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segunda-feira, 12 de maio de 2014
ACÇÕES DE CAMPANHA NO DISTRITO DE COIMBRA
Dia 17 de Maio, Coimbra, distribuição de propaganda, ponto de encontro junto à Manutenção Militar pelas 10.00 horas
Dia 18 de Maio, Figueira da Foz, distribuição de propaganda, ponto de encontro junto ao Mercado Municipal pelas 10.00 horas. saída de Coimbra ás 09.15, ponto de encontro junto à Rodoviária Nacional.
Dia 20 de Maio, Cantanhede, distribuição de propaganda na feira quinzenal, pelas 10.00 horas.
Juntem-se a nós
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E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 922 091 301
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sábado, 29 de março de 2014
Motores furtados na Gala apreendidos na fronteira
Durante quinta-feira ou a madrugada de ontem, foram roubados os motores de quatro embarcações amarradas no Portinho da Gala, Figueira da Foz, aumentando para 11 o número de motores furtados nesta infraestrutura de pesca artesanal, no espaço de três anos.
Entretanto, na manhã de ontem, foram detidos, na fronteira de Vilar de Formoso, dois indivíduos do Leste europeu quando pretendiam viajar para Espanha transportando quatro motores de embarcações na viatura em que seguiam.
Ao meio da tarde, a Capitania do Porto da Figueira da Foz mantinha-se em contacto com as autoridades fronteiriças, para trocar informações sobre os motores apreendidos e furtados.
É preciso tornar a controlar a nossas fronteiras, é preciso expulsar os imigrantes que caem nas malhas da criminalidade.
É preciso uma politica corajosa de combate à criminalidade.
http://www.asbeiras.pt/2014/03/motores-furtados-na-gala-apreendidos-na-fronteira/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
BASTA DE IMIGRAÇÃO
Sete cidadãos estrangeiros em situação irregular, quatro dos quais notificados para abandonarem o país, foram identificados no âmbito de uma operação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), na Figueira da Foz, anunciou hoje aquela entidade.
Em comunicado, o SEF afirma que a operação, realizada no sábado em dois estabelecimentos de diversão nocturna, levou à identificação de 40 pessoas, 22 das quais de nacionalidade estrangeira.
Dos sete cidadãos que se encontravam em situação irregular, "por não possuírem autorização de residência ou visto que os habilite a permanecer" em Portugal, quatro foram notificados para abandonarem voluntariamente o país e um encontra-se em processo de afastamento coercivo.
O triângulo de sempre,imigração ilegal, criminalidade e empresários corruptos. O SEF lá vai fazendo o seu trabalho, mas a legislação aprovada pelo sistema não permite realiza-lo com êxito. Notificar para abandonar voluntariamente o país não serve. É preciso legislação que garanta o repatriamento de quem entra ilegalmente em Portugal.
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Vamos recuperar o Convento de Seiça
Vamo-nos juntar e vamos exigir a que recuperem o Convento se Seiça. A Câmara da Figueira Da Foz tem de assumir as responsabilidades do estado degradado do convento, e com a ajuda de todos, recupera-lo. Não vamos deixar morrer o convento, não vamos deixar morrer a nossa história, a história da nossa região.
Assine a petição: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=P2013N71449
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quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Não esquecemos o Ramal da Pampilhosa
O Ramal Ferroviário Pampilhosa/Figueira da Foz foi mandado encerrar no governo de José Sócrates, juntamente com muitos outros ramais e linhas, numa senda tresloucada que só beneficiou as empresas de transportes rodoviários privadas. A razão invocada foi a falta de segurança da linha mas, entretanto, realizaram-se trabalhos de remodelação onde foram gastos milhares de euros. Depois, o Governo PSD/CDS deu a machadada final, ao abandonar a continuação da remodelação: deitou assim à rua o dinheiro já gasto e continuou na mesma linha errada do seu antecessor no que toca à política de transportes.
Muitos cidadãos da zona, em que se incluem dirigentes, militantes e simpatizantes do PNR, não aceitaram a decisão e, fruto da sua luta, obrigaram as autarquias servidas pela linha a agendarem uma reunião com o Governo.
Ficou decidido nessa reunião que os autarcas iriam apresentar um plano de viabilidade para o ramal, e que não se opunham a que se levantasse os carris existentes.
Mas, neste momento, já foram levantados carris em metade de extensão do ramal e plano de viabilidade, nem vê-lo.
Como não podemos deixar morrer esta causa, os Nacionalistas vão uma vez mais juntar-se ao povo e responder ao apelo feito pelo Movimento Cívico que luta contra o encerramento do ramal. Vamos assim marcar presença em todas as Assembleias Municipais dos concelhos servidos pelo ramal (Figueira da Foz, Montemor-o-Velho, Cantanhede e Mealhada), no sentido de sabermos o ponto da situação e mostrarmos aos novos autarcas que esta causa não está esquecida.
http://www.pnr.pt/2013/11/06/nao-esquecemos-o-ramal-da-pampilhosa/
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Reunião
Os nacionalistas do Distrito de Coimbra,efectuar mais uma reunião de trabalho, no dia 9 de Outubro,quarta.feira. A reunião terá inicia às 22,30 e quem pretender marcar presença deve contactar-nos para: E-mail PNRCoimbra@gmail.com, telemóvel 922091301. Juntem-se a nós!
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quinta-feira, 2 de maio de 2013
Ramal Pampilhosa/ Figueira da Foz
No dia 11 de Maio pelas 17.30, terá lugar no salão da Academia Musical Arazedense uma reunião debate sobre o Ramal Ferroviário Pampilhosa/ Figueira da Foz. Numa altura em que o governo mostrou abertura em equacionar a reabertura do Ramal e da maior importância a presença de todos. Não faltem!
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quinta-feira, 28 de março de 2013
Roubaram os carris!
Quem percorrer o Ramal Ferroviário Figueira da Foz/ Pampilhosa vai pensar que finalmente os amigos do alheio conseguiram roubar os carris. De facto já não é a primeira vez que a ladroagem o tenta fazer, recorrendo aos mais elaborados subterfúgios. No entanto depois de verifica-se que os "ladrões" trabalham ao serviço da REFER e com conhecimento do governo que ainda há bem pouco tempo garantia que os carris eram para ficar.
Mais uma vez a mentira é usada para acalmar as populações e depois traiçoeiramente como é apanágio desta gentalha faz-se precisamente o contrário.
O governo PSD/CDS continua a obra do governo PS. Bem gritam eles que são diferentes. Constatamos nós que a diferença é só para pior.
Os nacionalistas dos distritos de Coimbra e Aveiro têm feita desta causa do Ramal uma das suas bandeiras, protestam contra mais este atentado ao transporte ferroviário e contra a morte anunciada deste Ramal, estrutural e estruturante para a região.é vergonhosa a forma como este governo trata o seu povo e os seus empresários, mostrando que a sua preocupação só se prende com o roubo descarado dos ordenados dos portugueses, pouco se importando com as estruturas capazes e essenciais para o desenvolvimento económico e o bem estar das populações.
Com o PNR à frente dos destinos da Nação a aposta na ferrovia será uma realidade, reabilitando linhas e ramais, porque este transporte tem e é do futuro.
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quinta-feira, 7 de março de 2013
BASTA DE IMIGRAÇÃO
«A ilusão de atingirem carreiras em clubes profissionais portugueses fez com que oito jovens futebolistas rumassem da Guiné ao nosso País. Poucos atingiram o sonho; uma excepção
é Samba Seidi, 19 anos, ao serviço da Naval 1.º de Maio, da Figueira da Foz. Até à manhã de ontem - a PSP foi buscá-lo ao treino. Está preso, com os sete compatriotas e outros três portugueses, entre 18 e 27 anos, por mais de 50 roubos violentos nas ruas de Lisboa.»
é Samba Seidi, 19 anos, ao serviço da Naval 1.º de Maio, da Figueira da Foz. Até à manhã de ontem - a PSP foi buscá-lo ao treino. Está preso, com os sete compatriotas e outros três portugueses, entre 18 e 27 anos, por mais de 50 roubos violentos nas ruas de Lisboa.»
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quinta-feira, 21 de junho de 2012
PARE ESCUTE E OLHE
A rede ferroviária nacional começou a ser construída e planeada ainda no tempo da Monarquia. Quem deu inicio ao projecto e quem o foi continuando merece o nosso aplauso e gratidão.
O transporte ferroviário é o transporte do futuro, mais cómodo, mais seguro, menos poluente quando electrificado, mais barato e menos dependente da importação petrolífera, para além de requerer menos ocupação de terreno. São só vantagens e praticamente nenhuma desvantagem quando completado com terminais rodoviários.
Foi preciso vir o 25 de Abril e os partidos do alterne para este transporte começar a ser posto em causa. Não foi por incompetência, não acreditem nisso. Esta gente que nos desgoverna tem traçado um plano altamente competente.
Primeiro, começaram por nomear para as administrações da REFER e CP gente com ligações ao sector privado dos transportes. Depois, foi deixar no mais completo desleixo linhas e ramais, tornando as viagens morosas e perigosas, e modificar os horários de forma a não servirem as populações. Também arquitectaram e puseram em prática o plano que levou a que, num curto espaço de tempo, as linhas ou passaram a ser perigosas ou a dar prejuízo.
Por outro lado, quer por bairrismos bacocos ou por popularismo, defende-se o TGV ou a construção de uma linha férrea a ligar o Porto de Aveiro a Espanha. A ordem é pobre, os frades é que são ricos.
Já existe uma linha férrea que nos liga a Espanha, que nos liga a França e logo a toda a Europa. A linha da Beira Alta, com ligação à linha do Norte e também ao porto da Figueira da Foz (este troço está encerrado para obras que tardam ou nunca virão).
Com muito menos, custos é possível melhorar a eficácia de linha e ter assim uma forma de transportar produtos de e para toda a Europa. O entroncamento da linha da Beira Alta com a linha do Norte fica na Pampilhosa, concelho da Mealhada, distrito de Aveiro, local privilegiado porque dista cerca de 10 Kms da A1 e onde é possível, com baixos custos, construir um terminal rodo-ferroviário, recorrendo aos terrenos das extintas fábricas existentes no perímetro da estação.
As soluções estão à vista, e são passiveis de ser concretizadas, visto ser um projecto estruturante e estruturador para o país. São igualmente fáceis de entender quando não se está preso a lóbis e a clientelas partidárias.
Para os nacionalistas e o seu partido estas questões são claras: apostamos seriamente no transporte ferroviário, porque é um transporte eficaz, com futuro, mas limpo, mais seguro e mais barato.
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Manifestação em defesa do Ramal Pampilhosa Figueira da Foz

A CP – Caminhos de Ferro Portugueses anunciou que, a partir de dia 1 de Janeiro de 2012, deixará de garantir os transportes rodoviários alternativos no Ramal da Figueira da Foz, que mantinha desde que aquela linha, que liga a Figueira à Pampilhosa, foi desactivada para a realização de obras. O ramal, que passa também pelos concelhos de Cantanhede e Montemor-o-Velho, foi desactivado, tendo em vista uma empreitada de beneficiação. Foram também retirados os carris, com a justificação de que assim se evitariam furtos, mas, no recente Plano Estratégico para o sector dos transportes ficou confirmada a decisão de suspensão do processo de reactivação.
Como forma de protesto está foi agendada uma manifestação no dia 14 de Janeiro pelas 15.00h em Cantanhede. A manifestação que terá inicio junto à CM de Cantanhede e terminus junto à estação de comboios, é organizada pela Plataforma Nacional de defesa da Ferrovia, pelo Movimento de Defesa do Ramal Pampilhosa/Figueira da Foz e pelo Projecto Cultura e Cidadania de Mira. O PNR apoia esta manifestação e apela aos seus militantes e simpatizantes e a todos os vivem em locais servidos pelo Ramal para que compareçam em massa protestando contra mais este atentado aos transportes públicos.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
CP suprime alternativas rodoviárias ao Ramal da Figueira da Foz

Empresa justifica com decisão de não reactivar a ligação ferroviária, deixando a iniciativa aos operadores rodoviários locais
A CP – Caminhos de Ferro Portugueses anunciou que, a partir de dia 1 de Janeiro de 2012, deixará de garantir os transportes rodoviários alternativos no Ramal da Figueira da Foz, que mantinha desde que aquela linha, que liga a Figueira à Pampilhosa, foi desactivada para a realização de obras. O ramal, que passa também pelos concelhos de Cantanhede e Montemor-o-Velho, foi desactivado, tendo em vista uma empreitada de beneficiação. Foram também retirados os carris, com a justificação de que assim se evitariam furtos, mas, no recente Plano Estratégico para o sector dos transportes ficou confirmada a decisão de suspensão do processo de reactivação.
Mais um duro golpe nas populações da zona perpetrado pela administração da CP formada por gente manifestamente incapaz e manifestamente capaz de tudo e pelo governo de direita mais papista que a Troika lacaio do feitor alemão.
As populações da zona, saberão dar a divida resposta a mais este benefício impingido por quem tem carros topo de gama pagos por todos nós e não sente os benefícios da sua desgovernação.
Como desde sempre apoiamos esta luta, porque os transportes servem o povo e não as empresas privadas onde muitos dos que tentam encerrar linhas e ramais têm ou sonham ter interesses.
Eles tiram “gorduras nos nossos transportes, mas os boys gordos que administram as empresas continuam no mesmo número e com aumento benefícios. A tradição já é o que era e Roma paga principescamente aos traidores.
É tempo de sair à rua e gritar. Não será nos restringindo-nos à “indignação”, como parece ser de bom-tom fazer hoje em dia, que se fará com que as coisas mudem. A indignação que não desagua na acção concreta é apenas uma maneira cómoda de ficar em paz com a nossa consciência. Apenas a intervenção resoluta das classes populares e das classes médias na batalha pode dar à “indignação” que suscitam as práticas das multinacionais, ou pura e simplesmente ao ressentimento anti-bancário, a base social que ainda lhe falta – quer a acção a levar a cabo se situe aquém ou para lá dos limites da legalidade burguesa.
FONTE>
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Afundam os Estaleiros Navais do Mondego

Depois de a empresa proprietária ter desistido do plano de viabilização, apresentado em Julho, e de nenhum dos credores presentes ter nenhuma solução de viabilização, o Tribunal Judicial da Figueira da Foz decretou, ontem, encerramento dos Estaleiros Navais do Mondego (ENM), que deverão ser colocados à venda nos primeiros dois meses de 2012.
Afundam os ENM e afunda toda a nossa indústria naval. Os primeiros golpes foram dados durante o PREC quando a política de terra queimada dos comunistas afundou a nossa marinha Mercante e por consequência muita da indústria naval ligada aquela área depois vieram os golpes da direita (PS/PSD/CDS) com o desmantelamento das frotas de pesca e o agonizar dos estaleiros ligados a este sector. As encomendas são raras e o próprio estado prefere muitas vezes o estrangeiro à produção nacional. A dependência económica e financeira é cada vez maior o desemprego aumenta e desaparecem os artífices neste mister. É o caminho aberto para a pedinchice para as esmolas do FMI e as imposições das troikas e dos feitores alemães e franceses.
Portugal agoniza, os políticos do sistema e o grande capital engordam.
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domingo, 2 de outubro de 2011
PSD e CDS já nos andam a tratar da saúde

PSD e CDS já nos andam a tratar da saúde
Alguns serviços do Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF) podem ter os seus dias contados. O conselho de administração do HDFF reuniu com directores e responsáveis, para anunciar possíveis cortes de serviços. “Os médicos foram informados das propostas, para se encerrar a unidade de oncologia e o bloco operatório.
O governo socialista já tinha dado a primeira machadada neste hospital ao encerrar o bloco de partos, agora social-democratas e centristas levam a o encerramento de mais dois serviços, provavelmente dento em breve será anunciada a morte do HDFF para dar lugar ao aparecimento de uma clínica privada gerida por uma sociedade onde investem capitais alguns boys destes três partidos que desgovernam Portugal e se governam muito bem.
O PNR repudia mais esta machadada na saúde dos figueirenses e estará ao lado do povo em mais esta luta contra os cortes cegos, contra as medidas economicistas deste governo, que só pensa em agradas aos vampiros do FMI e ao feitor alemão.
A saúde não é u negócio mas sim um direito.
Quando o British Hospital surge numa conversa, tendemos a perguntar: o de Campo ...de Ourique ou o das Torres de Benfica? O hospital pertence ao Grupo Português de Saúde desde o início dos anos 1980. O Grupo Português de Saúde pertence ao universo da Sociedade Lusa de Negócios, a tal que tinha um banco dentro. Exactamente: o BPN. O banco serviu para financiar a compra do British. Um fiasco. Entre 1999 e 2009, o British recuou de uma média anual de 12 mil consultas para cerca de 1800. Entre 2004 e 2007, o presidente do Grupo Português de Saúde foi o economista José António Mendes Ribeiro, o qual, quando saiu do grupo, deixou um passivo de perto de cem milhões de euros.
Pois foi precisamente José António Mendes Ribeiro que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, foi buscar para coordenar o grupo de trabalho que vai propor os cortes a aplicar no Serviço Nacional de Saúde.
Isto, que podia ser uma charla dos Malucos do Riso, é o ponto em que estamos.
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
PELA REABERTURA E MODERNIZAÇÃO DO RAMAL PAMPILHOSA – FIGUEIRA DA FOZ

O Ramal Ferroviário da Pampilhosa – Figueira da Foz encerrou para obras a 5 de Janeiro de 2009, ou seja, há quase três anos que deixou de servir as populações locais.
No início deste ano de 2011, a Refer afirmou que o ramal seria reactivado no presente ano. Mas agora, decorridos nove meses e face à continuação do estado de abandono desta linha, a empresa remete-se ao silêncio e diz que não faz comentários sobre a matéria.
Por outro lado, a Comunidade Inter-municipal do Baixo Mondego está verdadeiramente empenhada neste assunto, estando nele, acompanhada pelos Presidentes das várias Juntas de Freguesia dos Concelhos atravessados pela ferrovia.
O PNR defende a urgente requalificação e reactivação da linha, cujo investimento de 18,3 milhões de euros está suspenso devido ao PEC III.
Esta linha ferroviária, além de ter um impacte local considerável tem ainda um efeito estrutural na rede nacional, com implicações fortemente vantajosas na sua exploração, nomeadamente na logística entre Lisboa e a fronteira de Vilar Formoso.
No dia 23 de Setembro, sexta-feira, pelas 21:30 horas, a sua defesa vai ter voz, numa sessão organizada pelo Projecto Cultura e Cidadania que terá lugar no Café Aliança, em Mira. Dirigentes de alguns partidos, entre os quais o PNR, bem como os autarcas da Mealhada, Cantanhede, Montemor-o-Velho, Figueira da Foz e Mira, estarão presentes nesta iniciativa.
Entretanto, o PNR fará acções de distribuição de folhetos e colagem de cartazes, dando força à luta que é de tantos, numa região penalizada por aquele encerramento ferroviário, sendo este o momento certo para que o Governo olhe a pretensão, que é legítima, de toda uma população local que está unida nesta causa.
FONTE
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Fazer nossas as causas do POVO

Os nacionalistas e o seu partido o PNR fazem suas as causas do povo, porque acreditam nelas e sabem que são os únicos com capacidade de as defender sem aproveitamentos políticos ou segundas intenções.
O PNR Coimbra tem sabido apoiar as mais diversas causas locais, acompanhando e protestando na rua em defesa dos mais elementares direitos dos habitantes do Distrito. Participando nas manifestações de rua, protestando com acções de panfletagem ou incluindo militantes seus nos grupos organizados de cidadãos, o PNR tem estado na cabeça da luta marchando orgulhosamente com o povo do Distrito.
Com a firme convicção de servir o PNR Coimbra, apoia e participa nas seguintes acções de protesto esclarecimento:
Dia 23 de Setembro pelas 21.15 no Café Aliança em Mira o PNR participará no evento “TODOS PELA REABERTURA DO RAMAL PAMPILHOSA/ FIGUEIRA (com autarcas, políticos, etc.).
No dia 28 de Setembro marcaremos presença na “Co-incineração - Manifestação em Coimbra "contra decisões judiciais" que terá lugar às 18:00 na Praça da República, na Alta da cidade, antecederá um colóquio para “alertar, sobretudo os mais jovens, para os perigos, a nível da saúde pública e do meio ambiente, da co-incineração”, de RIP nas cimenteiras de Souselas (Coimbra) e de Outão (Arrábida).
Por fim no dia 1 de Outubro estaremos presentes no Cordão Humano em defesa do Ramal da Lousã.
“Se digo que esta ou aquela coisa não me agrada, estou protestando. Se me ocupo, ao mesmo tempo atentar que algo que não gosto não volte a ocorrer, estou resistindo. Protesto quando digo que não continuo a colaborar. Resisto quando me ocupo de que também os demais não colaborem.”
terça-feira, 13 de setembro de 2011
A CP quer “livrar-se” do transporte rodoviário nos Ramais da Lousã e Pampilhosa/ Figueira


Empresa apresentou proposta para deixar de se responsabilizar pelas alternativas em linhas com a da Lousã ou Figueira-Pampilhosa
São cerca de 2,4 milhões de euros por ano, os custos assumidos pela CP para assegurar o transporte em autocarros nos locais onde as linhas já não funcionam e que levaram a empresa a apresentar uma proposta à tutela e ao Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT) no sentido de alterar esta situação.
Considerando que não se trata de simples interrupções temporárias para obras, mas de situações em que a questão se prolonga, a CP entende que devem ser as empresas de transporte rodoviário a assegurar as viagens. Em causa estão a Linha do Corgo, onde as despesas com o transporte rodoviário são de 7.346 euros/mês, a Linha do Tâmega de 11.096 euros/mês e na Guarda-Covilhã 10.798 euros/mês. Na ligação Figueira da Foz - Pampilhosa, a CP gasta 15.817 euros/mês e a fatia maior vai para o Ramal da Lousã, que liga Coimbra a Serpins e que custa 154 mil euros por mês.
Os boys que “administram a CP, a clientela partidária que os partidos do alterne vão colocando nos lugares de decisão desta empresa, continuam a brindar-nos com as suas tiradas falaciosas e a tentar impingir-nos os argumentos viciados do costume na tentativa de cobrir os seus erros e a sua incapacidade de gestão.
O comboio é o transporte mais seguro mais barato e se movido a electricidade o menos poluente. Só uma administração formada com gente manifestamente incapaz ou manifestamente capaz de tudo, não conseguiu rentabilizar a CP.
Livremo-nos pois destes desgovernados administradores muitos com ligações e interesses em empresas de transporte rodoviário e dos desgovernantes que os nomearam.
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
Figueira da Foz – Queremos o nosso mercado

O presidente da Associação de Comerciantes do Mercado Municipal da Figueira da Foz insurgiu-se esta terça-feira (19), no início da reunião de câmara, contra o processo de remodelação do mercado.
“Na última reunião deixaram-me ir embora e, depois, em reuniões paralelas”, (decidiram alterar a localização provisória do mercado) ”, acusou, elevando o tom de voz.
É justa a revolta dos comerciantes contra medidas menos claras e que lesam os seus negócios e o pequeno comércio.
De forma planeada ou por manifesta incapacidade autarquias e governos prejudicam sistematicamente os pequenos comerciantes parecendo proteger por vezes até promover as grandes superfícies. Lembramos que a ASAE essa policia politica ao serviço das grandes superfícies visita regularmente este mercado, perseguindo em vez de formar ou corrigir, tentado talvez dar mais uma machada no que é genuinamente português.
Solidarizamo-nos com as reivindicações destes comerciantes e com a revolta do seu presidente. Remodelação sim, mas os comerciantes devem ser ouvidos e acautelados os seus interesses.
Ali naquele Mercado com 118 anos de história, não há promoções agressivas em termos de marketing optimizado só no lucro...
No Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz, existe isso sim... os elementos contemporâneos da tradição, da história e da cultura, de uma cidade...de um concelho...e no fundo de uma região...
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
PROJECTO "CULTURA E CIDADANIA"

SEXTA, 23 DE SETEMBRO, 21H15: TODOS PELA REABERTURA DO RAMAL ENTRE PAMPILHOSA E FIGUEIRA (com autarcas, políticos, entre os quais um representante do PNR etc.), no Café Aliança, em Mira.
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
A Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) está contra a aprovação do Shopping Foz Atlântico

A Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) reitera a sua posição contra a aprovação do Shopping Foz Atlântico que o empresário Aprígio dos Santos pretende construir na várzea de Tavarede.
Através de nota de imprensa, a estrutura empresarial destaca que sempre esteve “contra a instalação de grandes superfícies comerciais na periferia da cidade e fora da área tradicionalmente vocacionada para a actividade comercial e de serviços da cidade”.
Segundo a associação presidida por João Cardoso, o investimento do presidente da Naval “não se configura com pressupostos fundamentais ao processo de desenvolvimento da cidade”. Designadamente, a coesão social e a consolidação da actividade económica.
Pelo contrário, acrescenta a ACIFF, “aumenta a taxa de mortalidade do pequeno comércio de proximidade com especial incidência nas zonas comerciais tradicionais”.
O Comércio Tradicional é uma forma de compra e venda num ambiente de proximidade entre vendedor e cliente, a qual só se verifica em locais de pequena e média dimensão, onde vamos e compramos através de uma base sólida de confiança, tanto na qualidade como na escolha selectiva dos produtos.
Com o aparecimento das grandes áreas comerciais, o comércio tradicional vê-se ameaçado face a essa concorrência desigual, sobrevivendo com grandes dificuldades, ou mesmo morrendo gradualmente.
Perdem-se com isso as suas vantagens, entre as quais destacamos a proximidade a todo o tipo de produtos, muitas vezes, produzidos pela nossa população, o que é um factor de emprego, estabilidade e prosperidade para as famílias e que contribui fortemente para a qualidade de vida das povoações e manutenção dos seus centros tradicionais.
Ao mesmo tempo, o comércio tradicional absorve uma boa parte da mão-de-obra activa da população laboral e representa ainda, um apoio fundamental ao sector turístico e ao abastecimento das zonas rurais, bem como das zonas históricas das nossas cidades.
Não aceitamos que quem muito tem prevaricado e prejudicado a cidade com as suas negociatas, venha agora na busca de lucros fáceis e rápidos prejudicar os pequenos e médios comerciantes.
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