segunda-feira, 4 de julho de 2011

Ribeira de Frades ameaça abrir viaduto à força



Se dentro de 60 dias a REFER não encontrar solução, população vai ser convidada a retirar os separadores de cimento

A Junta de Freguesia de Ribeira de Frades cansou-se de esperar pela abertura do viaduto na Linha do Norte e pela construção de passagens para peões. Por isso, depois de muitos alertas para a insegurança que se vive junto à linha do comboio, decidiu passar das palavras aos actos e dá um prazo para que a situação seja normalizada. Caso contrário, a população é convocada a retirar os separadores de cimento que impedem a abertura ao tráfego do viaduto, concluído, mas fechado.
«Damos um prazo de 60 dias para que a REFER assuma os seus compromissos e ponha o viaduto a funcionar. No final desse prazo abrimos o viaduto», explica o presidente da Junta de Ribeira de Frades, Jorge Veloso, que se manifesta cansado com o arrastar da situação que dura, recorda, «há mais de um ano». E lamenta o muito dinheiro investido numa obra que não serve a população.
Não faltam administradores na REFER, são tantos que até se atrapalham.
Enquanto esta empresa servir para colocar boys e não servir os interesses do povo, casos como este vão continuar a acontecer.
Solidarizamo-nos com o povo de Ribeira de Frades, prometendo também fazer nossa esta causa.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

PROJECTO "CULTURA E CIDADANIA"




SEXTA, 23 DE SETEMBRO, 21H15: TODOS PELA REABERTURA DO RAMAL ENTRE PAMPILHOSA E FIGUEIRA (com autarcas, políticos, entre os quais um representante do PNR etc.), no Café Aliança, em Mira.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) está contra a aprovação do Shopping Foz Atlântico


A Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) reitera a sua posição contra a aprovação do Shopping Foz Atlântico que o empresário Aprígio dos Santos pretende construir na várzea de Tavarede.
Através de nota de imprensa, a estrutura empresarial destaca que sempre esteve “contra a instalação de grandes superfícies comerciais na periferia da cidade e fora da área tradicionalmente vocacionada para a actividade comercial e de serviços da cidade”.
Segundo a associação presidida por João Cardoso, o investimento do presidente da Naval “não se configura com pressupostos fundamentais ao processo de desenvolvimento da cidade”. Designadamente, a coesão social e a consolidação da actividade económica.
Pelo contrário, acrescenta a ACIFF, “aumenta a taxa de mortalidade do pequeno comércio de proximidade com especial incidência nas zonas comerciais tradicionais”.
O Comércio Tradicional é uma forma de compra e venda num ambiente de proximidade entre vendedor e cliente, a qual só se verifica em locais de pequena e média dimensão, onde vamos e compramos através de uma base sólida de confiança, tanto na qualidade como na escolha selectiva dos produtos.
Com o aparecimento das grandes áreas comerciais, o comércio tradicional vê-se ameaçado face a essa concorrência desigual, sobrevivendo com grandes dificuldades, ou mesmo morrendo gradualmente.
Perdem-se com isso as suas vantagens, entre as quais destacamos a proximidade a todo o tipo de produtos, muitas vezes, produzidos pela nossa população, o que é um factor de emprego, estabilidade e prosperidade para as famílias e que contribui fortemente para a qualidade de vida das povoações e manutenção dos seus centros tradicionais.
Ao mesmo tempo, o comércio tradicional absorve uma boa parte da mão-de-obra activa da população laboral e representa ainda, um apoio fundamental ao sector turístico e ao abastecimento das zonas rurais, bem como das zonas históricas das nossas cidades.
Não aceitamos que quem muito tem prevaricado e prejudicado a cidade com as suas negociatas, venha agora na busca de lucros fáceis e rápidos prejudicar os pequenos e médios comerciantes.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Reabertura e modernização do Ramal Pampilhosa – Figueira da Foz


A linha, com cerca de 50 quilómetros, liga o concelho da Mealhada ao da Figueira da Foz, com passagem por Cantanhede e Montemor-o-Velho, tendo sido encerrada em Janeiro de 2009, por questões relacionadas com a segurança da circulação de comboios.
A Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego está verdadeiramente empenhada neste assunto no que é acompanhada pelos presidentes das várias Juntas de Freguesia dos concelhos atravessados por aquela ferrovia. Partidos como o PSD, o Bloco de Esquerda, o PCP e ainda o PNR e o MPT, também defendem a requalificação da linha, cujo investimento de 18,3 milhões de euros está suspenso devido ao PEC III.
O ramal é fundamental para a criação do eixo Oeste-Beira Alta. é uma linha que tem um efeito estruturante na rede nacional, sobretudo do ponto de vista logístico, e que tem implicações na forma de como se pode explorar de uma forma completamente eficiente a rede ferroviária, nomeadamente na logística entre Lisboa e a fronteira de Vilar Formoso.
É uma linha que tem um efeito fundamental na rede nacional, sobretudo do ponto de vista logístico, e que tem implicações na forma de como se pode explorar de uma forma completamente eficiente a rede ferroviária.
O Ramal essencial para muita gente que trabalha e estuda em localidades por ele servidas, pode também servir para transporte de mercadorias, sendo de equacionar a sua ligação ao porto da Figueira da Foz
Horários das composições adequados às necessidades dos utentes, podem rentabilizar esta linha que é estrutural e estruturante para o desenvolvimento da região por ela servida.
O PNR defende modernização deste ramal e inicio imediato das obras necessárias à sua reabertura. Basta de prejudicarem quem mais necessita, para beneficiarem interesses obscuros ou o lucro desmedido.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Universidade de Coimbra tem três novos directores

Biblioteca Geral, Teatro Académico Gil Vicente e Estádio Universitário com renovadas direcções
José Augusto Cardoso Bernardes, para a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, Fernando de Matos Oliveira, para o Teatro Académico Gil Vicente, e Maria Aguiar Valente Cavaleiro Machado Morais, para o Estádio Universitário. Assim se compõe a lista de directores, empossados amanhã pelo reitor João Gabriel Silva, em cerimónia marcada para as 12h00, na Sala do Senado da Reitoria da Universidade de Coimbra (UC). Dois pertencem à Faculdade de Letras, enquanto que para o Estádio Universitário foi escolhida pelo reitor uma engenheira.
José Augusto Cardoso Bernardes é professor catedrático de Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras e conselheiro no Conselho Geral da UC. Já publicou vários trabalhos, entre os quais “O Bucolismo Português”, “Sátira e Lirismo no Teatro de Gil Vicente”, “História Crítica da Literatura Portuguesa. Humanismo e Renascimento”, “Revisões de Gil Vicente” e “A Literatura no Secundário. Outros Caminhos”. Ao ser empossado fica com a missão de dar seguimento ao trabalho desenvolvido pelo físico Carlos Fiolhais, que desde 2004 dirige a Biblioteca Geral, onde tem levado a cabo vários projectos, entre os quais dois de digitalização de documentos enquadrados pelo Plano Operacional da Cultura.
Para o lugar ocupado por Isabel Nobre Vargues desde 2008, vai um outro docente das Letras, Fernando de Matos Oliveira, doutorado em Literatura Portuguesa, com fortes ligações a uma das áreas que vai dirigir: o teatro. Como interesses científicos tem a Teoria do Teatro e da Performatividade, História e Estética do Teatro e Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Tem vindo a publicar diversos ensaios na área do teatro, narrativa e poesia em diversas revistas nacionais e estrangeiras e é autor de algumas obras nas mesmas áreas.
Para a direcção do Estádio Universitário foi nomeada Maria Aguiar Valente Cavaleiro Machado Morais, o que acaba por não ser uma grande novidade, uma vez que esta técnica superior, formada em Engenharia Civil, tem vindo já a exercer interinamente o cargo, substituindo Joaquim Pereira Diniz Vieira, que passou à reforma. No Estádio Universitário, Maria Aguiar já era assessora principal.

Fonte: Diário de Coimbra

terça-feira, 14 de junho de 2011

PNR - Reunião em Cantanhede


Fica marcada para dia 19 a reunião em Cantanhede.
Para quem almoça ponto de encontro frente à estação da CP pelas 12 horas
Para quem só vai à reunião ponto de encontro no mesmo local pelas 14.
Confirmem a vossa presença, vamos debater assuntos importantes para a causa e para o distrito.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

VALE MAIS SÓ...



No Mercado D. Pedro V em Coimbra, há quem venda todos os pepinos que traz de casa e há quem os tenha a amontoar-se na banca à espera que alguém pegue neles e os adquira. Uma coisa é certa: a venda de pepinos naquele mercado já teve melhores dias. Os produtores são obrigados a deitar os pepinos para o lixo.
Não defendemos a politica do orgulhosamente só, mas mais vale só que mal acompanhado. O “amigos alemão (com amigos destes não precisamos de inimigos) deu mais uma machadada na agricultura espanhola e por tabela na portuguesa ao inventar a história dos pepinos contaminados, para salvar a sua pele ou mesmo para de uma cajadada matar dois coelhos.
A Alemanha e os parceiros do costume (França e Inglaterra) são os principais e talvez únicos beneficiados com esta aventura em que os políticos do sistema nos meteram e dá pelo nome de UE.
De uma forma planeada e os imperialistas de Bruxelas, contando com a subserviência da classe política portuguesa, transformou a economia nacional numa espécie de offshore de Bruxelas, entreposto de turismo e serviços para as multinacionais. Cada vez, produzimos e exportamos menos. Por outro lado, ante o aplauso dos senhores de Bruxelas, importamos produtos de duvidosa proveniência e qualidade, muitas vezes produzidos em regime de concorrência desleal. Os sucessivos governos lusos, federalistas e internacionalistas, promovem a “deslocalização” das indústrias, o desmantelamento da frota pesqueira e a destruição da agricultura. Empurraram os produtores nacionais para um insustentável sistema de subsídio-dependência. Impera uma globalização assente no primado dos números e trituradora do verdadeiro interesse das Nações. O resultado está à vista e resume-se nesta ideia: com a União Europeia e a moeda única, começámos a pagar em Euros mas continuamos a receber em Escudos.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Extensão de saúde de Borda do Campo está fechada


A médica que assegura o serviço na extensão de saúde de Borda do Campo, Figueira da Foz, encontra-se de baixa e a unidade está fechada, há mais de um mês.
O Sistema Nacional de Saúde está a cair de podre. Como não souberam planear a formação de médicos, como não sabem gerir o quando de médicos públicos, aqueles que nos desgovernam, não sabem nem querem resolver os problemas das populações. Eles vivem rodeados de boas instalações de saúde privadas, não sentem portanto os”benefícios” de um sistema que não responde nem às necessidades mais básicas.

O Estado, ao invés de defender a Nação, vem-se tornando progressivamente no seu principal inimigo, desprezando as suas reais necessidades. Este monstro, que engordou mais do dobro numa geração, vem apesar disso transformando-se numa trituradora de impostos, cada vez mais coerciva e totalitária, que exige cada vez mais e oferece cada vez menos.
A maioria dos portugueses, apesar de revoltada com a actual situação, limita-se a protestar em surdina e abstém-se de participar na vida política. Os resultados estão à vista: deixados à sorte por uma classe política corrupta e inepta, os portugueses vivem, há quase quatro décadas em permanente e anunciada crise, que além de económica é também, ou sobretudo, de valores.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Criminalidade Escravatura Imigração



O Diário de Coimbra na sua versão on-line, mostra-nos mais duas pérolas da imigração e do envolvimento da mesma etnia no seu lobby negreiro e no que a imigração tem de mais hediondo que é tráfico de seres humanos.
Obrigados a prostituir-se e ou a realizar trabalho escravo.
Em qualquer dos casos, mais uma vez se prova que a imigração quase sempre serve criminosos e corruptos e que um dia a história a vai classificar como a escravatura dos nossos dias.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

QUEREMOS A NOSSA ESCOLA



Escolas de Ardazubre e Rocha Nova encerram. Arzila e Casal Lobo estão em risco iminente.

Os Alunos não são números!

Os Governantes querem fechar cada vez mais escolas, mas nós dizemos: Não!

Não podemos aceitar a visão economicista do anterior governo que, justificando uma suposta qualidade de ensino, quer fechar as escolas que não tenham mais de 20 alunos.

As consequências desta política criminosa são desastrosas:

Êxodo crescente das pequenas povoações para os grandes aglomerados populacionais e desertificação do interior;
Desincentivo cada vez maior à natalidade de portugueses;
Criação de distâncias absurdas nos trajectos casa escola e de tempos mortos de espera, afastando as crianças de casa mais de 12 horas por dia.
Perda de qualidade de vida.

Nada nos garante, que o futuro governo, formado por clones do anterior, não mantenha esta medida, pelo que estaremos atentos e solidários com as populações locais em defesa de um ensino de proximidade que tenha em conta aspectos quantitativos e qualitativos.

Os resultados do PNR nas Legislativas 2011



O PNR congratula-se com a subida eleitoral de 52% que se cifrará nos cerca de 18.000 votos – aquando do fecho da contagem dos círculos da Emigração – que, embora esteja longe de configurar um resultado que nos satisfaça, permite verificar que há um crescimento sustentado, consolidado, animador e que pela primeira vez dá sinais de descolagem e consequente aceleração.

O facto de se ter concorrido aos 22 círculos eleitorais foi já por si um sinal de crescimento, e quase todos os círculos registamos um aumento do número de votantes, sendo que a mais significativa subida em termos percentuais registou-se no distrito de Aveiro, onde o PNR duplicou os votos e em termos numéricos foi no distrito de Lisboa.

Outro factor de crescimento, verifica-se na apresentação de mais de 300 Membros do PNR às Mesas de Voto, o que, entre outras vantagens, permitiu verificar que o voto no PNR é essencialmente jovem, dado o desequilíbrio acentuado de votos no PNR observado entre as mesas maioritariamente de idosos e aquelas outras maioritariamente de jovens.

É notório o total desconhecimento da existência do partido sobretudo no interior do país, com especial incidência a Norte, verificando-se o mesmo nos Açores. Outra verificação inequívoca é que a maior adesão ao voto no PNR é sobretudo suburbano e nos distritos do Sul.

Os distritos que se encontram acima da média da percentagem nacional são, por ordem decrescente, Faro, Lisboa, Beja, Madeira, Setúbal e Castelo Branco, sendo que os que têm maior número de votos são respectivamente, Lisboa, Setúbal, Porto, Aveiro, Braga e Faro.

Se é verdade que o resultado obtido comprova um evidente crescimento em menos de dois anos – ímpar até hoje – é igualmente verdade que esse crescimento se deve sobretudo aos locais onde há um trabalho constante no terreno. É assim que temos que continuar: trabalhando mais, melhor e concentrados, cada qual, na sua localidade.

Merecedor de especial atenção foi o crescimento de 1200% verificado na Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, no coração de Lisboa, que levou o PNR aos 3.1%. Além desta Freguesia, várias outras merecem especial estudo e atenção, como por exemplo, Unhos, no Concelho de Loures, ou Parchal no Concelho de Lagoa, em Faro, onde o PNR alcança resultados muito interessantes.

O PNR agradece a todos os que se envolveram nesta campanha eleitoral, bem como a todos que em nós votaram, animando a que não desistam de votar e apoiar o único partido que defende os ideais Nacionalistas e a nossa Identidade. Muito pelo contrário: contribuam sempre com renovado empenho, com constância e determinação para esta dinâmica de crescimento que se está a desenhar!

A nossa Hora chegará!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Partidocracia



É a pior das ditaduras, pois na partidocracia a actuação dos ditadores é sub-reptícia, subliminar, encapotada, dissimulada, insidiosa!

Apresentou o PNR (Partido Nacional Renovador) quatro cidadãos para fazerem parte dos elementos das mesas de voto na freguesia de Cantanhede. Democraticamente, CDU, PS e PSD uniram-se democraticamente para só permitirem a entrada de três pessoas.
Também num gesto altamente democrático os placares onde o PNR fez propaganda na freguesia de Febres, Cantanhede, ou foram removidos ou tapados com cartazes referente a um evento. Este acto altamente democrático é também um crime segundo a lei eleitoral.
Nada demove estes “democratas” porque estão certos de gozarem da mais completa impunidade.
Os partidos do alterne que desgovernam o concelho temem o inevitável crescimento do partido de Portugal e dos Portugueses.
Nas próximas eleições autárquicas estaremos certamente na corrida a esta autarquia bem como a algumas freguesias, vão os habitantes do concelho de Cantanhede poder finalmente ter a sua voz presente nestes órgãos autárquicos.
Ninguém cala a nossa voz o futuro somos nós.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

10 DE JUNHO


No dia 10 de Junho, o PNR volta a promover a celebração do Dia de Portugal.

Sendo o único partido Nacionalista em Portugal, é também o único que evoca esta data maior do nosso calendário, ameaçada de extinção por parte de muitos.

É dever de todos os Nacionalistas sair à rua neste dia e evocar a nossa Nação de quase 900 anos de História....

Vamos com o PNR erguer a voz Nacionalista em prol de um Estado Nacional e Social. Vamos manifestar-nos pela defesa da nossa Soberania e Identidade, cada vez ameaçadas pelas políticas anti-nacionais.

No dia 10 de Junho às 16.30 horas, na Praça Luís de Camões, em Lisboa, com desfile até aos Restauradores.

Portugal Sempre!

“As Gândras” à beira da ruptura e do encerramento


São aproximadamente 7.500 os utentes que a Unidade de Saúde Familiar (USF) “As Gândras”, de Febres, serve em condições que são provisórias há mais de três anos, ou seja, desde que a USF recebeu “luz verde” para iniciar funções. “Fomos aprovados enquanto USF há mais de três anos, com promessas de obras a serem efectuadas por parte da Administração Regional de Saúde do Centro, obras essas determinantes para o bom funcionamento da Unidade, como ultimamente se tem revelado pelas infiltrações de água sistemáticas”, assegurou ao AuriNegra Carlos Chieira, coordenador da USF. “Obras de remodelação e ampliação do espaço físico da sede de Febres que, ainda hoje, se encontram sem data prevista de início”.

Uma auditoria recente à Unidade de Saúde Familiar “As Gândras” recomendou o encerramento dos três “pólos, por entender que serviços de proximidade, como o que é prestado pela USF, são sinónimo de ‘dispersão’ e de ‘falta de qualidade.

A falta de qualidade deve ser imputada a quem nunca fez e obras e criou condições para o bom funcionamento da unidade de saúde.
A saúde é um direito e não um negócio, mas com estudos encomendados, que baseados somente em factores economicistas e dados quantitativos este governo muitas vezes coma complacência de muitos autarcas vai acabando com os serviços de proximidade, concentra as unidades de saúde nos grandes centros urbanos, retira qualidade de vida às zonas periféricas e promove a sua desertificação, não levando em conta dificuldades de transporte e deslocações dos mais idosos, dos doentes, das crianças e dos mais necessitados.
Um sistema que propagandeia a justiça social com uma mão, mas que depois com a outra a desrespeita e não a efectiva, é um sistema inimigo do seu povo.

PNR - Tempo de Antena (4)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Pela qualidade no ensino


Os estudantes do curso de engenharia civil da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital (ESTGOH) aproveitaram, ontem, a deslocação da ministra da Saúde e cabeça de lista pelo PS em Coimbra, Ana Jorge, às instalações da escola, para se manifestarem contra a extinção já anunciada desta licenciatura. O protesto teve lugar à porta da instituição, onde os alunos colocaram, simbolicamente, uma urna com um tijolo em cima, demonstrando assim o seu pesar pela “morte” do curso de engenharia civil já no próximo ano lectivo. Sob a forma de cordão humano, os estudantes apresentaram ainda diversos cartazes, onde questionam a decisão do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) relativamente à ESTGOH, quando não há mais nenhum curso a fechar noutras escolas do IPC, apesar de ser conhecida a falta de candidatos nalgumas áreas.
Estamos solidários com estudantes da ESTGOH, uma vez que é apostando em cursos superiores ministrados no interior do país que se combate a desertificação.
Mais uma vez os responsáveis escolares, correias de transmissão das políticas do sistema, fazem sinal para um lado e depois viram para o outro. A medida é altamente discriminatória, pois tanto quanto sabemos vão ser mantidos outros cursos. Abrir e fechar cursos drasticamente só por razões economicistas é altamente discriminatório quando sabemos que artificialmente são mantidos outros.
O interior continua a ser o parente pobre deste sistema podre nascido no dia 25 de Abril, que prega a igualdade mas que depois nos mostra alguns mais iguais que outros.

terça-feira, 31 de maio de 2011

O VOTO ÚTIL




Se digo que esta ou aquela coisa não me agrada, estou protestando. Se me ocupo, ao mesmo tempo, a tentar que algo de que não gosto não volte a ocorrer, estou resistindo. Protesto, quando digo que não continuo a colaborar. Resisto, quando me ocupo de que também os demais não colaborem.

Protesta, comentando e militando no PNR. Resiste divulgando as nossas páginas e blogues, colaborando nas acções de propaganda e manifestações.
Nos últimos dias da campanha eleitoral utiliza todos os meios ao teu alcance para que os demais também não colaborem com este sistema, decadente e podre. Nas redes sociais, nos blogues, por e-mail ou por SMS, no deu grupo de amigos divulga a mensagem do nacionalismo renovador.

Na certeza, porém, de que toda a acção política só faz sentido, só é possível, quando norteada por uma determinada concepção do mundo. E a nossa cosmovisão nacionalista exige-nos uma política nacional, com todas as afirmações e negações que o nacionalismo traz implícito. Nacionalismo: doutrina política que apresenta a nação como valor supremo na esfera temporal; logo, "ardentemente antiliberal é, também, ardentemente anti-individualista. Se a nação real, definida como uma herança determinada, um património moral comum que cada um de nós deve respeitar, continuar e fazer durar, representa o valor supremo, parece evidente que os indivíduos ou pessoas têm de subordinar-se inteiramente à nação.

Não temos portanto o direito de esperar mais tempo. É a hora de nos empenharmos sem reservas no combate ao que tem vigorado. Para isso é preciso inflamar o país na chama de um nacionalismo renovado, que una as forças vivas da nação num projecto de regeneração que possa atrair o consenso de todos os que não possuem interesses na manutenção da actual situação. E quase todos preenchemos essa condição.

O sistema em que actualmente vivemos está caduco, e deve ser substituído por um novo sistema, com gente educada segundo princípios morais de respeito e serviço à Comunidade/Nação. Precisamos de políticos que sirvam o povo em vez de políticos que se sirvam do povo. É imperativo pôr fim a este sistema podre, porque gente com uma moral decadente e nascida na decadência só pode gerar o caos. Os políticos corruptos e traidores que destruíram aquilo que levou mais de 800 anos a construir, são para nós a verdadeira Geração Rasca da nossa História. E se pensam que algum dia lhes agradeceremos pelo estado a que deixaram chegar o nosso País estão muito enganados.

O voto útil só pode ser no PNR, uma vez que é o único partido anti-sistema.
O voto útil só pode ser no PNR uma vez que é o único partido que defende intransigentemente a perpetuação da Nação, do nosso Povo e das nossas instituições naturais e quase milenares, sempre adaptadas à realidade vigente, em defesa do nosso povo e do seu bem-estar social.

O obstáculo mais difícil de transpor é a "conspiração do silêncio", o manto obscuro debaixo do qual o poder estabelecido sufoca os que o combatem, negando-lhes a existência, deformando as suas mensagens, impondo uma particular censura. Pelo que é imperiosos que todos os dias alimentemos a fogueira que faz brilhar essa bela e grandiosa chama que é o nacionalismo.

A Pátria e o Povo chamam por ti. É tempo de responderes à chamada.

domingo, 29 de maio de 2011

PNR - Tempo de Antena (3)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Mais benefícios do multiculturalismo



Um cidadão oriundo de um país lusófono, geralmente mais conhecido por “jovem” tentou violar numa senhora numa praia da Figueira da Foz. Parte da noticia pode ser lida aqui. Reparem nas medidas de coação que são um hino à promoção da criminalidade e uma mostra clara do clima de impunidade de que gozam os jovens.
Que fique bem claro: não odiamos o imigrante (ele próprio, também um explorado) mas combateremos sem tréguas a imigração e os seus promotores: o grande patronato e os seus sabujos da classe política e dos lobbies negreiros pró-imigração.
Defendemos no entanto que um imigrante que pratique qualquer tipo de crime deve ser imediatamente expulso do nosso país, após cumprir a devida pena e que as medidas de coação devem neste caso, ter em conta a possibilidade de fuga para o país de origem.A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” do multiculturalismo que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos…é altura de dizer BASTA!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

PNR - Tempo de Antena (1)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Eleições Legislativas – Propaganda PNR



Camaradas e amigos
Estamos na recta final da campanha e tudo indica que o saldo vai ser positivo, uma vez que não param de chegar os pedidos para aderir ao PNR e é cada vez maior o número de visitas às páginas e blogues, bem como os soldados políticos envolvidos na campanha eleitoral.

Agora importa pedir a ajuda de todos num esforço final.

Sexta-feira dia 27 vamos fazer distribuição de propaganda nos concelhos de Penacova e Poiares. Saída de Cantanhede pelas 16.30 e encontro com camaradas de Coimbra pelas 16.45.

Domingo dia 29 saida de Cantanhede pelas 09.30, encontro com os camaradas de Coimbra pelas 10.00 junto ao Mercado Municipal, para visitarmos, Miranda do Corvo, Lousã, Condeixa, Montemor-o-velho e Figueira da Foz.
Finalmente nesse mesmo dia vamos também efectuar colagens.

Portugal precisa do PNR, mas o PNR precisa de ti!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Programa Novas Oportunidades



Se o PS embarcou num programa de oferta de diplomas, os restantes partidos com a legislação que aprovaram na Assembleia da Republica ofereceram aos criminosos que colocam o nosso país a ferro e fogo um verdadeiro e real programa de novas oportunidades, sobretudo aos criminosos estrangeiros que sendo responsáveis por mais de 40% da criminalidade violenta. A escumalha criminosa sabe que os efectivos policias e as medidas burocráticas a que estão sujeitos as nossas policias tornam morosas e por vezes ineficazes as acções de investigação e que as medidas de coação que quase nunca resultam em prisão lhes permitem continuar a sua acção criminosa ou no caso dos estrangeiros rumar ao país de origem e esperar que a fumaça passe.
É o caso de três suspeitos de uma sucessão de roubos sob ameaça de arma de fogo que chegou a alarmar a comunidade universitária de Coimbra, no início de 2009. (eles de nacionalidade brasileira e ela portuguesa) ficaram impedidos de sair do país e obrigados a apresentações periódicas junto das autoridades. Nas últimas semanas, porém, terão fugido para o Brasil e ontem faltaram ao início do julgamento. Ainda foi efectuada uma chamada telefónica para casa da mãe da suspeita mas sobre o paradeiro do trio de assaltantes, de concreto, pouco ou nada se apurou.
Mas o programa de novas oportunidades oferece um leque ainda maior, uma vez que face a uma condenação, é possível um sem número de artifícios para reduzir penas, sendo raro o criminosos que as cumpre na integra. Das precárias às reduções, vão os criminosos tendo tempo para em vez de se integrarem na sociedade, continuarem a sua actividade criminosa.
As precárias são muitas vezes utilizadas para fazer entrar droga nos estabelecimentos prisionais, facto comprovado com a detenção de dois homens e duas jovens pela Polícia Judiciária por suspeita do crime de tráfico de estupefacientes. Em seu poder tinham cerca de 300 doses de cocaína e 250 de haxixe, grande parte das quais se destinariam a “fornecer” o Estabelecimento Prisional de Coimbra, onde um dos suspeitos está a cumprir pena e ao qual iria regressar depois de uma licença precária. Em causa estão indivíduos de etnia cigana, residentes no bairro da Rosa, em Coimbra.
Os “jovens” gozam no nosso país da mais completa impunidade, protegidos pela legislação em vigor e pelo lobby negreiro da imigração.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

PNR_Antena1_2011_05_19.wmv

domingo, 22 de maio de 2011

Defesa Nacional


O Partido Nacional Renovador, vê na Defesa Nacional um dos pilares base da nação e por isso uma das prioridades fundamentais do Estado, e que deverá ser vista e assumida na sua forma multi-dimensional e tendo em conta as ameaças constantes e resultantes das mudanças geopolíticas do mundo actual.
Defendemos que Portugal deve ter como sua máxima prioridade estratégica, a defesa do seu território e de toda a sua zona exclusiva económica (ZEE), como também deve exercer a sua vocação histórica e estratégica pelo Atlântico, e na iniciativa na fundação de uma nova estrutura de defesa mútua militar e exclusiva entre países europeus, e que serviria para substituir a actual NATO.
Neste contexto, entendemos que a política de Defesa Nacional passa por um modelo adequado de serviço militar, e por uma forte reestruturação e reequipamento das Forças Armadas, pelo reforço das suas capacidades e componentes extra militares (por ex: no combate ao tráfego de droga e da imigração clandestina, apoio às populações civis em situações de catástrofes naturais, combate à poluição), pela completa reestruturação do Serviço de Informações Militares e do serviço de Saúde Militar, e pela recuperação do prestígio e valorização a que tem direito as forças armadas portuguesas.
O modelo de serviço militar defendido pelo PNR, passará pela implementação do serviço militar obrigatório para os jovens do sexo masculino, e em regime voluntário para o sexo feminino, com uma duração máxima de doze meses, e por uma componente profissionalizada que integrará o efectivo permanente dos três ramos das Forças Armadas Portuguesas.
Para o PNR, o principal objectivo da implementação do serviço militar obrigatório para os jovens do sexo masculino, será ministrar uma formação militar e cívica, na assunção de responsabilidades e de aceitação da disciplina, enquanto membros de uma instituição, e criar nos mesmos o sentido patriótico enquanto cidadãos de uma Nação.
Questão não menos importante para o PNR, é a questão dos programas de reequipamento das forças armadas portuguesas. Neste capitulo, é preocupante assistir ao envelhecimento de muitos dos sistemas de armas das nossas forças armadas portuguesas, e verificar o constante adiar por parte de sucessivos governos, de muitos dos programas já previstos na Lei de Programação Militar.
Será ponto de honra para o PNR, executar rápida e positivamente os seguintes programas:
> Recuperar o atraso na construção dos Navios de Patrulha Oceânico, e de Combate à Poluição. Avançar de imediato com construção do Navio Logístico Polivalente, e com a construção das Lanchas de Fiscalização Costeira, de referir que todos estes meios seriam construídos em território nacional e assim serviram de impulso à criação de postos de trabalho e à manutenção da indústria naval portuguesa.
> Resolver os atrasos constantes na construção e na entrega definitiva da totalidade das viaturas blindadas Pandur ao Exército Português e ao Corpo de Fuzileiros, como também o atraso do programa de modernização das fragatas classe Vasco da Gama e da modernização dos aviões C.130 Hercules e, por fim, o atraso na conclusão total do programa MLU dos F.16 .
Para o PNR, será ainda fundamental avançar imediatamente com a aquisição da nova arma ligeira que vai equipar os três ramos das forças armadas.
O PNR entende que Portugal deve ter fortes ambições nas indústrias de defesa, já que são geradoras de uma soberania acrescida, e pela criação de postos de trabalho com uma alta qualificação profissional, e no desenvolvimento de novas tecnologias e na produção de mais riqueza nacional.
O PNR tudo fará para o desenvolvimento da indústria de defesa em Portugal seja uma realidade, e com maior destaque nas áreas de construção e de manutenção aeronáutico, construção e reparação naval, produção de armas ligeiras e munições e nas tecnologias de comunicação e desenvolvimento de software.
Por último, e questão não menos importante para o PNR, è a aquela a que se refere aos antigos combatentes e aos deficientes das forças armadas, a quem o país tanto deve e em quem deve prestar a sua gratidão. Será nosso compromisso, apoiar a criação e manutenção de programas de reabilitação física de todos que ficaram incapacitados, como também no apoio de todos combatentes que sofrem de sintomas de “Stress de pós Guerra”.
O PNR propõe-se:
> Reestruturar e dimensionar o efectivo dos QP dos três ramos das Forças Armadas Portuguesas;
> Reequipar e modernizar as Forças Armadas Portuguesas;
> Dar prioridade ao reforço nas áreas de qualificação, formação e ensino militar;
> Tomar medidas efectivas para o desenvolvimento da Indústria de Defesa Nacional;
> Reestruturar e tornar mais eficaz o Serviço Informações Militar;
> Melhorar os cuidados de saúde e de apoio social aos antigos combatentes e deficientes das FA;
> Comprometer-se na iniciativa da criação de uma nova estrutura de defesa europeia;
>Implementar o serviço militar obrigatório para jovens do sexo masculino.

Tempos de Antena do PNR na televisão


Dias de aparição do PNR


Domingo | 22 de Maio
4ª Feira | 25 de Maio
6ª Feira | 27 de Maio
Domingo | 29 de Maio
2ª Feira | 30 de Maio
5ª Feira | 2 de Junho
6ª Feira | 3 de Junho
Horários de Transmissão

RTP1, SIC e TVI |
19.00 horas
RTP 2 |
20.00 horas de 2ª a 6ª Feira
19.30 horas aos Sábados e Domingos
RTP-Açores |
19.40 horas de 2ª a 6ª Feira
19.30 horas aos Sábados e Domingos
RTP-Madeira |
20.45 horas de 2ª a 6ª Feira
20.30 horas aos Sábados e Domingos
RTP-Internacional e RTP-África |
19.45 horas de 2ª a 6ª Feira
19.30 horas aos Sábados e Domingos
.

sábado, 21 de maio de 2011

UM PAÍS LIVRE E SEGURO



O Ministro da Administração Interna e a propósito da inauguração de uma carreira de tiro em Coimbra, não deixou de lançar para o ar mais algumas frases hipócritas próprias do seu veneno habitual.
Este país nem é livre nem é seguro e em parte isso deve-se às políticas defendidas pelo PS.
Este ministro é inimigo dos nossos policias, prefere proteger os ladrões e os criminosos e perseguir quem todos os dias arrisca a vida para nos dar um pouco de segurança.
Ele não quer um país livre porque foi um dos que o vendeu ao feitor de Bruxelas.
Ele pouco se importa com a segurança dos portugueses porque vive num condomínio de luxo e não sente os benefícios a criminalidade.
Este o governo e este sistema também não protegem os nossos polícias dos ladrões.

Só apoiando a Polícia; dotando-a de meios; devolvendo-lhe autoridade; podemos combater a criminalidade.
Só voltando a dar aos policias as regalias que a sua profissão de risco merecia, podemos incentivá-los a combater a criminalidade.
Só com leis realmente dissuasoras do crime podemos diminuir a criminalidade.
Tudo o mais, como a visita deste ministro não passa de folclore mediático, do cortar de fitas e das promessas ocas que esta gente usa antes do dia das eleições.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Morte de operários deixou viúvas com dificuldades económicas



As famílias dos dois operários da empresa Metalovera, colhidos mortalmente por um comboio, no dia 20 de Julho de 2005, quando trabalhavam na Ponte de Arzila, na Linha do Norte, junto à vila de Pereira, sofreram traumas psicológicos, mas também económicos e sociais, com o falecimento dos seus parentes.
As testemunhas ontem ouvidas no Tribunal de Montemor-o-Velho, em mais uma sessão do julgamento de cinco arguidos - de vários responsáveis do dono de obra (Refer Telecom), empreiteiro (Painhas) e sub-empreiteiro (Metalovera) - referiram a precariedade social repentina, sentida pelas duas viúvas, privadas dos rendimentos dos respectivos companheiros, o que terá dado origem a alterações profundas nas suas vidas, assim como dos filhos que ambas já tinham.
A primeira pessoa a testemunhar foi um comerciante de Santa Luzia, concelho da Mealhada, que tem o seu estabelecimento «a cerca de 200 metros» da casa onde vivia o operário Joaquim da Cruz Silva, falecido na Ponte de Arzila.
Ao tribunal declarou que, antes do acidente, havia «uma família unida, sem dificuldades económicas», frisando que, na sua casa comercial, «não tinham dificuldades em pagar e nunca compraram a crédito».
A testemunha disse ainda que, após o falecimento do operário, «facilitámos» o crédito à viúva, que agora deve mais de 200 euros, tendo ido viver para o Alentejo, «junto de uma tia».
O homem referiu que, nas alturas mais difíceis, e uma vez que o filho da vítima «é da idade do meu neto», chegou a convidar a criança para tomar refeições em sua casa, frisando ainda que «era uma criança alegre e muito unido ao pai» situação que diz ter-se alterado após o acidente. Segundo a testemunha, a viúva terá tentado encontrar trabalho junto dos muitos restaurantes da zona, mas sem sucesso.

A dormir na sala
da casa dos pais
Esta mulher, não tinha profissão, participando apenas em negócios de automóveis usados, com que o marido complementava o seu salário como serralheiro mecânico.
A sua situação é semelhante à da viúva do chefe de equipa, Pedro Miguel Moço Gomes, e que não trabalhava há vários anos, desde que se haviam mudado de Anadia para Tavarede, na Figueira da Foz, terra natal do falecido.
As seis testemunhas que ontem falaram sobre o casal, por teleconferência, a partir de Anadia, coincidiram no discurso, ou complementaram-se, referindo que o casal, que não casou oficialmente, conheceu-se na empresa Sanitana, onde ela trabalhava, e ele prestava serviço pela Metalovera.
Tanto colegas como amigos definiram Pedro Moço como um bom profissional e muito trabalhador, que complementava o seu salário, de mais de mil euros, com horas extraordinárias e biscates que fazia em casa.
Referiram as testemunhas que a viúva deixou de trabalhar quando tomaram a decisão de viver em Tavarede, em casa dos pais do falecido, onde criavam um filho que completou quatro anos pouco tempo depois da morte do pai.
O acidente, a fazer fé nos testemunhos ontem prestados, ditou uma reviravolta na vida da mulher e da criança, agora com 10 anos, uma vez que coincidiu com outra situação familiar que os obrigou ao regresso a Anadia, onde passaram a viver com mais quatro pessoas num T2.
Na casa, viviam dois irmãos e os pais da viúva, o que obrigou mãe e filho a dormirem na sala, sendo que os recursos financeiros também não eram abundantes.
Hoje, segundo uma vizinha e amiga de infância, a mulher está em fim de contrato num lar de idosos de Aguim e reside com o filho numa casa alugada, recebendo subsídio de renda.
Ainda assim, disse a amiga, mãe e filho terão mudado de personalidade, recusando a mulher, ainda nova, encetar qualquer tipo de relação amorosa. O rapaz, por seu turno, continua a chorar com saudades do pai, com quem tinha uma grande ligação.

PSP de Coimbra foi ontem chamada para três furtos



As instalações do Grupo Folclórico “Camponeses do Mondego”, em Ribeira de Frades, poderão ter sido assaltadas durante a noite ou já de madrugada. Já durante o dia, a Polícia de Segurança Pública (PSP) de Coimbra terá sido chamada a pelo menos duas residências assaltadas, uma na Rua Figueira da Foz e outra na Redonda, Lordemão. 
De acordo com o presidente da direcção do grupo folclórico, e num primeiro balanço, à colectividade apenas terá sido furtado um leitor de CD e DVD. António Antunes sublinhou contudo que os assaltantes vandalizaram as instalações e remexeram em tudo. «Baldearam tudo», esclareceu, relatando que espalharam trajes tradicionais pelo chão e remexeram em gavetas.
Segundo o dirigente, é provável que fossem à procura de ouro. Os assaltantes entraram nas instalações através do telhado, tendo removido para o efeito três telhas.
António Antunes disse que tomou conhecimento do assalto através de um telefonema que recebeu ontem, às 7h00, alertando-o para o facto de uma porta das instalações se encontrar aberta. Tratou-se do primeiro assalto em 20 anos efectuado àquelas instalações, segundo o responsável. Já durante a tarde, uma habitação na Rua Figueira da Foz foi também assalta. Os intrusos terão arrombado a porta, deixando a ombreira destruída, e percorrido todas as divisões em busca de qualquer valor que lhes interessasse.  Apesar do rasto dos danos causados e do rasto de desarrumação não terão levado bens da proprietária. A polícia esteve por duas vezes no local, a avaliar o cenário e recolher informação, solicitando que os familiares passassem na esquadra a apresentar queixa. Os familiares da vítima alertaram para a insegurança da rua, referindo que já não é a primeira vez que aquela e outras habitações são assaltadas. 
Perto da hora de jantar, a PSP terá ainda estado na Redonda, em Lordemão, onde um outro assalto terá ocorrido numa residência, sendo que, desta vez, o suspeito terá sido apanhado pelos agentes. Informação que o Diário de Coimbra não conseguiu ontem confirmar junto da PSP.



Fonte