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terça-feira, 18 de maio de 2010

PNR contra a promulgação Presidencial da aberração


Relativamente à promulgação da lei, há escassas horas, que consagra o "casamento" civil entre pessoas do mesmo sexo, vem o PNR lembrar que sempre previu e inúmeras vezes alertou para a fatal vitória do lóbi gay face à cumplicidade dos cinco partidos do arco do poder. Era tudo uma questão de tempo até que Portugal entrasse no rol de países da vergonha, onde a aberração do chamado “casamento” entre pessoas do mesmo sexo se tornaria uma realidade.

O PNR lamenta agora, a cumplicidade do Presidente Cavaco Silva que, como Pilatos, lavou as suas mãos diante do povo, dizendo que é lá com eles (partidos com assento parlamentar).

O PNR não deixa de estranhar a incoerência de um Presidente da República que após ter andado quase uma semana com grandes sorrisos para com o Papa Bento XVI, dias depois toma uma decisão destas. A coerência não se pode compadecer nunca de argumentos vagos e estéreis como aqueles que apresentou ao país.

Claro que nas próximas eleições irá contar seguramente com muitos votos arco-iris, mas provavelmente ainda chegará o dia em que um sucessor seu, no mais alto cargo da Nação, se apresente em companhia de um primeiro-damo... É que a aberração não conhece horizontes nem limites.

Findo assim um capítulo com desfecho previsível, o PNR reforça a sua total oposição a este atentado à sociedade e sinal de barbárie e perversão de valores.

Considera ainda, que é uma vergonha que o nome de Portugal esteja associado a um dos oito países do mundo apontados por alguns como exemplo de vanguarda (de promoção da homossexualidade), mas que na verdade, aos olhos do comum das pessoas, não passemos de um triste e vergonhoso exemplo de país de “retaguarda”…

“Obrigado”, Senhor Presidente!


Comissão Política Nacional
17 de Maio de 2010

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Penedo da Meditação


O pedido de insolvência da Marcopolo, interposto por um fornecedor e a intransigência da administração podem inviabilizar a venda da empresa e a salvação de centenas de postos de trabalho. Como não é um banco o governo e o sistema pouco ou nada fazem para salvar a empresa. Afinal só se perdem uns postos de trabalho e não uns milhões de algum boy.

Dos 120 mil portugueses que saíram do país para trabalhar na construção, 60 mil estão em condição irregular. Têm contratos ilegais e muitos nem recebem subsídios de alimentação,avança hoje o “Diário de Notícias”.
A imigração é uma arma do capital e como tal só serve para fazer enriquecer empresários corruptos, chantagear os trabalhadores autócnes e obter baixos salários.

Dois agentes da PSP, agredidos na Amadora em 2004 quando estavam em serviço, não vão ser indemnizados por danos morais e físicos e foram obrigados a pagar as custas do processo porque os agressores, condenados em tribunal, apresentaram atestado de pobreza. Como muitas vezes temos dito a vida está boa para os criminosos e difícil para o povo e para quem tem como missão o defender.

Ainda há discriminação” em Coimbra, diz Sérgio Carvalho, coordenador local da rede ex aequo, associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes (LGBT’s). Cuidado com as palavras, o que eles entendem como discriminação é o não apoiar o casamento dos homossexuais, não gostar de paradas gay ou não os passar à frente nos empregos. Esta gente sob a capa da tolerância é do mais intolerante que há.

Porque acreditamos na família, porque acreditamos na segurança, porque dizemos basta de imigração, porque defendemos uma maior justiça social, somos o único partido que verdadeiramente faz oposição nacional.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Casamento de homossexuais: Censura prévia e declarada ao PNR


Hoje o presidente do PNR, José Pinto-Coelho, foi convidado pelo canal de televisão TVI24 para participar num debate sobre a decisão do Tribunal Constitucional de rejeitar o pedido de casamento entre duas lésbicas. O tema do programa, ou a pergunta que serve de mote, é "concorda com o casamento de pessoas do mesmo sexo?". No convite, a TVI24 informava que estaria presente o advogado das fulanas, a defender o ponto de vista das próprias, e que "do outro lado" estaria o presidente do PNR, como representante do único partido político português que defende a família como célula base da comunidade e se afirma contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Quando Pinto-Coelho, que aceitou o convite, já se encontrava à porta dos estúdios da TVI, foi informado que já havia outro convidado para defender esse ponto de vista e que portanto a sua participação tinha sido... cancelada. Esta situação, só por si, já seria grave e inadmissível, mas ao observar o dito "debate" constata-se que afinal não havia outro convidado nenhum e, mais uma vez, a única opinião permitida foi a politicamente correcta. Confirma-se, mais uma vez, que o PNR - Partido Nacional Renovador - incomoda muita gente e que é a verdadeira OPOSIÇÃO NACIONAL ao sistema - cujos partidos, nesta e noutras matérias, defendem todos uma ideia parecida - sem excepção!

Nota: recorde-se que o advogado presente no dito "debate" - "debate" porque este foi debitar as balelas habituais da pseudo-tolerância e da Constituição, etc. - já discutiu uma vez este assunto com um representante do PNR, na TV Record, e talvez não tenha gostado de ouvir umas certas verdades que têm (ou deviam!) ser ditas mas que, mais uma vez, foram excluídas (censuradas) previamente do auto-intitulado "debate".

FONTE

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

"Hasta la vitória, siempre!"


Data de 1971 a resolução do Primeiro Congresso Nacional de Educação e Cultura de Cuba onde se decretou que "os desvios homossexuais representam uma patologia anti-social, não admitindo de forma alguma suas manifestações, nem sua propagação, estabelecendo como medidas preventivas o afastamento de reconhecidos homossexuais artistas e intelectuais do convívio com a juventude, impedindo gays, lésbicas e travestis de representarem artisticamente Cuba em festivais no exterior." Foram então estabelecidas penas severas para "depravados reincidentes e elementos anti-sociais incorrigíveis".

Em 1959 ao tomar o poder em Cuba, Fidel declarou que "um homossexual não pode ser um revolucionário".

Consta que o próprio Guevara, ao encontrar na Biblioteca da Embaixada Cubana em Argel, a obra Teatro Completo de Virgilio Piñera, homossexual assumido, jogou o livro na parede, dizendo: "como vocês têm na nossa embaixada o livro de um ‘pajaro maricon’!" o sinónimo cubano para maricas

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Países baixos


Um grupo de homossexuais holandeses organiza o festival Natal Cor-de-Rosa, no qual participam duas Virgens Maria e dois Josés. Outras atracções são um mercado e uma pista de skate.
Continuam as provocações do lobby gay.
Se alguma organização toca mesmo que de forma indelével as frágeis criaturas, logo todo o sistema sai a rua para protestar. No entanto provocações deste género gozam da benevolência, dos novos senhores do templo.
Os países baixos são de facto a fonte de muitos dos males que atingem a sociedade. Não esquecer que talvez ligado a esta gentalha, existe hoje na Holanda um partido que defende a pedofilia. Enfim este sistema está cada vez mais hipócrita.