
Uma das principais inovações do “WAM” é a capacidade de permitir a percepção das sensações de contacto ao utilizador.
Entrevistado pela Renascença, o coordenador do projecto, Rui Cortesão, explica ainda que este futuro robot cirurgião traz também outras vantagens.
“Nós estamos a desenvolver um robot-cirurgião com o principal objectivo de fazer cirurgia minimamente invasiva. Este robot pode ser também utilizado para outro tipo de cirurgias ou também para, por exemplo, outro tipo de aplicações como a fisioterapia e também tele-ecografia”, disse.
Os primeiros testes devem começar dentro de dois anos e, no mercado, o WAM pode estar disponível dentro de cinco, seis anos.(Fonte)
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