quinta-feira, 28 de março de 2013

Roubaram os carris!

Quem percorrer o Ramal Ferroviário Figueira da Foz/ Pampilhosa vai pensar que finalmente os amigos do alheio conseguiram roubar os carris. De facto já não é a primeira vez que a ladroagem o tenta fazer, recorrendo aos mais elaborados subterfúgios. No entanto depois de verifica-se que os "ladrões" trabalham ao serviço da REFER e com conhecimento do governo que ainda há bem pouco tempo garantia que os carris eram para ficar. Mais uma vez a mentira é usada para acalmar as populações e depois traiçoeiramente como é apanágio desta gentalha faz-se precisamente o contrário. O governo PSD/CDS continua a obra do governo PS. Bem gritam eles que são diferentes. Constatamos nós que a diferença é só para pior. Os nacionalistas dos distritos de Coimbra e Aveiro têm feita desta causa do Ramal uma das suas bandeiras, protestam contra mais este atentado ao transporte ferroviário e contra a morte anunciada deste Ramal, estrutural e estruturante para a região.é vergonhosa a forma como este governo trata o seu povo e os seus empresários, mostrando que a sua preocupação só se prende com o roubo descarado dos ordenados dos portugueses, pouco se importando com as estruturas capazes e essenciais para o desenvolvimento económico e o bem estar das populações. Com o PNR à frente dos destinos da Nação a aposta na ferrovia será uma realidade, reabilitando linhas e ramais, porque este transporte tem e é do futuro.

Greve de fome contra a injustiça - PNR Partido Nacional Renovador

segunda-feira, 11 de março de 2013

Greve de fome contra a injustiça

No dia 25 de Março às 18:00 horas, o Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, e o Secretário-Geral, João Pedro Amaral, darão início a uma greve de fome, dando o corpo ao manifesto e empunhando o simbolismo da luta contra as múltiplas formas de injustiça e desigualdade de oportunidades que se vivem no Portugal de hoje, obra deste Regime que se reclama arauto da liberdade e da democracia. Assim, face a um sistema blindado, cego, insensível e de destruição nacional, e estabelecendo um paralelo entre a discriminação e injustiça a que estão votados a maioria dos partidos políticos com a discriminação e injustiça a que está votada a maioria dos Portugueses, estes dois dirigentes do PNR vão dar o exemplo através de uma acção inédita levada a cabo por quem está na primeira linha de um partido político. É profundamente injusto o garrote financeiro a que estão votados os partidos políticos sem subvenção estatal e os seus dirigentes. Estes partidos, são tratados como os outros pelo lado do “dever”, mas do lado do “haver” não têm qualquer tipo de apoio. É uma injustiça que estes partidos e os seus dirigentes estejam sujeitos a pesadas coimas por culpa de uma Lei dos Partidos incrivelmente burocrática e com imposições impraticáveis. De igual modo, o garrote financeiro não pára de estrangular as famílias e as empresas portuguesas, sendo-lhes exigidos pesadíssimos sacrifícios e contribuições desajustadas, de todos os géneros, mas, do lado do haver, dos direitos e dos benefícios, sucedem-se os cortes. Aos portugueses, apenas são apresentados os partidos com representação parlamentar, omitindo-se ostensivamente a existência de outros, com acesso quase nulo à comunicação social. É muito injusto que o PNR, com actividade política constante, propostas e pontos de vista singulares, as comunique sempre à imprensa e esta faça tábua rasa da nossa existência. Nós temos direito a fazer-nos ouvir nos meios de comunicação social e não é legítima esta discriminação, nem lícito que se sonegue aos portugueses a informação sobre o PNR. De semelhante modo, as preocupações dos governantes, são apenas com os seus pares, os grandes grupos de interesses e a manutenção de privilégios e influências. Inversamente, discriminam-se os grandes objectivos nacionais votando-os à ignorância: produção nacional, criação de trabalho e emprego, revitalização da economia, justiça social e bem-estar dos portugueses. A dualidade de pesos e medidas que distingue uns e discrimina outros; o fosso entre os poderosos que tudo alcançam e os desprotegidos a quem tudo está vedado (Justiça, Saúde, Educação, Segurança, Dignidade); a insensibilidade intolerável dos detentores do poder face à degradação progressiva das condições de vida e da dignidade dos Portugueses, das famílias e das empresas, requer que alguém chame a atenção sobre isso, não só com palavras (que são silenciadas), mas com actos. Este acto simbólico não pode ser calado! O Presidente e o Secretário-Geral do PNR, solidarizando-se com os portugueses que estão a passar muito mal e numa chamada de atenção para o bloqueio mediático a que o PNR está sujeito, entrarão em greve de fome, publicamente e até ao limite das suas forças, estando as 24 horas do dia, a partir de 25 de Março, no Terreiro do Paço, junto ao Arco da Rua Augusta. Ao contrário dos políticos que não dão o exemplo, no PNR este é dado: se os Portugueses sofrem, sofreremos com eles; se a discriminação é uma realidade oculta, denunciamo-la!

quinta-feira, 7 de março de 2013

BASTA DE IMIGRAÇÃO

«A ilusão de atingirem carreiras em clubes profissionais portugueses fez com que oito jovens futebolistas rumassem da Guiné ao nosso País. Poucos atingiram o sonho; uma excepção é Samba Seidi, 19 anos, ao serviço da Naval 1.º de Maio, da Figueira da Foz. Até à manhã de ontem - a PSP foi buscá-lo ao treino. Está preso, com os sete compatriotas e outros três portugueses, entre 18 e 27 anos, por mais de 50 roubos violentos nas ruas de Lisboa.»

Estado quer aumentar a água em Coimbra

O estado quer aumento de 5% na factura da água em Coimbra. Já não bastava o facto de nos andarem a matar à fome querem agora matar-nos à sede. É mais uma manobra escura deste governo cinzento para aumentar os lucros das empresas ligadas ao sector o permitiria a sua privatização. Estaremos sempre contra estas manobras defendendo preços justos para este bem que é de todos nós e sempre contra a sua privatização.

Baixa de Coimbra anima-se nas férias da Páscoa

A Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra (APBC) vai voltar a animar aquela zona da cidade durante as férias escolares no período da Páscoa, com uma semana de "workshops" gratuitos para crianças dos seis aos 12 anos. "Será possível experimentar desde o teatro à música, da criação de pequenos engenhos de animação e cinemas de bolso à criação de peças únicas e personalizadas em tecido", explica a APBC. Os pais "terão oportunidade de fazer compras na Baixa de Coimbra com grandes descontos e vales de oferta atribuídos por mais de uma centena de estabelecimentos comerciais aderentes a esta iniciativa". A 23 de março, para o encerramento desta iniciativa, a APBC, para além das apresentações dos resultados dos "workshops", está a preparar mais atividades, como a leitura de contos infantis, magia e música por diversos espaços da baixa.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Droga, Loucura, Morte

Não terá sido a primeira vez que aconteceu, mas decerto foi a última e a visita ficou sem efeito. Falamos de uma mulher que, domingo, se deslocou ao Estabelecimento Prisional de Coimbra com o objectivo de visitar o namorado. Consigo levava, escondidas nos órgãos genitais, 200 doses de heroína, que a Polícia Judiciária apreendeu, depois do alerta dos responsáveis dos serviços prisionais. Com efeito, a visita da mulher, de 48 anos, divorciada, residente na zona de Viseu, já tinha levantado suspeitas, levando os guardas prisionais a estarem particularmente atentos aos seus movimentos. Domingo de manhã, a planeada visita acabou por ser “boicotada” pelos investigadores da PJ, que confirmaram os indícios, reunidos pelos guardas prisionais, de que havia “droga a bordo”. A minuciosa “revista” a que a mulher foi sujeita acabou por denunciar a presença de cerca de 20 gramas de heroína, ocultadas no corpo. É precisa uma nova politica de combate ao tráfico e consumo de droga que passará certamente por penas mais graves para os traficantes e tratamento compulsivo para os consumidores. .

terça-feira, 5 de março de 2013

Reunião Nacionalista

No dia 10 de Março os nacionalistas do Distrito de Coimbra vão realizar a sua habitual reunião mensal. Quem estiver interessado em comparecer deve contactar-nos: E-mail PNRCoimbra@gmail.com Telemóvel 961488375

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Reunião Nacionalista em Coimbra

Para debater a questão das autárquicas e outros assuntos do distrito, reúnem-se em Coimbra os militantes e simpatizantes do PNR. Se concorda com os nossos ideais e vive no distrito de Coimbra pode e deve participar.
Mais informações: E-mail PNRCoimbra@gmail.com Telemóvel 961488375

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Reunião Nacionalista em Coimbra

No dia 27 de Janeiro os militantes e simpatizantes do PNR Coimbra efectuam a sua habitual reunião quinzenal. Mais informações: E-mail PNRCoimbra@gmail.com Telemóvel 961488375 JUNTA-TE AOS NACIONALISTAS

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Activismo em Coimbra

Um grupo de militantes e simpatizantes do PNR, efectuou ontem em Coimbra mais uma acção de activismo. Junta-te a nós: E-mail pnrcoimbra@gmail.com Telemóvel 961488375 Próxima reunião dia 20 de Janeiro pelas 21.30

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Reunião Nacionalista em Coimbra

o dia 6 de Janeiro pelas 21.30 reunião em Coimbra. Mais informações pelos contactos habituais.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Reunião

No dia 19 de Dezembro pelas 22.30 reunião em Coimbra. Lembramos a todos que estas reuniões têm carácter aberto e que a presença, sugestões e ajuda de todos são bem-vindas. Os interessados podem contactar-nos por mensagem privada ou através do nosso telemóvel 961488375

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

CAMPANHA DE APOIO FINANCEIRO AO PNR

Quer que as coisas realmente mudem em Portugal? Acredita que o Nacionalismo é a verdadeira alternativa a este Regime de destruição nacional? Então, aja em consequência e colabore no crescimento e afirmação do PNR. Se quer que isto mude, ajude! O PNR, ao contrário dos cinco partidos instalados na Assembleia da República, não tem qualquer ajuda ou subvenção pública. Vive exclusivamente das quotas dos militantes. Ao contrário daqueles, que são diariamente divulgados na comunicação social e apresentados como única escolha, o PNR tem as portas fechadas quase por completo ao acesso à comunicação social, impossibilitando que a imensa maioria dos Portugueses o conheça. Ao contrário deles, o PNR não tem meios financeiros para realizar uma divulgação maciça de propaganda. O simples facto de existirmos como partido implica uma série de compromissos de ordem financeira, com custos fixos que, embora não tendo visibilidade, são fundamentais e consomem a quase totalidade dos nossos recursos. Não nos podemos contentar em sobreviver: temos que crescer! Portugal, precisa do PNR, mas nós precisamos do seu apoio financeiro. Pense nisso. Se quer que isto mude, ajude! FAÇA UM DONATIVO
por Vale Postal, ou Cheque e envie-o para: Apartado 8076, 1804-001 Lisboa por transferência bancária para a conta PNR MILLENNIUM BCP NIB – 0033 0000 00278492433 05 Nota | Informe do seu contributo para geral@pnr.pt Mais informações ou esclarecimentos | geral@pnr.pt ou tel. 96 437 82 25

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Ramal Pampilhosa/Figueira da Foz

Reunião debate a realizar na antiga Junta de Freguesia da Pampilhosa Mealhada no dia 15 de Dezembro pelas 16.00.

Pampilhosa da Serra mais isolada

A rodoviária da Beira Litoral/Trandev ameaçou a Câmara de Pampilhosa da Serra com a suspensão, a partir de Julho, das ligações diárias que servem a localidade, caso a autarquia não suporte os custos sociais do serviço. De acordo com o presidente da Câmara, Hermano Almeida, a empresa exige à autarquia o pagamento de 172 mil euros por ano para manter as carreiras. Porém, o autarca remete a resolução do problema para o Governo, argumentando que, a confirmar-se a ameaça da Trandev, "será o fim do concelho", considerado o mais isolado do distrito de Coimbra. "Não pode ser uma Câmara do interior, já descapitalizada, a suportar os custos sociais do serviço", sustentou, advertindo que "terá de ser a Direcção-Geral dos Transportes Terrestres a resolver a situação". Entre as alegações que a empresa apresenta para justificar a ameaça está "não só a falta de utentes, como o aumento do gasóleo", adiantou Hermano Almeida. "A Beira Litoral/Trandev quer acabar com carreiras que não são rentáveis e deixar de fazer todo o serviço neste concelho. Será o isolamento e o esquecimento total de Pampilhosa da Serra", lamentou o autarca. A empresa efectua ligações diárias entre três freguesias e a vila de Pampilhosa da Serra, e uma carreira diária de ligação a Coimbra. À segunda e última quinta-feira de cada mês, dias de feira em Pampilhosa da Serra, faz também ligação entre as sedes de freguesia e a vila. Quando os transportes estão na mão de privados, quando o Estado se demite das suas funções, é natural que sejamos confrontados com medidas deste género. Os nacionalistas e o seu partido, o PNR, nunca vão concordar com medidas que isolem ainda mais as populações e chantagens reles de grupos económicos estrangeiros.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

1º de Dezembro

Não obstante o crime perpetrado pelos servos da Troika, acabando com este feriado, com absurdos pretextos economicistas, esta importantíssima data Nacional, calha a um Sábado, pelo que, mais uma vez, o PNR levará a cabo uma manifestação comemorativa. Assim, tendo Lisboa como palco, a Praça de Marquês de Pombal será o ponto de concentração, às 16:00 horas, para daí seguir um desfile até à Praça dos Restauradores, local onde se encerrará o acto após intervenções políticas. Convidam-se todos os apoiantes do PNR a marcar presença, dando força ao Partido que faz falta a Portugal!

domingo, 28 de outubro de 2012

“Nacionalismo Renovador – para o futuro” | Moção da lista vencedora aos órgãos do PNR


1 – INTRODUÇÃO E RETRATO DO MOMENTO PRESENTE

A presente Moção de Estratégia, apresentada pela lista candidata que tenho a honra de encabeçar, visa consolidar a ideia, há um ano iniciada, de inovar e renovar o Nacionalismo, conservando o que dele é essencial, os seus fundamentos, e eliminando ou minimizando os aspectos acessórios e causadores de ruído e distracção do essencial.

Nesta encruzilhada e angústia pesada que definem o actual momento histórico-político, quer a nível nacional, quer europeu, quer mundial, impõe-se que os Nacionalistas, portadores da verdadeira alternativa ao mundalismo imperialista, saibam, sem abdicar de um só dos seus pilares ideológicos, interpretar os sinais dos tempos e chegar às pessoas, com propostas claras que sirvam de contraponto às “soluções” estafadas das políticas de facto consumado e sentido único que nos são impostas pelos detentores do poder.

A nossa luta trava-se no âmbito nacional e é, pois, neste contexto que temos que nos focar, continuando, com vigor renovado, os doze anos de trabalho que o PNR já viveu, com altos e baixos, com erros, mas sobretudo com sucessos e vontade inabalável.

O primeiro e principal sucesso, ainda que o demos como dado adquirido ou não lhe atribuamos grande importância, é o simples facto de existirmos: o PNR, cada vez mais se afirma como o projecto mais duradouro, consistente e credível da área nacionalista no pós-25 de Abril. Está a anos-luz de qualquer outra iniciativa, por louvável que seja. Mais: só com a força da convicção e da entrega, o PNR tem sido capaz de sobreviver num sistema onde a existência de partidos sem representação parlamentar é verdadeiramente heróica e difícil, confirmada, aliás, pela realidade dos factos, que tem ditado a morte de inúmeros partidos ao longo da caminhada de 12 anos do PNR.

Estamos a crescer e assim continuaremos: custe o que custar!

Os tempos são difíceis, mas também o são de oportunidade para afirmação das nossas ideias.

Portugal, à beira da bancarrota, encontra-se numa situação dramática, quer a nível da sua economia, quer a nível da sua soberania, quer, sobretudo, a nível de valores – ou da falta deles -, vivendo numa profunda desorientação onde se governa navegando à vista, pensando no imediato, e se minam, quotidianamente, os alicerces da soberania nacional e da justiça social.

- Os governantes, não obstante terem a boca cheia de empreendedorismo e competitividade, usam o Estado para cair em cima de tudo aquilo que mexe, extorquindo impostos aos portugueses, a torto e a direito, asfixiando assim a actividade económica e fomentando a economia paralela, enquanto se assiste a um preocupante êxodo de portugueses, incentivado, aliás, pelos próprios governantes.
- A nossa produção nacional é parca e manifestamente insuficiente para aquilo que consumimos.
- A dívida externa supera já o equivalente a 100% do PIB, com tendência sempre para aumentar face ao juros impostos pela Troika usurária.
- Os impostos sobem desmesuradamente, aniquilando o poder de compra dos portugueses e o seu bem-estar.
- Os direitos e regalias das pessoas são sumariamente aniquilados.
- Os aumentos dos combustíveis, transportes e outros bens essenciais são astronómicos.
- O despesismo de Estado, apesar de algumas simulações de corte, meramente cosméticas, continua a representar uma sangria chocante para o erário público.
- O fosso salarial entre quem ganha misérias e quem ganha fortunas é uma afronta.
- Os idosos, desempregados, doentes e crianças – sectores sociais mais frágeis – sofrem contínuos ataques à sua dignidade.
- O desemprego aproxima-se dos 20% e a pobreza bate à porta de quase 50% dos portugueses.
- A subsidiodependência de muitos, que nunca contribuíram para a sociedade e fazem disso modo de vida, nomeadamente as chamadas minorias étnicas, é um escândalo e uma ofensa perante quem trabalha e contribui.
- A falta de exemplo dos governantes, o tráfico de influências, a corrupção, o poder da maçonaria e dos partidos enquistados no poder continuam a ser chagas graves no nosso País.

Tudo isto, já para nem falar na questão da criminalidade, na censura encapotada pela suposta liberdade de expressão, na estupidificação das massas por via dos média, no desrespeito para com os pilares da Nação, como sejam as forças de segurança, forças armadas, bombeiros e tantos outros organismos. Ou ainda no desrespeito pela valor da Vida e da Família e no poder do lóbi-gay, no facilitismo da nossa Educação (que vive para as estatísticas), da Justiça que não funciona e está ao serviço do branqueamento dos crimes dos poderosos, da Saúde que se encontra cada vez mais doente…

É este o cenário corrente, a exigir uma resposta nacional clara e firme. De uma coisa estamos certos: a solução não virá daqueles que conduziram Portugal para este pântano.

Todos os sinais e evidências revelam um estado de desgraça nacional que reclama por uma revolução mais que legítima, caso esta fosse possível.

Mas há, para tudo isto, uma saída, uma esperança, uma luz e uma Chama: o Nacionalismo. E que ela seja encontrada o quanto antes! E que venha substituir a Constituição da República, cujo texto socialista de 1976 já lá não vai com reformas e mutilações. É preciso acabar com a III República antes que ela acabe de vez com Portugal! É preciso criar-se outra Constituição que consagre a IV República, prevendo referendar, inclusive, o próprio regime republicano.

2 – O NACIONALISMO RENOVADOR, UM PASSO NO PRESENTE, PARA O FUTURO

O combate político, longe de ser estático, tem que saber interpretar os sinais dos tempos, adequar-se à sua época e fazer passar a mensagem ideológica de que se reclama portador, sem nunca trair os seus próprios fundamentos. Estamos a viver precisamente um desses momentos decisivos em que se impõe um passo em frente, indispensável à credibilidade e amadurecimento do PNR e do Nacionalismo Português.

Há doze anos atrás, o PNR teve o mérito de ser criado, rasgando horizontes para o Nacionalismo em Portugal, impensáveis nos vinte cinco anos que o precederam, de forma incontornável e inegável, marcando assim presença na agenda política em Portugal. Goste-se ou não, queira-se ou não, o PNR é o partido Nacionalista Português, com um projecto próprio e mensagem singular.

Passada a era da sua fundação, seguiu-se a da afirmação e depois a da consolidação. Partamos pois, agora, para a da renovação: inventiva e criadora.

É chegado, assim, o momento de se dar o passo já anteriormente referido, com implicações internas e externas, e cujo impacto, assim o desejamos e esperamos, se traduza pelo encetar de um caminho de inovação, com os pés na terra, hoje, mas com os olhos postos no amanhã. Numa ideia, pretendemos desvendar e trilhar o caminho de um Nacionalismo moderno e apelativo, que toque as pessoas e as conquiste para a nossa Causa: o Nacionalismo Renovador.

Não se trata de mais uma tendência no seio Nacionalista, mas antes uma postura que visa eliminar o peso das tendências pessoais da cada um, legítimas e naturais, em prol de um objectivo uno, realista e que se adeqúe à realidade, requerendo os passos de coragem necessários ao seu crescimento e que impeçam qualquer atrofio, pois estagnar é morrer!

Viveram-se longos anos de tentativas falhadas e expectativas goradas no sentido de se unificar várias tendências dentro do chamado movimento Nacionalista, e a sensação continua a ser a de estarmos num beco ideológico e com grande dificuldade em passar a nossa mensagem; de lutar em várias frentes, sendo as mais árduas delas todas, a das lutas internas e a do bloqueio e desinformação da comunicação social.

O PNR não é uma associação, clube ou grupo de amigos, que trabalhe só para dentro e fale para os já convencidos. Pelo contrário, temos vocação e desejo de vir a ser poder, para o que urge a capacidade, vontade e coragem de renovar o combate e o estilo, a estratégia e a mensagem, a estética e a linguagem, de modo a que se enquadrem na nossa época e nas nossas circunstâncias.

Mal de nós se não soubermos destrinçar o essencial do acessório, se não libertarmos os fundamentos que nos norteiam dos circunstancialismos temporais, se nos isolarmos num gueto ideológico, cristalizado no tempo, que não chega às pessoas nem deixa marca na História. Compete-nos a missão de relançar o Nacionalismo com âncoras na nossa Identidade, Cultura e História, mas adaptado aos tempos de hoje. Há que dizer basta, aos anacronismos lunáticos e aos saudosismos estéreis que ainda teimam em minar a área nacionalista.

Portugal precisa de nós, que somos a verdadeira Alternativa ao regime vigente, Hoje e Agora: com ideias modernas e claras e o olhar posto no amanhã.

Precisa de Renovar os Valores e mudar mentalidades. Sem estes, não existe sistema político algum que sirva a Nação e o seu Povo. A sociedade é composta de seres humanos díspares e imperfeitos e, como tal, não almejamos um modelo social utópico ou moralista, mas um sistema em que os Valores estejam presentes e moldem mentalidades e condutas.

Precisa de Renovar o conceito de Identidade e Comunidade – amplamente ameaçado, mas ainda muito presente nas nossas vilas e aldeias, guardiãs das tradições – e incutir em cada um de nós o sentido, gosto e missão de contribuir para o objectivo e desígnio nacional: a promoção social e o progresso do país em prol de um Estado Nacional e Social.

Mas é fundamental construirmos – como estamos a fazer – as bases de um Nacionalismo Português e Moderno. Somos Nacionalistas, e isso basta para nos definir. Somos Nacionalistas Renovadores e isso enquadra-nos, dando corpo e sentido ao nosso trabalho e à nossa luta.

3 – PONTOS FIRMES, PILARES E FUNDAMENTOS

No contexto actual, civilizacional, de permanente mutação e dúvida, de caos e incerteza, de destruição de valores, identidades, soberanias e economias, onde os desafios são inúmeros – das comunicações à geopolítica, da economia à tecnologia, do ambiente aos modelos sociais – cabe aos nacionalistas bater-se sempre pela essência dos Valores que defendemos e não obstinadamente por esta ou aquela fórmula.

A acção política do PNR assentará sempre na defesa inequívoca da Nação, o que pressupõe o combate aos seus principais inimigos, como o Mundalismo, nas suas vertentes globalizantes capitalista e multicultural, o Eurofederalismo e o Regionalismo, assim como o repúdio de qualquer tentação iberista.

O PNR afina-se por uma política coerente de promoção dos valores Ocidentais: defesa da Vida, da Família, da propriedade privada, da liberdade de criar, da solidariedade social e da comunidade, entendida como tendo um valor em si.

O partido assume como seus os seguintes valores fundamentais: Nação, Família, Trabalho, Património Histórico-Cultural e o Papel do Estado.

NAÇÃO
O Nacionalismo é a atitude dos que colocam acima de tudo a Nação como obra colectiva permanente, formada no decorrer da História, a terra patrum, um génio colectivo que resulta de um longo passado em comum que importa respeitar e continuar, e cujos membros devem formar uma sucessão de gerações ligadas hereditariamente.
É, por isso, a ideologia do primado da Nação. Ora esta ideia postula, antes de mais, a subsistência da Nação, a defesa intransigente da sua soberania e independência, bem como o esforço continuado para a fazer prosperar e engrandecer.

O PNR perfilha assim o Nacionalismo, entendido como uma ética para a qual cada Nação, enquanto tal, constitui um valor supremo. Defender e valorizar o passado comum que interessa preservar e perpetuar, e cujos membros devem formar uma sucessão de gerações ligadas entre si hereditariamente, é a prioridade na defesa da Identidade, garante da liberdade dos povos face à escravatura e ao caos que resultam dos modelos globalistas. A consagração do jus sanguinis como critério único para atribuição da nacionalidade é, por isso uma consequência lógica de tais princípios.

FAMÍLIA
Para o PNR, a Família é a célula básica da comunidade, o espaço natural de aprendizagem dos Valores e Tradições. Consideramos que é dever do Estado salvaguardar os direitos da Família, entendida esta em sentido tradicional como a união de um homem e de uma mulher com vista a assegurar o seu equilíbrio emocional e a sua descendência (o pai, a mãe e os filhos). No mundo inteiro, do Ocidente ao Oriente, não foi ainda encontrada outra fórmula que mostrasse ser capaz de funcionar como célula básica da comunidade, perpetuar a espécie e assegurar a educação dos filhos.

O que se verifica actualmente em Portugal é a penalização da família fundada no casamento. Só porque um homem e uma mulher se casam são logo fiscalmente penalizados, e quantos mais filhos tiverem, mais penalizados são. Por outro lado, o Estado concede ao casal vantagens fiscais caso se divorcie ou, no mínimo, se separe. Ora, o PNR entende que Portugal precisa de uma política coerente de Família, tanto que é hoje um dos raros países europeus com taxa de natalidade decrescente.

A Família é uma instituição milenar, que provou ao longo da História ser o principal meio de inserção de cada jovem ser humano na sua comunidade. E entendemos a Família como uma unidade indivisível, formada por espiritualidade, política, cultura, sangue e terra, como organismo vivo desta comunidade.

Deve por isso ser protegida a todo o custo. Além disso, o nosso País só terá futuro através de um povo homogéneo, jovem e com vitalidade para se renovar e perpetuar.

TRABALHO
O PNR acredita e estimula o valor do Trabalho como meio de produção de riqueza. Não distingue entre patrões e assalariados, pois todos são necessários para a produção de riqueza, assim como para o aumento da produtividade nacional.

O trabalho é gerador de emprego, bem-estar e segurança para que as famílias e as comunidades cresçam e se desenvolvam.

Só a produção nacional pode ser factor de criação de trabalho e de emprego. É pois, imperiosa a aposta séria, defendida firmemente pelo PNR, na produção nacional, privilegiando as áreas em que possamos fazer a diferença, em nichos de mercado específicos e de modo bem dimensionado.

A ela não pode ser alheio o apoio às pequenas, médias e micro-empresas, bem como ao comércio tradicional, já que potenciam o equilíbrio na justiça social e podem alavancar o combate às assimetrias entre zonas do nosso território nacional.

A aposta na redução do peso da economia de mercado, privilegiando a economia real, através de políticas proteccionistas, passará inequivocamente pela revitalização dos sectores primário e secundário, minimizando a nossa dependência externa por via da agricultura, pescas e indústria, colocando os olhos do Mar como riqueza fundamental para a recuperação da nossa economia e fonte de trabalho para os Portugueses.

PATRIMÓNIO HISTÓRICO-CULTURAL
É valor do PNR a defesa do património histórico e cultural português. Este ponto assume especial importância numa época em que, ao lado dos estádios milionários e outras construções faraónicas, o país exibe um conjunto de monumentos históricos a cair aos pedaços.

Os Nacionalistas conferem à cultura uma importância decisiva, tanto que entendem que qualquer movimento político-social é sempre precedido por um movimento cultural. Todavia, o PNR defende que não cabe ao Estado instituir uma “cultura oficial”, nem patrocinar autores e programas, mais ou menos afinados pela cor dos partidos dominantes.

O papel do Estado nesta área deve ser o da conservação da nossa memória ancestral em novas e actuais formas de vivência do património histórico e cultural, assim como o da defesa e divulgação de Portugal no Mundo. A Cultura deverá ser entendida duma forma integral, ou seja, vivida diariamente o máximo possível em todas as acções. Uma coordenação de uma ideia orgânica, integrando-a, não como um exercício intelectual individual, mas como expressão de uma comunidade articulada. Uma visão do mundo numa conduta exemplar, fazendo coincidir as palavras com o modo de ser de quem as pronuncia e incorporando-a em todas as outras áreas, e não de forma isolada ao serviço de interesses alheios.

No momento actual, em que a sabedoria e a sua promulgação – a cultura – adquirem formas diferentes, corremos o risco de, ao abordarmos este tema, sermos mal interpretados. Como tal, esta errada interpretação da cultura actual, vista de um ponto de vista falso, material e tendencioso, origina a necessidade de uma nova e suprema justiça interpretativa: após uma análise até agora horizontal ao serviço de alguns, chegar a uma síntese vertical, de modo a voltar às fontes originais do Espírito europeu que têm sido perdidas. Fazer chegar esta mensagem positiva de mudança e negação total do estado actual das coisas, que implica obrigatoriamente uma forte divulgação da cultura de forma integral, um novo pensar, que não é uma continuação do passado mas que vai beber nele os seus valores mais puros para a construção e desenvolvimento de possíveis novas soluções.

O ESTADO E O SEU PAPEL
Na defesa e fortalecimento dos nossos Valores e Causas – Nação, Identidade, Soberania, Família e Trabalho – defendemos o papel preponderante do Estado.

Não queremos mais Estado ou menos Estado apenas porque sim, presos aos preconceitos em voga, de pendor Liberal ou de pendor Socialista. No primeiro caso, a tendência é para um Estado quase espectador da lei da selva, usurária, imposta pela iniciativa privada e pela economia totalitária. No segundo caso, a tendência é para um Estado subsidiário, abrigo de toda a espécie de parasitas, castrador e igualitário.

O nosso modelo é o de um Estado eficaz, cuja existência é imprescindível, mas sem gorduras nem peso inútil ou atrofiador. Não deve haver presença do Estado onde ela não seja realmente necessária. Deve haver lugar à iniciativa privada e respeito pela propriedade privada.

O Estado é fundamental e tem que ser forte, mas naquilo que lhe compete estritamente: regular e fiscalizar a sociedade civil, promover a Justiça Social e impedir toda a espécie de abusos, de desigualdades gritantes, e de igualitarismos. Por um lado, garantindo a igualdade dos Portugueses no acesso a coisas tão fundamentais como a saúde, a educação e a justiça. Por outro, premiando  mérito e a capacidade de trabalho, não tratando assim de forma igual o trabalhador e o parasita.

Ao Estado compete assegurar o controlo de todos os sectores vitais para o bem-estar da população e da economia e soberania nacionais, como sejam os transportes, comunicações, energias e recursos naturais.

Ao Estado compete garantir, sempre e em cada momento, a maior Independência Nacional possível e a mais ampla margem na escolha de aliados internacionais e de objectivos político-diplomáticos.

4 – AGIR E DIFUNDIR
A nossa postura é aquela que o filósofo francês tão bem descrevia: pensarmos como homens de acção e agirmos como homens de pensamento.

Pensamento e acção são dois pólos fundamentais que nos distinguem dos eternos promotores de tertúlias intelectuais, que em pouco ou nada têm servido o Nacionalismo, e nos distinguem também dos aventureiros inconsequentes que defendem o “falem bem ou falem mal, mas falem de nós”, que tanto dano provoca à nossa imagem.

Desse modo, com pés assentes no chão, elegeremos sempre o activismo como forma de superar o silêncio mediático que nos é imposto, mas levado a cabo com objectivos claros e disciplina partidária.

Temos que privilegiar as zonas onde tenhamos militância e a propaganda do PNR possa ser constante, sendo esta questão territorial, de importância racional e estratégica, fundamental para os nossos objectivos.

Mas também, de igual importância, são alguns sectores da sociedade, mais propensos a captar em primeiro a nossa mensagem:

a) Ex-combatentes; e pessoas retornadas do Ultramar, que não esquecem a traição do Regime.
b) Forças da segurança; desprezadas, desautorizadas e manietadas pelo politicamente correcto.
c) Desempregados, trabalhadores precários e empregados, de classe média; que sentem com nitidez a injustiça de sustentarem a subsídio-dependência e o despesismo do Estado, sacrificando-se para tal.
d) Famílias; e organizações de defesa da Vida e da família.
e) Juventude; este sector reveste-se de extrema importância, sendo prioritário o relançamento do organismo juvenil do PNR.
f) Reformados e Idosos; que trabalharam toda uma vida para verem agora o dinheiro que deveria ser para o seu bem-estar, ser devorado pelo saque voraz de um Estado injusto.

No contexto, por nós, sobejamente conhecido, de tremenda desigualdade de tratamento e de falta de meios e escassíssimo acesso à comunicação social ou a outras formas de divulgação, não podemos ter a veleidade de querer falar de todos os temas por igual.

Desse modo, temos que incidir sobretudo naqueles que mais nos são caros e onde nos afirmamos como singulares defensores no espectro político nacional. A saber:

a) Soberania nacional;
b) Produção nacional e políticas proteccionistas
c) Imigração e nacionalidade;
d) Insegurança e criminalidade;
e) Defesa da Vida e da Família;
f) Corrupção do regime e moralização do serviço público;
g) Justiça Social;

Para alcançar estas metas, melhorando em qualidade e quantidade o que já vem sendo feito, é preciso conseguir maior implantação local, mais organização interna, e incrementar a notoriedade e exposição pública do partido.

O PNR tem que ser a plataforma de entendimento dos nacionalistas empenhados em algo sério, uno e duradoiro, sem ceder as chantagens ou tornar-se refém de facções, mas antes afirmando-se como única força aglutinadora e consequente no seio Nacionalista. Este é um esforço que desde sempre tem preocupado a Comissão Política Nacional em exercício. Em todos os quadrantes políticos e ideológicos existem diferentes grupos e sensibilidades.

Assim também acontece na área Nacionalista, onde a tendência para a cisão é uma constante, e era já corrente antes mesmo da criação do PNR. Mas os novos tempos impõem que os órgãos do partido se movam e orientem no sentido de atrair e fidelizar o maior número possível de nacionalistas.

Assentes assim nesses pressupostos, que constituem as nossas Causas e as nossas metas, lançamos o desafio e as bases para a criação de um Nacionalismo Renovador, que seja ouvido e acolhido pelos Portugueses.

Por Portugal, para o século XXI! (PNR)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Realizou-se a V Convenção Nacional do PNR

Decorreu no Hotel Diplomático, em Lisboa, no passado sábado, 20 de Outubro, a “V Convenção Nacional do PNR”, que preencheu quase 10 horas de intenso e participado debate.



Após a recepção aos participantes e as devidas credenciações, iniciou-se a Convenção, pontualmente às 10:30 horas, cabendo ao Presidente da Mesa, Paulo Rodrigues, a abertura e orientação dos trabalhos que se prolongaram até quase às 20:00 horas, quando declarou o encerramento desta reunião magna do PNR.

O primeiro módulo, consistiu em duas apresentações de carácter retrospectivo do mandato que terminou nesse dia e, de analise do presente momento na vida do PNR. A primeira intervenção, da autoria do Vice-Presidente, Pedro Frade, coube a José Pinto-Coelho, em substituição do autor, que se encontrava na Hungria, em representação do PNR no 1º Congresso da AEMN. A segunda, coube a João Pedro Amaral, que mais uma vez fez uma eloquente exposição do activismo do PNR, dos desafios futuros e do Nacionalismo Renovador.

Findas as apresentações, houve um espaço para intervenções dos militantes, que se revelou bastante participado como, aliás, viria a ser o tom de toda a jornada de trabalhos.

Prosseguiu-se com o tema da revisão e alteração aos Estatutos, apresentado por Joaquim Santos, que explicou aos presentes as linhas gerais que presidiam a estas alterações e que se prendiam com uma melhor adequação dos mesmos à realidade do PNR, e ainda, com outros ajustes que o próprio decorrer do tempo impõe que se façam. De salientar, a principal alteração, que amplia os mandatos de 3 para 4 anos. Procedeu-se, após um debate, à votação e aprovação das alterações.

Da parte da tarde, o Presidente da Mesa, Paulo Rodrigues, reiniciou os trabalhos, passando-se assim à apresentação de comunicações e moções, tendo sido a parte mais participada e interventiva de toda a jornada. Como última intervenção, coube a José Pinto-Coelho, como primeiro subscritor da única lista candidata aos órgãos nacionais e autora da moção de estratégia “Nacionalismo Renovador, para o Futuro” a sua apresentação.

Procedeu-se, seguidamente à votação das moções e encerrou-se assim este bloco do programa, fazendo-se um breve intervalo.

Por fim, procedeu-se à apresentação da lista aos órgãos nacionais do PNR para o novo mandato – agora de 4 anos – por parte do seu primeiro subscritor e novamente candidato a Presidente do PNR. Desta lista que reconduziu vários membros dos órgãos anteriores e apresentou muitos outros novos, destacou-se a eleição de João Pedro Amaral como novo Secretário-Geral, de João Patrocínio e Vítor Ramalho, que integram a nova Comissão Política Nacional, e de Mafalda Bastos que assume a Presidência do Conselho de Jurisdição.

Votada a lista e reconduzido pela quarta vez na qualidade de Presidente do PNR, José Pinto-Coelho proferiu o discurso final no último módulo do programa que incluía também a tomada de posse dos membros dos órgãos e tinha caracter aberto a não militantes e à comunicação social. Esta, mais uma vez, não obstante o contacto feito por alguns órgãos de imprensa ao gabinete de Imprensa do PNR, acabou novamente por primar pela ausência num puro acto de boicote e censura democrática.

Pouco antes das 20:00 horas, com um atraso em relação ao previsto, por via da intensa participação, o também reconduzido Presidente da Mesa, Paulo Rodrigues, deu por terminada a Convenção do PNR.(PNR)

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Encontro Nacionalista em Viseu

Viseu será palco de um dia de activismo Nacionalista, que pretende juntar, num almoço-convívio, diversos apoiantes e militantes do norte do país, seguindo-se uma acção de distribuição de propaganda. Sob a orientação de Vítor Ramalho, dirigente dos núcleos-Norte do PNR, a jornada pretende motivar o aumento do número de núcleos a Norte eda actividade de modo geral. A iniciativa contará com a presença de José Pinto-Coelho e Pedro Frade, Presidente e Vice-Presidente do PNR. Ponto de Encontro – Rossio pelas 12:00 horas Almoço – Pelas 13:00 horas Acção panfletária – Pelas 15:00 horas Informações: Telemóvel 961488375
Venha apoiar o seu partido! Participe nesta jornada de activismo!

domingo, 30 de setembro de 2012

O PNR vem saudar a intervenção exemplar da GNR, na incursão a um acampamento cigano em Vila Verde, Braga, e que resultou em várias detenções e na apreensão de um automóvel de grande cilindrada, ouro, dinheiro e armas de fogo ilegais.


O Partido Nacional Renovador não tem a menor dúvida em considerar a intervenção da GNR como justificada perante o cenário táctico, pois é sabido que nos acampamentos da comunidade cigana abundam as armas de fogo ilegais, constituindo assim um perigo para as forças de segurança.

Não podemos, mais uma vez, deixar de protestar contra a ”política” anti-nacional do SOS-Racismo, e deixar claro que tal organização carece de toda e qualquer credibilidade, seja a que título for, mercê do seu constante comportamento ofensivo face às forças da autoridade, bem como da sua obscena promoção da impunidade de certas minorias étnicas que vivem em solo nacional.

O PNR, único partido nacionalista português, continuará sempre a solidarizar-se com quem defende os Portugueses e zela pelo bem-estar da população autóctone de Portugal.


Comissão Política Nacional
29 de Setembro de 2012



domingo, 16 de setembro de 2012

PNR protesta no dia 19 contra as políticas de traição

Não podemos aceitar que os culpados pelo desastre nacional sejam os mesmos que supostamente nos vão tirar da grave crise a que nos conduziram. Não só porque não o farão, como, pelo contrário, teimam em políticas absurdas de esmagamento das famílias, funcionários, empresas, e, de um modo geral da nossa economia e soberania. Eles são verdadeiros traidores à nação, empenhados exclusivamente em obedecer a uma Troika usurária e apátrida. Eles controlam todo o aparelho do sistema e apresentam-se como única solução, mas na verdade são os grandes responsáveis pelo caos! Rua com todos os cinco partidos instalados na assembleia da República! No dia 19 de Setembro, às 14:00 horas, o PNR convoca os nacionalistas para uma acção de protesto e distribuição de propaganda junto à Assembleia da República, aproveitando a primeira sessão plenária após a interrupção das férias daquele órgão, que mais não tem feito senão levar-nos para o abismo. Só o Nacionalismo é alternativa ao sistema de destruição nacional!

sábado, 15 de setembro de 2012

Aguiar Branco, o novo Miguel de Vasconcelos

No passado dia 4 de Setembro, o Ministro de Defesa Nacional, Aguiar Branco, veio a público defender uma ideia, há muito encomendada pelos “Iberistas” , que é a estratégia de “uma política de defesa conjunta com Espanha”.

O PNR vem mais uma vez opor-se fortemente a mais esta tentativa de entrega da nossa soberania nacional em mãos espanholas e, consequentemente, de destruição e desmantelamento das nossas Forças Armadas.

Consideramos tais declarações do senhor ministro, ofensivas e provocadoras para todos os patriotas e, especialmente, para todos portugueses que combateram e derramaram sangue na defesa da nossa Mãe-Pátria.

Lembramos os portugueses que é este mesmo ministro da Defesa Nacional que passa dias inteiros na sua sociedade de advogados, que deixa as nossas águas nacionais sem qualquer tipo de patrulhamento, que pretende vender parte da nossa frota de F-16 e que cancela programas essenciais ao reequipamento das nossas Forças Armadas e forças de segurança.

Não podemos deixar de lembrar aos portugueses que somos uma nação soberana e independente com quase de 900 anos, e que as Forças Armadas são um pilar essencial da nossa soberania.

Não podemos tolerar estes novos “Miguéis de Vasconcelos” e as suas sistemáticas investidas contra a nossa dignidade. Eles desonram o lugar que ocupam.

Só o PNR está na linha da frente na defesa de Portugal e das suas Forças Armadas, só os nacionalistas renovadores têm as medidas concretas para as Forças Armadas Portuguesas serem dignificadas da forma que tanto merecem. (PNR)

Assim não se aguenta mais!

Antes de ontem, depois do Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, ter falado à nação, os portugueses ficaram com a certeza, de que vão ficar ainda mais pobres e com um futuro mais negro, e que continuaremos a ser uma espécie de protectorado da troika, rumo a um povo de escravos, sem independência nem dignidade. Assim, o PNR, vem mais uma vez opor-se a esta desastrosa política que condena Portugal e os Portugueses, cada vez mais, à total miséria.
Ainda os portugueses, não estavam refeitos de mais um choque, e logo se ouviram os protestos da costumeira “oposição” por parte dos partidos do sistema, sendo quase pornográfico ter que ouvir tais declarações por parte de representantes do PS, PCP e BE, todos eles com mais ou menos responsabilidades na situação a que o país chegou.

Não podemos deixar de lembrar aos Portugueses, que os partidos que estão há diversos anos no arco da governação, já levaram Portugal a receber três intervenções do FMI, devido a situações de falência iminente do Estado Português.

Não podemos deixar de lembrar aos portugueses que todos eles têm saqueado o país ao longo das últimas décadas, servindo-se, em vez de servirem.

Não podemos deixar de lembrara aos portugueses que há uma década alertamos para o crime da entrega da nossa soberania e economia a mãos alheias às da Mãe-Pátria.

Os Portugueses têm que dizer basta ao controlo do país por parte dos partidos com assento parlamentar, pois esses tudo farão para defender os seus interesses, não querendo cortar nas verdadeiras despesas do estado ou não hesitando em propor políticas suicidas que apenas fomentariam um caos semelhante ao do PREC no pós-25 de Abril.

Só o PNR, tem a independência, vontade e coragem necessárias, para atacar, de forma eficaz, os interesses instituídos na política Portuguesa.

Com o PNR, acabariam as verbas e benefícios fiscais para fundações; os privilégios dos políticos e as subvenções partidárias; os contratos de adjudicação directa; as prestações de serviços de outsourcing e de consultoria externa.

Com o PNR, seriam renegociadas e fiscalizadas de forma eficaz todas as PPP.

Com o PNR, haveria um combate sem tréguas ao enriquecimento ilícito e à corrupção.

Com o PNR, seriam reduzidos, em média 30 % dos cargos políticos, tanto a nível nacional como local.

Só o PNR tem ideias e coragem política para empreender o rumo de verdadeiro Estado Nacional e Social, que garanta um futuro seguro para Portugal e para os Portugueses. (PNR)

terça-feira, 28 de agosto de 2012

METRO MONDEGO

Ontem, Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo levaram mais um murro no estômago e desta feita com a ajuda de gente que devia lutar pela região e deixar de lado a subserviência partidária. Com efeito, as aspirações dos presidentes dos municípios de Miranda do Corvo (PSD) e Lousã (PS) no sentido de se conferir prioridade à irreversibilidade da ferrovia no SMM - Sistema de Mobilidade do Mondego (Metro) - foram «chumbadas» pelo coordenador de um grupo de trabalho incumbido de proceder à reprogramação do projecto. O coordenador, Carlos Encarnação (anterior presidente de Câmara Municipal de Coimbra - CMC), teve a votar com ele os representantes da CP e Refer, pequenas accionistas da sociedade Metro Mondego (MM), bem como os representantes da Ferbritas e Ferconsult. Os líderes dos municípios lousanense e mirandense, Luís Antunes e Fátima Ramos, respectivamente, votaram contra o relatório produzido pelo referido grupo de trabalho; o actual presidente da CMC, João Paulo Barbosa de Melo, aprovou as conclusões, embora se tenha abstido numa votação (parcelar) atinente ao investimento, a curto prazo, de 15 milhões de euros provenientes do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Encarnação levou assim por diante o seu propósito de atribuir prioridade à construção, em Ceira, do Parque de Máquinas e Oficinas (PMO) e à realização de trabalhos na ponte da Portela. De uma comissão feita por encomenda, não podíamos esperar outra coisa que não fossem manobras para adiar a obra. Sempre defendemos que, neste particular, em primeiro lugar estavam as obras para recolocar os carris no Ramal da Lousã e depois a conclusão de todo o projecto do MM. Entendeu a comissão começar as obras pelo telhado, para melhor servir os interesses de um governo que não aposta na ferrovia. Não podemos concordar com esta afronta e com a traição de Calos Encarnação e da Câmara Municipal de Coimbra. Apelamos assim para que todos os nacionalistas, bem como o povo das zonas servidas pelo Ramal, marquem presença na terça-feira dia 4, às 21h, no Centro Social Comunitário de Miranda do Corvo, onde se realiza uma reunião do Movimento Cívico Lousã Miranda para analisar as deliberações da comissão presidida por Carlos Encarnação e definir acções futuras do Movimento.

domingo, 19 de agosto de 2012

Do Presidente do PNR aos Nacionalistas | Agosto de 2012

Podem existir verdadeiros laços de amizade entre pessoas que lutam na mesma trincheira? Claro que sim! Mas estes não podem ser a medida dessa ligação nem ser confundidos os âmbitos das suas realidades que são totalmente distintas!

As amizades escolhem-se e forjam-se na esfera particular e individual de cada pessoa, mas os camaradas de luta não se escolhem! Assim como não se escolhem os vizinhos ou os colegas de estudo ou emprego, também não se escolhem as pessoas que nos acompanham no combate, seja em que circunstância e posição for.

Como em tudo na vida, temos que hierarquizar objectivos e aplicar os meios necessários à concretização dos mesmos, sabendo colocar as coisas no seu devido lugar. Não se deve, por isso, misturar assuntos de diferentes âmbitos e patamares nos tais objectivos ou nos meios para os alcançar, antes, temos que ter plena consciência da hierarquia e importância de cada coisa e de quais as prioridades.

No caso concreto do combate político, da vida partidária e do activismo militante, como em outras realidades, temos que saber muito bem separar as águas entre as múltiplas facetas desta vivência: temos que compreender que o que nos move é a ideologia e o crescimento do nacionalismo! não se podem confundir os meios com os fins e vice-versa, colocando tudo no mesmo saco e no mesmo grau de importância, já que isso apenas gera promiscuidade e provoca dano.

Torna-se particularmente necessário saber destrinçar entre o combate por um objectivo que todos almejamos e que temos como comum, dos agentes que trabalham por esse mesmo fim se, de facto, aquilo que nos move é o caminho do crescimento e da vitória.

Assim como união e unidade são diferentes, sendo que a primeira, no âmbito da luta política não se deve equacionar, também a amizade e a camaradagem são diferentes, e a primeira não pode nem deve ser o tom natural do activismo militante. Comete um erro grave, todo aquele que, unido por laços mais ou menos comuns a nível ideológico e militante, transfere esse sentimento para o campo da amizade pessoal como que por automatismo. Insisto em que se podem criar amizades, sim! Mas não tem que ser necessariamente assim. E nunca por nunca, uma alteração no campo da amizade pessoal – ou amizade ilusória – pode afectar o combate que afinal é o objectivo no topo da hierarquia e que proporcionou esse relacionamento humano.

A amizade tem um modo próprio de ser alimentada e gerida e tem um ambiente próprio que se circunscreve na esfera do privado e social. Já a camaradagem, circunscrita que está a uma luta política, gere-se por códigos de conduta que se baseiam na solidariedade, disciplina face às regras e respeito pela hierarquia.

Um partido ou movimento não sendo grupos de amigos ou círculos sociais, juntam pessoas muito diversas em torno de uma luta comum que na realidade é o verdadeiro denominador comum e fim supremo. Quem partilha a mesma luta não tem por isso que colocar como condição dar-se bem com todos os demais, já que isso é pura utopia e absurdo. Não fora a luta comum e muitos dos seus agentes, ou mesmo a sua maioria, nunca criaria laços de amizade, já que têm diversos modos de agir, diversas sensibilidades, feitios, vivências e raízes.

Não obstante a diversidade entre os que estão lado a lado no combate, tem que imperar a Camaradagem, ou seja uma forte solidariedade entre todos os que pugnam por um fim partilhado. Esse respeito e Camaradagem tem que nortear sempre a nossa conduta, ainda que as pessoas não nutram especiais simpatias a nível pessoal, já que esse pertence à esfera da amizade.

A postura do militante Nacionalista deve levar a que tenhamos os olhos postos no combate pelo Nacionalismo e por Portugal e que façamos uma gestão adequada, madura e sensata do factor humano que o compõe, ou seja, daqueles que nos acompanham e que não nos cabe escolher. Simpatizemos ou não, tenhamos amizade ou não, temos que ombrear com uma grande diversidade de pessoas! Isso é incontornável, já que o que importa verdadeiramente, no caso concreto, é a luta por uma causa que deve ser una na Camaradagem, diversa na moldura humana, leal na conduta e em total respeito pela causa comum que, afinal, é aquilo que realmente importa!

José Pinto-Coelho 18 de Agosto de 2012

domingo, 5 de agosto de 2012

Apontamento semanal | 3 de Agosto

> PERSEGUIÇÃO POLÍTICA <

> É isto é a tal “liberdade” e “tolerância”? Alemã afastada por supostas ligações à extrema-direita. A remadora Nadja Drygalla, da Alemanha, deixou a aldeia olímpica de Londres, anunciou, esta sexta-feira o comité olímpico daquele país, após o nome do companheiro da atleta ter sido envolvido numa reportagem sobre a extrema-direita. Nadja Drygalla, que fez parte da tripulação germânica de shell de oito que falhou o apuramento para a final, optou por deixar a aldeia olímpica para não provocar mal-estar na comitiva.

Dá para acreditar?! Tantas campanhas sobre “Respect” mas quando se trata de Nacionalismo, até uma relação de namoro justifica a perseguição política.

Uma atleta que, como os demais, vive sobretudo para estes momentos de glória, vê o seu empenho e o sonho, deitados por água-abaixo devido a um ambiente de pura caça política a que não escapa sequer a um relacionamento. Será isto o tão propalado “Respect”?

Já há dias uma atleta grega se viu perseguida na sua liberdade de expressão por ter proferido inconveniências face aos cânones do mundialismo. É a sistemática caça a todos os que, directa ou indirectamente, ousam enfrentar a ordem mundial imposta. Teriam esses senhores do Comité Olímpico a coragem necessária para, ao menos, torcer o nariz à Coreia do Norte, à China ou aos países que fazem as suas atletas correr vestidas da cabeça aos pés?

> JUSTIÇA SOCIAL <

> Alastra a pobreza… O alerta é feito pelo presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza na Europa, Sérgio Aires. “(…) uma parte substancial da população portuguesa, mais de 50% provavelmente, está em situação de risco de pobreza ou em situação de grande vulnerabilidade, devido ao impacto da crise a partir de 2009”.
Sérgio Aires alerta ainda para o facto de a crise, a par das medidas de austeridade, estar a agravar a já difícil situação de crianças e idosos em Portugal: “Se a pobreza infantil e a dos idosos já era um problema bastante grave, actualmente é ainda mais grave”.

> … e alastra o desemprego. Número de inscritos nos centros de emprego em Portugal sobe 25% em Junho em termos homólogos. No final do mês de Junho eram assim 645.995 os desempregados inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional. Por regiões, o número de desempregados inscritos aumentou em todas elas, com destaque para os Açores e Alentejo, mas Lisboa e Vale do Tejo e Norte continuam a ser as regiões com mais inscritos.

> Mas há sempre as excepções… Os assessores dos gabinetes dos ministros que entraram ao serviço a 21 de Junho de 2011 receberam subsídio de férias no mês de Junho. A justificação dada para conceder esta prestação complementar deve-se, segundo o jornal, ao facto de, ao fim de seis meses, estes funcionários já terem adquirido o direito ao subsídio e a suspensão decretada pelo Orçamento do Estado, que entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2012, “não tem efeitos retroactivos”.

> … para as pessoas do arco do poder. Presidente da RTP beneficia de regime de excepção no salário.

Como temos vindo a alertar há anos, as consequências de uma governação à vista e insensível, estão cada vez mais patentes: pobreza, desemprego, falência e um fosso crescente entre ricos e pobres e entre protegidos e desprotegidos.

A teimosia da persistência nos cortes e no atrofiamento económico, e as erradas políticas fiscais e laborais, por um lado, e a falta de um projecto que vise a aposta na produção nacional, por outro, só têm vindo a aumentar o desemprego e as falências. E com estes, a ameaça de pobreza que já aflige cerca de metade da nossa população.

Como se esses sinais não bastassem para nos assemelhar a um país de terceiro mundo, o fosso entre as pessoas encostadas à pobreza e os que estão cada vez mais ricos – muitas vezes beneficiando de economia paralela, favorecimentos e negócios ilícitos – não pára de se acentuar. E não são alheios a este estado de coisas os vergonhosos e sistemáticos regimes de excepção e favorecimentos que afectam sempre as pessoas ligadas à área do poder. É que o exemplo deveria vir de cima…

> CRIMINALIDADE <
> Porque não 50?… Uma jovem interceptada 42 vezes pela PSP nos últimos cinco meses por suspeitas da prática de crimes de furto a turistas em Lisboa ficou em prisão preventiva, informou hoje a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa. De acordo com informação disponibilizada na página da internet da PGDL, a jovem, de nacionalidade estrangeira, está fortemente indiciada pela prática de um crime de furto em transporte público, agravado pelas circunstâncias em que ocorreu e por esta prática constituir o seu modo de vida.

Quarenta e duas vezes apanhada para ser presa? É caso para perguntar porque não chegar a um número mais redondo… Mas afinal o que leva a que uma jovem, que faz do furto o seu modo de vida, possa estar incidir 41 vezes no crime e continuar em liberdade? Será por ser estrangeira? Será o eterno complexo de “xenofobia” e “racismo”? Afinal, ela está cá para fazer o “trabalho” que os portugueses não querem fazer, mostrando mais um benefício da imigração desregrada.

> ECONOMIA <

> EDP sempre a lucrar. «Tivemos uma subida nas renováveis, queda no Brasil e estabilidade na Ibéria. Neste semestre o forte crescimento nas renováveis é anulado pela queda no Brasil», sublinhou o presidente da EDP, António Mexia, em conferência de imprensa de apresentação dos resultados. A EDP fechou o primeiro semestre do ano com lucros de 582 milhões de euros, menos quatro por cento do que no mesmo período do ano passado, revelou a eléctrica em comunicado enviado ao regulador do mercado.

Em apenas seis meses e em cenário de grave crise económica. A pergunta, mais uma vez faz sentido: porque se privatiza uma empresa destas? É que além de dar lucro ao Estado, trata-se ainda de um sector vital, de importância estratégica para a nossa soberania e economia. (PNR)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

José Hermano Saraiva | Morreu um Grande Português

A Comissão Política Nacional do PNR, ao tomar conhecimento da morte do Prof. Dr. José Hermano Saraiva, envia, desde já, sentidas condolências à família enlutada.

Grande Patriota, Historiador e Jurista, o Prof. Dr. José Hermano Saraiva contribuiu de forma inigualável para que os Portugueses conhecessem melhor a História e Geografia do seu país, através da sua extensa obra literária e televisiva, onde se afirmou como comunicador ímpar.

Foi indiscutivelmente um Grande Português, que amava a sua Pátria profundamente, servindo-a ao longo da sua vida, nomeadamente como Ministro da Educação entre 1968 e 1970, altura em que teve que enfrentar a crise académica de 1969.

É dever dos verdadeiros Portugueses, prestarem-lhe homenagem de forma digna, evocando a sua memória, vida e obra perpetuando-as para sempre na mente dos nosso compatriotas. (PNR)

O PNR vem, deste modo, expressar o sentimento de profunda perda para a Nação e evocar a memória do Grande Português José Hermano Saraiva, nascido em Leiria, em 3 de Outubro de 1919 e falecido hoje, dia 20 de Julho de 2012, aos 92 anos, em Palmela.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Apontamento semanal | 19 de Julho

> EFEMÉRIDE < > Dia do Fuzileiro. No passado dia 7 de Julho, assinalou-se na Escola de Fuzileiros, o “Dia do Fuzileiro”, com um programa centrado na “Casa-Mãe” dos Fuzileiros Portugueses. Os Fuzileiros da Armada remontam a 1585, quando se estabeleceram núcleos de adestramento das guarnições das naus da Índia. O Corpo de Fuzileiros actual tem a sua origem na mais antiga Força Militar constituída com carácter permanente em Portugal, sendo datada de 1621 a sua fundação, com a designação de “Terço da Armada da Coroa de Portugal”. O PNR, honrando as nossas Forças Armadas, não pode deixar de endereçar um forte abraço, reconhecido, a todos os Fuzileiros.

> CRIMINALIDADE < > Será que estes “vêm fazer o trabalho que os Portugueses não querem”?… A PSP identificou perto de 500 assaltantes de casas na zona de Lisboa. São elementos oriundos do leste da Europa e recorrem a métodos sofisticados para entrar nas casas.

Os promotores e defensores das políticas irresponsáveis de fronteiras abertas e de imigração descontrolada incluíram no papaguear “politicamente-correctez” essa frase lapidar de que “os imigrantes fazem o trabalho que os Portugueses recusam fazer”. Pois… mas connosco a receita seria outra: reposição das fronteiras, permitindo controlar quem entra; alteração da Lei da Nacionalidade, tendo o Jus Sanguinis como critério único; reversão dos fluxos migratórios; penas de prisão efectivas para todos os casos de flagrante delito; repatriamento de ilegais, de subsídio-dependentes e de marginais. É que o PNR faria o trabalho que os donos do regime não querem fazer…

> O “arrependimento” compensa. Henrique Jales, funcionário da TVI que abusou de uma menor de 13 anos, em Abril do ano passado, foi condenado a cinco anos de pena suspensa, e já não regressou à cadeia onde estava preso há quase um ano. O colectivo de juízes do Tribunal de Santa Maria da Feira acreditou no arrependimento do arguido, de 43 anos, e está convicto de que este irá controlar “os seus instintos”, apesar de admitir que o risco se mantém e que não há certezas de que o pedófilo não volte a abusar. O Ministério Público não sabe se vai recorrer.

Mas afinal que Justiça é este que defende os direitos dos criminosos e não os das vítimas? O colectivo de juízes acredita no arrependimento? Mas isto é alguma brincadeira? Então fica assim a monstruosidade que este animal fez a uma criança, deixando-lhe marcas profundas para sempre? E se matasse alguém e depois se arrependesse, também servia?
Neste particular, faltam-nos as palavras que verbalizem a indignação e revolta que sentimos perante tamanha monstruosidade. O pedófilo violador é um monstro repelente! E que serão os senhores juízes que perdoam tal criatura?
O PNR defende moldura penal máxima para pedófilos e violadores, com cumprimento integral da pena.

> CORRUPÇÃO < > É só amigalhaços… Nas “eleições directas” de 2010 para a direcção do PSD, Pedro Passos Coelho não teve de pagar aluguer pela sede de campanha: a Universidade Lusófona facilitou-lhe um andar na rua Braamcamp, em Lisboa. A sede de Passos Coelho para as eleições do PSD, em 2008, também foi a custo zero e tem algo que ver com a Lusófona. Miguel Relvas, actual Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, foi coordenador da Comissão Política de Passos Coelho nas “eleições directas” em causa.

O “curso” do sr. Relvas, a oferta a Passos Coelho vinda da mesma universidade que ofereceu esse “curso”… tudo isto é promíscuo e tresanda a pouca-vergonha! É este ambiente generalizado de compadrio e favorecimentos que está a dar cabo de Portugal por completo. Depois, os sacrifícios, já se sabe, recaem sobre os mais fracos. Enquanto isso, entre tráfico de influências, favorecimentos e outras imoralidades que tais, anda esta gente, nas últimas décadas, e de forma deliberada, a dar cabo das grandes empresas do Estado e a aproveitar-se de serviços prestados pelo Estado para benefício próprio. Não são coincidências: são evidências!

É por isso, por causa do aproveitamento desta gente sem princípios nem coluna vertebral, que não se acaba de vez com o cancro das PPP e com os subsídios das fundações e associações. É por isso que não se reduz o montante das subvenções aos partidos do arco do poder. É por isso que não acabam com as reformas antecipadas e as subvenções vitalícias a autarcas, deputados, secretários de estado, ministros e presidentes. É por isso que não acabam com os chamados outsourcings/consultorias externas e com as aquisições de ajuste directo. E muito mais!

Não acabam com estas situações porque não querem prejudicar os seus interesses e os dos amigos. Depois dizem que não há dinheiro e colocam a canga dos sacrifícios em cima dos Portugueses.

A crise económica actual tem a sua raiz, sobretudo, na crise de valores. E esta, na fraca gente que nos (des)governa desde Abril de 74.

> SUBSÍDIO-DEPENDÊNCIA < > Alguns beneficiários nunca trabalharam na vida. Ulisses já perdeu a conta há quantos anos recebe o Rendimento Social de Inserção. Com cinco filhos, o homem, de 38 anos, não conhece outra forma de vida. Recebe 700 euros por mês, nunca trabalhou e até já esteve preso. Nos bairros do Porto, são muitos os que partilham a mesma história. Só no Lagarteiro, são mais as famílias a receber RSI do que as casas. Existem 446 habitações, mas quase 500 agregados têm a ajuda do Estado. Isto porque na mesma moradia residem vários beneficiários.

Como se pode sustentar pessoas que fazem do subsídio um modo de vida? São muitos, muitos mesmo, aqueles que ao longo da vida nunca contribuíram com um tostão para a sociedade. A maior parte destes ainda se dedica ao crime e à delinquência, vivendo depois com apoios de todo o estilo e casa paga por quem trabalha honestamente. Isto é uma afronta! O crime pelos vistos compensa em Portugal. Eles é que têm direito a subsídios e a casas sociais, já que os portugueses honestos apenas têm direito a pagar impostos, suportar sacrifícios, sustentar esta gente e ser alvo da sua criminalidade. (PNR)