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domingo, 30 de setembro de 2012

O PNR vem saudar a intervenção exemplar da GNR, na incursão a um acampamento cigano em Vila Verde, Braga, e que resultou em várias detenções e na apreensão de um automóvel de grande cilindrada, ouro, dinheiro e armas de fogo ilegais.


O Partido Nacional Renovador não tem a menor dúvida em considerar a intervenção da GNR como justificada perante o cenário táctico, pois é sabido que nos acampamentos da comunidade cigana abundam as armas de fogo ilegais, constituindo assim um perigo para as forças de segurança.

Não podemos, mais uma vez, deixar de protestar contra a ”política” anti-nacional do SOS-Racismo, e deixar claro que tal organização carece de toda e qualquer credibilidade, seja a que título for, mercê do seu constante comportamento ofensivo face às forças da autoridade, bem como da sua obscena promoção da impunidade de certas minorias étnicas que vivem em solo nacional.

O PNR, único partido nacionalista português, continuará sempre a solidarizar-se com quem defende os Portugueses e zela pelo bem-estar da população autóctone de Portugal.


Comissão Política Nacional
29 de Setembro de 2012



sábado, 15 de setembro de 2012

Assim não se aguenta mais!

Antes de ontem, depois do Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, ter falado à nação, os portugueses ficaram com a certeza, de que vão ficar ainda mais pobres e com um futuro mais negro, e que continuaremos a ser uma espécie de protectorado da troika, rumo a um povo de escravos, sem independência nem dignidade. Assim, o PNR, vem mais uma vez opor-se a esta desastrosa política que condena Portugal e os Portugueses, cada vez mais, à total miséria.
Ainda os portugueses, não estavam refeitos de mais um choque, e logo se ouviram os protestos da costumeira “oposição” por parte dos partidos do sistema, sendo quase pornográfico ter que ouvir tais declarações por parte de representantes do PS, PCP e BE, todos eles com mais ou menos responsabilidades na situação a que o país chegou.

Não podemos deixar de lembrar aos Portugueses, que os partidos que estão há diversos anos no arco da governação, já levaram Portugal a receber três intervenções do FMI, devido a situações de falência iminente do Estado Português.

Não podemos deixar de lembrar aos portugueses que todos eles têm saqueado o país ao longo das últimas décadas, servindo-se, em vez de servirem.

Não podemos deixar de lembrara aos portugueses que há uma década alertamos para o crime da entrega da nossa soberania e economia a mãos alheias às da Mãe-Pátria.

Os Portugueses têm que dizer basta ao controlo do país por parte dos partidos com assento parlamentar, pois esses tudo farão para defender os seus interesses, não querendo cortar nas verdadeiras despesas do estado ou não hesitando em propor políticas suicidas que apenas fomentariam um caos semelhante ao do PREC no pós-25 de Abril.

Só o PNR, tem a independência, vontade e coragem necessárias, para atacar, de forma eficaz, os interesses instituídos na política Portuguesa.

Com o PNR, acabariam as verbas e benefícios fiscais para fundações; os privilégios dos políticos e as subvenções partidárias; os contratos de adjudicação directa; as prestações de serviços de outsourcing e de consultoria externa.

Com o PNR, seriam renegociadas e fiscalizadas de forma eficaz todas as PPP.

Com o PNR, haveria um combate sem tréguas ao enriquecimento ilícito e à corrupção.

Com o PNR, seriam reduzidos, em média 30 % dos cargos políticos, tanto a nível nacional como local.

Só o PNR tem ideias e coragem política para empreender o rumo de verdadeiro Estado Nacional e Social, que garanta um futuro seguro para Portugal e para os Portugueses. (PNR)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

José Hermano Saraiva | Morreu um Grande Português

A Comissão Política Nacional do PNR, ao tomar conhecimento da morte do Prof. Dr. José Hermano Saraiva, envia, desde já, sentidas condolências à família enlutada.

Grande Patriota, Historiador e Jurista, o Prof. Dr. José Hermano Saraiva contribuiu de forma inigualável para que os Portugueses conhecessem melhor a História e Geografia do seu país, através da sua extensa obra literária e televisiva, onde se afirmou como comunicador ímpar.

Foi indiscutivelmente um Grande Português, que amava a sua Pátria profundamente, servindo-a ao longo da sua vida, nomeadamente como Ministro da Educação entre 1968 e 1970, altura em que teve que enfrentar a crise académica de 1969.

É dever dos verdadeiros Portugueses, prestarem-lhe homenagem de forma digna, evocando a sua memória, vida e obra perpetuando-as para sempre na mente dos nosso compatriotas. (PNR)

O PNR vem, deste modo, expressar o sentimento de profunda perda para a Nação e evocar a memória do Grande Português José Hermano Saraiva, nascido em Leiria, em 3 de Outubro de 1919 e falecido hoje, dia 20 de Julho de 2012, aos 92 anos, em Palmela.

sábado, 31 de dezembro de 2011

O PNR condena veementemente a venda da EDP à China e acusa o Governo de traição

Consumou-se mais uma traição a Portugal, bem grave desta feita, com a venda da participação do Estado na EDP à China, a ser assinada nesta sexta-feira.

Estamos perante mais uma situação escandalosa e gravíssima de transferência de soberania nacional, levada a cabo por um Governo que, fazendo de tudo para agradar à Troika e obedecer às ordens vindas de fora, nem hesita em prostituir-se e vender, a interesses estrangeiros, sectores vitais para o país.

O PNR demonstra assim a mais viva repugnância por esta traição, denunciando-a como mais uma grave agressão à soberania nacional e aos interesses dos Portugueses.

Reiteramos que, para os Nacionalistas, sectores como os das energias, transportes, comunicações e recursos naturais, por serem vitais para a soberania nacional e para o serviço à população, jamais, em circunstância alguma, deveriam sair das mãos do Estado.

Esta vergonhosa venda da EDP, apenas vem aumentar o rol das barbaridades que levarão a que o presente Governo e o Regime vigente sejam um dia julgados pela História como autores de uma das maiores traições a Portugal.

Comissão Política Nacional 27 de Dezembro de 2011

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

«Casamentos gay» e manobras de diversão

O Bloco de Esquerda e o partido Os verdes, organização satélite do PCP, vieram propor a discussão do «casamento» lésbico, gay, bissexual e transsexual (LGBT), tendo ficado agendado para Outubro o respectivo debate na Assembleia da República.

O «casamento homossexual», como lhe chamam, é assunto há muito previsto na agenda PS e que já tinha sido objecto de afirmações dos seus dirigentes confirmando essa discussão para a próxima legislatura, ou seja depois das eleições de 2009. Acreditamos que nessa altura, e se nada mudar até lá, todos os partidos do sistema que agora fazem alarido com a questão vão deixar passar essa proposta.

Lembramos que o PSD e o CDS, que agora fingem ser contra essa medida, aprovaram a alteração do artigo 13º, nº 2, da Constituição da República Portuguesa. Essa alteração incluiu naquele artigo a proibição de discriminação com base na orientação sexual, abrindo portas não só à aprovação do «casamento gay» como à consequente adopção de crianças.

O PNR, que não tem pejo em declarar-se frontalmente contra essa deturpação da instituição do casamento, e clara afronta à célula base da comunidade, que é a família, considera uma manobra de diversão trazer esta discussão nesta altura. O Governo devia estar a responder pelo aumento do desemprego e da criminalidade, que não desapareceu por arte e magia, numa altura em que se adivinha um forte agravamento da crise económica.

Lamentamos que a actual oposição no Parlamento, que não serve os interesses dos portugueses, não saiba estar à altura desses imperativos e que venha participar no circo gay-mediático montado para desviar as atenções dos portugueses daquilo que é, neste momento, realmente importante.(PNR)

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

As políticas e políticos da insegurança nacional

O Governo continua a demonstrar ser incapaz de dar resposta ao problema da criminalidade violenta - depois de semanas em que a comunicação social fez alarido de mortes e roubos. Nos últimos dias apenas se sentiu diferença na diminuição do número de casos noticiados mas, na verdade, nada mudou e nada foi feito em concreto para resolver eficazmente esse problema que alastra em todo o país.

A única medida anunciada pelo Governo, além dos disparates do sinistro Rui Pereira, foi a nomeação de um mega-comissário político de controlo da investigação criminal - adivinha-se que os políticos dos partidos do sistema continuem a ficar de fora dessas supostas investigações. Assistimos a meras operações 'stop', mas fortemente mediatizadas, para fiscalização de taxa de alcoolemia em que se aproveita para revistar os condutores à procura de objectos proibidos. Caso sejam encontrados, estes servem unicamente para engrossar a estatística do - aparente mas falso - controle da proliferação de armas ilegais.

A propósito de Rui Pereira, quem tem explorado a sua deficiente prestação é Paulo Portas, usando e abusando de falsas e demagógicas alusões à imigração e segurança. Sabe-se que essas sugestões, e não promessas em concreto, são atiradas para o ar apenas porque o CDS é oposição, e sabe-se também que, mesmo que fossem propostas, estas nunca seriam cumpridas por um Governo CDS. Isso ficou demonstrado quando Paulo Portas fez - efectivamente - parte do Governo PSD/CDS, altura em que supostamente começou o aumento exponencial da criminalidade violenta, e quando o liberal-capitalista Portas exigiu uma quota maior de entrada de imigrantes no nosso país, maior ainda que a proposta do próprio PSD.

A propósito de imigração, ainda esta semana foi noticiado o caso de um imigrante que, tendo cadastro por homicídio no Brasil, circulava livremente pelas nossas ruas, cometendo roubos e homicídios, mesmo depois de já ter sido condenado anteriormente também em Portugal. Como sempre, o Estado limitou-se a emitir um cordial pedido, por carta, onde se solicitava ao meliante que se ausentasse voluntariamente do nosso país. Acabou por ser detido por se descobrir que fora o autor de mais um homicídio de um comerciante português em Setúbal.

Com este tipo de política criminal, bem como com a actual Lei da Nacionalidade que promove a vinda de imigrantes para Portugal, não haverá esperança na resolução dos problemas mais graves do nosso país. Portugal precisa de políticas que defendam o Nacional, que coloquem os interesses dos portugueses acima de interesses partidários ou pessoais, e apenas o PNR se apresenta como força política com vontade e coragem de tomar as medidas urgentes e necessárias para um harmonioso desenvolvimento do nosso país. (Fonte:PNR)