sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Acção em Coimbra pela defesa do Ramal Pampilhosa-Figueira da Foz

Hoje, 30 de Setembro, militantes e simpatizantes do Partido Nacional Renovador do distrito de Coimbra saíram à rua para protestar e distribuir panfletos alusivos ao fecho do Ramal Pampilhosa-Figueira da Foz.
A acção teve início na Pampilhosa e terminou em Arazede, passando também por Cantanhede.
Os cidadãos mostraram-se solidários com a causa, apoiando-nos indiscutivelmente e mostrando uma enorme revolta sobre a actual situação.

Hoje é o primeiro dia de uma longa luta, nós não cederemos, nós venceremos!


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Co-incineração - Manifestação em Coimbra "contra decisões judiciais"













Contrariamente ao esperado a manifestação teve muito pouca participação. As causas podem ser certamente encontradas num certo baixar dos braços numa luta longa e dura, numa certa desinformação sobre esta questão e no abandono do barco por parte dos partidos políticos do sistema que tendo já retirado os dividendos políticos, tendo já feito o folclore mediático do costume abandonam agora a causa.
Os nacionalistas disseram presente e não vai deixar de lutar, juntamente com as Associações de Cidadãos e com os grupos ambientalistas para por fim a uma das birrinhas politicas do Sr. Sócrates.
Nós somos contra a co-incineração e contra a incineração de resíduos industrias perigosos (RIP).
De acordo com os actuais conhecimentos científicos, a emissão de dioxinas, furanos, metais pesados, partículas e outros compostos tóxicos, mesmo em quantidades mínimas, constituem factores de risco muito importantes.
Esta perigosidade deve-se à «elevada toxicidade, à tendência bio-acumulativa e à dificuldade e/ou impossibilidade de biodegradação natural» dos produtos libertados. As doenças susceptíveis de surgir devido à libertação dos produtos nocivos vão desde o cancro às perturbações comportamentais, passando pela infertilidade e agravamento de situações patológicas já existentes na comunidade.
Um quadro tanto mais negro quanto se está a lidar com entidades com bem poucas preocupações ambientais, a Secil e a Cimpor não têm sido empresas idónias e respeitadoras das populações e da defesa do meio ambiente.
Esta insistência na co-incineração inviabiliza regeneração e reciclagem de resíduos, e não estimula as indústrias a reduzirem a produção de RIP's, promovendo tecnologias de substituição, medidas que, no seu conjunto, poderão reduzir a mais de metade os lixos a submeter a outras formas de valorização, nomeadamente tratamento térmico e eventual co-incineração como última solução. Este é o caminho que é correcto defender.
O antigo processo civilizacional urbano industrial, que a humanidade construiu sobretudo a partir do séc. XIX, tem a ver com uma cosmovisão maquinista do mundo e uma lógica linear que preside a esse ponto de vista.
No final do séc. XX, a cosmovisão foi-se alterando. O esgotamento dos bens naturais e das energias fósseis, o uso de materiais não recicláveis e tóxicos, revelou o carácter auto destrutivo deste paradigma.
Uma nova cosmovisão ecosistémica e uma ecotécnica, permitem encontrar fundamentos alternativos para este "modelo" esgotável, esgotante e esgotado.
Reduzir os resíduos, reutilizar objectos produzidos, reciclar e utilizar energias renováveis, possibilitam repensar o processo produtivo e encarar um desenvolvimento ecologicamente sustentado e valorizando a associação e a cooperação entre produtores, consumidores.
Nós nacionalistas porque defensores da terra e do bem estar social e da qualidade de vida não nos revemos neste sistema que tudo submete ao lucro, pondo mesmo em causa a nossa continuidade e a continuidade do planeta.
A força da razão vai ser superior à razão da força.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

PELA REABERTURA E MODERNIZAÇÃO DO RAMAL PAMPILHOSA – FIGUEIRA DA FOZ


O Ramal Ferroviário da Pampilhosa – Figueira da Foz encerrou para obras a 5 de Janeiro de 2009, ou seja, há quase três anos que deixou de servir as populações locais.
No início deste ano de 2011, a Refer afirmou que o ramal seria reactivado no presente ano. Mas agora, decorridos nove meses e face à continuação do estado de abandono desta linha, a empresa remete-se ao silêncio e diz que não faz comentários sobre a matéria.
Por outro lado, a Comunidade Inter-municipal do Baixo Mondego está verdadeiramente empenhada neste assunto, estando nele, acompanhada pelos Presidentes das várias Juntas de Freguesia dos Concelhos atravessados pela ferrovia.
O PNR defende a urgente requalificação e reactivação da linha, cujo investimento de 18,3 milhões de euros está suspenso devido ao PEC III.
Esta linha ferroviária, além de ter um impacte local considerável tem ainda um efeito estrutural na rede nacional, com implicações fortemente vantajosas na sua exploração, nomeadamente na logística entre Lisboa e a fronteira de Vilar Formoso.
No dia 23 de Setembro, sexta-feira, pelas 21:30 horas, a sua defesa vai ter voz, numa sessão organizada pelo Projecto Cultura e Cidadania que terá lugar no Café Aliança, em Mira. Dirigentes de alguns partidos, entre os quais o PNR, bem como os autarcas da Mealhada, Cantanhede, Montemor-o-Velho, Figueira da Foz e Mira, estarão presentes nesta iniciativa.
Entretanto, o PNR fará acções de distribuição de folhetos e colagem de cartazes, dando força à luta que é de tantos, numa região penalizada por aquele encerramento ferroviário, sendo este o momento certo para que o Governo olhe a pretensão, que é legítima, de toda uma população local que está unida nesta causa.

FONTE

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Fazer nossas as causas do POVO



Os nacionalistas e o seu partido o PNR fazem suas as causas do povo, porque acreditam nelas e sabem que são os únicos com capacidade de as defender sem aproveitamentos políticos ou segundas intenções.

O PNR Coimbra tem sabido apoiar as mais diversas causas locais, acompanhando e protestando na rua em defesa dos mais elementares direitos dos habitantes do Distrito. Participando nas manifestações de rua, protestando com acções de panfletagem ou incluindo militantes seus nos grupos organizados de cidadãos, o PNR tem estado na cabeça da luta marchando orgulhosamente com o povo do Distrito.

Com a firme convicção de servir o PNR Coimbra, apoia e participa nas seguintes acções de protesto esclarecimento:

Dia 23 de Setembro pelas 21.15 no Café Aliança em Mira o PNR participará no evento “TODOS PELA REABERTURA DO RAMAL PAMPILHOSA/ FIGUEIRA (com autarcas, políticos, etc.).

No dia 28 de Setembro marcaremos presença na “Co-incineração - Manifestação em Coimbra "contra decisões judiciais" que terá lugar às 18:00 na Praça da República, na Alta da cidade, antecederá um colóquio para “alertar, sobretudo os mais jovens, para os perigos, a nível da saúde pública e do meio ambiente, da co-incineração”, de RIP nas cimenteiras de Souselas (Coimbra) e de Outão (Arrábida).

Por fim no dia 1 de Outubro estaremos presentes no Cordão Humano em defesa do Ramal da Lousã.

“Se digo que esta ou aquela coisa não me agrada, estou protestando. Se me ocupo, ao mesmo tempo atentar que algo que não gosto não volte a ocorrer, estou resistindo. Protesto quando digo que não continuo a colaborar. Resisto quando me ocupo de que também os demais não colaborem.”

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Coincineração: Manifestação em Coimbra "contra decisões judiciais"



O Grupo de Cidadãos de Coimbra vai promover uma manifestação, em 28 de setembro, naquela cidade, para afirmar a sua “indignação contra as decisões judiciais” sobre o processo de coincineração de resíduos industriais perigosos (RIP).

A manifestação, que terá lugar às 18:00 na Praça da República, na Alta da cidade, antecederá um colóquio para “alertar, sobretudo os mais jovens, para os perigos, a nível da saúde pública e do meio ambiente, da coincineração”, de RIP nas cimenteiras de Souselas (Coimbra) e de Outão (Arrábida).

O PNR apoia e marcará presença na manifestação.

A CP quer “livrar-se” do transporte rodoviário nos Ramais da Lousã e Pampilhosa/ Figueira














Empresa apresentou proposta para deixar de se responsabilizar pelas alternativas em linhas com a da Lousã ou Figueira-Pampilhosa
São cerca de 2,4 milhões de euros por ano, os custos assumidos pela CP para assegurar o transporte em autocarros nos locais onde as linhas já não funcionam e que levaram a empresa a apresentar uma proposta à tutela e ao Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT) no sentido de alterar esta situação.
Considerando que não se trata de simples interrupções temporárias para obras, mas de situações em que a questão se prolonga, a CP entende que devem ser as empresas de transporte rodoviário a assegurar as viagens. Em causa estão a Linha do Corgo, onde as despesas com o transporte rodoviário são de 7.346 euros/mês, a Linha do Tâmega de 11.096 euros/mês e na Guarda-Covilhã 10.798 euros/mês. Na ligação Figueira da Foz - Pampilhosa, a CP gasta 15.817 euros/mês e a fatia maior vai para o Ramal da Lousã, que liga Coimbra a Serpins e que custa 154 mil euros por mês.
Os boys que “administram a CP, a clientela partidária que os partidos do alterne vão colocando nos lugares de decisão desta empresa, continuam a brindar-nos com as suas tiradas falaciosas e a tentar impingir-nos os argumentos viciados do costume na tentativa de cobrir os seus erros e a sua incapacidade de gestão.
O comboio é o transporte mais seguro mais barato e se movido a electricidade o menos poluente. Só uma administração formada com gente manifestamente incapaz ou manifestamente capaz de tudo, não conseguiu rentabilizar a CP.
Livremo-nos pois destes desgovernados administradores muitos com ligações e interesses em empresas de transporte rodoviário e dos desgovernantes que os nomearam.

sábado, 10 de setembro de 2011

Tribunal administrativo viabiliza co-incineração


O Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Coimbra decidiu viabilizar a co-incineração em Souselas, não acolhendo a contestação de um grupo de cidadãos à queima de resíduos industriais perigosos (RIP) na cimenteira local, revelou ontem o advogado Castanheira Barros. O causídico, que lidera a contestação ao processo no plano jurídico, disse à agência Lusa que vai recorrer da sentença para o Tribunal Central Administrativo do Norte.
«A sentença do TAF de Coimbra considerou que quer o despacho do ministro do Ambiente de dispensa da Avaliação de Impacte Ambiental, quer as licenças ambiental, de instalação e de exploração, concedidas à Cimpor para a co-incineração de RIP em Souselas cumpriram todos os requisitos legais», adiantou.
O Juiz resolveu decidir as 3 acções populares relativas à co-incineração de resíduos industriais perigosos ( RIP’s ) em Souselas / Coimbra sem as submeter à apreciação dos 2 juízes adjuntos, impedindo assim que fossem julgadas por uma formação de 3 juízes como impõe o art. 40º nr. 3 do Estatuto dos Tribunais Administrativos e FAo ter decidido sem que tivesse sido realizada a audiência de julgamento, o Juiz Tiago Miranda impediu assim o Grupo de Cidadãos de Coimbra de fazer prova dos graves danos que resultam da co-incineração de RIP’s para a saúde pública e para o meio ambiente através da inquirição das suas prestigiadas testemunhas, em que se incluem o actual e um ex-reitor da Universidade de Coimbra ( respectivamente os Professores Doutor João Gabriel Silva e Fernando Rebelo ) , o actual Bastonário da Ordem dos Médicos ( José Manuel Silva ), os 3 Professores Universitários Massano Cardoso, Pedro Carvalheira e Delgado Domingos, os médicos Armando Gonsalves e Carlos Ramalheira , o biólogo João Pardal e Rui Berkmeier da Quercus .
O mesmo Juiz que impediu a inquirição das supra-referidas testemunhas omitiu todos os Pareceres apresentados pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra que apontam no sentido de que os POP’s- Poluentes Orgânicos Consistentes que resultam da co-incineração de resíduos perigosos são altamente nocivos para a saúde pública, sendo alguns deles cancerígenos, como é o caso das dioxinas e furanos, transpondo para a matéria de facto dada por provada apenas factos alegados pelo Ministério do Ambiente e pela Cimpor .

Mais uma machada na luta contra a co-incineração e mais uma vergonha para a justiça portuguesa.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Encontro Nacionalista em Coimbra | Objectivos locais em marcha



No encontro Nacionalista de Coimbra, que hoje teve lugar, para apoiantes da região, o dirigente dessa Distrital, Vítor Ramalho, em entrevista à Lusa, voltou a defender a reabertura do ramal ferroviário da Pampilhosa, cujo encerramento, há quase 3 anos, afecta as populações entre a Figueira da Foz e a Mealhada.

Estabeleceu, com os militantes do distrito, objectivos concretos que visam a sensibilização e mobilização das populações locais em favor desta causa, através da distribuição de folhetos e colagem de cartazes entre os dias 15 e 23 de Setembro, data, esta última, em que terá lugar em Mira, um debate público sobre o tema, no qual o PNR pretende estar presente.

Também se insurgiu contra a intenção recentemente anunciada de se encerrar o serviço de urgência do Hospital dos Covões, em Coimbra. Referiu à Lusa que o PNR estará presente na luta contra este encerramento que, na linha do que já sucedeu com o encerramento das urgências em Cantanhede e Anadia, apenas fica demonstrado que se continuam a realizar cortes cegos onde não se deve e cujas consequências são graves para o bem-estar das populações e para a própria vitalidade local.

sábado, 3 de setembro de 2011

Almoço/convívio dos Nacionalistas do distrito de Coimbra

E É JÁ DOMINGO!
Marca presença no almoço/convívio dos Nacionalistas do distrito de Coimbra, com ponto de encontro no Portugal dos Pequenitos, pelas 12:00, sendo o jantar previsto às 13:00, num custo total de 12 euros.
Pedimos igualmente aos que pretendem participar, que contactem, para podermos informar o restaurante da quantidade de pessoas que estarão presentes.
Telemóvel: 961488375
E-mail: PNRCoimbra@gmail.com

domingo, 28 de agosto de 2011

Politécnico de Coimbra encerra escola superior com mais de 600 alunos


Era aquilo que ninguém queria ouvir em Oliveira do Hospital. Afastados que foram, há poucos meses atrás, os rumores de encerramento da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, o Instituto Politécnico de Coimbra dá agora “o dito por não dito”, ao aprovar esta semana o fecho imediato da escola já no ano lectivo 2011-12.
A decisão, votada pela maioria dos membros (os representantes das seis escolas do IPC) que integram o Conselho de Gestão do IPC, apanha todos de surpresa, inclusive o próprio presidente da escola, Jorge Alexandre Almeida, que se encontra de férias no estrangeiro, e segundo o qual, nem ele, nem qualquer órgão da ESTGOH terá sido contactado nesse sentido.
Alegam os doutos responsáveis que é a solução mais “justa” face ao corte de verbas e desafiam quem não concorda a encontrar alternativas. Nós esperávamos que quem aufere lautos ordenados fosse capaz d as encontrar em vez de sacudir a água do capote.
Trata-se da solução mais fácil aprovada por quem é manifestamente incapaz ou manifestamente capaz de tudo, fruto é certo, dos cortes cegos deste desgoverno.
È mais uma machadada na tentativa de recuperação do nosso interior, levando todos a pensar que existe um plano, para a pouco e pouco o desertificar.
É mais uma machadada nas famílias e nos estudantes que a poucos dias de começarem as aulas têm de procurar alternativas.
Mais uma vez a visão igualitarista e economicista vinga, tratando o desigual como igual e os estudantes como um mero número.
Nós os nacionalistas opomo-nos veementemente a estas medidas, solidarizamo-nos com os oliveirenses e com os estudantes, prometendo fazer nossa esta causa.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

BASTA DE CRIMINALIDADE!


Um homem de 36 anos, funcionário de um café na Baixa de Coimbra, ficou ferido em consequência de uma discussão tida ontem, cerca das 9h00, no Monte Formoso, tendo sido assistido nos Hospitais da Universidade Coimbra.
De acordo com fonte da PSP de Coimbra, a vítima, residente no Bairro da Rosa, estaria a subir, a pé, a Rua Cidade de Poitiers, no Monte Formoso, em direcção ao Planalto do Ingote, quando foi abordado por três indivíduos, na casa dos 20 anos, que seguiam, de carro, no mesmo sentido.

Estas notícias começam a ser um lugar-comum, revelando que a criminalidade violenta alastra como um vírus por todo o país, sobretudo, mas não só, nas zonas problemáticas como as do Planalto do Ingote, onde os criminosos patrocinados pelo sistema têm casas onde não pagam renda, e outros benefícios que não são extensíveis a quem trabalhada.

Será normal que as pessoas tenham que mudar de hábitos de vida por se sentirem inseguras? Que deixem de frequentar a sua praia e temam utilizar os transportes públicos?
Não! Não podemos consentir que o ambiente de insegurança tome conta das nossas ruas e nos prive da liberdade e de uma vida com qualidade, em Segurança. Não há qualidade de vida onde a preocupação, medo e angústia nos perturbam o dia-a-dia.
A criminalidade crescente é um factor alarmante que, ao contrário de merecer a melhor atenção dos governantes, tem sido sistematicamente ignorada. Só o PNR tem coragem de encarar este flagelo de frente e apontar as suas causas e soluções, através de um programa claro e corajoso.

A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” da criminalidade que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os crimes que diariamente acontecem um pouco por todo o nosso Portugal, …é altura de dizer BASTA!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ainda há quem arrisque e invista no comércio da Baixa de Coimbra


Uma pequena viagem, da praça 8 de Maio à Portagem, mostra cerca de uma dezena de lojas com as portas fechadas. As que existem tentam sobreviver da melhor maneira.
Com os saldos quase a acabar, vêem-se muitas pessoas a passear pelas ruas. Algumas “perdem” o seu tempo para apreciar e “deitar o olho” aos preços atractivos das montras.
Loja sim, loja não, é visível uma mistura de placas coloridas, a assinalar a percentagem de saldo, de cada artigo. “Isto é uma técnica para atrair os clientes”, explicam alguns comerciantes. Contudo, ao que parece, a técnica não está a ser suficiente para afastar a crise.
A concorrência no mercado da distribuição de bens de consumo no nosso País sofreu, nas últimas décadas, enormes e forçadas transformações que, de uma forma natural influenciaram a mudança dos hábitos de compra dos consumidores, alterando radicalmente todo o sistema comercial, desde a importação ao retalhista, passando pelo armazenista.
Antes da investida inesperada do poder económico e financeiro no sector da distribuição, o mercado do comércio a retalho pertencia, todos ele, às micro e pequenas empresas do sector, hoje chamado Comércio Tradicional. A concorrência entre comerciantes fazia-se de uma forma correcta e saudável, procurando cada um melhorar as condições de venda, atendimento e atracção do seu estabelecimento, na tentativa de conseguir aumentar a sua cota de mercado, contribuindo, embora sem precipitações, para a modernização do comércio.
Repentinamente, sem qualquer aviso prévio ou consulta às organizações representativas do comércio retalhista, sem qualquer plano ou estudo que permitisse, de forma equilibrada, intensificar a concorrência e apenas suprir necessidades estruturais, os sucessivos governos e instituições do estado com incentivos fiscais e outras facilidades concedidas às organizações económicas e financeiras, nacionais e estrangeiras, apoiaram-nas no seu plano de invasão do sector da distribuição, bem visado, e com estruturas comerciais que tinham e têm como objectivo concentrar em si todo o comércio em todo o território nacional e apagar do mapa comercial do País, todos os outros comerciantes.
Os governos que deviam controlar, planificar e prevenir, para que uma parte significativa da sociedade civil não sofresse, ela só, os prejuízos materiais e sociais, decidiu, em vez disso, apoiar os invasores e a sua “guerra”, os ataques economicamente violentos e sucessivos dos “hippers”, já por si possuidores de “armas” financeiras e técnicas superiores, benesses fiscais, horários especiais, localizações estratégicas e acessibilidades únicas, para que a conquista do mercado não pudesse, de forma alguma falhar.
Os servidores do poder financeiro nos governos, cumpriram e continuam a cumprir bem a missão que lhes foi encomendada pelos “patrões” da economia do País.


domingo, 21 de agosto de 2011

Queremos os nossos correios - Acção de distribuição

Ontem, dia 20 de Agosto, militantes e simpatizantes do Partido Nacional Renovador marcaram presença em mais uma acção de distribuição, desta vez, contra o fecho dos correios.
O percurso teve início no Mercado Municipal de Coimbra e, mais tarde, a locomotiva nacionalista conseguiu abranger toda a cidade de Coimbra.
Foram distribuídos cerca de 1.000 comunicados, os empenhados receberam saudações e pedidos de colaboração por parte da população local.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Há 116 funcionários da Câmara de Coimbra a acumular funções no sector privado


Na Câmara de Coimbra, são 116 os funcionários que também trabalham no sector privado. No país, só seis autarquias têm maior número de acumulações.
A esmagadora maioria destes funcionários pertence aos quadros superiores, lançando claramente suspeitas em relação a estas acumulações.
A fiscalização é nula a complacência é grande como tal é possível, faltar, trabalhar para outrem no horário de serviço, quem sabe mesmo trabalhar para outrem a quem a CMC adjudicou serviços no horário de serviço.
Podemos imaginar todos os cenários, porque “à mulher de César não basta ser séria….”
Sabemos é que muita desta gente ganha bons ordenados no sector privado e que deve começar por aqui o desengordar de muita autarquia, dando lugar a tanto licenciado no desemprego ou suprimindo o lugar.
Bem prega Passos Coelho acusando o anterior governo, mas aqui está uma prova em como a autarquias PSD/CDS também contribuem para o estado lastimoso a que chegaram as nossas finanças.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Queremos os nossos Correios


Dia 20 de Agosto distribuição do panfleto “Queremos os nossos Correios” em Coimbra pelas 10.30.
Ponto de encontro junto ao Mercado Municipal

Informações ;
E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375
No Facebook


sábado, 6 de agosto de 2011

CTT encerram mais estações de Coimbra


Correios de Portugal querem transferir serviços de Taveiro, Cernache e Ceira, devendo encerrar a Estação dos HUC
Apesar de dispor de boas instalações físicas, a Junta de Freguesia de Cernache vai ter de responder negativamente à proposta dos CTT para ficar com o serviço da actual Estação de Correios.
«Vai ser muito mau», observa Vítor Carvalho, antecipando um cenário de encerramento. «Não sei se os CTT vão encerrar a Estação, ou dar o serviço à exploração de privados», salvaguarda o autarca, tendo como certo que a Junta de Freguesia a que preside não tem recursos humanos para aceitar a proposta e, argumenta, «como estamos impedidos de fazer novas contratações vamos ter de recusar». Caso encerre, vaticina, os «quatro a cinco mil residentes ficam sem alternativas no serviço de correios».
A vergonha e o desprezo pelos conimbricenses não param.
Venham protestar com os nacionalistas. Num protesto realizar em Coimbra.
Contactos:
E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Queremos as nossas urgências



A Liga dos Amigos do Hospital dos Covões (LAHC), presidida por Armando Gonçalves, enviou há cerca de um mês uma carta ao novo ministro da Saúde dando a conhecer as suas preocupações com a criação do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), que funde dois hospitais centrais e duas urgências polivalentes. Assim, fez chegar a Paulo Macedo as conclusões de uma reunião realizada em Março e em que participaram responsáveis dos diversos departamentos médicos do Centro Hospitalar de Coimbra. Esta semana, as preocupações voltam a surgir, com o anúncio de encerramento de urgências.
O ministro da Saúde disse na sexta-feira que pretende ter concluída, até ao final do ano, a avaliação de todos os serviços hospitalares do país, que determinará onde existe excesso de oferta e as unidades que deverão encerrar. Este levantamento da oferta não se cingirá apenas aos serviços públicos, mas será alargado a todos as unidades hospitalares, incluindo privados e sociais.
Seria mais uma profunda loucura daqueles que nos desgovernam encerrar estas urgências. Mas como os nossos governantes ou são manifestamente incapazes ou manifestamente capazes de tudo, é preciso estar atento a todos os desvarios que estes lacaios da Troika possam pensar praticar.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Campanha dos CTT - Acção de colagens

Militantes do Partido Nacional Renovador (PNR) e da estrutura juvenil Frente Jovem (FJ) marcaram novamente presença numa acção de colagens feitas na madrugada do dia 29 de Julho.
No dia 30 de Julho, está agendado uma acção de distribuição do tema em causa, com o ponto de encontro junto à manutenção militar, pelas 10:30. 

Eis algumas das fotos tiradas na madrugada do dia 29 de Julho



Acompanhe-nos no nosso portal ou na nossa página do facebook

Campanha dos CTT - Acção de colagens

 



quarta-feira, 27 de julho de 2011

Eles andam ai e destes ninguem fala!!!

Putin quer contractos para aquisição de armas concluídos rapidamente

Rússia de regresso à corrida ao armamento
O primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, ordenou esta terça-feira que sejam concluídos "rapidamente" os 30 por cento em falta dos contractos referentes ao programa governamental de 2011 para aquisição de armas.


"Segundo as informações que disponho, ainda não há contractos para mais de 30 por cento do volume total das encomendas da defesa do Estado. Espero que apresentem um relatório ao governo até ao dia 31 de Agosto", afirmou o governante russo, citado pela agência Ria Novosti.

Vladimir Putin disse ainda que deve ser dada prioridade ao equipamento militar que requer produção de longo prazo. "Isto é válido para mísseis e tecnologias espaciais, aviação, equipamento naval, que em conjunto dão uma perspectiva do Exército e da Marinha", afirmou Putin.

A Federação Russa definiu um programa de encomendas de armas entre 2011-2020 que prevê actualizar anualmente 11 por cento do equipamento militar, o que lhe permitirá ter 70 por cento do armamento modernizado em 2020.


sábado, 23 de julho de 2011

Reitor critica fecho de Correios na Universidade



O reitor da Universidade de Coimbra, João Gabriel Silva, afirma que o encerramento da estação de correios no Pólo I, no final da próxima semana, vai causar «transtornos relevantes», e lamenta o procedimento adoptado pela empresa.
«É uma decisão unilateral, e nem sequer compreendemos a lógica subjacente», declarou à agência Lusa, lamentando que estando os Correios a utilizar instalações universitárias, por arrendamento, «não tenha havido uma tentativa de conversar».
É a terceira estação dos CTT a encerrar em Coimbra este mês
O serviço postal é um dos pilares de soberania de um país, pelo que deve ser claramente assumido pelo Estado!
Além do mais, contrariamente a outras instituições públicas, os CTT não têm tido problemas de fundo ao nível financeiro, apesar de gestões danosas nos últimos anos, com gastos sumptuosos em carros de luxo para a Administração, venda de património e posterior aluguer de instalações com rendas escandalosas, redução de pessoal do quadro e posterior recrutamento de funcionários a empresas de trabalho temporário… E se apresentam prejuízo no último ano, tal não passa de uma manobra de engenharia financeira, justamente para “justificar” uma privatização de conveniência.
A lógica economicista, de privatizações e encerramentos, não se pode sobrepor ao bem-estar social das populações, nem amputar o Estado de tal forma que este fique à mercê do grande capital, sobretudo o apátrida. Além disso ficam amaçados muitos postos de trabalho, quer pelos encerramentos, quer sobretudo, pela privatização e procura do lucro selvagem.
Lutemos pois, contra o encerramento cego de estações dos CTT e contra a privatização desta instituição nacional secular.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Quadrilha assaltou ourives de Vilamar à porta de casa


Ourives de 76 anos foi ameaçado com metralhadoras em pleno dia. Quatro homens fugiram com quatro malas carregadas de ouro, em menos de um minuto

Ladrões profissionais perpetraram ontem, em plena luz do dia, um assalto em Vilamar, Cantanhede. A vítima, Aires Rosete Longo, de 76 anos, ourives há décadas, não teve tempo nem para pestanejar. O assalto não demorou mais de um minuto, mas nem por isso deixou de ser extremamente violento, face às ameaças e às armas que a quadrilha apontou à vítima.
Eram 16h30, quando Aires Rosete Longo estacionou o seu carro, um Audi A6, na Rua Dr. João de Matos, em Vilamar, mesmo em frente à sua residência. Tinha acabado de chegar da habitual visita aos clientes. Na viatura tinha quatro malas carregadas de peças em ouro. Quando se preparava para retirar as malas do carro, com o objectivo e as levar para casa, quatro homens encapuzados encostam um Renault Megane, preto, ao lado do carro da vítima, três saem, armados com metralhadoras automáticas e, num ápice, carregam as malas do ourives para o Megane e arrancam de seguida a toda a velocidade em direcção a Febres. Antes, deram um empurrão ao empresário e ameaçaram-no de morte se reagisse à fúria da quadrilha.Ontem em Vilamar, amanhã num local perto de si ou graças à política de portas escancaradas, a viver luxuosamente em qualquer paraíso de férias.A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” do multiculturalismo que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos…é altura de dizer BASTA!Será normal que as pessoas tenham que mudar de hábitos de vida por se sentirem inseguras? Que deixem de frequentar a sua praia e temam utilizar os transportes públicos?
Não! Não podemos consentir que o ambiente de insegurança tome conta das nossas ruas e nos prive da liberdade e de uma vida com qualidade, em Segurança. Não há qualidade de vida onde a preocupação, medo e angústia nos perturbam o dia-a-dia.
A criminalidade crescente é um factor alarmante que, ao contrário de merecer a melhor atenção dos governantes, tem sido sistematicamente ignorada. Só o PNR tem coragem de encarar este flagelo de frente e apontar as suas causas e soluções, através de um programa claro e corajoso







FONTE

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Figueira da Foz – Queremos o nosso mercado



O presidente da Associação de Comerciantes do Mercado Municipal da Figueira da Foz insurgiu-se esta terça-feira (19), no início da reunião de câmara, contra o processo de remodelação do mercado.
“Na última reunião deixaram-me ir embora e, depois, em reuniões paralelas”, (decidiram alterar a localização provisória do mercado) ”, acusou, elevando o tom de voz.
É justa a revolta dos comerciantes contra medidas menos claras e que lesam os seus negócios e o pequeno comércio.
De forma planeada ou por manifesta incapacidade autarquias e governos prejudicam sistematicamente os pequenos comerciantes parecendo proteger por vezes até promover as grandes superfícies. Lembramos que a ASAE essa policia politica ao serviço das grandes superfícies visita regularmente este mercado, perseguindo em vez de formar ou corrigir, tentado talvez dar mais uma machada no que é genuinamente português.
Solidarizamo-nos com as reivindicações destes comerciantes e com a revolta do seu presidente. Remodelação sim, mas os comerciantes devem ser ouvidos e acautelados os seus interesses.
Ali naquele Mercado com 118 anos de história, não há promoções agressivas em termos de marketing optimizado só no lucro...
No Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz, existe isso sim... os elementos contemporâneos da tradição, da história e da cultura, de uma cidade...de um concelho...e no fundo de uma região...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Há 12 lojas fechadas entre as ruas Ferreira Borges e a Visconde da Luz


Presidente da Agência de Promoção da Baixa garante que há procura para as lojas encerradas, mas preços pedidos por proprietários afastam empresários
Os emigrantes já começaram a chegar de férias e, como sempre, vão à Baixa. A cada regresso, encontram mais lojas fechadas e cada vez mais comerciantes descontentes e preocupados com o dia de amanha. Só entre a Rua Ferreira Borges e a Avenida Visconde da Luz, são 12 os estabelecimentos encerrados. Enquanto isso, as esplanadas estão “a meio gás” e nem a música do acordeão anima quem tem de fazer as contas à vida. Nas montras, o papel pardo ou páginas de jornal escondem um cenário interior que não resistiu à crise. Nas vitrinas lê-se “Trespassa-se”, “Arrenda-se” ou “Vende-se” e abundam números de telefone para possíveis interessados.

O Comércio Tradicional é uma forma de compra e venda num ambiente de proximidade
entre vendedor e cliente, a qual só se verifica em locais de pequena e média dimensão, onde vamos e compramos através de uma base sólida de confiança, tanto na qualidade como na escolha selectiva dos produtos.
Com o aparecimento das grandes áreas comerciais, o comércio tradicional vê-se ameaçado face a essa concorrência desigual, sobrevivendo com grandes dificuldades,ou mesmo morrendo gradualmente.
Perdem-se com isso as suas vantagens, entre as quais destacamos a proximidade a todo o tipo de produtos, muitas vezes, produzidos pela nossa população, o que é um fctor de emprego, estabilidade e prosperidade para as famílias e que contribui
fortemente para a qualidade de vida das povoações e manutenção dos seus centros tradicionais.
Ao mesmo tempo, o comércio tradicional absorve uma boa parte da mão-de-obra activa da população laboral e representa ainda, um apoio fundamental ao sector turístico e ao abastecimento das zonas rurais, bem como das zonas históricas das nossas cidades.


É urgente apoiar o Comércio Tradicional, preservando-o e apoiando-o face ao comércio invasor e impessoal.


O Comércio tradicional ajuda a:

Combater a desertificação populacional dos centros históricos e turísticos das nossas cidades, bem como das zonas rurais .
Combater a marginalidade através da constante movimentação da população elevando o nível de segurança e harmonia entre a sociedade e a área comercial.
Proporcionar uma zona saudável de lazer e maior animação cultural.
Defender a nossa Cultura, Identidade, Hábitos e Costumes.


Defendendo o Comércio Tradicional, defendemos Portugal e os Portugueses.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Não à privatização dos CTT e ao encerramento de Estações de Correios



Os CTT fazem parte de um conjunto de empresas a privatizar pelo governo, em obediência e sintonia com as directivas da Troika, inscrevendo-se esta medida num vasto rol de atentados contra a nossa soberania.
O PNR não se opõe às privatizações em abstracto, mas antes, entende que os sectores vitais para a soberania e economia nacionais não são susceptíveis de passar das mãos do Estado para as do capital apátrida e usurário. Tais sectores vitais, como as energias, transportes e comunicações, são também eles, vitais para a coesão nacional e para o serviço às populações, pelo que, não podem ser alienados dos interesses nacionais e, dessa forma, da tutela do Estado.
As empresas públicas, além de poderem ser muitas delas lucrativas – se forem bem geridas, sem corrupção, gestão danosa ou clientelismo – devem acrescentar uma mais-valia em formação de quadros superiores e de trabalhadores especializados, mas sobretudo, devem fornecer os serviços mínimos de qualidade aos portugueses e garantir, deste modo, qualidade de vida às populações e soberania nacional.
No que respeita aos CTT – na mira das iminentes privatizações – a sua Administração ameaça encerrar várias Estações de Correio colocando em causa um serviço verdadeiramente social e de proximidade, sendo que essa medida é lesiva, atenta contra o interesse público e transtorna a vida das pessoas.
O serviço postal é um dos pilares de soberania de um país, pelo que deve ser claramente assumido pelo Estado!
Além do mais, contrariamente a outras instituições públicas, os CTT não têm tido problemas de fundo ao nível financeiro, apesar de gestões danosas nos últimos anos, com gastos sumptuosos em carros de luxo para a Administração, venda de património e posterior aluguer de instalações com rendas escandalosas, redução de pessoal do quadro e posterior recrutamento de funcionários a empresas de trabalho temporário… E se apresentam prejuízo no último ano, tal não passa de uma manobra de engenharia financeira, justamente para “justificar” uma privatização de conveniência.
A lógica economicista, de privatizações e encerramentos, não se pode sobrepor ao bem-estar social das populações, nem amputar o Estado de tal forma que este fique à mercê do grande capital, sobretudo o apátrida. Além disso ficam amaçados muitos postos de trabalho, quer pelos encerramentos, quer sobretudo, pela privatização e procura do lucro selvagem.
Lutemos pois, contra o encerramento cego de estações dos CTT e contra a privatização desta instituição nacional secular.

Na quarta-feira, 20 de Julho, às 17.30 horas, faremos acção de protesto na Praça dos Restauradores, em Lisboa, contra a privatização dos CTT e em apoio ao trabalho nacional. Depois e por todo o país vão seguir-se acções de colagens e panfletárias referentes a este assunto.
Juntem-se a nós nesta causa, façam cópias e colem junto às estações dos CTT, participem na distribuição de panfletos.

domingo, 17 de julho de 2011

Novos enfermeiros “de olho” no mercado de trabalho europeu


Portugal tem 5,7 enfermeiros por mil habitantes, uma média bem abaixo dos principais países para onde têm emigrado muitos dos recém-licenciados
Carlos Quitério e Ana Delgado estão entre os cerca de 300 novos enfermeiros saídos da escola superior de Coimbra, que ontem receberam os respectivos diplomas e prestaram juramento, no Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia. Chegam ao fim de quatro anos de estudos, com a consciência de que entrar no mercado de trabalho em Portugal vai ser «complicado», mas prometem tentar, antes de passarem ao plano B, ou seja, o estrangeiro.
Aida Mendes, vice-presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC), admite que «os tempos actuais são caracterizados por grande incerteza e muitas dificuldades», no entanto, lembrou que Portugal, com 5,7 enfermeiros por mil habitantes, está longe de atingir «um número proporcional de enfermeiros correspondentes à média da OCDE, o que indica a possibilidade da existência de necessidade de cuidados não completamente satisfeita».
Uma nova vaga de emigração está em curso, desta feita são os licenciados, os que se formaram em Portugal com o dinheiro dos nossos impostos que rumam a outros países. A Ordem é rica os frades é que são pobres. Enquanto se esbanja dinheiro na formação de licenciados o povo clama por mais enfermeiros.
Batemos no fundo como se prova pela noticia.
Reabram os serviços hospitalares que encerraram, coloquem os enfermeiros que faltam em todos, poupem nos ordenados principescos que pagam aos administradores, nas viaturas de luxo que compram, combatam o despesismo. U povo merece melhor saúde e os licenciados emprego no seu país.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Encerramento de Estações dos CTT em Coimbra



O espectro do encerramento de várias estações dos CTT aí está. Esta actividade que, em Portugal, remonta ao século XVI, com distribuição domiciliária nos primórdios do Século XIX, traçou o seu caminho por entre as vidas dos portugueses como algo indispensável.
Em Coimbra a administração desta empresa que o governo quer privatizar, colocando em causa uma instituição que é do povo, um serviço verdadeiramente social e de proximidade, quer encerrar as estações de Santa Clara e Santa Cruz.
Contrariamente a outras instituições do Estado, os CTT não têm tido problemas de fundo ao nível financeiro, pelo que a política de encerramento de várias estações ao longo do país é lesiva e atentatória contra o interesse público e dos cidadãos que dela dependem.
O serviço postal é reconhecidamente um dos pilares fundamentais de um país e que deve ser claramente assumido pelo Estado, pelo que o encerramento de estações prejudica as populações sobretudo os idosos e os com menos rendimentos, bem como transtorna vida das empresas aumentado os seus custos. Tememos também que estejam amaçados muitos postos de trabalho, quer pela via dos encerramentos, mas sobretudo com a privatização e o consequente aumento de preços que ditarão a lógica do lucro selvagem.
A lógica economicista e as privatizações a mando dos feitores da Troika, não podem sobrepor-se ao bem-estar social das populações, nem amputar o estado de tal forma que fique à mercê do grande capital, sobretudo o apátrida, no que toca à regulação social e à resposta rápida em situações de crise.
Lutemos pois contra o encerramento cego de estações, bem como a privatização desta instituição secular.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Encontro Nacionalista em Coimbra


Dia 4 de Setembro
Ponto de Encontro – Junto ao Portugal dos pequenitos pelas 12 horas.
Almoço – Restaurante Bom Proveito pelas 13 horas, Preço 12 Euros
Informações e marcações para:
E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Ribeira de Frades ameaça abrir viaduto à força



Se dentro de 60 dias a REFER não encontrar solução, população vai ser convidada a retirar os separadores de cimento

A Junta de Freguesia de Ribeira de Frades cansou-se de esperar pela abertura do viaduto na Linha do Norte e pela construção de passagens para peões. Por isso, depois de muitos alertas para a insegurança que se vive junto à linha do comboio, decidiu passar das palavras aos actos e dá um prazo para que a situação seja normalizada. Caso contrário, a população é convocada a retirar os separadores de cimento que impedem a abertura ao tráfego do viaduto, concluído, mas fechado.
«Damos um prazo de 60 dias para que a REFER assuma os seus compromissos e ponha o viaduto a funcionar. No final desse prazo abrimos o viaduto», explica o presidente da Junta de Ribeira de Frades, Jorge Veloso, que se manifesta cansado com o arrastar da situação que dura, recorda, «há mais de um ano». E lamenta o muito dinheiro investido numa obra que não serve a população.
Não faltam administradores na REFER, são tantos que até se atrapalham.
Enquanto esta empresa servir para colocar boys e não servir os interesses do povo, casos como este vão continuar a acontecer.
Solidarizamo-nos com o povo de Ribeira de Frades, prometendo também fazer nossa esta causa.