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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

O grande capital não tem Pátria


A Crioestaminal de Cantanhede não revela detalhes na nota de imprensa divulgada mas, segundo as edições online dos jornais económicos nacionais, a Riverside Company deverá tornar-se no principal accionista da empresa líder e pioneira em Portugal no isolamento e criopreservação de células estaminais.
O imperialismo sionista americano, coloca as suas garras em mais uma empresa nacional. Que rumo será agora tomado neste empresa? Sabemos bem do que os terroristas americanos são capazes. Será que a próxima gripe vai chamar-se portuguesa?

domingo, 17 de maio de 2009

Basta de Federastas



No próximo dia 7 de Junho, na Eleição para o Parlamento Europeu, os portugueses precisam de dar um sinal claro de que querem mudar o rumo de Portugal e castigar os grandes culpados de sempre com o seu voto no PNR. Votar no PNR não é votar em falsos compromissos ou em palavrinhas hipócritas e politicamente correctas. Votar no PNR é votar na mudança!
Os objectivos do PNR passam pela afirmação de um discurso diferente, vincadamente contra o federalismo de Bruxelas, tão submetido e lacaio do imperialismo sionista americano. Lembrar que esta "europa" nos entrou pela porta dentro sem qualquer consulta, alienando progressivamente a nossa soberania a troco de uns milhões, aliás consumidos de modo bastante duvidoso. Portugal não vive de betão e alcatrão e não é aceitável trocar a independência nacional por esmolas.
Para lá da crise que efectivamente afecta a maioria das pessoas com gravidade, bem pior que isso é a corrupção que se vive em Portugal e o crescente fosso que separa ricos e pobres, retratando assim uma terrível injustiça social. Portugal caminha a passos largos para o terceiro-mundismo! Criminalidade, desemprego, injustiça social, fosso gigante entre os ricos e os pobres, e classe média com a corda na garganta.
Por outro lado o PNR é francamente contra as politicas de imigração desta Europa que não pára de copiar o modelo americano, que embora poder e falido não deixa de tentar fazer sentir a sua influência nefasta.
A imigração é talvez o mecanismo mais utilizado pelo capital, no intuito de aumentar a oferta de mão e consequentemente fazer baixar os salários. Ao longo dos tempos a “importação” massiva de mão-de-obra tem sido a melhor arma contra as justas reivindicações dos trabalhadores. Foi assim durante a construção dos caminhos-de-ferro americanos quando o capital combateu as lutas operárias, com vagas e vagas de trabalhadores chineses e mexicanos e só assim se compreende que nos nossos tempos conquistas como a idade de reforma, ou os horários de trabalho, estejam a ser postas em causa somente porque a burguesia reinante possui nos bancos de suplentes mais uma grande quantidade de jogadores que não hesitará em por a jogar caso a oposição às reformas assim o justifique.
Em quase toda estas manobras sujas do capital, foi muitas vezes confundido o inimigo, é certo que a politica de portas escancaradas trás aos países muita gente que longe de procurar uma vida melhor, apenas imigra porque os “os programas de novas oportunidades” dos países de acolhimento lhes vão facilitar a continuação da actividade criminosa. No entanto a esmagadora maioria dos imigrantes saem dos seus países de origem no intuito de procurar uma vida melhor e aqui começa mais uma ajuda ao grande capital apátrida. Assim é certo que para sair de um país é necessário algum poder económico e também uma certa dose de informação, sendo por isto que a vaga de imigrantes é normalmente constituía por classes um pouco mais favorecidas, sendo que estes estratos sociais são peças importantes no desenvolvimento dos seus países. Ficando para traz aqueles mais desfavorecidos e meia dúzia de déspotas que o neocolonialismo faz questão em sustentar. Sem o sangue necessário para fazer progredir o aparelho produtivo pode o grande capital continuar a sugar as matérias-primas em troca de bens essenciais que estes países nunca produzirão.
Por ultimo estaremos sempre contra a entrada da Turquia na Europa, enquanto outros países muito mais europeus são deixados de fora, enquanto a UE ao serviço do amo americano hostiliza a Rússia, também e segundo as Ordens dos Novos senhores do Templo, vai procurando uma aproximação à Turquia.
A entrada da Turquia na União abrirá a caixa de Pandora do alargamento. Como recusar, a seguir, os 200 milhões de turcófonos do Cáucaso e da Ásia Central, ou os Estados do Magreb? A U.E. herdará todos os contenciosos geopolíticos (água, fronteiras, minorias, etc.) que a Turquia mantém com os seus vizinhos. Sem esquecer os tráficos de droga, armas e imigrantes clandestinos, dos quais é uma das maiores placas giratórias.
Dizer que a Turquia é historicamente europeia é tão verdadeiro como dizer que a França, na qualidade de potência colonial que foi, é africana. A Turquia não é mais europeia pela sua geografia (excepto Istambul e a Trácia) do que pelos seus costumes ou a sua consciência civilizacional. Os turcos definem-se como um povo asiático, cuja idade de ouro é o apogeu do Império Otomano, e se uma fraca minoria kemalista ou saída dos bairros privilegiados de Istambul se sente europeia, os habitantes dos bairros de lata de Istambul e dos campos da Anatólia reconhecem-se mais no vizinho iraquiano do que nos europeus do norte, ou mesmo nos gregos cristãos. A nomeação de um cidadão turco para a direcção da Organização da Conferência Islâmica (OCI, pró saudita), depois os inquietantes propósitos irredentistas de Erdogan, acusando a Grécia de «perseguir os turcos muçulmanos» da Trácia (1), ou ainda a política panturca de Ankara na Ásia Central e no Cáucaso, mostram bem que a Turquia permanece o país «dreaming west and moving east».
A principal razão porque alguns países, incluindo Portugal, apoiam a entrada da Turquia na União é a pressão dos EUA. Estes são todos países pró-Estados Unidos e vão fazer o jogo de Washington. Porque a mim parece-me que Portugal só vai sair prejudicado com a Turquia na União Europeia.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

O futuro mercado transatlântico




Enquanto a opinião pública das diferentes nações europeias se extasia ante o novo presidente dos Estados Unidos, o brilhante Barack Obama mantêm o processo de absorção da União Europeia, por parte do espaço económico e jurídico norte-americano. O sociólogo Jean Claude Paye denuncia a construção progressiva do império transatlântico e a intenção dos seus promotores em converter as liberdades indivíduas em mais uma mercadoria.

Nos países membros da antiga União Europeia, a Europa dos quinze, a questão da soberania externa tema a ver com o fim da segunda Guerra Mundial. Na sua maioria ou ocupados pelo exército americano ou membros da NATO, estes países transferiram para o executivo americano as prerrogativas soberanas (fazer a guerra e garantir a sua defesa)

A fase actual das relações entre a União Europeia e os Estados Unidos está marcada por uma especificidade; consiste no abandono da soberania interna dos países membros da Europa dos 27. Graças a uma hegemonia de direito americana no território Europeu, o executivo norte-americano exerce um poder directo sobre os povos europeus. Através de numerosos acordos as instituições da União europeia legitimam essa soberania.

A instauração de uma soberania interna do executivo norte-americano sobre os países do velho continente conduz à formação de uma nova forma de estado, o estabelecer de uma estrutura imperial submetida a égide norte americana. Trata-se de uma forma estável que difere grandemente da anterior: Na altura em que os Estados Unidos possuíam somente a soberania externa dos países europeus existia ainda a possibilidade de um retrocesso parcial ou ainda mais profundo e sem a intervenção de uma revolução social, como demonstra a saída da França do NATO, por decisão de Charles de Gaulle. Um acto de independência como esse, por parte de uma nação europeia, deixa de ser possível se os Estados Unidos exercerem controlo directo sobre os habitantes do velho continente.

Um grande mercado transatlântico para o ano de 2015

Uma resolução do Parlamento Europeu adoptada em Maio de 2008, legitima e projecta a criação de um grande mercado transatlântico no ano de 2015. Esta resolução prevê a eliminação das barreiras comerciais, assim como a liberalização dos mercados públicos e da propriedade intelectual e as invenções. O acordo prevê a harmonização progressiva das regulamentações e sobretudo o reconhecimento das regras em vigor em ambos os lados do Atlântico. Na realidade o direito que se irá aplicar será o norte-americano.

De forma paralela às negociações sobre a existência do grande mercado, desenrolaram-se conversas secretas com vista criação de um espaço comum para controlo das populações. Uma informação secreta elaborada por especialistas de seis estados membros, estabeleceu um projecto para a criação de uma área de cooperação transatlântica em matéria de liberdade, segurança e justiça até ao ano de 2014. Vão procurar organizar a administração interna e a justiça dos estados membros “em correspondência com as relações exteriores da União Europeia”, ou seja essencialmente em função dos Estados Unidos.

Mais que a entrega de dados pessoais e a colaboração dos serviços de policia, procedimentos já amplamente aplicados, o objectivo da criação do mencionado espaço consiste na possibilidade, de com o tempo, os cidadãos da União Europeia possam ser entregues às autoridades norte-americanas. Temos que recordar prisão europeia, resulta da criação de um “ espaço de liberdade, segurança e justiça” entre os estados membros, suprime todas as garantias que oferecia o sistema de extradição. A ordem de prisão baseia-se no princípio de reconhecimento mútuo. Considera como automaticamente conformes os princípios de um estado de direito, todas as disposições jurídicas do estado solicitante.
A instauração de este tipo de cooperação transatlântica levaria ao reconhecimento do direito norte-americano por parte dos 27 membros da União Europeia e a aceitação automática do conjunto de pedidos de extradição norte-americanos. Porém nos Estados Unidos o Military Commissions Act of 2006 (3) permite a perseguição e a prisão por tempo indeterminado de toda a pessoas designada como inimiga do poder executivo. Essa lei e extensiva aos cidadãos de qualquer país inclusive com aqueles que eles não estão em guerra. Qualquer um pode ser perseguido como inimigo, não porque existam elementos probatórios, mas simplesmente porque o poder executivo assim o designou. Nenhum governo estrangeiro negou essa lei de alcance internacional.

Grande mercado de controlo sobre os povos

O paralelismo entre a liberalização do comércio entre os dois continentes e o controlo norte-americano sobre os povos europeus esteve presente durante os 13 anos em que o processo foi negociado. Com efeito em 3 de Dezembro de 1995 teve lugar durante a cimeira USA/UE em Madrid a assinatura na Nova Agenda Transatlântica, com vista à promoção de um grande mercado transatlântico e um plano de acção comum em matéria de cooperação policial e judicial. Se bem que as negociações sobre a forma de cooperação se desenrolaram de forma contínua, as negociações tendentes à criação de um grande espaço pararam a um determinado momento. Foram abandonadas em 1998 e foi preciso esperar até ao ano de 2005 para que se reactivassem, após uma declaração económica adoptada na cimeira USA/UE em Junho de 2005.

Os avanços registados com vista à creação de uma mercado transatlçantico devem-se á acção de uma instituto norte-americano: o Transatlantic Policy Network, criado em 1992 e no qual se reúnem parlamentares europeus, membros do congresso dos Estados Unidos e representantes de empresas privadas. Pretendem criar um bloco europeu-americano no plano politico, económico e militar. O Transatlantic Policy Network conta com o apoio de de numerosos think tanks, como o Aspen Institute, el European-American Business Council, el Council on Foreign Relations, el German Marshall Fund y la Brookings Institution. E o apoio financeiro de grandes multinacionais norte-americanas e europeias como como Boeing, Ford, Michelin, IBM, Microsoft, Daimler Chrysler, Pechiney, Michelin, Siemens, BASF, la Deutsche Bank, Bertelsmann.

Um elemento importante deste “espaço de liberdade, segurança e justiça” a entrega generalizada de dados pessoais já está em marcha. Uma informação interna redigido de forma conjunta pelos negociadores, do Ministério da Justiça e do Departamento de Segurança da Pátria, pelo lado norte-americano e pelo Coreper, um grupo de representantes permanentes da união Europeia, anuncia um acordo com esse sentido para o ano de 2009 (4).
O objectivo é favorecer a entrega de dados, não só de carácter administrativo e judicial como também relativos á defesa do território. Os negociadores já se puseram de acordo relativamente a 12 pontos essenciais. Trata-se na realidade na entrega permanente às autoridades norte-americanas de uma série de informações de índole privada, como o numero do cartão de credito, detalhes de contas bancárias, as operações realizadas, os itinerários de viagens e as ligações de internete, bem como informação individual, como raça opiniões politicas, os costumes pessoais e a religião.

Os norte-americanos justificam estas exigências como uma questão económica. Segundo eles o acordo é um grande negócio, porque diminui a totalidade dos custos o que implica para o governo dos Estados Unidos a obtenção de informações da União Europeia. O objectivo não é possibilitar a transmissão desses dados ás autoridades dos Estados Unidos, pratica já amplamente aplicada, mas sim legalizar a sua entrega ao sector privado. Trata-se de suprimir todos os obstáculos legais que se oponham à difusão das informações anteriormente mencionadas e garantir para esse processo os custos mais baixos possíveis. Antes de tudo têm de garantir a rentabilidade do mercado.

Supremacia do direito norte-americano

No que respeita à necessidade de estabelecer um controle independente os negociadores europeus abandonaram a sua legislação e aceitaram os critérios norte-americanos. Admitem que o poder executivo se vigie a si mesmo. Considerando assim que o sistema de controlo interno do governo dos Estados Unidos, oferece garantias suficientes. Aceitaram que os dados ligados á raça, à religião, as opiniões politicas, a saúde e a vida sexual, sejam utilizados por um governo, na condição que as leis internas ofereçam protecção adequada. Cada governo decidira por si mesmo se respeita ou não essa obrigação.
O processo que conduz à instalação de d um grande mercado transatlântico, é o processo inverso à construção da União Europeia. O mercado comum europeu é em primeiro baseada no intercâmbio e liberalização mercantil. O grande mercado transatlântico baseia-se na supremacia do direito norte-americano. Trata-se em todo numa construção politica, onde se menciona inclusivamente uma assembleia transatlântica.

O exercício de soberania das autoridades norte-americanas sobre os povos europeus e a legitimação desse poder, por parte da União Europeia são condições para a instauração de novas relações de propriedade e intercâmbio; transformar em mercadoria os dados pessoais e liberalizar esse grande mercado sem qualquer limite.



Parlamento Europeo, «Résolution du Parlement européen sur les relations transatlantiques», B6-0280/2008, 28 de mayo de 2008.
Report of the Informel, Hight Level Advisory Group on the Future European Affairs Policy (Future group), «Freedom, Security, Privacy. European Home Affairs in a Open World», junio de 2008, p. 10, párrafo 50.
S.390 Military Commissions Act of 2006.
Council of the European Union, «Note from Presidency to Coreper, Final Report by EU-US Hight Level Contact Group on information sharing and privacy and personal protection», 9831/08, Bruselas, 28 de mayo de 2008.


Jean-Claude Paye

Tradução livre

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Multiculturalismo é uniculturalismo


Ao longo dos tempos o capital tem encontrado formas de aumentar as suas mais valias. Quer recorrendo à organização do trabalho ou à inovação tecnológica. No entanto é no recurso à mão-de-obra barata e nas formas de a perpetuar que o sistema mais esforços tem feito ou onde pelo menos mais expedientes tem sido utilizados.
A imigração é talvez o mecanismo mais utilizado pelo capital, no intuito de aumentar a oferta de mão e consequentemente fazer baixar os salários. Ao longo dos tempos a “importação” massiva de mão-de-obra tem sido a melhor arma contra as justas reivindicações dos trabalhadores. Foi assim durante a construção dos caminhos-de-ferro americanos quando o capital combateu as lutas operárias, com vagas e vagas de trabalhadores chineses e mexicanos e só assim se compreende que nos nossos tempos conquistas como a idade de reforma, ou os horários de trabalho, estejam a ser postas em causa somente porque a burguesia reinante possui nos bancos de suplentes, mais uma grande quantidade de jogadores que não hesitará em por a jogar caso a oposição às reformas assim o justifique.
Para perpetuar a sua mina de oiro o capital, com a ajuda do capitalismo de estado, não hesita mesmo em conceder a nacionalidade aos imigrantes. As justificações são das mais variadas, mas o fim é só um promover o uniculturalismo. è o dois em um do capital, por um lado obter mão de obra barata, por outro eliminar as culturas e identidades e submeter todos a cultura dominante, que não é nem mais nem menos a regida pelo imperialismo sionista americano. A breve trecho, grande parte da população mundial, perderá a diversidade cultural e étnica, mais um passo que só vai beneficiar a fabricação em massa e juntamente com as migrações ajudar no aumento das mais valias. A Nova Ordem Mundial, não dá nada a ninguém se acoberto de muito boas intenções, procura justificar a imigração, o multiculturalismo e a atribuição de nacionalidade, só o faz porque todas estas manobras são o caminho seguro para o aumento dos seus lucros.
Se as suas intenções fossem sinceras, ajudariam de facto os países do Terceiro Mundo e não colocariam no poder as suas marionetas corruptas.
A imigração é escravatura dos tempos modernos, as cartas de alforria são a atribuição de nacionalidade portuguesa, as masmorras os bairros sociais e a grilhetas são colocadas pelos empresários corruptos que os exploram.
Um dia o sistema vai cair de maduro, os primeiros sinais já se notam, nessa altura todos os homens vão poder ganhar dignamente a sua vida sem terem que abandonar o solo pátrio.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Porreiro pá!


O impacto da comunidade chinesa em Portugal pode medir-se pelo número de estabelecimentos: 300 restaurantes, quase 500 armazéns e entre 4.000 e 5.000 lojas

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

PNR contra o reconhecimento de independência do Kosovo


O PNR, Partido Nacional Renovador, condena de modo inequívoco a decisão do governo português ao reconhecer formalmente o Kosovo, tornando-se o 48º país do mundo a aceitar o atropelo que constitui ao Direito Internacional a "independência" daquela província Sérvia, que a declarou unilateralmente no passado mês de Fevereiro.
O Governo de Portugal adopta uma posição de mera subserviência a poderes externos e, a reboque de interesses contrários às nações europeias, verga-se às políticas de facto consumado, ditadas exclusivamente pela força, que não da razão, e a objectivos imperialistas contra a vitimizada Sérvia.
Este reconhecimento envergonha o país e os portugueses, fere o direito a que os Estados se devem subordinar e abre a porta a todo o tipo de graves situações análogas, no futuro, a que Portugal ficará ligado por leviandade dos seus governantes.
Lembramos que o PNR foi o único partido político português que se solidarizou com a Sérvia, demonstrando-o em audiência solicitada ao Embaixador Sérvio em Portugal e também através de um acto público de rua que teve lugar em frente à Assembleia da República, acções estas que se consumaram poucos dias após a proclamação de “independência” unilateral por parte do Kosovo.

Comissão Política Nacional
7 de Outubro de 2008