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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Chamar os bois pelos nomes


O Sindicato de Hotelaria do Centro criticou o governo por utilizar o aumento sazonal de postos de trabalho no sector para propagandear estabilização no desemprego e exigiu maior fiscalização.
Mais uma vez se prova a hipocrisia dos sindicatos quando não colocam a mão na ferida.
Sabemos que nesta altura do ano e para fazer face ao aumento da procura, os empresários recorrem à contratação de mão-de-obra, que merecia muito mais fiscalização uma vez que não se respeitam horários, contratos etc. Mas não é deste problema perfeitamente localizado no tempo que advêm todos os males no que toca ao trabalho neste sector. O Sindicato não denuncia, porque é uma correia de transmissão do sistema, o recurso mão-de-obra imigrante, na esmagadora maioria das vezes, mais explorada que a portuguesa e que retira aos trabalhadores nacionais (que deviam ser a primeira preocupação do sindicato) postos de trabalho e consequentemente baixa salários.
Para esses estabelecimentos é que deve ser exigida maior fiscalização, já que uma politica que ponha os trabalhadores portugueses em primeiro lugar só será conseguida com um governo nacionalista. Para nós os portugueses estarão sempre primeiro, sabemos que este governo e os partidos do sistema assim não pensam nem agem, mas no entanto não deixamos de exigir que as normas de conduta porque se gere o sector, particularmente no que concerne ao mercado de trabalho, sejam fiscalizadas e cumpridas.

sábado, 17 de abril de 2010

Entre a espada e a parede?


Os trabalhadores portuguêses estão mais entre a espada e parede, a cada dia que passa, mais à mercê do grande capital apátrida, dos empresários corruptos, do uso da imigração para os chantagear e de um sistema que só tem olhos para quem já muito lucrou e não protege nem trabalhadores, nem os pequenos e médios empresários. Os sindicatos correias de transmissão do sistema, continuam a apostar na política de terra queimada não se libertando dos pouco saudáveis tempos do PREC.
Assim os trabalhadores estão à mercê de todas as promessas, nunca sabendo se o “pai morre ou se vão almoçar”
Os trabalhadores só poderão almejar uma nova ida quando se libertarem dos traidores dos sindicatos, quando se libertarem das promessas envenenadas do sistema.
É sobre o combate espiritual, onde a razão pára e onde se encontram as raízes da evolução humana, que é necessário combater. O capitalismo e marxismo estão unidos porque são o inimigo de o que mais cedo ou mais tarde vai libertar o homem, um factor que só tem um nome e está muito distante do materialismo: o da vontade humana.
Em vez de ser uma folha dos livros existentes, ou tentativa para formar uma espécie de ridícula ideologia centrista, os trabalhadores devem rejeitar totalmente o meio ou as duas extremidades do sistema na sua totalidade.
Nós os trabalahdores nacionalistas, opomo-nos de igual modo aos reaccionários e aos vermelhos, porque só o Nacionalismo é solução..

quinta-feira, 25 de março de 2010

“Fortes interesses imobiliários”justificam insolvência da Ceres


Já o havíamos denunciado agora mais alguém tem coragem para o dizer na Praça Pública.
Reafirmamos também algo que também começa a ser um lugar-comum, o estranho interesse da Segurança Social em fechar empresas em vez de as auxiliar e o papel terrorista e traidor dos sindicatos.
Cabe aos trabalhadores e sem a interferência de quem pelos vistos representa outros interesses lutar pela manutenção dos postos de trabalho e pela salvação de uma empresa que tem tudo para dar certo.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Os sindicatos do sistema


Interlocutores oficiais do governo e representantes oficiais dos trabalhadores, os sindicatos negociam oficialmente as leis anti operárias e assinam os documentos oficiais que impõem, com a força do Estado, a lógica do capital (a lógica de rentabilidade) às condições de vida dos trabalhadores. O sindicato funciona em termos de economia nacional, subordinando-se à lógica do sistema capitalista. E se essa lógica exige mais sacrifícios, cabe aos sindicatos defendê-los perante os trabalhadores, em nome de um "realismo" que consiste apenas em considerar a crise económica como um "evento natural" – como um terramoto ou uma onda de frio – e o capitalismo como um fenómeno eterno da natureza.
Desviar as lutas para impasses de “folclore”, isolando-as localmente; impossibilitar a unificação das lutas; canalizar a combatividade para acções ineficazes e desmoralizantes; enfraquecer a solidariedade de classe... Os sindicatos, no mundo inteiro, usaram esses estratagemas para molhar a pólvora social e sabotar as lutas. Exemplos não faltam.
É o povo, são os trabalhadores que hão-de encarregar-se de apoiar e vigorizar a vida portuguesa, pois a maior garantia do trabalho, da prosperidade e da vida digna das massas radica na força económica, moral e material da Pátria.
Alguns sindicatos já tinham roído a corda já tinha atraiçoado a luta, depois e a levados a reboque pelos professores, lá foram entrando no combate, mais por oportunismo politico que por vontade própria. Posteriormente tentaram mesmo aniquilar os movimentos de professores, na discussão que ficou celebre sobre que manifestação apoiar.
Os movimentos independentes, porque não sujeitos á correia de transmissão de certos partidos, acabaram por chegar a um acordo, pensando na unidade. Mas a facada pelas costas não se fez esperar agora dão o dito por não dito. Mais uma vez toda a reivindicação, toda a luta contra as reformas xuxialistas se começa a fazer fora dos sindicatos, é bom que os professores vão aprendendo a lição e isolando quem não sabe defender a classe.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Escândalo NO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO


Comentários? Para quê?


E VIVA PORTUGAL.


Isto é uma sem vergonha!!!

Deputados a prof. titular

Os deputados do PS estão contra os professores, mas querem ser titulares sem
porem os pés na escola.

Que pouca VERGONHA!!!!!!
Retirado da Ordem Trabalhos hoje ME / Plataforma:
Ponto 8.


Acesso à categoria de Professor Titular para os Professores
em exercício de funções ou actividades de interesse público,
designadamente, enquanto Deputados à Assembleia da República e ao
Parlamento Europeu, Autarcas, Dirigentes da Administração Pública,
Dirigentes de Associações Sindicais e Profissionais.
Agora é que não percebo nada!
Mas agora já se pode 'atingir o topo'... mesmo estando 'fora' da escola?
Todas as mudanças que o ME quis fazer não foi para acabar com 'isso'?
Não ia ser titular apenas quem provasse, 'no terreno', a sua excelência?
Dizem uma coisa, fazem outra... a toda a hora!
Depois de se terem 'esquecido' dos que antes estiveram nessas funções,
no primeiro concurso....: mais um concurso extraordinário? ou só conta
daqui para a frente, e os «tristes» que ficaram para trás?
Tem que ser o tribunal a dar-lhes razão?
O novo 4º escalão será, provavelmente, para os
'Professores-titulares-avaliadores'.
Deste modo, cria um 'estatuto' diferente para quem é avaliador e foge
às incompatibilidades de avaliador e avaliado concorrerem às mesmas
cotas.
Quantos chegaram a titular por haver uma vaga na escola e não ter mais
ninguém a concorrer, no entanto escolas houve em que colegas com quase
o dobro dos pontos não acederam a PT porque não havia vaga, e com isto
só quero dizer e afirmar da injustiça desta peça, monstruosamente
montada e maquiavelicamente posta em prática que é a dos professores
titulares.
Esta proposta do PM é inaceitável?!!!!!
Espero que professores e sindicatos estejam bem conscientes desta
proposta que é verdadeiramente ofensiva, para não dizer outra coisa!
Tenhamos dignidade e não nos deixemos vender.
Esta é das respostas mais repugnantes jamais feitas por um governo.
Oferecem tachos a sindicalistas, boys e girls das direcções gerais dos
vários ministérios, há uma tentativa de oferecer aos professores
avaliadores um 'acesso' ao 4º escalão de titular.
*Chegamos ao limite da indecência e a resposta só pode ser uma*:
revisão do ECD, anulação da divisão da carreira e combate total a esta
avaliação.

DEVEMOS OBRIGAR OS SINDICATOS A REJEITAR LIMINARMENTE ESTAS PROPOSTAS!

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Sindicato em guerra aberta aos professores


A história pode resumir-se assim: um grupo de professores anunciou uma manifestação no dia 15 de Novembro de 2008 para continuar a reivindicar por alterações no sistema de ensino. Uma dessas reivindicações é a "recusa da divisão gratuita e injusta dos professores". Acontece que os sindicatos comunistas não admitem que haja alguém a mover-se fora do seu controle, independentemente da legitimidade das reivindicações. Assim, após terem conhecimento dessa manifestação, os sindicatos trataram de anunciar uma outra, uma semana antes. Trata-se, precisamente, de promover a divisão gratuita e injusta dos professores. Uma boa oportunidade para os professores se libertarem do jugo dos sindicatos, controleiros que apenas defendem os seus próprios interesses, como ficou bem patente nesta manobra suja e típica dos comunistas.

FONTE

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Novas oportunidades


O número de professores que efectivamente fica no desemprego é de 40 mil, um número superior ao do ano passado, que ultrapassa em cerca de cinco mil, os 35 mil no ano passado, mas que é mais gravoso ainda porque todos sabemos que ao longo deste ano muitos professores se aposentaram.
As acções de protesto já estão marcadas. Aqueles que ainda há pouco tempo traíram a luta dos professores, tentam fazer aproveitamento político com esta onda desemprego. A Fenprof correia de transmissão do PCP vai desviar as lutas para impasses de “folclore”, isolando-as localmente; impossibilitando a unificação das lutas; canalizará a combatividade para acções ineficazes e desmoralizantes; enfraquecendo a solidariedade de classe... Os sindicatos, no mundo inteiro, usaram esses estratagemas para molhar a pólvora social e sabotar as lutas. Exemplos não faltam.