segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Queremos as nossas urgências



A Liga dos Amigos do Hospital dos Covões (LAHC), presidida por Armando Gonçalves, enviou há cerca de um mês uma carta ao novo ministro da Saúde dando a conhecer as suas preocupações com a criação do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), que funde dois hospitais centrais e duas urgências polivalentes. Assim, fez chegar a Paulo Macedo as conclusões de uma reunião realizada em Março e em que participaram responsáveis dos diversos departamentos médicos do Centro Hospitalar de Coimbra. Esta semana, as preocupações voltam a surgir, com o anúncio de encerramento de urgências.
O ministro da Saúde disse na sexta-feira que pretende ter concluída, até ao final do ano, a avaliação de todos os serviços hospitalares do país, que determinará onde existe excesso de oferta e as unidades que deverão encerrar. Este levantamento da oferta não se cingirá apenas aos serviços públicos, mas será alargado a todos as unidades hospitalares, incluindo privados e sociais.
Seria mais uma profunda loucura daqueles que nos desgovernam encerrar estas urgências. Mas como os nossos governantes ou são manifestamente incapazes ou manifestamente capazes de tudo, é preciso estar atento a todos os desvarios que estes lacaios da Troika possam pensar praticar.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Campanha dos CTT - Acção de colagens

Militantes do Partido Nacional Renovador (PNR) e da estrutura juvenil Frente Jovem (FJ) marcaram novamente presença numa acção de colagens feitas na madrugada do dia 29 de Julho.
No dia 30 de Julho, está agendado uma acção de distribuição do tema em causa, com o ponto de encontro junto à manutenção militar, pelas 10:30. 

Eis algumas das fotos tiradas na madrugada do dia 29 de Julho



Acompanhe-nos no nosso portal ou na nossa página do facebook

Campanha dos CTT - Acção de colagens

 



quarta-feira, 27 de julho de 2011

Eles andam ai e destes ninguem fala!!!

Putin quer contractos para aquisição de armas concluídos rapidamente

Rússia de regresso à corrida ao armamento
O primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, ordenou esta terça-feira que sejam concluídos "rapidamente" os 30 por cento em falta dos contractos referentes ao programa governamental de 2011 para aquisição de armas.


"Segundo as informações que disponho, ainda não há contractos para mais de 30 por cento do volume total das encomendas da defesa do Estado. Espero que apresentem um relatório ao governo até ao dia 31 de Agosto", afirmou o governante russo, citado pela agência Ria Novosti.

Vladimir Putin disse ainda que deve ser dada prioridade ao equipamento militar que requer produção de longo prazo. "Isto é válido para mísseis e tecnologias espaciais, aviação, equipamento naval, que em conjunto dão uma perspectiva do Exército e da Marinha", afirmou Putin.

A Federação Russa definiu um programa de encomendas de armas entre 2011-2020 que prevê actualizar anualmente 11 por cento do equipamento militar, o que lhe permitirá ter 70 por cento do armamento modernizado em 2020.


sábado, 23 de julho de 2011

Reitor critica fecho de Correios na Universidade



O reitor da Universidade de Coimbra, João Gabriel Silva, afirma que o encerramento da estação de correios no Pólo I, no final da próxima semana, vai causar «transtornos relevantes», e lamenta o procedimento adoptado pela empresa.
«É uma decisão unilateral, e nem sequer compreendemos a lógica subjacente», declarou à agência Lusa, lamentando que estando os Correios a utilizar instalações universitárias, por arrendamento, «não tenha havido uma tentativa de conversar».
É a terceira estação dos CTT a encerrar em Coimbra este mês
O serviço postal é um dos pilares de soberania de um país, pelo que deve ser claramente assumido pelo Estado!
Além do mais, contrariamente a outras instituições públicas, os CTT não têm tido problemas de fundo ao nível financeiro, apesar de gestões danosas nos últimos anos, com gastos sumptuosos em carros de luxo para a Administração, venda de património e posterior aluguer de instalações com rendas escandalosas, redução de pessoal do quadro e posterior recrutamento de funcionários a empresas de trabalho temporário… E se apresentam prejuízo no último ano, tal não passa de uma manobra de engenharia financeira, justamente para “justificar” uma privatização de conveniência.
A lógica economicista, de privatizações e encerramentos, não se pode sobrepor ao bem-estar social das populações, nem amputar o Estado de tal forma que este fique à mercê do grande capital, sobretudo o apátrida. Além disso ficam amaçados muitos postos de trabalho, quer pelos encerramentos, quer sobretudo, pela privatização e procura do lucro selvagem.
Lutemos pois, contra o encerramento cego de estações dos CTT e contra a privatização desta instituição nacional secular.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Quadrilha assaltou ourives de Vilamar à porta de casa


Ourives de 76 anos foi ameaçado com metralhadoras em pleno dia. Quatro homens fugiram com quatro malas carregadas de ouro, em menos de um minuto

Ladrões profissionais perpetraram ontem, em plena luz do dia, um assalto em Vilamar, Cantanhede. A vítima, Aires Rosete Longo, de 76 anos, ourives há décadas, não teve tempo nem para pestanejar. O assalto não demorou mais de um minuto, mas nem por isso deixou de ser extremamente violento, face às ameaças e às armas que a quadrilha apontou à vítima.
Eram 16h30, quando Aires Rosete Longo estacionou o seu carro, um Audi A6, na Rua Dr. João de Matos, em Vilamar, mesmo em frente à sua residência. Tinha acabado de chegar da habitual visita aos clientes. Na viatura tinha quatro malas carregadas de peças em ouro. Quando se preparava para retirar as malas do carro, com o objectivo e as levar para casa, quatro homens encapuzados encostam um Renault Megane, preto, ao lado do carro da vítima, três saem, armados com metralhadoras automáticas e, num ápice, carregam as malas do ourives para o Megane e arrancam de seguida a toda a velocidade em direcção a Febres. Antes, deram um empurrão ao empresário e ameaçaram-no de morte se reagisse à fúria da quadrilha.Ontem em Vilamar, amanhã num local perto de si ou graças à política de portas escancaradas, a viver luxuosamente em qualquer paraíso de férias.A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” do multiculturalismo que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos…é altura de dizer BASTA!Será normal que as pessoas tenham que mudar de hábitos de vida por se sentirem inseguras? Que deixem de frequentar a sua praia e temam utilizar os transportes públicos?
Não! Não podemos consentir que o ambiente de insegurança tome conta das nossas ruas e nos prive da liberdade e de uma vida com qualidade, em Segurança. Não há qualidade de vida onde a preocupação, medo e angústia nos perturbam o dia-a-dia.
A criminalidade crescente é um factor alarmante que, ao contrário de merecer a melhor atenção dos governantes, tem sido sistematicamente ignorada. Só o PNR tem coragem de encarar este flagelo de frente e apontar as suas causas e soluções, através de um programa claro e corajoso







FONTE

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Figueira da Foz – Queremos o nosso mercado



O presidente da Associação de Comerciantes do Mercado Municipal da Figueira da Foz insurgiu-se esta terça-feira (19), no início da reunião de câmara, contra o processo de remodelação do mercado.
“Na última reunião deixaram-me ir embora e, depois, em reuniões paralelas”, (decidiram alterar a localização provisória do mercado) ”, acusou, elevando o tom de voz.
É justa a revolta dos comerciantes contra medidas menos claras e que lesam os seus negócios e o pequeno comércio.
De forma planeada ou por manifesta incapacidade autarquias e governos prejudicam sistematicamente os pequenos comerciantes parecendo proteger por vezes até promover as grandes superfícies. Lembramos que a ASAE essa policia politica ao serviço das grandes superfícies visita regularmente este mercado, perseguindo em vez de formar ou corrigir, tentado talvez dar mais uma machada no que é genuinamente português.
Solidarizamo-nos com as reivindicações destes comerciantes e com a revolta do seu presidente. Remodelação sim, mas os comerciantes devem ser ouvidos e acautelados os seus interesses.
Ali naquele Mercado com 118 anos de história, não há promoções agressivas em termos de marketing optimizado só no lucro...
No Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz, existe isso sim... os elementos contemporâneos da tradição, da história e da cultura, de uma cidade...de um concelho...e no fundo de uma região...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Há 12 lojas fechadas entre as ruas Ferreira Borges e a Visconde da Luz


Presidente da Agência de Promoção da Baixa garante que há procura para as lojas encerradas, mas preços pedidos por proprietários afastam empresários
Os emigrantes já começaram a chegar de férias e, como sempre, vão à Baixa. A cada regresso, encontram mais lojas fechadas e cada vez mais comerciantes descontentes e preocupados com o dia de amanha. Só entre a Rua Ferreira Borges e a Avenida Visconde da Luz, são 12 os estabelecimentos encerrados. Enquanto isso, as esplanadas estão “a meio gás” e nem a música do acordeão anima quem tem de fazer as contas à vida. Nas montras, o papel pardo ou páginas de jornal escondem um cenário interior que não resistiu à crise. Nas vitrinas lê-se “Trespassa-se”, “Arrenda-se” ou “Vende-se” e abundam números de telefone para possíveis interessados.

O Comércio Tradicional é uma forma de compra e venda num ambiente de proximidade
entre vendedor e cliente, a qual só se verifica em locais de pequena e média dimensão, onde vamos e compramos através de uma base sólida de confiança, tanto na qualidade como na escolha selectiva dos produtos.
Com o aparecimento das grandes áreas comerciais, o comércio tradicional vê-se ameaçado face a essa concorrência desigual, sobrevivendo com grandes dificuldades,ou mesmo morrendo gradualmente.
Perdem-se com isso as suas vantagens, entre as quais destacamos a proximidade a todo o tipo de produtos, muitas vezes, produzidos pela nossa população, o que é um fctor de emprego, estabilidade e prosperidade para as famílias e que contribui
fortemente para a qualidade de vida das povoações e manutenção dos seus centros tradicionais.
Ao mesmo tempo, o comércio tradicional absorve uma boa parte da mão-de-obra activa da população laboral e representa ainda, um apoio fundamental ao sector turístico e ao abastecimento das zonas rurais, bem como das zonas históricas das nossas cidades.


É urgente apoiar o Comércio Tradicional, preservando-o e apoiando-o face ao comércio invasor e impessoal.


O Comércio tradicional ajuda a:

Combater a desertificação populacional dos centros históricos e turísticos das nossas cidades, bem como das zonas rurais .
Combater a marginalidade através da constante movimentação da população elevando o nível de segurança e harmonia entre a sociedade e a área comercial.
Proporcionar uma zona saudável de lazer e maior animação cultural.
Defender a nossa Cultura, Identidade, Hábitos e Costumes.


Defendendo o Comércio Tradicional, defendemos Portugal e os Portugueses.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Não à privatização dos CTT e ao encerramento de Estações de Correios



Os CTT fazem parte de um conjunto de empresas a privatizar pelo governo, em obediência e sintonia com as directivas da Troika, inscrevendo-se esta medida num vasto rol de atentados contra a nossa soberania.
O PNR não se opõe às privatizações em abstracto, mas antes, entende que os sectores vitais para a soberania e economia nacionais não são susceptíveis de passar das mãos do Estado para as do capital apátrida e usurário. Tais sectores vitais, como as energias, transportes e comunicações, são também eles, vitais para a coesão nacional e para o serviço às populações, pelo que, não podem ser alienados dos interesses nacionais e, dessa forma, da tutela do Estado.
As empresas públicas, além de poderem ser muitas delas lucrativas – se forem bem geridas, sem corrupção, gestão danosa ou clientelismo – devem acrescentar uma mais-valia em formação de quadros superiores e de trabalhadores especializados, mas sobretudo, devem fornecer os serviços mínimos de qualidade aos portugueses e garantir, deste modo, qualidade de vida às populações e soberania nacional.
No que respeita aos CTT – na mira das iminentes privatizações – a sua Administração ameaça encerrar várias Estações de Correio colocando em causa um serviço verdadeiramente social e de proximidade, sendo que essa medida é lesiva, atenta contra o interesse público e transtorna a vida das pessoas.
O serviço postal é um dos pilares de soberania de um país, pelo que deve ser claramente assumido pelo Estado!
Além do mais, contrariamente a outras instituições públicas, os CTT não têm tido problemas de fundo ao nível financeiro, apesar de gestões danosas nos últimos anos, com gastos sumptuosos em carros de luxo para a Administração, venda de património e posterior aluguer de instalações com rendas escandalosas, redução de pessoal do quadro e posterior recrutamento de funcionários a empresas de trabalho temporário… E se apresentam prejuízo no último ano, tal não passa de uma manobra de engenharia financeira, justamente para “justificar” uma privatização de conveniência.
A lógica economicista, de privatizações e encerramentos, não se pode sobrepor ao bem-estar social das populações, nem amputar o Estado de tal forma que este fique à mercê do grande capital, sobretudo o apátrida. Além disso ficam amaçados muitos postos de trabalho, quer pelos encerramentos, quer sobretudo, pela privatização e procura do lucro selvagem.
Lutemos pois, contra o encerramento cego de estações dos CTT e contra a privatização desta instituição nacional secular.

Na quarta-feira, 20 de Julho, às 17.30 horas, faremos acção de protesto na Praça dos Restauradores, em Lisboa, contra a privatização dos CTT e em apoio ao trabalho nacional. Depois e por todo o país vão seguir-se acções de colagens e panfletárias referentes a este assunto.
Juntem-se a nós nesta causa, façam cópias e colem junto às estações dos CTT, participem na distribuição de panfletos.

domingo, 17 de julho de 2011

Novos enfermeiros “de olho” no mercado de trabalho europeu


Portugal tem 5,7 enfermeiros por mil habitantes, uma média bem abaixo dos principais países para onde têm emigrado muitos dos recém-licenciados
Carlos Quitério e Ana Delgado estão entre os cerca de 300 novos enfermeiros saídos da escola superior de Coimbra, que ontem receberam os respectivos diplomas e prestaram juramento, no Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia. Chegam ao fim de quatro anos de estudos, com a consciência de que entrar no mercado de trabalho em Portugal vai ser «complicado», mas prometem tentar, antes de passarem ao plano B, ou seja, o estrangeiro.
Aida Mendes, vice-presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC), admite que «os tempos actuais são caracterizados por grande incerteza e muitas dificuldades», no entanto, lembrou que Portugal, com 5,7 enfermeiros por mil habitantes, está longe de atingir «um número proporcional de enfermeiros correspondentes à média da OCDE, o que indica a possibilidade da existência de necessidade de cuidados não completamente satisfeita».
Uma nova vaga de emigração está em curso, desta feita são os licenciados, os que se formaram em Portugal com o dinheiro dos nossos impostos que rumam a outros países. A Ordem é rica os frades é que são pobres. Enquanto se esbanja dinheiro na formação de licenciados o povo clama por mais enfermeiros.
Batemos no fundo como se prova pela noticia.
Reabram os serviços hospitalares que encerraram, coloquem os enfermeiros que faltam em todos, poupem nos ordenados principescos que pagam aos administradores, nas viaturas de luxo que compram, combatam o despesismo. U povo merece melhor saúde e os licenciados emprego no seu país.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Encerramento de Estações dos CTT em Coimbra



O espectro do encerramento de várias estações dos CTT aí está. Esta actividade que, em Portugal, remonta ao século XVI, com distribuição domiciliária nos primórdios do Século XIX, traçou o seu caminho por entre as vidas dos portugueses como algo indispensável.
Em Coimbra a administração desta empresa que o governo quer privatizar, colocando em causa uma instituição que é do povo, um serviço verdadeiramente social e de proximidade, quer encerrar as estações de Santa Clara e Santa Cruz.
Contrariamente a outras instituições do Estado, os CTT não têm tido problemas de fundo ao nível financeiro, pelo que a política de encerramento de várias estações ao longo do país é lesiva e atentatória contra o interesse público e dos cidadãos que dela dependem.
O serviço postal é reconhecidamente um dos pilares fundamentais de um país e que deve ser claramente assumido pelo Estado, pelo que o encerramento de estações prejudica as populações sobretudo os idosos e os com menos rendimentos, bem como transtorna vida das empresas aumentado os seus custos. Tememos também que estejam amaçados muitos postos de trabalho, quer pela via dos encerramentos, mas sobretudo com a privatização e o consequente aumento de preços que ditarão a lógica do lucro selvagem.
A lógica economicista e as privatizações a mando dos feitores da Troika, não podem sobrepor-se ao bem-estar social das populações, nem amputar o estado de tal forma que fique à mercê do grande capital, sobretudo o apátrida, no que toca à regulação social e à resposta rápida em situações de crise.
Lutemos pois contra o encerramento cego de estações, bem como a privatização desta instituição secular.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Encontro Nacionalista em Coimbra


Dia 4 de Setembro
Ponto de Encontro – Junto ao Portugal dos pequenitos pelas 12 horas.
Almoço – Restaurante Bom Proveito pelas 13 horas, Preço 12 Euros
Informações e marcações para:
E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Ribeira de Frades ameaça abrir viaduto à força



Se dentro de 60 dias a REFER não encontrar solução, população vai ser convidada a retirar os separadores de cimento

A Junta de Freguesia de Ribeira de Frades cansou-se de esperar pela abertura do viaduto na Linha do Norte e pela construção de passagens para peões. Por isso, depois de muitos alertas para a insegurança que se vive junto à linha do comboio, decidiu passar das palavras aos actos e dá um prazo para que a situação seja normalizada. Caso contrário, a população é convocada a retirar os separadores de cimento que impedem a abertura ao tráfego do viaduto, concluído, mas fechado.
«Damos um prazo de 60 dias para que a REFER assuma os seus compromissos e ponha o viaduto a funcionar. No final desse prazo abrimos o viaduto», explica o presidente da Junta de Ribeira de Frades, Jorge Veloso, que se manifesta cansado com o arrastar da situação que dura, recorda, «há mais de um ano». E lamenta o muito dinheiro investido numa obra que não serve a população.
Não faltam administradores na REFER, são tantos que até se atrapalham.
Enquanto esta empresa servir para colocar boys e não servir os interesses do povo, casos como este vão continuar a acontecer.
Solidarizamo-nos com o povo de Ribeira de Frades, prometendo também fazer nossa esta causa.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

PROJECTO "CULTURA E CIDADANIA"




SEXTA, 23 DE SETEMBRO, 21H15: TODOS PELA REABERTURA DO RAMAL ENTRE PAMPILHOSA E FIGUEIRA (com autarcas, políticos, entre os quais um representante do PNR etc.), no Café Aliança, em Mira.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) está contra a aprovação do Shopping Foz Atlântico


A Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) reitera a sua posição contra a aprovação do Shopping Foz Atlântico que o empresário Aprígio dos Santos pretende construir na várzea de Tavarede.
Através de nota de imprensa, a estrutura empresarial destaca que sempre esteve “contra a instalação de grandes superfícies comerciais na periferia da cidade e fora da área tradicionalmente vocacionada para a actividade comercial e de serviços da cidade”.
Segundo a associação presidida por João Cardoso, o investimento do presidente da Naval “não se configura com pressupostos fundamentais ao processo de desenvolvimento da cidade”. Designadamente, a coesão social e a consolidação da actividade económica.
Pelo contrário, acrescenta a ACIFF, “aumenta a taxa de mortalidade do pequeno comércio de proximidade com especial incidência nas zonas comerciais tradicionais”.
O Comércio Tradicional é uma forma de compra e venda num ambiente de proximidade entre vendedor e cliente, a qual só se verifica em locais de pequena e média dimensão, onde vamos e compramos através de uma base sólida de confiança, tanto na qualidade como na escolha selectiva dos produtos.
Com o aparecimento das grandes áreas comerciais, o comércio tradicional vê-se ameaçado face a essa concorrência desigual, sobrevivendo com grandes dificuldades, ou mesmo morrendo gradualmente.
Perdem-se com isso as suas vantagens, entre as quais destacamos a proximidade a todo o tipo de produtos, muitas vezes, produzidos pela nossa população, o que é um factor de emprego, estabilidade e prosperidade para as famílias e que contribui fortemente para a qualidade de vida das povoações e manutenção dos seus centros tradicionais.
Ao mesmo tempo, o comércio tradicional absorve uma boa parte da mão-de-obra activa da população laboral e representa ainda, um apoio fundamental ao sector turístico e ao abastecimento das zonas rurais, bem como das zonas históricas das nossas cidades.
Não aceitamos que quem muito tem prevaricado e prejudicado a cidade com as suas negociatas, venha agora na busca de lucros fáceis e rápidos prejudicar os pequenos e médios comerciantes.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Reabertura e modernização do Ramal Pampilhosa – Figueira da Foz


A linha, com cerca de 50 quilómetros, liga o concelho da Mealhada ao da Figueira da Foz, com passagem por Cantanhede e Montemor-o-Velho, tendo sido encerrada em Janeiro de 2009, por questões relacionadas com a segurança da circulação de comboios.
A Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego está verdadeiramente empenhada neste assunto no que é acompanhada pelos presidentes das várias Juntas de Freguesia dos concelhos atravessados por aquela ferrovia. Partidos como o PSD, o Bloco de Esquerda, o PCP e ainda o PNR e o MPT, também defendem a requalificação da linha, cujo investimento de 18,3 milhões de euros está suspenso devido ao PEC III.
O ramal é fundamental para a criação do eixo Oeste-Beira Alta. é uma linha que tem um efeito estruturante na rede nacional, sobretudo do ponto de vista logístico, e que tem implicações na forma de como se pode explorar de uma forma completamente eficiente a rede ferroviária, nomeadamente na logística entre Lisboa e a fronteira de Vilar Formoso.
É uma linha que tem um efeito fundamental na rede nacional, sobretudo do ponto de vista logístico, e que tem implicações na forma de como se pode explorar de uma forma completamente eficiente a rede ferroviária.
O Ramal essencial para muita gente que trabalha e estuda em localidades por ele servidas, pode também servir para transporte de mercadorias, sendo de equacionar a sua ligação ao porto da Figueira da Foz
Horários das composições adequados às necessidades dos utentes, podem rentabilizar esta linha que é estrutural e estruturante para o desenvolvimento da região por ela servida.
O PNR defende modernização deste ramal e inicio imediato das obras necessárias à sua reabertura. Basta de prejudicarem quem mais necessita, para beneficiarem interesses obscuros ou o lucro desmedido.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Universidade de Coimbra tem três novos directores

Biblioteca Geral, Teatro Académico Gil Vicente e Estádio Universitário com renovadas direcções
José Augusto Cardoso Bernardes, para a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, Fernando de Matos Oliveira, para o Teatro Académico Gil Vicente, e Maria Aguiar Valente Cavaleiro Machado Morais, para o Estádio Universitário. Assim se compõe a lista de directores, empossados amanhã pelo reitor João Gabriel Silva, em cerimónia marcada para as 12h00, na Sala do Senado da Reitoria da Universidade de Coimbra (UC). Dois pertencem à Faculdade de Letras, enquanto que para o Estádio Universitário foi escolhida pelo reitor uma engenheira.
José Augusto Cardoso Bernardes é professor catedrático de Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras e conselheiro no Conselho Geral da UC. Já publicou vários trabalhos, entre os quais “O Bucolismo Português”, “Sátira e Lirismo no Teatro de Gil Vicente”, “História Crítica da Literatura Portuguesa. Humanismo e Renascimento”, “Revisões de Gil Vicente” e “A Literatura no Secundário. Outros Caminhos”. Ao ser empossado fica com a missão de dar seguimento ao trabalho desenvolvido pelo físico Carlos Fiolhais, que desde 2004 dirige a Biblioteca Geral, onde tem levado a cabo vários projectos, entre os quais dois de digitalização de documentos enquadrados pelo Plano Operacional da Cultura.
Para o lugar ocupado por Isabel Nobre Vargues desde 2008, vai um outro docente das Letras, Fernando de Matos Oliveira, doutorado em Literatura Portuguesa, com fortes ligações a uma das áreas que vai dirigir: o teatro. Como interesses científicos tem a Teoria do Teatro e da Performatividade, História e Estética do Teatro e Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Tem vindo a publicar diversos ensaios na área do teatro, narrativa e poesia em diversas revistas nacionais e estrangeiras e é autor de algumas obras nas mesmas áreas.
Para a direcção do Estádio Universitário foi nomeada Maria Aguiar Valente Cavaleiro Machado Morais, o que acaba por não ser uma grande novidade, uma vez que esta técnica superior, formada em Engenharia Civil, tem vindo já a exercer interinamente o cargo, substituindo Joaquim Pereira Diniz Vieira, que passou à reforma. No Estádio Universitário, Maria Aguiar já era assessora principal.

Fonte: Diário de Coimbra

terça-feira, 14 de junho de 2011

PNR - Reunião em Cantanhede


Fica marcada para dia 19 a reunião em Cantanhede.
Para quem almoça ponto de encontro frente à estação da CP pelas 12 horas
Para quem só vai à reunião ponto de encontro no mesmo local pelas 14.
Confirmem a vossa presença, vamos debater assuntos importantes para a causa e para o distrito.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

VALE MAIS SÓ...



No Mercado D. Pedro V em Coimbra, há quem venda todos os pepinos que traz de casa e há quem os tenha a amontoar-se na banca à espera que alguém pegue neles e os adquira. Uma coisa é certa: a venda de pepinos naquele mercado já teve melhores dias. Os produtores são obrigados a deitar os pepinos para o lixo.
Não defendemos a politica do orgulhosamente só, mas mais vale só que mal acompanhado. O “amigos alemão (com amigos destes não precisamos de inimigos) deu mais uma machadada na agricultura espanhola e por tabela na portuguesa ao inventar a história dos pepinos contaminados, para salvar a sua pele ou mesmo para de uma cajadada matar dois coelhos.
A Alemanha e os parceiros do costume (França e Inglaterra) são os principais e talvez únicos beneficiados com esta aventura em que os políticos do sistema nos meteram e dá pelo nome de UE.
De uma forma planeada e os imperialistas de Bruxelas, contando com a subserviência da classe política portuguesa, transformou a economia nacional numa espécie de offshore de Bruxelas, entreposto de turismo e serviços para as multinacionais. Cada vez, produzimos e exportamos menos. Por outro lado, ante o aplauso dos senhores de Bruxelas, importamos produtos de duvidosa proveniência e qualidade, muitas vezes produzidos em regime de concorrência desleal. Os sucessivos governos lusos, federalistas e internacionalistas, promovem a “deslocalização” das indústrias, o desmantelamento da frota pesqueira e a destruição da agricultura. Empurraram os produtores nacionais para um insustentável sistema de subsídio-dependência. Impera uma globalização assente no primado dos números e trituradora do verdadeiro interesse das Nações. O resultado está à vista e resume-se nesta ideia: com a União Europeia e a moeda única, começámos a pagar em Euros mas continuamos a receber em Escudos.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Extensão de saúde de Borda do Campo está fechada


A médica que assegura o serviço na extensão de saúde de Borda do Campo, Figueira da Foz, encontra-se de baixa e a unidade está fechada, há mais de um mês.
O Sistema Nacional de Saúde está a cair de podre. Como não souberam planear a formação de médicos, como não sabem gerir o quando de médicos públicos, aqueles que nos desgovernam, não sabem nem querem resolver os problemas das populações. Eles vivem rodeados de boas instalações de saúde privadas, não sentem portanto os”benefícios” de um sistema que não responde nem às necessidades mais básicas.

O Estado, ao invés de defender a Nação, vem-se tornando progressivamente no seu principal inimigo, desprezando as suas reais necessidades. Este monstro, que engordou mais do dobro numa geração, vem apesar disso transformando-se numa trituradora de impostos, cada vez mais coerciva e totalitária, que exige cada vez mais e oferece cada vez menos.
A maioria dos portugueses, apesar de revoltada com a actual situação, limita-se a protestar em surdina e abstém-se de participar na vida política. Os resultados estão à vista: deixados à sorte por uma classe política corrupta e inepta, os portugueses vivem, há quase quatro décadas em permanente e anunciada crise, que além de económica é também, ou sobretudo, de valores.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Criminalidade Escravatura Imigração



O Diário de Coimbra na sua versão on-line, mostra-nos mais duas pérolas da imigração e do envolvimento da mesma etnia no seu lobby negreiro e no que a imigração tem de mais hediondo que é tráfico de seres humanos.
Obrigados a prostituir-se e ou a realizar trabalho escravo.
Em qualquer dos casos, mais uma vez se prova que a imigração quase sempre serve criminosos e corruptos e que um dia a história a vai classificar como a escravatura dos nossos dias.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

QUEREMOS A NOSSA ESCOLA



Escolas de Ardazubre e Rocha Nova encerram. Arzila e Casal Lobo estão em risco iminente.

Os Alunos não são números!

Os Governantes querem fechar cada vez mais escolas, mas nós dizemos: Não!

Não podemos aceitar a visão economicista do anterior governo que, justificando uma suposta qualidade de ensino, quer fechar as escolas que não tenham mais de 20 alunos.

As consequências desta política criminosa são desastrosas:

Êxodo crescente das pequenas povoações para os grandes aglomerados populacionais e desertificação do interior;
Desincentivo cada vez maior à natalidade de portugueses;
Criação de distâncias absurdas nos trajectos casa escola e de tempos mortos de espera, afastando as crianças de casa mais de 12 horas por dia.
Perda de qualidade de vida.

Nada nos garante, que o futuro governo, formado por clones do anterior, não mantenha esta medida, pelo que estaremos atentos e solidários com as populações locais em defesa de um ensino de proximidade que tenha em conta aspectos quantitativos e qualitativos.

Os resultados do PNR nas Legislativas 2011



O PNR congratula-se com a subida eleitoral de 52% que se cifrará nos cerca de 18.000 votos – aquando do fecho da contagem dos círculos da Emigração – que, embora esteja longe de configurar um resultado que nos satisfaça, permite verificar que há um crescimento sustentado, consolidado, animador e que pela primeira vez dá sinais de descolagem e consequente aceleração.

O facto de se ter concorrido aos 22 círculos eleitorais foi já por si um sinal de crescimento, e quase todos os círculos registamos um aumento do número de votantes, sendo que a mais significativa subida em termos percentuais registou-se no distrito de Aveiro, onde o PNR duplicou os votos e em termos numéricos foi no distrito de Lisboa.

Outro factor de crescimento, verifica-se na apresentação de mais de 300 Membros do PNR às Mesas de Voto, o que, entre outras vantagens, permitiu verificar que o voto no PNR é essencialmente jovem, dado o desequilíbrio acentuado de votos no PNR observado entre as mesas maioritariamente de idosos e aquelas outras maioritariamente de jovens.

É notório o total desconhecimento da existência do partido sobretudo no interior do país, com especial incidência a Norte, verificando-se o mesmo nos Açores. Outra verificação inequívoca é que a maior adesão ao voto no PNR é sobretudo suburbano e nos distritos do Sul.

Os distritos que se encontram acima da média da percentagem nacional são, por ordem decrescente, Faro, Lisboa, Beja, Madeira, Setúbal e Castelo Branco, sendo que os que têm maior número de votos são respectivamente, Lisboa, Setúbal, Porto, Aveiro, Braga e Faro.

Se é verdade que o resultado obtido comprova um evidente crescimento em menos de dois anos – ímpar até hoje – é igualmente verdade que esse crescimento se deve sobretudo aos locais onde há um trabalho constante no terreno. É assim que temos que continuar: trabalhando mais, melhor e concentrados, cada qual, na sua localidade.

Merecedor de especial atenção foi o crescimento de 1200% verificado na Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, no coração de Lisboa, que levou o PNR aos 3.1%. Além desta Freguesia, várias outras merecem especial estudo e atenção, como por exemplo, Unhos, no Concelho de Loures, ou Parchal no Concelho de Lagoa, em Faro, onde o PNR alcança resultados muito interessantes.

O PNR agradece a todos os que se envolveram nesta campanha eleitoral, bem como a todos que em nós votaram, animando a que não desistam de votar e apoiar o único partido que defende os ideais Nacionalistas e a nossa Identidade. Muito pelo contrário: contribuam sempre com renovado empenho, com constância e determinação para esta dinâmica de crescimento que se está a desenhar!

A nossa Hora chegará!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Partidocracia



É a pior das ditaduras, pois na partidocracia a actuação dos ditadores é sub-reptícia, subliminar, encapotada, dissimulada, insidiosa!

Apresentou o PNR (Partido Nacional Renovador) quatro cidadãos para fazerem parte dos elementos das mesas de voto na freguesia de Cantanhede. Democraticamente, CDU, PS e PSD uniram-se democraticamente para só permitirem a entrada de três pessoas.
Também num gesto altamente democrático os placares onde o PNR fez propaganda na freguesia de Febres, Cantanhede, ou foram removidos ou tapados com cartazes referente a um evento. Este acto altamente democrático é também um crime segundo a lei eleitoral.
Nada demove estes “democratas” porque estão certos de gozarem da mais completa impunidade.
Os partidos do alterne que desgovernam o concelho temem o inevitável crescimento do partido de Portugal e dos Portugueses.
Nas próximas eleições autárquicas estaremos certamente na corrida a esta autarquia bem como a algumas freguesias, vão os habitantes do concelho de Cantanhede poder finalmente ter a sua voz presente nestes órgãos autárquicos.
Ninguém cala a nossa voz o futuro somos nós.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

10 DE JUNHO


No dia 10 de Junho, o PNR volta a promover a celebração do Dia de Portugal.

Sendo o único partido Nacionalista em Portugal, é também o único que evoca esta data maior do nosso calendário, ameaçada de extinção por parte de muitos.

É dever de todos os Nacionalistas sair à rua neste dia e evocar a nossa Nação de quase 900 anos de História....

Vamos com o PNR erguer a voz Nacionalista em prol de um Estado Nacional e Social. Vamos manifestar-nos pela defesa da nossa Soberania e Identidade, cada vez ameaçadas pelas políticas anti-nacionais.

No dia 10 de Junho às 16.30 horas, na Praça Luís de Camões, em Lisboa, com desfile até aos Restauradores.

Portugal Sempre!

“As Gândras” à beira da ruptura e do encerramento


São aproximadamente 7.500 os utentes que a Unidade de Saúde Familiar (USF) “As Gândras”, de Febres, serve em condições que são provisórias há mais de três anos, ou seja, desde que a USF recebeu “luz verde” para iniciar funções. “Fomos aprovados enquanto USF há mais de três anos, com promessas de obras a serem efectuadas por parte da Administração Regional de Saúde do Centro, obras essas determinantes para o bom funcionamento da Unidade, como ultimamente se tem revelado pelas infiltrações de água sistemáticas”, assegurou ao AuriNegra Carlos Chieira, coordenador da USF. “Obras de remodelação e ampliação do espaço físico da sede de Febres que, ainda hoje, se encontram sem data prevista de início”.

Uma auditoria recente à Unidade de Saúde Familiar “As Gândras” recomendou o encerramento dos três “pólos, por entender que serviços de proximidade, como o que é prestado pela USF, são sinónimo de ‘dispersão’ e de ‘falta de qualidade.

A falta de qualidade deve ser imputada a quem nunca fez e obras e criou condições para o bom funcionamento da unidade de saúde.
A saúde é um direito e não um negócio, mas com estudos encomendados, que baseados somente em factores economicistas e dados quantitativos este governo muitas vezes coma complacência de muitos autarcas vai acabando com os serviços de proximidade, concentra as unidades de saúde nos grandes centros urbanos, retira qualidade de vida às zonas periféricas e promove a sua desertificação, não levando em conta dificuldades de transporte e deslocações dos mais idosos, dos doentes, das crianças e dos mais necessitados.
Um sistema que propagandeia a justiça social com uma mão, mas que depois com a outra a desrespeita e não a efectiva, é um sistema inimigo do seu povo.

PNR - Tempo de Antena (4)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Pela qualidade no ensino


Os estudantes do curso de engenharia civil da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital (ESTGOH) aproveitaram, ontem, a deslocação da ministra da Saúde e cabeça de lista pelo PS em Coimbra, Ana Jorge, às instalações da escola, para se manifestarem contra a extinção já anunciada desta licenciatura. O protesto teve lugar à porta da instituição, onde os alunos colocaram, simbolicamente, uma urna com um tijolo em cima, demonstrando assim o seu pesar pela “morte” do curso de engenharia civil já no próximo ano lectivo. Sob a forma de cordão humano, os estudantes apresentaram ainda diversos cartazes, onde questionam a decisão do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) relativamente à ESTGOH, quando não há mais nenhum curso a fechar noutras escolas do IPC, apesar de ser conhecida a falta de candidatos nalgumas áreas.
Estamos solidários com estudantes da ESTGOH, uma vez que é apostando em cursos superiores ministrados no interior do país que se combate a desertificação.
Mais uma vez os responsáveis escolares, correias de transmissão das políticas do sistema, fazem sinal para um lado e depois viram para o outro. A medida é altamente discriminatória, pois tanto quanto sabemos vão ser mantidos outros cursos. Abrir e fechar cursos drasticamente só por razões economicistas é altamente discriminatório quando sabemos que artificialmente são mantidos outros.
O interior continua a ser o parente pobre deste sistema podre nascido no dia 25 de Abril, que prega a igualdade mas que depois nos mostra alguns mais iguais que outros.