quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Caravana Nacionalista


Mais uma vez vamos percorrer alguns concelhos do Distrito, numa acção panfletária.

Dia 25 de Março

Saída de Cantanhede pelas 09.30

Ponto de Encontro em Coimbra pelas 10.00 junto ao Mercado Municipal.

Informações:
E-mal PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Coimbra: Comerciantes da Baixa enfrentam a mais grave crise das últimas décadas


Os comerciantes da Baixa de Coimbra enfrentam a mais grave crise das últimas décadas, com quebra de vendas e encerramentos que acentuam a desertificação do centro histórico.

Para o PNR, a cidade é um espaço urbano onde deve coexistir a tradição e a modernidade; um espaço de convivência humana, sã e harmoniosa; um espaço onde confluem funções sociais, económicas e culturais. O comércio tradicional desempenha uma importante função dentro do espaço urbano pois, além de o humanizar, potencia a dinamização social, económica e cultural. O comércio tradicional é, pois, um elemento fundamental para o equilíbrio do espaço urbano, e, como tal, deve ser preservado.

As causas da crise que afecta o comércio tradicional

As causas que trouxeram a crise a este sector têm essencialmente a ver com a proliferação desregrada de grandes superfícies comerciais, fruto de lóbis financeiros poderosíssimos em coligação com os partidos do sistema (mais interessados no lucro e na expropriação do que no bem-estar dos cidadãos, dos pequenos comerciantes, e da sustentabilidade das nossas cidades).

Há ainda um outro problema nada despiciendo. Ao contrário dos restantes partidos políticos (que preferem fechar os olhos aos problemas reais), o PNR conhece bem as dificuldades que a invasão chinesa tem vindo a acrescentar aos já mais do que muitos problemas com que os comerciantes portugueses se defrontam diariamente: as lojas chinesas oferecem uma concorrência feroz e desleal! Recordamos que a China produz com recurso à exploração miserável dos seus trabalhadores, sujeitando-os a 14 e mais horas diárias de trabalho, em condições sub-humanas e com salários extremamente baixos; os estabelecimentos chineses vendem produtos de fraca qualidade e não oferecem quaisquer garantias aos consumidores. Por isso, conseguem vender a preços tão reduzidos. E, claro está, em tempo de crise os portugueses não têm muitas alternativas, sendo levados a optar pela baixa qualidade, a baixos preços.

Infelizmente, também os nossos industriais se têm visto aflitos para manter as fábricas em funcionamento, visto que não podem competir com a invasão chinesa. Entretanto, sucedem-se as falências e o desemprego.

Que fazem, então, os nossos (des)governantes? Rigorosamente nada! Pelo contrário, o PNR não tolera esta concorrência desleal que está a destruir o tecido económico português, pelo que exige que se tomem medidas correctivas de mercado que eliminem os privilégios escandalosos que os chineses encontram no nosso país.

Objectivos e propostas

O PNR, como Partido Nacionalista que é, e preocupado que está com todos os aspectos da vida da Nação, considera que lutar pela preservação do comércio tradicional é algo que se impõe! Impele-nos o receio de ver o comércio tradicional definitivamente esmagado pelas grandes superfícies comerciais e pela especulação imobiliária inerente (controlada por predadores de riqueza poderosos e sem escrúpulos); de ver o centro das nossas cidades transformados em desertos, onde só habitam o crime e a marginalidade; de herdar cidades profusamente edificadas por vetustos e devolutos, mas destituídas do seu importante carácter humano, social e cultural.

No concreto, o PNR propõe:

- fiscalização dos estabelecimentos estrangeiros e encerramento daqueles em que se prove haver irregularidades;

- taxas aduaneiras aos produtos provenientes da Ásia;

- baixa do IRC;

- melhoria das condições do centro da cidade, tornando-o mais acessível e apelativo (mais limpo, mais verde e com mais animação cultural);

- erradicação da criminalidade que tem alastrado no centro da cidade;

- fim à proliferação das grandes superfícies comerciais e sujeição às já existentes a um agravamento de impostos;

- controlo eficaz da especulação imobiliária;

- repovoamento do centro histórico da cidade.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

As janeiras pariram um rato laranja

Deslocaram-se ontem a Lisboa cerca de mil pessoas para cantar as janeiras aos nossos desgovernantes e assim colocar na ordem do dia o Ramal da Lousã, lembrando ao 1º
Ministro as suas promessas eleitorais.
Voltaram com mais promessas e, sobretudo, com o saco cheio de demagogia. O Ministro da Economia apanhou um banho de multidão, transformou um protesto num apoio ao governo, manifestou a sua paixão pelo interior (sabemos bem quanto nos custam estas “paixões) e, a coberto da crise, prometeu estudar o problema e pouco mais.
Alguns orquestradores laranjinhas vieram eufóricos de Lisboa… É estranho como uma mão cheia de nada, qual Milagre das Rosas, se transforma em obras de Santa Engrácia.
Nós sempre defendemos outro tipo de acções que pusessem em sentido este governo, como puseram em sentido o anterior. Por alguma razão este ramal é o único que não tem morte anunciada. O sistema sente que o povo está mobilizado e teme essa força que o pode pôr em causa. Como não pretende fazer as obras, vai apostar nas promessas nos adiamentos nas desculpas esfarrapadas para nos vencer pelo cansaço.
Os nacionalistas fizeram sua esta causa e estarão atentos, aos prazos prometidos pelo ministro e a possíveis manobras desmobilizadoras perpetradas pelo sistema.
Nós não vamos deixar que o Ramal da Lousã caia no esquecimento. Em Abril, o Governo voltará a reunir com os autarcas para informar das alterações e recalendarizar a concretização.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Manifestação em defesa do Ramal Pampilhosa Figueira da Foz


A CP – Caminhos de Ferro Portugueses anunciou que, a partir de dia 1 de Janeiro de 2012, deixará de garantir os transportes rodoviários alternativos no Ramal da Figueira da Foz, que mantinha desde que aquela linha, que liga a Figueira à Pampilhosa, foi desactivada para a realização de obras. O ramal, que passa também pelos concelhos de Cantanhede e Montemor-o-Velho, foi desactivado, tendo em vista uma empreitada de beneficiação. Foram também retirados os carris, com a justificação de que assim se evitariam furtos, mas, no recente Plano Estratégico para o sector dos transportes ficou confirmada a decisão de suspensão do processo de reactivação.
Como forma de protesto está foi agendada uma manifestação no dia 14 de Janeiro pelas 15.00h em Cantanhede. A manifestação que terá inicio junto à CM de Cantanhede e terminus junto à estação de comboios, é organizada pela Plataforma Nacional de defesa da Ferrovia, pelo Movimento de Defesa do Ramal Pampilhosa/Figueira da Foz e pelo Projecto Cultura e Cidadania de Mira. O PNR apoia esta manifestação e apela aos seus militantes e simpatizantes e a todos os vivem em locais servidos pelo Ramal para que compareçam em massa protestando contra mais este atentado aos transportes públicos.

sábado, 31 de dezembro de 2011

O PNR condena veementemente a venda da EDP à China e acusa o Governo de traição

Consumou-se mais uma traição a Portugal, bem grave desta feita, com a venda da participação do Estado na EDP à China, a ser assinada nesta sexta-feira.

Estamos perante mais uma situação escandalosa e gravíssima de transferência de soberania nacional, levada a cabo por um Governo que, fazendo de tudo para agradar à Troika e obedecer às ordens vindas de fora, nem hesita em prostituir-se e vender, a interesses estrangeiros, sectores vitais para o país.

O PNR demonstra assim a mais viva repugnância por esta traição, denunciando-a como mais uma grave agressão à soberania nacional e aos interesses dos Portugueses.

Reiteramos que, para os Nacionalistas, sectores como os das energias, transportes, comunicações e recursos naturais, por serem vitais para a soberania nacional e para o serviço à população, jamais, em circunstância alguma, deveriam sair das mãos do Estado.

Esta vergonhosa venda da EDP, apenas vem aumentar o rol das barbaridades que levarão a que o presente Governo e o Regime vigente sejam um dia julgados pela História como autores de uma das maiores traições a Portugal.

Comissão Política Nacional 27 de Dezembro de 2011

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS


O Coimbra Terra Portuguesa e o PNR Coimbra desejam a todos os seus militantes simpatizantes e a todos os portugueses um Feliz Natal e Bom Ano 2012.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

CP suprime alternativas rodoviárias ao Ramal da Figueira da Foz



Empresa justifica com decisão de não reactivar a ligação ferroviária, deixando a iniciativa aos operadores rodoviários locais
A CP – Caminhos de Ferro Portugueses anunciou que, a partir de dia 1 de Janeiro de 2012, deixará de garantir os transportes rodoviários alternativos no Ramal da Figueira da Foz, que mantinha desde que aquela linha, que liga a Figueira à Pampilhosa, foi desactivada para a realização de obras. O ramal, que passa também pelos concelhos de Cantanhede e Montemor-o-Velho, foi desactivado, tendo em vista uma empreitada de beneficiação. Foram também retirados os carris, com a justificação de que assim se evitariam furtos, mas, no recente Plano Estratégico para o sector dos transportes ficou confirmada a decisão de suspensão do processo de reactivação.

Mais um duro golpe nas populações da zona perpetrado pela administração da CP formada por gente manifestamente incapaz e manifestamente capaz de tudo e pelo governo de direita mais papista que a Troika lacaio do feitor alemão.

As populações da zona, saberão dar a divida resposta a mais este benefício impingido por quem tem carros topo de gama pagos por todos nós e não sente os benefícios da sua desgovernação.

Como desde sempre apoiamos esta luta, porque os transportes servem o povo e não as empresas privadas onde muitos dos que tentam encerrar linhas e ramais têm ou sonham ter interesses.

Eles tiram “gorduras nos nossos transportes, mas os boys gordos que administram as empresas continuam no mesmo número e com aumento benefícios. A tradição já é o que era e Roma paga principescamente aos traidores.

É tempo de sair à rua e gritar. Não será nos restringindo-nos à “indignação”, como parece ser de bom-tom fazer hoje em dia, que se fará com que as coisas mudem. A indignação que não desagua na acção concreta é apenas uma maneira cómoda de ficar em paz com a nossa consciência. Apenas a intervenção resoluta das classes populares e das classes médias na batalha pode dar à “indignação” que suscitam as práticas das multinacionais, ou pura e simplesmente ao ressentimento anti-bancário, a base social que ainda lhe falta – quer a acção a levar a cabo se situe aquém ou para lá dos limites da legalidade burguesa.




FONTE>

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

CARAVANA NACIONALISTA



Os nacionalistas do distrito de Coimbra e o seu partido o PNR vão terminar o ano com uma grande acção de panfletagem, na zona da Beira Serra.
Partida de Cantanhede ás09.30 com passagem em Coimbra pelas 10.00 horas e inicio da acção em Poiares pelas 11.00 horas. Seguem-se os concelhos de Arganil, Góis, oliveira do Hospital e tábua, com paragem para um almoço convívio.

Mais informações:
Telemóvel 961488375
E-mail PNRCoimbra@gmail.com

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Afundam os Estaleiros Navais do Mondego



Depois de a empresa proprietária ter desistido do plano de viabilização, apresentado em Julho, e de nenhum dos credores presentes ter nenhuma solução de viabilização, o Tribunal Judicial da Figueira da Foz decretou, ontem, encerramento dos Estaleiros Navais do Mondego (ENM), que deverão ser colocados à venda nos primeiros dois meses de 2012.

Afundam os ENM e afunda toda a nossa indústria naval. Os primeiros golpes foram dados durante o PREC quando a política de terra queimada dos comunistas afundou a nossa marinha Mercante e por consequência muita da indústria naval ligada aquela área depois vieram os golpes da direita (PS/PSD/CDS) com o desmantelamento das frotas de pesca e o agonizar dos estaleiros ligados a este sector. As encomendas são raras e o próprio estado prefere muitas vezes o estrangeiro à produção nacional. A dependência económica e financeira é cada vez maior o desemprego aumenta e desaparecem os artífices neste mister. É o caminho aberto para a pedinchice para as esmolas do FMI e as imposições das troikas e dos feitores alemães e franceses.

Portugal agoniza, os políticos do sistema e o grande capital engordam.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Encerramento dos postos médicos das freguesias de Corticeiro de Cima, Vilamar e S. Caetano


A notícia foi conhecida há cerca de um mês, deixando toda a gente incrédula. Falamos da suspensão da contratualização da USF “As Gandaras” com a ARS Centro, que ditou o encerramento dos postos médicos das freguesias de Corticeiro de Cima, Vilamar e S. Caetano, levando os executivos das respectivas juntas de freguesia a unirem-se para se fazerem ouvir junto das «entidades responsáveis».
Mais uma machadada no já débil SNS. O posto médico mais próximo fica em Febres só acessível a quem tem transporte próprio e para além de rebentar pelas costuras no que diz respeito a utentes situa-se num edifício sem condições para albergar tanta gente, a precisar de novas instalações e onde tudo falha a começar pelo sistema informático.
É esta a saúde do governo PSD/CDS em tudo igual à do PS que tanto criticavam

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Boicote o Comércio Chinês e os produtos chineses.




O que está por trás de tanta loja chinesa? ANTES DE MAIS UMA CONCORRÊNCIA DESLEAL APLAUDIDA PELO GOVERNO PORTUGUÊS.

Começa por se estranhar o facto de irem ocupar lojas, com rendas altíssimas, que ninguém ousa alugar. Estranha-se também só venderem produtos Made China.
As rendas altíssimas das lojas, são pagas directamente pelo governo chinês (!!!), que como contrapartida exige aos donos chineses, que só vendam produtos chineses.
O governo Português isenta os comerciantes estrangeiros, do pagamento de IRC (imposto), durante 5 anos (chocante !!!) Entretanto todos os 5 anos mudam de sitio e de nome e ficam isentos de novo.
Enquanto o comerciante Português chafurda afogado em impostos, estes tem a papinha feita, para tomarem conta do mercado e assistirem satisfeitos, impávidos e serenos ás falências em cadeia, de todos os seus competidores nacionais que são obrigados a pagar impostos e a cumprir uma lista infinita de normas europeias.
A concorrência é desleal pois os chineses não cumprem quase nenhuma dessas regras.
E o que dizer do controle de qualidade dos artigos que estas lojas vendem?
E o que dizer da obrigação de etiquetagem em Português e da garantia obrigatória dos produtos?
Já pensou também porque são tão baratos estes artigos? Porque são feitos com material da mais baixa qualidade, alguns deles suspeitos e prejudiciais à saúde e principalmente porque são feitos com a exploração da mão-de-obra em situação de verdadeira escravatura e com recurso a mão-de-obra infantil.
Não respeitam também regras normativas da Europa e Portugal não fiscaliza.
As lojas chinesas crescem como cogumelos, muitas vezes em Centros Comercias como é o caso do FREXIAL SHOPING em Cantanhede. Este centro comercial que alberga uma loja do grupo Intermarche sobejamente conhecido pelo exploração a que sujeita os funcionários, dá agora as mãos a uma loja chinesa enquanto hipocritamente anuncia que apoia a produção nacional.
Se apelamos a que se boicote o comércio e os produtos chineses esse boicote deve ser extensivo a estas lojas em centros comerciais que os albergam.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Co-incineração: pedido de audiência ao primeiro-ministro avança


Deu entrada, esta quarta-feira, nos gabinetes do primeiro-ministro e da ministra do do Ambiente um pedido de audiência feito pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra, bem como das Câmaras Municipais de Coimbra, Setúbal, Palmela e Sesimbra, do movimento de cidadãos pela Arrábida e estuário do Sado, que mantém de pé a luta contra a co-incineração de resíduos perigosos.

Encabeçado pelo advogado Castanheira Barros, o Grupo de Cidadãos de Coimbra pretende que o Governo tome medidas para aquilo que entende ser um «atentado à saúde pública», tal como explicou o advogado esta manhã, em conferência de Imprensa.

«Confirmo que o pedido de audiência já deu entrada e que conta com o apoio das autarquias de Coimbra, Setúbal, Palmela e Sesimbra. No fundo, o que pretendemos é que o governo tenha noção dos perigos que a co-incineração de resíduos perigosos oferecem à saúde pública e que, por isso, não deve continuar a ser realizada. Se a audiência nos for concedida, como esperamos, enviaremos pareceres de cientistas portugueses que comprovam que da co-incineração resultam graves problemas para a saúde pública», disse o porta-voz dos queixosos.

Castanheira Barros deu a conhecer as razões que fazem parte do pedido de audiência:
1.Apresentação de um breve historial dos factos mais proeminentes do processo de co-incineração de resíduos perigosos desde 1997 (data da assinatura do Memorando de Entendimento da então ministra do ambiente Elisa Ferreira com os presidentes da Cimpor e da Secil) até ao mais recente despacho judicial de 10 de Outubro de 2011 (de admissão do recurso interposto pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra para o Tribunal Central Administrativo – Norte da sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra que deu luz verde à co-incineração em Souselas);

2.Comunicação das mais grosseiras anomalias processuais praticadas pelos tribunais portugueses ao longo dos últimos cinco anos;

3.Exposição da forma como foi obtido o parecer da Comissão Científica e Independente de Fiscalização e Controlo do Processo da co-incineração;

4.Entrega e discussão de pareceres de prestigiados cientistas que arrasam o parecer da Comissão Científica Independente e que demonstram que da co-incineração de resíduos perigosos resulta a produção de graves danos para a saúde pública e para o ambiente, devido à libertação para a atmosfera de dioxinas e furanos que são substâncias altamente cancerígenas e cujos efeitos subsistem durante mais de 30 anos.

O advogado teceu também algumas críticas à forma como foi atribuída a autorização às cimenteiras que hoje praticam a co-incineração, bem como às instâncias legais que deliberaram sobre o processo:

- Este processo está viciado desde o seu início. As cimenteiras Cimpor e Secil ficaram encarregues de praticar a co-incineração de resíduos perigosos sem que tenha sido levado a cabo qualquer concurso público para o efeito. Claro que isto é um negócio da china para as próprias cimenteiras. O que eu gostava de ver era os administradores destas empresas a viverem ao lado das mesmas. Mas, se não o fazem, por algum motivo será… Por outro lado, os tribunais administrativos não fizeram justiça nas acções cautelares. Houve julgamentos parciais com grosseiras e intoleráveis anomalias ao longo dos últimos cinco anos.

A pirólise como solução
E como quem critica deve sempre apresentar alguma alternativa, o Grupo de Cidadãos de Coimbra leva à letra essa regra. Nesse sentido, propõe uma solução para combater a co-incineração de resíduos perigoso: a pirólise. Castanheira Barros explica em que consiste: «A pirólise é um método através do qual os resíduos são queimados em fornos que trabalham a altíssimas temperaturas, em recinto fechado, o que faz com que não haja qualquer perigo para a saúde pública dos cidadãos.»

Vitor Ramalho é outra voz activa

Quem também tem estado permanentemente ao lado de Castanheira Barros na luta contra a co-incineração de resíduos perigosos é Vitor Ramalho, outro dos membros do Grupo de Cidadãos de Coimbra, que se mostra optimista para a audiência com o governo, e que afirma que a luta está para durar:

- Estamos esperançados que esta audiência com o primeiro-ministro e com a ministra do Ambiente nos traga algo de positivo, uma vez que o anterior governo PSD que esteve em funções (n.d.r.: Durão Barroso era o primeiro-ministro e Isaltino Morais o ministro do ambiente), mal tomou posse, mandou parar a co-incineração. Esperamos que este executivo tome medidas. Também Pataias se prepara para ter co-incineração, que é uma situação muito semelhante ao que acontece em Souselas, onde as casas em redor da cimenteira são habitadas pelos seus operários. Nesse sentido, vamos também sensibilizar o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça para este problema. Em Portugal, temos o espírito sebastianista de que alguém há-de lutar por nós e fazer alguma coisa. Talvez não tenhamos a companhia necessária nas alturas certas, mas sabemos que não estamos sozinhos e vamos continuar a nossa luta. (A Bola)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Os primeiros Estados Gerais do PNR lançam o “Nacionalismo-Renovador”


Decorreram os primeiros Estados Gerais do PNR, em Alcobaça, tendo reunido diferentes grupos de trabalho, ao longo dos quatro módulos do seu programa.

Foram abordados e debatidos, nesta primeira edição de Estados Gerais, os temas da “Segurança Interna”, “Educação”, Família e Demografia” e “Economia”, que tiveram lugar durante todo o dia Sábado, e ainda os temas da “Cultura e Património”, “Agricultura” e “Saúde”, no Domingo.

Encerrou-se esta acção com a apresentação do Manifesto, “Nacionalismo Renovador”, cujo teor visa dar um passo em frente, de coragem, apontando o caminho do Nacionalismo Português e moderno.

Detectadas que estão as inúmeras dificuldades e também erros cometidos na área Nacionalista nos últimos 40 anos, importa iniciar um caminho que, sem abdicar do ADN Nacionalista e dos nossos Valores e Fundamentos, saiba entender os dias de hoje e os seus circunstancialismos, adequando a mensagem às realidades e à sociedade quotidiana, de modo a que a passe a nossa mensagem e as pessoas a absorvam.

Tendo vocação e desejo de virmos a ser poder, urge assim ter capacidade, vontade e coragem de Renovar o combate e o estilo, a estratégia e a mensagem, a estética e a linguagem, de modo a que se enquadrem na presente época e nestas circunstâncias. Mas mal de nós se não soubermos destrinçar o essencial do acessório e não libertarmos os fundamentos que nos norteiam de modelos temporais. Mal de nós se nos isolarmos num gueto ideológico, autista e cristalizado no tempo, que não chega às pessoas nem deixa marca na História. Compete-nos a missão de relançar o Nacionalismo com âncoras na nossa Identidade, Cultura e História, mas adaptado aos tempos de hoje.

Portugal precisa de nós, que somos a verdadeira Alternativa ao regime vigente, Hoje e Agora: com ideias e soluções modernas e claras e o olhar posto no amanhã. É fundamental, pois, construir as bases de um Nacionalismo Português e Moderno. Somos Nacionalistas, e isso basta para nos definir. Somos Nacionais-Renovadores e isso enquadra-nos, dando corpo e sentido ao nosso trabalho e à nossa luta.

Assentes assim nos pressupostos que constituem as nossas Causas e as nossas metas, lançamos o desafio e as bases para a criação de um Nacionalismo-Renovador que seja ouvido e acolhido pelos Portugueses. Por Portugal! Para o século XXI.

FONTE

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Comércio da Baixa morre aos poucos sem dar luta



Armindo Gaspar, da Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, foi o primeiro a lamentar a sala meia vazia da Junta de Freguesia de S. Bartolomeu para a reunião promovida ontem à noite pela Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME). É lamentável, desabafou, «com esta capacidade de intervenção não vamos a lado nenhum», insistiu, depois de ter ouvido o vice da CPPME, Pedro Soares, falar em união para combater os «absurdos» que pairam no sector.
Na sua intervenção, o responsável da CPPME identificou os problemas mais graves do sector, precisamente aqueles que estão na base de um abaixo--assinado que a Confederação está a promover e quer entregar em mãos ao primeiro-ministro a 22 de Novembro, numa manifestação marcada para esse dia em Lisboa.
Na edição em papel do Diário de Coimbra pode ler-se que os comerciantes estão preocupados com as causas próximas que vão acelerar a morte do sector. O aumento do IVA para a restauração e a taxa única de IRS serão os carrascos que ao serviço deste sistema vão dar a machada final. No entanto, devemos também elencar as causas remotas responsáveis pela “doença” de todo o comercio tradicional, na baixa de Coimbra e em muitas baixas deste país. A proliferação de grandes superfícies, que rodeiam a cidade, a concorrência desleal do comércio chinês, a falta de segurança na baixa, a desertificação e a falta de estacionamento são o vírus principal a que agora se junta a cicuta social/centrista para uma morte assistida com as habituais condolências do sistema.

O Comércio tradicional ajuda a:

Combater a desertificação populacional dos centros históricos e turísticos das nossas cidades, bem como das zonas rurais .
Combater a marginalidade através da constante movimentação da população elevando o nível de segurança e harmonia entre a sociedade e a área comercial.
Proporcionar uma zona saudável de lazer e maior animação cultural.
Defender a nossa Cultura, Identidade, Hábitos e Costumes.

É urgente apoiar o Comércio Tradicional, preservando-o e apoiando-o face ao comércio invasor e impessoal.
Defendendo o Comércio Tradicional, defendemos Portugal e os Portugueses.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Queixa-crime Metro Mondego/ Ramal da Lousã



Por iniciativa dos cidadãos Jaime Ramos e Mário Nunes foi apresentada uma queixa-crime relativa ao desmantelamento do Ramal da Lousã. Apresentada contra incertos, não vão certamente faltar “incertos” para incluir no rol. Os mesmos “incertos” que nos últimos anos destruíram quilómetros de ferrovia e acabaram com mais de 11000 postos de trabalho.
Desde a primeira hora solidarizamo-nos com a luta dos utentes deste Ramal, pelo que aplaudimos a corajosa iniciativa destes dois cidadãos.

domingo, 9 de outubro de 2011

APANHADA COM 30 DOSES DE HEROÍNA




O visível nervosismo foi fatal para uma mulher de 34 anos que, ao avistar a polícia, acabou por dar nas vistas e levar os agentes da PSP a perceberem que ali haveria algo de ilegal. Ao nervoso, juntou-se o facto de a mulher estar acompanhada por outras duas já referenciadas e o resultado foi a abordagem seguida da detenção por tráfico de estupefacientes. A mulher, de nacionalidade cabo-verdiana, tinha consigo 30 doses de heroína.
A detenção, efectuada pela PSP na tarde de quinta-feira, teve lugar na rua Cidade de Cambridge, numa acção que inicialmente até era preventiva, com a passagem da viatura descaracterizada da Esquadra de Investigação Criminal da PSP na zona do Bairro do Ingote, com o objectivo de dissuasão do tráfico e consumo de produtos estupefacientes.
Apesar da manifesta boa vontade e profissionalismo das nossas polícias o Planalto do Ingote está transformado num imenso supermercado de droga onde não faltam as mais modernas técnicas de vendas. Leis mais duras e penas efectivas de prisão são necessárias para acabar com este flagelo.
Notamos também que grande parte do tráfico é efectuado por estrangeiros, reforçando a ideia que imigração e criminalidade caminham juntas. Com efeito mais de 205 dos presos das nossas cadeias são estrangeiros e $0% do crime violente a eles está ligado, já sem incluir nestes números os nacionalizados.
O tráfico de droga nesta zona da cidade sempre foi maioritariamente controlado por elementos da etnia cigana, ao apercebermo-nos do aparecimento de africanos no negocio, somos imediatamente forçados a lembrar as guerras pelo controlo na venda de estupefacientes, que sistematicamente transformam alguns bairros da grande Lisboa e Margem Sul em autenticas zonas guerra.
Coimbra deixou de ser uma cidade pacifica e segura e só os nacionalistas têm coragem para o denunciar e medidas concretas e eficazes para combater a criminalidade Junte-se a nós.
FONTE

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Regresso às aulas | Até quando, o mais do mesmo?

Ao iniciar um ano lectivo sob a égide de um novo Governo, não se pode acalentar qualquer ilusão ou espectativa de grande melhoria, face às políticas educativas do anterior Governo PS, tão medíocres e confrangedoras como as suas protagonistas à frente do Ministério. A verdade é que todo o sistema educativo está enredado num pântano de vícios, à imagem do próprio do Regime, levando a que este novo ano escolar seja apenas mais um entre os últimos 37 de desnorte e experiências.

O Estado tem sufocado em Portugal a liberdade de ensinar e de aprender, condicionando política e ideologicamente as técnicas didácticas e os próprios manuais escolares, colocando toda a “máquina” da Educação ao serviço do laicismo, do republicanismo e do socialismo.

Enraizou-se na Educação, a ideia de que esta deve basear-se no princípio do prazer, sendo mais importante a diversão dos alunos do que a aprendizagem das matérias. A pedagogia do esforço foi criminosamente abatida, como o foi, de igual modo, o exercício da memória e do raciocínio lógico. Os exames, os trabalhos de casa e outras provas afins foram igualmente reduzidas, ou mesmo banidas, por serem no entender dos “cientistas da educação” uma fonte de stress para os alunos.

A Escola, outrora centrada no professor e na aprendizagem, passou a ser centrada no aluno e nas sucessivas experiências educativas, mas, mais recentemente, e pior ainda, passou a sê-lo nas estatísticas do “sucesso escolar” a divulgar, e nos números cruéis de uma economia que corta em toda a parte.

De desastre em desastre, chegámos a este ponto deplorável onde, ao longo de uma geração, se substituiu a formação académica e humana, por uma indústria de ensino que, além do mais, é uma perfeita fábrica de ignorantes onde o facilitismo crescente constitui uma fraude na avaliação dos alunos e uma coacção sobre os professores.

O PNR entende que é preciso reconstruir uma escola centrada no conhecimento, no saber e na aprendizagem das matérias, bem como na formação do carácter e das virtudes humanas. Deve ser esta, um espaço e local onde se aumentem os níveis de exigência do ensino e se combata o facilitismo; onde obediência, respeito, responsabilidade, esforço e mérito, voltem à ordem do dia.

Há que resgatar o ensino da politização esquerdista e da ditadura do politicamente correcto, que formata as mentes a atrofia o seu pleno desenvolvimento. Há que acabar com o lóbi da indústria de manuais escolares que, desvirtuando a sua verdadeira função, os transforma num amontoado de páginas coloridas cheias de palha e pouco conteúdo útil, pesando demasiado nos bolsos dos pais e nas mochilas dos filhos.

Importa restaurar o respeito pela figura do professor e a dignidade da sua carreira, bem como o ambiente de segurança vivido dentro e nas imediações das escolas.

Se há prioridade estratégica para a reconstrução de Portugal, esta consubstancia-se de facto na Educação da nossa Juventude! Educação para os valores e virtudes a par da formação académica e científica são uma meta e uma prioridade! (PNR)

domingo, 2 de outubro de 2011

PSD e CDS já nos andam a tratar da saúde


PSD e CDS já nos andam a tratar da saúde
Alguns serviços do Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF) podem ter os seus dias contados. O conselho de administração do HDFF reuniu com directores e responsáveis, para anunciar possíveis cortes de serviços. “Os médicos foram informados das propostas, para se encerrar a unidade de oncologia e o bloco operatório.
O governo socialista já tinha dado a primeira machadada neste hospital ao encerrar o bloco de partos, agora social-democratas e centristas levam a o encerramento de mais dois serviços, provavelmente dento em breve será anunciada a morte do HDFF para dar lugar ao aparecimento de uma clínica privada gerida por uma sociedade onde investem capitais alguns boys destes três partidos que desgovernam Portugal e se governam muito bem.
O PNR repudia mais esta machadada na saúde dos figueirenses e estará ao lado do povo em mais esta luta contra os cortes cegos, contra as medidas economicistas deste governo, que só pensa em agradas aos vampiros do FMI e ao feitor alemão.
A saúde não é u negócio mas sim um direito.

Quando o British Hospital surge numa conversa, tendemos a perguntar: o de Campo ...de Ourique ou o das Torres de Benfica? O hospital pertence ao Grupo Português de Saúde desde o início dos anos 1980. O Grupo Português de Saúde pertence ao universo da Sociedade Lusa de Negócios, a tal que tinha um banco dentro. Exactamente: o BPN. O banco serviu para financiar a compra do British. Um fiasco. Entre 1999 e 2009, o British recuou de uma média anual de 12 mil consultas para cerca de 1800. Entre 2004 e 2007, o presidente do Grupo Português de Saúde foi o economista José António Mendes Ribeiro, o qual, quando saiu do grupo, deixou um passivo de perto de cem milhões de euros.

Pois foi precisamente José António Mendes Ribeiro que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, foi buscar para coordenar o grupo de trabalho que vai propor os cortes a aplicar no Serviço Nacional de Saúde.

Isto, que podia ser uma charla dos Malucos do Riso, é o ponto em que estamos.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Acção em Coimbra pela defesa do Ramal Pampilhosa-Figueira da Foz

Hoje, 30 de Setembro, militantes e simpatizantes do Partido Nacional Renovador do distrito de Coimbra saíram à rua para protestar e distribuir panfletos alusivos ao fecho do Ramal Pampilhosa-Figueira da Foz.
A acção teve início na Pampilhosa e terminou em Arazede, passando também por Cantanhede.
Os cidadãos mostraram-se solidários com a causa, apoiando-nos indiscutivelmente e mostrando uma enorme revolta sobre a actual situação.

Hoje é o primeiro dia de uma longa luta, nós não cederemos, nós venceremos!


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Co-incineração - Manifestação em Coimbra "contra decisões judiciais"













Contrariamente ao esperado a manifestação teve muito pouca participação. As causas podem ser certamente encontradas num certo baixar dos braços numa luta longa e dura, numa certa desinformação sobre esta questão e no abandono do barco por parte dos partidos políticos do sistema que tendo já retirado os dividendos políticos, tendo já feito o folclore mediático do costume abandonam agora a causa.
Os nacionalistas disseram presente e não vai deixar de lutar, juntamente com as Associações de Cidadãos e com os grupos ambientalistas para por fim a uma das birrinhas politicas do Sr. Sócrates.
Nós somos contra a co-incineração e contra a incineração de resíduos industrias perigosos (RIP).
De acordo com os actuais conhecimentos científicos, a emissão de dioxinas, furanos, metais pesados, partículas e outros compostos tóxicos, mesmo em quantidades mínimas, constituem factores de risco muito importantes.
Esta perigosidade deve-se à «elevada toxicidade, à tendência bio-acumulativa e à dificuldade e/ou impossibilidade de biodegradação natural» dos produtos libertados. As doenças susceptíveis de surgir devido à libertação dos produtos nocivos vão desde o cancro às perturbações comportamentais, passando pela infertilidade e agravamento de situações patológicas já existentes na comunidade.
Um quadro tanto mais negro quanto se está a lidar com entidades com bem poucas preocupações ambientais, a Secil e a Cimpor não têm sido empresas idónias e respeitadoras das populações e da defesa do meio ambiente.
Esta insistência na co-incineração inviabiliza regeneração e reciclagem de resíduos, e não estimula as indústrias a reduzirem a produção de RIP's, promovendo tecnologias de substituição, medidas que, no seu conjunto, poderão reduzir a mais de metade os lixos a submeter a outras formas de valorização, nomeadamente tratamento térmico e eventual co-incineração como última solução. Este é o caminho que é correcto defender.
O antigo processo civilizacional urbano industrial, que a humanidade construiu sobretudo a partir do séc. XIX, tem a ver com uma cosmovisão maquinista do mundo e uma lógica linear que preside a esse ponto de vista.
No final do séc. XX, a cosmovisão foi-se alterando. O esgotamento dos bens naturais e das energias fósseis, o uso de materiais não recicláveis e tóxicos, revelou o carácter auto destrutivo deste paradigma.
Uma nova cosmovisão ecosistémica e uma ecotécnica, permitem encontrar fundamentos alternativos para este "modelo" esgotável, esgotante e esgotado.
Reduzir os resíduos, reutilizar objectos produzidos, reciclar e utilizar energias renováveis, possibilitam repensar o processo produtivo e encarar um desenvolvimento ecologicamente sustentado e valorizando a associação e a cooperação entre produtores, consumidores.
Nós nacionalistas porque defensores da terra e do bem estar social e da qualidade de vida não nos revemos neste sistema que tudo submete ao lucro, pondo mesmo em causa a nossa continuidade e a continuidade do planeta.
A força da razão vai ser superior à razão da força.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

PELA REABERTURA E MODERNIZAÇÃO DO RAMAL PAMPILHOSA – FIGUEIRA DA FOZ


O Ramal Ferroviário da Pampilhosa – Figueira da Foz encerrou para obras a 5 de Janeiro de 2009, ou seja, há quase três anos que deixou de servir as populações locais.
No início deste ano de 2011, a Refer afirmou que o ramal seria reactivado no presente ano. Mas agora, decorridos nove meses e face à continuação do estado de abandono desta linha, a empresa remete-se ao silêncio e diz que não faz comentários sobre a matéria.
Por outro lado, a Comunidade Inter-municipal do Baixo Mondego está verdadeiramente empenhada neste assunto, estando nele, acompanhada pelos Presidentes das várias Juntas de Freguesia dos Concelhos atravessados pela ferrovia.
O PNR defende a urgente requalificação e reactivação da linha, cujo investimento de 18,3 milhões de euros está suspenso devido ao PEC III.
Esta linha ferroviária, além de ter um impacte local considerável tem ainda um efeito estrutural na rede nacional, com implicações fortemente vantajosas na sua exploração, nomeadamente na logística entre Lisboa e a fronteira de Vilar Formoso.
No dia 23 de Setembro, sexta-feira, pelas 21:30 horas, a sua defesa vai ter voz, numa sessão organizada pelo Projecto Cultura e Cidadania que terá lugar no Café Aliança, em Mira. Dirigentes de alguns partidos, entre os quais o PNR, bem como os autarcas da Mealhada, Cantanhede, Montemor-o-Velho, Figueira da Foz e Mira, estarão presentes nesta iniciativa.
Entretanto, o PNR fará acções de distribuição de folhetos e colagem de cartazes, dando força à luta que é de tantos, numa região penalizada por aquele encerramento ferroviário, sendo este o momento certo para que o Governo olhe a pretensão, que é legítima, de toda uma população local que está unida nesta causa.

FONTE

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Fazer nossas as causas do POVO



Os nacionalistas e o seu partido o PNR fazem suas as causas do povo, porque acreditam nelas e sabem que são os únicos com capacidade de as defender sem aproveitamentos políticos ou segundas intenções.

O PNR Coimbra tem sabido apoiar as mais diversas causas locais, acompanhando e protestando na rua em defesa dos mais elementares direitos dos habitantes do Distrito. Participando nas manifestações de rua, protestando com acções de panfletagem ou incluindo militantes seus nos grupos organizados de cidadãos, o PNR tem estado na cabeça da luta marchando orgulhosamente com o povo do Distrito.

Com a firme convicção de servir o PNR Coimbra, apoia e participa nas seguintes acções de protesto esclarecimento:

Dia 23 de Setembro pelas 21.15 no Café Aliança em Mira o PNR participará no evento “TODOS PELA REABERTURA DO RAMAL PAMPILHOSA/ FIGUEIRA (com autarcas, políticos, etc.).

No dia 28 de Setembro marcaremos presença na “Co-incineração - Manifestação em Coimbra "contra decisões judiciais" que terá lugar às 18:00 na Praça da República, na Alta da cidade, antecederá um colóquio para “alertar, sobretudo os mais jovens, para os perigos, a nível da saúde pública e do meio ambiente, da co-incineração”, de RIP nas cimenteiras de Souselas (Coimbra) e de Outão (Arrábida).

Por fim no dia 1 de Outubro estaremos presentes no Cordão Humano em defesa do Ramal da Lousã.

“Se digo que esta ou aquela coisa não me agrada, estou protestando. Se me ocupo, ao mesmo tempo atentar que algo que não gosto não volte a ocorrer, estou resistindo. Protesto quando digo que não continuo a colaborar. Resisto quando me ocupo de que também os demais não colaborem.”

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Coincineração: Manifestação em Coimbra "contra decisões judiciais"



O Grupo de Cidadãos de Coimbra vai promover uma manifestação, em 28 de setembro, naquela cidade, para afirmar a sua “indignação contra as decisões judiciais” sobre o processo de coincineração de resíduos industriais perigosos (RIP).

A manifestação, que terá lugar às 18:00 na Praça da República, na Alta da cidade, antecederá um colóquio para “alertar, sobretudo os mais jovens, para os perigos, a nível da saúde pública e do meio ambiente, da coincineração”, de RIP nas cimenteiras de Souselas (Coimbra) e de Outão (Arrábida).

O PNR apoia e marcará presença na manifestação.

A CP quer “livrar-se” do transporte rodoviário nos Ramais da Lousã e Pampilhosa/ Figueira














Empresa apresentou proposta para deixar de se responsabilizar pelas alternativas em linhas com a da Lousã ou Figueira-Pampilhosa
São cerca de 2,4 milhões de euros por ano, os custos assumidos pela CP para assegurar o transporte em autocarros nos locais onde as linhas já não funcionam e que levaram a empresa a apresentar uma proposta à tutela e ao Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT) no sentido de alterar esta situação.
Considerando que não se trata de simples interrupções temporárias para obras, mas de situações em que a questão se prolonga, a CP entende que devem ser as empresas de transporte rodoviário a assegurar as viagens. Em causa estão a Linha do Corgo, onde as despesas com o transporte rodoviário são de 7.346 euros/mês, a Linha do Tâmega de 11.096 euros/mês e na Guarda-Covilhã 10.798 euros/mês. Na ligação Figueira da Foz - Pampilhosa, a CP gasta 15.817 euros/mês e a fatia maior vai para o Ramal da Lousã, que liga Coimbra a Serpins e que custa 154 mil euros por mês.
Os boys que “administram a CP, a clientela partidária que os partidos do alterne vão colocando nos lugares de decisão desta empresa, continuam a brindar-nos com as suas tiradas falaciosas e a tentar impingir-nos os argumentos viciados do costume na tentativa de cobrir os seus erros e a sua incapacidade de gestão.
O comboio é o transporte mais seguro mais barato e se movido a electricidade o menos poluente. Só uma administração formada com gente manifestamente incapaz ou manifestamente capaz de tudo, não conseguiu rentabilizar a CP.
Livremo-nos pois destes desgovernados administradores muitos com ligações e interesses em empresas de transporte rodoviário e dos desgovernantes que os nomearam.

sábado, 10 de setembro de 2011

Tribunal administrativo viabiliza co-incineração


O Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Coimbra decidiu viabilizar a co-incineração em Souselas, não acolhendo a contestação de um grupo de cidadãos à queima de resíduos industriais perigosos (RIP) na cimenteira local, revelou ontem o advogado Castanheira Barros. O causídico, que lidera a contestação ao processo no plano jurídico, disse à agência Lusa que vai recorrer da sentença para o Tribunal Central Administrativo do Norte.
«A sentença do TAF de Coimbra considerou que quer o despacho do ministro do Ambiente de dispensa da Avaliação de Impacte Ambiental, quer as licenças ambiental, de instalação e de exploração, concedidas à Cimpor para a co-incineração de RIP em Souselas cumpriram todos os requisitos legais», adiantou.
O Juiz resolveu decidir as 3 acções populares relativas à co-incineração de resíduos industriais perigosos ( RIP’s ) em Souselas / Coimbra sem as submeter à apreciação dos 2 juízes adjuntos, impedindo assim que fossem julgadas por uma formação de 3 juízes como impõe o art. 40º nr. 3 do Estatuto dos Tribunais Administrativos e FAo ter decidido sem que tivesse sido realizada a audiência de julgamento, o Juiz Tiago Miranda impediu assim o Grupo de Cidadãos de Coimbra de fazer prova dos graves danos que resultam da co-incineração de RIP’s para a saúde pública e para o meio ambiente através da inquirição das suas prestigiadas testemunhas, em que se incluem o actual e um ex-reitor da Universidade de Coimbra ( respectivamente os Professores Doutor João Gabriel Silva e Fernando Rebelo ) , o actual Bastonário da Ordem dos Médicos ( José Manuel Silva ), os 3 Professores Universitários Massano Cardoso, Pedro Carvalheira e Delgado Domingos, os médicos Armando Gonsalves e Carlos Ramalheira , o biólogo João Pardal e Rui Berkmeier da Quercus .
O mesmo Juiz que impediu a inquirição das supra-referidas testemunhas omitiu todos os Pareceres apresentados pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra que apontam no sentido de que os POP’s- Poluentes Orgânicos Consistentes que resultam da co-incineração de resíduos perigosos são altamente nocivos para a saúde pública, sendo alguns deles cancerígenos, como é o caso das dioxinas e furanos, transpondo para a matéria de facto dada por provada apenas factos alegados pelo Ministério do Ambiente e pela Cimpor .

Mais uma machada na luta contra a co-incineração e mais uma vergonha para a justiça portuguesa.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Encontro Nacionalista em Coimbra | Objectivos locais em marcha



No encontro Nacionalista de Coimbra, que hoje teve lugar, para apoiantes da região, o dirigente dessa Distrital, Vítor Ramalho, em entrevista à Lusa, voltou a defender a reabertura do ramal ferroviário da Pampilhosa, cujo encerramento, há quase 3 anos, afecta as populações entre a Figueira da Foz e a Mealhada.

Estabeleceu, com os militantes do distrito, objectivos concretos que visam a sensibilização e mobilização das populações locais em favor desta causa, através da distribuição de folhetos e colagem de cartazes entre os dias 15 e 23 de Setembro, data, esta última, em que terá lugar em Mira, um debate público sobre o tema, no qual o PNR pretende estar presente.

Também se insurgiu contra a intenção recentemente anunciada de se encerrar o serviço de urgência do Hospital dos Covões, em Coimbra. Referiu à Lusa que o PNR estará presente na luta contra este encerramento que, na linha do que já sucedeu com o encerramento das urgências em Cantanhede e Anadia, apenas fica demonstrado que se continuam a realizar cortes cegos onde não se deve e cujas consequências são graves para o bem-estar das populações e para a própria vitalidade local.

sábado, 3 de setembro de 2011

Almoço/convívio dos Nacionalistas do distrito de Coimbra

E É JÁ DOMINGO!
Marca presença no almoço/convívio dos Nacionalistas do distrito de Coimbra, com ponto de encontro no Portugal dos Pequenitos, pelas 12:00, sendo o jantar previsto às 13:00, num custo total de 12 euros.
Pedimos igualmente aos que pretendem participar, que contactem, para podermos informar o restaurante da quantidade de pessoas que estarão presentes.
Telemóvel: 961488375
E-mail: PNRCoimbra@gmail.com

domingo, 28 de agosto de 2011

Politécnico de Coimbra encerra escola superior com mais de 600 alunos


Era aquilo que ninguém queria ouvir em Oliveira do Hospital. Afastados que foram, há poucos meses atrás, os rumores de encerramento da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, o Instituto Politécnico de Coimbra dá agora “o dito por não dito”, ao aprovar esta semana o fecho imediato da escola já no ano lectivo 2011-12.
A decisão, votada pela maioria dos membros (os representantes das seis escolas do IPC) que integram o Conselho de Gestão do IPC, apanha todos de surpresa, inclusive o próprio presidente da escola, Jorge Alexandre Almeida, que se encontra de férias no estrangeiro, e segundo o qual, nem ele, nem qualquer órgão da ESTGOH terá sido contactado nesse sentido.
Alegam os doutos responsáveis que é a solução mais “justa” face ao corte de verbas e desafiam quem não concorda a encontrar alternativas. Nós esperávamos que quem aufere lautos ordenados fosse capaz d as encontrar em vez de sacudir a água do capote.
Trata-se da solução mais fácil aprovada por quem é manifestamente incapaz ou manifestamente capaz de tudo, fruto é certo, dos cortes cegos deste desgoverno.
È mais uma machadada na tentativa de recuperação do nosso interior, levando todos a pensar que existe um plano, para a pouco e pouco o desertificar.
É mais uma machadada nas famílias e nos estudantes que a poucos dias de começarem as aulas têm de procurar alternativas.
Mais uma vez a visão igualitarista e economicista vinga, tratando o desigual como igual e os estudantes como um mero número.
Nós os nacionalistas opomo-nos veementemente a estas medidas, solidarizamo-nos com os oliveirenses e com os estudantes, prometendo fazer nossa esta causa.