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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

VIVE A CHAMA


Neste ano que termina recordemos todos os portugueses que deram a vida para que o nosso país fosse hoje livre e independente.
Recordemos também todos os heróis da causa nacionalista que já partiram e aqueles camaradas que estão na prisão pagando o facto de lutarem pelo seu país e pelo seu povo.
Façamos dos seus actos uma lição de vida e vamos viver ardentemente a chama.
É hora! Nas mais diversas causas populares ou nos grandes temas nacionais é preciso militar, é preciso ser um soldado político.

O regime apresenta característicos sinais de desagregação. A putrefacção apoderou-se de todas as suas estruturas. Mas não irá desaparecer de cena, por algum alçapão da história, por sua própria iniciativa. Se nada puser cobro a isto, continuará indefinidamente esta trágica palhaçada dos que entram e dos que saem sem que nunca alguém note a diferença. E os portugueses terão que continuar a esfolar-se para viver numa terra onde não arranjam casa nem emprego e onde a inflação lhes consome tudo o que conseguem ganhar, enquanto os seus políticos se divertem com várias eleições ao ano e com governos ao semestre, corno tem acontecido nestes últimos anos.

Não temos portanto o direito de esperar mais tempo. É a hora de nos empenharmos sem reservas no combate ao que tem vigorado. Para isso é preciso inflamar o país na chama de um nacionalismo renovado, que una as forças vivas da nação num projecto de regeneração que possa atrair o consenso de todos os que não possuem interesses na manutenção da actual situação. E quase todos preenchemos essa condição.
Será um nacionalismo activo e dinâmico, pleno de juventude e alegria, contagiando a nação inteira com o entusiasmo e a confiança de quem cumpre uma grande missão; um nacionalismo popular, atento às necessidades e aos problemas do povo, permanentemente solidário com os que clamam por justiça; um nacionalismo do nosso tempo, sintetizando em harmonia perfeita as verdades eternas da tradição com a forma e o rosto que a modernidade lhes exige; um nacionalismo forte e viril, transbordante de vigor e energia, espalhando pelo exemplo a esperança e a fé num Portugal melhor; enfim, um nacionalismo que seja a expressão orgânica do descontentamento nacional, capaz de acordar nos portugueses aquele espírito heróico que os conduziu nas grandes tarefas históricas. Nenhum esforço colectivo será fértil, nenhuma gesta vitoriosa, se não soubermos criar a atmosfera adequada, se não comungarmos todos numa temperatura espiritual elevada, que fortifica os ânimos e torna os homens inacessíveis ao desalento.

Os povos, como os homens, precisam de quem os estimule, de quem os esclareça, de quem os comande; o nacionalismo português tem que fornecer à nação aquela chama, aquele suplemento de alma, sem a qual ela não poderá superar a crise em que se encontra mergulhada, e que é sem dúvida a mais grave de toda a nossa história.

Essa missão imensa, essa tarefa hercúlea, compete aos nacionalistas portugueses cumpri-la; essa a nossa honra; esse o destino do nacionalismo português.

domingo, 8 de agosto de 2010

Encontro Nacionalista em Alcobaça


O encontro visa promover o convívio entre militantes e simpatizantes do PNR do Distrito de Leiria e delinear estratégias políticas para o Distrito.

Mais informações:
E-mail PNRLeiria@gmail.com
Telemóvel 961488375

O encontro terá lugar no próximo dia 15 pelas 15 horas junto ao Mosteiro de Alcobaça

quarta-feira, 16 de junho de 2010

RAZÕES DA MINHA CANDIDATURA !


Apresento a minha candidatura à Presidência da República num momento difícil da nossa vida colectiva.
Portugal é um velho país livre e independente, com fronteiras definidas desde o século XIII, que colaborou na obra civilizadora da Europa, mas que hoje se encontra dilacerado por interesses mesquinhos e egoístas.

Reflecti bastante sobre a oportunidade desta candidatura, tanto que fui sempre avesso ao próprio regime republicano. Porém, numa época em que a governação é exercida pelos piores inimigos históricos da nossa Pátria, os Portugueses têm o direito de eleger um candidato nacionalista, católico e verdadeiramente suprapartidário — um candidato que represente o Portugal de sempre contra os desertores, os economicistas, os videirinhos, e que entenda o corpo histórico, territorial e humano da Pátria como sagrado.
Numa época de mundialismo sem freio, é preciso sentir em português o que não é de sentir senão em português, e pensar em português o que só em português pode e deve ser pensado.

Sou nacionalista. Amo — sem conta, peso e medida — o espaço em que nasci. Acredito piamente que o apego ao talhão natal constitui, em si mesmo, um factor de progresso. O nacionalismo que advogo, porém, não se determina por propósitos passadistas ou retrógrados. Firma-se nos valores de sempre para construir um Portugal novo, recomeçando tudo em «segunda edição» revista e melhorada. O objectivo que hoje nos deve animar é este: responder à afundação da nacionalidade mediante uma segunda fundação da mesma — e libertar Portugal da pior ralé de governantes que lhe tocou em azar.
Sou católico. Respeito as outras crenças, mas não renego a minha, nem posso omitir as raízes cristãs de Portugal e da Europa.
Sou verdadeiramente suprapartidário como só um nacionalista o pode ser. Não estou nem nunca estive comprometido com os partidos do sistema, responsáveis todos eles pela situação caótica em que nos achamos. Como nacionalista, vejo mais alto que os partidos. Sinto a necessidade de agregar em vez de dividir, reunindo à minha volta compatriotas de todos os quadrantes políticos. Que se junte a mim quem vier por bem.

Os Portugueses têm o direito de eleger um Presidente que, em caso algum, promulgaria a lei do aborto. Os Portugueses têm o direito de eleger um Presidente que, em caso algum, promulgaria a lei dos casamentos homossexuais.

Os Portugueses têm, enfim, o direito de eleger um Presidente que não seja laico e ateu, e ainda menos um fingido que, depois de apaparicar o Papa durante quatro dias com falinhas mansas, anunciou logo a seguir a promulgação dos casamentos gay.
Por isso vemos, com meridiana clareza, que o único candidato apresentado como sendo de direita é, afinal, do centro-esquerda. Ora, quem quiser ser de direita tem de vestir-lhe a pele a tempo inteiro — e não apenas às vezes ou quando dá jeito.

Portugal precisa de um chefe de Estado que denuncie e se não deixe levar por qualquer das utopias que, da saúde à educação, foram experimentadas em mais de 30 anos de irresponsabilidade política. Rejeito a utopia e a possibilidade de construção teórica de sociedades perfeitas. Tais tentativas têm levado irreversivelmente a modelos repressivos e policiais, nos antípodas dos fins pretendidos.
Portugal necessita de um chefe de Estado que defenda a propriedade e a iniciativa privada, sem cair nos excessos socialistas e nacionalizantes tão em voga, mas também sem impor o programa liberal, desregulado e antinacional.

A hora exige um chefe de Estado que se preocupe com o problema terrível do desemprego, que aflige 700 mil Portugueses, vítimas dos desvarios, do despesismo, da corrupção, das políticas económicas erradas — e que não podem ser ajudados por aqueles que os condenaram à crise e à fome.

A hora impõe um Presidente preocupado com a defesa da Família e o gravíssimo problema da natalidade em Portugal.
Impõe também um Presidente que saiba enfrentar a questão da insegurança e criminalidade crescentes.

Portugal precisa de um Presidente que não se cale perante os actos sórdidos de pedofilia ou de corrupção.
Portugal necessita, enfim, de um chefe de Estado que não tenha medo de assumir-se como nacionalista, e que considere a Nação como um valor fundamental, denunciando a Europa de Bruxelas e as «transferências» de soberania nacional.
Durante décadas, sempre a gastar mais do que produzimos, fizeram-nos acreditar que seríamos defendidos e sustentados pelos ricos da União Europeia, sem nada em troca. A primeira factura já chegou — e outras virão.


É por isso imperioso que o chefe de Estado insista na necessidade de Portugal manter uma capacidade produtiva mínima, na agricultura, nas pescas, na indústria, para conseguir pelo menos produzir o que come.
Eis as razões por que me candidato. Não aspiro ao cargo como um um direito, mas pretendo exercê-lo como um dever. Em suma, proponho-me defender e representar Portugal e os Portugueses dentro de um espírito de permanência e, ao mesmo tempo, de vanguarda; em bases de constante fidelidade e também de contínuo desafio; segundo linhas de continuidade histórica e linhas de inovadora e incessante renovação.


Por Portugal — e mais nada!

José Pinto-Coelho
Lisboa, 10 de Junho de 2010

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Pandemia?


As autoridades portuguesas e espanholas estão à procura de uma possível base operacional da ETA em Coimbra e no Porto, e nos arredores das duas cidades. A informação, avançada pelos meios de comunicação espanhóis, dá conta de que elementos dos serviços de informação da Guardia Civil e da Polícia Nacional, juntamente com a Unidade Nacional de Contra Terrorismo da Polícia Judiciária e da GNR, procuram casas arrendadas com garagem, que reúnam condições para instalar um centro operacional do movimento separatista basco.
Nunca sei, estou sempre em duvida, se estas noticias não serão tipo pandemia, isto é feitas só para lançar o pânico ou para desviar atenções. Uma coisa é certa, suspeitas de actividades terroristas no nosso país são uma constante. ETAs AL QAEDAs e aviões terroristas americanos, já foram avistados cá por estas bandas, mesmo nas barbas do SIS que nada nota, ocupado que está em vigiar e prender os nacionalistas.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

IV CONVENÇÃO NACIONAL DO PNR

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

PNR em ROMA



O PNR esteve presente em Roma, no V Congresso da Fiamma Tricolore, onde se alicerçaram as bases para a constituição da “Aliança dos Movimentos Nacionais Europeus”, lançada no final do passado mês de Outubro, por iniciativa do partido nacionalista da Hungria, Jobbik.
O PNR tinha sido convidado para aderir a esta aliança no passado mês de Novembro, tendo sido formalizada a sua entrada agora, no dia 5 de Dezembro, em Roma.
Estiveram a representar o PNR, o seu Presidente, José Pinto Coelho, e o Vice-Presidente e responsável das relações externas, Pedro Frade.
Correu de modo muito agradável e cordial este encontro entre congéneres. Na 6ª feira a Fiamma ofereceu um excelente jantar aos membros das delegações estrangeiras que estiveram presentes, pois outros, por impossibilidade de estarem presentes, apenas enviaram uma missiva.
Assim, entre os partidos de Itália, França, Hungria, Bélgica, Ucrânia, Espanha e Portugal, gerou-se um agradável momento de convívio.
Na manhã seguinte, todos os representantes destes partidos da AMNE, proferiram umas breves palavras.
O Congresso da FT prosseguiu até altas horas da noite. Após o almoço, fomos “dispensados” de estar assistir o que nos permitiu umas voltinhas por Roma.
Na manhã de Domingo, o Pedro frade e eu ainda pudemos testemunhar uma parte dos trabalhos e uma série de intervenções por parte de alguns dos 360 delegados presentes.
Voltando ao tema da Aliança, esta verá a sua confirmação jurídica em Novembro de 2010, altura em que está previsto pelo Parlamento Europeu, a formalização oficial de associações de frentes de partidos.
Neste momento os partidos que integram a AMNE que, legalmente, só pode ser um de cada país, são os seguintes: FPO (Áustria), Front National (Bélgica), MSR (Esp), Front Nacional (França), Jobbik (Hungria), British National Party (Inglaterra), Fiamma Tricolore (Itália), PNR (Portugal), Nationaldemokraterna (Suécia), Svoboda (Ucrânia).
Outros mais se poderão vir a juntar.
Saudações Nacionalistas,
José PC

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Portalegre - Almoço Nacionalista


A organização deste almoço que já conta com vários camaradas de Portalegre, lembra que as inscrições para o terminam na segunda-feira dia 7 de Dezembro, pelo que devem confirmar a vossa participação com o máximo de urgência.

E-mail colombiapeixoto@hotmail.com
Telemóveis 917459245 - 969389258

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

1º de Dezembro 2009 | Discurso de José Pinto-Coelho



Portugueses,

Aqui reunidos, de novo, nesta Praça que homenageia os Heróis da Restauração da nossa independência, acabámos, como partido político que somos - com a deposição de uma coroa de flores junto ao Monumento aos Restauradores - de dar o nosso testemunho afirmativo de comunhão com todos os que, ao longo da nossa História, sempre se bateram até ao derramamento de sangue, pela nossa soberania.

Hoje, não podemos ter nenhuma dúvida: os partidos do sistema são todos cúmplices da perda gradual de soberania nacional. Começando com uma inócua e até vantajosa, Comunidade Económica Europeia, a CEE, enveredámos a passos largos para o suicídio da aventura federalista, ao serviço de interesses que não são seguramente os nossos.

Eis-nos hoje, paradoxalmente, a celebrar uma data gloriosa da nossa História, e, por outro lado, a condenar a entrada em vigor do famigerado Tratado que, desgraçadamente foi baptizado com o nome da nossa capital.

Ao contrário do que nos prometeram, impuseram aos portugueses, sem qualquer consulta referendária, este «Tratado de Lisboa». A classe política mentiu descaradamente!

O Tratado que eles nos impõem, e que hoje entra em vigor, vai ser um novo e poderoso instrumento de destruição dos nossos interesses, de subordinação de Portugal e de todos os países pequenos à «globalização económica e política». Esta, por sua vez, é realizada pelos centros de poder económico dos grandes países e também pelas maiores empresas multinacionais euro-americanas ao serviço de interesses inconfessáveis, responsáveis pela crise e desemprego que hoje se vivem.

O tratado que eles «comemoram» hoje, no Dia da Restauração da nossa Independência, representa o contrário dos interesses nacionais e também de uma verdadeira cooperação europeia. A Cooperação não pode ser dependência e submissão!

Este tratado é o caminho escancarado para a ocupação política de Portugal e para a exploração das nossas zonas económicas exclusivas.

Enquanto que para eles, tudo isto é “porreiro pá!”, nós não aceitamos nem reconhecemos este Tratado anti-nacional que consubstancia uma verdadeira traição de políticos vendidos!

Nós, portugueses, patriotas e nacionalistas, descendentes dos bravos de 1640, temos o dever e vamos lutar sempre contra a classe política corrupta e seu governo anti-nacional! Resistiremos sempre! Mais 60 anos, como então, se preciso for.

Esta classe política é uma parte substancial de um sistema que, não satisfeito em destruir a nossa independência política, está também ele apostado na destruição do nosso tecido social e dos valores basilares da sociedade portuguesa.
São exemplo disso, entre tantos outros, a corrupção instalada, agora com mais este escândalo do caso “Face Oculta”, que tresanda a participação das mais altas figuras dos centros de poder; também a promoção da homossexualidade, do chamado casamento entre pessoas do mesmo sexo e da adopção de crianças por parte destes, o que aliás faz parte de uma obediência a “orientações” da EU e uma sistemática copia do que os espanhóis fazem de mau, como, além disso resulta da cedência ao poderosíssimo “lóbi gay”. Todos os partidos com assento parlamentar, por muito que queiram assobiar para o lado, são responsáveis directos por esta situação. Todos eles, sem excepção, votaram em 2004 a alteração do artigo 13 da Constituição que agora abriu as portas às exigências gay; também o ataque torpe ao Colégio Militar, instituição de alto prestígio e inegável qualidade, que provavelmente suscita a inveja, pelo contraste, daqueles que têm vindo a promover um sistema educativo medíocre, desastroso e facilitista, é bem reveladora da sede deste sistema em minar o que de melhor a nossa soiciedade tem.

Assim, nós, patriotas e nacionalistas, sempre dispostos a lutar, e a denunciar os piores ataques a Portugal e aos portugueses - que são os que vêm de dentro! - sempre nos oporemos às «Directivas Europeias», em defesa dos interesses nacionais!
Resistiremos sempre ao domínio de Espanha e da «União Europeia»!
Lutaremos contra todas as políticas anti-nacionais!

Com o PNR, os portugueses sabem que não há compromissos de conveniência, nem palavras de meias tintas, mas sempre a luta: por Portugal, e mais nada!

Com o PNR, viva o Nacionalismo!
Viva Portugal!

1º de Dezembro


Como é habitual o PNR participou nas comemorações do dia 1º de Dezembro e pela primeira vez fez parte da comitiva oficial para desespero dos democratas do sistema.
Assim os nacionalistas o partido de Portugal e dos portugueses teve a oportunidade de colocar uma cora de flores no monumento aos Heróis da Restauração.
Depois a após a debandada dos hipócritas federastas, teve lugar um protesto contra a assinatura do Tratado que malfadadamente se vai chamara de Lisboa. Aos nacionalistas juntaram-se muitos populares que não deixaram de nos felicitar, por sermos os únicos a não ter medo de dizer a verdade e a colocarmos Portugal e os portugueses em primeiro lugar.
O número de nacionalistas que aderiram à iniciativa, a juventude que mais uma vez respondeu presente, doa-nos a certeza de estarmos no caminho certo e em franco e sustentado progresso.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Portalegre - Almoço Nacionalista

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Almoço Nacionalista em Portalegre


A locomotiva nacionalista não pára.
No próximo dia 8 de Dezembro vai realizar-se um almoço/convívio em Portalegre.

Os interessados podem inscrever-se em:
E-mail colombiapeixoto@hotmail.com
Telemóveis 917459245- 969389258

Participa e divulga o almoço

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Portugal precisa do PNR, mas o PNR precisa de si


Se está de acordo com as nossas ideias inscreva-se e ajude a construir o PNR.Descarregue a proposta de adesão, imprima, preencha devidamente, junte uma fotocópia do Bilhete de Identidade e envie por correio registado para a seguinte morada:
PNR - CE
Apartado 8076
1804-001 Lisboa
Depois de recebermos a proposta entraremos em contacto consigo, preferencialmente por correio electrónico. Em anexo à proposta está um formulário para pagamento de quotas que pode imprimir, preencher, e entregar directamente no seu Banco.
No entanto mesmo sem ser militante pode colaborar com estrutura local do PNR.
Se vive no distrito de Coimbra, junte-se aos nacionalistas
E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375
Todos os portugueses, patriotas e independentes, que cuidam do bem da Pátria, da continuidade da Família, da defesa das liberdades reais, têm de intervir, com disciplina, com lucidez e com coragem na vida pública, sacrificando os seus gostos e as suas repugnâncias circunstanciais, para cumprir o seu dever. Só assim sobreviveremos como Nação; só assim podemos continuar como homens livres.

sábado, 12 de setembro de 2009

PNR - Coimbra Acção de campanha


Decorreu esta mãnha na cidade de coimbra mais uma acção de campanha do Partido Nacional Renovador .
Deu-se inicio por volta das 11h30 em Santa Clara a concentração de militantes e simpatizantes do partido, que de seguida percorreram a baixa de Coimbra subindo até ao mercado destribuindo propaganda e ouvindo os comerciantes locais.É de observar a descrença que a população em geral têm sobre os partidos politicos não acreditando que alguém possa mudar o rumo da situção critica em que Portugal se vive, mesmo assim com algumas palavras animadoras por parte da população referentes ao esforço nacionalista o grupo juntou-se para mais um almoço de campanha.
Hoje ainda os nacionalistas deslocam-se a Pampilhosa da Serra, Penela, Condeixa-a-nova e Soure para mais acções de colagem e panfletagem.
Se quer participar nas acções de campanha contacte a nossa estrutura distrital através do E-mail: PNRCoimbra@gmail.com ou do telemóvel 961488375.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

14 de Agosto


A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385 entre tropas portuguesas, comandadas por D. João I de Portugal e o seu condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano de D. Juan I de Castela. A batalha deu-se no campo de São Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, entre as localidades de Leiria e Alcobaça, no centro de Portugal. O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos, o fim da crise de 1383-1385 e a consolidação de D. João I como rei de Portugal, o primeiro da dinastia de Avis.
Para comemorar este dia os nacionalistas de Coimbra resolveram no ano passado fazer um jantar comemorativo que o PNR em boa hora apadrinhou.
A partir desse dia um grupo de nacionalistas resolveu meter mãos à obra e iniciar um núcleo distrital.
Hoje passado um ano podemos dizer com segurança que o dever foi cumprido, sem falsas modéstias e cientes que muito ainda há que trabalhar. Pela primeira vez foi possível levar propaganda do PNR a todos os concelhos do Distrito e formar células em Coimbra, Cantanhede e Figueira da Foz.
Sabemos de antemão que o partido vai continuar a crescer nesta zona e estamos altamente motivados para a campanha das legislativas.
Em meu nome pessoal e em nome do PNR deixo uma palavra de apreço para todos os que têm colaborado nas acções de campanha, é com imenso orgulho que caminhei, caminho e caminharei ao vosso lado.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Trotskismo/Maoismo


Reproduzimos hoje um texto que nos chegou via e-mail. É mais uma achega na desmistificação do BE. Esta força política, atraiu nos últimos tempos muitos descontentes. Serviu de alternativa a quem normalmente vota PS. No entanto, a BE como todos os partidos do sistema não é alternativa. Os partidos do sistema fazem parte do problema e não podem ser solução para o problema. A única alternativa credível e fiável ao sistema, chama-se nacionalismo e em Portugal chama-se PNR.

Trotskismo/Maoismo

-Ontem à noite, de férias à beira-mar, fui assistir a uma sessão de campanha política dos saudosistas de Leon Trotski, Enver Hoxa, Mao Tsé Tung e outros democratas do género, malta que compõe o BE.
-O discurso deles, fez-me viajar no tempo, mais de trinta anos, quando adolescente ainda, ouvia discursos na 1.ª pessoa de alguns do figurões que depois cometeram toda a espécie de democratas acções que levaram à vergonhosa descolonização, reformas agrárias, nacionalizações, assaltos ao erário público e... apesar das muitas esmolas que recebemos, ao País mais atrasado da Europa, com um elevado índice de pobreza (como nos mostrava o último n.º de "O Diabo"), um grande fosso entre os democratas ricos e os pobres, um elevado índice de corrupção e de criminalidade de colarinho branco, bem como a uma enorme impunidade de quem usa e abusa (democraticamente, já se vê) do poder que tem, em proveito próprio, à custa dos bens da Nação.
-Contudo, face ao panorama observado, é caso para dizer que caso não ajamos já, a história irá repetir-se... e pior, por estes defensores de uma cultura de morte, e de estéreis relações.

-Estou convencido que grande parte da malta que compõe as fileiras deste partido, à semelhança do que se passa com outros de esquerda, tem uma enorme ignorância sobre as origens do partido e sua filosofia de estrelas, foices, martelos, campos de concentração, assassinatos de milhões de Seres Humanos.....
-Como dizia Fernando Pessoa, referindo-se ao assassinato do Grão-Mestre da Ordem dos Templários, Jaques de Mollay, o Homem é vítima de três grandes Carrascos:

FANATISMO, INTOLERÂNCA e IGNORÂNCIA!

-Infelizmente, a actualidade mostra-nos a crueza dessas palavras, razão pela qual o ensino de História (e de Filosofia) está tão maltratado na Instrução das novas Gerações...., além de outras matérias!

Nomeadamente porque os miguéis de vasconcelos pululam por aí..., e não interessa que haja sentimentos Nacionalistas (que o conhecimento da História fomenta), até ao dia em que alguém os atira de uma janela!

Atentamente.
M. Lima

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

CONTRA A CRISE todos à RUA!


Nestes tempos difíceis, que vivem todos os trabalhadores portugueses é tempo para organizar e “tomar as ruas” para lutar e reclamar aquilo que legitimamente nos pertence.
Ninguém vai ceder nem um milímetro, muito pelo contrário, nós não estamos a roubar, estamos apenas a evitar que reduzam nossos direitos económicos e sociais.

Apoia o PARTIDO NACIONAL RENOVADOR e suas iniciativas.

No deixes que te espezinhem.

terça-feira, 21 de julho de 2009

PNR – Apoiar – Participar - Militar



Portugal precisa do PNR, mas o PNR precisa de si!


Se lhe interessa a existência de um Partido Nacionalista em Portugal, lembre-se que este não vive sem fundos, e se Portugal precisa do PNR, o PNR também precisa de si!
Para apoiar o Partido pode fazê-lo através da conta:
MILLENNIUM BCP
NIB: 0033 0000 00278492433 05

Para que o PNR consiga concorrer a todos os Círculos Eleitorais nas Legislativas e a um elevado número de Câmaras nas Autárquicas, o seu apoio efectivo é absolutamente fundamental para que se preencham as listas.
Para tal basta proceder do seguinte modo:
1. Preencher os dados do candidato nos documentos «Eleição para a Assembleia da República – “Legislativas 2009”» e «Eleições Autárquicas de 2009» relativos às Legislativas e Autárquicas que se realizarão em 2009.
2. Levar ambas as folhas à Junta de Freguesia onde o candidato está recenseado, para que esta confirme que é eleitor recenseado, e levantá-las quando os serviços indicarem normalmente é na hora mas em alguns locais poderá demorar 2 ou 3 dias). Nota: Pode ser qualquer pessoa a entregar e levantar esses papéis.
3. Preencher ambas as folhas onde o eleitor declara disponibilizar-se para ser candidato - Eleição para a Assembleia da República – “Legislativas 2009” - DECLARAÇÃO» e Eleições Autárquicas – 2009 – DECLARAÇÃO» - relativos às Legislativas e Autárquicas de 2009 e assiná-los no fim. Nota: Não preencher a zona sombreada já que esta será posteriormente preenchida pelos responsáveis do Partido.
Enviar o conjunto dos documentos (de preferência com aviso de recepção) para:
PNR
Apartado2130
1103-001 Lisboa

Esperamos contar com a ajuda de todos para que o PNR consiga estar presente nos 22 círculos eleitorais das legislativas.
Se está de acordo com as nossas ideias inscreva-se como militante e ajude a construir o PNR.
Descarregue a proposta de adesão, imprima, preencha devidamente, junte uma fotocópia do Bilhete de Identidade e envie por correio registado para a seguinte morada:
PNR - CE
Apartado 8076
1804-001 Lisboa

domingo, 28 de junho de 2009

Front National


A lista conduzida por Marine Le Pen e Steeve Briois, alcançou quase 40% dos votos, na primeira volta das eleições municipais de Hénin-Beaumont .

No próximo Domingo, realiza-se a 2ª volta, e como de costume, espera-se uma ampla coligação «anti-FN» de modo a impedir que os nacionalistas ganhem a presidência daquela cidade francesa.

FONTE

segunda-feira, 20 de abril de 2009

5º Aniversario



O Fórum Nacional completa hoje cinco anos de vida. A todos os que nele colaboram e participam os nossos sinceros parabéns.