> ECONOMIA < > Quem se mete com Bruxelas, leva! A Comissão Europeia vai reaver 54,3 milhões de euros de despesas da política agrícola comum indevidamente gastos pelos Estados-Membros, com Portugal a ter que devolver 1,4 milhões de euros. No caso português, os 1,4 milhões de euros que terão de ser devolvidos dizem respeito a diversas correcções de erros descobertos nas contas referentes a 2008.
Apenas mais uma parcela da factura da era Sócrates. Multiplique-se isto pelos inúmeros abusos, erros e pilhagens do seu governo, e de todos os anteriores, não esquecendo os de Cavaco Silva, – que foi um dos maiores responsáveis pelo buraco em que estamos! – e o resultado desta soma de parcelas é a dívida colossal que hoje temos. Um denominador comum a todos esses governos: falta de sentido nacional e excesso de interesse pessoal.
> Olhem que “espanto”!… As receitas fiscais caíram 3,5% até Maio e ficam bastante aquém da meta do Governo. O défice do Estado aumentou 35% nos cinco primeiros meses do ano. (…) Aquela que pode ser a evolução mais preocupante, para a qual o ministro das Finanças advertiu ainda antes de serem conhecidos os dados da DGO, vem do lado dos impostos directos, em particular do IRC. (…) Para esta subida, o Governo destaca o aumento da despesa com o pagamento de juros e outros encargos (…) Parte do aumento vem do pagamento de juros dos fundos emprestados a Portugal pela União Europeia e o FMI no quadro do empréstimo total de 78 mil milhões de euros acordado mediante a assinatura do Memorando de Entendimento com a Troika. (…) A recessão e o desemprego estão também a atingir as contas da Segurança Social. A receita proveniente das contribuições e quotizações caiu 3,1% até Maio, ao passo que a despesa efectiva disparou 6%, aproximando-se dos 6300 milhões de euros. Para este aumento da despesa contribuiu, sobretudo, a subida dos encargos com as prestações sociais em 5,1%. É o caso, por exemplo, dos pagamentos de subsídios de desemprego, que cresceram 23% nos primeiros cinco meses do ano.
De facto, pelos vistos só os partidos que assinaram o acordo da troika não tiveram a inteligência para ver que com esta política económica, iam levar Portugal ao colapso. Não se sabe o que esta gente aprendeu nas universidades, mas nem é preciso ser-se economista ou fiscalista para ver que o caminho traçado está completamente errado. Basta enunciar apenas alguns aspectos que parecem por demais óbvios e para os quais o PNR tem chamado a atenção:
- Como foi possível, desde 1974, constantes governos terem autorizado orçamentos e balanças comerciais deficitárias? Desde a maldita data, todos os orçamentos foram de défice. Em linguagem de iletrado, quer dizer que Portugal ano após ano, tem vivido com dinheiro emprestado, e com isso aumenta todos anos a nossa dívida.
- Como foi possível, num cenário de fronteiras abertas da EU, os governantes portugueses terem colocado, por exemplo, a taxa de IVA mais elevada do que a Espanhola? Sem falar na política fiscal portuguesa, que impõe impostos muito mais altos do que os outros países europeus. Como se pode depois falar em concorrência ou competitividade?
- Como foi possível, desde o 25 de Abril, os sucessivos governos terem feito tudo para destruir o sector primário e secundário da economia? Um país só é viável se tiver uma balança comercial equilibrada, e para isso é necessário produzir e ser eficiente a nível energético para reduzir a sua dependência externa neste campo.
> IMIGRAÇÃO INVASORA < > Revoltante! Cerca de 50 moradores desse antro de criminalidade que é o Bairro de Santa Filomena, por estarem contra o processo de demolição de barracas e realojamento, invadiram as instalações da Câmara da Amadora, obrigando à intervenção da PSP, que não efectuou detenções. Tendo-se concentrado junto às instalações da autarquia duas horas antes, essa meia centena de um total de cerca de 200 manifestantes acabou por invadir o edifício.
Quando terá um ponto final esta pouca-vergonha? Quer dizer: a grande maioria dos portugueses tem que pagar as suas casas próprias ou arrendadas, tem que se esfolar a trabalhar para pagar todos os impostos directos e indirectos e depois estes estrangeiros, invasores e subsídio-dependentes ainda reclamam e provocam desacatos? Rua com esta gente!
O PNR não hesitaria: os fluxos migratórios seriam revertidos! Expulsão para ilegais, subsídio-dependentes e marginais; e também para os que não respeitassem a ordem pública! Só cá ficariam – e bem! – aqueles que querem de facto trabalhar, integrar-se e respeitar o país que os acolhe.
> Ainda mais revoltante! BE condenou actuação «violenta» da PSP durante concentração de moradores de Santa Filomena.
Os primeiros e maiores culpados pela perda de Identidade e pela criminalidade, são sobretudo os de dentro que, além de permitirem esta invasão, ainda a instigam. São esses mesmos que estão sempre contra as forças da ordem – excepto se um dia lhes tocar uma aflição, gritando, aí sim, logo pela polícia… – e não descansam enquanto não promovem todo o tipo de anormalidades e aberrações. Para eles, bom mesmo, é tirar tudo aos portugueses e dar aos imigrantes e aos okupas piolhosos.
> ERÁRIO PÚBLICO < > Roubo: o crime compensa… O Tribunal de Contas diz que o governo dos Açores gastou 27 400 euros numa viagem da mulher de Carlos César ao Canadá. E diz mais: que o negócio foi adjudicado de forma directa.
Cremos que chegou ao fim da linha a nossa capacidade de comentar ou qualificar este quotidiano de literal pilhagem ao erário público: sem vergonha, despudorado, sem princípios…
A culpa directa é destes verdadeiros crápulas sem princípios que povoam a classe política, fazendo da corrupção um dos piores, senão o pior, mal de todos. Um verdadeiro desastre nacional. A culpa indirecta é da maioria dos portugueses, que continuam a votar nos 5 partidos do costume, ou no “partido” da abstenção (que inclui o voto branco e nulo para o efeito). Queixam-se muito dos sacrifícios e das situações dramáticas porque milhões estão a passar, mas são literalmente roubados de todas as maneiras e feitios e, no fundo… gostam!
Connosco, todos – mas todos! – estes “pulhíticos” seriam julgados, condenados, presos e obrigados a devolver o que roubaram. É que nesta república das bananas onde a Justiça não funciona – sendo, também ela, corrupta – o Presidente da Região Autónoma dos Açores, Carlos César, pode dar-se ao luxo de comentar que esse gasto não afecta o orçamento… Claro que, com esse sentimento de impunidade, vai continuar animadamente a roubar – isso mesmo: roubar! Pois nada lhe sucede e os votos continuarão a cair nas urnas, para o seu lado ou de outro semelhante. (PNR)
sábado, 30 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
PARE ESCUTE E OLHE
A rede ferroviária nacional começou a ser construída e planeada ainda no tempo da Monarquia. Quem deu inicio ao projecto e quem o foi continuando merece o nosso aplauso e gratidão.
O transporte ferroviário é o transporte do futuro, mais cómodo, mais seguro, menos poluente quando electrificado, mais barato e menos dependente da importação petrolífera, para além de requerer menos ocupação de terreno. São só vantagens e praticamente nenhuma desvantagem quando completado com terminais rodoviários.
Foi preciso vir o 25 de Abril e os partidos do alterne para este transporte começar a ser posto em causa. Não foi por incompetência, não acreditem nisso. Esta gente que nos desgoverna tem traçado um plano altamente competente.
Primeiro, começaram por nomear para as administrações da REFER e CP gente com ligações ao sector privado dos transportes. Depois, foi deixar no mais completo desleixo linhas e ramais, tornando as viagens morosas e perigosas, e modificar os horários de forma a não servirem as populações. Também arquitectaram e puseram em prática o plano que levou a que, num curto espaço de tempo, as linhas ou passaram a ser perigosas ou a dar prejuízo.
Por outro lado, quer por bairrismos bacocos ou por popularismo, defende-se o TGV ou a construção de uma linha férrea a ligar o Porto de Aveiro a Espanha. A ordem é pobre, os frades é que são ricos.
Já existe uma linha férrea que nos liga a Espanha, que nos liga a França e logo a toda a Europa. A linha da Beira Alta, com ligação à linha do Norte e também ao porto da Figueira da Foz (este troço está encerrado para obras que tardam ou nunca virão).
Com muito menos, custos é possível melhorar a eficácia de linha e ter assim uma forma de transportar produtos de e para toda a Europa. O entroncamento da linha da Beira Alta com a linha do Norte fica na Pampilhosa, concelho da Mealhada, distrito de Aveiro, local privilegiado porque dista cerca de 10 Kms da A1 e onde é possível, com baixos custos, construir um terminal rodo-ferroviário, recorrendo aos terrenos das extintas fábricas existentes no perímetro da estação.
As soluções estão à vista, e são passiveis de ser concretizadas, visto ser um projecto estruturante e estruturador para o país. São igualmente fáceis de entender quando não se está preso a lóbis e a clientelas partidárias.
Para os nacionalistas e o seu partido estas questões são claras: apostamos seriamente no transporte ferroviário, porque é um transporte eficaz, com futuro, mas limpo, mais seguro e mais barato.
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quarta-feira, 30 de maio de 2012
sábado, 12 de maio de 2012
CAMINHADA PELA VIDA
Camaradas nacionalistas vamos todos participar nesta caminhada.
José Pinto-Coelho vai estar presente vamos juntar-nos ao nosso Presidente.
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sábado, 14 de abril de 2012
Dia 1º de Maio | PNR em Setúbal

O PNR escolheu a cidade de Setúbal para celebrar este ano o 1º de Maio, data esta, que não pode nem deve ser sectária, mas antes Nacional, já que abrange e potencia quer o factor capital, quer o factor trabalho, indissociáveis por natureza.
Os Nacionalistas não fazendo distinções entre os diversos agentes do trabalho e da produção nacional – todos eles imprescindíveis – valorizam ambos como um todo e repudiam a luta de classes, que fragiliza a sociedade e enfraquece a Nação.
Por isso celebramos nesta data o “Dia do Trabalho Nacional” – bem tão escasso nestes tempos – e com ele a justiça social, já que são prioridades nacionalistas.
Assim, pelas 16:00 horas, em Setúbal, com concentração na Av. Luísa Todi, em frente à “Clínica Moderna”, realiza-se um desfile comemorativo do “Dia do Trabalho Nacional”, terminando com breves palavras alusivas à celebração por parte do dirigente do PNR-Setúbal e do Presidente do PNR.
Contamos com a presença de todos aqueles que, repudiando as políticas de destruição nacional que se têm vindo a praticar, esperam na solução Nacionalista para Portugal e desejam ver um PNR mais forte.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
sábado, 31 de março de 2012
Apontamento Semanal do PNR - 30 de Março de 2012
> RECURSOS NATURAIS E ENERGIAS <
> Privados assumem interesse na Águas de Portugal. A empresa detida pela Mota-Engil, Soares da Costa e Hidrante “está atenta a todas as oportunidades que surgirem nos sectores da água e do saneamento” e “será seguramente candidata às concessões que as Águas de Portugal venham a concursar”, (…) O mesmo acontece com a Aqualia, do grupo de construção espanhol FCC, que está presente no Fundão, em Abrantes, Campo Maior, Elvas e Cartaxo.
Nada de novo, nesta pretensão dos Governantes, já que estes não vêem nada que não seja Troika, mundialismo ou liberalismo económico.
O buraco financeiro neste sector, tal como em tantos outros, deve-se ao facto de termos o país a saque e à mercê da corrupção e falta de escrúpulos dos que estão por cima, e não pelo simples facto de se tratar de uma empresa estatal.
Tal como sempre defendemos, é inconcebível que os recursos naturais do país não estejam na mão do Estado. Não há que confundir a esfera de gestão deste sector, com a sua má gestão, tanto mais, que se fosse fatalmente uma fonte de prejuízos, não se veria nenhuma empresada privada interessada nas Águas de Portugal…
Quando este sector vital para a nossa soberania e bem-estar dos portugueses for entregue em mãos privadas ou estrangeiras, é óbvio que a gula do lucro vai falar mais alto e os portugueses todos serão prejudicados, a soberania fragilizada e então veremos o que é consumir-se água a preço de vinho…
E depois de se privatizarem as Águas? Serão as praias? As ruas? O ar?… É que nunca se sabe…
> Sobe, sobe, electricidade, sobe… O preço da electricidade vai subir a cada três meses a partir de Julho, segundo as novas regras de liberalização do mercado da electricidade impostas pela Troika. Além da subida de preço não haverá limite máximo para o valor das tarifas de transição cobradas aos consumidores.
Isto é o que acontece quando se entregam sectores estratégicos a grupos privados que só tem como objectivo o máximo lucro possível. Não deixa de ser revoltante que além de terem vendido a EDP aos chineses, os Governantes ainda lhes tenham dado de bandeja os lucros do ano passado. E o pior estará para vir e os portugueses vão sentir na pele o erro crasso de votarem em traidores à Pátria. Mas quando vão abrir os olhos?!
> Dependência crescente no sector das pescas. Portugal é dos países da União Europeia mais dependentes de capturas não comunitárias, necessitando de importações para fornecer três quartos do seu consumo de peixe. Parte do consumo em Portugal centra-se numa espécie, o bacalhau, que deixou de ser capturada pela frota portuguesa, mas outras espécies, como o atum, também contribuem para as quantidades importadas.
Como se compreende que se tenha chegado a este ponto? Será mais umas das “vantagens” da famigerada União Europeia? Afinal, obrigados que fomos a abater a nossa frota pesqueira, a troco de esmolas para betão e alcatrão, e detentores que somos da maior ZEE, será concebível que tenhamos que importar três quartos do que consumimos anualmente em pescado?
É justamente o sector do Mar que deveria constituir uma das maiores prioridades nacionais, como objectivo estratégico em prol da nossa autonomia, soberania e economia. Ao contrário do Governo que fala no Mar e nada faz, para o PNR, esta seria uma das nossas grandes causas: pescas, portos, indústria naval, turismo, energia, investigação, arqueologia marítima…
> SEGURANÇA <
> Polícia enxovalhada. Segundo testemunhas no local, os confrontos começaram quando manifestantes arremessaram objectos contra elementos da PSP junto à esplanada do café Brasileira, no Chiado. Na esplanada, foram derrubadas cadeiras, mesas, chapéus-de-sol, e os clientes que se ali se encontravam tiveram que fugir rapidamente para não serem atingidos por objectos e pedras da calçada.
É a vergonha do costume, em que a comunicação social e alguns partidos culpam a Polícia, quando esta apenas cumpre aquilo que é a sua função: defender a segurança pública, e o património.
Mais uma vez acaba por recair sobre as forças da ordem o estigma de “violência policial” quando na verdade os energúmenos de extrema-esquerda, useiros e vezeiros em desacatos, distúrbios e agressão às forças da autoridade, é que foram os verdadeiros culpados das cenas de violência, das quais resultaram alguns agentes feridos.
Além de que os Polícias são Portugueses, trabalhadores, como tantos outros, devem ser merecedores de respeito, autoridade e apoio. Esta é e será sempre a postura do PNR.
> JUSTIÇA SOCIAL <
> Vergonha! Os emigrantes portugueses na Europa vão passar a pagar ao Estado português 120 euros anuais por cada filho que frequente aulas de língua materna nos países de acolhimento. Estas aulas, que até agora eram gratuitas, são asseguradas pela rede oficial de ensino de português no estrangeiro, sendo os professores contratados e pagos pelo Estado português. A Constituição estabelece que incumbe ao Estado assegurar o ensino da língua portuguesa aos filhos dos emigrantes.
Além do Primeiro-Ministro apontar a porta da saída aos Portugueses, convidando-os a emigrar e demitindo-se de lhes criar condições para cá ficarem, a sanha de ir ao bolso a toda a gente faz com que se despreze a própria identidade junto dos filhos da diáspora. Contrariamente, oferecem esse mesmo ensino, gratuito, que pesa nos nossos bolsos, a uma imigração invasora que nada faz por se integrar.
> Crise para os nossos, mãos largas para os outros. Um avião «Hercules C-130» da Força Aérea Portuguesa levou para Bissau 14 toneladas de material para as eleições presidenciais do passado dia 18 Março. “Os encargos financeiros de Portugal com a produção e transporte do material de apoio às eleições presidenciais orçam em cerca de 350.000 euros”, acrescentou a embaixada portuguesa.
Palavras para quê? Exemplos como este são inúmeros: ajudas externas, dívidas perdoadas, apoios financeiros a quem não merece, dinheiros mal gastos… E para os Portugueses: fazer sacrifícios! E é se querem, senão: emigrem…!
> Privados assumem interesse na Águas de Portugal. A empresa detida pela Mota-Engil, Soares da Costa e Hidrante “está atenta a todas as oportunidades que surgirem nos sectores da água e do saneamento” e “será seguramente candidata às concessões que as Águas de Portugal venham a concursar”, (…) O mesmo acontece com a Aqualia, do grupo de construção espanhol FCC, que está presente no Fundão, em Abrantes, Campo Maior, Elvas e Cartaxo.
Nada de novo, nesta pretensão dos Governantes, já que estes não vêem nada que não seja Troika, mundialismo ou liberalismo económico.
O buraco financeiro neste sector, tal como em tantos outros, deve-se ao facto de termos o país a saque e à mercê da corrupção e falta de escrúpulos dos que estão por cima, e não pelo simples facto de se tratar de uma empresa estatal.
Tal como sempre defendemos, é inconcebível que os recursos naturais do país não estejam na mão do Estado. Não há que confundir a esfera de gestão deste sector, com a sua má gestão, tanto mais, que se fosse fatalmente uma fonte de prejuízos, não se veria nenhuma empresada privada interessada nas Águas de Portugal…
Quando este sector vital para a nossa soberania e bem-estar dos portugueses for entregue em mãos privadas ou estrangeiras, é óbvio que a gula do lucro vai falar mais alto e os portugueses todos serão prejudicados, a soberania fragilizada e então veremos o que é consumir-se água a preço de vinho…
E depois de se privatizarem as Águas? Serão as praias? As ruas? O ar?… É que nunca se sabe…
> Sobe, sobe, electricidade, sobe… O preço da electricidade vai subir a cada três meses a partir de Julho, segundo as novas regras de liberalização do mercado da electricidade impostas pela Troika. Além da subida de preço não haverá limite máximo para o valor das tarifas de transição cobradas aos consumidores.
Isto é o que acontece quando se entregam sectores estratégicos a grupos privados que só tem como objectivo o máximo lucro possível. Não deixa de ser revoltante que além de terem vendido a EDP aos chineses, os Governantes ainda lhes tenham dado de bandeja os lucros do ano passado. E o pior estará para vir e os portugueses vão sentir na pele o erro crasso de votarem em traidores à Pátria. Mas quando vão abrir os olhos?!
> Dependência crescente no sector das pescas. Portugal é dos países da União Europeia mais dependentes de capturas não comunitárias, necessitando de importações para fornecer três quartos do seu consumo de peixe. Parte do consumo em Portugal centra-se numa espécie, o bacalhau, que deixou de ser capturada pela frota portuguesa, mas outras espécies, como o atum, também contribuem para as quantidades importadas.
Como se compreende que se tenha chegado a este ponto? Será mais umas das “vantagens” da famigerada União Europeia? Afinal, obrigados que fomos a abater a nossa frota pesqueira, a troco de esmolas para betão e alcatrão, e detentores que somos da maior ZEE, será concebível que tenhamos que importar três quartos do que consumimos anualmente em pescado?
É justamente o sector do Mar que deveria constituir uma das maiores prioridades nacionais, como objectivo estratégico em prol da nossa autonomia, soberania e economia. Ao contrário do Governo que fala no Mar e nada faz, para o PNR, esta seria uma das nossas grandes causas: pescas, portos, indústria naval, turismo, energia, investigação, arqueologia marítima…
> SEGURANÇA <
> Polícia enxovalhada. Segundo testemunhas no local, os confrontos começaram quando manifestantes arremessaram objectos contra elementos da PSP junto à esplanada do café Brasileira, no Chiado. Na esplanada, foram derrubadas cadeiras, mesas, chapéus-de-sol, e os clientes que se ali se encontravam tiveram que fugir rapidamente para não serem atingidos por objectos e pedras da calçada.
É a vergonha do costume, em que a comunicação social e alguns partidos culpam a Polícia, quando esta apenas cumpre aquilo que é a sua função: defender a segurança pública, e o património.
Mais uma vez acaba por recair sobre as forças da ordem o estigma de “violência policial” quando na verdade os energúmenos de extrema-esquerda, useiros e vezeiros em desacatos, distúrbios e agressão às forças da autoridade, é que foram os verdadeiros culpados das cenas de violência, das quais resultaram alguns agentes feridos.
Além de que os Polícias são Portugueses, trabalhadores, como tantos outros, devem ser merecedores de respeito, autoridade e apoio. Esta é e será sempre a postura do PNR.
> JUSTIÇA SOCIAL <
> Vergonha! Os emigrantes portugueses na Europa vão passar a pagar ao Estado português 120 euros anuais por cada filho que frequente aulas de língua materna nos países de acolhimento. Estas aulas, que até agora eram gratuitas, são asseguradas pela rede oficial de ensino de português no estrangeiro, sendo os professores contratados e pagos pelo Estado português. A Constituição estabelece que incumbe ao Estado assegurar o ensino da língua portuguesa aos filhos dos emigrantes.
Além do Primeiro-Ministro apontar a porta da saída aos Portugueses, convidando-os a emigrar e demitindo-se de lhes criar condições para cá ficarem, a sanha de ir ao bolso a toda a gente faz com que se despreze a própria identidade junto dos filhos da diáspora. Contrariamente, oferecem esse mesmo ensino, gratuito, que pesa nos nossos bolsos, a uma imigração invasora que nada faz por se integrar.
> Crise para os nossos, mãos largas para os outros. Um avião «Hercules C-130» da Força Aérea Portuguesa levou para Bissau 14 toneladas de material para as eleições presidenciais do passado dia 18 Março. “Os encargos financeiros de Portugal com a produção e transporte do material de apoio às eleições presidenciais orçam em cerca de 350.000 euros”, acrescentou a embaixada portuguesa.
Palavras para quê? Exemplos como este são inúmeros: ajudas externas, dívidas perdoadas, apoios financeiros a quem não merece, dinheiros mal gastos… E para os Portugueses: fazer sacrifícios! E é se querem, senão: emigrem…!
sexta-feira, 23 de março de 2012
12.ª edição da Feira do Bolo de Ançã
No próximo domingo, dia 25, realiza-se a 12.ª edição da Feira do Bolo de Ançã, nesta vila história do concelho de Cantanhede, uma oportunidade para os visitantes apreciarem este doce genuíno, de fabrico artesanal e cuja receita com ingredientes naturais é mantida ao longo de gerações
quarta-feira, 7 de março de 2012
Do Presidente aos Nacionalistas | Março de 2012
Há certas dificuldades reais na vida dos partidos políticos pequenos que consomem demasiadas energias e tempo, mas que passam totalmente despercebidas ao comum dos portugueses, nomeadamente àqueles que os apoiam e neles depositam as suas esperanças. São as questões financeiras e burocráticas, terrivelmente desgastantes e sem qualquer tipo de visibilidade, mas essenciais para a própria existência de um partido político.
Estabelecendo um paralelo com a situação do país, que exige sacrifícios aos mais desfavorecidos, esmagando-os sem dó nem piedade, também os partidos sem recursos são os mais esmagados pelos tentáculos do regime.
Em Portugal, fruto da mentalidade socialista e marxista que se impôs há décadas, o igualitarismo impera por todo o lado. E nada mais injusto e insensível que o igualitarismo, pois trata tudo e todos de igual modo, sem atender às diferentes naturezas entre pessoas, instituições, circunstâncias, etc.
Desse modo, é bom que se tenha clara consciência da realidade: os partidos do arco do poder, ou com mais de 50.000 votos, recebem subvenção estatal, ou seja, cada pessoa que neles vota, está a aumentar o apoio bem chorudo que o referido partido recebe anualmente dos impostos de todos nós.
Fora esses, todos os cerca de 10 partidos políticos, considerados menores, não recebem apoio algum: zero! É um critério. Justo ou não, isso nem está em causa. Aquilo que é profundamente injusto é que haja esta distinção “pelo lado do dar” aos partidos por parte do Estado, mas depois sejam tratados de igual forma “pelo lado do receber”, na hora de lhes cobrar coimas.
Assim, é bom de ver, que todos os partidos em Portugal, sem excepção, são alvo de coimas sobre as suas contas anuais e sobre as contas das campanhas eleitorais. Basta uma simples consulta aos Acórdãos do Tribunal Constitucional – entidade que tutela os partidos – para se verificar tal realidade. Mas afinal, será que todos os partidos falham sempre em todas essas situações? Ou será que a lei é cega, cheia de interpretações arbitrárias, impossível de cumprir e o crivo do Tribunal Constitucional, implacável?
A teia burocrática da apresentação de contas de um partido é tão absurda que poderia dizer-se ser semelhante à de uma empresa cotada em bolsa… Mas se os tais partidos do arco do poder, com funcionários, contabilistas, juristas e outros técnicos ao serviço da sua máquina, podem dar resposta eficaz – conceda-se -, a essas exigências absurdas, ainda se poderá compreender. Já os outros partidos, sem a tal máquina, não podem de modo algum responder a tais solicitações. Isso é tão grotesco como exigir-se a uma criança do 1º Ciclo que resolva testes de Secundário e depois ela seja avaliada nessa base… Um absurdo!
Ainda mais gritante que tudo isso, já de si revelador de tratamento injusto, é o facto de os partidos não subvencionados estarem sujeitos a pagar coimas sem receberem qualquer tipo de subvenção! Então estes existem apenas para pagar? Aos que recebem dinheiro do erário público, é justo que se apliquem – caso haja motivos para tal e caso a lei seja susceptível de cumprimento – mas, cobrar a quem nada recebe? Isso é gritante! Além do mais, a bitola da aplicação de coimas é igual para os partidos ricos e subvencionados e para aqueles que vivem exclusivamente das quotas de militantes, como é o caso do PNR. E estas, muitas das vezes, ultrapassam largamente o próprio orçamento anual dos pequenos e pobres partidos. É simplesmente surrealista e revoltante!
Para fazer face à lei injusta, em 2009, criou-se uma plataforma de todos os partidos extra-parlamentares para reclamar a sua alteração. Esta proposta de alteração à Lei do Financiamento dos Partidos Políticos foi recebida e acolhida pelos grupos parlamentares do PS e PSD. Acabou por ser aprovada na Assembleia da República uma nova Lei, cujo documento, não sendo ainda totalmente justo e adequado, melhorava substancialmente a situação dos partidos não subvencionados, contemplando entre outras coisas, uma apresentação anual de contas muito aligeirada para aqueles com orçamento anual inferior a 30.000 Euros, e reduzindo substancialmente as coimas aplicadas, a uma escala mais sensata. Não era a Lei ideal, mas era bem melhor.
Com este novo diploma, aliviava-se de modo claro o sufoco daqueles que vivem por “amor à camisola”. Mas ao chegar às mãos do Presidente da República – este mesmo que não teve coragem de vetar certas leis corrosivas para a sociedade – esta esbarrou nas dúvidas daquele que afirmou nunca as ter, e viu o carimbo do veto ser-lhe aposto. Entretanto, nesse ano de 2009, meteram-se sucessivamente três actos eleitorais, e a alteração a essa lei acabou por morrer.
Voltámos então à estaca zero da existência heróica dos partidos que pagam para existir. E o PNR, ao contrário de apenas vegetar, existe de facto, activamente e em permanente campanha, pelejando assim, heroicamente, contra todas as dificuldades que lhe são impostas quotidianamente.
Mas para piorar a situação já de si insustentável, este Regime, que nos impõe os sacrifícios ditados pela Troika usurária, para pagar altos juros e para manter os privilégios dos poderosos, não tem hesitado em ir a todos os bolsos: das famílias, das empresas, dos reformados, dos jovens e agora também daqueles que, gratuitamente, por generosidade e espírito de sacrifício, se entregam à intervenção política. Por isso, não contentes em extorquirem aos partidos o couro e o cabelo, indevidamente, agora, cumulativamente, estão a ir aos bolsos dos dirigentes, com coimas de milhares de Euros. E, desse modo, as penhoras já nos bateram à porta! Simplesmente revoltante!
Afinal, não é verdade que se reclama a participação política, a intervenção e a iniciativa? Será então aceitável que depois se penalize justamente aqueles que estão dispostos a dar a cara, a desinstalarem-se e abdicarem da sua legítima privacidade e comodidade? Será normal que tratem um dirigente de um Partido que não recebe um tostão do erário público como se fosse um ladrão ou um delinquente? Mas pagar porquê?
Pessoalmente, não estive nas negociatas do BPN, do Freeport, dos Sobreiros ou dos Submarinos, nem participei em qualquer forma de corrupção ou crime de colarinho branco! Esses actos, bem o sabemos quem os pratica, e que são justamente os que ficam impunes e continuam alegremente a sugar a Nação até ao tutano!
É indigno que se inviabilizem partidos políticos por via de um garrote financeiro profundamente injusto!
É indigno que se entre na casa de quem os dirige para nomear bens a serem penhorados – leia-se: escandalosamente roubados! -, pelo “crime” de quererem intervir politicamente na sociedade! É indigno e revoltante!
Estes senhores do Regime perdoam dívidas incomensuráveis a clubes de futebol e sustentam luxos e caprichos da classe política instalada, com a mesma frieza que roubam os bens dos dirigentes políticos de pequenos partidos e exigem coimas inacreditáveis a esses mesmos partidos: apenas por existirem!
Tenham vergonha!
José Pinto-Coelho 6 de Março de 2012
Estabelecendo um paralelo com a situação do país, que exige sacrifícios aos mais desfavorecidos, esmagando-os sem dó nem piedade, também os partidos sem recursos são os mais esmagados pelos tentáculos do regime.
Em Portugal, fruto da mentalidade socialista e marxista que se impôs há décadas, o igualitarismo impera por todo o lado. E nada mais injusto e insensível que o igualitarismo, pois trata tudo e todos de igual modo, sem atender às diferentes naturezas entre pessoas, instituições, circunstâncias, etc.
Desse modo, é bom que se tenha clara consciência da realidade: os partidos do arco do poder, ou com mais de 50.000 votos, recebem subvenção estatal, ou seja, cada pessoa que neles vota, está a aumentar o apoio bem chorudo que o referido partido recebe anualmente dos impostos de todos nós.
Fora esses, todos os cerca de 10 partidos políticos, considerados menores, não recebem apoio algum: zero! É um critério. Justo ou não, isso nem está em causa. Aquilo que é profundamente injusto é que haja esta distinção “pelo lado do dar” aos partidos por parte do Estado, mas depois sejam tratados de igual forma “pelo lado do receber”, na hora de lhes cobrar coimas.
Assim, é bom de ver, que todos os partidos em Portugal, sem excepção, são alvo de coimas sobre as suas contas anuais e sobre as contas das campanhas eleitorais. Basta uma simples consulta aos Acórdãos do Tribunal Constitucional – entidade que tutela os partidos – para se verificar tal realidade. Mas afinal, será que todos os partidos falham sempre em todas essas situações? Ou será que a lei é cega, cheia de interpretações arbitrárias, impossível de cumprir e o crivo do Tribunal Constitucional, implacável?
A teia burocrática da apresentação de contas de um partido é tão absurda que poderia dizer-se ser semelhante à de uma empresa cotada em bolsa… Mas se os tais partidos do arco do poder, com funcionários, contabilistas, juristas e outros técnicos ao serviço da sua máquina, podem dar resposta eficaz – conceda-se -, a essas exigências absurdas, ainda se poderá compreender. Já os outros partidos, sem a tal máquina, não podem de modo algum responder a tais solicitações. Isso é tão grotesco como exigir-se a uma criança do 1º Ciclo que resolva testes de Secundário e depois ela seja avaliada nessa base… Um absurdo!
Ainda mais gritante que tudo isso, já de si revelador de tratamento injusto, é o facto de os partidos não subvencionados estarem sujeitos a pagar coimas sem receberem qualquer tipo de subvenção! Então estes existem apenas para pagar? Aos que recebem dinheiro do erário público, é justo que se apliquem – caso haja motivos para tal e caso a lei seja susceptível de cumprimento – mas, cobrar a quem nada recebe? Isso é gritante! Além do mais, a bitola da aplicação de coimas é igual para os partidos ricos e subvencionados e para aqueles que vivem exclusivamente das quotas de militantes, como é o caso do PNR. E estas, muitas das vezes, ultrapassam largamente o próprio orçamento anual dos pequenos e pobres partidos. É simplesmente surrealista e revoltante!
Para fazer face à lei injusta, em 2009, criou-se uma plataforma de todos os partidos extra-parlamentares para reclamar a sua alteração. Esta proposta de alteração à Lei do Financiamento dos Partidos Políticos foi recebida e acolhida pelos grupos parlamentares do PS e PSD. Acabou por ser aprovada na Assembleia da República uma nova Lei, cujo documento, não sendo ainda totalmente justo e adequado, melhorava substancialmente a situação dos partidos não subvencionados, contemplando entre outras coisas, uma apresentação anual de contas muito aligeirada para aqueles com orçamento anual inferior a 30.000 Euros, e reduzindo substancialmente as coimas aplicadas, a uma escala mais sensata. Não era a Lei ideal, mas era bem melhor.
Com este novo diploma, aliviava-se de modo claro o sufoco daqueles que vivem por “amor à camisola”. Mas ao chegar às mãos do Presidente da República – este mesmo que não teve coragem de vetar certas leis corrosivas para a sociedade – esta esbarrou nas dúvidas daquele que afirmou nunca as ter, e viu o carimbo do veto ser-lhe aposto. Entretanto, nesse ano de 2009, meteram-se sucessivamente três actos eleitorais, e a alteração a essa lei acabou por morrer.
Voltámos então à estaca zero da existência heróica dos partidos que pagam para existir. E o PNR, ao contrário de apenas vegetar, existe de facto, activamente e em permanente campanha, pelejando assim, heroicamente, contra todas as dificuldades que lhe são impostas quotidianamente.
Mas para piorar a situação já de si insustentável, este Regime, que nos impõe os sacrifícios ditados pela Troika usurária, para pagar altos juros e para manter os privilégios dos poderosos, não tem hesitado em ir a todos os bolsos: das famílias, das empresas, dos reformados, dos jovens e agora também daqueles que, gratuitamente, por generosidade e espírito de sacrifício, se entregam à intervenção política. Por isso, não contentes em extorquirem aos partidos o couro e o cabelo, indevidamente, agora, cumulativamente, estão a ir aos bolsos dos dirigentes, com coimas de milhares de Euros. E, desse modo, as penhoras já nos bateram à porta! Simplesmente revoltante!
Afinal, não é verdade que se reclama a participação política, a intervenção e a iniciativa? Será então aceitável que depois se penalize justamente aqueles que estão dispostos a dar a cara, a desinstalarem-se e abdicarem da sua legítima privacidade e comodidade? Será normal que tratem um dirigente de um Partido que não recebe um tostão do erário público como se fosse um ladrão ou um delinquente? Mas pagar porquê?
Pessoalmente, não estive nas negociatas do BPN, do Freeport, dos Sobreiros ou dos Submarinos, nem participei em qualquer forma de corrupção ou crime de colarinho branco! Esses actos, bem o sabemos quem os pratica, e que são justamente os que ficam impunes e continuam alegremente a sugar a Nação até ao tutano!
É indigno que se inviabilizem partidos políticos por via de um garrote financeiro profundamente injusto!
É indigno que se entre na casa de quem os dirige para nomear bens a serem penhorados – leia-se: escandalosamente roubados! -, pelo “crime” de quererem intervir politicamente na sociedade! É indigno e revoltante!
Estes senhores do Regime perdoam dívidas incomensuráveis a clubes de futebol e sustentam luxos e caprichos da classe política instalada, com a mesma frieza que roubam os bens dos dirigentes políticos de pequenos partidos e exigem coimas inacreditáveis a esses mesmos partidos: apenas por existirem!
Tenham vergonha!
José Pinto-Coelho 6 de Março de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Caravana Nacionalista

Mais uma vez vamos percorrer alguns concelhos do Distrito, numa acção panfletária.
Dia 25 de Março
Saída de Cantanhede pelas 09.30
Ponto de Encontro em Coimbra pelas 10.00 junto ao Mercado Municipal.
Informações:
E-mal PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Coimbra: Comerciantes da Baixa enfrentam a mais grave crise das últimas décadas

Os comerciantes da Baixa de Coimbra enfrentam a mais grave crise das últimas décadas, com quebra de vendas e encerramentos que acentuam a desertificação do centro histórico.
Para o PNR, a cidade é um espaço urbano onde deve coexistir a tradição e a modernidade; um espaço de convivência humana, sã e harmoniosa; um espaço onde confluem funções sociais, económicas e culturais. O comércio tradicional desempenha uma importante função dentro do espaço urbano pois, além de o humanizar, potencia a dinamização social, económica e cultural. O comércio tradicional é, pois, um elemento fundamental para o equilíbrio do espaço urbano, e, como tal, deve ser preservado.
As causas da crise que afecta o comércio tradicional
As causas que trouxeram a crise a este sector têm essencialmente a ver com a proliferação desregrada de grandes superfícies comerciais, fruto de lóbis financeiros poderosíssimos em coligação com os partidos do sistema (mais interessados no lucro e na expropriação do que no bem-estar dos cidadãos, dos pequenos comerciantes, e da sustentabilidade das nossas cidades).
Há ainda um outro problema nada despiciendo. Ao contrário dos restantes partidos políticos (que preferem fechar os olhos aos problemas reais), o PNR conhece bem as dificuldades que a invasão chinesa tem vindo a acrescentar aos já mais do que muitos problemas com que os comerciantes portugueses se defrontam diariamente: as lojas chinesas oferecem uma concorrência feroz e desleal! Recordamos que a China produz com recurso à exploração miserável dos seus trabalhadores, sujeitando-os a 14 e mais horas diárias de trabalho, em condições sub-humanas e com salários extremamente baixos; os estabelecimentos chineses vendem produtos de fraca qualidade e não oferecem quaisquer garantias aos consumidores. Por isso, conseguem vender a preços tão reduzidos. E, claro está, em tempo de crise os portugueses não têm muitas alternativas, sendo levados a optar pela baixa qualidade, a baixos preços.
Infelizmente, também os nossos industriais se têm visto aflitos para manter as fábricas em funcionamento, visto que não podem competir com a invasão chinesa. Entretanto, sucedem-se as falências e o desemprego.
Que fazem, então, os nossos (des)governantes? Rigorosamente nada! Pelo contrário, o PNR não tolera esta concorrência desleal que está a destruir o tecido económico português, pelo que exige que se tomem medidas correctivas de mercado que eliminem os privilégios escandalosos que os chineses encontram no nosso país.
Objectivos e propostas
O PNR, como Partido Nacionalista que é, e preocupado que está com todos os aspectos da vida da Nação, considera que lutar pela preservação do comércio tradicional é algo que se impõe! Impele-nos o receio de ver o comércio tradicional definitivamente esmagado pelas grandes superfícies comerciais e pela especulação imobiliária inerente (controlada por predadores de riqueza poderosos e sem escrúpulos); de ver o centro das nossas cidades transformados em desertos, onde só habitam o crime e a marginalidade; de herdar cidades profusamente edificadas por vetustos e devolutos, mas destituídas do seu importante carácter humano, social e cultural.
No concreto, o PNR propõe:
- fiscalização dos estabelecimentos estrangeiros e encerramento daqueles em que se prove haver irregularidades;
- taxas aduaneiras aos produtos provenientes da Ásia;
- baixa do IRC;
- melhoria das condições do centro da cidade, tornando-o mais acessível e apelativo (mais limpo, mais verde e com mais animação cultural);
- erradicação da criminalidade que tem alastrado no centro da cidade;
- fim à proliferação das grandes superfícies comerciais e sujeição às já existentes a um agravamento de impostos;
- controlo eficaz da especulação imobiliária;
- repovoamento do centro histórico da cidade.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
As janeiras pariram um rato laranja
Deslocaram-se ontem a Lisboa cerca de mil pessoas para cantar as janeiras aos nossos desgovernantes e assim colocar na ordem do dia o Ramal da Lousã, lembrando ao 1ºMinistro as suas promessas eleitorais.
Voltaram com mais promessas e, sobretudo, com o saco cheio de demagogia. O Ministro da Economia apanhou um banho de multidão, transformou um protesto num apoio ao governo, manifestou a sua paixão pelo interior (sabemos bem quanto nos custam estas “paixões) e, a coberto da crise, prometeu estudar o problema e pouco mais.
Alguns orquestradores laranjinhas vieram eufóricos de Lisboa… É estranho como uma mão cheia de nada, qual Milagre das Rosas, se transforma em obras de Santa Engrácia.
Nós sempre defendemos outro tipo de acções que pusessem em sentido este governo, como puseram em sentido o anterior. Por alguma razão este ramal é o único que não tem morte anunciada. O sistema sente que o povo está mobilizado e teme essa força que o pode pôr em causa. Como não pretende fazer as obras, vai apostar nas promessas nos adiamentos nas desculpas esfarrapadas para nos vencer pelo cansaço.
Os nacionalistas fizeram sua esta causa e estarão atentos, aos prazos prometidos pelo ministro e a possíveis manobras desmobilizadoras perpetradas pelo sistema.
Nós não vamos deixar que o Ramal da Lousã caia no esquecimento. Em Abril, o Governo voltará a reunir com os autarcas para informar das alterações e recalendarizar a concretização.
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Manifestação em defesa do Ramal Pampilhosa Figueira da Foz

A CP – Caminhos de Ferro Portugueses anunciou que, a partir de dia 1 de Janeiro de 2012, deixará de garantir os transportes rodoviários alternativos no Ramal da Figueira da Foz, que mantinha desde que aquela linha, que liga a Figueira à Pampilhosa, foi desactivada para a realização de obras. O ramal, que passa também pelos concelhos de Cantanhede e Montemor-o-Velho, foi desactivado, tendo em vista uma empreitada de beneficiação. Foram também retirados os carris, com a justificação de que assim se evitariam furtos, mas, no recente Plano Estratégico para o sector dos transportes ficou confirmada a decisão de suspensão do processo de reactivação.
Como forma de protesto está foi agendada uma manifestação no dia 14 de Janeiro pelas 15.00h em Cantanhede. A manifestação que terá inicio junto à CM de Cantanhede e terminus junto à estação de comboios, é organizada pela Plataforma Nacional de defesa da Ferrovia, pelo Movimento de Defesa do Ramal Pampilhosa/Figueira da Foz e pelo Projecto Cultura e Cidadania de Mira. O PNR apoia esta manifestação e apela aos seus militantes e simpatizantes e a todos os vivem em locais servidos pelo Ramal para que compareçam em massa protestando contra mais este atentado aos transportes públicos.
sábado, 31 de dezembro de 2011
O PNR condena veementemente a venda da EDP à China e acusa o Governo de traição
Consumou-se mais uma traição a Portugal, bem grave desta feita, com a venda da participação do Estado na EDP à China, a ser assinada nesta sexta-feira.
Estamos perante mais uma situação escandalosa e gravíssima de transferência de soberania nacional, levada a cabo por um Governo que, fazendo de tudo para agradar à Troika e obedecer às ordens vindas de fora, nem hesita em prostituir-se e vender, a interesses estrangeiros, sectores vitais para o país.
O PNR demonstra assim a mais viva repugnância por esta traição, denunciando-a como mais uma grave agressão à soberania nacional e aos interesses dos Portugueses.
Reiteramos que, para os Nacionalistas, sectores como os das energias, transportes, comunicações e recursos naturais, por serem vitais para a soberania nacional e para o serviço à população, jamais, em circunstância alguma, deveriam sair das mãos do Estado.
Esta vergonhosa venda da EDP, apenas vem aumentar o rol das barbaridades que levarão a que o presente Governo e o Regime vigente sejam um dia julgados pela História como autores de uma das maiores traições a Portugal.
Comissão Política Nacional 27 de Dezembro de 2011
Estamos perante mais uma situação escandalosa e gravíssima de transferência de soberania nacional, levada a cabo por um Governo que, fazendo de tudo para agradar à Troika e obedecer às ordens vindas de fora, nem hesita em prostituir-se e vender, a interesses estrangeiros, sectores vitais para o país.
O PNR demonstra assim a mais viva repugnância por esta traição, denunciando-a como mais uma grave agressão à soberania nacional e aos interesses dos Portugueses.
Reiteramos que, para os Nacionalistas, sectores como os das energias, transportes, comunicações e recursos naturais, por serem vitais para a soberania nacional e para o serviço à população, jamais, em circunstância alguma, deveriam sair das mãos do Estado.
Esta vergonhosa venda da EDP, apenas vem aumentar o rol das barbaridades que levarão a que o presente Governo e o Regime vigente sejam um dia julgados pela História como autores de uma das maiores traições a Portugal.
Comissão Política Nacional 27 de Dezembro de 2011
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
BOAS FESTAS
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
CP suprime alternativas rodoviárias ao Ramal da Figueira da Foz

Empresa justifica com decisão de não reactivar a ligação ferroviária, deixando a iniciativa aos operadores rodoviários locais
A CP – Caminhos de Ferro Portugueses anunciou que, a partir de dia 1 de Janeiro de 2012, deixará de garantir os transportes rodoviários alternativos no Ramal da Figueira da Foz, que mantinha desde que aquela linha, que liga a Figueira à Pampilhosa, foi desactivada para a realização de obras. O ramal, que passa também pelos concelhos de Cantanhede e Montemor-o-Velho, foi desactivado, tendo em vista uma empreitada de beneficiação. Foram também retirados os carris, com a justificação de que assim se evitariam furtos, mas, no recente Plano Estratégico para o sector dos transportes ficou confirmada a decisão de suspensão do processo de reactivação.
Mais um duro golpe nas populações da zona perpetrado pela administração da CP formada por gente manifestamente incapaz e manifestamente capaz de tudo e pelo governo de direita mais papista que a Troika lacaio do feitor alemão.
As populações da zona, saberão dar a divida resposta a mais este benefício impingido por quem tem carros topo de gama pagos por todos nós e não sente os benefícios da sua desgovernação.
Como desde sempre apoiamos esta luta, porque os transportes servem o povo e não as empresas privadas onde muitos dos que tentam encerrar linhas e ramais têm ou sonham ter interesses.
Eles tiram “gorduras nos nossos transportes, mas os boys gordos que administram as empresas continuam no mesmo número e com aumento benefícios. A tradição já é o que era e Roma paga principescamente aos traidores.
É tempo de sair à rua e gritar. Não será nos restringindo-nos à “indignação”, como parece ser de bom-tom fazer hoje em dia, que se fará com que as coisas mudem. A indignação que não desagua na acção concreta é apenas uma maneira cómoda de ficar em paz com a nossa consciência. Apenas a intervenção resoluta das classes populares e das classes médias na batalha pode dar à “indignação” que suscitam as práticas das multinacionais, ou pura e simplesmente ao ressentimento anti-bancário, a base social que ainda lhe falta – quer a acção a levar a cabo se situe aquém ou para lá dos limites da legalidade burguesa.
FONTE>
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
CARAVANA NACIONALISTA

Os nacionalistas do distrito de Coimbra e o seu partido o PNR vão terminar o ano com uma grande acção de panfletagem, na zona da Beira Serra.
Partida de Cantanhede ás09.30 com passagem em Coimbra pelas 10.00 horas e inicio da acção em Poiares pelas 11.00 horas. Seguem-se os concelhos de Arganil, Góis, oliveira do Hospital e tábua, com paragem para um almoço convívio.
Mais informações:
Telemóvel 961488375
E-mail PNRCoimbra@gmail.com
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Afundam os Estaleiros Navais do Mondego

Depois de a empresa proprietária ter desistido do plano de viabilização, apresentado em Julho, e de nenhum dos credores presentes ter nenhuma solução de viabilização, o Tribunal Judicial da Figueira da Foz decretou, ontem, encerramento dos Estaleiros Navais do Mondego (ENM), que deverão ser colocados à venda nos primeiros dois meses de 2012.
Afundam os ENM e afunda toda a nossa indústria naval. Os primeiros golpes foram dados durante o PREC quando a política de terra queimada dos comunistas afundou a nossa marinha Mercante e por consequência muita da indústria naval ligada aquela área depois vieram os golpes da direita (PS/PSD/CDS) com o desmantelamento das frotas de pesca e o agonizar dos estaleiros ligados a este sector. As encomendas são raras e o próprio estado prefere muitas vezes o estrangeiro à produção nacional. A dependência económica e financeira é cada vez maior o desemprego aumenta e desaparecem os artífices neste mister. É o caminho aberto para a pedinchice para as esmolas do FMI e as imposições das troikas e dos feitores alemães e franceses.
Portugal agoniza, os políticos do sistema e o grande capital engordam.
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sábado, 3 de dezembro de 2011
Encerramento dos postos médicos das freguesias de Corticeiro de Cima, Vilamar e S. Caetano

A notícia foi conhecida há cerca de um mês, deixando toda a gente incrédula. Falamos da suspensão da contratualização da USF “As Gandaras” com a ARS Centro, que ditou o encerramento dos postos médicos das freguesias de Corticeiro de Cima, Vilamar e S. Caetano, levando os executivos das respectivas juntas de freguesia a unirem-se para se fazerem ouvir junto das «entidades responsáveis».
Mais uma machadada no já débil SNS. O posto médico mais próximo fica em Febres só acessível a quem tem transporte próprio e para além de rebentar pelas costuras no que diz respeito a utentes situa-se num edifício sem condições para albergar tanta gente, a precisar de novas instalações e onde tudo falha a começar pelo sistema informático.
É esta a saúde do governo PSD/CDS em tudo igual à do PS que tanto criticavam
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terça-feira, 22 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Boicote o Comércio Chinês e os produtos chineses.

O que está por trás de tanta loja chinesa? ANTES DE MAIS UMA CONCORRÊNCIA DESLEAL APLAUDIDA PELO GOVERNO PORTUGUÊS.
Começa por se estranhar o facto de irem ocupar lojas, com rendas altíssimas, que ninguém ousa alugar. Estranha-se também só venderem produtos Made China.
As rendas altíssimas das lojas, são pagas directamente pelo governo chinês (!!!), que como contrapartida exige aos donos chineses, que só vendam produtos chineses.
O governo Português isenta os comerciantes estrangeiros, do pagamento de IRC (imposto), durante 5 anos (chocante !!!) Entretanto todos os 5 anos mudam de sitio e de nome e ficam isentos de novo.
Enquanto o comerciante Português chafurda afogado em impostos, estes tem a papinha feita, para tomarem conta do mercado e assistirem satisfeitos, impávidos e serenos ás falências em cadeia, de todos os seus competidores nacionais que são obrigados a pagar impostos e a cumprir uma lista infinita de normas europeias.
A concorrência é desleal pois os chineses não cumprem quase nenhuma dessas regras.
E o que dizer do controle de qualidade dos artigos que estas lojas vendem?
E o que dizer da obrigação de etiquetagem em Português e da garantia obrigatória dos produtos?
Já pensou também porque são tão baratos estes artigos? Porque são feitos com material da mais baixa qualidade, alguns deles suspeitos e prejudiciais à saúde e principalmente porque são feitos com a exploração da mão-de-obra em situação de verdadeira escravatura e com recurso a mão-de-obra infantil.
Não respeitam também regras normativas da Europa e Portugal não fiscaliza.
As lojas chinesas crescem como cogumelos, muitas vezes em Centros Comercias como é o caso do FREXIAL SHOPING em Cantanhede. Este centro comercial que alberga uma loja do grupo Intermarche sobejamente conhecido pelo exploração a que sujeita os funcionários, dá agora as mãos a uma loja chinesa enquanto hipocritamente anuncia que apoia a produção nacional.
Se apelamos a que se boicote o comércio e os produtos chineses esse boicote deve ser extensivo a estas lojas em centros comerciais que os albergam.
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Co-incineração: pedido de audiência ao primeiro-ministro avança

Deu entrada, esta quarta-feira, nos gabinetes do primeiro-ministro e da ministra do do Ambiente um pedido de audiência feito pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra, bem como das Câmaras Municipais de Coimbra, Setúbal, Palmela e Sesimbra, do movimento de cidadãos pela Arrábida e estuário do Sado, que mantém de pé a luta contra a co-incineração de resíduos perigosos.
Encabeçado pelo advogado Castanheira Barros, o Grupo de Cidadãos de Coimbra pretende que o Governo tome medidas para aquilo que entende ser um «atentado à saúde pública», tal como explicou o advogado esta manhã, em conferência de Imprensa.
«Confirmo que o pedido de audiência já deu entrada e que conta com o apoio das autarquias de Coimbra, Setúbal, Palmela e Sesimbra. No fundo, o que pretendemos é que o governo tenha noção dos perigos que a co-incineração de resíduos perigosos oferecem à saúde pública e que, por isso, não deve continuar a ser realizada. Se a audiência nos for concedida, como esperamos, enviaremos pareceres de cientistas portugueses que comprovam que da co-incineração resultam graves problemas para a saúde pública», disse o porta-voz dos queixosos.
Castanheira Barros deu a conhecer as razões que fazem parte do pedido de audiência:
1.Apresentação de um breve historial dos factos mais proeminentes do processo de co-incineração de resíduos perigosos desde 1997 (data da assinatura do Memorando de Entendimento da então ministra do ambiente Elisa Ferreira com os presidentes da Cimpor e da Secil) até ao mais recente despacho judicial de 10 de Outubro de 2011 (de admissão do recurso interposto pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra para o Tribunal Central Administrativo – Norte da sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra que deu luz verde à co-incineração em Souselas);
2.Comunicação das mais grosseiras anomalias processuais praticadas pelos tribunais portugueses ao longo dos últimos cinco anos;
3.Exposição da forma como foi obtido o parecer da Comissão Científica e Independente de Fiscalização e Controlo do Processo da co-incineração;
4.Entrega e discussão de pareceres de prestigiados cientistas que arrasam o parecer da Comissão Científica Independente e que demonstram que da co-incineração de resíduos perigosos resulta a produção de graves danos para a saúde pública e para o ambiente, devido à libertação para a atmosfera de dioxinas e furanos que são substâncias altamente cancerígenas e cujos efeitos subsistem durante mais de 30 anos.
O advogado teceu também algumas críticas à forma como foi atribuída a autorização às cimenteiras que hoje praticam a co-incineração, bem como às instâncias legais que deliberaram sobre o processo:
- Este processo está viciado desde o seu início. As cimenteiras Cimpor e Secil ficaram encarregues de praticar a co-incineração de resíduos perigosos sem que tenha sido levado a cabo qualquer concurso público para o efeito. Claro que isto é um negócio da china para as próprias cimenteiras. O que eu gostava de ver era os administradores destas empresas a viverem ao lado das mesmas. Mas, se não o fazem, por algum motivo será… Por outro lado, os tribunais administrativos não fizeram justiça nas acções cautelares. Houve julgamentos parciais com grosseiras e intoleráveis anomalias ao longo dos últimos cinco anos.
A pirólise como solução
E como quem critica deve sempre apresentar alguma alternativa, o Grupo de Cidadãos de Coimbra leva à letra essa regra. Nesse sentido, propõe uma solução para combater a co-incineração de resíduos perigoso: a pirólise. Castanheira Barros explica em que consiste: «A pirólise é um método através do qual os resíduos são queimados em fornos que trabalham a altíssimas temperaturas, em recinto fechado, o que faz com que não haja qualquer perigo para a saúde pública dos cidadãos.»
Vitor Ramalho é outra voz activa
Quem também tem estado permanentemente ao lado de Castanheira Barros na luta contra a co-incineração de resíduos perigosos é Vitor Ramalho, outro dos membros do Grupo de Cidadãos de Coimbra, que se mostra optimista para a audiência com o governo, e que afirma que a luta está para durar:
- Estamos esperançados que esta audiência com o primeiro-ministro e com a ministra do Ambiente nos traga algo de positivo, uma vez que o anterior governo PSD que esteve em funções (n.d.r.: Durão Barroso era o primeiro-ministro e Isaltino Morais o ministro do ambiente), mal tomou posse, mandou parar a co-incineração. Esperamos que este executivo tome medidas. Também Pataias se prepara para ter co-incineração, que é uma situação muito semelhante ao que acontece em Souselas, onde as casas em redor da cimenteira são habitadas pelos seus operários. Nesse sentido, vamos também sensibilizar o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça para este problema. Em Portugal, temos o espírito sebastianista de que alguém há-de lutar por nós e fazer alguma coisa. Talvez não tenhamos a companhia necessária nas alturas certas, mas sabemos que não estamos sozinhos e vamos continuar a nossa luta. (A Bola)
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Os primeiros Estados Gerais do PNR lançam o “Nacionalismo-Renovador”

Decorreram os primeiros Estados Gerais do PNR, em Alcobaça, tendo reunido diferentes grupos de trabalho, ao longo dos quatro módulos do seu programa.
Foram abordados e debatidos, nesta primeira edição de Estados Gerais, os temas da “Segurança Interna”, “Educação”, Família e Demografia” e “Economia”, que tiveram lugar durante todo o dia Sábado, e ainda os temas da “Cultura e Património”, “Agricultura” e “Saúde”, no Domingo.
Encerrou-se esta acção com a apresentação do Manifesto, “Nacionalismo Renovador”, cujo teor visa dar um passo em frente, de coragem, apontando o caminho do Nacionalismo Português e moderno.
Detectadas que estão as inúmeras dificuldades e também erros cometidos na área Nacionalista nos últimos 40 anos, importa iniciar um caminho que, sem abdicar do ADN Nacionalista e dos nossos Valores e Fundamentos, saiba entender os dias de hoje e os seus circunstancialismos, adequando a mensagem às realidades e à sociedade quotidiana, de modo a que a passe a nossa mensagem e as pessoas a absorvam.
Tendo vocação e desejo de virmos a ser poder, urge assim ter capacidade, vontade e coragem de Renovar o combate e o estilo, a estratégia e a mensagem, a estética e a linguagem, de modo a que se enquadrem na presente época e nestas circunstâncias. Mas mal de nós se não soubermos destrinçar o essencial do acessório e não libertarmos os fundamentos que nos norteiam de modelos temporais. Mal de nós se nos isolarmos num gueto ideológico, autista e cristalizado no tempo, que não chega às pessoas nem deixa marca na História. Compete-nos a missão de relançar o Nacionalismo com âncoras na nossa Identidade, Cultura e História, mas adaptado aos tempos de hoje.
Portugal precisa de nós, que somos a verdadeira Alternativa ao regime vigente, Hoje e Agora: com ideias e soluções modernas e claras e o olhar posto no amanhã. É fundamental, pois, construir as bases de um Nacionalismo Português e Moderno. Somos Nacionalistas, e isso basta para nos definir. Somos Nacionais-Renovadores e isso enquadra-nos, dando corpo e sentido ao nosso trabalho e à nossa luta.
Assentes assim nos pressupostos que constituem as nossas Causas e as nossas metas, lançamos o desafio e as bases para a criação de um Nacionalismo-Renovador que seja ouvido e acolhido pelos Portugueses. Por Portugal! Para o século XXI.
FONTE
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Comércio da Baixa morre aos poucos sem dar luta

Armindo Gaspar, da Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, foi o primeiro a lamentar a sala meia vazia da Junta de Freguesia de S. Bartolomeu para a reunião promovida ontem à noite pela Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME). É lamentável, desabafou, «com esta capacidade de intervenção não vamos a lado nenhum», insistiu, depois de ter ouvido o vice da CPPME, Pedro Soares, falar em união para combater os «absurdos» que pairam no sector.
Na sua intervenção, o responsável da CPPME identificou os problemas mais graves do sector, precisamente aqueles que estão na base de um abaixo--assinado que a Confederação está a promover e quer entregar em mãos ao primeiro-ministro a 22 de Novembro, numa manifestação marcada para esse dia em Lisboa.
Na edição em papel do Diário de Coimbra pode ler-se que os comerciantes estão preocupados com as causas próximas que vão acelerar a morte do sector. O aumento do IVA para a restauração e a taxa única de IRS serão os carrascos que ao serviço deste sistema vão dar a machada final. No entanto, devemos também elencar as causas remotas responsáveis pela “doença” de todo o comercio tradicional, na baixa de Coimbra e em muitas baixas deste país. A proliferação de grandes superfícies, que rodeiam a cidade, a concorrência desleal do comércio chinês, a falta de segurança na baixa, a desertificação e a falta de estacionamento são o vírus principal a que agora se junta a cicuta social/centrista para uma morte assistida com as habituais condolências do sistema.
O Comércio tradicional ajuda a:
Combater a desertificação populacional dos centros históricos e turísticos das nossas cidades, bem como das zonas rurais .
Combater a marginalidade através da constante movimentação da população elevando o nível de segurança e harmonia entre a sociedade e a área comercial.
Proporcionar uma zona saudável de lazer e maior animação cultural.
Defender a nossa Cultura, Identidade, Hábitos e Costumes.
É urgente apoiar o Comércio Tradicional, preservando-o e apoiando-o face ao comércio invasor e impessoal.
Defendendo o Comércio Tradicional, defendemos Portugal e os Portugueses.
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Queixa-crime Metro Mondego/ Ramal da Lousã

Por iniciativa dos cidadãos Jaime Ramos e Mário Nunes foi apresentada uma queixa-crime relativa ao desmantelamento do Ramal da Lousã. Apresentada contra incertos, não vão certamente faltar “incertos” para incluir no rol. Os mesmos “incertos” que nos últimos anos destruíram quilómetros de ferrovia e acabaram com mais de 11000 postos de trabalho.
Desde a primeira hora solidarizamo-nos com a luta dos utentes deste Ramal, pelo que aplaudimos a corajosa iniciativa destes dois cidadãos.
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domingo, 9 de outubro de 2011
APANHADA COM 30 DOSES DE HEROÍNA

O visível nervosismo foi fatal para uma mulher de 34 anos que, ao avistar a polícia, acabou por dar nas vistas e levar os agentes da PSP a perceberem que ali haveria algo de ilegal. Ao nervoso, juntou-se o facto de a mulher estar acompanhada por outras duas já referenciadas e o resultado foi a abordagem seguida da detenção por tráfico de estupefacientes. A mulher, de nacionalidade cabo-verdiana, tinha consigo 30 doses de heroína.
A detenção, efectuada pela PSP na tarde de quinta-feira, teve lugar na rua Cidade de Cambridge, numa acção que inicialmente até era preventiva, com a passagem da viatura descaracterizada da Esquadra de Investigação Criminal da PSP na zona do Bairro do Ingote, com o objectivo de dissuasão do tráfico e consumo de produtos estupefacientes.
Apesar da manifesta boa vontade e profissionalismo das nossas polícias o Planalto do Ingote está transformado num imenso supermercado de droga onde não faltam as mais modernas técnicas de vendas. Leis mais duras e penas efectivas de prisão são necessárias para acabar com este flagelo.
Notamos também que grande parte do tráfico é efectuado por estrangeiros, reforçando a ideia que imigração e criminalidade caminham juntas. Com efeito mais de 205 dos presos das nossas cadeias são estrangeiros e $0% do crime violente a eles está ligado, já sem incluir nestes números os nacionalizados.
O tráfico de droga nesta zona da cidade sempre foi maioritariamente controlado por elementos da etnia cigana, ao apercebermo-nos do aparecimento de africanos no negocio, somos imediatamente forçados a lembrar as guerras pelo controlo na venda de estupefacientes, que sistematicamente transformam alguns bairros da grande Lisboa e Margem Sul em autenticas zonas guerra.
Coimbra deixou de ser uma cidade pacifica e segura e só os nacionalistas têm coragem para o denunciar e medidas concretas e eficazes para combater a criminalidade Junte-se a nós.
FONTE
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
Regresso às aulas | Até quando, o mais do mesmo?
Ao iniciar um ano lectivo sob a égide de um novo Governo, não se pode acalentar qualquer ilusão ou espectativa de grande melhoria, face às políticas educativas do anterior Governo PS, tão medíocres e confrangedoras como as suas protagonistas à frente do Ministério. A verdade é que todo o sistema educativo está enredado num pântano de vícios, à imagem do próprio do Regime, levando a que este novo ano escolar seja apenas mais um entre os últimos 37 de desnorte e experiências.
O Estado tem sufocado em Portugal a liberdade de ensinar e de aprender, condicionando política e ideologicamente as técnicas didácticas e os próprios manuais escolares, colocando toda a “máquina” da Educação ao serviço do laicismo, do republicanismo e do socialismo.
Enraizou-se na Educação, a ideia de que esta deve basear-se no princípio do prazer, sendo mais importante a diversão dos alunos do que a aprendizagem das matérias. A pedagogia do esforço foi criminosamente abatida, como o foi, de igual modo, o exercício da memória e do raciocínio lógico. Os exames, os trabalhos de casa e outras provas afins foram igualmente reduzidas, ou mesmo banidas, por serem no entender dos “cientistas da educação” uma fonte de stress para os alunos.
A Escola, outrora centrada no professor e na aprendizagem, passou a ser centrada no aluno e nas sucessivas experiências educativas, mas, mais recentemente, e pior ainda, passou a sê-lo nas estatísticas do “sucesso escolar” a divulgar, e nos números cruéis de uma economia que corta em toda a parte.
De desastre em desastre, chegámos a este ponto deplorável onde, ao longo de uma geração, se substituiu a formação académica e humana, por uma indústria de ensino que, além do mais, é uma perfeita fábrica de ignorantes onde o facilitismo crescente constitui uma fraude na avaliação dos alunos e uma coacção sobre os professores.
O PNR entende que é preciso reconstruir uma escola centrada no conhecimento, no saber e na aprendizagem das matérias, bem como na formação do carácter e das virtudes humanas. Deve ser esta, um espaço e local onde se aumentem os níveis de exigência do ensino e se combata o facilitismo; onde obediência, respeito, responsabilidade, esforço e mérito, voltem à ordem do dia.
Há que resgatar o ensino da politização esquerdista e da ditadura do politicamente correcto, que formata as mentes a atrofia o seu pleno desenvolvimento. Há que acabar com o lóbi da indústria de manuais escolares que, desvirtuando a sua verdadeira função, os transforma num amontoado de páginas coloridas cheias de palha e pouco conteúdo útil, pesando demasiado nos bolsos dos pais e nas mochilas dos filhos.
Importa restaurar o respeito pela figura do professor e a dignidade da sua carreira, bem como o ambiente de segurança vivido dentro e nas imediações das escolas.
Se há prioridade estratégica para a reconstrução de Portugal, esta consubstancia-se de facto na Educação da nossa Juventude! Educação para os valores e virtudes a par da formação académica e científica são uma meta e uma prioridade! (PNR)
O Estado tem sufocado em Portugal a liberdade de ensinar e de aprender, condicionando política e ideologicamente as técnicas didácticas e os próprios manuais escolares, colocando toda a “máquina” da Educação ao serviço do laicismo, do republicanismo e do socialismo.
Enraizou-se na Educação, a ideia de que esta deve basear-se no princípio do prazer, sendo mais importante a diversão dos alunos do que a aprendizagem das matérias. A pedagogia do esforço foi criminosamente abatida, como o foi, de igual modo, o exercício da memória e do raciocínio lógico. Os exames, os trabalhos de casa e outras provas afins foram igualmente reduzidas, ou mesmo banidas, por serem no entender dos “cientistas da educação” uma fonte de stress para os alunos.
A Escola, outrora centrada no professor e na aprendizagem, passou a ser centrada no aluno e nas sucessivas experiências educativas, mas, mais recentemente, e pior ainda, passou a sê-lo nas estatísticas do “sucesso escolar” a divulgar, e nos números cruéis de uma economia que corta em toda a parte.
De desastre em desastre, chegámos a este ponto deplorável onde, ao longo de uma geração, se substituiu a formação académica e humana, por uma indústria de ensino que, além do mais, é uma perfeita fábrica de ignorantes onde o facilitismo crescente constitui uma fraude na avaliação dos alunos e uma coacção sobre os professores.
O PNR entende que é preciso reconstruir uma escola centrada no conhecimento, no saber e na aprendizagem das matérias, bem como na formação do carácter e das virtudes humanas. Deve ser esta, um espaço e local onde se aumentem os níveis de exigência do ensino e se combata o facilitismo; onde obediência, respeito, responsabilidade, esforço e mérito, voltem à ordem do dia.
Há que resgatar o ensino da politização esquerdista e da ditadura do politicamente correcto, que formata as mentes a atrofia o seu pleno desenvolvimento. Há que acabar com o lóbi da indústria de manuais escolares que, desvirtuando a sua verdadeira função, os transforma num amontoado de páginas coloridas cheias de palha e pouco conteúdo útil, pesando demasiado nos bolsos dos pais e nas mochilas dos filhos.
Importa restaurar o respeito pela figura do professor e a dignidade da sua carreira, bem como o ambiente de segurança vivido dentro e nas imediações das escolas.
Se há prioridade estratégica para a reconstrução de Portugal, esta consubstancia-se de facto na Educação da nossa Juventude! Educação para os valores e virtudes a par da formação académica e científica são uma meta e uma prioridade! (PNR)
domingo, 2 de outubro de 2011
PSD e CDS já nos andam a tratar da saúde

PSD e CDS já nos andam a tratar da saúde
Alguns serviços do Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF) podem ter os seus dias contados. O conselho de administração do HDFF reuniu com directores e responsáveis, para anunciar possíveis cortes de serviços. “Os médicos foram informados das propostas, para se encerrar a unidade de oncologia e o bloco operatório.
O governo socialista já tinha dado a primeira machadada neste hospital ao encerrar o bloco de partos, agora social-democratas e centristas levam a o encerramento de mais dois serviços, provavelmente dento em breve será anunciada a morte do HDFF para dar lugar ao aparecimento de uma clínica privada gerida por uma sociedade onde investem capitais alguns boys destes três partidos que desgovernam Portugal e se governam muito bem.
O PNR repudia mais esta machadada na saúde dos figueirenses e estará ao lado do povo em mais esta luta contra os cortes cegos, contra as medidas economicistas deste governo, que só pensa em agradas aos vampiros do FMI e ao feitor alemão.
A saúde não é u negócio mas sim um direito.
Quando o British Hospital surge numa conversa, tendemos a perguntar: o de Campo ...de Ourique ou o das Torres de Benfica? O hospital pertence ao Grupo Português de Saúde desde o início dos anos 1980. O Grupo Português de Saúde pertence ao universo da Sociedade Lusa de Negócios, a tal que tinha um banco dentro. Exactamente: o BPN. O banco serviu para financiar a compra do British. Um fiasco. Entre 1999 e 2009, o British recuou de uma média anual de 12 mil consultas para cerca de 1800. Entre 2004 e 2007, o presidente do Grupo Português de Saúde foi o economista José António Mendes Ribeiro, o qual, quando saiu do grupo, deixou um passivo de perto de cem milhões de euros.
Pois foi precisamente José António Mendes Ribeiro que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, foi buscar para coordenar o grupo de trabalho que vai propor os cortes a aplicar no Serviço Nacional de Saúde.
Isto, que podia ser uma charla dos Malucos do Riso, é o ponto em que estamos.
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Acção em Coimbra pela defesa do Ramal Pampilhosa-Figueira da Foz
Hoje, 30 de Setembro, militantes e simpatizantes do Partido Nacional Renovador do distrito de Coimbra saíram à rua para protestar e distribuir panfletos alusivos ao fecho do Ramal Pampilhosa-Figueira da Foz.
A acção teve início na Pampilhosa e terminou em Arazede, passando também por Cantanhede.
Os cidadãos mostraram-se solidários com a causa, apoiando-nos indiscutivelmente e mostrando uma enorme revolta sobre a actual situação.
Hoje é o primeiro dia de uma longa luta, nós não cederemos, nós venceremos!
A acção teve início na Pampilhosa e terminou em Arazede, passando também por Cantanhede.
Os cidadãos mostraram-se solidários com a causa, apoiando-nos indiscutivelmente e mostrando uma enorme revolta sobre a actual situação.
Hoje é o primeiro dia de uma longa luta, nós não cederemos, nós venceremos!
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