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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Alegado foragido de prisão francesa libertado pelo tribunal

Um homem detido em flagrante delito após assaltar uma residência na Lousã e que se encontrava alegadamente foragido de uma prisão francesa foi hoje libertado pelo tribunal, dado não existir mandado de captura, disse fonte da GNR. “França não tem um mandado de captura activo. Foi libertado e terá de se apresentar em tribunal para ser sujeito a julgamento dia 9 [quarta-feira]“, disse à agência Lusa fonte do Destacamento Territorial da Lousã da GNR. A mesma fonte adiantou que a informação de que o homem, de 46 anos, se tinha evadido, há cerca de três anos, de um estabelecimento prisional em Bordéus, foi prestada à GNR pela Interpol, mas não existe qualquer mandado de detenção europeu. O homem, que alegadamente reside na Lousã, esteve hoje a ser ouvido no tribunal de turno, em Coimbra e foi libertado sem que lhe tivessem sido aplicadas medidas de coação, adiantou. O suspeito foi surpreendido por militares do Posto Territorial da Lousã da GNR, na tarde de sexta-feira, a abandonar uma residência, na posse de várias peças de ourivesaria, um guarda-jóias e uma máquina fotográfica. Perseguido por terrenos agrícolas anexos à moradia, acabou detido, tendo os objectos furtados sido recuperados e entregues à proprietária. De acordo com informação prestada pela GNR, o homem entrou na residência com o auxílio de um pé de cabra, através do arrombamento da janela de um dos quartos. Com a justiça a funcional desta maneira, os criminosos vivem num paraíso. FONTE LUSA/DIÁRIO AS BEIRAS

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

BASTA DE CRIMINALIDADE!


Um homem de 36 anos, funcionário de um café na Baixa de Coimbra, ficou ferido em consequência de uma discussão tida ontem, cerca das 9h00, no Monte Formoso, tendo sido assistido nos Hospitais da Universidade Coimbra.
De acordo com fonte da PSP de Coimbra, a vítima, residente no Bairro da Rosa, estaria a subir, a pé, a Rua Cidade de Poitiers, no Monte Formoso, em direcção ao Planalto do Ingote, quando foi abordado por três indivíduos, na casa dos 20 anos, que seguiam, de carro, no mesmo sentido.

Estas notícias começam a ser um lugar-comum, revelando que a criminalidade violenta alastra como um vírus por todo o país, sobretudo, mas não só, nas zonas problemáticas como as do Planalto do Ingote, onde os criminosos patrocinados pelo sistema têm casas onde não pagam renda, e outros benefícios que não são extensíveis a quem trabalhada.

Será normal que as pessoas tenham que mudar de hábitos de vida por se sentirem inseguras? Que deixem de frequentar a sua praia e temam utilizar os transportes públicos?
Não! Não podemos consentir que o ambiente de insegurança tome conta das nossas ruas e nos prive da liberdade e de uma vida com qualidade, em Segurança. Não há qualidade de vida onde a preocupação, medo e angústia nos perturbam o dia-a-dia.
A criminalidade crescente é um factor alarmante que, ao contrário de merecer a melhor atenção dos governantes, tem sido sistematicamente ignorada. Só o PNR tem coragem de encarar este flagelo de frente e apontar as suas causas e soluções, através de um programa claro e corajoso.

A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” da criminalidade que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os crimes que diariamente acontecem um pouco por todo o nosso Portugal, …é altura de dizer BASTA!

sábado, 21 de maio de 2011

UM PAÍS LIVRE E SEGURO



O Ministro da Administração Interna e a propósito da inauguração de uma carreira de tiro em Coimbra, não deixou de lançar para o ar mais algumas frases hipócritas próprias do seu veneno habitual.
Este país nem é livre nem é seguro e em parte isso deve-se às políticas defendidas pelo PS.
Este ministro é inimigo dos nossos policias, prefere proteger os ladrões e os criminosos e perseguir quem todos os dias arrisca a vida para nos dar um pouco de segurança.
Ele não quer um país livre porque foi um dos que o vendeu ao feitor de Bruxelas.
Ele pouco se importa com a segurança dos portugueses porque vive num condomínio de luxo e não sente os benefícios a criminalidade.
Este o governo e este sistema também não protegem os nossos polícias dos ladrões.

Só apoiando a Polícia; dotando-a de meios; devolvendo-lhe autoridade; podemos combater a criminalidade.
Só voltando a dar aos policias as regalias que a sua profissão de risco merecia, podemos incentivá-los a combater a criminalidade.
Só com leis realmente dissuasoras do crime podemos diminuir a criminalidade.
Tudo o mais, como a visita deste ministro não passa de folclore mediático, do cortar de fitas e das promessas ocas que esta gente usa antes do dia das eleições.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

BASTA DE CRIMINALIDADE


Mais de duas centenas de notas bancárias de Portugal e de vários países da América Latina, África, Ásia e Europa, assim como uma grande quantidade de moedas estrangeiras de colecção foram apreendidas terça-feira em Coimbra, na sequência de buscas domiciliárias encetadas pela PSP.
As apreensões ocorreram na sequência de diligências efectuadas pelas Brigadas da Esquadra de Investigação Criminal de Coimbra, especializadas em crimes de furtos, e no âmbito de um inquérito em investigação iniciado em fins de Julho de 2010, na sequência de um assalto a uma residência em Santo António dos Olivais, de onde furtaram armas de fogo.
A Polícia apreendeu igualmente 76,11 gramas de cocaína, 86 gramas de heroína, uma balança de precisão, um revólver, 50 cartuchos de caçadeira, munições, 1700 euros, relógios, máquinas fotográficas, medalhas de colecção, objectos em ouro e prata, canetas, uma mala de cabedal contendo uma máquina de filmar, telemóveis e um IPhone.
Os possuidores dos artigos foram constituídos arguidos no processo, sublinhou a PSP, sem especificar, dando conta que vai continuar com as diligências para identificar os proprietários dos objectos apreendidos.
Será normal que as pessoas tenham que mudar de hábitos de vida por se sentirem inseguras? Que deixem de frequentar a sua praia e temam utilizar os transportes públicos?
Não! Não podemos consentir que o ambiente de insegurança tome conta das nossas ruas e nos prive da liberdade e de uma vida com qualidade, em Segurança. Não há qualidade de vida onde a preocupação, medo e angústia nos perturbam o dia-a-dia.
A criminalidade crescente é um factor alarmante que, ao contrário de merecer a melhor atenção dos governantes, tem sido sistematicamente ignorada. Só o PNR tem coragem de encarar este flagelo de frente e apontar as suas causas e soluções, através de um programa claro e corajoso.

domingo, 6 de junho de 2010

Assaltos em Cantanhede


Meliantes partiram a porta de vidro da empresa Lisete Simões – Serviços e Limpezas e “limparam”, do escritório, mais de dois mil euros e quatro telemóveis.
Os amigos do alheio voltaram à cidade de Cantanhede, e, desta vez, escolheram o Centro Comercial Rossio, na Praça Marquês de Marialva, e a empresa de serviços e limpezas de Lisete Simões, provavelmente por saberem que esta empresa será a única no centro comercial dotada de um escritório e susceptível de guardar dinheiro.
Se os larápios assim pensaram, acertaram “na mouche” e não terão demorado mais que escassos minutos até consumarem o assalto, que terá ocorrido entre a meia-noite e as 7h00 da madrugada de ontem.
Os mesmos meliantes que assaltaram a Lisete Simões – Serviços de Limpeza, depois de “limparem” o escritório desta empresa, desceram à garagem subterrânea do Centro Comercial Rossio com o fim de furtarem um veículo para uma fuga rápida.
A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.
Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.
O PNR propõe-se:
• Modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais.
• Revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários.
• Colocar em prática uma política de prevenção dos crimes e delitos, através da inversão dos fluxos migratórios, do reforço da célula familiar, e da educação cívica nas escolas.
• Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.
• Promover a utilização das polícias municipais para o combate ao crime localizado.
• Reestruturar o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil.
• Reestruturar a PSP e a GNR.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Contrato local de Segurança


Mal os políticos do sistema abriram a boca, para gabar a videovigilância na baixa e o aumento da segurança proveniente desta medida e puderam ver ao vivo e a cores os benefícios da imigração descontrolada, das fronteiras escancaradas.
Com efeito um trio com sotaque italiano visitou ontem algumas joalharias da baixa e aproveitando o clima de impunidade que graça neste país, forneceu-se com algumas jóias.
Felizmente nenhum ourives tentou impedir os assaltos, caso contrário estria agora na cadeia enquanto a escumalha assaltante seria solta para continuara sua actividade.
Entre estrangeiros e nacionais, são cada vez mais os que se dedicam a esta lucrativa profissão do gamanço, estou mesmo em crer que fazem parte dos 150000 empregos que o outro prometeu.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Jogos Olímpicos em Portugal


Dois romenos, de 29 e 32 anos, foram ontem condenados pelo Tribunal de Coimbra a nove e sete meses, respectivamente, de prisão efectiva pelo crime de evasão. Detidos na cadeia de Custódias, os indivíduos, membros de um gang que assaltava ourivesarias, fugiram do Estabelecimento Prisional Regional de Coimbra a 19 de Junho de 2005, juntamente com mais três reclusos, sendo que, pelo menos, um deles também já foi recapturado, aguardando julgamento.
Sabendo que os próximos Jogos Olímpicos já estão atribuídos ao Brasil, estamos no entanto seguros que Portugal está a dar os passo certos, par uma candidatura de sucesso, afinal 2importa” diariamente o colorido que parece contribuir de forma decisiva para o Comité Olímpico dar um decisão favorável.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Contrato Local de Segurança


Mais uma vez o Contrato Local de Segurança provou a sua eficácia.
Eram três assaltantes, estavam encapuzados e faziam-se transportar
numa carrinha preta. Deram um prejuízo de 50 mil euros
«Esvaziaram quase tudo», disse, desolado, o proprietário da Perfumaria David, na Baixa de Coimbra, assaltada na madrugada de ontem.
A falta de meios e efectivos que a PSP de Coimbra nestes tempos enfrenta aliadas a legislação que propicia a criminalidade, põe em causa qualquer tentativa de tornar a baixa de Coimbra segura.
É vergonhoso o que se passa em Coimbra e por todo o país, a condição mais que essencial ao homem e que nos tempos modernos não devia sofrer nem uma beliscadura é posta em causa em nome de uma suposta modernidade.
Os ricos e poderosos vivendo nos condomínios de luxo, para os quais não falta efectivos policias, não sentem na pele a criminalidade crescente e como tal nada fazem para a combater, pese embora os discursos de intenção muito inflamados que fazem em alturas de caça ao voto.

terça-feira, 31 de março de 2009

ONDA DE CRIMES SEM PAUSA


Uma onda de crime varre o distrito e a região. Hoje novamente e como infelizmente já é habitual, mais assaltos a juntar à contagem negra.
Vale a pena relembrar o que o PNR propõe em termos de segurança e de justiça.

ADMINISTRAÇÃO INTERNA E SEGURANÇA

A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.
Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.
O PNR propõe-se:
• Modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais.
• Revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários.
• Colocar em prática uma política de prevenção dos crimes e delitos, através da inversão dos fluxos migratórios, do reforço da célula familiar, e da educação cívica nas escolas.
• Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.
• Promover a utilização das polícias municipais para o combate ao crime localizado.
• Reestruturar o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil.
• Reestruturar a PSP e a GNR.

JUSTIÇA

O Sistema Judicial Português é lento e burocrático e em consequência disso encontra-se perto da paralisação e da rotura pela acumulação de processos.
Por isso é imperioso reestruturar o Sistema Judicial por forma a aumentar a sua eficácia e operacionalidade.
Esta reestruturação deve passar pela especialização dos Tribunais, em função da natureza dos crimes e pelo aumento dos Juízes para instrução e julgamento dos casos de média e grande complexidade.
Para casos simples e de pequena complexidade, a sua apreciação deveria ser cometida a Juízes adjuntos ou delegados para cujo provimento poderiam concorrer advogados com formação adequada; isto simplificaria a tramitação processual e em consequência a rapidez de decisão.
Por outro lado, impõe-se rever a legislação processual, simplificando a burocracia e o próprio Código Penal, adaptando-as ao contexto actual e aproveitando-se a experiência de casos mediáticos recentes e agravando-se as penas para crimes de extrema gravidade como o tráfico de droga, o tráfico e exploração de seres humanos, a pedofilia, a violação, a corrupção, o roubo e extorsão, o banditismo e a associação criminosa, os crimes fiscais e os crimes praticados por imigrantes aos quais, consoante a sua gravidade, poderia ser aplicada a pena de expulsão, que funcionaria como dissuasora e contribuiria para melhorar a segurança dos portugueses.
Também importante para o PNR seria a generalização dos julgamentos com jurados, para aumentar os instrumentos de decisão dos Juízes, minimizarem-se os erros judiciais e em consequência melhorar a Justiça.
O PNR propõe-se:
> Reestruturar o Sistema Judicial e reforçar a independência da Justiça
> Aumentar a operacionalidade dos Tribunais
> Rever e melhorar a legislação processual e o Código Penal, com agravamento das penas para crimes de grande gravidade
> Implementar os julgamentos com jurados
> Remodelar as infra-estruturas prisionais

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Como uma onda


Um homem encapuzado e armado com uma faca assaltou no domingo umas bombas de combustível situadas em Gândara de Espariz, no concelho de Tábua.
Como uma onda, como uma ferida a criminalidade alastra por todo o país. O sistema já baixou os braços e admite até que este cancro social só tem tendência par aumentar. Em nome da “liberdade”, do multiculturalismo e do mundialismo o sistema pretende que aceitemos isto como uma fatalidade, como um determinismo.
Mas contrariamente a este pensamento materialista, nós defendemos que o homem é que é o motor das historia e que embora alguns factores possam pesar na nossa evolução, é a vontade férrea de alguns que galvanizando a ajuda do povo fazem as mudanças na sociedade. Por isso não deixamos de denunciar e lutar, por enquanto agora ainda contra a corrente, mas no futuro como líderes de um grande movimento popular que vai por fim trazer a segurança a que todos temos direito.
Lembramos a todos os que nos lêem o Programa do PNR e em particular as medidas propostas para este tema.

3.5- ADMINISTRAÇÃO INTERNA E SEGURANÇA
A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas. A criminalidade associada a bandos juvenis é outro fenómeno em ascensão.
Portugal é um dos principais “entrepostos” da droga que entra na Europa. Quem o diz é o Gabinete para os Assuntos Internacionais da Droga e da Coacção Legal, órgão do Departamento de Estado norte-americano, no seu relatório anual.
Isto significa que, apesar dos esforços das nossas polícias, a droga continua a entrar. Acreditamos que, com os meios de que dispõem, as apreensões que têm vindo a ser feitas – que são vultosas – representam um esforço enorme, difícil de avaliar por quem está de fora. E esse esforço é significativamente maior quanto são poucos e fracos os meios de que dispõem para o combate.
Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.
O PNR propõe-se:
• Modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais.
• Revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários.
• Colocar em prática uma política de prevenção dos crimes e delitos, através da inversão dos fluxos migratórios, do reforço da célula familiar, e da educação cívica nas escolas.
• Promover o repatriamento dos estrangeiros delinquentes para cumprirem pena nos seus países de origem.
• Promover a utilização das polícias municipais para o combate ao crime localizado.
• Reestruturar o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil.
• Reestruturar a PSP e a GNR.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Os assaltos a residências poderão ter crescido em 2008 entre 4 a 5% face ao ano transacto.


Os dados recolhidos pela PSP e pela GNR apontam para que o número de assaltos a residências regresse ao nível de 2006 (23.314 assaltos) depois de em 2007 ter recuado (menos 990 assaltos), com apenas 22.324 ocorrências. (...)


As forças de segurança não desresponsabilizam os proprietários das casas assaltas, já que muitas das vezes os assaltos são conseguidos devido a incúria ou descuido dos próprios proprietários.

"Grande parte destes crimes no interior das habitações [são] concretizados por descuido dos proprietários", diz o comissário Paulo Flor, acrescentando que "muitas das vezes começam no facto de os proprietários não trancarem as portas quando se ausentam por breves minutos ou, quando estão no seu interior, não terem o vício positivo de as trancar".

Nós sabemos que o Sr. Comissário tem que ter o mesmo discurso que os sistema, caso contrário fica retido na carreira ou corre mesmo o risco de ser reformado compulsivamente, como aconteceu a um seu colega que teve a coragem de dizer que a imigração tinha contribuído para o aumento da criminalidade.
Mas nós contrariamente a muitos que se acomodaram ou que colaboram com sistema não temos medo de dizer a verdade porque só ela é verdadeiramente revolucionária.

A responsabilidade do aumento dos assaltos a residências deve-se unicamente ao sistema e ás suas politicas de combate e prevenção da criminalidade.

domingo, 26 de outubro de 2008

Cena de assalto repetiu-se no Minipreço


A cena repetiu-se, exactamente 15 dias depois do primeiro assalto. A loja do Minipreço em Eiras foi novamente assaltada sexta-feira, levando os assaltantes cerca de 300 euros apenas, mas instalando o pânico em clientes e ampliando o medo que os funcionários já sentem. Cerca das 20h30, dois indivíduos encapuzados entraram na loja e, sob ameaça de arma de fogo, exigiram à funcionária da caixa – na altura apenas uma – todo o dinheiro ali existente. Não demorariam mais do que cinco minutos, arrancando logo de seguida, na viatura de um terceiro elemento que os aguardaria à porta.
Segundo o que o Diário de Coimbra conseguiu apurar, na loja estariam ainda perto de duas dezenas de clientes, inclusive pessoas acompanhadas de crianças. A maioria estaria já na fila para pagar, tendo assistido a toda a cena. O medo e o pânico levaram mesmo uma das clientes a necessitar de observação médica, através do INEM que deslocou meios para o local.
A forma de actuação dos assaltantes terá sido, de acordo com as informações recolhidas pelo nosso jornal, em tudo idêntica à do último assalto, a 10 de Outubro. A repetição é, aliás, motivo de medo acrescido para clientes e até funcionários. Apesar dos indivíduos serem rápidos e usarem as armas como forma de ameaça, a situação é imprevisível.
«Como seria se alguém tivesse oferecido resistência, se algum cliente tivesse feito frente ao assaltante», questionava-se ontem na loja. Esta sexta-feira, e tal como na outra vez, a Polícia de Segurança Pública esteve no local, bem como a Polícia Judiciária (PJ), que recolheu provas e impressões digitais. Por envolver armas de fogo, o crime ficará sob a alçada da PJ.
O Minipreço está na Estrada de Eiras desde Março último. O facto da zona ser uma loja pouco “escondida” e longe da estrada, bem como a proximidade de alguns dos bairros problemáticos da cidade têm sido apontados por funcionários e clientes para explicar os assaltos.


FONTE

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Coimbra segura


Foi agitada a madrugada de ontem em Coimbra, com um PSP agredido no Planalto do Ingote.
Como já temos denunciado a criminalidade não só aumentou como alastra por todo o país. Também mais uma vez fica provado que as operações de cosmética que o governo utiliza para nos fazer crer que combate a criminalidade.
Sabemos que na generalidade o trabalho da policia tem sido muito grande e com muito êxito. No entanto é nos tribunais, é na justiça que se tem que procurar grande parte da solução para o problema. Deve dizer-se que a legislação parece querer beneficiar mais o criminoso que a vitima, no entanto muitos dos que são responsáveis pela interpretação da lei, fazem-no de forma que só incentiva a criminalidade.
Lembramos que o PNR Coimbra fez recentemente uma acção de protesto contra a criminalidade, a Zona do Bairro do Ingote foi a escolhida. Os nacionalistas estão atentos a este flagelo e vão começar uma série de reuniões com habitantes do bairro, com vista a recolher elementos que permitam colaborar para que este e outro local de país sejam rapidamente um lugar seguro.