Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

É fartar vilanagem

As águas subterrâneas que foram o principal argumento para inflacionar em 27 milhões de euros o custo do hospital são classificadas como "embuste" por ex-fiscal da obra. O "Jornal de Notícias" escreve na sua edição de hoje que "a alegada existência de águas subterrâneas, que fez derrapar o custo do novo Hospital Pediátrico de Coimbra em muitos milhões de euros, foi uma "fraude", diz o ex-fiscal residente da obra. João Costa da Silva, que deixou aquelas funções depois de ser proibido de entrar na obra em 2008, põe em causa a argumentação que, em grande medida, permitiu ao consórcio construtor Somague/Bascol invocar custos imprevistos e cobrar cerca de 10 milhões de euros em contratos adicionais e alcançar uma indemnização de 16,7 milhões de euros em acção arbitral ganha à Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC). Ou seja, uma facturação de cerca de 27 milhões". Segundo o jornal, "a tese da existência de uma linha de água no subsolo do hospital, mas também de rocha que viria a justificar o uso imprevisto de explosivos nas escavações dos terrenos, é contestada no relatório de João Costa que, em 2011, levou a Inspecção Geral de Actividades em Saúde (IGASS) a abrir uma investigação. O documento revela que foram detectados defeitos no edifício por erros de construção e troca de materiais, que implicarão obras urgentes, de cinco milhões de euros, e obras profundas, que deverão levar a ARSC a reclamar uma indemnização de 20 milhões de euros ao empreiteiro. Razões pelas quais a Polícia Judiciária está a investigar o caso, por burla. A questão da água subterrânea também consta no relatório com sendo uma fraude e uma vistoria ao local feita pelo IGAS afirma que em 46 furos feitos no terreno não foi detectada água no subsolo". Uma obra tipo 25 de Abril, onde podemos encontrar desleixo e suspeitas de toda a ordem.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Encerramento dos postos médicos das freguesias de Corticeiro de Cima, Vilamar e S. Caetano


A notícia foi conhecida há cerca de um mês, deixando toda a gente incrédula. Falamos da suspensão da contratualização da USF “As Gandaras” com a ARS Centro, que ditou o encerramento dos postos médicos das freguesias de Corticeiro de Cima, Vilamar e S. Caetano, levando os executivos das respectivas juntas de freguesia a unirem-se para se fazerem ouvir junto das «entidades responsáveis».
Mais uma machadada no já débil SNS. O posto médico mais próximo fica em Febres só acessível a quem tem transporte próprio e para além de rebentar pelas costuras no que diz respeito a utentes situa-se num edifício sem condições para albergar tanta gente, a precisar de novas instalações e onde tudo falha a começar pelo sistema informático.
É esta a saúde do governo PSD/CDS em tudo igual à do PS que tanto criticavam

domingo, 2 de outubro de 2011

PSD e CDS já nos andam a tratar da saúde


PSD e CDS já nos andam a tratar da saúde
Alguns serviços do Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF) podem ter os seus dias contados. O conselho de administração do HDFF reuniu com directores e responsáveis, para anunciar possíveis cortes de serviços. “Os médicos foram informados das propostas, para se encerrar a unidade de oncologia e o bloco operatório.
O governo socialista já tinha dado a primeira machadada neste hospital ao encerrar o bloco de partos, agora social-democratas e centristas levam a o encerramento de mais dois serviços, provavelmente dento em breve será anunciada a morte do HDFF para dar lugar ao aparecimento de uma clínica privada gerida por uma sociedade onde investem capitais alguns boys destes três partidos que desgovernam Portugal e se governam muito bem.
O PNR repudia mais esta machadada na saúde dos figueirenses e estará ao lado do povo em mais esta luta contra os cortes cegos, contra as medidas economicistas deste governo, que só pensa em agradas aos vampiros do FMI e ao feitor alemão.
A saúde não é u negócio mas sim um direito.

Quando o British Hospital surge numa conversa, tendemos a perguntar: o de Campo ...de Ourique ou o das Torres de Benfica? O hospital pertence ao Grupo Português de Saúde desde o início dos anos 1980. O Grupo Português de Saúde pertence ao universo da Sociedade Lusa de Negócios, a tal que tinha um banco dentro. Exactamente: o BPN. O banco serviu para financiar a compra do British. Um fiasco. Entre 1999 e 2009, o British recuou de uma média anual de 12 mil consultas para cerca de 1800. Entre 2004 e 2007, o presidente do Grupo Português de Saúde foi o economista José António Mendes Ribeiro, o qual, quando saiu do grupo, deixou um passivo de perto de cem milhões de euros.

Pois foi precisamente José António Mendes Ribeiro que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, foi buscar para coordenar o grupo de trabalho que vai propor os cortes a aplicar no Serviço Nacional de Saúde.

Isto, que podia ser uma charla dos Malucos do Riso, é o ponto em que estamos.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Encontro Nacionalista em Coimbra | Objectivos locais em marcha



No encontro Nacionalista de Coimbra, que hoje teve lugar, para apoiantes da região, o dirigente dessa Distrital, Vítor Ramalho, em entrevista à Lusa, voltou a defender a reabertura do ramal ferroviário da Pampilhosa, cujo encerramento, há quase 3 anos, afecta as populações entre a Figueira da Foz e a Mealhada.

Estabeleceu, com os militantes do distrito, objectivos concretos que visam a sensibilização e mobilização das populações locais em favor desta causa, através da distribuição de folhetos e colagem de cartazes entre os dias 15 e 23 de Setembro, data, esta última, em que terá lugar em Mira, um debate público sobre o tema, no qual o PNR pretende estar presente.

Também se insurgiu contra a intenção recentemente anunciada de se encerrar o serviço de urgência do Hospital dos Covões, em Coimbra. Referiu à Lusa que o PNR estará presente na luta contra este encerramento que, na linha do que já sucedeu com o encerramento das urgências em Cantanhede e Anadia, apenas fica demonstrado que se continuam a realizar cortes cegos onde não se deve e cujas consequências são graves para o bem-estar das populações e para a própria vitalidade local.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Queremos as nossas urgências



A Liga dos Amigos do Hospital dos Covões (LAHC), presidida por Armando Gonçalves, enviou há cerca de um mês uma carta ao novo ministro da Saúde dando a conhecer as suas preocupações com a criação do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), que funde dois hospitais centrais e duas urgências polivalentes. Assim, fez chegar a Paulo Macedo as conclusões de uma reunião realizada em Março e em que participaram responsáveis dos diversos departamentos médicos do Centro Hospitalar de Coimbra. Esta semana, as preocupações voltam a surgir, com o anúncio de encerramento de urgências.
O ministro da Saúde disse na sexta-feira que pretende ter concluída, até ao final do ano, a avaliação de todos os serviços hospitalares do país, que determinará onde existe excesso de oferta e as unidades que deverão encerrar. Este levantamento da oferta não se cingirá apenas aos serviços públicos, mas será alargado a todos as unidades hospitalares, incluindo privados e sociais.
Seria mais uma profunda loucura daqueles que nos desgovernam encerrar estas urgências. Mas como os nossos governantes ou são manifestamente incapazes ou manifestamente capazes de tudo, é preciso estar atento a todos os desvarios que estes lacaios da Troika possam pensar praticar.

domingo, 17 de julho de 2011

Novos enfermeiros “de olho” no mercado de trabalho europeu


Portugal tem 5,7 enfermeiros por mil habitantes, uma média bem abaixo dos principais países para onde têm emigrado muitos dos recém-licenciados
Carlos Quitério e Ana Delgado estão entre os cerca de 300 novos enfermeiros saídos da escola superior de Coimbra, que ontem receberam os respectivos diplomas e prestaram juramento, no Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia. Chegam ao fim de quatro anos de estudos, com a consciência de que entrar no mercado de trabalho em Portugal vai ser «complicado», mas prometem tentar, antes de passarem ao plano B, ou seja, o estrangeiro.
Aida Mendes, vice-presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC), admite que «os tempos actuais são caracterizados por grande incerteza e muitas dificuldades», no entanto, lembrou que Portugal, com 5,7 enfermeiros por mil habitantes, está longe de atingir «um número proporcional de enfermeiros correspondentes à média da OCDE, o que indica a possibilidade da existência de necessidade de cuidados não completamente satisfeita».
Uma nova vaga de emigração está em curso, desta feita são os licenciados, os que se formaram em Portugal com o dinheiro dos nossos impostos que rumam a outros países. A Ordem é rica os frades é que são pobres. Enquanto se esbanja dinheiro na formação de licenciados o povo clama por mais enfermeiros.
Batemos no fundo como se prova pela noticia.
Reabram os serviços hospitalares que encerraram, coloquem os enfermeiros que faltam em todos, poupem nos ordenados principescos que pagam aos administradores, nas viaturas de luxo que compram, combatam o despesismo. U povo merece melhor saúde e os licenciados emprego no seu país.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Extensão de saúde de Borda do Campo está fechada


A médica que assegura o serviço na extensão de saúde de Borda do Campo, Figueira da Foz, encontra-se de baixa e a unidade está fechada, há mais de um mês.
O Sistema Nacional de Saúde está a cair de podre. Como não souberam planear a formação de médicos, como não sabem gerir o quando de médicos públicos, aqueles que nos desgovernam, não sabem nem querem resolver os problemas das populações. Eles vivem rodeados de boas instalações de saúde privadas, não sentem portanto os”benefícios” de um sistema que não responde nem às necessidades mais básicas.

O Estado, ao invés de defender a Nação, vem-se tornando progressivamente no seu principal inimigo, desprezando as suas reais necessidades. Este monstro, que engordou mais do dobro numa geração, vem apesar disso transformando-se numa trituradora de impostos, cada vez mais coerciva e totalitária, que exige cada vez mais e oferece cada vez menos.
A maioria dos portugueses, apesar de revoltada com a actual situação, limita-se a protestar em surdina e abstém-se de participar na vida política. Os resultados estão à vista: deixados à sorte por uma classe política corrupta e inepta, os portugueses vivem, há quase quatro décadas em permanente e anunciada crise, que além de económica é também, ou sobretudo, de valores.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

“As Gândras” à beira da ruptura e do encerramento


São aproximadamente 7.500 os utentes que a Unidade de Saúde Familiar (USF) “As Gândras”, de Febres, serve em condições que são provisórias há mais de três anos, ou seja, desde que a USF recebeu “luz verde” para iniciar funções. “Fomos aprovados enquanto USF há mais de três anos, com promessas de obras a serem efectuadas por parte da Administração Regional de Saúde do Centro, obras essas determinantes para o bom funcionamento da Unidade, como ultimamente se tem revelado pelas infiltrações de água sistemáticas”, assegurou ao AuriNegra Carlos Chieira, coordenador da USF. “Obras de remodelação e ampliação do espaço físico da sede de Febres que, ainda hoje, se encontram sem data prevista de início”.

Uma auditoria recente à Unidade de Saúde Familiar “As Gândras” recomendou o encerramento dos três “pólos, por entender que serviços de proximidade, como o que é prestado pela USF, são sinónimo de ‘dispersão’ e de ‘falta de qualidade.

A falta de qualidade deve ser imputada a quem nunca fez e obras e criou condições para o bom funcionamento da unidade de saúde.
A saúde é um direito e não um negócio, mas com estudos encomendados, que baseados somente em factores economicistas e dados quantitativos este governo muitas vezes coma complacência de muitos autarcas vai acabando com os serviços de proximidade, concentra as unidades de saúde nos grandes centros urbanos, retira qualidade de vida às zonas periféricas e promove a sua desertificação, não levando em conta dificuldades de transporte e deslocações dos mais idosos, dos doentes, das crianças e dos mais necessitados.
Um sistema que propagandeia a justiça social com uma mão, mas que depois com a outra a desrespeita e não a efectiva, é um sistema inimigo do seu povo.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Uma prenda envenenada



A área de influência do HDFF (que serve mais de 130 mil habitantes), abrange todo o concelho da Figueira da Foz, os concelhos de Montemor-o-Velho, Soure e parcialmente Cantanhede, Mira e Pombal, com as Urgências a registarem mais de 75 mil utentes, sendo a média diária de 379, enquanto as segundas-feiras são o dia de maior movimento, com 437 utentes, e as sextas-feiras o de menor movimento com 252 utentes.
A administração deste hospital deu ontem a conhecer as novas instalações do Serviço de Consultas Externas e Urgências que vão abrir na próxima semana, respectivamente, a 8 e 9 de Novembro.
Congratulamo-nos com este facto uma vez que permitirá melhorar a qualidade da saúde, ficamos no entanto desiludidos, pois tudo levava a crer que seria anunciada a reabertura do Bloco de Partos. Reconhecemos o valor das obras mas enquanto nascerem crianças na estrada que liga a Figueira da Foz a Coimbra mostraremos a nossa indignação, porque paralelamente a estas obras impunha-se o anúncio da reabertura do bloco de partos. Os cuidados de saúde melhoraram na Figueira da Foz, mas continuam e continuarão a ser deficitários enquanto o governo e o sistema por motivos meramente economicistas, mantiver um serviço tão necessário fechado. Um dia e infelizmente os bombeiros vão ser confrontados com um parto difícil nalguma curva da estrada, esperemos que na altura não sejam eles e mis uma vez os bodes expiatórios.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Nascer na estrada



Foi às 19h38, ao quilómetro 32 da A14, entre Cantanhede e Coimbra. O terceiro filho de uma senhora, residente em Lares, na Figueira da Foz, não deu tempo que a ambulância fizesse o caminho que a separava da Maternidade Daniel de Matos, em Coimbra. Com pressa em nascer, a menina, terceira filha da mulher, de 46 anos, obrigou os bombeiros a pararem a viatura e a assumirem o papel de obstetras e parteiros, ontem ao final da tarde. Uma tarefa assumida por Carlos Sotero e António Paiva, dois «bombeiros com mais de 20 anos de experiência», de acordo com o comandante dos Voluntários da Figueira da Foz, que também não foi a primeira vez que se viram na contingência de efectuar um parto. Depois do nascimento, e com a mãe e a criança «devidamente estabilizadas», os dois bombeiros retomaram caminho, em direcção à Maternidade Daniel de Matos. «Mãe e bebé estavam bem», garantiu ainda João Moreira.
De acordo com o comandante, este foi o segundo parto verificado em Outubro, uma vez que o mês começou com mais um nascimento a bordo, logo no dia 1. Contas feitas, de acordo com João Moreira, desde o encerramento da Maternidade da Figueira da Foz, em Novembro de 2006, «este é o 17.º nascimento na A14», entre Figueira e Coimbra, a bordo de uma ambulância dos bombeiros. Com formação em socorrismo, este é um desafio que até ao momento não tem “assustado” os bombeiros, que têm respondido prontamente a todas as solicitações. Todavia, João Moreira não deixa de lembrar que «há casos complicados e, muitas vezes, mesmo nas maternidades, com obstetras ao serviço, as coisas não correm bem». «Felizmente», sublinha, até agora, isso ainda não se verificou, pois «todas as situações têm corrido bem», remata o comandante dos Voluntários da Figueira da Foz.
Concordamos com o Comandante dos Bombeiros este governo e este sistema andam a brincar com a ávida de parturientes e dos recém-nascidos.
O Bloco de Partos do Hospital da Figueira da Foz já devia te sido reaberto. Infelizmente este governo quer poupar sem se preocupar com a nossa vida e a nossa saúde, a oposição tão incapaz quanto governo, só esteve contra o encerramento enquanto este foi mediatizado.

FONTE

sábado, 9 de outubro de 2010

A Saúde é um direito não é um negócio


O Movimento de Utentes do Centro de Saúde de Tábua, que saiu à rua e ergueu, em frente ao Centro de Saúde, o Monumento à Hipocrisia.
Apoiamos a luta do povo de Tábua no seu protesto. As razões invocadas para a manutenção do serviço SAP aberto 24 horas, são mais que justas. No entanto este governo por razões meramente economicistas faz tábua rasa de todos os argumentos.

sábado, 2 de outubro de 2010

Reabertura imediata do Bloco de Partos do Hospital da Figueira da Foz



Dois bombeiros voluntários da Figueira da Foz participaram, ontem de manhã, no parto de uma bebé quando conduziam uma grávida com cerca de 30 anos para a Maternidade Bissaya Barreto.
Hugo Neves e Verónica Marques haviam sido chamados a Buarcos para um serviço de emergência. Quando já se encontravam em Coimbra, tiveram de parar e assegurar os trabalhos de parto. Entretanto, foi chamada ao local uma equipa médica, que concluiu o parto. A mãe e a filha estão bem de saúde.
Recorde-se que desde que a Maternidade do Hospital Distrital da Figueira encerrou, em 2005, nasceram oito crianças figueirenses em ambulâncias, a caminho de Coimbra. A maioria nasceu na auto-estrada Em 2005, nasceram duas; em 2007, três; em 2008, duas; em 2010, uma.
Com o fecho do Bloco de Partos o governo prometeu melhores condições. Elas estão à vista Felizmente até agora não houveram problemas de saúde.
Lembramos também que os partidos da oposição, agora com maioria parlamentar esqueceram completamente que estavam contra o encerramento desta unidade.
Os políticos do sistema esquecem rapidamente, mas os nacionalistas não. Ninguém cala a nossa voz. Não vamos deixar cair no esquecimento a justa luta do povo da Figueira da Foz.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Desculpas esfarrapadas



Desta vez, os trabalhos de preparação do Orçamento de Estado para 2011 serviram de desculpa para o governo mais uma vez não se fazer representar na Assembleia Geraldo Metro Mondego.
É desta forma que o PS e o seu governo tratam Coimbra, Miranda do Corvo, Lousã e o Distrito. Estamos a pagar caro o facto de um dia nos termos oposto à co-incineração, amenina querida do Sr. Pinto de Sousa.
É bem patente o desinvestimento Distrito e os encerramentos cirúrgicos. Desde pequenas unidades de saúde ao encerramento selvagem das urgências no Hospital de Cantanhede ou do Bloco de Partos do Hospital da Figueira da foz que para além de diminuírem a qualidade dos cuidados de saúde em muitos pontos do Distrito causam o caos no hospitais de Coimbra. Falemos também na linha de Comboio que liga a Pampilhosa à Figueira encerrada para remodelações já amais de dois anos e onde nem um estudo ainda foi feito.
Para Coimbra o governo envia poluição e pretendia com o apoio da Câmara (PSD) de Coimbra cortar a Mata do Choupal a meio provavelmente para dar inicio à destruição da mata tão cobiçada pelos especuladores imobiliários.
Lembramos também a atitude hipócrita da Oposição com assento parlamentar no que toca aos particulares que elencamos, se nalguma altura se manifestou foi por puro interesse partidário, por folclore mediático na caça ao voto, uma vez que ainda não agendou discussões ou fez alguma proposta no sentido de inverter alguma destas perniciosas situações.
Os nacionalistas porque fizeram sua a causa do povo vão criar mecanismos no sentido de que alguns destes assuntos pendentes e altamente prejudiciais para o Distrito sejam pelo menos discutidos na AR.
A breve trecho daremos conta da estratégia para relançar a discussão e provavelmente obrigarmos a que algumas medidas sejam tomadas.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Duas ministras para aula sobre Serviço Nacional de Saúde



Ana Jorge, ministra da Saúde, é médica pediatra e trabalhou durante anos na área da saúde escolar. Isabel Alçada é professora de Português e História, autora dos famosos livros “Uma aventura”. Ontem, no papel de governantes, deram uma aula na EB 2,3 de Taveiro Coimbra sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS), que completava precisamente 31 anos de existência.
Foram certamente ensinar como se encerram serviços de saúde públicos para que aos amigos dos privados tenham a vida facilitada, como se aumentam taxas moderadoras, listas de espera, mas sobretudo como se pode dar um tacho a alguns boys.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Utentes temem “destruição” de Unidade de Tumores Ósseos


Doentes sublinham que a resposta dos HUC é única no país e estão contra a diminuição do número de camas
A administração dos Hospitais da Universidade de Coimbra decidiu, no âmbito da reorganização de espaços em curso, transferir a Unidade de Tumores Ósseos do serviço de Ortopedia dos antigos pavilhões de Celas para o bloco central do hospital. Sabendo do projecto e da diminuição de camas que lhe está associada, os doentes protestaram, lembrando que aquela é a resposta de última linha para doentes oncológicos de todo o país e que as mais de 30 camas que tinha até agora estavam frequentemente lotadas. Na terça-feira, uma doente queixou-se mesmo à Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) e fez chegar as suas preocupações aos grupos parlamentares.
«Há pessoas que já estão a ser encaminhadas para unidades distritais, quando a Unidade de Tumores Ósseos dos HUC é que tem os profissionais, o conhecimento e a experiência para os tratar», diz a utente Maria Helena Dias, autora da mensagem de apelo à LPCC. «Assisti à dor de uma mãe que foi avisada que o seu filho possivelmente iria ser reencaminhado para a Guarda, de onde viera», acrescenta.
«Sendo uma referência na comunidade médica é impossível pensar, seja a que título for, num encerramento desta unidade», escreve a doente, a quem foi diagnosticado um tumor ósseo no início de 2008 e que chegou estar a internada mais de 170 dias na unidade dos HUC. Para Maria Helena Dias, esta «não é uma mera transferência, mas a destruição de uma unidade exemplar» do ponto de vista técnico e humano e o prenúncio do «seu encerramento».
De acordo com a utente, pela Unidade de Tumores Ósseos têm passado doentes de todo o país, do norte a sul e das ilhas. No bloco central dos HUC, a unidade manterá a equipa e os recursos – com a vantagem de estar mais perto de outros meios de diagnóstico e terapêutica do hospital – mas terá, como já confirmou o Conselho de Administração, apenas 18 camas.

Preocupações da LPCC
O presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro, Carlos Oliveira, tomou há cerca de três semanas uma posição oficial sobre este assunto. O responsável nacional diz ter enviado um ofício à ministra da Saúde logo após a publicação das primeiras notícias do encerramento da unidade (dia 30 de Julho, no Diário de Coimbra). «Tomei uma posição não como médico oncologista ou ex-funcionário do hospital, mas como presidente da Liga que tem como objectivo pugnar para que os doentes tenham o tratamento correcto desde o diagnóstico à reabilitação», declarou.
No entender do responsável, a preocupação dos doentes é legítima. «É uma unidade única e de grande prestígio, com uma capacidade de internamento reduzida deixará de ser uma referência nacional», refere, explicando que doentes de outras regiões do país poderão deixar de ter ali espaço para serem acolhidos.
Carlos Oliveira refere que esta foi «a primeira unidade a ser criada». «Tem uma equipa multidisciplinar, onde trabalham médicos de diversas áreas, acumulou saber, experiência e prestígio que fazem com que colegas de todo o país enviem para ali os seus doentes».

Tumores raros
Referindo que «existem tumores ósseos primitivos [primitivos porque existem outros cancros com metástases nos ossos] raros, com 100 a 150 casos registados por ano no país», o médico sublinha a importância da concentração de recursos especializados. «A diminuição da capacidade de internamento - importante para doentes que não possam ser tratados em hospital de dia - vai pôr em causa a qualidade do tratamento das pessoas que não possam ser tratadas na Unidade de Tumores Ósseos». Encaminhadas para outros hospitais, «de uma forma geral, não serão tão bem tratados», admite.
Recorde-se que, até ao final de Setembro, a Unidade de Tumores Ósseos deverá estar a funcionar no 9.0 piso do edifício principal dos HUC, ocupando uma ala desocupada pela Ginecologia. Fernando Regateiro sublinha que as instalações físicas não eram as melhores no pavilhão de Celas e lembra que todas as áreas de Ortopedia serão progressivamente transferidas para o bloco central.

“Os doentes que precisem
serão sempre atendidos”
O presidente do Conselho de Administração dos HUC nega que estejam a ser recusados doentes na Unidade de Tumores Ósseos, onde, aliás, tudo está a funcionar como antes. «A mudança de instalações só deve acontecer em meados de Setembro e não vai afectar a capacidade assistencial. A nossa única motivação é a qualidade, com melhores condições hoteleiras para os doentes e com a maior proximidade de meios complementares de diagnóstico e terapêuticas que existem no edifício central», reiterou ontem ao Diário de Coimbra.
O responsável considera que o número de camas previstas, somado à capacidade dos hospitais de dia, será suficiente para responder aos doentes que procuram os HUC para tratar tumores ósseos e que não tenham respostas de qualidade idêntica em hospitais de proximidade. «Todos os doentes que precisem dos HUC serão aqui tratados. Mas quando há benefício para o doente em ser tratado noutro local, mais perto da sua residência, explicamos isso mesmo, seja um caso de tumores ósseos seja de outra patologia qualquer», salvaguarda.
Fernando Regateiro repara que a unidade se tem diferenciado nalguns tipos de tumores, como o osteosarcoma, e adianta que será solicitado à tutela a concentração da resposta nacional nos HUC. «Deviam ser aqui concentrados os casos de osteosarcoma para que todos pudessem beneficiar da nossa experiência e conhecimento», admite. Já noutros tipos de tumores ou em fases menos graves da doença, o atendimento pode ser feito por equipas de outros hospitais. «É uma questão de boas práticas em saúde e de responsabilidade», defende.

Sabendo que quem dirige os HUC, quando foi Director Distrital de Saúde fechou várias unidades ou limitou os seus horários unicamente por razões economicistas não tendo em conta os reais interesses das populações, não nos admira que só para poupar uns cobres e continuar nas boas graças do governo cometa um acto tão lesa saúde. Afinal esta gente para além de ser incapaz é manifestamente capaz de tudo.

FONTE

terça-feira, 3 de agosto de 2010

TÁBUA – POPULAÇÃO MANIFESTA-SE CONTRA FECHO NOCTURNO DO SAP


A decisão de proceder ao encerramento do SAP durante a noite em Tábua foi tomada pela Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) na semana passada, no âmbito da reforma dos Cuidados de Saúde Primários. Um desfecho que, se “arrastou” durante os últimos anos, uma vez que o encerramento nocturno foi há muito apontado e entra hoje em vigor.
A população saiu à rua para protestar contra esta decisão economicista. Se é Portugal a saúde esta cada vez mais doente, nalguns pontos do nosso país está em coma.
O Distrito de Coimbra tem sido palco de um constante fecho total ou parcial de serviços da saúde, o que acarreta prejuízos para as populações e transforma num autêntico pandemónio as urgências e serviços que ainda vão estando abertos.
Nos dias de hoje Coimbra é praticamente a única resposta para os casos graves e os menos graves e até uma simples dor de cabeça. As urgências são um caos com longas horas de espera, um autêntico pandemónio a que o sistema chama melhoria na saúde.
A população de tábua merece todo o nosso apoio, pois a saúde é um direito e não um negócio.

TÁBUA – POPULAÇÃO MANIFESTA-SE CONTRA FECHO NOCTURNO DO SAP


A decisão de proceder ao encerramento do SAP durante a noite em Tábua foi tomada pela Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) na semana passada, no âmbito da reforma dos Cuidados de Saúde Primários. Um desfecho que, se “arrastou” durante os últimos anos, uma vez que o encerramento nocturno foi há muito apontado e entra hoje em vigor.
A população saiu à rua para protestar contra esta decisão economicista. Se é Portugal a saúde esta cada vez mais doente, nalguns pontos do nosso país está em coma.
O Distrito de Coimbra tem sido palco de um constante fecho total ou parcial de serviços da saúde, o que acarreta prejuízos para as populações e transforma num autêntico pandemónio as urgências e serviços que ainda vão estando abertos.
Nos dias de hoje Coimbra é praticamente a única resposta para os casos graves e os menos graves e até uma simples dor de cabeça. As urgências são um caos com longas horas de espera, um autêntico pandemónio a que o sistema chama melhoria na saúde.
A população de tábua merece todo o nosso apoio, pois a saúde é um direito e não um negócio.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

PNR contra o encerramento de urgências

A decisão do Ministério da Saúde, de encerrar as urgências pediátricas no turno da noite nas unidades hospitalares de Setúbal e Barreiro, embora adiada por enquanto, não deixa de emitir mais um sinal preocupante que mantém a lógica de se encerrar os serviços segundo critérios numéricos, que são arbitrários por natureza.

Tratando-se, neste caso, da margem sul, talvez esteja ainda sob o efeito da afirmação do ex-Ministro Mário Lino, de que "ali é um deserto"…

Seja como for, o argumento de que a procura é escassa, revela-se assustador por mais uma vez se submeter a critérios economicistas, de rentabilidade e total insensibilidade para com o drama humano das famílias que sentem a aflição de uma criança que necessite de serviços de saúde urgentes. E é intolerável o argumento adicional de que a cerca de 40 quilómetros há outras unidades disponíveis.

Também o argumento da falta de médicos, não pode justificar o encerramento de unidades cuja procura afinal é “escassa”… As soluções devem passar sempre pela resolução dos problemas e nunca por varrer o problema para baixo do tapete.

Quando o ser humano deixa de ter qualquer valor transcendente e passa a ser encarado como número ou estatística, então todas as atrocidades e irresponsabilidades se tornam possíveis….

Toda e qualquer decisão política que vise encerrar serviços, fundamentada na lógica da rentabilidade ou de critérios numéricos, é por si atentatória contra a dignidade humana.

Se é verdade que a decisão do Ministério, neste caso, foi travada e adiada em virtude da mobilização das populações afectadas, actuação esta com a qual o PNR se solidariza e aplaude, não deixa de ser também verdade que a ameaça destas políticas de razia e encerramentos paira sempre no ar e merecem a vigilância atenta dos portugueses.

O PNR repudia tais políticas de encerramentos, pois defende a Vida e a sua qualidade acima de tudo, rejeitando as “soluções” fáceis e insensíveis. (PNR)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A saúde é um direito não é um negócio


O governo prepara-se para dar mais algumas machadadas no já moribundo Serviço Nacional de Saúde.
Por enquanto ainda só vai mandando recados, ora através de Ministra e Secretários de Estado ora recorrendo a alguns boys de má memória.
Com efeito vão-mos falando de custos de falência do sistema, não nos dizem que o maior problema que o SNS enfrenta é a promiscuidade público privado, que determina que profissionais de saúde, trabalhando simultaneamente no público e no privado a fazer o mesmo, concorram entre si, levando à subutilização dos recursos pagos com dinheiros públicos ( são milhares de profissionais de saúde que não cumprem horários, são equipamentos extremamente caros que não utilizados ou que são subutilizados por falta de profissionais qualificados, são profissionais de saúde que encaminham os seus doentes para os seus consultórios ou para as empresas para quem trabalham também, ou então que fazem o inverso encaminhando os seus doentes privados para os hospitais onde também trabalham e passando à frente de todos os que estão inscritos, etc., etc.). Chegou –se ao ponto da própria lei permitir o exercício da clínica privada nos próprios hospitais públicos: efectivamente o artº 32, do Decreto-Lei 73/90 estabelece o seguinte:- “Exercício de actividade privada no hospital….(1) Os chefes de serviço e os directores de departamento e de serviço em regime de dedicação exclusiva poderão ser autorizados a atender doentes privados em instalações do respectivo estabelecimento e fora do horário de serviço; (2) A mesma possibilidade é concedida, independentemente da categoria, a médicos de dedicação exclusiva que integrem centros de responsabilidade”.. É a legalização da promiscuidade que domina actualmente o Serviço Nacional de Saúde e que determina em grande parte a má e deficiente utilização dos seus recursos com consequências extremamente para população, de que são exemplos comprovativos as listas de espera,, as dificuldades em marcar uma consulta, falta de médicos de família, etc..
Para já não falarmos dos aumentos escandalosos atribuídos aos administradores dos 34 hospitais que foram empresarializados, que passaram a ganhar mensalmente “entre 6415 e os 5021 euros (entre 1290 contos e 1042 contos), acrescidos ainda de 30% para despesas de representação, ou seja, ganharão duas ou três vezes o que ganham os actuais gestores públicos.
Concluindo os cortes devem ser efectuados na gestão e nunca recorrendo ao aumento das taxas moderadoras nem ao fecho nefasto de mais unidades de saúde. Com efeito o encerramento indiscriminado de urgências, maternidades e outros serviços, só veio aumentar o número de horas de espera, prejudicou a qualidade do atendimento, aumentou o absentismo no trabalho e fez crescer os gastos com ambulâncias, combustíveis etc.
Estaremos atentos a estas politicas economicistas que parecem encontrar admiradores noutros partidos do sistema e que a breve trecho pretendem privatizar a saúde, isto é fechar hospitais públicos para abrir privados, fechar maternidades para abrir clínicas de aborto, encerrar urgências para comprar mais ambulâncias.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Paralamentar



O novo Hospital Pediátrico de Coimbra ainda não tem data para a inauguração, mas já foi visitado pelos deputados da Comissão Parlamentar de Saúde, que o consideram “demasiadamente grande”.
Para esta gente devidamente dimensionado, só os TGVs os Aeroportos, Os Job,s, as negociatas e as avenças.