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quarta-feira, 21 de abril de 2010

PARA QUE SERVEM AS CÂMARAS?



O Questões NacionaisA pergunta para que serem as câmaras.
Não servem para nada a não ser para mais algum boy lucrar com o negócio.
Câmaras sem policiamento, câmaras sem leis que combatam a criminalidade só servem para o imenso Big Brother que o sistema, a Nova Ordem Mundial pretendem criar.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Big Brother


O concurso limitado por prévia qualificação para fornecimento e montagem de um sistema de videovigilância para Coimbra, nomeadamente para o Centro Histórico, já tem vencedor. Trata-se da empresa Niscayah, que apresentou uma proposta no valor de 105.600 euros.
Esperemos agora que as câmaras fiquem ligadas a alguma empresa de televisão por cabo, para pudermos ver ao vivo os assaltos que se praticam na baixa e quiçá talvez eleger o assaltante do mês, que será certamente agraciado com uma daquelas casas que o executivo tem de reserva no Bairro do Ingote.
Sem polícia para acorrer aos assaltos e sem leis para colocar os assaltantes na cadeia, estas medidas não passam de folclore mediático ou de desculpa para vigiarem outras coisas, talvez de carácter político.
Estranhamos também que com tanta empresa de segurança em Coimbra se tenha entregue o negócio a uma empresa de fora. Mas os “amigos dos CTT” lá terão as suas razões.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Videovigilância não convence todos


Os comerciantes da Baixa de Coimbra desconfiam da eficácia do sistema de videovigilância a instalar no centro histórico, já autorizado pelo Governo. Dizem que as câmaras são poucas e, por si só, não resolvem os problemas.
Sabemos que muitas das grandes superfícies que muitos bancos possuem equipamentos de videovigilância, também sabemos que apesar disso eles continuam a ser assaltados sendo pouco dissuasor este tipo de tecnologia sem que acompanhados de um policiamento de proximidade e uma rápida resposta em reforços.
Os assaltos vão continuar a suceder-se na baixa, não bastam lenitivos como a videovigilância, que transformaria a cidade num gigantesco "Big Brother", mas politicas eficazes de policiamento e legislação que não proteja os criminosos em detrimento da vítima.