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terça-feira, 13 de maio de 2014

A luta pelo Ramal/Metro continua

Conclusões da Reunião de sexta 9 de Maio, pelas 21 30 no Centro social Comunitário de Miranda Mobilizar os três Presidentes de Câmara de Coimbra, Lousã e Miranda, e se possível também Poiares e Góis, para no sábado véspera das eleições se fazer em Coimbra, na Portagem, uma acção com participação de toda a classe politica da região, incluindo autarcas das oposições a estes Presidentes (todos do PS) e comissões politicas de todos os partidos. O PNR vai marcar presença.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Queremos o nosso Metro

Cerca de 500 manifestantes receberam este domingo Passos Coelho em Coimbra, onde o presidente do PSD se encontra com militantes para apresentar a sua recandidatura. O primeiro-ministro ignorou o protesto do movimento cívico que exige a conclusão das obras do Metro do Mondego. Os manifestantes gritavam palavras de ordem como «queremos o metro» e exibiam cartazes em que se lia «senhor primeiro-ministro, honre o que prometeu na campanha eleitoral» ou «senhor ministro, mostre que é um homem de palavra, termine a obra». Mais uma causa que apoiamos e onde marcamos presença.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

MANIFESTAÇÃO

Domingo às 18.30,na Casa da Cultura de Coimbra/IPJ
Passos Coelho vira a Coimbra no âmbito da sua candidatura a líder do PSD. Uma forte delegação popular estará no local para lembrar o Primeiro Ministro da sua promessa de dar continuidade as obras do Ramal/Metro Mondego e nomeadamente para a ligação Serpins Coimbra/Estação Velha , sobre carris. É fundamental exigir á classe politica que honre as suas promessas e candidate o Metro Mondego a financiamento da U. Europeia. A concentração é convocada pelo Movimento Cívico Lousã Miranda e merece o nosso total apoio.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

domingo, 22 de dezembro de 2013

RAMAL DA LOUSÃ

Quinta feira, 26, as 11h.30m, Café Santa Cruz em Coimbra .Conferencia de imprensa pelo Movimento Cívico de Lousã e Miranda
A concretização do projecto Ramal da Lousã/Metro Mondego depende de ser financeiramente apoiado pela União Europeia no próximo QREN. Portugal não tem dinheiro para concretizar o investimento sem ajuda europeia. Uma primeira decisão sobre os projectos que Portugal vai candidatar será tomada em inicio de Janeiro de 2014. Se o Ramal da Lousã/Metro Mondego não for incluído no pelotão da frente das candidaturas será um desastre para a região. Não permitimos que por inépcia dos principais protagonistas o Ramal da Lousã/Metro Mondego fique esquecido ou marginalizado do apoio da Europa. Convidamos todos os interessados em participar nesta conferencia de imprensa.

domingo, 27 de outubro de 2013

Pelo Ramal da Lousã

O Movimento Cívico de Lousã e Miranda convocou mais uma reunião para debater a temática do Metro Mondego e do Ramal da Lousã. A reunião terá lugar no Cinema de Miranda que fica em frente da Estação da CP, no dia 22 de Outubro pelas 09.30. Em defesa deste Ramal e das populações que serve, apelamos para que compareçam na reunião,onde serão estudadas novas formas de luta.

domingo, 13 de outubro de 2013

Reunião do Movimento em Defesa do Ramal da Lousã/ Metro Mondego

Porque não devemos deixar esquecer o Ramal/Metro Mondego está convocada uma reunião geral do Movimento para Terça 22 de Outubro pelas 21 no cinema de Miranda do Corvo . Todos os interessados no transporte ferroviário de passageiros entre Serpins e Coimbra/ Estação Velha devem comparecer com propostas que contribuam para o sucesso neste processo de luta,
pelos interesses da região . O PNR/Coimbra apoia mais este reunião em defesa desta causa e apela à participação de todos.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Modernização e Reabertura do Ramal Ferroviário da Lousã

Nós deixamos cair nem esquecer esta causa. Continuamos a exigir a reabertura e modernização do Ramal e consequente continuação de todo o projecto do Metro Mondego.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

METRO MONDEGO

Ontem, Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo levaram mais um murro no estômago e desta feita com a ajuda de gente que devia lutar pela região e deixar de lado a subserviência partidária. Com efeito, as aspirações dos presidentes dos municípios de Miranda do Corvo (PSD) e Lousã (PS) no sentido de se conferir prioridade à irreversibilidade da ferrovia no SMM - Sistema de Mobilidade do Mondego (Metro) - foram «chumbadas» pelo coordenador de um grupo de trabalho incumbido de proceder à reprogramação do projecto. O coordenador, Carlos Encarnação (anterior presidente de Câmara Municipal de Coimbra - CMC), teve a votar com ele os representantes da CP e Refer, pequenas accionistas da sociedade Metro Mondego (MM), bem como os representantes da Ferbritas e Ferconsult. Os líderes dos municípios lousanense e mirandense, Luís Antunes e Fátima Ramos, respectivamente, votaram contra o relatório produzido pelo referido grupo de trabalho; o actual presidente da CMC, João Paulo Barbosa de Melo, aprovou as conclusões, embora se tenha abstido numa votação (parcelar) atinente ao investimento, a curto prazo, de 15 milhões de euros provenientes do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Encarnação levou assim por diante o seu propósito de atribuir prioridade à construção, em Ceira, do Parque de Máquinas e Oficinas (PMO) e à realização de trabalhos na ponte da Portela. De uma comissão feita por encomenda, não podíamos esperar outra coisa que não fossem manobras para adiar a obra. Sempre defendemos que, neste particular, em primeiro lugar estavam as obras para recolocar os carris no Ramal da Lousã e depois a conclusão de todo o projecto do MM. Entendeu a comissão começar as obras pelo telhado, para melhor servir os interesses de um governo que não aposta na ferrovia. Não podemos concordar com esta afronta e com a traição de Calos Encarnação e da Câmara Municipal de Coimbra. Apelamos assim para que todos os nacionalistas, bem como o povo das zonas servidas pelo Ramal, marquem presença na terça-feira dia 4, às 21h, no Centro Social Comunitário de Miranda do Corvo, onde se realiza uma reunião do Movimento Cívico Lousã Miranda para analisar as deliberações da comissão presidida por Carlos Encarnação e definir acções futuras do Movimento.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Ramal da Lousã: Movimento Cívico quer compromisso dos partidos sobre reposição do transporte ferroviário



O Movimento Cívico de Miranda do Corvo e Lousã defendeu hoje que os partidos políticos devem assumir, na campanha eleitoral para as Legislativas de 05 de Junho, o compromisso de repor o transporte ferroviário no Ramal da Lousã.
Lembramos que desde a primeira hora o PNR fez sua a causa do Metro Mondego. Defendemos esta obra estrutural e estruturadora para o distrito, tendo sempre em conta que prioritariamente é preciso começar pela linha da Lousã. Não aceitamos o encerramento da linha e criticamos severamente a forma menos clara e duvidosa que levou ao seu encerramento.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Marcha lenta vai percorrer A1 em protesto contra a suspensão das obras do Metro Mondego


Os utentes da Linha da Lousã participam na próxima sexta-feira de manhã, último dia do ano, numa marcha lenta na auto-estrada do Norte contra a suspensão das obras do Metro Mondego, que estavam em curso desde o início do ano.

Os protestos, têm como exigência fundamental mínima reivindicar “uma ligação sobre carris entre Serpins (Lousã) e a Estação Velha (Coimbra), exactamente como existia antes do início de todo o processo do Metro Mondego”.

Os nacionalistas do distrito representando o PNR vão estar presentes. Faz tua as causas do povo e junta-te a nós.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Movimento Cívico de Cidadãos de Lousã e Miranda convoca reunião aberta


Movimento Cívico de Cidadãos de Lousã e Miranda convoca
Reunião aberta 18 de Dezembro pelas 9 h 30m no cinema de Miranda
CONTRA A IRRESPONSABILIDADE MARCHAR, MARCHAR
CONTRA O TERRORISMO LUTAR, LUTAR


A decisão de arrancar os carris, destruir o ramal da Lousã e agora suspender as obras é um acto de terrorismo .
Para esta reunião que terá lugar no Cinema de Miranda, em frente á antiga estação do ramal da Lousã, no sábado 18 de Dezembro, o Movimento Cívico convida todos os interessados e utilizadores desta ferrovia e os grupos de cidadãos que ao longo dos últimos anos se envolveram na discussão em torno do futuro do Ramal da Lousã: Comissão de Utentes do Ramal da Lousã, Grupo de Defesa do ramal da Lousã, Cidadãos de Lousã.
È fundamental que todos os interessados possam contribuir com ideias que obriguem a classe politica (autarquias, assembleia da republica, governo e presidente da republica) a cumprir com as promessas e reinstalar um sistema de transporta ferroviário entre Serpins e Estação Velha em Coimbra.
Para esta reunião o Movimento Cívica convida todos os gestores, executivos e não executivos da Metro Mondego, incluindo aqueles que solicitaram a sua demissão.
O Movimento Cívica espera que todos os partidos e nomeadamente o PP,PSD,PS, PCP e BE se façam representar bem como todos os Deputados á Assembleia da Republica, particularmente aqueles que já mostraram estar sensibilizados para o problema grave que todos vivemos.
O Movimento Cívico convida também todos os presidentes de Câmara e vereadores dos três municípios envolvidos: Coimbra, Lousã e Miranda a comparecer.
O Movimento Cívico convida também os mandatários distritais e concelhios dos anunciados candidatos a Presidente da Republica a que compareçam . As eleições presidenciais, os candidatos e os seus apoiantes não podem silenciar o crime que está a ser cometido contra o Ramal da Lousã/ Metro Mondego. Os candidato não se podem alhear dos problemas reais dos portugueses e do maior atentado alguma vez cometido contra os cidadãos de Coimbra, Lousã e Miranda.
A decisão anunciada na comunicação social de o Governo suspender a realização do investimento para o Metro Mondego é um acto de terrorismo contra a região.
O Movimento Cívico convida os juristas da região a estudar um processo judicial que leve a julgamento os autores deste crime.
Vivemos num Estado de Direito que não pode tolerar este atentado terrorista.
Numa guerra é possível que exércitos destruam infra-estruturas fundamentais a um território. Num período de paz só terroristas destroem equipamentos públicos necessários ao dia a dia das pessoas.
O sistema judicial deve estudar as atrocidades cometidas neste processo, com mau uso de dinheiro dos contribuintes, e condenar os culpados por este crime.O Movimento Cívico de cidadãos de Lousã e Miranda

sábado, 4 de dezembro de 2010

Os nacionalistas estão na rua os meninos estão na net


Terminou com bastante sucesso mais uma manhã de activismo no Distrito de Coimbra.
As acções de panfletagem são o melhor meio de propaganda uma vez que permitem interagir com o povo, sobretudo quando o panfleto faz referência a causas locais. Com efeito hoje mais do que uma vez se juntaram pequenos grupos de pessoas e com eles debatemos as questões ligadas ao Metro de Coimbra e ao prematuro encerramento da linha da Lousã, bem como outros temas da actualidade.
Vamos continuar com este tipo de acções no Distrito e exortamos os camaradas de outros pontos do país a seguir o nosso exemplo, vão ficar surpreendidos com o acolhimento dado pelo povo, sobretudo quando tratarem questões locais, isto é quando fizerem sua a causa do povo.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Governo quer pôr autocarros a circular no Ramal da Lousã


O Governo quer pôr autocarros a circular no Ramal da Lousã, transformando-o num canal rodoviário único para transporte de passageiros da Lousã e Miranda do Corvo de (e para) Coimbra, terminando, portanto, de vez com a ligação ferroviária entre estes três concelhos.
Já temos escrito que este governo e os restantes políticos do sistema são constituídos por dois grupos de pessoas, o grupo dos manifestamente incapazes e o grupo dos manifestamente capazes de tudo. Temos dificuldade em escolher o grupo a que pertence este secretário de estado, tal é a completa loucura da proposta sou os negócios de sucata escondidos na mesma.
O assunto do MM está ser discutido na AR, mas não podemos adormecer. Temos de sair para rua e protestar. Temos e mostrar que com o povo de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã esta gente incapaz ou capaz de tudo não brinca.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

METRO MONDEGO



Mais uma vez somos confrontados com meias palavras deste desgoverno. O que podemos ler no Diário de Coimbra, são desculpas esfarrapadas, promessas vagas ao estilo dos 150000 empregos.
Duvido que com este governo o projecto vá para a frente, tenho também sérias dúvidas quanto à posição dos outros partidos do sistema, que enquanto podem fazer o seu folclore mediático estão com as causas do povo, mas que rapidamente as esquecem passado pouco tempo. Os exemplos são muitos; onde estão os contestatários da co-incineração, do fecho de muitas unidades ou serviços de saúde, do encerramento do Ramal Pampilhosa Figueira, agora que no parlamento e com maioria podiam alterar muita coisa?
É preciso que o povo saia à rua e porque se o governo e o sistema gastam rios de dinheiro com Fundações, Centenários da república, Cimeiras da NATO e TGVs, algum dinheiro têm de ter e pelo menos para a parte do MM que diz respeito à ligação Sepins Coimbra.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Queremos o nosso Metro


O projecto do metro ligeiro de superfície no distrito de Coimbra, que serve os Concelhos de Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra, já tem mais de três décadas e, após avanços e recuos, obteve finalmente luz verde do Governo.

As obras avançaram e foram arrancados os carris da antiga Linha da Lousã. Depois disso, o Governo gerou um cenário de indefinição quanto ao futuro do projecto. E aquilo que ao princípio pareciam suspeitas em torno de um processo muito pouco claro, tornam-se agora evidências: está tudo parado por ordem do Governo!

Muitas questões que envolvem este processo, merecem ser colocadas.
Que dizer das expropriações selvagens efectuadas ao longo da linha? Dos logradouros de prédios cortados ao meio? Das garagens deitadas abaixo? Das linhas ripadas para sul ou para norte, consoante o gosto do freguês? Muito dinheiro se tem esbanjado ao contribuinte!
Porque motivo, correram os processos de expropriação no Tribunal Central Administrativo em Lisboa e não nas Comarcas da Lousã ou de Coimbra?

Isto, já para não se falar das alterações do traçado da linha desde S. José a fim de passarem por algumas urbanizações da Solum e culminar em frente ao Dolce Vita, a contento de empresários e empreiteiros, que venderam os seus andares a preços de especulação. Um caso por certo a merecer a atenção das autoridades competentes.

Não se compreende, também, o abandono da actual bitola dos carris, que, desligando-nos da rede ferroviária nacional, destrói-se, 100 anos depois, o legado do Caminho de Ferro, que no passado permitiu a Miranda do Corvo e à Lousã darem o salto em frente.

Sem Comboio, e sem Metro de superfície, irão os transportes alternativos resolver a situação? Não!
O Metro de Coimbra é uma obra estruturante para os Concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã, servindo centenas de trabalhadores, estudantes e demais população para quem este é o único meio de transporte. Iria também servir para desviar muito trânsito das ruas de Coimbra superlotadas e sem condições de alargamento, ajudando assim a resolver problemas de trânsito e poluição.

É lamentável a dualidade de critérios dos Governantes, que teimam em gastar rios de dinheiro com o TGV, somente para agradar aos senhores da Europa e a uns poucos privilegiados, mas bloqueiem uns tostões para uma obra tão essencial para o nosso Distrito, travando-a por tempo indeterminado.

É lamentável que se tenha desmantelado a linha de comboio quando já se sabia que não seria possível a sua remodelação.

Os Nacionalistas fazem sua, a causa do povo!

Em primeiro lugar, as obras que servem quem mais precisa; só depois, as obras para quem até já tem muito bons meios de transporte para se deslocar.

Colabore nesta acção de propaganda descrregue o cartaz ou participe na distribuição do panfleto.

PNR

sábado, 23 de outubro de 2010

METRO MONDEGO



Descarregue este cartaz e divulgue-o nos Concelhos do Distrito de Coimbra. Não aceitamos que se pare esta obra. Não aceitamos que se gastem avultadas verbas com o TGV, mas não se invista naquilo que realmente importa: o bem estar das populações.

Divulgue o PNR e as suas propostas: pela qualidade de vida dos habitantes de Coimbra!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Desculpas esfarrapadas



Desta vez, os trabalhos de preparação do Orçamento de Estado para 2011 serviram de desculpa para o governo mais uma vez não se fazer representar na Assembleia Geraldo Metro Mondego.
É desta forma que o PS e o seu governo tratam Coimbra, Miranda do Corvo, Lousã e o Distrito. Estamos a pagar caro o facto de um dia nos termos oposto à co-incineração, amenina querida do Sr. Pinto de Sousa.
É bem patente o desinvestimento Distrito e os encerramentos cirúrgicos. Desde pequenas unidades de saúde ao encerramento selvagem das urgências no Hospital de Cantanhede ou do Bloco de Partos do Hospital da Figueira da foz que para além de diminuírem a qualidade dos cuidados de saúde em muitos pontos do Distrito causam o caos no hospitais de Coimbra. Falemos também na linha de Comboio que liga a Pampilhosa à Figueira encerrada para remodelações já amais de dois anos e onde nem um estudo ainda foi feito.
Para Coimbra o governo envia poluição e pretendia com o apoio da Câmara (PSD) de Coimbra cortar a Mata do Choupal a meio provavelmente para dar inicio à destruição da mata tão cobiçada pelos especuladores imobiliários.
Lembramos também a atitude hipócrita da Oposição com assento parlamentar no que toca aos particulares que elencamos, se nalguma altura se manifestou foi por puro interesse partidário, por folclore mediático na caça ao voto, uma vez que ainda não agendou discussões ou fez alguma proposta no sentido de inverter alguma destas perniciosas situações.
Os nacionalistas porque fizeram sua a causa do povo vão criar mecanismos no sentido de que alguns destes assuntos pendentes e altamente prejudiciais para o Distrito sejam pelo menos discutidos na AR.
A breve trecho daremos conta da estratégia para relançar a discussão e provavelmente obrigarmos a que algumas medidas sejam tomadas.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Cobardia política


A Assembleia-Geral (AG) do Metro Mondego (MM) está marcada para hoje, às 16h00, mas não é líquido que se realize. Depois de ter estado ausente na última AG, a 29 de Julho, o accionista Estado pode voltar a não marcar presença, fazendo com que, mais uma vez, a decisão do Poder Central sobre o futuro do projecto do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) não seja já conhecida.
Por cobardia politica e jogas de bastidores o estado não dá a cara para não ter de ouvir umas verdades.
Em breve o assunto do Metro Mondego será discutido na AR, graças à petição entregue, mas é preciso fazer mais, impõe-se uma grande manifestação em Coimbra, talvez acompanhada com uma marcha lenta até à Lousã. Não podemos baixar os braços temos que lembrar ao governo que promessas são para cumprir.

FONTE

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Bota abaixo


As demolições na Baixa de Coimbra, relacionadas com o projecto do Sistema de Mobilidade do Mondego, estão em condições de ser reiniciadas.
Já demoliram a linha da Lousã, agra continuam no bota abaixo, para construir é que não temos luz verde.
Este governo não se cansa de botar abaixo em Coimbra. Esperemos que em breve o povo de Coimbra lhe pague da mesma moeda.