentemente de chorudas verbas para os bolsos de tantos, um país deva submeter o seu aparelho produtivo às decisões de terceiros, tantas vezes contrárias aos seus interesses? É óbvio que não! Por isso temos a frontalidade de dizer que a UE prejudica Portugal.
Em alturas de aproximação de eleições europeias, abundam sempre as manifestaçoes de eurocepticismo oportunista. No caos dos nacionalistas será provavelmente o único a poder afirmar que as tuas preocupações em relação à Europa não são de hoje, porque são de sempre. Os nacionalistas e o seu partido o PNR querem assumir sem complexos a representação de todos aqueles, e são de muitas e diferentes famílias, que sempre foram críticos quanto a este modelo de construção europeia.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Linha da Lousã aguentou 103 anos


Segundo as Beiras: Metro interrogado na cidade...
Enquanto obras avançam no Ramal.


Agora conheça o outro lado da notícia:

Depois das dúvidas iniciais, levantadas pelos mirandenses e pelo MDRL, depois do Ramal estar encerrado para obras, eis que o Presidente da Câmara Municipal de Coimbra vem a terreiro, dar o dito por não dito e dizer que o fim da ferrovia deveria de ter sido adiado(!) Pasme-se...

Alguém anda a brincar com o dinheiro de todos nós.

Bem recentemente, às Beiras, no cinema mirandense, o Secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca, deixou no ar, a hipótese de a possibilidade do projecto poder vir a sofrer uma paragem, devido às condicionantes financeiras! Está lá tudo na página 2, do dia 19 de Janeiro de 2010, das Beiras.


Mas, vírgula (leu bem) entretanto esclareceu que ainda estão à espera dos estudos finais de procura e da análise económica da linha (ena pá tanto estudo!). Direi mais vinte anos de estudos...

Já ao Diário de Noticias, do passado dia 2 de Janeiro, o Presidente da CMC frisou que não se conforma com o fim anunciado da ferrovia (sic)…

E ainda que ainda está mais incrédulo pela indefinição sobre o traçado citadino do metro em Coimbra, a Linha do Hospital, ele por certo, melhor que ninguém lá saberá do que fala.


Só que agora já não dá para voltar atrás, porque os carris começaram a ser levantados.


Vamos ver como termina toda esta história e se daqui por dois anos, temos ou não metro nos carris?

Ou será que temos mais uma escandaleira à portuguesa, com direito a primeiras páginas dos jornais, televisão e sermos motivo de chacota dos nossos parceiros europeus, vai uma aposta?


E agora, o Diário de Noticias do passado dia 2 de Janeiro de 2010:

Não há dúvidas, o Rei D. Carlos era um homem de vistas largas legou-nos uma obra para o futuro.
Cento e três anos depois, os coveiros (do PS) de Portugal divertem-se a encerrar o país.


FONTE

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

CANTANHEDE - Criminalidade no concelho baixou 16 por cento


Segundo o Jornal AS Beiras, os dados relativos a 2009 indicam um balanço positivo. Nas estradas registaram-se menos mortos em acidentes de viação e na criminalidade geral houve, igualmente, uma diminuição.
As análises não devem ser meramente quantitativas mas também qualitativas.
Os números da criminalidade não participada ou não investigada são, em Portugal, quase o dobro dos divulgados anualmente através dos relatórios de segurança interna. Esta é a convicção de alguns sindicatos policiais e baseia-se na comparação das estatísticas oficiais com as operações no terreno.
De facto a criminalidade não baixou no concelho, baixaram sim os casos participados, porque passou a ser do senso comum que não vale a pena fazer queixa, pois o sistema não funciona. Por outro lado o concelho tem sido palco de vários casos de criminalidade violenta e organizada.
Não tenhamos dúvidas, o sistema tudo fará para estatisticamente nos dar a sensação que vivemos em segurança, mas o dia a dia mostra-nos outra realidade.
A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” do modernismo que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos… é altura de dizer BASTA!

Do Presidente aos Nacionalistas | Janeiro de 2010


Os trabalhos da IV Convenção Nacional terminaram, após um dia e meio de trabalho intenso e troca de ideias, com a eleição da lista para os Órgãos Sociais que tenho a honra de encabeçar.
Agradeço a todos os que, não hesitando em dar a cara, aceitaram fazer parte desta equipa e agradeço aos participantes da Convenção, que elegeram esta lista com um expressivo e inequívoco apoio.
A estes e aos demais, reafirmo que me encontro ao leme desta grata aventura porque em 2005 ninguém mais se dispôs a tal empreendimento, e como tal, entendi ser meu dever de Nacionalista e Patriota, em consciência, não permitir a implosão do PNR que esteve iminente nesse ano por falta de quem assumisse a sua liderança.
Assim me encontro, passados 5 anos, eleito para um novo triénio, com o mesmo espírito de serviço de então. Não olho a sacrifícios nem regateio esforços e riscos em nome do ideal Nacionalista que abraço e desta Nação que amo: Portugal!
Hoje com uma visão talvez mais realista das dificuldades e do combate, com mais experiência, mas sobretudo com muito que aprender, digo Presente perante o combate que está para vir, norteado pela máxima do meu Camarada Craveiro Lopes: “Não venci sempre que lutei, mas perdi todas as vezes que o deixei de fazer”.
Para trás ficam as etapas do PNR a que chamei de “Era da Fundação”, entre 2000 e 2005 e de “Era da Projecção”, entre 2005 e 2009. Hoje, inicia-se a “Era da maturidade”. Assim o espero e desejo!
Não posso concordar nem aceitar a ideia já ouvida, aqui e acolá, que utiliza o termo “refundação” do Partido. Rejeito-a em absoluto por ser imprecisa e injusta. Não se pode fazer tábua rasa dos 10 anos anteriores que desenharam um caminho corrido com coragem e riscos. Tenho grande orgulho nas batalhas desse passado e em quantos as protagonizaram. Com erros e acertos, sucessos e insucessos, vitórias e derrotas, alegrias e sofrimentos… foram parte de um caminho obrigatório, sujeito a todas as crises de crescimento.
O PNR de hoje, conta além disso com os mesmos três dirigentes na presidência dos três órgãos nacionais e com a maioria dos membros desses mesmos órgãos a serem reconduzidos numa linha de continuidade.
Mais: os fundamentos político-ideológicos do PNR são intocáveis nos seus pontos firmes e basilares!
Não se trata por isso de uma refundação, mas sim de um virar de página, não só natural como desejável.
As entradas de novos membros para corpos dirigentes, essas sim, são para mim sinal de uma nova etapa que se inicia, na qual o trabalho estruturado, com continuidade e credibilidade, apontam um caminho de mudança, para melhor, e uma fundada esperança de amadurecimento.
Urge que o PNR redefina estratégias e prioridades.
Queremos que, não obstante todas as dificuldades e limitações, a nossa mensagem chegue a todos os portugueses. Queremos que eles nos sigam, para bem de Portugal!
Para isso, a prioridade é a de chegarmos em primeiro aos que estão mais abertos a entenderem e abraçarem a nossa mensagem: ex-combatentes, reformados, desempregados, empregados precários e “reféns”, jovens… Mas a prioridade das prioridades, essa, tem que ser os próprios Nacionalistas: os que votam PNR, os que nos apoiam, os filiados, os activistas. Estes sim, têm que ser o nosso “alvo” prioritário!
Impõe-se pois, um sério trabalho de organização interna e de comunicação entre os nossos. É nisto que temos que nos centrar e realizar um verdadeiro trabalho de formiga que garanta uma forte fidelização das pessoas e implantação, um pouco por todo o lado.
Recorrendo agora às sábias palavras de Bergson, “temos que agir como homens de pensamento e pensar como homens de acção”. Estas duas realidades, pensamento e acção, têm que crescer em uníssono.
De nada nos interessa um “pensamento” que, acessível apenas a alguns, em tertúlias de escárnio e mal dizer, fica circunscrito, atrofiado e estéril. De nada nos interessa também uma “acção” primária e sem critério, sem objectivos concertados e consequentes que, satisfazendo caprichos imediatistas cria uma ilusão que rapidamente desilude.
Precisamos de criar sinergias entre estes dois planos; temos que estabelecer uma conexão inteligente e eficaz entre estas duas realidades. A argamassa que liga estas vertentes e as consolida é o trabalho. Trabalho continuado, sério e credível! Não é fácil nem de resultados imediatos, mas é necessário e possível!
Que cada um de nós faça sempre, tudo aquilo que pode e sabe, e a mais não é obrigado. Que o faça com espírito de iniciativa e de disciplina; mas que faça!
Assim, com a mesma determinação e entrega de sempre, ao terminar os trabalhos desta Convenção e com eles iniciar mais um mandato de três anos, asseguro-vos que, com espírito de missão e por vossa vontade expressa, me manterei à frente dos destinos do PNR fazendo o que sei e o que posso. E comigo, insisto, o PNR continuará o seu caminho sem vacilar nem desvirtuar o carisma de partido Nacional, Social e Radical.
Que viva o PNR, para que viva Portugal!

José Pinto-Coelho 18 Janeiro 2010

(*) Texto baseado nas palavras proferidas no discurso de encerramento da IV Convenção Nacional.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Contrato local de Segurança


Mal os políticos do sistema abriram a boca, para gabar a videovigilância na baixa e o aumento da segurança proveniente desta medida e puderam ver ao vivo e a cores os benefícios da imigração descontrolada, das fronteiras escancaradas.
Com efeito um trio com sotaque italiano visitou ontem algumas joalharias da baixa e aproveitando o clima de impunidade que graça neste país, forneceu-se com algumas jóias.
Felizmente nenhum ourives tentou impedir os assaltos, caso contrário estria agora na cadeia enquanto a escumalha assaltante seria solta para continuara sua actividade.
Entre estrangeiros e nacionais, são cada vez mais os que se dedicam a esta lucrativa profissão do gamanço, estou mesmo em crer que fazem parte dos 150000 empregos que o outro prometeu.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Cerâmica Ceres deve retomar laboração ainda esta semana


A Cerâmica Ceres, de Coimbra, poderá retomar a laboração "ainda esta semana", segundo o administrador, Francisco Lemos, mas os trabalhadores esperavam regressar hoje ao trabalho, depois ver falhada a promessa de retoma da produção na segunda-feira passada.
"Se nada falhar, ainda esta semana devemos começar a produzir, pode ser um dia qualquer, mas não é hoje, está pendente uma situação financeira", afirmou Francisco Lemos, em declarações à Lusa.
O administrador sustenta que "os trabalhadores têm a indicação de que serão avisados na véspera" e garante que "ainda hoje entraram mais dois novos trabalhadores" para a empresa, porque logo que se reinicie a laboração "há perspectivas de poder aumentar a produção".
Após três anos de encerramento, a fábrica reabriu em Maio com uma nova administração e 50 operários e encontra-se com um plano de recuperação, mas tem enfrentado "dificuldades de financiamento", admitidas pelo administrador.
O plano de recuperação previa que, nesta altura, já deveriam estar a trabalhar um total de 120 operários.
Continua a telenovela Ceres. Mais uma caso em que o poder politico não quer colaborar e onde a ganância imobiliária de certos empresários impede a reabertura. Fosse um banco ou uma grande empresa já se tinham encontrado soluções, que passam sómente por financiar uma unidade fabril com carteira de clientes e conhecimento para singrar.