A Comissão Política Nacional do PNR, ao tomar conhecimento da morte do Prof. Dr. José Hermano Saraiva, envia, desde já, sentidas condolências à família enlutada.
Grande Patriota, Historiador e Jurista, o Prof. Dr. José Hermano Saraiva contribuiu de forma inigualável para que os Portugueses conhecessem melhor a História e Geografia do seu país, através da sua extensa obra literária e televisiva, onde se afirmou como comunicador ímpar.
Foi indiscutivelmente um Grande Português, que amava a sua Pátria profundamente, servindo-a ao longo da sua vida, nomeadamente como Ministro da Educação entre 1968 e 1970, altura em que teve que enfrentar a crise académica de 1969.
É dever dos verdadeiros Portugueses, prestarem-lhe homenagem de forma digna, evocando a sua memória, vida e obra perpetuando-as para sempre na mente dos nosso compatriotas. (PNR)
O PNR vem, deste modo, expressar o sentimento de profunda perda para a Nação e evocar a memória do Grande Português José Hermano Saraiva, nascido em Leiria, em 3 de Outubro de 1919 e falecido hoje, dia 20 de Julho de 2012, aos 92 anos, em Palmela.
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sexta-feira, 20 de julho de 2012
quarta-feira, 7 de julho de 2010
PNR contra o encerramento de urgências
A decisão do Ministério da Saúde, de encerrar as urgências pediátricas no turno da noite nas unidades hospitalares de Setúbal e Barreiro, embora adiada por enquanto, não deixa de emitir mais um sinal preocupante que mantém a lógica de se encerrar os serviços segundo critérios numéricos, que são arbitrários por natureza.
Tratando-se, neste caso, da margem sul, talvez esteja ainda sob o efeito da afirmação do ex-Ministro Mário Lino, de que "ali é um deserto"…
Seja como for, o argumento de que a procura é escassa, revela-se assustador por mais uma vez se submeter a critérios economicistas, de rentabilidade e total insensibilidade para com o drama humano das famílias que sentem a aflição de uma criança que necessite de serviços de saúde urgentes. E é intolerável o argumento adicional de que a cerca de 40 quilómetros há outras unidades disponíveis.
Também o argumento da falta de médicos, não pode justificar o encerramento de unidades cuja procura afinal é “escassa”… As soluções devem passar sempre pela resolução dos problemas e nunca por varrer o problema para baixo do tapete.
Quando o ser humano deixa de ter qualquer valor transcendente e passa a ser encarado como número ou estatística, então todas as atrocidades e irresponsabilidades se tornam possíveis….
Toda e qualquer decisão política que vise encerrar serviços, fundamentada na lógica da rentabilidade ou de critérios numéricos, é por si atentatória contra a dignidade humana.
Se é verdade que a decisão do Ministério, neste caso, foi travada e adiada em virtude da mobilização das populações afectadas, actuação esta com a qual o PNR se solidariza e aplaude, não deixa de ser também verdade que a ameaça destas políticas de razia e encerramentos paira sempre no ar e merecem a vigilância atenta dos portugueses.
O PNR repudia tais políticas de encerramentos, pois defende a Vida e a sua qualidade acima de tudo, rejeitando as “soluções” fáceis e insensíveis. (PNR)
Tratando-se, neste caso, da margem sul, talvez esteja ainda sob o efeito da afirmação do ex-Ministro Mário Lino, de que "ali é um deserto"…
Seja como for, o argumento de que a procura é escassa, revela-se assustador por mais uma vez se submeter a critérios economicistas, de rentabilidade e total insensibilidade para com o drama humano das famílias que sentem a aflição de uma criança que necessite de serviços de saúde urgentes. E é intolerável o argumento adicional de que a cerca de 40 quilómetros há outras unidades disponíveis.
Também o argumento da falta de médicos, não pode justificar o encerramento de unidades cuja procura afinal é “escassa”… As soluções devem passar sempre pela resolução dos problemas e nunca por varrer o problema para baixo do tapete.
Quando o ser humano deixa de ter qualquer valor transcendente e passa a ser encarado como número ou estatística, então todas as atrocidades e irresponsabilidades se tornam possíveis….
Toda e qualquer decisão política que vise encerrar serviços, fundamentada na lógica da rentabilidade ou de critérios numéricos, é por si atentatória contra a dignidade humana.
Se é verdade que a decisão do Ministério, neste caso, foi travada e adiada em virtude da mobilização das populações afectadas, actuação esta com a qual o PNR se solidariza e aplaude, não deixa de ser também verdade que a ameaça destas políticas de razia e encerramentos paira sempre no ar e merecem a vigilância atenta dos portugueses.
O PNR repudia tais políticas de encerramentos, pois defende a Vida e a sua qualidade acima de tudo, rejeitando as “soluções” fáceis e insensíveis. (PNR)
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