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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Regresso às aulas | Até quando, o mais do mesmo?

Ao iniciar um ano lectivo sob a égide de um novo Governo, não se pode acalentar qualquer ilusão ou espectativa de grande melhoria, face às políticas educativas do anterior Governo PS, tão medíocres e confrangedoras como as suas protagonistas à frente do Ministério. A verdade é que todo o sistema educativo está enredado num pântano de vícios, à imagem do próprio do Regime, levando a que este novo ano escolar seja apenas mais um entre os últimos 37 de desnorte e experiências.

O Estado tem sufocado em Portugal a liberdade de ensinar e de aprender, condicionando política e ideologicamente as técnicas didácticas e os próprios manuais escolares, colocando toda a “máquina” da Educação ao serviço do laicismo, do republicanismo e do socialismo.

Enraizou-se na Educação, a ideia de que esta deve basear-se no princípio do prazer, sendo mais importante a diversão dos alunos do que a aprendizagem das matérias. A pedagogia do esforço foi criminosamente abatida, como o foi, de igual modo, o exercício da memória e do raciocínio lógico. Os exames, os trabalhos de casa e outras provas afins foram igualmente reduzidas, ou mesmo banidas, por serem no entender dos “cientistas da educação” uma fonte de stress para os alunos.

A Escola, outrora centrada no professor e na aprendizagem, passou a ser centrada no aluno e nas sucessivas experiências educativas, mas, mais recentemente, e pior ainda, passou a sê-lo nas estatísticas do “sucesso escolar” a divulgar, e nos números cruéis de uma economia que corta em toda a parte.

De desastre em desastre, chegámos a este ponto deplorável onde, ao longo de uma geração, se substituiu a formação académica e humana, por uma indústria de ensino que, além do mais, é uma perfeita fábrica de ignorantes onde o facilitismo crescente constitui uma fraude na avaliação dos alunos e uma coacção sobre os professores.

O PNR entende que é preciso reconstruir uma escola centrada no conhecimento, no saber e na aprendizagem das matérias, bem como na formação do carácter e das virtudes humanas. Deve ser esta, um espaço e local onde se aumentem os níveis de exigência do ensino e se combata o facilitismo; onde obediência, respeito, responsabilidade, esforço e mérito, voltem à ordem do dia.

Há que resgatar o ensino da politização esquerdista e da ditadura do politicamente correcto, que formata as mentes a atrofia o seu pleno desenvolvimento. Há que acabar com o lóbi da indústria de manuais escolares que, desvirtuando a sua verdadeira função, os transforma num amontoado de páginas coloridas cheias de palha e pouco conteúdo útil, pesando demasiado nos bolsos dos pais e nas mochilas dos filhos.

Importa restaurar o respeito pela figura do professor e a dignidade da sua carreira, bem como o ambiente de segurança vivido dentro e nas imediações das escolas.

Se há prioridade estratégica para a reconstrução de Portugal, esta consubstancia-se de facto na Educação da nossa Juventude! Educação para os valores e virtudes a par da formação académica e científica são uma meta e uma prioridade! (PNR)

domingo, 17 de julho de 2011

Novos enfermeiros “de olho” no mercado de trabalho europeu


Portugal tem 5,7 enfermeiros por mil habitantes, uma média bem abaixo dos principais países para onde têm emigrado muitos dos recém-licenciados
Carlos Quitério e Ana Delgado estão entre os cerca de 300 novos enfermeiros saídos da escola superior de Coimbra, que ontem receberam os respectivos diplomas e prestaram juramento, no Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia. Chegam ao fim de quatro anos de estudos, com a consciência de que entrar no mercado de trabalho em Portugal vai ser «complicado», mas prometem tentar, antes de passarem ao plano B, ou seja, o estrangeiro.
Aida Mendes, vice-presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC), admite que «os tempos actuais são caracterizados por grande incerteza e muitas dificuldades», no entanto, lembrou que Portugal, com 5,7 enfermeiros por mil habitantes, está longe de atingir «um número proporcional de enfermeiros correspondentes à média da OCDE, o que indica a possibilidade da existência de necessidade de cuidados não completamente satisfeita».
Uma nova vaga de emigração está em curso, desta feita são os licenciados, os que se formaram em Portugal com o dinheiro dos nossos impostos que rumam a outros países. A Ordem é rica os frades é que são pobres. Enquanto se esbanja dinheiro na formação de licenciados o povo clama por mais enfermeiros.
Batemos no fundo como se prova pela noticia.
Reabram os serviços hospitalares que encerraram, coloquem os enfermeiros que faltam em todos, poupem nos ordenados principescos que pagam aos administradores, nas viaturas de luxo que compram, combatam o despesismo. U povo merece melhor saúde e os licenciados emprego no seu país.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

QUEREMOS A NOSSA ESCOLA



Escolas de Ardazubre e Rocha Nova encerram. Arzila e Casal Lobo estão em risco iminente.

Os Alunos não são números!

Os Governantes querem fechar cada vez mais escolas, mas nós dizemos: Não!

Não podemos aceitar a visão economicista do anterior governo que, justificando uma suposta qualidade de ensino, quer fechar as escolas que não tenham mais de 20 alunos.

As consequências desta política criminosa são desastrosas:

Êxodo crescente das pequenas povoações para os grandes aglomerados populacionais e desertificação do interior;
Desincentivo cada vez maior à natalidade de portugueses;
Criação de distâncias absurdas nos trajectos casa escola e de tempos mortos de espera, afastando as crianças de casa mais de 12 horas por dia.
Perda de qualidade de vida.

Nada nos garante, que o futuro governo, formado por clones do anterior, não mantenha esta medida, pelo que estaremos atentos e solidários com as populações locais em defesa de um ensino de proximidade que tenha em conta aspectos quantitativos e qualitativos.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Droga, Loucura, Morte



Na semana passada, um aluno do 8.o ano da Escola Secundária Infanta D. Maria foi surpreendido na posse de quatro gramas de haxixe, enquanto outro, do 10.o ano, deixou cair, em plena sala de aula, um saco com produto estupefaciente A comunidade educativa da Escola Secundária Infanta D. Maria anda alarmada com o possível tráfico de droga nas imediações do estabelecimento de ensino, concretamente no espaço da Praça Heróis do Ultramar, em frente ao Complexo Olímpico de Piscinas de Coimbra e ao Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia. Na semana passada, dois alunos, do sexo masculino, foram detectados na posse de produto estupefaciente. Numa das situações, um jovem de 13 anos, aluno do 8.o ano, foi apanhado com quatro gramas de haxixe (equivalente a uma pequena barra). Noutro caso, um aluno do 10.o ano, com 15 anos, deixou cair, em plena sala de aula, um saco com droga. A política liberalizadora encetada pelo sistema e altamente reivindicada pela esquerda burguesa decadente, deixam os nossos jovens á mercê dos traficantes que gozam da mais completa impunidade e ainda vêem o seu produto ser patrocinado nas televisões e cinemas, quando o herói do filme consome estupefacientes durante toda a fita. É óbvio que esta política liberalizadora não é inocente. A droga, para além de ser um lucrativo negócio (movimenta qualquer coisa como 500.000 milhões de dólares anuais) é um óptimo meio de controlo social. Sectores inteiros da população (nomeadamente as camadas mais jovens) serão demasiadamente inibidos por esta dependência para pensar em contestar o sistema corrupto em que vivem. Entendamo-nos! É óbvio que uma política de combate a esta epidemia passa pela reeducação intensiva e maciça de toda uma comunidade. A droga, além de causa, é um sintoma da doença mental e ética do homem europeu. Importa, por isso, revitalizar a sua estrutura mental, combatendo o individualismo desagregador e consumista que o tem castrado. Em seguida, convém reconhecer que em toda a Europa se tem praticado uma mera política de assistência ao toxicodependente em vez de se assumir um radical combate a este fenómeno com todas as opções drásticas que tal implica. No caso português, este pseudo-combate arrasta um gasto anual de milhões de contos, repartidos pelas áreas da justiça, administração interna, prisões, saúde e correspondentes campanhas informativas as quais, em abono da verdade, se têm revelado ineficazes. No conjunto, este dispêndio mal orientado de meios e boas vontades tem-se revelado inútil. É imperioso abordarmos a questão da droga de forma absolutamente frontal: trata-se, como já dissemos de um sintoma da gravíssima decadência espiritual do homem português e europeu e simultaneamente é rentabilizado pelas máfias político-económicas como meio de controlo social e fonte de lucros chorudos.

FONTE

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Acção de Propaganda em Cantanhede



Esta noite e como forma de protesto contra a falta de qualidade da alimentação servida nos refeitórios, levamos a efeito uma acção de colagens nas Escolas do 1º Ciclo do Agrupamento de Cantanhede.
Mais acções de propaganda estão previstas para o Concelho e para o Distrito. Os interessados em colaborar devem contactar as estruturas locais do partido.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Montemor é o concelho do distrito onde encerram mais escolas


Das 701 escolas que encerram no país, 40 são do distrito de Coimbra, oito delas em Montemor-o-Velho. Autarca afirma que processo foi “pacífico”
No distrito de Coimbra são 40 as escolas básicas do 1.o ciclo que vão encerrar no ano lectivo de 2010/2011, na sequência do reordenamento da rede escolar. Montemor-o-Velho é o concelho onde mais escolas – 8 – já não vão abrir as portas a partir de Setembro, seguindo-se Penela e Penacova, com cinco estabelecimentos de ensino.
De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, no município o processo foi «pacífico», «negociado» e teve sempre presente «condições alternativas» com vista à melhoria das condições de ensino das crianças. Luís Leal explicou que os alunos de metade das escolas que agora encerram – Abrunheira, Ereira, Verride e Gatões – serão reintegrados no novo Centro Educativo, que resulta de um investimento do município e do Parque Escolar, com uma oferta educativa desde o pré-escolar ao 12.o ano.
Frequentada ultimamente por alunos de etnia cigana, a escola de Pelichos estava já sem crianças, com Bebedouro e Liceia a apresentarem-se para o ano lectivo de 2010/2011 com um número escasso de inscrições, que tornou o encerramento inevitável, continuou o autarca social-democrata, confirmando alguma resistência no caso da EB 1 de Liceia. No entanto, foi alcançado um acordo e as crianças passam a estudar a «1500 metros», na vizinha escola do Viso, enquanto as de Bebedouro vão para Resgatados e as de Faíscas para a EB 2,3 de Arazede.
Estiveram ainda em risco de encerramento as escolas de Ribeira dos Moinhos e da Torre, mas a oposição da Câmara Municipal e da comunidade fez com que o Ministério da Educação recuasse na intenção de as fechar, pelo menos no ano lectivo que arranca em Setembro, concluiu Luís Leal.

Pombal perde nove escolas
e Mealhada encerra sete
Tal como o Diário de Coimbra tinha adiantado, a lista divulgada na página da Internet da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC) confirma que, no concelho de Coimbra, encerram Pereiros, na freguesia de Castelo Viegas, e Vila Pouca, que pertence a Ameal. Condeixa também fica sem duas escolas e Oliveira do Hospital e Soure, sem três. Em Penacova, Penela e Tábua encerram cinco e, em Vila Nova de Poiares, uma. Na sequência do reordenamento da rede escolar, Arganil, Cantanhede, Góis, Lousã e Pampilhosa da Serra não sofrem alterações, de acordo com a listagem do Ministério da Educação, que confirma o encerramento de 701 escolas do 1.o ciclo: 384 no Norte, 152 no Centro, 121 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 32 no Alentejo e 12 no Algarve.
Na área da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), Pombal é o concelho mais afectado, com nove estabelecimentos a fechar portas, sendo ainda de destacar as sete escolas que Mealhada vai perder, grande parte para dar lugar ao novo Centro Educativo da Pampilhosa. Os alunos de Vimeira farão uma deslocação inferior a um quilómetro, para Casal Comba, e os de Cavaleiros são reintegrados em Barcouço, num processo que o presidente da Câmara Municipal, Carlos Cabral, também classifica de «pacífico».

Ministra garante que processo
foi “bem conduzido”
A ministra da Educação rejeitou as críticas ao processo de reorganização da rede escolar, assegurando que o processo foi «bem conduzido», que «nada foi feito à pressa» e que o acordo com os municípios foi «integralmente» cumprido. Na conferência de imprensa realizada no final da reunião de Conselho de Ministro, Isabel Alçada adiantou que «todas as condições que estão no acordo serão asseguradas».
Já a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) lamentou que o Governo tenha ignorado a discordância de algumas autarquias, alertando para as perturbações que a decisão poderá criar na abertura do ano escolar. «Acreditamos que o processo não será resolvido de forma pacífica (…). Vamos reagir a esta situação, que poderá criar alguma perturbação no início do ano lectivo», avisou o presidente da Comissão de Educação da ANMP, António José Ganhão.
«Admitindo que serão, de facto, 701 escolas a encerrar, o pressuposto é o cumprimento de um protocolo assinado entre municípios e o Ministério da Educação. [Segundo o documento], se os municípios estivessem em desacordo, este teria de ser fundamentado», referiu o responsável,
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) acusou o Governo de manter a postura do «quero, posso e mando» ao decidir encerrar centenas de escolas, num processo que classifica de «pouco transparente».

Escolas que encerram :
COIMBRA – Vila Pouca e Pereiros
FIGUEIRA DA FOZ – Ferreira-a-Nova, Porto Godinho, Ribas e Tromelgo
MIRA – Barra
MIRANDA DO CORVO – Espinho
MONTEMOR-O-VELHO – Abrunheira, Bebedouro, Ereira, Faíscas, Liceia, Pelichos, Gatões e Verride
OLIVEIRA DO HOSPITAL – Casal do Abade, Avô e Gramaços
PENACOVA – Chelo, Miro, Travanca, Espinheira e Gondolim
PENELA – Carvalhal, Podentes, Cerejeiras, Fetais e Rabaçal
SOURE – Casal do Marachão, Cavaleiros e Paleão
TÁBUA – São João da Boavista, Covelo de Cima, Espadanal, Covas e Vila Seca
VILA NOVA DE POIARES - Algaça

FONTE

segunda-feira, 28 de junho de 2010

O diploma é o inimigo mortal da cultura


Nos últimos dias este desgoverno lançou para a rua mais uma pérola política, alias no seguimento de outras pérolas deste e de outros desgovernos. Ficámos a saber que pretendia fechar as escolas com menos de 21 alunos pondo assim em risco um universo de 900 escolas.

A visão economicista sobrepõe-se aos interesses das crianças, porque para este governo e para este sistema os olhos estão virados apenas para as suas minorias.

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

AS ESCOLAS DO SISTEMA


Empenhado em mostrar trabalho, mais do que em dar condições para ensinar e pressionado pelo lobby do cimento, o sistema construi ao longo dos anos muitas escolas sem qualidade sem dignidade e inclusive onde abundavam os matérias perigosos para a saúde.
Exemplo desse desnorte é a Escola EB 23 de Cantanhede. O projecto é cópia fiel de uma escola nórdica, onde não faltam até locais para colocar os skis, mas onde falta a comodidade dessas mesmas escolas.
Bem têm lutado pais por uma solução há muito prometida, mas o sistema anda mais ocupado com os TGVs, que em nada vão beneficiar os portugueses, não tendo tempo para meia dúzia de jovens.
Para os portugueses o sistema o governo invoca a crise, para dizer ámen a Bruxelas e fazer um favor a Espanha esbanja dinheiro.
Endurecer a luta é a única solução para serem ouvidos, o sistema treme a cada sinal de descontentamento do povo, porque é sabe que esses sinais são o princípio do fim.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

DREC irredutível em transferir alunos do Senhor das Almas


Uma comitiva de mais de 40 pessoas, incluindo crianças, realizou ontem uma viagem infrutífera, desde Senhor das Almas, Oliveira do Hospital, até Coimbra, onde ouviram, da boca da Directora Regional de Educação, a decisão definitiva de que os alunos dos 3.o e 4.o nos de escolaridade terão que frequentar as aulas na vizinha localidade de Nogueira do Cravo.
Esta notícia não nos pode deixar indiferentes uma vez que é mais uma mostra da forma como PS e PSD tratam a educação e prova que os discursos inflamados destes dois partidos em vésperas de eleições, não passam de falácias para angariar votos.
PS e PSD têm a mesma visão economicista da educação e não hesitam nem hesitarão em fechar mais escolas no futuro. Pouco lhes interessa se vão prejudicar a qualidade de ensino ou a vida das crianças, afinal por decreto-lei, por fax e nem que seja a um domingo, qualquer um se pode formar neste país.
Os fundadores do actual regime viram na Educação um instrumento essencial para mudar a sociedade e criar o "homem novo". Ao longo de três penosas décadas experimentou-se toda a sorte de teorias românticas, construtivistas e xuxiialistas. Inculcou-se a ideia de que o ensino deve basear-se no princípio do prazer, sendo mais importante a diversão dos alunos do que a aprendizagem das matérias. Os castigos escolares foram reduzidos ao mínimo ou substituídos por acções de recuperação. Os exames, os trabalhos de casa e outras provas afins foram igualmente reduzidas, ou mesmo banidas, por serem no entender dos “cientistas da educação” uma fonte de stress para os alunos.
O Estado tem sufocado em Portugal a liberdade de ensinar e de aprender, condicionando política e ideologicamente as técnicas didácticas e os próprios manuais escolares. Parece que toda a “máquina” da Educação está ao serviço do laicismo, do republicanismo e do xuxialismo.
No espaço de poucos anos, passou-se de uma “escola centrada no professor” para uma “escola centrada no aluno”. Foi pior a emenda que o soneto. O PNR entende que é preciso construir uma escola centrada no conhecimento, no saber e na aprendizagem das matérias.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

A educação do sistema


A Junta de Nogueira do Cravo foi ontem literalmente “invadida” por dezenas de pessoas que pediram explicações ao presidente sobre a EB1 de Senhor das Almas.
No local, estavam muitos encarregados de educação e familiares das crianças que frequentam a decrépita Escola do 1º Ciclo de Ensino Básico (1º CEB) de Senhor das Almas.
Em causa, está um protesto que a comunidade educativa local decidiu fazer contra o Agrupamento de Escolas Brás Garcia de Mascarenhas (AEBGM) que, segundo afirmaram vários pais, terá manifestado a intenção de deslocalizar alguns dos alunos daquele estabelecimento de ensino para as EB 1 de Santa Ovaia e Nogueira do Cravo.
A população local, unida neste protesto, não quer sequer ouvir falar na hipotética solução, e recusa-se a que os alunos sejam transferidos para Santa Ovaia ou para a sede da freguesia, já que – conforme argumentam – a EB 1 de Nogueira do Cravo “está superlotada e a cantina não reúne condições”.
Frequentada por mais de 20 alunos, a EB 1 de Senhor das Almas funciona em deficientes condições físicas e com apenas uma sala de aulas, onde as crianças passam praticamente cinco horas seguidas, umas no período da manhã e outras no da tarde.
Embora as turmas sejam pequenas, os dois professores daquele estabelecimento de ensino são responsáveis – sempre na mesma e única sala – pelas aulas com alunos de dois anos distintos. É uma situação cada vez menos usual e que vai contra as orientações definidas pelo Ministério da Educação.
Para impedir a saída de alunos da EB1 de Senhor das Almas, muitos dos pais presentes naquela reunião sugeriram a construção de uma nova sala de aulas e não deixaram de atribuir responsabilidades à Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, pelo facto de a autarquia oliveirense “não se interessar” por aquela escola.
Por todo o país o parque escolar está degradado. Escolas onde chove, sanitários deficientes ou em mau estado, cantinas inadequadas onde são servidas refeições muito duvidosas. Mas para o sistema as crianças pouco ou nada importam e o dinheiro é muitas vezes canalizado para obras mediáticas, porque o que interessa são os votos e os tachos.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

PROFESSORES EM LUTA


O Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores (MUP) e a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APEDE) juntam-se à manifestação nacional do próximo sábado “contra as políticas de um ministério e de um Governo que tudo fizeram para desprestigiar e humilhar a profissão docente”, mas dizem que “esta forma de luta de pouco valerá se não for integrada num plano mais vasto, coerente e determinado”.

Apesar de dizerem que a unidade é essencial, criticam que “se procurem silenciar outras perspectivas de luta e se imponham falsos unanimismos”, pelo que insistem na “divulgação pública das propostas de luta aprovadas nas reuniões de consulta aos professores”.

“Recusamos a ideia de que esta luta se vai arrastar por tempo indeterminado, sem radicalização, e com um passo de caracol ritmado por negociações sindicais incapazes de oferecer resultados visíveis”, lê-se num comunicado conjunto das duas associações.

Mais uma vez saudamos a justa luta dos professores por uma escola melhor e sobretudo o afastamento dos traidores dos sindicados que só procuram proveitos partidários e já mostraram bem do que são capazes. Os sindicatos vão procurar continuar com o folclore mediático, que dá votos aos partidos que representam, os professores precisam de caminhar unidos cada vez mais longe desta camarilha radicalizando a luta se preciso for.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Indisciplina na escola


Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, lança petição para responsabilização legal dos pais pelo absentismo e indisciplina dos filhos


O presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, Viana do Castelo, lançou esta semana uma petição por alterações legislativas que responsabilizem "efectivamente" os pais nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar.

"A legislação tem que criar mecanismos administrativos e judiciais, desburocratizados, efectivos e atempados de responsabilização dos pais e encarregados de educação em casos de indisciplina escolar, absentismo e abandono, modificando a lei que consagra o Estatuto do Aluno e outras leis conexas", disse à Lusa Luís Braga, presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque e autor do texto.

Este professor de história escreveu um texto a que chamou "Petição pela responsabilização efectiva das famílias nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar", disponível aqui.

Em dois dias, recolheu quase 1000 assinaturas. O objectivo é reunir quatro mil para "obrigar" a Assembleia da República a discutir a questão em plenário. "Na prática, o que defendo é que os encarregados de educação têm de ser responsabilizados pela educação ou não educação dos alunos", disse o docente.

"Os mecanismos criados devem traduzir-se em medidas sancionatórias às famílias negligentes, como multas, retirada de prestações sociais e, no limite, efeitos sobre o exercício das responsabilidades parentais, como é próprio de uma situação que afecta direitos fundamentais de pessoas dependentes", salienta a moção.

"Actualmente, a única coisa que um professor pode fazer se um aluno faltar sucessivamente é um teste de recuperação para avaliar as dificuldades da criança e isto não é nada", disse Luís Braga.

A petição colheu já assinaturas de pessoas que, para além do nome, escrevem diversos comentários. "Sou mãe e exijo que os meus direitos sejam assegurados" e "a educação passa pela família", são alguns dos 'recados' deixados pelos peticionários.

"No momento presente, as faltas e actos de indisciplina são pouco eficazmente sancionados, tendo-se optado por medidas de tipo pedagógico, com fortes entraves burocráticos e com pouca eficácia junto dos agentes dos actos em causa", refere a petição.


NOTA: Esta petição deve ser assinada com o nome completo, uma vez que também têm de referir o nº do BI e e-mail, para poder ser considerada legalmente válida e aceite na Assembleia da República.

sábado, 28 de março de 2009

Dívidas de propinas em cobrança duvidosa na Universidade ascendem a 2,6 milhões

As dívidas de alunos da Universidade de Coimbra (UC) em cobrança duvidosa, pela falta de pagamento de propinas, ascendem a mais de 2,6 milhões de euros, revela uma auditoria do Tribunal de Contas (TC), hoje divulgada.

Segundo o relatório, relativo à gerência de 2007, a UC era credora, a 31 de Dezembro daquele ano, de um total de cerca de 4,6 milhões de euros relativos a propinas não pagas.

Desse montante, 2,6 milhões referem-se a dívidas em situação de cobrança duvidosa, “propinas de alunos de licenciatura com antiguidade superior a 12 meses, não integradas em planos de pagamento”, cujas mais antigas remontam aos anos de 1992/93.

Os auditores foram ainda confrontados com “divergências” relativos aos montantes em dívida, entre o balancete contabilístico e a base de dados de alunos existente no Sistema Integrado de Gestão do Ensino Superior (SIGES), ao qual apontam a ausência de controlos específicos.
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terça-feira, 17 de março de 2009

Apartheid?


O sistema entra em rota de colisão com o modelo que criou. A necessidade de mão-de-obra barata para diminuir os custos de produção e aumentar as mais valias, fez com que o sistema recorresse á imigração descontrolada. Depois e face a uma onda de imigração, não sabe e não pode combater a criminalidade os grupos raciais, os conflitos sócias que dai advieram.
Agora recorre a um apartheid de contentor, sabemos bem quem vai ser o beneficiado.
Para manter o onda a legião de desempregados que o sistema usa e abusa a seu belo prazer, os políticos do sistema a soldo dos lobbys instituídos a tudo vai recorrer para manter os fluxos imigratórios, mesmo que para isso seja necessário descriminar pela positiva.
Não tenhamos dúvidas, no contentor as aulas vão ser de faz de conta, para rapidamente dar um diploma aos alunos, é assim um programa Novas Oportunidades, mas ainda mais soft e levado na descontracção e brincadeira.
Enquanto não forem impostas restrições à imigração, enquanto todos os imigrantes não respeitarem a nossa lei e costumes, casos com este não vão parara de aumentar e a descriminação pela positiva, a imposição aos portugueses de certas regras em nome da convivência vão manter-se. Não tenhamos ilusões a mina de oiro que é a imigração vai ser defendida pelo sistema com unhas e dentes e se preciso for passarão por cima dos portugueses para a defender, casos preocupantes não faltam os sinais estão à vista.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Escândalo NO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO


Comentários? Para quê?


E VIVA PORTUGAL.


Isto é uma sem vergonha!!!

Deputados a prof. titular

Os deputados do PS estão contra os professores, mas querem ser titulares sem
porem os pés na escola.

Que pouca VERGONHA!!!!!!
Retirado da Ordem Trabalhos hoje ME / Plataforma:
Ponto 8.


Acesso à categoria de Professor Titular para os Professores
em exercício de funções ou actividades de interesse público,
designadamente, enquanto Deputados à Assembleia da República e ao
Parlamento Europeu, Autarcas, Dirigentes da Administração Pública,
Dirigentes de Associações Sindicais e Profissionais.
Agora é que não percebo nada!
Mas agora já se pode 'atingir o topo'... mesmo estando 'fora' da escola?
Todas as mudanças que o ME quis fazer não foi para acabar com 'isso'?
Não ia ser titular apenas quem provasse, 'no terreno', a sua excelência?
Dizem uma coisa, fazem outra... a toda a hora!
Depois de se terem 'esquecido' dos que antes estiveram nessas funções,
no primeiro concurso....: mais um concurso extraordinário? ou só conta
daqui para a frente, e os «tristes» que ficaram para trás?
Tem que ser o tribunal a dar-lhes razão?
O novo 4º escalão será, provavelmente, para os
'Professores-titulares-avaliadores'.
Deste modo, cria um 'estatuto' diferente para quem é avaliador e foge
às incompatibilidades de avaliador e avaliado concorrerem às mesmas
cotas.
Quantos chegaram a titular por haver uma vaga na escola e não ter mais
ninguém a concorrer, no entanto escolas houve em que colegas com quase
o dobro dos pontos não acederam a PT porque não havia vaga, e com isto
só quero dizer e afirmar da injustiça desta peça, monstruosamente
montada e maquiavelicamente posta em prática que é a dos professores
titulares.
Esta proposta do PM é inaceitável?!!!!!
Espero que professores e sindicatos estejam bem conscientes desta
proposta que é verdadeiramente ofensiva, para não dizer outra coisa!
Tenhamos dignidade e não nos deixemos vender.
Esta é das respostas mais repugnantes jamais feitas por um governo.
Oferecem tachos a sindicalistas, boys e girls das direcções gerais dos
vários ministérios, há uma tentativa de oferecer aos professores
avaliadores um 'acesso' ao 4º escalão de titular.
*Chegamos ao limite da indecência e a resposta só pode ser uma*:
revisão do ECD, anulação da divisão da carreira e combate total a esta
avaliação.

DEVEMOS OBRIGAR OS SINDICATOS A REJEITAR LIMINARMENTE ESTAS PROPOSTAS!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A ministra quer o ensino português igual ao finlandês?



A ministra quer o ensino português igual ao finlandês?
Nós também!!
É só corrigir estes pequenos pormenores...

"À atenção Senhora Ministra da Educação"

A propósito do sistema de Ensino da Finlândia, veja, Senhora Ministra, se consegue perceber as 9 diferenças:

1. Na Finlândia as turmas têm 12 alunos;

2. Na Finlândia há auxiliares de accção educativa acompanhando constantemente os professores e educandos;

3. Na Finlândia, os pais são estimulados a educar as crianças no intuito de respeitarem a Escola e os Professores;

4. Na Filândia os professores têm tempo para preparar aulas e são profissionais altamente respeitados.

5. Na Finlândia as aulas terminam às 3 da tarde e os alunos vão para
casa brincar, estudar, usufruir do seu tempo livre;

6. Na Finlândia o ensino é totalmente gratuito inclusivamente os LIVROS, CADERNOS E OUTRO MATERIAL ESCOLAR;

7. Na Finlândia todas as turmas QUE TÊM ALUNOS com necessidades educativas especiais, têm na sala de aula um professor especializado a acompanhar o aluno que necessita de apoio;

8 . Na Finlândia não há professores avaliadores, professores avaliados nem Inspectores.!!!!!

9. Na Finlândia não há professores de primeira e de segunda;


Conseguiu perceber as diferenças???

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Avaliação dos professores


É isto que o governo quer? Mas a culpa não é só deste governo é de todo o sistema que teima em transformar a escola num imenso recreio. Não é por nada mas mais uma vez neste particular os nacionalistas avisaram, infelizmente o tempo e os factos acabaram por nos dar razão.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Gato escondido ….


Este governo é perito em atirar areia para os olhos aos portugueses. Para além das comissões de estudo que não são mais que funcionários ao serviço do PS e que tanto mal tem feito à saúde, segurança e educação dos portugueses, o PS entrou em desvario total na tentativa de tornar a ter uma maioria absoluta.
Na semana passada as páginas dos Jornais encheram-se com a notícia que a OCDE tinha elogiado a politica deste governo relativamente ás “reformas” implementadas no primeiro ciclo do ensino básico. O primeiro-ministro tão dado a folclores mediáticos e a festivais de corta fitas, fez um elogio público à ministra da tutela, largamente difundido pelos media.
Agora veio a publico que o “estudo” tinha sido encomendado a peritos internacionais independentes, liderada pelo Prof. Peter Matthews. A avaliação que realizaram em Portugal segue de perto a metodologia e abordagem que a OCDE tem utilizado para avaliar as políticas educativas em muitos países-membros ao longo dos anos."
As fontes documentais são quase todas dos organismos do ME. Os 4 peritos portugueses consultados são todos próximos ou militantes do PS. O Relatório baseou-se num relatório prévio feito pelo Ministério da Educação. E os 7 municípios ouvidos são todos do PS menos um que é do Major Valentim Loureiro, um independente que gosta de elogiar a ministra da educação e que tem em comum com José Sócrates a mania de oferecer eletrodomesticos. Ora digam lá: por maior que sejam os curricula vitae dos autores do Relatório e por maior consideração que tenhamos (e eu tenho) para com o percurso académico dos 4 peritos nacionais consultados (João Formosinho, Isabel Alçada, Rosa Martins e Lucília Salgado), que credibilidade é que este Relatório pode merecer?
Nota: os municípios ouvidos foram: Guimarães (PS); Santo Tirso (PS); Amadora (PS); Ourique (PS); Lisboa (PS); Portimão (PS); Gondomar (Independente). Podemos afirmar, sem estarmos enganados, que Valentim Loureiro é o mais socialista de todos os independentes. Não deixa passar uma oportunidade para elogiar José Sócrates e a Ministra da educação.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Educação: Docentes vão pedir dissolução da AR a Cavaco Silva


O Movimento de Mobilização e Unidade dos Professores (MUP) vai pedir ao Presidente da República (PR) que dissolva o Parlamento, como forma de derrotar as «políticas destrutivas do Governo e salvar o ensino em Portugal».
Segundo a edição desta quarta-feira do Diário de Notícias, o pedido deverá ser apresentado no sábado, na concentração em frente ao Palácio de Belém.
«Penso que o Presidente não só não fez nada, como o seu silêncio é demasiado tácito, corroborando todas as medidas do Governo», afirmou ao DN Ilídio Trindade, porta-voz do MUP, sublinhando que esta hipótese ainda não foi colocada aos outros movimentos independentes, nem tão pouco aos sindicatos.
O que ainda faz com que o MUP pondere este pedido é o facto de essa eventual demissão do Governo poder, na opinião de Ilídio Trindade, ainda vir a beneficiar o próprio Executivo, alcançando uma maioria absoluta em eleições antecipadas.
«O problema é demasiado grave e não tem a ver apenas com os professores. O que está em causa é o ensino em Portugal e a Assembleia da República já foi dissolvida por menos», acrescenta o líder do MUP, afirmando que, entre professores, já circulam expressões do tipo: «vota à direita ou à esquerda, mas não votes PS».

FONTE

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

A escola da lurdinhas