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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Queima das Fitas – A coisa está preta


A organização da Queima das Fitas de Coimbra, porque mais preocupada em fazer grandes lucros, que depois não têm o devido retorno nas secções que em promover os músicos e a música portuguesa, colocou no seu cartaz os Buraca Som Sistema. Nada temos contra a música africano, quando produzida nos seus países de origem. Não aceitamos é que sub-produtos da cultura americano, sejam promovidos e apoiados pelo sistema em detrimento dos artistas portugueses e da musica portuguesa.
Sabemos que estas bandas alógenas colocam nas letras das suas músicas muito de racismo anti-branco e arrastam para os seus concertos muitos “jovens” dos bairros problemáticos da grande Lisboa, com os arrastões e a criminalidade subsequente.
Os sinais da invasão já se notam em Coimbra, com alguns acampamentos selvagens e a passagem de grupos com sinais claros de pertencerem a gangues organizados.
Os estudantes de Coimbra habituados a lidar com africanos que estão na cidade para estudarem, gente que não causa problemas, serão presa fácil de criminalidade organizada que na Quarta e Quinta-feira “visitará” a cidade.
Estaremos atentos a eventuais arrastões e outras manifestações racistas que por certo acompanharão esta “visita”.
Pelo sim pelo não tenham muito cuidado

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Assalto rendeu 2.500 euros



Seis mulheres, um homem e uma criança, de nacionalidade estrangeira, entraram ontem, por volta das 10H30, no Restaurante Califa para “beberem café”. Começaram por encomendar a Amadeu Gomes, proprietário, “sandes, refrigerantes, chocolates...”, para levarem. Tudo parecia normal, até ao momento em que duas das mulheres foram à cozinha. Naquele espaço estavam na banca as chaves do primeiro piso (casa do empresário) e um telemóvel. Conversa fiada, até que a mulher de Amadeu Gomes reparou que as chaves tinham desaparecido.
Tarde demais. Quando veio chamar o marido, já o grupo estava de partida numa viatura automóvel, cor “verde-garrafa”, descreveu Amadeu Gomes. Contudo, o dono do restaurante ainda conseguiu retirar 25 euros das mãos de uma das mulheres, porque depois de consumirem também queriam sair sem pagar. O grupo, elas com cerca de 30 anos, o homem com pouco mais de 20 e criança de oito anos, não saiu de mãos vazias. Depois de terem remexido a habitação de Amadeu Gomes, subtraíram pulseiras, anéis e relógios, num total de 2.500 euros, disse o empresário ao DIÁRIO AS BEIRAS.
Fonte policial referiu, por sua vez, que durante a manhã de ontem foi dado conhecimento, no posto da GNR de Montemor-o-Velho, um furto em Verride, num outro estabelecimento comercial, do qual foi furtada uma carteira, desconhecendo-se os valores.

Mais benefícios do multiculturalismo, da imigração descontrolada e do clima de impunidade com que o sistema premeia certos grupos étnicos.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Mais tráfico de droga no local do costume com os protagonistas do costume


Investigação começou há cerca de dois meses e conduziu agora à detenção de um trio de traficantes, liderado por uma mulher de 45 anos. A senhora será a “herdeira” de um “negócio” familiar que assumiu, na sequência da detenção de outros familiares, nomeadamente do marido e de um dos filhos. A apoiá-la tinha dois outros elementos da família, dois jovens, um rapaz com 21 anos e uma rapariga com 26.
Mais uma vez um brilhante trabalho da PJ foi frustrado pelas medidas de coação aplicadas.
Mais uma vez aqueles a quem o sistema oferece casa, comida e roupa lavada, pagam a benesses com criminalidade.
Não vos parece que é tempo de dizer basta.
Não os parece que não basta rezingar.
Ontem no Bairro da Rosa amanhã num local perto de si.
Juntem-se aos nacionalistas.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Associação vítima dos “anti-racistas” do costume


O planalto do Ingote até podia ser um bairro pacífico e acolhedor para quem lá vive. No entanto está transformado num imenso supermercado de droga, com cenas de tiros e violência e visitas constantes de gente pouco recomendável.
No ânsia de integrar gente que não o quer fazer o sistema atribui casas a famílias de etnia cigana no s Bairros sociais que construiu na zona. Se algumas famílias aproveitaram bem a oferta que iria melhorar as suas condições de vida, muitas outros aproveitando-se do dinheiro pagão por todos nós, para além de se dedicarem á criminalidade espalham o terror e arranjam problemas um pouco por toda a zona.
A Associação Filarmónica do Planalto do Ingote, farta dos conflitos sociais protagonizados por gente de etnia cigana, resolveu em Assembleia Geral, proibir a sua filiação na colectividade. Fosse a proibição dirigida a uma qualquer família portuguesa e cairia no esquecimento sem levantar grandes ondas, no entanto como foi dirigida e muito bem para quem não quer ser integrado e causa constantemente problemas logo teve a atenção dos racistas anti- brancos, aqueles que só erguem a sua voz para proteger criminosos, imigrantes ilegais e outras modernices, normalmente patrocinadas por partidos de esquerda, tão solícitos em defender os estrangeiros em detrimento dos trabalhadores portugueses.
Estas organizações racistas, envolvidas em esquemas pouco claros, como é caso da atribuição de residências no município de Lisboa, merecem sempre o nosso repudio, porque para nós os portugueses estarão sempre primeiro.
Endereçamos a nossa solidariedade à Associação Filarmónica do Planalto do Ingote, todo e nosso apoio e força, para que não desistam de um direito que é natural. Todos temos o direito nos proteger e aos nossos de possíveis ataques contra a o património e contra a integridade física. Portugal é dos portugueses.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Duas pessoas esfaqueadas na Baixa


Um casal terá sido esfaqueado anteontem à tarde, em plena Baixa. Dois feridos foram transportados pelo INEM.
Uma rixa entre duas pessoas terminou ontem, ao final da tarde, com dois feridos. Cerca das 19H00, os vestígios da violência – algumas marcas de sangue – eram ainda visíveis na calçada do largo. Faustino Santos Costa, morador na Baixa, presenciou a cena: “Um indivíduo de raça negra – que geralmente anda embriagado – começou à navalhada às pessoas que estavam sentadas num banco”. De acordo com a testemunha, a arma branca teria cerca de 14 centímetros e o indivíduo – que tem cerca de 35 anos e terá antecedentes criminais – começou, alegadamente, a desferir golpes aos homens que permaneciam naquela área. No entanto, segundo apurou o DIÁRIO AS BEIRAS junto de uma entidade policial, tudo terá começado com uma rixa entre duas pessoas.
No entanto, três pessoas ficaram feridas, duas das quais foram transportadas para os HUC. Ainda de acordo com a mesma testemunha, “uma das vítimas ficou ferida no abdómen e outra no pescoço”. A terceira vítima – aquela que não terá sido transportada pela equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) – estaria ferida num braço.
Ontem, um grupo de pessoas que geralmente frequenta aquela zona não deixou de fazer acusações sobre a personalidade “violenta” do agressor e lançou duras críticas à falta de segurança na Baixa da Coimbra. “Ele bate nos idosos e nas crianças. É um perigo para a sociedade e ninguém faz anda. É uma vergonha”, disse, por seu turno, José Lucas de Sousa, morador em Eiras, mas que costuma passar parte do seu tempo no Largo das Ameias.
Também um comerciante daquela zona da cidade – que preferiu não ser identificado – manifestou a sua preocupação com a falta de segurança que diz existir na cidade e defendeu ser necessário o reforço do número de agentes da Polícia de Segurança Pública e dos patrulhamentos nos locais mais problemáticos.
A PSP de Coimbra esteve no local e deteve o indivíduo. No entanto, o DIÁRIO AS BEIRAS tentou, ao longo da tarde de anteontem, contactar aquela força policial para obter mais informações sobre este episódio. Tentativas que se revelaram infrutíferas. O mesmo aconteceu em relação ao INEM.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Multiculturalismo é uniculturalismo


Ao longo dos tempos o capital tem encontrado formas de aumentar as suas mais valias. Quer recorrendo à organização do trabalho ou à inovação tecnológica. No entanto é no recurso à mão-de-obra barata e nas formas de a perpetuar que o sistema mais esforços tem feito ou onde pelo menos mais expedientes tem sido utilizados.
A imigração é talvez o mecanismo mais utilizado pelo capital, no intuito de aumentar a oferta de mão e consequentemente fazer baixar os salários. Ao longo dos tempos a “importação” massiva de mão-de-obra tem sido a melhor arma contra as justas reivindicações dos trabalhadores. Foi assim durante a construção dos caminhos-de-ferro americanos quando o capital combateu as lutas operárias, com vagas e vagas de trabalhadores chineses e mexicanos e só assim se compreende que nos nossos tempos conquistas como a idade de reforma, ou os horários de trabalho, estejam a ser postas em causa somente porque a burguesia reinante possui nos bancos de suplentes, mais uma grande quantidade de jogadores que não hesitará em por a jogar caso a oposição às reformas assim o justifique.
Para perpetuar a sua mina de oiro o capital, com a ajuda do capitalismo de estado, não hesita mesmo em conceder a nacionalidade aos imigrantes. As justificações são das mais variadas, mas o fim é só um promover o uniculturalismo. è o dois em um do capital, por um lado obter mão de obra barata, por outro eliminar as culturas e identidades e submeter todos a cultura dominante, que não é nem mais nem menos a regida pelo imperialismo sionista americano. A breve trecho, grande parte da população mundial, perderá a diversidade cultural e étnica, mais um passo que só vai beneficiar a fabricação em massa e juntamente com as migrações ajudar no aumento das mais valias. A Nova Ordem Mundial, não dá nada a ninguém se acoberto de muito boas intenções, procura justificar a imigração, o multiculturalismo e a atribuição de nacionalidade, só o faz porque todas estas manobras são o caminho seguro para o aumento dos seus lucros.
Se as suas intenções fossem sinceras, ajudariam de facto os países do Terceiro Mundo e não colocariam no poder as suas marionetas corruptas.
A imigração é escravatura dos tempos modernos, as cartas de alforria são a atribuição de nacionalidade portuguesa, as masmorras os bairros sociais e a grilhetas são colocadas pelos empresários corruptos que os exploram.
Um dia o sistema vai cair de maduro, os primeiros sinais já se notam, nessa altura todos os homens vão poder ganhar dignamente a sua vida sem terem que abandonar o solo pátrio.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Seis lotes com traficantes de droga


A violência é uma realidade bem conhecida do Bairro da Rosa. Latente algumas vezes, visível, ganhou nos últimos tempos contornos novos.
Mas as queixas dos moradores não se ficam por aqui.
Humidade, armários estragados e muitos bichos, essencialmente baratas, falta de iluminação, são alguns dos problemas apontados e que muitos dizem já ter encontrado quando para lá foram morar.
Os moradores queixarem-se também da «falta de higiene» dos vizinhos e de o facto de alguns manterem «animais perigosos» dentro dos apartamentos.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Burlões furtaram ouro em Santa Comba Dão


A proprietária de uma ourivesaria em Santa Comba Dão foi ontem burlada em perto de dois mil euros. Maria Carminda ficou incrédula quando se apercebeu que o ouro tinha sido levado, sem que ela ou qualquer um dos clientes na loja se apercebessem.
Os burlões, segundo a proprietária, teriam entre 35 e 40 anos e não pareciam portugueses.
Mais uma mostra dos benefícios multiculturais e da imigração descontrolada.
Portugal não pode ter as suas fronteiras escancaradas à imigração que actualmente assola os países da Europa. A entrada de imigrantes sem qualquer controlo é hoje em grande medida responsável pelo aumento da criminalidade, pela existência de largas zonas de miséria e violência urbana e ainda pelo crescente clima de insegurança que se vive nas vilas e cidades portuguesas. Os imigrantes ilegais e delinquentes devem ser repatriados para os respectivos países de origem em condições dignas e humanas. Para evitar a imigração “disfarçada”, o direito de asilo será exclusivamente concedido a quem demonstrar que se enquadra nesse regime, o reagrupamento familiar será suprimido e a naturalização obedecerá a critérios exemplares.
Connosco, Portugal será português.