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sábado, 12 de maio de 2012
CAMINHADA PELA VIDA
Camaradas nacionalistas vamos todos participar nesta caminhada.
José Pinto-Coelho vai estar presente vamos juntar-nos ao nosso Presidente.
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PNR
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Furta carros em Coimbra para ir roubar gasóleo

Reincidente e com pena suspensa, jovem suspeito terá furtado mais de 20 automóveis
ao longo dos últimos dois meses no parque de estacionamento junto à Estação Velha.
Mais um exemplo do clima de impunidade, que não nos cansamos nem cansaremos de denunciar.
Os nacionalistas e o seu partido o PNR são os únicos que não alinhando com o politicamente correcto vão gritando as verdades aos quatro ventos e só votando PNR nas próximas eleições é possível acabar com a criminalidade que o sistema não combate e que parece nos estar a impingir, como normal. Para podermos receber os subsídios de Bruxelas que só beneficiam meia dúzia de privilegiados temos que aceitar de bom grado a criminalidade, a imigração descontrolada, a legalização do aborto, a liberalização da droga, os atentados ao ambiente, os baixos salários, o desemprego, etc., etc. Já é tempo de dizer basta. Os nacionalistas há muito tempo que o dizem, junte-se a nós e diga-o bem alto também.
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São João do Campo
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Aborto é crime

Dois anos após o referendo que legalizou o aborto até às 10 semanas, tem aumentado o número de casos de mulheres, em Portugal, que utilizam a interrupção voluntária da gravidez como se se tratasse de um método contraceptivo e continuam a existir situações de aborto clandestino.
Dois anos após o referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez, os números oficiais revelam a ocorrência de quase 18 mil abortos - no último ano - e 22 mil desde 2007, quando foi aprovada a lei.
E neste dia em que se cumprem 2 anos sobre o referendo de 11 de Fevereiro de 2007.
Passados dois as falácias dos defensores do sim começa a cair por terra, não só não se diminui o numero de abortos, como também não se acabou com o aborto clandestino. Na realidade podemos mesmo contactar que as abortadeiras profissionais gozam agora do pleno direito de fazer abortos por atacado.
O aborto é hoje intitulado de outras formas, como Redução Terapêutica, Redução de Danos para a Paciente ou Interrupção da Gravidez, que buscam amenizar o efeito da palavra aborto. É prática comum em alguns países e proibida com veemência em outros. É, acima de tudo, um dilema social, humano, jurídico, religioso e um risco para a saúde das mulheres, que deixa sequelas psicológicas para toda vida, excluindo deste particular aquelas criaturas, sem consciência que praticam o aborto como quem toma um café.
Cada vez mais é preciso informar a população sobre o risco do aborto e mais, sobre a importância da vida. Isso não significa deixar a paciente desamparada, mas orientá-la e instruí-la sobre as consequências do acto para que, futuramente, isso não comprometa a sua saúde mental e também física.
Cada vez mais é preciso criar politicas de apoio à maternidade, para que o recurso ao aborto por motivos económicos desapareça.
Afinal, se estamos aqui hoje, debatendo esse tema, é porque alguém permitiu que tivéssemos o nosso primeiro direito, o direito à vida.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Negócio com a morte
As três clínicas privadas autorizadas para a prática de interrupção voluntária de gravidez (IVG) em Portugal fizeram cerca de um terço (5530) do total de abortos (16.784) no primeiro ano de vigência da nova lei. E usam sobretudo o método cirúrgico (com anestesia geral) em vez do medicamentoso, ao contrário do que acontece nos hospitais públicos.
Num mundo que clama por direitos, enriquecer ou tirar proveitos através da morte de um ser humano, constitui um retrocesso no caminho para um mundo melhor. Infelizmente o poder instituído faz sinal para um lado e vira de imediato para outro. As multas tardam em chegar, mas temos a certeza que um dia chegarão.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Fechar maternidades para abrir clínicas de aborto

Margarida nasceu na madrugada de ontem numa ambulância dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz. Foi o 11.º bebé a nascer fora de uma maternidade, desde o encerramento do bloco de partos do Hospital Distrital da Figueira, em Novembro de 2006.
Perante factos não existem argumentos, e fica provado que o fecho da maternidade da Figueira da Foz foi um erro, que os figueirenses estão a pagar bem caro.
No entanto convém ter presente que a politica governamental de apoio à maternidade permite que no Hospital desta localidade se possam fazer abortos.
Nada mais claro, este governo fecha maternidades para abrir clínicas de abortos.
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