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domingo, 2 de outubro de 2011

PSD e CDS já nos andam a tratar da saúde


PSD e CDS já nos andam a tratar da saúde
Alguns serviços do Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF) podem ter os seus dias contados. O conselho de administração do HDFF reuniu com directores e responsáveis, para anunciar possíveis cortes de serviços. “Os médicos foram informados das propostas, para se encerrar a unidade de oncologia e o bloco operatório.
O governo socialista já tinha dado a primeira machadada neste hospital ao encerrar o bloco de partos, agora social-democratas e centristas levam a o encerramento de mais dois serviços, provavelmente dento em breve será anunciada a morte do HDFF para dar lugar ao aparecimento de uma clínica privada gerida por uma sociedade onde investem capitais alguns boys destes três partidos que desgovernam Portugal e se governam muito bem.
O PNR repudia mais esta machadada na saúde dos figueirenses e estará ao lado do povo em mais esta luta contra os cortes cegos, contra as medidas economicistas deste governo, que só pensa em agradas aos vampiros do FMI e ao feitor alemão.
A saúde não é u negócio mas sim um direito.

Quando o British Hospital surge numa conversa, tendemos a perguntar: o de Campo ...de Ourique ou o das Torres de Benfica? O hospital pertence ao Grupo Português de Saúde desde o início dos anos 1980. O Grupo Português de Saúde pertence ao universo da Sociedade Lusa de Negócios, a tal que tinha um banco dentro. Exactamente: o BPN. O banco serviu para financiar a compra do British. Um fiasco. Entre 1999 e 2009, o British recuou de uma média anual de 12 mil consultas para cerca de 1800. Entre 2004 e 2007, o presidente do Grupo Português de Saúde foi o economista José António Mendes Ribeiro, o qual, quando saiu do grupo, deixou um passivo de perto de cem milhões de euros.

Pois foi precisamente José António Mendes Ribeiro que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, foi buscar para coordenar o grupo de trabalho que vai propor os cortes a aplicar no Serviço Nacional de Saúde.

Isto, que podia ser uma charla dos Malucos do Riso, é o ponto em que estamos.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Maternidade da Figueira poderá reabrir este ano


Unidade encerrou em 2006 mas está a ser equacionada a possibilidade de voltar a funcionar
A Maternidade da Figueira da Foz poderá voltar a funcionar talvez ainda este ano, segundo afirmou ao Diário de Coimbra uma médica do hospital.

O Bloco de Partos e as Urgências da Obstetrícia no Hospital da Figueira da Foz foram encerrados em Novembro de 2006, data a partir da qual começou o transporte das parturientes para as maternidades de Coimbra. Alguns bebés nasceram a caminho, na auto-estrada A14 - que alguns, com certa ironia, baptizaram mesmo de “a maternidade da Figueira da Foz”.

Este polémico encerramento fez correr muita tinta e várias pessoas tomaram posição em defesa da maternidade. Embora os partos ficassem aquém dos números preconizados pelo Ministério para o funcionamento destes serviços, eram no entanto suficientes para justificar a manutenção desta maternidade, além que haveria que ter em conta o incómodo e os gastos financeiros para os utentes de saúde em consequência do encerramento da unidade.

Ao Diário de Coimbra chegou a informação de que estarão a decorrer reuniões tendo em vista a reabertura, a curto prazo, da Maternidade da Figueira da Foz. Contactámos o Hospital para apurar a veracidade da informação, mas por ser fim-de-semana nenhum responsável estava disponível para comentar o assunto. No entanto, uma médica, que nos solicitou o anonimato, garantiu «que está tudo bem encaminhado» para que a maternidade ainda este ano volte a funcionar.

A confirmar-se a reabertura é uma vitória para os figueirenses e uma mostra de bom senso que temíamos estar perdido.
Reabertura do Bloco de Partos da Hospital da Figueira da Foz já!

sábado, 15 de agosto de 2009

O PS anda tratar-nos da saúde


Uma menina com 28 semanas de gestação nasceu ontem numa ambulância, a caminho da maternidade, ao quilómetro 16 da auto-estrada A14, entre a Figueira da Foz e Coimbra, revelou fonte hospitalar.
Salvo o erro já é o 10º bebe que nasce em “andamento” para Coimbra, felizmente as coisas têm corrido bem.
Fecharam o Bloco de Partos do Hospital da Figueira da Foz, com o argumento que era melhor para a saúde de mães e para os recém nascidos.
Esta politica de saúde do governo PS, faz lembrar as bibliotecas itinerantes do antigamente.
O povo da Figueira da Foz deve continuar a lutar pela reabertura do Bloco de Partos, pela saúde das mães e das crianças, porque a política de saúde não deve só basear-se em conceitos quantitativos ou economicistas (de notar que nem assim a medida faz sentido, visto que os obstetras continuarão a trabalhar no hospital, nomeadamente em consultas, logo, nada se poupará!). porque com o deslocamento para Coimbra as famílias mais pobres vão ser penalizadas e o actual número de partos feitos em casa, sem as condições adequadas, aumentará substancialmente assim como a taxa de mortalidade nos recém-nascidos, quando o objectivo do governo deveria ser exactamente o oposto!