Mostrar mensagens com a etiqueta Crise. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Crise. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 11 de março de 2013

Greve de fome contra a injustiça

No dia 25 de Março às 18:00 horas, o Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, e o Secretário-Geral, João Pedro Amaral, darão início a uma greve de fome, dando o corpo ao manifesto e empunhando o simbolismo da luta contra as múltiplas formas de injustiça e desigualdade de oportunidades que se vivem no Portugal de hoje, obra deste Regime que se reclama arauto da liberdade e da democracia. Assim, face a um sistema blindado, cego, insensível e de destruição nacional, e estabelecendo um paralelo entre a discriminação e injustiça a que estão votados a maioria dos partidos políticos com a discriminação e injustiça a que está votada a maioria dos Portugueses, estes dois dirigentes do PNR vão dar o exemplo através de uma acção inédita levada a cabo por quem está na primeira linha de um partido político. É profundamente injusto o garrote financeiro a que estão votados os partidos políticos sem subvenção estatal e os seus dirigentes. Estes partidos, são tratados como os outros pelo lado do “dever”, mas do lado do “haver” não têm qualquer tipo de apoio. É uma injustiça que estes partidos e os seus dirigentes estejam sujeitos a pesadas coimas por culpa de uma Lei dos Partidos incrivelmente burocrática e com imposições impraticáveis. De igual modo, o garrote financeiro não pára de estrangular as famílias e as empresas portuguesas, sendo-lhes exigidos pesadíssimos sacrifícios e contribuições desajustadas, de todos os géneros, mas, do lado do haver, dos direitos e dos benefícios, sucedem-se os cortes. Aos portugueses, apenas são apresentados os partidos com representação parlamentar, omitindo-se ostensivamente a existência de outros, com acesso quase nulo à comunicação social. É muito injusto que o PNR, com actividade política constante, propostas e pontos de vista singulares, as comunique sempre à imprensa e esta faça tábua rasa da nossa existência. Nós temos direito a fazer-nos ouvir nos meios de comunicação social e não é legítima esta discriminação, nem lícito que se sonegue aos portugueses a informação sobre o PNR. De semelhante modo, as preocupações dos governantes, são apenas com os seus pares, os grandes grupos de interesses e a manutenção de privilégios e influências. Inversamente, discriminam-se os grandes objectivos nacionais votando-os à ignorância: produção nacional, criação de trabalho e emprego, revitalização da economia, justiça social e bem-estar dos portugueses. A dualidade de pesos e medidas que distingue uns e discrimina outros; o fosso entre os poderosos que tudo alcançam e os desprotegidos a quem tudo está vedado (Justiça, Saúde, Educação, Segurança, Dignidade); a insensibilidade intolerável dos detentores do poder face à degradação progressiva das condições de vida e da dignidade dos Portugueses, das famílias e das empresas, requer que alguém chame a atenção sobre isso, não só com palavras (que são silenciadas), mas com actos. Este acto simbólico não pode ser calado! O Presidente e o Secretário-Geral do PNR, solidarizando-se com os portugueses que estão a passar muito mal e numa chamada de atenção para o bloqueio mediático a que o PNR está sujeito, entrarão em greve de fome, publicamente e até ao limite das suas forças, estando as 24 horas do dia, a partir de 25 de Março, no Terreiro do Paço, junto ao Arco da Rua Augusta. Ao contrário dos políticos que não dão o exemplo, no PNR este é dado: se os Portugueses sofrem, sofreremos com eles; se a discriminação é uma realidade oculta, denunciamo-la!

sábado, 15 de setembro de 2012

Assim não se aguenta mais!

Antes de ontem, depois do Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, ter falado à nação, os portugueses ficaram com a certeza, de que vão ficar ainda mais pobres e com um futuro mais negro, e que continuaremos a ser uma espécie de protectorado da troika, rumo a um povo de escravos, sem independência nem dignidade. Assim, o PNR, vem mais uma vez opor-se a esta desastrosa política que condena Portugal e os Portugueses, cada vez mais, à total miséria.
Ainda os portugueses, não estavam refeitos de mais um choque, e logo se ouviram os protestos da costumeira “oposição” por parte dos partidos do sistema, sendo quase pornográfico ter que ouvir tais declarações por parte de representantes do PS, PCP e BE, todos eles com mais ou menos responsabilidades na situação a que o país chegou.

Não podemos deixar de lembrar aos Portugueses, que os partidos que estão há diversos anos no arco da governação, já levaram Portugal a receber três intervenções do FMI, devido a situações de falência iminente do Estado Português.

Não podemos deixar de lembrar aos portugueses que todos eles têm saqueado o país ao longo das últimas décadas, servindo-se, em vez de servirem.

Não podemos deixar de lembrara aos portugueses que há uma década alertamos para o crime da entrega da nossa soberania e economia a mãos alheias às da Mãe-Pátria.

Os Portugueses têm que dizer basta ao controlo do país por parte dos partidos com assento parlamentar, pois esses tudo farão para defender os seus interesses, não querendo cortar nas verdadeiras despesas do estado ou não hesitando em propor políticas suicidas que apenas fomentariam um caos semelhante ao do PREC no pós-25 de Abril.

Só o PNR, tem a independência, vontade e coragem necessárias, para atacar, de forma eficaz, os interesses instituídos na política Portuguesa.

Com o PNR, acabariam as verbas e benefícios fiscais para fundações; os privilégios dos políticos e as subvenções partidárias; os contratos de adjudicação directa; as prestações de serviços de outsourcing e de consultoria externa.

Com o PNR, seriam renegociadas e fiscalizadas de forma eficaz todas as PPP.

Com o PNR, haveria um combate sem tréguas ao enriquecimento ilícito e à corrupção.

Com o PNR, seriam reduzidos, em média 30 % dos cargos políticos, tanto a nível nacional como local.

Só o PNR tem ideias e coragem política para empreender o rumo de verdadeiro Estado Nacional e Social, que garanta um futuro seguro para Portugal e para os Portugueses. (PNR)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Há 116 funcionários da Câmara de Coimbra a acumular funções no sector privado


Na Câmara de Coimbra, são 116 os funcionários que também trabalham no sector privado. No país, só seis autarquias têm maior número de acumulações.
A esmagadora maioria destes funcionários pertence aos quadros superiores, lançando claramente suspeitas em relação a estas acumulações.
A fiscalização é nula a complacência é grande como tal é possível, faltar, trabalhar para outrem no horário de serviço, quem sabe mesmo trabalhar para outrem a quem a CMC adjudicou serviços no horário de serviço.
Podemos imaginar todos os cenários, porque “à mulher de César não basta ser séria….”
Sabemos é que muita desta gente ganha bons ordenados no sector privado e que deve começar por aqui o desengordar de muita autarquia, dando lugar a tanto licenciado no desemprego ou suprimindo o lugar.
Bem prega Passos Coelho acusando o anterior governo, mas aqui está uma prova em como a autarquias PSD/CDS também contribuem para o estado lastimoso a que chegaram as nossas finanças.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

É possível enganar a muitos durante muito tempo mas é impossível enganar a todos o tempo todo


O ministro da Defesa desbloqueou no final de Julho 162 500 euros de subsídios e apoios públicos para doze projectos editoriais e de investigação julgados com "relevância" para "a esfera militar e a área temática da defesa nacional".
A maior fatia dos apoios, no valor de 37 mil euros, foi aloucada ao Observatório AFRICOM, do Instituto Português de Relações Internacionais. Outros 25 500 euros são entregues ao Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra para um projecto de estudo de "Novas perspectivas da Guerra Colonial: alianças secretas e mapas imaginados".
Mais uma vez os subsídios vão para os boys do sistema ou para fins que nada tema ver com o propagandeado.
O sistema e este governo continuam a subsidiar as investigações e os temas que os vão mantendo à tona de água.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

MOGAV – Mostra de Ouro, Gastronomia e Artesanato de Vilamar



Crise, insegurança e falta de apoio da Câmara de Cantanhede, fazem com que o certame não se realize este ano.
Os benefícios do sistema fazem sentir os seus efeitos perniciosos, tão-somente nos pequenos e médios empresários.
Para o grande capital a crise não existe e segurança e apoios não faltam.
Este sistema embora o negue a sete pés esta refém das grandes empresas.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

PNR repudia conspiração do "Bloco Central" contra os portugueses


As negociações que PS e PSD estão a encetar, num perfeito entendimento de Bloco Central, configuram mais um grave atentado à dignidade e aos direitos dos portugueses.



O PNR rejeita em absoluto que os portugueses sofram ainda mais as consequências das políticas desastrosas do Bloco Central (PS e PSD-CDS), que são os grandes responsáveis pelo estado de bancarrota a que chegámos. Não podemos tolerar que se continuem a trilhar políticas de obediência cega a uma EU que só nos tem manietado, imposto regras e prejudicado. Não podemos consentir que a corrupção campeie impune no quotidiano da nossa administração pública. Não podemos consentir que o estado sugue os recursos nacionais em políticas despesistas e terceiro-mundistas. Não podemos consentir que a lógica capitalista continue a tratar as pessoas como números e parcelas de uma equação.
Não podem ser as pessoas, altamente endividadas e empobrecidas, a pagar os vícios de uma classe dirigente e os erros de um Estado macrocéfalo!

O PNR rejeita vigorosamente o novo crime que querem cometer contra os portugueses com o aumento do IVA e com a redução no 13ª mês e aponta as soluções que passam:

> pelo corte drástico no despesismo do Estado,
> pelo fim das mordomias e salários principescos dos dirigentes,
> pelo fim dos tachos a perder de vista,
> pelo corte nos subsídios e “apoios” a quem não merece.

A solução passa por correr com esta classe política de ladrões, corruptos e inúteis|

Basta de vergonha e roubo! Não podemos ficar passivos perante tal atentado!

Comissão Política Nacional
12 de Maio de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

COIMBRA - Bombeiros Voluntários


A crise, a aposta nos privados e o ódio do sistema a tudo o que é solidariedade e voluntariado estão a causar problemas aos bombeiros um pouco por todo o nosso país. Coimbra não é excepção pelo que nos solidarizamos com o grito de revolta dos seus responsáveis.
Lembramos que ainda à pouco tempo um politico do sistema criticou o voluntariado. Também não deve ser moderno ajudar os outros desinteressadamente sem ser noticia.
Os portugueses dêvem estar atentos e preparados para ajudar a manter o voluntariado nos bombeiros e as respectivas corporações.
Para os políticos do sistema só vale a pena trabalhar por dinheiro, por muito dinheiro, o povo continua abnegadamente a ajudar o próximo sem pedir nada em troca.

sábado, 17 de abril de 2010

Entre a espada e a parede?


Os trabalhadores portuguêses estão mais entre a espada e parede, a cada dia que passa, mais à mercê do grande capital apátrida, dos empresários corruptos, do uso da imigração para os chantagear e de um sistema que só tem olhos para quem já muito lucrou e não protege nem trabalhadores, nem os pequenos e médios empresários. Os sindicatos correias de transmissão do sistema, continuam a apostar na política de terra queimada não se libertando dos pouco saudáveis tempos do PREC.
Assim os trabalhadores estão à mercê de todas as promessas, nunca sabendo se o “pai morre ou se vão almoçar”
Os trabalhadores só poderão almejar uma nova ida quando se libertarem dos traidores dos sindicatos, quando se libertarem das promessas envenenadas do sistema.
É sobre o combate espiritual, onde a razão pára e onde se encontram as raízes da evolução humana, que é necessário combater. O capitalismo e marxismo estão unidos porque são o inimigo de o que mais cedo ou mais tarde vai libertar o homem, um factor que só tem um nome e está muito distante do materialismo: o da vontade humana.
Em vez de ser uma folha dos livros existentes, ou tentativa para formar uma espécie de ridícula ideologia centrista, os trabalhadores devem rejeitar totalmente o meio ou as duas extremidades do sistema na sua totalidade.
Nós os trabalahdores nacionalistas, opomo-nos de igual modo aos reaccionários e aos vermelhos, porque só o Nacionalismo é solução..

terça-feira, 16 de março de 2010

Cerâmica Ceres


O tribunal de Coimbra analisa hoje a contestação ao pedido de insolvência da cerâmica Ceres, apresentada pela administração, que "não encontra razões" para a ação interposta pelo Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social (IGFSS).
O pedido de insolvência foi apresentado pelo IGFSS em meados de Fevereiro, por incumprimento do plano de pagamento da dívida acordada para a recuperação da empresa, que previa a reintegração de 120 postos de trabalho.
Em declarações à agência Lusa, o administrador da empresa, Francisco Lemos, considerou que "não faz sentido" o pedido de insolvência, "ainda para mais vindo de uma instituição do Estado, quando a publicidade é a de ajuda às PME (pequenas e médias empresas) e manutenção dos postos de trabalho".
Sabemos também que todas estas pressões e o atraso num financiamento que iria ajudar a empresa a arrancar e dar de novo trabalho a centenas de pessoas tem sido constantemente, são fruto de manobras de bastidores de quem tem interesses imobiliários na zona.
O sistema e as suas instituições são geralmente o principal responsável pela falência de muitas empresas, Segurança Social, e Finanças preverem ver empresas encerradas, trabalhadores no desemprego a darem uma ajuda e condescendência na recuperação das empresas.
Interesses imobiliários e o grande capital são os principais beneficiados com os encerramentos.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Porreiro pá!


De acordo com os últimos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) – referentes a Novembro de 2009 –, a taxa de desemprego no concelho de Oliveira do Hospital registou um aumento de cerca de 22 por cento comparativamente ao mesmo mês de 2008.
Segundo as últimas estatísticas do INE, em 30 de Novembro do corrente ano, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) tinha 774 pessoas inscritas no desemprego. Este flagelo social continua a atingir maioritariamente o emprego feminino, com 415 desempregados.

Um factor não menos preocupante, prende-se com o facto de estes números não traduzirem ainda a situação real em termos de desemprego, já que os cerca de 350 trabalhadores que perderam o seu emprego, em consequência do encerramento da HBC e da Fabriconfex, ainda não fazem parte das estatísticas oficiais pelo facto de se encontrarem com os contratos suspensos.

Note-se que Oliveira do Hospital está já entre os cinco municípios do distrito de Coimbra com maior número de desempregados e, em termos da região, o panorama também é semelhante.

FONTE

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

CANTANHEDE - MUNICÍPIO TEM GRAVES PROBLEMAS FINANCEIROS E DE ENDIVIDAMENTO


Os políticos que governam o nosso país dividem-se basicamente em duas classes, salvo alguns poucas e honrosas excepções; ou são manifestamente incapazes ou manifestamente capazes de tudo. Hoje não se governa para o país ou para o município, não se governa para o povo. Os partidos do sistema tornaram-se em poderosas máquinas de interesses, em agências de trabalho e já não são eles que detêm o poder mas sim os poderosos lobbys de quem se tornaram reféns. Depois, grande parte das obras públicas é pensada com fins eleitoralistas, não cumprindo com a sua verdadeira função.
Em Cantanhede e em cause todas as autarquias do país o panorama é mesmo, pelo que o que devia ser noticiado seriam os poucos casos (se é que os há) de boa saúde financeira.
Bem prega o Frei Tomáz do PS, mas não olha para o que faz noutros locais e provavelmente à mesma hora em que as criticas foram feitas um autarca do PSD criticava um autarquia PS pelas mesmíssimas razões. É o teatro do sistema, onde uns fazem de oposição e outros de governo, alterando e alternando nos papéis para manter o povo dócil e como mero espectador.
Nós os nacionalistas defendemos que o povo deve intervir deve fazer sentir a sua voz e a sua força, deve abandonar a manda e transformar-se num lobo, de forma e remeter para os compêndios de historia esta classe politica que nos governa nesta longa noite partidocrática.
Queremos no poder políticos que sirvam o povo e a nação.

«Um dia os operários viverão como hoje os burgueses mas sobre eles viverá a casta superior; esta será mais pobre e mais simples mas possuirá o poder».

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O Grande Capital não tem Pátria


A maioria dos 180 trabalhadores da Marcopolo, em Coimbra, que parou a laboração em Setembro, cessa hoje os vínculos com a empresa, podendo recorrer ao subsídio de desemprego.
A fábrica de carroçarias de autocarro, que integrava o grupo brasileiro Marcopolo, laborava em Eiras, tendo fechado as portas em Agosto e desmantelado depois os principais equipamentos da produção.
Os trabalhadores com menos anos de serviço cessaram os contratos em 30 de Setembro, enquanto os restantes, «que são o grosso da coluna», só hoje perdem o vínculo legal que têm à Marcopolo, confirmaram ontem fontes sindicais.
«A Marcopolo retirou da fábrica as coisas mais importantes. Foram vendidas ou transportadas para a Turquia».
É este capital apátrida que depois de nos roer a carne e os ossos ruma a novas paragens para voltar a fazer o mesmo. Para trás fica sempre desemprego, falências de outras unidades e prejuízos para a economia local. Mas é este capital que o sistema teima em ajudar, a quem dá todas as benesses e subsídios.
Para os trabalhadores da Marcopolo, toda a nossa solidariedade, com um convite para se juntarem aos nacionalistas, os únicos com coragem para combater estes vampiros de que agora foram vitimas.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

OLIVEIRA DO HOSPITAL Fábrica fecha e leva 180 para o desemprego


A fábrica de confecções Fabriconfex, de Oliveira do Hospital, encontra-se com a laboração suspensa desde terça-feira, altura em que os trabalhadores receberam uma carta da administração da empresa a comunicar que não têm encomendas e também que não há condições para pagar mais salários.
Embora alguns analistas ao serviço do sistema insistam em nos dizer que a crise está a terminar, os factos desmentem essas teorias falaciosas. O desemprego não pára de aumentar e as empresas não param de fechar. Para alguns eleitos a crise nem uma beliscadura lhes deu, antes pelo contrário, vão sair mais fortes e com mais valias, porque ajudados pelo sistema nada temem, visto terem sempre a ajuda do poder.
Para outros a crise foi um pretexto para fechar a empresa e abrir meia de dúzia de metros mais abaixo com novo rosto. Passeiam-se impunes apesar das denuncias e do muito que prejudicaram o país e trabalhadores.
Mas muitos empresários lutam com todas as forças contra o encerramento, não são ajudados pelo estado (como acontece com a alta finança), é muitas vezes o estado a pedir a insolvência, porque a administração é cega surda e muda.
No fim da cadeia estão os trabalhadores, famílias inteiras lançadas para a miséria a viverem de ajudas, sem esperança de voltar a trabalhar.
Este sistema, esta Nova Ordem Mundial em que a esmagadora dos países está inserido, só nos pode trazer mais desemprego, mais miséria, mais fome, mais insegurança.
Como já temos escrito e gritado aos quatro ventos, para grandes males grandes remédios. Contra o sistema só o nacionalismo é solução e mais nada.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Solidariedade com os trabalhadores da Poceram


Os 170 operários da Poceram decidiram ontem invadir a assembleia de credores marcada para 17 de Novembro, no Tribunal de Coimbra, para demonstrarem que estão dispostos a lutar pelos postos de trabalho.
Mais uma vez mostramos a nossa solidariedade com estes trabalhadores, lamentando que o poder tão solícito em ajudar o capital usurário, não olhe para empresas como esta, cuja viabilidade é possível.
Os camaradas da Poceram não devém baixar os braços, lutando pelo seu posto de trabalho e pelos seus direitos.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Conimbrigel fecha as portas


Sem ser uma mentira de um de Abril escrevemos sobre mais uma empresa que encerrava portas no Distrito.
O poste tem recebido muitos comentários de trabalhadores da Conimbrigel, que denunciam várias irregularidades no que toca ao “encerramento” da empresa.
Já temos denunciado que a coberto da crise muitos empresários aproveitaram para, fraudulentamente, encerrarem as portas. Pelo que nos parece, no caso desta empresa, os trabalhadores deviam procurar reunir-se e estudar formas de dar voz ás suas queixas, isto é, chamar a atenção da comunicação social e das autoridades para o problema.
Da nossa parte PNR Coimbra já manifestámos toda a solidariedade e disponibilidade para em conjunto encontrarmos formas de luta, que no mínimo ressarciem, de todos os direitos e indemnizações a que estes têm direito.
Uma palavra final para o anónimo ou anónimos que no blogue ou pelo telemóvel nos têm tentado intimidar, no sentido de não darmos voz aos trabalhadores.
Nós somos nacionalistas, como tal animados de uma fé que nunca será abalada por ameaças; não tememos nem a morte, quando está em causa defender os trabalhadores, o povo ou a Pátria, contra aqueles que só pensando nos seus interesses, não se importam de prejudicar o país, os trabalhadores ou o povo.
Connosco o capital estará sempre num plano inferior ao trabalho, como tal a eles submetido, porque garante, de justiça social e progresso para trabalhadores e patrões.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

MIRANDA DO CORVO - Fogo consumiu mais de 100 hectares e ameaçou duas povoações


Mais de 100 hectares de floresta arderam ontem nas proximidades de Miranda do Corvo naquele foi o maior incêndio dos últimos anos no concelho, tendo chegado a ameaçar as povoações de Moinhos e Carapinhal que, todavia, passaram incólumes à fúria devastadora das chamas.
Os fogos já destruíram este ano uma área superior à que ardeu no conjunto de 2007 e 2008. Segundo o relatório mensal da Autoridade Florestal Nacional, as chamas queimaram 35 257 hectares até final de Agosto.
Também neste particular o PS falhou em toda linha. Será que aqui a culpa também é da crise?

sábado, 8 de agosto de 2009

“Situações dramáticas” de fome e falta de higiene em Santa Clara


Um levantamento às necessidades da freguesia tirou um retrato pouco feliz: há moradores que ainda utilizam buracos na terra como casa de banho e famílias com um euro por dia para comer.
Muitos pensaram, outros ainda pensam, outros querem-nos fazer pensar que o 25 de Abril serviu para acabar com a miséria e a fome. Nós, porque não anestesiados pela propaganda do sistema, dizemos bem claro, que o 25 de Abril só veio agravar o fosso entre ricos e pobres. O sistema vigente criou até uma novo tipo de pobreza, a pobreza envergonhada. As constantes ofertas de crédito o incentivo ao consumismo, fez com que muita família remediada, passe fome para pagar os empréstimos. No entanto alguém lucra com tudo isto e a esses a crise não chega, são os grandes empresários, os empresários corruptos e os políticos do sistema.
Queixa-se também o presidente da Junta de santa Clara da inércia do departamento de Habitação da Câmara. Nós também já ouvimos queixas destas no Bairro do Ingote. Neste caso como em muitos outros alguns são mais iguais que outros, sobretudo se tiverem fixa no partido das “amplas liberdades”.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Salários Mínimos


Em Janeiro de 2009, o montante mais elevado encontrava-se no Luxemburgo nos 1.642 euros por mês. Em seguida, está a Irlanda (1.462 euros), a Bélgica (1.387 euros), a Holanda (1.382), a França (1.321), Inglaterra (1.010), Espanha (728), Grécia (681), Malta (630) e a Eslovénia (589). Finalmente, é na 11ª posição que surge Portugal, com um salário mínimo de 525 euros.
No entanto, há que ter em conta que este estudo não inclui a Alemanha, Noruega, Finlândia e Itália, porque não se estabelece um salário mínimo nestes Estados-Membros. No entanto sabemos que nestes países ninguém ganha o salário mínimo de miséria que se paga em Portugal.
Salário Mínimo 525.00 Euros! De certeza que as quadros superiores que fizeram o estudo estão a juntar o subsidio de férias e de Natal à soma final. Enfim os mais pequenos continuam cada vez pior. Para o que nos prejudica somos europeus, mas para os salários mínimos não. Para que haja alguma igualdade já que os quadros superiores já andam nos patamares europeus, queremos ser europeus nos salários mínimos.

CONTRA A CRISE todos à RUA!


Nestes tempos difíceis, que vivem todos os trabalhadores portugueses é tempo para organizar e “tomar as ruas” para lutar e reclamar aquilo que legitimamente nos pertence.
Ninguém vai ceder nem um milímetro, muito pelo contrário, nós não estamos a roubar, estamos apenas a evitar que reduzam nossos direitos económicos e sociais.

Apoia o PARTIDO NACIONAL RENOVADOR e suas iniciativas.

No deixes que te espezinhem.