domingo, 28 de outubro de 2012

“Nacionalismo Renovador – para o futuro” | Moção da lista vencedora aos órgãos do PNR


1 – INTRODUÇÃO E RETRATO DO MOMENTO PRESENTE

A presente Moção de Estratégia, apresentada pela lista candidata que tenho a honra de encabeçar, visa consolidar a ideia, há um ano iniciada, de inovar e renovar o Nacionalismo, conservando o que dele é essencial, os seus fundamentos, e eliminando ou minimizando os aspectos acessórios e causadores de ruído e distracção do essencial.

Nesta encruzilhada e angústia pesada que definem o actual momento histórico-político, quer a nível nacional, quer europeu, quer mundial, impõe-se que os Nacionalistas, portadores da verdadeira alternativa ao mundalismo imperialista, saibam, sem abdicar de um só dos seus pilares ideológicos, interpretar os sinais dos tempos e chegar às pessoas, com propostas claras que sirvam de contraponto às “soluções” estafadas das políticas de facto consumado e sentido único que nos são impostas pelos detentores do poder.

A nossa luta trava-se no âmbito nacional e é, pois, neste contexto que temos que nos focar, continuando, com vigor renovado, os doze anos de trabalho que o PNR já viveu, com altos e baixos, com erros, mas sobretudo com sucessos e vontade inabalável.

O primeiro e principal sucesso, ainda que o demos como dado adquirido ou não lhe atribuamos grande importância, é o simples facto de existirmos: o PNR, cada vez mais se afirma como o projecto mais duradouro, consistente e credível da área nacionalista no pós-25 de Abril. Está a anos-luz de qualquer outra iniciativa, por louvável que seja. Mais: só com a força da convicção e da entrega, o PNR tem sido capaz de sobreviver num sistema onde a existência de partidos sem representação parlamentar é verdadeiramente heróica e difícil, confirmada, aliás, pela realidade dos factos, que tem ditado a morte de inúmeros partidos ao longo da caminhada de 12 anos do PNR.

Estamos a crescer e assim continuaremos: custe o que custar!

Os tempos são difíceis, mas também o são de oportunidade para afirmação das nossas ideias.

Portugal, à beira da bancarrota, encontra-se numa situação dramática, quer a nível da sua economia, quer a nível da sua soberania, quer, sobretudo, a nível de valores – ou da falta deles -, vivendo numa profunda desorientação onde se governa navegando à vista, pensando no imediato, e se minam, quotidianamente, os alicerces da soberania nacional e da justiça social.

- Os governantes, não obstante terem a boca cheia de empreendedorismo e competitividade, usam o Estado para cair em cima de tudo aquilo que mexe, extorquindo impostos aos portugueses, a torto e a direito, asfixiando assim a actividade económica e fomentando a economia paralela, enquanto se assiste a um preocupante êxodo de portugueses, incentivado, aliás, pelos próprios governantes.
- A nossa produção nacional é parca e manifestamente insuficiente para aquilo que consumimos.
- A dívida externa supera já o equivalente a 100% do PIB, com tendência sempre para aumentar face ao juros impostos pela Troika usurária.
- Os impostos sobem desmesuradamente, aniquilando o poder de compra dos portugueses e o seu bem-estar.
- Os direitos e regalias das pessoas são sumariamente aniquilados.
- Os aumentos dos combustíveis, transportes e outros bens essenciais são astronómicos.
- O despesismo de Estado, apesar de algumas simulações de corte, meramente cosméticas, continua a representar uma sangria chocante para o erário público.
- O fosso salarial entre quem ganha misérias e quem ganha fortunas é uma afronta.
- Os idosos, desempregados, doentes e crianças – sectores sociais mais frágeis – sofrem contínuos ataques à sua dignidade.
- O desemprego aproxima-se dos 20% e a pobreza bate à porta de quase 50% dos portugueses.
- A subsidiodependência de muitos, que nunca contribuíram para a sociedade e fazem disso modo de vida, nomeadamente as chamadas minorias étnicas, é um escândalo e uma ofensa perante quem trabalha e contribui.
- A falta de exemplo dos governantes, o tráfico de influências, a corrupção, o poder da maçonaria e dos partidos enquistados no poder continuam a ser chagas graves no nosso País.

Tudo isto, já para nem falar na questão da criminalidade, na censura encapotada pela suposta liberdade de expressão, na estupidificação das massas por via dos média, no desrespeito para com os pilares da Nação, como sejam as forças de segurança, forças armadas, bombeiros e tantos outros organismos. Ou ainda no desrespeito pela valor da Vida e da Família e no poder do lóbi-gay, no facilitismo da nossa Educação (que vive para as estatísticas), da Justiça que não funciona e está ao serviço do branqueamento dos crimes dos poderosos, da Saúde que se encontra cada vez mais doente…

É este o cenário corrente, a exigir uma resposta nacional clara e firme. De uma coisa estamos certos: a solução não virá daqueles que conduziram Portugal para este pântano.

Todos os sinais e evidências revelam um estado de desgraça nacional que reclama por uma revolução mais que legítima, caso esta fosse possível.

Mas há, para tudo isto, uma saída, uma esperança, uma luz e uma Chama: o Nacionalismo. E que ela seja encontrada o quanto antes! E que venha substituir a Constituição da República, cujo texto socialista de 1976 já lá não vai com reformas e mutilações. É preciso acabar com a III República antes que ela acabe de vez com Portugal! É preciso criar-se outra Constituição que consagre a IV República, prevendo referendar, inclusive, o próprio regime republicano.

2 – O NACIONALISMO RENOVADOR, UM PASSO NO PRESENTE, PARA O FUTURO

O combate político, longe de ser estático, tem que saber interpretar os sinais dos tempos, adequar-se à sua época e fazer passar a mensagem ideológica de que se reclama portador, sem nunca trair os seus próprios fundamentos. Estamos a viver precisamente um desses momentos decisivos em que se impõe um passo em frente, indispensável à credibilidade e amadurecimento do PNR e do Nacionalismo Português.

Há doze anos atrás, o PNR teve o mérito de ser criado, rasgando horizontes para o Nacionalismo em Portugal, impensáveis nos vinte cinco anos que o precederam, de forma incontornável e inegável, marcando assim presença na agenda política em Portugal. Goste-se ou não, queira-se ou não, o PNR é o partido Nacionalista Português, com um projecto próprio e mensagem singular.

Passada a era da sua fundação, seguiu-se a da afirmação e depois a da consolidação. Partamos pois, agora, para a da renovação: inventiva e criadora.

É chegado, assim, o momento de se dar o passo já anteriormente referido, com implicações internas e externas, e cujo impacto, assim o desejamos e esperamos, se traduza pelo encetar de um caminho de inovação, com os pés na terra, hoje, mas com os olhos postos no amanhã. Numa ideia, pretendemos desvendar e trilhar o caminho de um Nacionalismo moderno e apelativo, que toque as pessoas e as conquiste para a nossa Causa: o Nacionalismo Renovador.

Não se trata de mais uma tendência no seio Nacionalista, mas antes uma postura que visa eliminar o peso das tendências pessoais da cada um, legítimas e naturais, em prol de um objectivo uno, realista e que se adeqúe à realidade, requerendo os passos de coragem necessários ao seu crescimento e que impeçam qualquer atrofio, pois estagnar é morrer!

Viveram-se longos anos de tentativas falhadas e expectativas goradas no sentido de se unificar várias tendências dentro do chamado movimento Nacionalista, e a sensação continua a ser a de estarmos num beco ideológico e com grande dificuldade em passar a nossa mensagem; de lutar em várias frentes, sendo as mais árduas delas todas, a das lutas internas e a do bloqueio e desinformação da comunicação social.

O PNR não é uma associação, clube ou grupo de amigos, que trabalhe só para dentro e fale para os já convencidos. Pelo contrário, temos vocação e desejo de vir a ser poder, para o que urge a capacidade, vontade e coragem de renovar o combate e o estilo, a estratégia e a mensagem, a estética e a linguagem, de modo a que se enquadrem na nossa época e nas nossas circunstâncias.

Mal de nós se não soubermos destrinçar o essencial do acessório, se não libertarmos os fundamentos que nos norteiam dos circunstancialismos temporais, se nos isolarmos num gueto ideológico, cristalizado no tempo, que não chega às pessoas nem deixa marca na História. Compete-nos a missão de relançar o Nacionalismo com âncoras na nossa Identidade, Cultura e História, mas adaptado aos tempos de hoje. Há que dizer basta, aos anacronismos lunáticos e aos saudosismos estéreis que ainda teimam em minar a área nacionalista.

Portugal precisa de nós, que somos a verdadeira Alternativa ao regime vigente, Hoje e Agora: com ideias modernas e claras e o olhar posto no amanhã.

Precisa de Renovar os Valores e mudar mentalidades. Sem estes, não existe sistema político algum que sirva a Nação e o seu Povo. A sociedade é composta de seres humanos díspares e imperfeitos e, como tal, não almejamos um modelo social utópico ou moralista, mas um sistema em que os Valores estejam presentes e moldem mentalidades e condutas.

Precisa de Renovar o conceito de Identidade e Comunidade – amplamente ameaçado, mas ainda muito presente nas nossas vilas e aldeias, guardiãs das tradições – e incutir em cada um de nós o sentido, gosto e missão de contribuir para o objectivo e desígnio nacional: a promoção social e o progresso do país em prol de um Estado Nacional e Social.

Mas é fundamental construirmos – como estamos a fazer – as bases de um Nacionalismo Português e Moderno. Somos Nacionalistas, e isso basta para nos definir. Somos Nacionalistas Renovadores e isso enquadra-nos, dando corpo e sentido ao nosso trabalho e à nossa luta.

3 – PONTOS FIRMES, PILARES E FUNDAMENTOS

No contexto actual, civilizacional, de permanente mutação e dúvida, de caos e incerteza, de destruição de valores, identidades, soberanias e economias, onde os desafios são inúmeros – das comunicações à geopolítica, da economia à tecnologia, do ambiente aos modelos sociais – cabe aos nacionalistas bater-se sempre pela essência dos Valores que defendemos e não obstinadamente por esta ou aquela fórmula.

A acção política do PNR assentará sempre na defesa inequívoca da Nação, o que pressupõe o combate aos seus principais inimigos, como o Mundalismo, nas suas vertentes globalizantes capitalista e multicultural, o Eurofederalismo e o Regionalismo, assim como o repúdio de qualquer tentação iberista.

O PNR afina-se por uma política coerente de promoção dos valores Ocidentais: defesa da Vida, da Família, da propriedade privada, da liberdade de criar, da solidariedade social e da comunidade, entendida como tendo um valor em si.

O partido assume como seus os seguintes valores fundamentais: Nação, Família, Trabalho, Património Histórico-Cultural e o Papel do Estado.

NAÇÃO
O Nacionalismo é a atitude dos que colocam acima de tudo a Nação como obra colectiva permanente, formada no decorrer da História, a terra patrum, um génio colectivo que resulta de um longo passado em comum que importa respeitar e continuar, e cujos membros devem formar uma sucessão de gerações ligadas hereditariamente.
É, por isso, a ideologia do primado da Nação. Ora esta ideia postula, antes de mais, a subsistência da Nação, a defesa intransigente da sua soberania e independência, bem como o esforço continuado para a fazer prosperar e engrandecer.

O PNR perfilha assim o Nacionalismo, entendido como uma ética para a qual cada Nação, enquanto tal, constitui um valor supremo. Defender e valorizar o passado comum que interessa preservar e perpetuar, e cujos membros devem formar uma sucessão de gerações ligadas entre si hereditariamente, é a prioridade na defesa da Identidade, garante da liberdade dos povos face à escravatura e ao caos que resultam dos modelos globalistas. A consagração do jus sanguinis como critério único para atribuição da nacionalidade é, por isso uma consequência lógica de tais princípios.

FAMÍLIA
Para o PNR, a Família é a célula básica da comunidade, o espaço natural de aprendizagem dos Valores e Tradições. Consideramos que é dever do Estado salvaguardar os direitos da Família, entendida esta em sentido tradicional como a união de um homem e de uma mulher com vista a assegurar o seu equilíbrio emocional e a sua descendência (o pai, a mãe e os filhos). No mundo inteiro, do Ocidente ao Oriente, não foi ainda encontrada outra fórmula que mostrasse ser capaz de funcionar como célula básica da comunidade, perpetuar a espécie e assegurar a educação dos filhos.

O que se verifica actualmente em Portugal é a penalização da família fundada no casamento. Só porque um homem e uma mulher se casam são logo fiscalmente penalizados, e quantos mais filhos tiverem, mais penalizados são. Por outro lado, o Estado concede ao casal vantagens fiscais caso se divorcie ou, no mínimo, se separe. Ora, o PNR entende que Portugal precisa de uma política coerente de Família, tanto que é hoje um dos raros países europeus com taxa de natalidade decrescente.

A Família é uma instituição milenar, que provou ao longo da História ser o principal meio de inserção de cada jovem ser humano na sua comunidade. E entendemos a Família como uma unidade indivisível, formada por espiritualidade, política, cultura, sangue e terra, como organismo vivo desta comunidade.

Deve por isso ser protegida a todo o custo. Além disso, o nosso País só terá futuro através de um povo homogéneo, jovem e com vitalidade para se renovar e perpetuar.

TRABALHO
O PNR acredita e estimula o valor do Trabalho como meio de produção de riqueza. Não distingue entre patrões e assalariados, pois todos são necessários para a produção de riqueza, assim como para o aumento da produtividade nacional.

O trabalho é gerador de emprego, bem-estar e segurança para que as famílias e as comunidades cresçam e se desenvolvam.

Só a produção nacional pode ser factor de criação de trabalho e de emprego. É pois, imperiosa a aposta séria, defendida firmemente pelo PNR, na produção nacional, privilegiando as áreas em que possamos fazer a diferença, em nichos de mercado específicos e de modo bem dimensionado.

A ela não pode ser alheio o apoio às pequenas, médias e micro-empresas, bem como ao comércio tradicional, já que potenciam o equilíbrio na justiça social e podem alavancar o combate às assimetrias entre zonas do nosso território nacional.

A aposta na redução do peso da economia de mercado, privilegiando a economia real, através de políticas proteccionistas, passará inequivocamente pela revitalização dos sectores primário e secundário, minimizando a nossa dependência externa por via da agricultura, pescas e indústria, colocando os olhos do Mar como riqueza fundamental para a recuperação da nossa economia e fonte de trabalho para os Portugueses.

PATRIMÓNIO HISTÓRICO-CULTURAL
É valor do PNR a defesa do património histórico e cultural português. Este ponto assume especial importância numa época em que, ao lado dos estádios milionários e outras construções faraónicas, o país exibe um conjunto de monumentos históricos a cair aos pedaços.

Os Nacionalistas conferem à cultura uma importância decisiva, tanto que entendem que qualquer movimento político-social é sempre precedido por um movimento cultural. Todavia, o PNR defende que não cabe ao Estado instituir uma “cultura oficial”, nem patrocinar autores e programas, mais ou menos afinados pela cor dos partidos dominantes.

O papel do Estado nesta área deve ser o da conservação da nossa memória ancestral em novas e actuais formas de vivência do património histórico e cultural, assim como o da defesa e divulgação de Portugal no Mundo. A Cultura deverá ser entendida duma forma integral, ou seja, vivida diariamente o máximo possível em todas as acções. Uma coordenação de uma ideia orgânica, integrando-a, não como um exercício intelectual individual, mas como expressão de uma comunidade articulada. Uma visão do mundo numa conduta exemplar, fazendo coincidir as palavras com o modo de ser de quem as pronuncia e incorporando-a em todas as outras áreas, e não de forma isolada ao serviço de interesses alheios.

No momento actual, em que a sabedoria e a sua promulgação – a cultura – adquirem formas diferentes, corremos o risco de, ao abordarmos este tema, sermos mal interpretados. Como tal, esta errada interpretação da cultura actual, vista de um ponto de vista falso, material e tendencioso, origina a necessidade de uma nova e suprema justiça interpretativa: após uma análise até agora horizontal ao serviço de alguns, chegar a uma síntese vertical, de modo a voltar às fontes originais do Espírito europeu que têm sido perdidas. Fazer chegar esta mensagem positiva de mudança e negação total do estado actual das coisas, que implica obrigatoriamente uma forte divulgação da cultura de forma integral, um novo pensar, que não é uma continuação do passado mas que vai beber nele os seus valores mais puros para a construção e desenvolvimento de possíveis novas soluções.

O ESTADO E O SEU PAPEL
Na defesa e fortalecimento dos nossos Valores e Causas – Nação, Identidade, Soberania, Família e Trabalho – defendemos o papel preponderante do Estado.

Não queremos mais Estado ou menos Estado apenas porque sim, presos aos preconceitos em voga, de pendor Liberal ou de pendor Socialista. No primeiro caso, a tendência é para um Estado quase espectador da lei da selva, usurária, imposta pela iniciativa privada e pela economia totalitária. No segundo caso, a tendência é para um Estado subsidiário, abrigo de toda a espécie de parasitas, castrador e igualitário.

O nosso modelo é o de um Estado eficaz, cuja existência é imprescindível, mas sem gorduras nem peso inútil ou atrofiador. Não deve haver presença do Estado onde ela não seja realmente necessária. Deve haver lugar à iniciativa privada e respeito pela propriedade privada.

O Estado é fundamental e tem que ser forte, mas naquilo que lhe compete estritamente: regular e fiscalizar a sociedade civil, promover a Justiça Social e impedir toda a espécie de abusos, de desigualdades gritantes, e de igualitarismos. Por um lado, garantindo a igualdade dos Portugueses no acesso a coisas tão fundamentais como a saúde, a educação e a justiça. Por outro, premiando  mérito e a capacidade de trabalho, não tratando assim de forma igual o trabalhador e o parasita.

Ao Estado compete assegurar o controlo de todos os sectores vitais para o bem-estar da população e da economia e soberania nacionais, como sejam os transportes, comunicações, energias e recursos naturais.

Ao Estado compete garantir, sempre e em cada momento, a maior Independência Nacional possível e a mais ampla margem na escolha de aliados internacionais e de objectivos político-diplomáticos.

4 – AGIR E DIFUNDIR
A nossa postura é aquela que o filósofo francês tão bem descrevia: pensarmos como homens de acção e agirmos como homens de pensamento.

Pensamento e acção são dois pólos fundamentais que nos distinguem dos eternos promotores de tertúlias intelectuais, que em pouco ou nada têm servido o Nacionalismo, e nos distinguem também dos aventureiros inconsequentes que defendem o “falem bem ou falem mal, mas falem de nós”, que tanto dano provoca à nossa imagem.

Desse modo, com pés assentes no chão, elegeremos sempre o activismo como forma de superar o silêncio mediático que nos é imposto, mas levado a cabo com objectivos claros e disciplina partidária.

Temos que privilegiar as zonas onde tenhamos militância e a propaganda do PNR possa ser constante, sendo esta questão territorial, de importância racional e estratégica, fundamental para os nossos objectivos.

Mas também, de igual importância, são alguns sectores da sociedade, mais propensos a captar em primeiro a nossa mensagem:

a) Ex-combatentes; e pessoas retornadas do Ultramar, que não esquecem a traição do Regime.
b) Forças da segurança; desprezadas, desautorizadas e manietadas pelo politicamente correcto.
c) Desempregados, trabalhadores precários e empregados, de classe média; que sentem com nitidez a injustiça de sustentarem a subsídio-dependência e o despesismo do Estado, sacrificando-se para tal.
d) Famílias; e organizações de defesa da Vida e da família.
e) Juventude; este sector reveste-se de extrema importância, sendo prioritário o relançamento do organismo juvenil do PNR.
f) Reformados e Idosos; que trabalharam toda uma vida para verem agora o dinheiro que deveria ser para o seu bem-estar, ser devorado pelo saque voraz de um Estado injusto.

No contexto, por nós, sobejamente conhecido, de tremenda desigualdade de tratamento e de falta de meios e escassíssimo acesso à comunicação social ou a outras formas de divulgação, não podemos ter a veleidade de querer falar de todos os temas por igual.

Desse modo, temos que incidir sobretudo naqueles que mais nos são caros e onde nos afirmamos como singulares defensores no espectro político nacional. A saber:

a) Soberania nacional;
b) Produção nacional e políticas proteccionistas
c) Imigração e nacionalidade;
d) Insegurança e criminalidade;
e) Defesa da Vida e da Família;
f) Corrupção do regime e moralização do serviço público;
g) Justiça Social;

Para alcançar estas metas, melhorando em qualidade e quantidade o que já vem sendo feito, é preciso conseguir maior implantação local, mais organização interna, e incrementar a notoriedade e exposição pública do partido.

O PNR tem que ser a plataforma de entendimento dos nacionalistas empenhados em algo sério, uno e duradoiro, sem ceder as chantagens ou tornar-se refém de facções, mas antes afirmando-se como única força aglutinadora e consequente no seio Nacionalista. Este é um esforço que desde sempre tem preocupado a Comissão Política Nacional em exercício. Em todos os quadrantes políticos e ideológicos existem diferentes grupos e sensibilidades.

Assim também acontece na área Nacionalista, onde a tendência para a cisão é uma constante, e era já corrente antes mesmo da criação do PNR. Mas os novos tempos impõem que os órgãos do partido se movam e orientem no sentido de atrair e fidelizar o maior número possível de nacionalistas.

Assentes assim nesses pressupostos, que constituem as nossas Causas e as nossas metas, lançamos o desafio e as bases para a criação de um Nacionalismo Renovador, que seja ouvido e acolhido pelos Portugueses.

Por Portugal, para o século XXI! (PNR)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Realizou-se a V Convenção Nacional do PNR

Decorreu no Hotel Diplomático, em Lisboa, no passado sábado, 20 de Outubro, a “V Convenção Nacional do PNR”, que preencheu quase 10 horas de intenso e participado debate.



Após a recepção aos participantes e as devidas credenciações, iniciou-se a Convenção, pontualmente às 10:30 horas, cabendo ao Presidente da Mesa, Paulo Rodrigues, a abertura e orientação dos trabalhos que se prolongaram até quase às 20:00 horas, quando declarou o encerramento desta reunião magna do PNR.

O primeiro módulo, consistiu em duas apresentações de carácter retrospectivo do mandato que terminou nesse dia e, de analise do presente momento na vida do PNR. A primeira intervenção, da autoria do Vice-Presidente, Pedro Frade, coube a José Pinto-Coelho, em substituição do autor, que se encontrava na Hungria, em representação do PNR no 1º Congresso da AEMN. A segunda, coube a João Pedro Amaral, que mais uma vez fez uma eloquente exposição do activismo do PNR, dos desafios futuros e do Nacionalismo Renovador.

Findas as apresentações, houve um espaço para intervenções dos militantes, que se revelou bastante participado como, aliás, viria a ser o tom de toda a jornada de trabalhos.

Prosseguiu-se com o tema da revisão e alteração aos Estatutos, apresentado por Joaquim Santos, que explicou aos presentes as linhas gerais que presidiam a estas alterações e que se prendiam com uma melhor adequação dos mesmos à realidade do PNR, e ainda, com outros ajustes que o próprio decorrer do tempo impõe que se façam. De salientar, a principal alteração, que amplia os mandatos de 3 para 4 anos. Procedeu-se, após um debate, à votação e aprovação das alterações.

Da parte da tarde, o Presidente da Mesa, Paulo Rodrigues, reiniciou os trabalhos, passando-se assim à apresentação de comunicações e moções, tendo sido a parte mais participada e interventiva de toda a jornada. Como última intervenção, coube a José Pinto-Coelho, como primeiro subscritor da única lista candidata aos órgãos nacionais e autora da moção de estratégia “Nacionalismo Renovador, para o Futuro” a sua apresentação.

Procedeu-se, seguidamente à votação das moções e encerrou-se assim este bloco do programa, fazendo-se um breve intervalo.

Por fim, procedeu-se à apresentação da lista aos órgãos nacionais do PNR para o novo mandato – agora de 4 anos – por parte do seu primeiro subscritor e novamente candidato a Presidente do PNR. Desta lista que reconduziu vários membros dos órgãos anteriores e apresentou muitos outros novos, destacou-se a eleição de João Pedro Amaral como novo Secretário-Geral, de João Patrocínio e Vítor Ramalho, que integram a nova Comissão Política Nacional, e de Mafalda Bastos que assume a Presidência do Conselho de Jurisdição.

Votada a lista e reconduzido pela quarta vez na qualidade de Presidente do PNR, José Pinto-Coelho proferiu o discurso final no último módulo do programa que incluía também a tomada de posse dos membros dos órgãos e tinha caracter aberto a não militantes e à comunicação social. Esta, mais uma vez, não obstante o contacto feito por alguns órgãos de imprensa ao gabinete de Imprensa do PNR, acabou novamente por primar pela ausência num puro acto de boicote e censura democrática.

Pouco antes das 20:00 horas, com um atraso em relação ao previsto, por via da intensa participação, o também reconduzido Presidente da Mesa, Paulo Rodrigues, deu por terminada a Convenção do PNR.(PNR)

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Encontro Nacionalista em Viseu

Viseu será palco de um dia de activismo Nacionalista, que pretende juntar, num almoço-convívio, diversos apoiantes e militantes do norte do país, seguindo-se uma acção de distribuição de propaganda. Sob a orientação de Vítor Ramalho, dirigente dos núcleos-Norte do PNR, a jornada pretende motivar o aumento do número de núcleos a Norte eda actividade de modo geral. A iniciativa contará com a presença de José Pinto-Coelho e Pedro Frade, Presidente e Vice-Presidente do PNR. Ponto de Encontro – Rossio pelas 12:00 horas Almoço – Pelas 13:00 horas Acção panfletária – Pelas 15:00 horas Informações: Telemóvel 961488375
Venha apoiar o seu partido! Participe nesta jornada de activismo!

domingo, 30 de setembro de 2012

O PNR vem saudar a intervenção exemplar da GNR, na incursão a um acampamento cigano em Vila Verde, Braga, e que resultou em várias detenções e na apreensão de um automóvel de grande cilindrada, ouro, dinheiro e armas de fogo ilegais.


O Partido Nacional Renovador não tem a menor dúvida em considerar a intervenção da GNR como justificada perante o cenário táctico, pois é sabido que nos acampamentos da comunidade cigana abundam as armas de fogo ilegais, constituindo assim um perigo para as forças de segurança.

Não podemos, mais uma vez, deixar de protestar contra a ”política” anti-nacional do SOS-Racismo, e deixar claro que tal organização carece de toda e qualquer credibilidade, seja a que título for, mercê do seu constante comportamento ofensivo face às forças da autoridade, bem como da sua obscena promoção da impunidade de certas minorias étnicas que vivem em solo nacional.

O PNR, único partido nacionalista português, continuará sempre a solidarizar-se com quem defende os Portugueses e zela pelo bem-estar da população autóctone de Portugal.


Comissão Política Nacional
29 de Setembro de 2012



domingo, 16 de setembro de 2012

PNR protesta no dia 19 contra as políticas de traição

Não podemos aceitar que os culpados pelo desastre nacional sejam os mesmos que supostamente nos vão tirar da grave crise a que nos conduziram. Não só porque não o farão, como, pelo contrário, teimam em políticas absurdas de esmagamento das famílias, funcionários, empresas, e, de um modo geral da nossa economia e soberania. Eles são verdadeiros traidores à nação, empenhados exclusivamente em obedecer a uma Troika usurária e apátrida. Eles controlam todo o aparelho do sistema e apresentam-se como única solução, mas na verdade são os grandes responsáveis pelo caos! Rua com todos os cinco partidos instalados na assembleia da República! No dia 19 de Setembro, às 14:00 horas, o PNR convoca os nacionalistas para uma acção de protesto e distribuição de propaganda junto à Assembleia da República, aproveitando a primeira sessão plenária após a interrupção das férias daquele órgão, que mais não tem feito senão levar-nos para o abismo. Só o Nacionalismo é alternativa ao sistema de destruição nacional!

sábado, 15 de setembro de 2012

Aguiar Branco, o novo Miguel de Vasconcelos

No passado dia 4 de Setembro, o Ministro de Defesa Nacional, Aguiar Branco, veio a público defender uma ideia, há muito encomendada pelos “Iberistas” , que é a estratégia de “uma política de defesa conjunta com Espanha”.

O PNR vem mais uma vez opor-se fortemente a mais esta tentativa de entrega da nossa soberania nacional em mãos espanholas e, consequentemente, de destruição e desmantelamento das nossas Forças Armadas.

Consideramos tais declarações do senhor ministro, ofensivas e provocadoras para todos os patriotas e, especialmente, para todos portugueses que combateram e derramaram sangue na defesa da nossa Mãe-Pátria.

Lembramos os portugueses que é este mesmo ministro da Defesa Nacional que passa dias inteiros na sua sociedade de advogados, que deixa as nossas águas nacionais sem qualquer tipo de patrulhamento, que pretende vender parte da nossa frota de F-16 e que cancela programas essenciais ao reequipamento das nossas Forças Armadas e forças de segurança.

Não podemos deixar de lembrar aos portugueses que somos uma nação soberana e independente com quase de 900 anos, e que as Forças Armadas são um pilar essencial da nossa soberania.

Não podemos tolerar estes novos “Miguéis de Vasconcelos” e as suas sistemáticas investidas contra a nossa dignidade. Eles desonram o lugar que ocupam.

Só o PNR está na linha da frente na defesa de Portugal e das suas Forças Armadas, só os nacionalistas renovadores têm as medidas concretas para as Forças Armadas Portuguesas serem dignificadas da forma que tanto merecem. (PNR)

Assim não se aguenta mais!

Antes de ontem, depois do Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, ter falado à nação, os portugueses ficaram com a certeza, de que vão ficar ainda mais pobres e com um futuro mais negro, e que continuaremos a ser uma espécie de protectorado da troika, rumo a um povo de escravos, sem independência nem dignidade. Assim, o PNR, vem mais uma vez opor-se a esta desastrosa política que condena Portugal e os Portugueses, cada vez mais, à total miséria.
Ainda os portugueses, não estavam refeitos de mais um choque, e logo se ouviram os protestos da costumeira “oposição” por parte dos partidos do sistema, sendo quase pornográfico ter que ouvir tais declarações por parte de representantes do PS, PCP e BE, todos eles com mais ou menos responsabilidades na situação a que o país chegou.

Não podemos deixar de lembrar aos Portugueses, que os partidos que estão há diversos anos no arco da governação, já levaram Portugal a receber três intervenções do FMI, devido a situações de falência iminente do Estado Português.

Não podemos deixar de lembrar aos portugueses que todos eles têm saqueado o país ao longo das últimas décadas, servindo-se, em vez de servirem.

Não podemos deixar de lembrara aos portugueses que há uma década alertamos para o crime da entrega da nossa soberania e economia a mãos alheias às da Mãe-Pátria.

Os Portugueses têm que dizer basta ao controlo do país por parte dos partidos com assento parlamentar, pois esses tudo farão para defender os seus interesses, não querendo cortar nas verdadeiras despesas do estado ou não hesitando em propor políticas suicidas que apenas fomentariam um caos semelhante ao do PREC no pós-25 de Abril.

Só o PNR, tem a independência, vontade e coragem necessárias, para atacar, de forma eficaz, os interesses instituídos na política Portuguesa.

Com o PNR, acabariam as verbas e benefícios fiscais para fundações; os privilégios dos políticos e as subvenções partidárias; os contratos de adjudicação directa; as prestações de serviços de outsourcing e de consultoria externa.

Com o PNR, seriam renegociadas e fiscalizadas de forma eficaz todas as PPP.

Com o PNR, haveria um combate sem tréguas ao enriquecimento ilícito e à corrupção.

Com o PNR, seriam reduzidos, em média 30 % dos cargos políticos, tanto a nível nacional como local.

Só o PNR tem ideias e coragem política para empreender o rumo de verdadeiro Estado Nacional e Social, que garanta um futuro seguro para Portugal e para os Portugueses. (PNR)

terça-feira, 28 de agosto de 2012

METRO MONDEGO

Ontem, Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo levaram mais um murro no estômago e desta feita com a ajuda de gente que devia lutar pela região e deixar de lado a subserviência partidária. Com efeito, as aspirações dos presidentes dos municípios de Miranda do Corvo (PSD) e Lousã (PS) no sentido de se conferir prioridade à irreversibilidade da ferrovia no SMM - Sistema de Mobilidade do Mondego (Metro) - foram «chumbadas» pelo coordenador de um grupo de trabalho incumbido de proceder à reprogramação do projecto. O coordenador, Carlos Encarnação (anterior presidente de Câmara Municipal de Coimbra - CMC), teve a votar com ele os representantes da CP e Refer, pequenas accionistas da sociedade Metro Mondego (MM), bem como os representantes da Ferbritas e Ferconsult. Os líderes dos municípios lousanense e mirandense, Luís Antunes e Fátima Ramos, respectivamente, votaram contra o relatório produzido pelo referido grupo de trabalho; o actual presidente da CMC, João Paulo Barbosa de Melo, aprovou as conclusões, embora se tenha abstido numa votação (parcelar) atinente ao investimento, a curto prazo, de 15 milhões de euros provenientes do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Encarnação levou assim por diante o seu propósito de atribuir prioridade à construção, em Ceira, do Parque de Máquinas e Oficinas (PMO) e à realização de trabalhos na ponte da Portela. De uma comissão feita por encomenda, não podíamos esperar outra coisa que não fossem manobras para adiar a obra. Sempre defendemos que, neste particular, em primeiro lugar estavam as obras para recolocar os carris no Ramal da Lousã e depois a conclusão de todo o projecto do MM. Entendeu a comissão começar as obras pelo telhado, para melhor servir os interesses de um governo que não aposta na ferrovia. Não podemos concordar com esta afronta e com a traição de Calos Encarnação e da Câmara Municipal de Coimbra. Apelamos assim para que todos os nacionalistas, bem como o povo das zonas servidas pelo Ramal, marquem presença na terça-feira dia 4, às 21h, no Centro Social Comunitário de Miranda do Corvo, onde se realiza uma reunião do Movimento Cívico Lousã Miranda para analisar as deliberações da comissão presidida por Carlos Encarnação e definir acções futuras do Movimento.

domingo, 19 de agosto de 2012

Do Presidente do PNR aos Nacionalistas | Agosto de 2012

Podem existir verdadeiros laços de amizade entre pessoas que lutam na mesma trincheira? Claro que sim! Mas estes não podem ser a medida dessa ligação nem ser confundidos os âmbitos das suas realidades que são totalmente distintas!

As amizades escolhem-se e forjam-se na esfera particular e individual de cada pessoa, mas os camaradas de luta não se escolhem! Assim como não se escolhem os vizinhos ou os colegas de estudo ou emprego, também não se escolhem as pessoas que nos acompanham no combate, seja em que circunstância e posição for.

Como em tudo na vida, temos que hierarquizar objectivos e aplicar os meios necessários à concretização dos mesmos, sabendo colocar as coisas no seu devido lugar. Não se deve, por isso, misturar assuntos de diferentes âmbitos e patamares nos tais objectivos ou nos meios para os alcançar, antes, temos que ter plena consciência da hierarquia e importância de cada coisa e de quais as prioridades.

No caso concreto do combate político, da vida partidária e do activismo militante, como em outras realidades, temos que saber muito bem separar as águas entre as múltiplas facetas desta vivência: temos que compreender que o que nos move é a ideologia e o crescimento do nacionalismo! não se podem confundir os meios com os fins e vice-versa, colocando tudo no mesmo saco e no mesmo grau de importância, já que isso apenas gera promiscuidade e provoca dano.

Torna-se particularmente necessário saber destrinçar entre o combate por um objectivo que todos almejamos e que temos como comum, dos agentes que trabalham por esse mesmo fim se, de facto, aquilo que nos move é o caminho do crescimento e da vitória.

Assim como união e unidade são diferentes, sendo que a primeira, no âmbito da luta política não se deve equacionar, também a amizade e a camaradagem são diferentes, e a primeira não pode nem deve ser o tom natural do activismo militante. Comete um erro grave, todo aquele que, unido por laços mais ou menos comuns a nível ideológico e militante, transfere esse sentimento para o campo da amizade pessoal como que por automatismo. Insisto em que se podem criar amizades, sim! Mas não tem que ser necessariamente assim. E nunca por nunca, uma alteração no campo da amizade pessoal – ou amizade ilusória – pode afectar o combate que afinal é o objectivo no topo da hierarquia e que proporcionou esse relacionamento humano.

A amizade tem um modo próprio de ser alimentada e gerida e tem um ambiente próprio que se circunscreve na esfera do privado e social. Já a camaradagem, circunscrita que está a uma luta política, gere-se por códigos de conduta que se baseiam na solidariedade, disciplina face às regras e respeito pela hierarquia.

Um partido ou movimento não sendo grupos de amigos ou círculos sociais, juntam pessoas muito diversas em torno de uma luta comum que na realidade é o verdadeiro denominador comum e fim supremo. Quem partilha a mesma luta não tem por isso que colocar como condição dar-se bem com todos os demais, já que isso é pura utopia e absurdo. Não fora a luta comum e muitos dos seus agentes, ou mesmo a sua maioria, nunca criaria laços de amizade, já que têm diversos modos de agir, diversas sensibilidades, feitios, vivências e raízes.

Não obstante a diversidade entre os que estão lado a lado no combate, tem que imperar a Camaradagem, ou seja uma forte solidariedade entre todos os que pugnam por um fim partilhado. Esse respeito e Camaradagem tem que nortear sempre a nossa conduta, ainda que as pessoas não nutram especiais simpatias a nível pessoal, já que esse pertence à esfera da amizade.

A postura do militante Nacionalista deve levar a que tenhamos os olhos postos no combate pelo Nacionalismo e por Portugal e que façamos uma gestão adequada, madura e sensata do factor humano que o compõe, ou seja, daqueles que nos acompanham e que não nos cabe escolher. Simpatizemos ou não, tenhamos amizade ou não, temos que ombrear com uma grande diversidade de pessoas! Isso é incontornável, já que o que importa verdadeiramente, no caso concreto, é a luta por uma causa que deve ser una na Camaradagem, diversa na moldura humana, leal na conduta e em total respeito pela causa comum que, afinal, é aquilo que realmente importa!

José Pinto-Coelho 18 de Agosto de 2012

domingo, 5 de agosto de 2012

Apontamento semanal | 3 de Agosto

> PERSEGUIÇÃO POLÍTICA <

> É isto é a tal “liberdade” e “tolerância”? Alemã afastada por supostas ligações à extrema-direita. A remadora Nadja Drygalla, da Alemanha, deixou a aldeia olímpica de Londres, anunciou, esta sexta-feira o comité olímpico daquele país, após o nome do companheiro da atleta ter sido envolvido numa reportagem sobre a extrema-direita. Nadja Drygalla, que fez parte da tripulação germânica de shell de oito que falhou o apuramento para a final, optou por deixar a aldeia olímpica para não provocar mal-estar na comitiva.

Dá para acreditar?! Tantas campanhas sobre “Respect” mas quando se trata de Nacionalismo, até uma relação de namoro justifica a perseguição política.

Uma atleta que, como os demais, vive sobretudo para estes momentos de glória, vê o seu empenho e o sonho, deitados por água-abaixo devido a um ambiente de pura caça política a que não escapa sequer a um relacionamento. Será isto o tão propalado “Respect”?

Já há dias uma atleta grega se viu perseguida na sua liberdade de expressão por ter proferido inconveniências face aos cânones do mundialismo. É a sistemática caça a todos os que, directa ou indirectamente, ousam enfrentar a ordem mundial imposta. Teriam esses senhores do Comité Olímpico a coragem necessária para, ao menos, torcer o nariz à Coreia do Norte, à China ou aos países que fazem as suas atletas correr vestidas da cabeça aos pés?

> JUSTIÇA SOCIAL <

> Alastra a pobreza… O alerta é feito pelo presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza na Europa, Sérgio Aires. “(…) uma parte substancial da população portuguesa, mais de 50% provavelmente, está em situação de risco de pobreza ou em situação de grande vulnerabilidade, devido ao impacto da crise a partir de 2009”.
Sérgio Aires alerta ainda para o facto de a crise, a par das medidas de austeridade, estar a agravar a já difícil situação de crianças e idosos em Portugal: “Se a pobreza infantil e a dos idosos já era um problema bastante grave, actualmente é ainda mais grave”.

> … e alastra o desemprego. Número de inscritos nos centros de emprego em Portugal sobe 25% em Junho em termos homólogos. No final do mês de Junho eram assim 645.995 os desempregados inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional. Por regiões, o número de desempregados inscritos aumentou em todas elas, com destaque para os Açores e Alentejo, mas Lisboa e Vale do Tejo e Norte continuam a ser as regiões com mais inscritos.

> Mas há sempre as excepções… Os assessores dos gabinetes dos ministros que entraram ao serviço a 21 de Junho de 2011 receberam subsídio de férias no mês de Junho. A justificação dada para conceder esta prestação complementar deve-se, segundo o jornal, ao facto de, ao fim de seis meses, estes funcionários já terem adquirido o direito ao subsídio e a suspensão decretada pelo Orçamento do Estado, que entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2012, “não tem efeitos retroactivos”.

> … para as pessoas do arco do poder. Presidente da RTP beneficia de regime de excepção no salário.

Como temos vindo a alertar há anos, as consequências de uma governação à vista e insensível, estão cada vez mais patentes: pobreza, desemprego, falência e um fosso crescente entre ricos e pobres e entre protegidos e desprotegidos.

A teimosia da persistência nos cortes e no atrofiamento económico, e as erradas políticas fiscais e laborais, por um lado, e a falta de um projecto que vise a aposta na produção nacional, por outro, só têm vindo a aumentar o desemprego e as falências. E com estes, a ameaça de pobreza que já aflige cerca de metade da nossa população.

Como se esses sinais não bastassem para nos assemelhar a um país de terceiro mundo, o fosso entre as pessoas encostadas à pobreza e os que estão cada vez mais ricos – muitas vezes beneficiando de economia paralela, favorecimentos e negócios ilícitos – não pára de se acentuar. E não são alheios a este estado de coisas os vergonhosos e sistemáticos regimes de excepção e favorecimentos que afectam sempre as pessoas ligadas à área do poder. É que o exemplo deveria vir de cima…

> CRIMINALIDADE <
> Porque não 50?… Uma jovem interceptada 42 vezes pela PSP nos últimos cinco meses por suspeitas da prática de crimes de furto a turistas em Lisboa ficou em prisão preventiva, informou hoje a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa. De acordo com informação disponibilizada na página da internet da PGDL, a jovem, de nacionalidade estrangeira, está fortemente indiciada pela prática de um crime de furto em transporte público, agravado pelas circunstâncias em que ocorreu e por esta prática constituir o seu modo de vida.

Quarenta e duas vezes apanhada para ser presa? É caso para perguntar porque não chegar a um número mais redondo… Mas afinal o que leva a que uma jovem, que faz do furto o seu modo de vida, possa estar incidir 41 vezes no crime e continuar em liberdade? Será por ser estrangeira? Será o eterno complexo de “xenofobia” e “racismo”? Afinal, ela está cá para fazer o “trabalho” que os portugueses não querem fazer, mostrando mais um benefício da imigração desregrada.

> ECONOMIA <

> EDP sempre a lucrar. «Tivemos uma subida nas renováveis, queda no Brasil e estabilidade na Ibéria. Neste semestre o forte crescimento nas renováveis é anulado pela queda no Brasil», sublinhou o presidente da EDP, António Mexia, em conferência de imprensa de apresentação dos resultados. A EDP fechou o primeiro semestre do ano com lucros de 582 milhões de euros, menos quatro por cento do que no mesmo período do ano passado, revelou a eléctrica em comunicado enviado ao regulador do mercado.

Em apenas seis meses e em cenário de grave crise económica. A pergunta, mais uma vez faz sentido: porque se privatiza uma empresa destas? É que além de dar lucro ao Estado, trata-se ainda de um sector vital, de importância estratégica para a nossa soberania e economia. (PNR)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

José Hermano Saraiva | Morreu um Grande Português

A Comissão Política Nacional do PNR, ao tomar conhecimento da morte do Prof. Dr. José Hermano Saraiva, envia, desde já, sentidas condolências à família enlutada.

Grande Patriota, Historiador e Jurista, o Prof. Dr. José Hermano Saraiva contribuiu de forma inigualável para que os Portugueses conhecessem melhor a História e Geografia do seu país, através da sua extensa obra literária e televisiva, onde se afirmou como comunicador ímpar.

Foi indiscutivelmente um Grande Português, que amava a sua Pátria profundamente, servindo-a ao longo da sua vida, nomeadamente como Ministro da Educação entre 1968 e 1970, altura em que teve que enfrentar a crise académica de 1969.

É dever dos verdadeiros Portugueses, prestarem-lhe homenagem de forma digna, evocando a sua memória, vida e obra perpetuando-as para sempre na mente dos nosso compatriotas. (PNR)

O PNR vem, deste modo, expressar o sentimento de profunda perda para a Nação e evocar a memória do Grande Português José Hermano Saraiva, nascido em Leiria, em 3 de Outubro de 1919 e falecido hoje, dia 20 de Julho de 2012, aos 92 anos, em Palmela.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Apontamento semanal | 19 de Julho

> EFEMÉRIDE < > Dia do Fuzileiro. No passado dia 7 de Julho, assinalou-se na Escola de Fuzileiros, o “Dia do Fuzileiro”, com um programa centrado na “Casa-Mãe” dos Fuzileiros Portugueses. Os Fuzileiros da Armada remontam a 1585, quando se estabeleceram núcleos de adestramento das guarnições das naus da Índia. O Corpo de Fuzileiros actual tem a sua origem na mais antiga Força Militar constituída com carácter permanente em Portugal, sendo datada de 1621 a sua fundação, com a designação de “Terço da Armada da Coroa de Portugal”. O PNR, honrando as nossas Forças Armadas, não pode deixar de endereçar um forte abraço, reconhecido, a todos os Fuzileiros.

> CRIMINALIDADE < > Será que estes “vêm fazer o trabalho que os Portugueses não querem”?… A PSP identificou perto de 500 assaltantes de casas na zona de Lisboa. São elementos oriundos do leste da Europa e recorrem a métodos sofisticados para entrar nas casas.

Os promotores e defensores das políticas irresponsáveis de fronteiras abertas e de imigração descontrolada incluíram no papaguear “politicamente-correctez” essa frase lapidar de que “os imigrantes fazem o trabalho que os Portugueses recusam fazer”. Pois… mas connosco a receita seria outra: reposição das fronteiras, permitindo controlar quem entra; alteração da Lei da Nacionalidade, tendo o Jus Sanguinis como critério único; reversão dos fluxos migratórios; penas de prisão efectivas para todos os casos de flagrante delito; repatriamento de ilegais, de subsídio-dependentes e de marginais. É que o PNR faria o trabalho que os donos do regime não querem fazer…

> O “arrependimento” compensa. Henrique Jales, funcionário da TVI que abusou de uma menor de 13 anos, em Abril do ano passado, foi condenado a cinco anos de pena suspensa, e já não regressou à cadeia onde estava preso há quase um ano. O colectivo de juízes do Tribunal de Santa Maria da Feira acreditou no arrependimento do arguido, de 43 anos, e está convicto de que este irá controlar “os seus instintos”, apesar de admitir que o risco se mantém e que não há certezas de que o pedófilo não volte a abusar. O Ministério Público não sabe se vai recorrer.

Mas afinal que Justiça é este que defende os direitos dos criminosos e não os das vítimas? O colectivo de juízes acredita no arrependimento? Mas isto é alguma brincadeira? Então fica assim a monstruosidade que este animal fez a uma criança, deixando-lhe marcas profundas para sempre? E se matasse alguém e depois se arrependesse, também servia?
Neste particular, faltam-nos as palavras que verbalizem a indignação e revolta que sentimos perante tamanha monstruosidade. O pedófilo violador é um monstro repelente! E que serão os senhores juízes que perdoam tal criatura?
O PNR defende moldura penal máxima para pedófilos e violadores, com cumprimento integral da pena.

> CORRUPÇÃO < > É só amigalhaços… Nas “eleições directas” de 2010 para a direcção do PSD, Pedro Passos Coelho não teve de pagar aluguer pela sede de campanha: a Universidade Lusófona facilitou-lhe um andar na rua Braamcamp, em Lisboa. A sede de Passos Coelho para as eleições do PSD, em 2008, também foi a custo zero e tem algo que ver com a Lusófona. Miguel Relvas, actual Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, foi coordenador da Comissão Política de Passos Coelho nas “eleições directas” em causa.

O “curso” do sr. Relvas, a oferta a Passos Coelho vinda da mesma universidade que ofereceu esse “curso”… tudo isto é promíscuo e tresanda a pouca-vergonha! É este ambiente generalizado de compadrio e favorecimentos que está a dar cabo de Portugal por completo. Depois, os sacrifícios, já se sabe, recaem sobre os mais fracos. Enquanto isso, entre tráfico de influências, favorecimentos e outras imoralidades que tais, anda esta gente, nas últimas décadas, e de forma deliberada, a dar cabo das grandes empresas do Estado e a aproveitar-se de serviços prestados pelo Estado para benefício próprio. Não são coincidências: são evidências!

É por isso, por causa do aproveitamento desta gente sem princípios nem coluna vertebral, que não se acaba de vez com o cancro das PPP e com os subsídios das fundações e associações. É por isso que não se reduz o montante das subvenções aos partidos do arco do poder. É por isso que não acabam com as reformas antecipadas e as subvenções vitalícias a autarcas, deputados, secretários de estado, ministros e presidentes. É por isso que não acabam com os chamados outsourcings/consultorias externas e com as aquisições de ajuste directo. E muito mais!

Não acabam com estas situações porque não querem prejudicar os seus interesses e os dos amigos. Depois dizem que não há dinheiro e colocam a canga dos sacrifícios em cima dos Portugueses.

A crise económica actual tem a sua raiz, sobretudo, na crise de valores. E esta, na fraca gente que nos (des)governa desde Abril de 74.

> SUBSÍDIO-DEPENDÊNCIA < > Alguns beneficiários nunca trabalharam na vida. Ulisses já perdeu a conta há quantos anos recebe o Rendimento Social de Inserção. Com cinco filhos, o homem, de 38 anos, não conhece outra forma de vida. Recebe 700 euros por mês, nunca trabalhou e até já esteve preso. Nos bairros do Porto, são muitos os que partilham a mesma história. Só no Lagarteiro, são mais as famílias a receber RSI do que as casas. Existem 446 habitações, mas quase 500 agregados têm a ajuda do Estado. Isto porque na mesma moradia residem vários beneficiários.

Como se pode sustentar pessoas que fazem do subsídio um modo de vida? São muitos, muitos mesmo, aqueles que ao longo da vida nunca contribuíram com um tostão para a sociedade. A maior parte destes ainda se dedica ao crime e à delinquência, vivendo depois com apoios de todo o estilo e casa paga por quem trabalha honestamente. Isto é uma afronta! O crime pelos vistos compensa em Portugal. Eles é que têm direito a subsídios e a casas sociais, já que os portugueses honestos apenas têm direito a pagar impostos, suportar sacrifícios, sustentar esta gente e ser alvo da sua criminalidade. (PNR)

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Apontamento semanal | 6 de Julho

> Parabéns aos Comandos. Fez na semana passada 50 anos de vida, uma das forças mais emblemáticas das Forças Armadas Portuguesas, com honrosos serviços prestados na Guerra do Ultramar e noutros teatros de operações internacionais. A eles, o nosso reconhecido agradecimento e felicitações pelo meio século de vida. Agradecemos-lhes também, e ao seu Comandante, Jaime Neves, pelo 25 de Novembro, que pôs fim ao PREC.

> ECONOMIA <

> Sobe, sobe, dívida, sobe… O défice orçamental no primeiro trimestre agravou-se para 7,9 por cento do PIB, ficando acima da meta de 4,5 por cento prevista para o final do ano e acima dos 7,5 por cento verificados em igual período de 2011.

E o pior é que isto não tem tendência a melhorar, nem em Portugal, nem na maioria dos países europeus, já que seguem pelo mesmo caminho. As causas disto, bem as conhecemos: anos e anos de desmantelamento dos sectores primários e secundários da economia, dinheiro dos contribuintes mal gasto, balanças comerciais sempre deficitárias… e, claro, como quem gasta demasiado e não produz tem de comprar a crédito, o défice anual vai aumentando. Estes erros cometidos durante décadas não se prendem apenas com a incompetência dos governantes, mas também com uma agenda de um conjunto de forças apostadas na destruição sistemática do Estado, favorecendo interesses privados e mundialistas.

> CORRUPÇÃO <

> BPN… Estado vai assumir dívidas de Duarte Lima e de Vítor Baía ao BPN

> … e mais BPN. Condenados do BPN gerem fundos do Estado.

Indiscutivelmente, o ambiente que se vive é de impunidade para a prática de crimes de colarinho branco, vinda geralmente das águas do poder instalado. Se é caso para dizer que neste Regime (criminoso) o crime de facto compensa, é caso, justamente, para se apoiar também as causas do PNR, que, neste particular, passam pela criação de condições para se organizar e fornecer os meios técnicos e humanos necessários para que seja iniciada uma “Operação Mãos Limpas” de combate à corrupção, tanto a nível do Estado como do sector privado, e responsabilizar criminalmente todos os governantes, administradores e gestores públicos que cometam gestões danosas no exercício das suas funções.

> Negociatas dos submarinos. O contra-almirante Rogério d’Oliveira, ex-consultor técnico do consórcio alemão que venceu o concurso dos submarinos, regularizou junto da Administração Fiscal portuguesa, em 2010, um milhão de euros que recebeu do German Submarin Consortorium (GSC) em 2006 e não declarara ao Fisco. Segundo a justiça alemã, a verba estava depositada no banco suíço UBS e foi paga a título de luvas. O militar garante que recebeu o dinheiro como honorários de 18 anos de trabalho.

Este negócio dos submarinos tresanda a corrupção! Portugal precisa de submarinos, mas comprados ao seu justo valor e não com mil comissões corruptas pelo meio que, enchendo os bolsos de muitos ladrões, faz disparar o custo de tais compras para o país. É caso para dizer: pague quatro e leve dois…

> Os filmes que os tramaram. A Polícia Judiciária filma médicos a receber subornos, escreve o Jornal de Notícias. Os médicos detidos no esquema de burla ao Serviço Nacional de Saúde foram filmados pela PJ a receber dinheiro vivo dos delegados de informação médica. Era contrapartida por receituário fraudulento.

Nem a “Saúde” espapa à doença da corrupção. Os diversos casos de burlas, corrupção e compadrio que afectam as mais diversas áreas da actividade nacional, têm duas coisas em comum: “roubo” ao Estado e, na maior parte dos casos, impunidade e escape às malhas da Justiça.

> JUSTIÇA <

> Alguma Justiça se vai fazendo. O deputado socialista Ricardo Rodrigues, acusado de atentado à liberdade de imprensa por se ter apropriado dos gravadores de dois jornalistas da revista “Sábado”, foi condenado a uma pena de multa de 4.950 euros. A defesa do deputado vai recorrer da sentença.

Resta saber se isto vai resultar em alguma consequência efectiva, ou se, mais uma vez, escapam impunes, aqueles que os partidos “credíveis” apresentam como deputados, líderes parlamentares e outras funções de representação dos portugueses. São uma boa amostragem dos “pulhíticos” que temos.

> DESPORTO <

> Filhos de um deus menor. O campeonato europeu foi a última grande prova internacional de atletismo antes dos Jogos Paralímpicos Londres2012, nos quais Portugal estará representado em cinco modalidades. Nuno Alves e Carlos Ferreira conquistaram as medalhas de prata e bronze na final de 1.500 metros T11 (deficiência visual) nos Europeus de Atletismo para atletas com deficiência, em Stadskanall, na Holanda. Firmino Baptista conquistou a medalha de prata na prova de 100 metros T11.

Já nos Campeonatos Europeus de Atletismo , em Helsínquia, Dulce Félix conquistou a medalha de ouro nos 10.000 metros, Patrícia Mamona foi medalha de prata no triplo salto, e Sara Moreira alcançou o bronze na prova dos 5.000 metros, tendo estado à beira de conseguir a medalha de ouro. Portugal apenas falhou por uma vez a presença nos Europeus de Atletismo, que se disputam desde 1934, e, nas 19 edições em que competiu, conseguiu arrecadar um total de 24 medalhas.

Canoagem: Portugal termina Europeu com dois bronzes e cinco finais.

Estas são apenas algumas notícias dos últimos dias, de medalhados de Atletismo, Atletismo Adaptado e Canoagem. Estes não têm direito a programas especiais de televisão, a reportagens em directo, a primeiros títulos em noticiários ou jornais. Também não têm multidões a recebê-los no aeroporto, nem recepções oficiais. Mas o PNR não se esquece estes Heróis que, com tantas dificuldades, trazem medalhas e honra para Portugal! Orgulhamo-nos deles! Muito obrigado pelo vosso esforço!

> ERÁRIO PÚBLICO <

> Irresponsabilidade. Parque Escolar sem dinheiro para pagar dívidas de 98 milhões. A administração da Parque Escolar, que tomou posse em Março, depara-se com uma situação de tesouraria incapaz de liquidar facturas no prazo previsto, de 60 dias, nomeadamente aos empreiteiros, que estão a enfrentar «sérias dificuldades».

O grande festim socialista, fanfarrão e irresponsável traz inevitavelmente estes frutos amargos e dramáticos para muitos.

> Crime. O Governo português pagou mais de 2,3 milhões de euros em dívida às autoridades da Extremadura espanhola relativos aos partos e assistência hospitalar a grávidas do Alentejo no Hospital de Badajoz.

Enquanto os sucessivos governos têm abandonado o interior de Portugal, condenando-o à desertificação, continuam a alimentar de mão beijada a vitalidade económica dos vizinhos espanhóis. Chama-se a isto tirar o pão da boca dos filhos para o dar aos outros. Ainda por cima praticam este crime com o dinheiro dos nossos impostos. Melhor seria se investissem esse dinheiro num serviço de maternidade na zona raiano do lado de cá da fronteira (há hospitais com capacidade para isso que têm vindo a perder valências) e que, em vez de oferecerem aos “nuestros hermanos” contratos vantajosos para eles, lhes exigissem a devolução de Olivença, que nos roubaram aquando das invasões napoleónicas.

> Assassínio. Inspecção da Saúde defende taxas para aborto. A taxa serviria, segundo a IGAS, para a IVG não ser vista como um método anticoncepcional, mas sim como um recurso para resolução de uma situação pontual.

Basta de anormalidades! Houvesse coragem, como só o PNR teria, a actual lei da IVG seria revogada. Mas estes cínicos preferem colocar uma taxinha para inglês ver.(PNR)

sábado, 30 de junho de 2012

Apontamento semanal do PNR | 26 de Junho

> ECONOMIA < > Quem se mete com Bruxelas, leva! A Comissão Europeia vai reaver 54,3 milhões de euros de despesas da política agrícola comum indevidamente gastos pelos Estados-Membros, com Portugal a ter que devolver 1,4 milhões de euros. No caso português, os 1,4 milhões de euros que terão de ser devolvidos dizem respeito a diversas correcções de erros descobertos nas contas referentes a 2008.

Apenas mais uma parcela da factura da era Sócrates. Multiplique-se isto pelos inúmeros abusos, erros e pilhagens do seu governo, e de todos os anteriores, não esquecendo os de Cavaco Silva, – que foi um dos maiores responsáveis pelo buraco em que estamos! – e o resultado desta soma de parcelas é a dívida colossal que hoje temos. Um denominador comum a todos esses governos: falta de sentido nacional e excesso de interesse pessoal.

> Olhem que “espanto”!… As receitas fiscais caíram 3,5% até Maio e ficam bastante aquém da meta do Governo. O défice do Estado aumentou 35% nos cinco primeiros meses do ano. (…) Aquela que pode ser a evolução mais preocupante, para a qual o ministro das Finanças advertiu ainda antes de serem conhecidos os dados da DGO, vem do lado dos impostos directos, em particular do IRC. (…) Para esta subida, o Governo destaca o aumento da despesa com o pagamento de juros e outros encargos (…) Parte do aumento vem do pagamento de juros dos fundos emprestados a Portugal pela União Europeia e o FMI no quadro do empréstimo total de 78 mil milhões de euros acordado mediante a assinatura do Memorando de Entendimento com a Troika. (…) A recessão e o desemprego estão também a atingir as contas da Segurança Social. A receita proveniente das contribuições e quotizações caiu 3,1% até Maio, ao passo que a despesa efectiva disparou 6%, aproximando-se dos 6300 milhões de euros. Para este aumento da despesa contribuiu, sobretudo, a subida dos encargos com as prestações sociais em 5,1%. É o caso, por exemplo, dos pagamentos de subsídios de desemprego, que cresceram 23% nos primeiros cinco meses do ano.

De facto, pelos vistos só os partidos que assinaram o acordo da troika não tiveram a inteligência para ver que com esta política económica, iam levar Portugal ao colapso. Não se sabe o que esta gente aprendeu nas universidades, mas nem é preciso ser-se economista ou fiscalista para ver que o caminho traçado está completamente errado. Basta enunciar apenas alguns aspectos que parecem por demais óbvios e para os quais o PNR tem chamado a atenção:

- Como foi possível, desde 1974, constantes governos terem autorizado orçamentos e balanças comerciais deficitárias? Desde a maldita data, todos os orçamentos foram de défice. Em linguagem de iletrado, quer dizer que Portugal ano após ano, tem vivido com dinheiro emprestado, e com isso aumenta todos anos a nossa dívida.

- Como foi possível, num cenário de fronteiras abertas da EU, os governantes portugueses terem colocado, por exemplo, a taxa de IVA mais elevada do que a Espanhola? Sem falar na política fiscal portuguesa, que impõe impostos muito mais altos do que os outros países europeus. Como se pode depois falar em concorrência ou competitividade?

- Como foi possível, desde o 25 de Abril, os sucessivos governos terem feito tudo para destruir o sector primário e secundário da economia? Um país só é viável se tiver uma balança comercial equilibrada, e para isso é necessário produzir e ser eficiente a nível energético para reduzir a sua dependência externa neste campo.

> IMIGRAÇÃO INVASORA < > Revoltante! Cerca de 50 moradores desse antro de criminalidade que é o Bairro de Santa Filomena, por estarem contra o processo de demolição de barracas e realojamento, invadiram as instalações da Câmara da Amadora, obrigando à intervenção da PSP, que não efectuou detenções. Tendo-se concentrado junto às instalações da autarquia duas horas antes, essa meia centena de um total de cerca de 200 manifestantes acabou por invadir o edifício.

Quando terá um ponto final esta pouca-vergonha? Quer dizer: a grande maioria dos portugueses tem que pagar as suas casas próprias ou arrendadas, tem que se esfolar a trabalhar para pagar todos os impostos directos e indirectos e depois estes estrangeiros, invasores e subsídio-dependentes ainda reclamam e provocam desacatos? Rua com esta gente!

O PNR não hesitaria: os fluxos migratórios seriam revertidos! Expulsão para ilegais, subsídio-dependentes e marginais; e também para os que não respeitassem a ordem pública! Só cá ficariam – e bem! – aqueles que querem de facto trabalhar, integrar-se e respeitar o país que os acolhe.

> Ainda mais revoltante! BE condenou actuação «violenta» da PSP durante concentração de moradores de Santa Filomena.

Os primeiros e maiores culpados pela perda de Identidade e pela criminalidade, são sobretudo os de dentro que, além de permitirem esta invasão, ainda a instigam. São esses mesmos que estão sempre contra as forças da ordem – excepto se um dia lhes tocar uma aflição, gritando, aí sim, logo pela polícia… – e não descansam enquanto não promovem todo o tipo de anormalidades e aberrações. Para eles, bom mesmo, é tirar tudo aos portugueses e dar aos imigrantes e aos okupas piolhosos.

> ERÁRIO PÚBLICO < > Roubo: o crime compensa… O Tribunal de Contas diz que o governo dos Açores gastou 27 400 euros numa viagem da mulher de Carlos César ao Canadá. E diz mais: que o negócio foi adjudicado de forma directa.

Cremos que chegou ao fim da linha a nossa capacidade de comentar ou qualificar este quotidiano de literal pilhagem ao erário público: sem vergonha, despudorado, sem princípios…

A culpa directa é destes verdadeiros crápulas sem princípios que povoam a classe política, fazendo da corrupção um dos piores, senão o pior, mal de todos. Um verdadeiro desastre nacional. A culpa indirecta é da maioria dos portugueses, que continuam a votar nos 5 partidos do costume, ou no “partido” da abstenção (que inclui o voto branco e nulo para o efeito). Queixam-se muito dos sacrifícios e das situações dramáticas porque milhões estão a passar, mas são literalmente roubados de todas as maneiras e feitios e, no fundo… gostam!

Connosco, todos – mas todos! – estes “pulhíticos” seriam julgados, condenados, presos e obrigados a devolver o que roubaram. É que nesta república das bananas onde a Justiça não funciona – sendo, também ela, corrupta – o Presidente da Região Autónoma dos Açores, Carlos César, pode dar-se ao luxo de comentar que esse gasto não afecta o orçamento… Claro que, com esse sentimento de impunidade, vai continuar animadamente a roubar – isso mesmo: roubar! Pois nada lhe sucede e os votos continuarão a cair nas urnas, para o seu lado ou de outro semelhante. (PNR)

quinta-feira, 21 de junho de 2012

PARE ESCUTE E OLHE

A rede ferroviária nacional começou a ser construída e planeada ainda no tempo da Monarquia. Quem deu inicio ao projecto e quem o foi continuando merece o nosso aplauso e gratidão. O transporte ferroviário é o transporte do futuro, mais cómodo, mais seguro, menos poluente quando electrificado, mais barato e menos dependente da importação petrolífera, para além de requerer menos ocupação de terreno. São só vantagens e praticamente nenhuma desvantagem quando completado com terminais rodoviários. Foi preciso vir o 25 de Abril e os partidos do alterne para este transporte começar a ser posto em causa. Não foi por incompetência, não acreditem nisso. Esta gente que nos desgoverna tem traçado um plano altamente competente. Primeiro, começaram por nomear para as administrações da REFER e CP gente com ligações ao sector privado dos transportes. Depois, foi deixar no mais completo desleixo linhas e ramais, tornando as viagens morosas e perigosas, e modificar os horários de forma a não servirem as populações. Também arquitectaram e puseram em prática o plano que levou a que, num curto espaço de tempo, as linhas ou passaram a ser perigosas ou a dar prejuízo. Por outro lado, quer por bairrismos bacocos ou por popularismo, defende-se o TGV ou a construção de uma linha férrea a ligar o Porto de Aveiro a Espanha. A ordem é pobre, os frades é que são ricos. Já existe uma linha férrea que nos liga a Espanha, que nos liga a França e logo a toda a Europa. A linha da Beira Alta, com ligação à linha do Norte e também ao porto da Figueira da Foz (este troço está encerrado para obras que tardam ou nunca virão). Com muito menos, custos é possível melhorar a eficácia de linha e ter assim uma forma de transportar produtos de e para toda a Europa. O entroncamento da linha da Beira Alta com a linha do Norte fica na Pampilhosa, concelho da Mealhada, distrito de Aveiro, local privilegiado porque dista cerca de 10 Kms da A1 e onde é possível, com baixos custos, construir um terminal rodo-ferroviário, recorrendo aos terrenos das extintas fábricas existentes no perímetro da estação. As soluções estão à vista, e são passiveis de ser concretizadas, visto ser um projecto estruturante e estruturador para o país. São igualmente fáceis de entender quando não se está preso a lóbis e a clientelas partidárias. Para os nacionalistas e o seu partido estas questões são claras: apostamos seriamente no transporte ferroviário, porque é um transporte eficaz, com futuro, mas limpo, mais seguro e mais barato.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

sábado, 12 de maio de 2012

CAMINHADA PELA VIDA

Camaradas nacionalistas vamos todos participar nesta caminhada. José Pinto-Coelho vai estar presente vamos juntar-nos ao nosso Presidente.

sábado, 14 de abril de 2012

Dia 1º de Maio | PNR em Setúbal



O PNR escolheu a cidade de Setúbal para celebrar este ano o 1º de Maio, data esta, que não pode nem deve ser sectária, mas antes Nacional, já que abrange e potencia quer o factor capital, quer o factor trabalho, indissociáveis por natureza.

Os Nacionalistas não fazendo distinções entre os diversos agentes do trabalho e da produção nacional – todos eles imprescindíveis – valorizam ambos como um todo e repudiam a luta de classes, que fragiliza a sociedade e enfraquece a Nação.

Por isso celebramos nesta data o “Dia do Trabalho Nacional” – bem tão escasso nestes tempos – e com ele a justiça social, já que são prioridades nacionalistas.

Assim, pelas 16:00 horas, em Setúbal, com concentração na Av. Luísa Todi, em frente à “Clínica Moderna”, realiza-se um desfile comemorativo do “Dia do Trabalho Nacional”, terminando com breves palavras alusivas à celebração por parte do dirigente do PNR-Setúbal e do Presidente do PNR.

Contamos com a presença de todos aqueles que, repudiando as políticas de destruição nacional que se têm vindo a praticar, esperam na solução Nacionalista para Portugal e desejam ver um PNR mais forte.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

12º Aniversário do Partido Nacional Renovador

sábado, 31 de março de 2012

Apontamento Semanal do PNR - 30 de Março de 2012

> RECURSOS NATURAIS E ENERGIAS <

> Privados assumem interesse na Águas de Portugal. A empresa detida pela Mota-Engil, Soares da Costa e Hidrante “está atenta a todas as oportunidades que surgirem nos sectores da água e do saneamento” e “será seguramente candidata às concessões que as Águas de Portugal venham a concursar”, (…) O mesmo acontece com a Aqualia, do grupo de construção espanhol FCC, que está presente no Fundão, em Abrantes, Campo Maior, Elvas e Cartaxo.

Nada de novo, nesta pretensão dos Governantes, já que estes não vêem nada que não seja Troika, mundialismo ou liberalismo económico.

O buraco financeiro neste sector, tal como em tantos outros, deve-se ao facto de termos o país a saque e à mercê da corrupção e falta de escrúpulos dos que estão por cima, e não pelo simples facto de se tratar de uma empresa estatal.

Tal como sempre defendemos, é inconcebível que os recursos naturais do país não estejam na mão do Estado. Não há que confundir a esfera de gestão deste sector, com a sua má gestão, tanto mais, que se fosse fatalmente uma fonte de prejuízos, não se veria nenhuma empresada privada interessada nas Águas de Portugal…

Quando este sector vital para a nossa soberania e bem-estar dos portugueses for entregue em mãos privadas ou estrangeiras, é óbvio que a gula do lucro vai falar mais alto e os portugueses todos serão prejudicados, a soberania fragilizada e então veremos o que é consumir-se água a preço de vinho…

E depois de se privatizarem as Águas? Serão as praias? As ruas? O ar?… É que nunca se sabe…

> Sobe, sobe, electricidade, sobe… O preço da electricidade vai subir a cada três meses a partir de Julho, segundo as novas regras de liberalização do mercado da electricidade impostas pela Troika. Além da subida de preço não haverá limite máximo para o valor das tarifas de transição cobradas aos consumidores.

Isto é o que acontece quando se entregam sectores estratégicos a grupos privados que só tem como objectivo o máximo lucro possível. Não deixa de ser revoltante que além de terem vendido a EDP aos chineses, os Governantes ainda lhes tenham dado de bandeja os lucros do ano passado. E o pior estará para vir e os portugueses vão sentir na pele o erro crasso de votarem em traidores à Pátria. Mas quando vão abrir os olhos?!

> Dependência crescente no sector das pescas. Portugal é dos países da União Europeia mais dependentes de capturas não comunitárias, necessitando de importações para fornecer três quartos do seu consumo de peixe. Parte do consumo em Portugal centra-se numa espécie, o bacalhau, que deixou de ser capturada pela frota portuguesa, mas outras espécies, como o atum, também contribuem para as quantidades importadas.

Como se compreende que se tenha chegado a este ponto? Será mais umas das “vantagens” da famigerada União Europeia? Afinal, obrigados que fomos a abater a nossa frota pesqueira, a troco de esmolas para betão e alcatrão, e detentores que somos da maior ZEE, será concebível que tenhamos que importar três quartos do que consumimos anualmente em pescado?

É justamente o sector do Mar que deveria constituir uma das maiores prioridades nacionais, como objectivo estratégico em prol da nossa autonomia, soberania e economia. Ao contrário do Governo que fala no Mar e nada faz, para o PNR, esta seria uma das nossas grandes causas: pescas, portos, indústria naval, turismo, energia, investigação, arqueologia marítima…

> SEGURANÇA <

> Polícia enxovalhada. Segundo testemunhas no local, os confrontos começaram quando manifestantes arremessaram objectos contra elementos da PSP junto à esplanada do café Brasileira, no Chiado. Na esplanada, foram derrubadas cadeiras, mesas, chapéus-de-sol, e os clientes que se ali se encontravam tiveram que fugir rapidamente para não serem atingidos por objectos e pedras da calçada.

É a vergonha do costume, em que a comunicação social e alguns partidos culpam a Polícia, quando esta apenas cumpre aquilo que é a sua função: defender a segurança pública, e o património.

Mais uma vez acaba por recair sobre as forças da ordem o estigma de “violência policial” quando na verdade os energúmenos de extrema-esquerda, useiros e vezeiros em desacatos, distúrbios e agressão às forças da autoridade, é que foram os verdadeiros culpados das cenas de violência, das quais resultaram alguns agentes feridos.

Além de que os Polícias são Portugueses, trabalhadores, como tantos outros, devem ser merecedores de respeito, autoridade e apoio. Esta é e será sempre a postura do PNR.

> JUSTIÇA SOCIAL <

> Vergonha! Os emigrantes portugueses na Europa vão passar a pagar ao Estado português 120 euros anuais por cada filho que frequente aulas de língua materna nos países de acolhimento. Estas aulas, que até agora eram gratuitas, são asseguradas pela rede oficial de ensino de português no estrangeiro, sendo os professores contratados e pagos pelo Estado português. A Constituição estabelece que incumbe ao Estado assegurar o ensino da língua portuguesa aos filhos dos emigrantes.

Além do Primeiro-Ministro apontar a porta da saída aos Portugueses, convidando-os a emigrar e demitindo-se de lhes criar condições para cá ficarem, a sanha de ir ao bolso a toda a gente faz com que se despreze a própria identidade junto dos filhos da diáspora. Contrariamente, oferecem esse mesmo ensino, gratuito, que pesa nos nossos bolsos, a uma imigração invasora que nada faz por se integrar.

> Crise para os nossos, mãos largas para os outros. Um avião «Hercules C-130» da Força Aérea Portuguesa levou para Bissau 14 toneladas de material para as eleições presidenciais do passado dia 18 Março. “Os encargos financeiros de Portugal com a produção e transporte do material de apoio às eleições presidenciais orçam em cerca de 350.000 euros”, acrescentou a embaixada portuguesa.

Palavras para quê? Exemplos como este são inúmeros: ajudas externas, dívidas perdoadas, apoios financeiros a quem não merece, dinheiros mal gastos… E para os Portugueses: fazer sacrifícios! E é se querem, senão: emigrem…!

sexta-feira, 23 de março de 2012

12.ª edição da Feira do Bolo de Ançã

No próximo domingo, dia 25, realiza-se a 12.ª edição da Feira do Bolo de Ançã, nesta vila história do concelho de Cantanhede, uma oportunidade para os visitantes apreciarem este doce genuíno, de fabrico artesanal e cuja receita com ingredientes naturais é mantida ao longo de gerações

quarta-feira, 7 de março de 2012

Do Presidente aos Nacionalistas | Março de 2012

Há certas dificuldades reais na vida dos partidos políticos pequenos que consomem demasiadas energias e tempo, mas que passam totalmente despercebidas ao comum dos portugueses, nomeadamente àqueles que os apoiam e neles depositam as suas esperanças. São as questões financeiras e burocráticas, terrivelmente desgastantes e sem qualquer tipo de visibilidade, mas essenciais para a própria existência de um partido político.

Estabelecendo um paralelo com a situação do país, que exige sacrifícios aos mais desfavorecidos, esmagando-os sem dó nem piedade, também os partidos sem recursos são os mais esmagados pelos tentáculos do regime.

Em Portugal, fruto da mentalidade socialista e marxista que se impôs há décadas, o igualitarismo impera por todo o lado. E nada mais injusto e insensível que o igualitarismo, pois trata tudo e todos de igual modo, sem atender às diferentes naturezas entre pessoas, instituições, circunstâncias, etc.

Desse modo, é bom que se tenha clara consciência da realidade: os partidos do arco do poder, ou com mais de 50.000 votos, recebem subvenção estatal, ou seja, cada pessoa que neles vota, está a aumentar o apoio bem chorudo que o referido partido recebe anualmente dos impostos de todos nós.

Fora esses, todos os cerca de 10 partidos políticos, considerados menores, não recebem apoio algum: zero! É um critério. Justo ou não, isso nem está em causa. Aquilo que é profundamente injusto é que haja esta distinção “pelo lado do dar” aos partidos por parte do Estado, mas depois sejam tratados de igual forma “pelo lado do receber”, na hora de lhes cobrar coimas.

Assim, é bom de ver, que todos os partidos em Portugal, sem excepção, são alvo de coimas sobre as suas contas anuais e sobre as contas das campanhas eleitorais. Basta uma simples consulta aos Acórdãos do Tribunal Constitucional – entidade que tutela os partidos – para se verificar tal realidade. Mas afinal, será que todos os partidos falham sempre em todas essas situações? Ou será que a lei é cega, cheia de interpretações arbitrárias, impossível de cumprir e o crivo do Tribunal Constitucional, implacável?

A teia burocrática da apresentação de contas de um partido é tão absurda que poderia dizer-se ser semelhante à de uma empresa cotada em bolsa… Mas se os tais partidos do arco do poder, com funcionários, contabilistas, juristas e outros técnicos ao serviço da sua máquina, podem dar resposta eficaz – conceda-se -, a essas exigências absurdas, ainda se poderá compreender. Já os outros partidos, sem a tal máquina, não podem de modo algum responder a tais solicitações. Isso é tão grotesco como exigir-se a uma criança do 1º Ciclo que resolva testes de Secundário e depois ela seja avaliada nessa base… Um absurdo!

Ainda mais gritante que tudo isso, já de si revelador de tratamento injusto, é o facto de os partidos não subvencionados estarem sujeitos a pagar coimas sem receberem qualquer tipo de subvenção! Então estes existem apenas para pagar? Aos que recebem dinheiro do erário público, é justo que se apliquem – caso haja motivos para tal e caso a lei seja susceptível de cumprimento – mas, cobrar a quem nada recebe? Isso é gritante! Além do mais, a bitola da aplicação de coimas é igual para os partidos ricos e subvencionados e para aqueles que vivem exclusivamente das quotas de militantes, como é o caso do PNR. E estas, muitas das vezes, ultrapassam largamente o próprio orçamento anual dos pequenos e pobres partidos. É simplesmente surrealista e revoltante!

Para fazer face à lei injusta, em 2009, criou-se uma plataforma de todos os partidos extra-parlamentares para reclamar a sua alteração. Esta proposta de alteração à Lei do Financiamento dos Partidos Políticos foi recebida e acolhida pelos grupos parlamentares do PS e PSD. Acabou por ser aprovada na Assembleia da República uma nova Lei, cujo documento, não sendo ainda totalmente justo e adequado, melhorava substancialmente a situação dos partidos não subvencionados, contemplando entre outras coisas, uma apresentação anual de contas muito aligeirada para aqueles com orçamento anual inferior a 30.000 Euros, e reduzindo substancialmente as coimas aplicadas, a uma escala mais sensata. Não era a Lei ideal, mas era bem melhor.

Com este novo diploma, aliviava-se de modo claro o sufoco daqueles que vivem por “amor à camisola”. Mas ao chegar às mãos do Presidente da República – este mesmo que não teve coragem de vetar certas leis corrosivas para a sociedade – esta esbarrou nas dúvidas daquele que afirmou nunca as ter, e viu o carimbo do veto ser-lhe aposto. Entretanto, nesse ano de 2009, meteram-se sucessivamente três actos eleitorais, e a alteração a essa lei acabou por morrer.

Voltámos então à estaca zero da existência heróica dos partidos que pagam para existir. E o PNR, ao contrário de apenas vegetar, existe de facto, activamente e em permanente campanha, pelejando assim, heroicamente, contra todas as dificuldades que lhe são impostas quotidianamente.

Mas para piorar a situação já de si insustentável, este Regime, que nos impõe os sacrifícios ditados pela Troika usurária, para pagar altos juros e para manter os privilégios dos poderosos, não tem hesitado em ir a todos os bolsos: das famílias, das empresas, dos reformados, dos jovens e agora também daqueles que, gratuitamente, por generosidade e espírito de sacrifício, se entregam à intervenção política. Por isso, não contentes em extorquirem aos partidos o couro e o cabelo, indevidamente, agora, cumulativamente, estão a ir aos bolsos dos dirigentes, com coimas de milhares de Euros. E, desse modo, as penhoras já nos bateram à porta! Simplesmente revoltante!

Afinal, não é verdade que se reclama a participação política, a intervenção e a iniciativa? Será então aceitável que depois se penalize justamente aqueles que estão dispostos a dar a cara, a desinstalarem-se e abdicarem da sua legítima privacidade e comodidade? Será normal que tratem um dirigente de um Partido que não recebe um tostão do erário público como se fosse um ladrão ou um delinquente? Mas pagar porquê?

Pessoalmente, não estive nas negociatas do BPN, do Freeport, dos Sobreiros ou dos Submarinos, nem participei em qualquer forma de corrupção ou crime de colarinho branco! Esses actos, bem o sabemos quem os pratica, e que são justamente os que ficam impunes e continuam alegremente a sugar a Nação até ao tutano!

É indigno que se inviabilizem partidos políticos por via de um garrote financeiro profundamente injusto!

É indigno que se entre na casa de quem os dirige para nomear bens a serem penhorados – leia-se: escandalosamente roubados! -, pelo “crime” de quererem intervir politicamente na sociedade! É indigno e revoltante!

Estes senhores do Regime perdoam dívidas incomensuráveis a clubes de futebol e sustentam luxos e caprichos da classe política instalada, com a mesma frieza que roubam os bens dos dirigentes políticos de pequenos partidos e exigem coimas inacreditáveis a esses mesmos partidos: apenas por existirem!

Tenham vergonha!

José Pinto-Coelho 6 de Março de 2012

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Caravana Nacionalista


Mais uma vez vamos percorrer alguns concelhos do Distrito, numa acção panfletária.

Dia 25 de Março

Saída de Cantanhede pelas 09.30

Ponto de Encontro em Coimbra pelas 10.00 junto ao Mercado Municipal.

Informações:
E-mal PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Coimbra: Comerciantes da Baixa enfrentam a mais grave crise das últimas décadas


Os comerciantes da Baixa de Coimbra enfrentam a mais grave crise das últimas décadas, com quebra de vendas e encerramentos que acentuam a desertificação do centro histórico.

Para o PNR, a cidade é um espaço urbano onde deve coexistir a tradição e a modernidade; um espaço de convivência humana, sã e harmoniosa; um espaço onde confluem funções sociais, económicas e culturais. O comércio tradicional desempenha uma importante função dentro do espaço urbano pois, além de o humanizar, potencia a dinamização social, económica e cultural. O comércio tradicional é, pois, um elemento fundamental para o equilíbrio do espaço urbano, e, como tal, deve ser preservado.

As causas da crise que afecta o comércio tradicional

As causas que trouxeram a crise a este sector têm essencialmente a ver com a proliferação desregrada de grandes superfícies comerciais, fruto de lóbis financeiros poderosíssimos em coligação com os partidos do sistema (mais interessados no lucro e na expropriação do que no bem-estar dos cidadãos, dos pequenos comerciantes, e da sustentabilidade das nossas cidades).

Há ainda um outro problema nada despiciendo. Ao contrário dos restantes partidos políticos (que preferem fechar os olhos aos problemas reais), o PNR conhece bem as dificuldades que a invasão chinesa tem vindo a acrescentar aos já mais do que muitos problemas com que os comerciantes portugueses se defrontam diariamente: as lojas chinesas oferecem uma concorrência feroz e desleal! Recordamos que a China produz com recurso à exploração miserável dos seus trabalhadores, sujeitando-os a 14 e mais horas diárias de trabalho, em condições sub-humanas e com salários extremamente baixos; os estabelecimentos chineses vendem produtos de fraca qualidade e não oferecem quaisquer garantias aos consumidores. Por isso, conseguem vender a preços tão reduzidos. E, claro está, em tempo de crise os portugueses não têm muitas alternativas, sendo levados a optar pela baixa qualidade, a baixos preços.

Infelizmente, também os nossos industriais se têm visto aflitos para manter as fábricas em funcionamento, visto que não podem competir com a invasão chinesa. Entretanto, sucedem-se as falências e o desemprego.

Que fazem, então, os nossos (des)governantes? Rigorosamente nada! Pelo contrário, o PNR não tolera esta concorrência desleal que está a destruir o tecido económico português, pelo que exige que se tomem medidas correctivas de mercado que eliminem os privilégios escandalosos que os chineses encontram no nosso país.

Objectivos e propostas

O PNR, como Partido Nacionalista que é, e preocupado que está com todos os aspectos da vida da Nação, considera que lutar pela preservação do comércio tradicional é algo que se impõe! Impele-nos o receio de ver o comércio tradicional definitivamente esmagado pelas grandes superfícies comerciais e pela especulação imobiliária inerente (controlada por predadores de riqueza poderosos e sem escrúpulos); de ver o centro das nossas cidades transformados em desertos, onde só habitam o crime e a marginalidade; de herdar cidades profusamente edificadas por vetustos e devolutos, mas destituídas do seu importante carácter humano, social e cultural.

No concreto, o PNR propõe:

- fiscalização dos estabelecimentos estrangeiros e encerramento daqueles em que se prove haver irregularidades;

- taxas aduaneiras aos produtos provenientes da Ásia;

- baixa do IRC;

- melhoria das condições do centro da cidade, tornando-o mais acessível e apelativo (mais limpo, mais verde e com mais animação cultural);

- erradicação da criminalidade que tem alastrado no centro da cidade;

- fim à proliferação das grandes superfícies comerciais e sujeição às já existentes a um agravamento de impostos;

- controlo eficaz da especulação imobiliária;

- repovoamento do centro histórico da cidade.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

As janeiras pariram um rato laranja

Deslocaram-se ontem a Lisboa cerca de mil pessoas para cantar as janeiras aos nossos desgovernantes e assim colocar na ordem do dia o Ramal da Lousã, lembrando ao 1º
Ministro as suas promessas eleitorais.
Voltaram com mais promessas e, sobretudo, com o saco cheio de demagogia. O Ministro da Economia apanhou um banho de multidão, transformou um protesto num apoio ao governo, manifestou a sua paixão pelo interior (sabemos bem quanto nos custam estas “paixões) e, a coberto da crise, prometeu estudar o problema e pouco mais.
Alguns orquestradores laranjinhas vieram eufóricos de Lisboa… É estranho como uma mão cheia de nada, qual Milagre das Rosas, se transforma em obras de Santa Engrácia.
Nós sempre defendemos outro tipo de acções que pusessem em sentido este governo, como puseram em sentido o anterior. Por alguma razão este ramal é o único que não tem morte anunciada. O sistema sente que o povo está mobilizado e teme essa força que o pode pôr em causa. Como não pretende fazer as obras, vai apostar nas promessas nos adiamentos nas desculpas esfarrapadas para nos vencer pelo cansaço.
Os nacionalistas fizeram sua esta causa e estarão atentos, aos prazos prometidos pelo ministro e a possíveis manobras desmobilizadoras perpetradas pelo sistema.
Nós não vamos deixar que o Ramal da Lousã caia no esquecimento. Em Abril, o Governo voltará a reunir com os autarcas para informar das alterações e recalendarizar a concretização.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Manifestação em defesa do Ramal Pampilhosa Figueira da Foz


A CP – Caminhos de Ferro Portugueses anunciou que, a partir de dia 1 de Janeiro de 2012, deixará de garantir os transportes rodoviários alternativos no Ramal da Figueira da Foz, que mantinha desde que aquela linha, que liga a Figueira à Pampilhosa, foi desactivada para a realização de obras. O ramal, que passa também pelos concelhos de Cantanhede e Montemor-o-Velho, foi desactivado, tendo em vista uma empreitada de beneficiação. Foram também retirados os carris, com a justificação de que assim se evitariam furtos, mas, no recente Plano Estratégico para o sector dos transportes ficou confirmada a decisão de suspensão do processo de reactivação.
Como forma de protesto está foi agendada uma manifestação no dia 14 de Janeiro pelas 15.00h em Cantanhede. A manifestação que terá inicio junto à CM de Cantanhede e terminus junto à estação de comboios, é organizada pela Plataforma Nacional de defesa da Ferrovia, pelo Movimento de Defesa do Ramal Pampilhosa/Figueira da Foz e pelo Projecto Cultura e Cidadania de Mira. O PNR apoia esta manifestação e apela aos seus militantes e simpatizantes e a todos os vivem em locais servidos pelo Ramal para que compareçam em massa protestando contra mais este atentado aos transportes públicos.

sábado, 31 de dezembro de 2011

O PNR condena veementemente a venda da EDP à China e acusa o Governo de traição

Consumou-se mais uma traição a Portugal, bem grave desta feita, com a venda da participação do Estado na EDP à China, a ser assinada nesta sexta-feira.

Estamos perante mais uma situação escandalosa e gravíssima de transferência de soberania nacional, levada a cabo por um Governo que, fazendo de tudo para agradar à Troika e obedecer às ordens vindas de fora, nem hesita em prostituir-se e vender, a interesses estrangeiros, sectores vitais para o país.

O PNR demonstra assim a mais viva repugnância por esta traição, denunciando-a como mais uma grave agressão à soberania nacional e aos interesses dos Portugueses.

Reiteramos que, para os Nacionalistas, sectores como os das energias, transportes, comunicações e recursos naturais, por serem vitais para a soberania nacional e para o serviço à população, jamais, em circunstância alguma, deveriam sair das mãos do Estado.

Esta vergonhosa venda da EDP, apenas vem aumentar o rol das barbaridades que levarão a que o presente Governo e o Regime vigente sejam um dia julgados pela História como autores de uma das maiores traições a Portugal.

Comissão Política Nacional 27 de Dezembro de 2011

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS


O Coimbra Terra Portuguesa e o PNR Coimbra desejam a todos os seus militantes simpatizantes e a todos os portugueses um Feliz Natal e Bom Ano 2012.