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quinta-feira, 13 de março de 2014

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Não esquecemos o Ramal da Pampilhosa

O Ramal Ferroviário Pampilhosa/Figueira da Foz foi mandado encerrar no governo de José Sócrates, juntamente com muitos outros ramais e linhas, numa senda tresloucada que só beneficiou as empresas de transportes rodoviários privadas. A razão invocada foi a falta de segurança da linha mas, entretanto, realizaram-se trabalhos de remodelação onde foram gastos milhares de euros. Depois, o Governo PSD/CDS deu a machadada final, ao abandonar a continuação da remodelação: deitou assim à rua o dinheiro já gasto e continuou na mesma linha errada do seu antecessor no que toca à política de transportes. Muitos cidadãos da zona, em que se incluem dirigentes, militantes e simpatizantes do PNR, não aceitaram a decisão e, fruto da sua luta, obrigaram as autarquias servidas pela linha a agendarem uma reunião com o Governo. Ficou decidido nessa reunião que os autarcas iriam apresentar um plano de viabilidade para o ramal, e que não se opunham a que se levantasse os carris existentes. Mas, neste momento, já foram levantados carris em metade de extensão do ramal e plano de viabilidade, nem vê-lo. Como não podemos deixar morrer esta causa, os Nacionalistas vão uma vez mais juntar-se ao povo e responder ao apelo feito pelo Movimento Cívico que luta contra o encerramento do ramal. Vamos assim marcar presença em todas as Assembleias Municipais dos concelhos servidos pelo ramal (Figueira da Foz, Montemor-o-Velho, Cantanhede e Mealhada), no sentido de sabermos o ponto da situação e mostrarmos aos novos autarcas que esta causa não está esquecida.
http://www.pnr.pt/2013/11/06/nao-esquecemos-o-ramal-da-pampilhosa/

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Reunião

Os nacionalistas do Distrito de Coimbra,efectuar mais uma reunião de trabalho, no dia 9 de Outubro,quarta.feira. A reunião terá inicia às 22,30 e quem pretender marcar presença deve contactar-nos para: E-mail PNRCoimbra@gmail.com, telemóvel 922091301. Juntem-se a nós!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Manifestação em defesa do Ramal Pampilhosa Figueira da Foz


A CP – Caminhos de Ferro Portugueses anunciou que, a partir de dia 1 de Janeiro de 2012, deixará de garantir os transportes rodoviários alternativos no Ramal da Figueira da Foz, que mantinha desde que aquela linha, que liga a Figueira à Pampilhosa, foi desactivada para a realização de obras. O ramal, que passa também pelos concelhos de Cantanhede e Montemor-o-Velho, foi desactivado, tendo em vista uma empreitada de beneficiação. Foram também retirados os carris, com a justificação de que assim se evitariam furtos, mas, no recente Plano Estratégico para o sector dos transportes ficou confirmada a decisão de suspensão do processo de reactivação.
Como forma de protesto está foi agendada uma manifestação no dia 14 de Janeiro pelas 15.00h em Cantanhede. A manifestação que terá inicio junto à CM de Cantanhede e terminus junto à estação de comboios, é organizada pela Plataforma Nacional de defesa da Ferrovia, pelo Movimento de Defesa do Ramal Pampilhosa/Figueira da Foz e pelo Projecto Cultura e Cidadania de Mira. O PNR apoia esta manifestação e apela aos seus militantes e simpatizantes e a todos os vivem em locais servidos pelo Ramal para que compareçam em massa protestando contra mais este atentado aos transportes públicos.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

PELA REABERTURA E MODERNIZAÇÃO DO RAMAL PAMPILHOSA – FIGUEIRA DA FOZ


O Ramal Ferroviário da Pampilhosa – Figueira da Foz encerrou para obras a 5 de Janeiro de 2009, ou seja, há quase três anos que deixou de servir as populações locais.
No início deste ano de 2011, a Refer afirmou que o ramal seria reactivado no presente ano. Mas agora, decorridos nove meses e face à continuação do estado de abandono desta linha, a empresa remete-se ao silêncio e diz que não faz comentários sobre a matéria.
Por outro lado, a Comunidade Inter-municipal do Baixo Mondego está verdadeiramente empenhada neste assunto, estando nele, acompanhada pelos Presidentes das várias Juntas de Freguesia dos Concelhos atravessados pela ferrovia.
O PNR defende a urgente requalificação e reactivação da linha, cujo investimento de 18,3 milhões de euros está suspenso devido ao PEC III.
Esta linha ferroviária, além de ter um impacte local considerável tem ainda um efeito estrutural na rede nacional, com implicações fortemente vantajosas na sua exploração, nomeadamente na logística entre Lisboa e a fronteira de Vilar Formoso.
No dia 23 de Setembro, sexta-feira, pelas 21:30 horas, a sua defesa vai ter voz, numa sessão organizada pelo Projecto Cultura e Cidadania que terá lugar no Café Aliança, em Mira. Dirigentes de alguns partidos, entre os quais o PNR, bem como os autarcas da Mealhada, Cantanhede, Montemor-o-Velho, Figueira da Foz e Mira, estarão presentes nesta iniciativa.
Entretanto, o PNR fará acções de distribuição de folhetos e colagem de cartazes, dando força à luta que é de tantos, numa região penalizada por aquele encerramento ferroviário, sendo este o momento certo para que o Governo olhe a pretensão, que é legítima, de toda uma população local que está unida nesta causa.

FONTE

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Eleições Legislativas – Propaganda PNR



Camaradas e amigos
Estamos na recta final da campanha e tudo indica que o saldo vai ser positivo, uma vez que não param de chegar os pedidos para aderir ao PNR e é cada vez maior o número de visitas às páginas e blogues, bem como os soldados políticos envolvidos na campanha eleitoral.

Agora importa pedir a ajuda de todos num esforço final.

Sexta-feira dia 27 vamos fazer distribuição de propaganda nos concelhos de Penacova e Poiares. Saída de Cantanhede pelas 16.30 e encontro com camaradas de Coimbra pelas 16.45.

Domingo dia 29 saida de Cantanhede pelas 09.30, encontro com os camaradas de Coimbra pelas 10.00 junto ao Mercado Municipal, para visitarmos, Miranda do Corvo, Lousã, Condeixa, Montemor-o-velho e Figueira da Foz.
Finalmente nesse mesmo dia vamos também efectuar colagens.

Portugal precisa do PNR, mas o PNR precisa de ti!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

PROPAGANDA


Sem propaganda não temos votos, sem propaganda não chegamos ao nosso povo.

As acções de panfletagem e as colagens são o único meio de chegarmos aos portugueses, uma vez que os jornalistas terroristas censuram todas as nossas actividades e comunicados de imprensa.

Os nacionalistas de Coimbra vão estar na rua:

Quarta e Sexta - Colagens em Coimbra, Condeixa, Soure, Montemor e Figueira

Sábado - Vamos percorreras praias do Distrito a distribuir panfletos.

Domingo - Nova acção panfletária em Coimbra, Condeixa, Soure Montemor.

Junta-te a nós:

E-mail PNRCoimbra@gmail.com

Telemóvel 961488375

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O grande capital nem tem Pátria


O presidente da Cooperativa Agrícola de Montemor-o-Velho (CAMV) afirma ao DIÁRIO AS BEIRAS que uma grande superfície está a preparar-se para fazer dumping com o arroz, vendendo-o a 35 cêntimos/quilo.

O grande capital nem tem Pátria e para chantagear os agricultores não tem problemas em cometer uma irregularidade pois sabe que goza de protecção e impunidade.
São mais uma vez os “benefícios” do mundialismo e da globalização que o sistema nos tenta impingir.
A globalização da economia é o processo através do qual se expande o mercado e onde as fronteiras nacionais parecem mesmo desaparecer, por vezes, nesse movimento de expansão. Trata-se da continuação do processo de internacionalização do capital, que se iniciou com a extensão do comércio de mercadorias e serviços, passou pela expansão dos empréstimos e financiamentos e, em seguida, generalizou o deslocamento do capital industrial através do desenvolvimento das multinacionais.

O mercado globalizado é um mercado desregulamentado, sobre o qual os Estados possuem cada vez menos controle. É um mercado privatizado, com tudo aquilo que implica na transferência das decisões tocantes aos sectores de primeira necessidade. Um mercado caracterizado por uma competitividade exacerbada, que é invocada para proceder a fusões, às reconfigurações de empresas.
É inegável que os preços como neste caso descem, mas as consequências são bem mais nefastas que um simples aliviar da carteira. Neste particular visam a curto prazo chantagear os produtores nacionais ou mais grave ainda e certamente o mais provável contribuir para o aniquilar da produção de arroz no nosso país a exemplo de outras “mortes”já conseguidas.
Ao contrário da doutrina propagandeada pelo sistema a globalização produz ainda mais desigualdade
Vale a pena deter-se um instante nesta questão, pois ela é como um todo e é um dos elementos difusos que, como cimento, liga as coisas. Temos que repor princípios e valores éticos como base da crítica ao processo de globalização económico-financeira, regulada pela lei selvagem do mais forte em termos de mercado e pela repressão político-militar, se necessário for, a serviço da estratégia de busca de lucros e acumulação dos grandes conglomerados multinacionais.
O importante é visualizar as várias formas em que se manifesta a desigualdade. As caras das desigualdades são o nosso problema central. A globalização só tornou mais evidente o tal nó, ao mesmo tempo em que nos mostrou o seu carácter profundamente anti-social.

A única força verdadeira e validamente opositora da globalização é a das Nações soberanas e independentes. Só o nacionalismo pode assegurar uma alternativa à pretensão de um grupo mundial e uniformizante, venha ele de Washington ou se encontre disseminado pelo mundo fora.
Quanto aos nacionalistas, esses, estão serenos e estudam a complicada situação mundial com cuidado. É que, como não são mundialistas, sabem que a resposta terá que vir de cada Povo e de cada Nação.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

CARAVANA NACIONALISTA


No próximo sábado dia 4 o PNR de Coimbra vai organizar uma caravana nacionalista para percorrer vários concelhos do Distrito efectuando uma acção de panfletagem.
Todos os nacionalistas e patriotas que quiserem participar nesta acção que vai percorrer os concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo, Lousã, Condeixa, Soure e Montemor o Velho devem contactar-nos para o telemóvel 961488375, enviar um e-mail para PNRCoimbra@gmail.com, ou comparecer ás 9 horas na Praça 8 de Maio em Coimbra.
Temos que levar ao povo o exemplo de tenacidade e coerência, de constância e crença. Temos que trazer a “Espada” numa mão, para frontal e corajosamente enfrentar aqueles que nos destroem e correr com eles, mas também a “Chama” na outra mão, para mostrar aos portugueses que há um caminho, um horizonte e um desígnio nacional. Numa palavra: somos a grande Alternativa! Não dizemos não, por dizer, por oposição ou para ser do contra. Dizemos não!, aos actuais (des)caminhos e aos seus mentores, que nos estão a levar claramente ao abismo, para poder dizer sim! à única Alternativa que reerga Portugal.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Montemor é o concelho do distrito onde encerram mais escolas


Das 701 escolas que encerram no país, 40 são do distrito de Coimbra, oito delas em Montemor-o-Velho. Autarca afirma que processo foi “pacífico”
No distrito de Coimbra são 40 as escolas básicas do 1.o ciclo que vão encerrar no ano lectivo de 2010/2011, na sequência do reordenamento da rede escolar. Montemor-o-Velho é o concelho onde mais escolas – 8 – já não vão abrir as portas a partir de Setembro, seguindo-se Penela e Penacova, com cinco estabelecimentos de ensino.
De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, no município o processo foi «pacífico», «negociado» e teve sempre presente «condições alternativas» com vista à melhoria das condições de ensino das crianças. Luís Leal explicou que os alunos de metade das escolas que agora encerram – Abrunheira, Ereira, Verride e Gatões – serão reintegrados no novo Centro Educativo, que resulta de um investimento do município e do Parque Escolar, com uma oferta educativa desde o pré-escolar ao 12.o ano.
Frequentada ultimamente por alunos de etnia cigana, a escola de Pelichos estava já sem crianças, com Bebedouro e Liceia a apresentarem-se para o ano lectivo de 2010/2011 com um número escasso de inscrições, que tornou o encerramento inevitável, continuou o autarca social-democrata, confirmando alguma resistência no caso da EB 1 de Liceia. No entanto, foi alcançado um acordo e as crianças passam a estudar a «1500 metros», na vizinha escola do Viso, enquanto as de Bebedouro vão para Resgatados e as de Faíscas para a EB 2,3 de Arazede.
Estiveram ainda em risco de encerramento as escolas de Ribeira dos Moinhos e da Torre, mas a oposição da Câmara Municipal e da comunidade fez com que o Ministério da Educação recuasse na intenção de as fechar, pelo menos no ano lectivo que arranca em Setembro, concluiu Luís Leal.

Pombal perde nove escolas
e Mealhada encerra sete
Tal como o Diário de Coimbra tinha adiantado, a lista divulgada na página da Internet da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC) confirma que, no concelho de Coimbra, encerram Pereiros, na freguesia de Castelo Viegas, e Vila Pouca, que pertence a Ameal. Condeixa também fica sem duas escolas e Oliveira do Hospital e Soure, sem três. Em Penacova, Penela e Tábua encerram cinco e, em Vila Nova de Poiares, uma. Na sequência do reordenamento da rede escolar, Arganil, Cantanhede, Góis, Lousã e Pampilhosa da Serra não sofrem alterações, de acordo com a listagem do Ministério da Educação, que confirma o encerramento de 701 escolas do 1.o ciclo: 384 no Norte, 152 no Centro, 121 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 32 no Alentejo e 12 no Algarve.
Na área da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), Pombal é o concelho mais afectado, com nove estabelecimentos a fechar portas, sendo ainda de destacar as sete escolas que Mealhada vai perder, grande parte para dar lugar ao novo Centro Educativo da Pampilhosa. Os alunos de Vimeira farão uma deslocação inferior a um quilómetro, para Casal Comba, e os de Cavaleiros são reintegrados em Barcouço, num processo que o presidente da Câmara Municipal, Carlos Cabral, também classifica de «pacífico».

Ministra garante que processo
foi “bem conduzido”
A ministra da Educação rejeitou as críticas ao processo de reorganização da rede escolar, assegurando que o processo foi «bem conduzido», que «nada foi feito à pressa» e que o acordo com os municípios foi «integralmente» cumprido. Na conferência de imprensa realizada no final da reunião de Conselho de Ministro, Isabel Alçada adiantou que «todas as condições que estão no acordo serão asseguradas».
Já a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) lamentou que o Governo tenha ignorado a discordância de algumas autarquias, alertando para as perturbações que a decisão poderá criar na abertura do ano escolar. «Acreditamos que o processo não será resolvido de forma pacífica (…). Vamos reagir a esta situação, que poderá criar alguma perturbação no início do ano lectivo», avisou o presidente da Comissão de Educação da ANMP, António José Ganhão.
«Admitindo que serão, de facto, 701 escolas a encerrar, o pressuposto é o cumprimento de um protocolo assinado entre municípios e o Ministério da Educação. [Segundo o documento], se os municípios estivessem em desacordo, este teria de ser fundamentado», referiu o responsável,
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) acusou o Governo de manter a postura do «quero, posso e mando» ao decidir encerrar centenas de escolas, num processo que classifica de «pouco transparente».

Escolas que encerram :
COIMBRA – Vila Pouca e Pereiros
FIGUEIRA DA FOZ – Ferreira-a-Nova, Porto Godinho, Ribas e Tromelgo
MIRA – Barra
MIRANDA DO CORVO – Espinho
MONTEMOR-O-VELHO – Abrunheira, Bebedouro, Ereira, Faíscas, Liceia, Pelichos, Gatões e Verride
OLIVEIRA DO HOSPITAL – Casal do Abade, Avô e Gramaços
PENACOVA – Chelo, Miro, Travanca, Espinheira e Gondolim
PENELA – Carvalhal, Podentes, Cerejeiras, Fetais e Rabaçal
SOURE – Casal do Marachão, Cavaleiros e Paleão
TÁBUA – São João da Boavista, Covelo de Cima, Espadanal, Covas e Vila Seca
VILA NOVA DE POIARES - Algaça

FONTE

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Assalto rendeu 2.500 euros



Seis mulheres, um homem e uma criança, de nacionalidade estrangeira, entraram ontem, por volta das 10H30, no Restaurante Califa para “beberem café”. Começaram por encomendar a Amadeu Gomes, proprietário, “sandes, refrigerantes, chocolates...”, para levarem. Tudo parecia normal, até ao momento em que duas das mulheres foram à cozinha. Naquele espaço estavam na banca as chaves do primeiro piso (casa do empresário) e um telemóvel. Conversa fiada, até que a mulher de Amadeu Gomes reparou que as chaves tinham desaparecido.
Tarde demais. Quando veio chamar o marido, já o grupo estava de partida numa viatura automóvel, cor “verde-garrafa”, descreveu Amadeu Gomes. Contudo, o dono do restaurante ainda conseguiu retirar 25 euros das mãos de uma das mulheres, porque depois de consumirem também queriam sair sem pagar. O grupo, elas com cerca de 30 anos, o homem com pouco mais de 20 e criança de oito anos, não saiu de mãos vazias. Depois de terem remexido a habitação de Amadeu Gomes, subtraíram pulseiras, anéis e relógios, num total de 2.500 euros, disse o empresário ao DIÁRIO AS BEIRAS.
Fonte policial referiu, por sua vez, que durante a manhã de ontem foi dado conhecimento, no posto da GNR de Montemor-o-Velho, um furto em Verride, num outro estabelecimento comercial, do qual foi furtada uma carteira, desconhecendo-se os valores.

Mais benefícios do multiculturalismo, da imigração descontrolada e do clima de impunidade com que o sistema premeia certos grupos étnicos.

quarta-feira, 17 de março de 2010

MONTEMOR - Manhã de reclamações no Centro de Saúde


O sistema de saúde que o sistema nos vai impingindo, falha constantemente, valendo aos utententes os hospitais centrais, mas sempre com longas horas de espera nas urgencias.
O Centro de Saude de Montemor não foge à regra, atarsos nas consultas, longas filas de espera e consultas abertas sem médico.
Revoltados vários utentes apresentaram reclamações no Centro e tieram que riumar a Coimbra para serem finalmente vistos por um médico.
Os politicos do sistema e os que os apoiam financeira e politicamente usam as clinicas de luxo à custa de subsisdios e planos de saúde pagos por todos nós, o povo é tratado tarde e a más horas e cada ez mais desumanamente.
A saúde em Portugal está muito pouco saudável. Um sistema nacional de Saúde caótico, o pesadelo das listas de espera, a falta de médicos, entre tantos outros, são problemas que prejudicam gravemente os portugueses. No nosso país prefere-se remediar a prevenir, com os custos incomportáveis que essa política acarreta para as finanças públicas.
È urgente definir uma estratégia de longo prazo para o sector da saúde. O país não pode viver ao sabor de querelas partidárias e de políticas de curto prazo que um partido implementa numa legislatura, para depois serem alteradas na legislatura seguinte por outro partido que chegou ao poder.
Estas políticas de «dente de serra» têm custado muito caro ao país, constituindo um desperdício de recursos inaceitável.
Por outro lado é preciso comparar a procura de serviços de saúde pelos cidadãos com a capacidade instalada (Infra-estruturas hospitalares e força de recursos humanos).
O Partido Nacional Renovador está convicto de que a existência crónica de listas de espera, que é absolutamente reprovável e inaceitável, em qualquer país civilizado, resulta do desequilíbrio entre a procura e a oferta destes serviços por parte do Estado e da falta de eficiência e de eficácia destes serviços públicos.
Também muito importante a aposta numa cultura de prevenção das doenças, através de campanhas de sensibilização adequadas, generalizadas a todos os cidadãos.

terça-feira, 9 de março de 2010

PORREIRO PÁ!


O número de desempregados no distrito de Coimbra “bateu um recorde histórico” ao ultrapassar 20 000, segundo dados avançados hoje (dia 5) pela União de Sindicatos, da CGTP.

“Em apenas um mês, de Dezembro de 2009 a Janeiro de 2010, o número de desempregados subiu 6,97 por cento, passando de 18 913 para 20 232”, de acordo com números oficiais do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) citados pela União de Sindicatos de Coimbra.

No distrito, o concelho de Coimbra é o que apresenta maior número total de desempregados (6 826), seguindo-se o da Figueira da Foz (3 6 37), Cantanhede (1 518) e Montemor-o-Velho (1 182).

Abaixo do milhar vêm os concelhos de Oliveira do Hospital (926), Lousã (914), Soure (790), Mira (646), Penacova (632), Condeixa-a-Nova (599), Miranda do Corvo (568), Tábua (552) e Arganil (530). Com menos de meio milhar estão os concelhos de Vila Nova de Poiares (376), Penela (244), Góis (175), e Pampilhosa da Serra (117).

No período em análise, registou-se um acréscimo de 460 desempregados em Coimbra (7,23 por cento), de 234 na Figueira da Foz (6,88), de 93 em Montemor-o-Velho (8,54), de 81 em Cantanhede (5,64), de 70 em Soure (9,72), de 69 em Oliveira do Hospital, de 62 na Lousã (7,28), de 39 em Condeixa (6,96), Mira (6,43) e em Miranda do Corvo (7,37), de 35 em Penacova (5,86), de de 24 em Arganil (4,74), de 22 em Tábua (4,15), de 16 em Penela (7,02), de 15 em Poiares (4,16), de 14 em Góis (8,70) e de 7 em Pampilhosa da Serra (6,36 por cento).

“Os receios que desde há muito vêm sendo manifestados, infelizmente, confirmaram-se e aí estão os resultados dos vários encerramentos de empresas ocorridos no distrito, com maior incidência no que resta do tecido produtivo e a ausência de medidas concretas em defesa do emprego”, refere a União de Sindicatos de Coimbra.

FONTE

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Festival da Lampreia e do Sável para promover região como destino de Inverno



A Turismo Centro de Portugal e cinco municípios da Região Centro (Figueira da Foz, Montemor-o-Velho, Penacova, Sever do Vouga e Murtosa) realizam, de Fevereiro a Abril, o festival “Lampreia e sável”. Uma forma de promover a gastronomia da região e combater a sazonalidade do turismo. Pedro Machado, presidente da Entidade de Turismo, considera que estes festivais são uma forma de mostrar que no Inverno, “a Região Centro pode também ser uma opção”.
“Queremos projectar, a nível nacional, esta dimensão da excelência da gastronomia, mas queremos também promover os territórios do Centro de Portugal. Queremos criar um cartaz de eventos que ao longo do ano, e neste caso concreto na época baixa em que somos penalizados pela sazonalidade, fazer uma aposta no destino Centro de Portugal como destino de Inverno”, disse o presidente da Turismo Centro de Portugal.
Pedro Machado entende ainda que este Festival da Lampreia e do Sável é uma oportunidade de negócio para a restauração e hotelaria. “Isto é uma cadeia de valores e é preciso ter presente que se envolvem os empresários da restauração, mas também queremos que as pessoas venham e ocupem os nosso hotéis e deixem aqui receitas. É um reflexo muito importante no que toca à sustentabilidade do sector do turismo”, explicou Pedro Machado.
No distrito de Aveiro, Sever do Vouga e Murtosa são os dois municípios que recebem este Festival da Lampreia e do Sável, de 5 a 14 de Março e de 6 de Março a 10 de Abril, respectivamente.

FONTE

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Casos Pontuais


Três homens encapuzados esperaram que a loja fechasse e, sob ameaça de uma arma de fogo levaram todo o dinheiro. Um assalto em Montemor que “decalca” os de Condeixa e de Miranda do Corvo.
Lembramos que são brasileiros os criminosos que andam a “decalcar” nos supermercados da região. Mais uma vez se prova que criminalidade e imigração andam de mão dadas.

Foi a segunda vez no espaço de apenas uma semana que a Scrapluso, empresa de recolha e abate de automóveis sedeada na zona industrial de Cantanhede, foi assaltada, sofrendo prejuízos de milhares de euros. A última investida àquela empresa aconteceu ontem de madrugada e tem, provavelmente, a “assinatura” dos mesmos meliantes que executaram o primeiro assalto, fez ontem precisamente uma semana, uma vez que o móbil do crime foi o mesmo, ou seja, peças de automóveis, ferramentas, combustível.
Mais um assalto em Cantanhede, que certamente “controlado” mas que deve ser aceite por todos em nome da modernidade.
Nós, os nacionalistas continuamos a não aceitar essa modernidade, a modernidade que nos trás imigração que deve ser controlada, a modernidade que justifica o crime, que deve ser combatido.
A solução é simples, penas severas com factor dissuasor da criminalidade, expulsão imediata dos imigrantes criminosos e ilegais

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Resistentes


Operação “maçarico” da Polícia Judiciária, permitiu deter homem de 38 anos,
num acampamento em Albergaria-a-Velha, suspeito de nove assaltos a caixas ATM
Tem 38 anos e antecedentes policiais por tráfico de estupefacientes, furto qualificado com arrombamento e roubo com uma arma de fogo
. Ao vasto rol junta agora o arrombamento e assalto a caixas multibanco. Em causa está um indivíduo residente num acampamento, na zona de Albergaria-a-Velha (distrito de Aveiro), que foi passado a “pente fino”, na passada terça-feira, pela Polícia Judiciária (PJ) de Coimbra, no âmbito da operação “maçarico”.
A operação policial de terça-feira envolveu ainda uma deslocação e buscas num segundo acampamento, desta feita em Arazede, uma vez que ali reside um indivíduo que poderá ser considerado cúmplice do assaltante, pois é o proprietário da viatura que terá sido utilizada nos assaltos. Tal não significa, segundo apurámos, que o indivíduo em questão tenha participado nos assaltos, uma vez que tudo indica este se limitava a ceder a viatura. Todavia, de acordo com fonte ligada à investigação, é certo que o suspeito detido em Albergaria-a-Velha não actuava sozinho. O grupo seria constituído por dois ou três assaltantes, que a PJ está a tentar localizar. É provável, também, segundo apurámos junto de fonte ligada à investigação, que os “ajudantes” fossem “rodando”, ou seja, não fossem sempre os mesmos. Sempre na “linha da frente” estaria o homem de 38 anos, de Albergaria, que se afigura como o “cabecilha da organização”.
Apesar de mais esta brilhante actuação da policia, que sabemos ai saber a pouco visto a etnia em questão apesar não se pretender integrar goza de “subsídios” de integração que vão desde valores em dinheiro a uma cause completa impunidade no que toca a questões criminais.
As normas de conduta ou de pensamento são, além de exteriores aos indivíduos, dotadas de poder coercivo, porque se impõem aos indivíduos, independentemente das suas vontades.
“É facto social todo o modo de fazer, constante ou não, susceptível de exercer sobre o indivíduo uma coacção exterior”; os factos sociais são “dotados de um poder imperativo e coercivo em virtude do qual se lhe impõem [ao indivíduo], quer queira quer não”.
Quando, através da educação, aceitamos como válidas as maneiras de agir, de pensar e de sentir do nosso grupo, conformando-nos com elas, de bom grado, não sentimos essa coerção, pois ela torna-se, então, inútil, o que não significa que deixe de existir. A força coerciva aparece assim que tentamos opor resistência à mesma.
Assim nos tempos actuais o poder coercivo da lei não se faz sentir como tal a criminalidade cresce qual erva daninha.
Em Coimbra, em Oliveira do Hospital ou amanhã num local bem perto de si, a modernidade traduzida em criminalidade que o sistema todos os dias nos impinge vai fazer-se sentir.
Se alguém franqueia as portas à chegada destes vampiros, se alguém ousa dizer basta, se tenta impedir um crime contra si ou contra outros, se usa o direito natural à autodefesa, não tenha dúvidas sentirá a mão pesada da lei, porque o sistema interessa-lhe ter ovelhas dóceis que facilmente manipula e não lobos capazes de se defenderem e sobretudo de pensarem.
Lutar contra a esta lavagem de cérebro é dever de todos os homens livres, resistir para que os demais também não colaborarem, só é possível se militarmos nas fileiras do nacionalismo.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Mais um caso pontual


Têm 65 e 54 anos, são reformados, residentes na zona da Grande Lisboa, e foram detidos em Vila Nova de Anços após uma tentativa de burla, numa casa de electrodomésticos. Valeu ao proprietário a desconfiança de um cliente que também se encontrava na loja, por sinal agente da PSP.
Mais modernidade que temos de aceitar, pois o sistema assim o impõe em nome do progresso que só beneficia alguns.
O PNR é o único partido que tem denunciado a criminalidade crescente e com propostas concretas e eficazes para a diminuir.
Apoiar os nacionalistas significa contribuir para a segurança e para a aplicação da justiça. Lembremo-nos sempre que os partidos com acento parlamentar são os verdadeiros culpados do clima de insegurança e da impunidade de que gozam os criminosos.
Com o PNR estamos seguros, porque só o nacionalismo é solução.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

MONTEMOR-O-VELHO Funcionários, clientes e patrulha da GNR perseguem assaltantes do Intermarché


Mais ligações entre imigração e criminalidade para mal dos nossos pecados. Por muito que o sistema tente tapar o sol com a peneira os números e os crimes falam por si.
Só os nacionalistas têm denunciado esta ligação e por isso sofrido a repressão do sistema, sendo apelidados de xenófobos, porque neste país, neste sistema, dizer as verdades é xenofobia. Mas este tipo de insultos para nós são elogios e incentivos para continuarmos a lutar por Portugal e pelos Portugueses.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Mais casos pontuais


Em Mira e em Montemor o Velho a criminalidade continua a crescer no Distrito de Coimbra.
Nunca deixaremos de fazer eco de todos os casos que vão chegando ao nosso conhecimento.
Como não deixamos de apontar o dedo a todos os partidos com acento parlamentar, principais responsáveis por esta onda de assaltos que varre o nosso país.
Como não deixamos de lhe fazer o convite para se juntar aos nacionalistas. Só o nacionalismo é solução.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

PNR – Activismo


O Núcleo Distrital de Coimbra efectuou mais uma acção de activismo. Com passagem por Vagos (Distrito de Aveiro) e os concelhos de Mira, Montemor-o-velho e Cantanhede, foram colados cartazes de propaganda.
Na próxima sexta-feira voltamos a rua, porque os nacionalistas estão na rua e os meninos estão na net.